Igreja Universal do Reino de Deus
Igreja Universal do Reino de Deus

A Igreja Universal publicou uma nota em seu site com críticas para uma reportagem da revista Veja sobre uma suposta crise e revolta de fiéis contra a instituição em países como Angola e São Tomé e Príncipe.

A entidade religiosa acusa o veículo de publicar uma “fake news” e “apenas um curto e incompleto resumo das informações” que foram enviadas ao jornalista. Além disso, foi dito que a matéria ajuda a reforçar o “ódio e o preconceito religioso contra a Universal e seus 10 milhões de fiéis e simpatizantes”.

De acordo com a entidade, oito pastores angolanos foram desligados por conta do “descumprimento do estatuto, com uma clara quebra de hierarquia e desrespeito à doutrina da Universal, além de um desvio de conduta moral”.

Em relação a acusação de que a igreja se aliou com a Polícia local para prender o pastor Iudumilo da Costa Veloso, de São Tomé e Príncipe, foi dito que a instituição “vinha sofrendo agressões e ameaças, com mentiras e ataques contra oficiais da Universal espalhados por redes sociais e aplicativos de mensagens” e que o “ex-pastor confessou à Justiça do país africano que mentiu e caluniou contra a instituição e seus membros e, assim, cometeu um crime pelas leis costa-marfinenses. Em seu depoimento às autoridades locais, ele afirmou que usou perfis falsos em redes sociais e aplicativos de mensagens para espalhar mentiras contra a Universal”.

Leia abaixo a nota da Igreja Universal:

Pela qualidade do Jornalismo que a revista Veja pratica, não é à toa que a tiragem e o número de assinaturas do veículo vêm despencando – segundo o portal Poder 360, a publicação que já se vangloriou de ser “uma das maiores do planeta em circulação impressa”, com mais de 1 milhão de exemplares, caiu para 243 mil cópias em papel.

Uma das razões dessa queda é a postura que a revista adota para produzir reportagens como “A revolta dos fiéis da África contra a Igreja Universal”, da edição de 18/12. Trata-se da mesma atitude tendenciosa que sempre pautou o veículo na cobertura dos assuntos que envolvem a Igreja Universal do Reino de Deus.

Um repórter do veículo enviou um e-mail para o UNIcom – Departamento de Comunicação Social e de Relações Institucionais da Universal com sete perguntas sobre ataques recentes que a Igreja sofreu em dois países africanos: São Tomé e Príncipe e Angola.

Embora o prazo que ele ofereceu tenha sido absurdamente curto, todas as informações solicitadas foram levantadas e enviadas.

Contudo, a Veja publicou apenas um curto e incompleto resumo das informações que o UNIcom forneceu, com a clara intenção de não esclarecer os leitores sobre a verdade dos fatos.

Isso não é novidade. É o mesmo tipo de conduta corriqueira da Imprensa brasileira, que dá eco ao ódio e ao preconceito religioso contra a Universal e seus 10 milhões de fiéis e simpatizantes de 128 países dos cinco continentes.

Tudo que é especulado nesses episódios ficará guardado no rol das fake news (notícias falsas, em inglês) inventadas contra a Universal. E, em breve, tudo será desmentido pela continuidade do trabalho evangelístico e de ajuda aos necessitados com base na Bíblia.

Leia as perguntas e respostas que a revista Veja censurou, para que você não soubesse o que aconteceu em São Tomé e Príncipe, na Costa do Marfim e em Angola:

Revista Veja: Gostaria de saber o número total de templos que a Universal tem no Brasil e em Angola. Se possível, também gostaria de saber o número total de catedrais no continente africano.

UNIcom: A Igreja Universal do Reino de Deus possui no Brasil 8.773 templos. Nos demais 124 países dos cinco continentes onde está instalada, são 3.559 templos.

Apenas no continente africano são 1.306 templos, sendo 306 em Angola.

Veja: Em relação ao caso de Angola, algum pastor da Igreja chegou a ser desligado em função da carta-manifesto? O que aconteceu?

