Muçulmana com uma criança nos braços

Há um ano, Aysha* chegou com um bebê recém-nascido nos braços em um centro de reabilitação cristão na Ásia Central. Ela foi acolhida e permaneceu no local por 13 dias. Mas este ano, a muçulmana retornou com o filho pequeno e, como de costume, assinou um acordo concordando com as regras do local onde deveria morar novamente.

Entretanto, passou a ignorar os combinados e entrar em conflitos com as demais moradoras do centro. Então, quando completou 14 dias no local, Aysha ligou para a polícia e mentiu que era obrigada a ler a Bíblia.

A denúncia da muçulmana atraiu a atenção da polícia, do Ministério de Assuntos Internos e do Comitê de Assuntos Religiosos. Durante as visitas dos órgãos, a liderança do abrigo apresentou todos os documentos para comprovar que estavam de acordo com as normas previstas pelo governo. Então, a solução das autoridades foi encontrar outro lugar para Aysha ficar. Mas por causa do isolamento social, ela precisou permanecer mais um dia no local.

Na manhã seguinte, a muçulmana entrou em conflito com os colaboradores do centro e gravou vídeos comentando a situação. Então, os funcionários do abrigo tentaram acalmar Aysha, mas ela negou a ajuda e insistia para ser expulsa. Mais tarde, os vídeos gravados na manhã foram postados nas redes sociais e serviram para fomentar a intolerância religiosa contra os cristãos da região. Até um ex-líder muçulmano radical publicou um artigo sobre o fato, onde pedia vingança contra a diretora do local e declarou uma jihad (guerra santa islâmica) aos cristãos.

Agora, o centro está fechado e sob investigação. “Oremos para que todas as pessoas que lutam contra nós aprendam sobre o amor e a misericórdia de Deus em todas essas circunstâncias, também pedimos pela proteção dos funcionários e do centro. Por favor, apoiem-nos na oração!”, pede a diretora do centro. Há suspeitas de que Aysha foi enviada pelo ex-líder muçulmano radical com o objetivo de interromper os trabalhos dos cristãos locais e promover a indignação contra os seguidores de Jesus, principalmente os de origem muçulmana.

*Nome alterado por segurança.

Ajude um cristão ex-muçulmano a crescer na fé!

Seguir a Jesus é um grande desafio para os cristãos ex-muçulmanos. Logo que se convertem, enfrentam perseguição da família, da comunidade e até do governo. Por isso, a Portas Abertas apoia os convertidos do Norte da África com discipulado, para que cresçam na fé e descubram qual a função deles no corpo de Cristo. Contribua também! 

Fonte: Portas Abertas