Rede de lojas IKEA
Rede de lojas IKEA

A rede de lojas IKEA está sendo processada por um ex-funcionário depois que ele foi demitido por postar versículos bíblicos na rede corporativa da empresa.

Com 238 lojas em 34 países; a maioria na Europa, as outras nos EUA, Canadá, Ásia e Austrália, a IKEA é uma rede varejista especializada na venda de móveis domésticos de baixo custo.

O site Christian Post informou que o funcionário, Tomasz K., trabalhou em uma loja da IEKA na Polônia. Ele foi dispensado da loja em Cracóvia depois que ele se recusou a deletar um comentário que ele postou na intranet da empresa.

Em maio, a empresa comemorou o Dia Internacional Contra a Homofobia, Bifobia e Transfobia (IDAHOT). Um artigo celebrando o evento IDAHOT e a comunidade LGBT foi publicado no site da IKEA.

Os funcionários foram convidados a participar de um evento pró-LGBT na empresa. Tomasz não concordou em promover a homossexualidade, de acordo com a Catholic News Agency . 

“Fiquei abalado”, explicou Tomasz. “Fui contratado para vender móveis, mas sou católico e esses não são meus valores”.

Ele respondeu ao artigo da empresa, expressando suas crenças bíblicas e valores cristãos. Ele foi posteriormente demitido da IKEA. 

Um comunicado divulgado pela IKEA disse: “Um de nossos funcionários publicou um comentário no artigo, expressando sua opinião de uma forma que poderia afetar os direitos e a dignidade das pessoas LGBT +.”

Tomasz e seus advogados argumentam que seu direito de expressar suas crenças em um fórum aberto foi violado. Ele está sendo ajudado por advogados da organização legal conservadora Ordo Iuris Institute.

Seus advogados alegam que a empresa implicou falsamente que Tomasz estava incentivando a violência, quando ele estava apenas citando escrituras da Bíblia.

A IKEA emitiu uma declaração atualizada em 4 de julho, dizendo que toda a situação era uma má interpretação. A divulgação disse que “nos concentramos principalmente em minimizar o impacto negativo de toda a situação sobre nossos funcionários”.

Além do processo, o ministro da Justiça da Polônia também ordenou uma investigação sobre o caso de Tomasz.

Folha Gospel com informações da CBN News