UNIcom: Foram desligados da Universal de Angola apenas os oito pastores que organizaram o movimento e coletaram as assinaturas para a carta a partir de uma fraude: aqueles que a assinaram, denunciaram que foi apresentado um papel em branco, cujo teor anexado não teria qualquer relação ao que foi apresentado posteriormente.

O desligamento ocorreu em virtude do descumprimento do estatuto, com uma clara quebra de hierarquia e desrespeito à doutrina da Universal, além de um desvio de conduta moral dos ex-pastores.

Veja: É verdadeira a informação de que a Igreja está vendendo patrimônio em Angola? Se sim, por quê?

É falsa a informação. A Universal de Angola não vendeu qualquer patrimônio da instituição.

Veja: Em relação ao caso de São Tomé e Príncipe, o pastor Iudumilo acusa a Igreja de ter se associado com a polícia local para prendê-lo. Vocês não sabiam que ele estava envolvido com a página no Facebook? Vocês fizeram a queixa à polícia sem citar nomes?

UNIcom: A Universal não sabia quem eram os autores dos ataques, porque eles espalhavam suas calúnias anonimamente.

Conforme amplamente divulgado, desde 2018, a Universal costa-marfinense vinha sofrendo agressões e ameaças, com mentiras e ataques contra oficiais da Universal espalhados por redes sociais e aplicativos de mensagens.

A Universal acionou a Polícia Judiciária da Costa do Marfim em abril deste ano, para que os autores dos crimes fossem identificados, dentro do que define a Lei de Cybercrime daquele país. As investigações seguiram o curso normal previsto na legislação local.

O ex-pastor confessou à Justiça do país africano que mentiu e caluniou contra a instituição e seus membros e, assim, cometeu um crime pelas leis costa-marfinenses. Em seu depoimento às autoridades locais, ele afirmou que usou perfis falsos em redes sociais e aplicativos de mensagens para espalhar mentiras contra a Universal.

“Eu decidi criar um perfil no facebook para publicar difamações e injúrias”, confessou no depoimento, o ex-pastor.

De acordo com o processo, entre outras ameaças, calúnias e injúrias, Iudumillo espalhou mensagens, por exemplo, qualificando a esposa de um oficial da Universal de “ladra, prostituta e mentirosa” e seu marido de “filho do diabo, ladrão”.

Veja: Ele foi libertado em novembro porque a Iurd retirou a queixa? Foi isso?

UNIcom: Para pôr fim ao conflito, a Universal retirou o pedido de apuração dos crimes praticados — lembrando que não se sabia quem eram os autores. Contudo, como o Ministério Público costa-marfinense se opôs ao arquivamento, o ex-pastor só pode ser libertado a partir de um acordo firmado entre as representações diplomáticas de São Tomé e Príncipe e da Costa do Marfim.

Veja: Sobre as acusações de que a Igreja obriga os pastores a se esterilizarem e que privilegia lideranças brasileiras em detrimento das angolanas e são-tomenses, vocês gostariam de se posicionar?

UNIcom: Trata-se de fake news facilmente desmentida pelo fato de que muitos bispos e pastores da Universal, em todos os níveis de hierarquia da Igreja, têm filhos — inclusive em Angola. O que a Universal estimula, é o planejamento familiar, debatido de forma responsável por cada casal. Cada indivíduo é livre para manifestar sua vontade.

Veja: Sobre a “rede de mentiras” que há em curso contra a Universal, conforme foi dito em notas, você sabem dizer quem e quantos são os ex-pastores por trás dessa campanha e por que eles estariam fazendo isso.

A expressão “rede de mentiras” é de uma nota emitida pela Universal de Angola, e se refere especificamente aos fatos ocorridos naquele país.

Leia o texto que explica os acontecimentos em São Tomé e Príncipe e na Costa do Marfim clicando aqui.

Entenda o que está ocorrendo em Angola clicando aqui.

Fonte: Pleno News e Igreja Universal