Dentro de países islâmicos, a Igreja é formada basicamente por dois grupos: os cristãos de origem cristã, cujos ancestrais praticam o cristianismo há gerações; e os ex-muçulmanos, que são de origem islâmica, mas que abandonaram o Islã e agora seguem a Cristo.

Esses dois grupos sofrem perseguição por causa de Jesus, e elas vêm de diversas fontes. Conheça, a seguir e nos próximos dias, os principais agentes da perseguição no mundo muçulmano.

Os laços familiares e comunitários são muito fortes em algumas sociedades. É importante entender que a família é a principal detentora dos princípios e deveres da fé, crenças e práticas religiosas, e que é através de uma família bem estruturada e saudável que se pode construir uma comunidade e sociedade sadias. Portanto, abandonar a fé islâmica não significa apenas deixar de ler o Alcorão (livro sagrado do islamismo), de orar cinco vezes por dia ou parar de frequentar a mesquita. Significa também envergonhar a família diante da sociedade. Isso automaticamente destruirá relações familiares e comunitárias.

O indivíduo numa sociedade muçulmana é criado e disciplinado nos princípios religiosos e não deve agir segundo suas próprias convicções, mas segundo o conceito religioso existente na comunidade. É por isso que um muçulmano, quando se converte a Cristo, sofre tanta perseguição, a começar pela sua própria casa, e muitas vezes opta por praticar sua fé secretamente, pois, expor tal escolha à comunidade ou à família trará consequências dolorosas como a quebra de vínculos afetivos, a rejeição e o isolamento social.

[b]Fonte: Portas Abertas Brasil [/b]