Os alunos de uma escola em Illinois, nos Estados Unidos, foram privados de sua liberdade religiosa depois que um pastor foi impedido de encontrá-los durante o horário de almoço. O impedimento surgiu depois que a fundação ateísta Livre de Religião (FFRF, na sigla em inglês) apresentou uma queixa ao conselho escolar.

[img align=left width=300]https://thumbor.guiame.com.br/unsafe/840×500/smart/media.guiame.com.br/archives/2016/08/29/733435815-alunos.jpg[/img]Michael Gauch, superintendente do colégio Harrisburg Middle School, recebeu uma carta da FFRF onde os ateus se queixavam dos encontros entre um pastor batista e os estudantes durante o almoço.

Embora os encontros ocasionais entre o ministro e as crianças fossem autorizados pelos pais e responsáveis, a organização alega que as atividades violam a Constituição dos EUA.

“É impróprio e inconstitucional que a escola abra as portas para que líderes religiosos promovam o proselitismo aos estudantes, dentro de sua propriedade”, disse o grupo ateísta na carta direcionada ao superintendente escolar.

Em sua primeira resposta, Gauch explicou ao FFRF que era novo na escola e não tinha conhecimento das práticas antes de assumir seu cargo. Ele ainda ressaltou que o assunto seria decidido pelo Conselho de Educação.

“O Conselho de Educação, e não eu, tomará medidas para interromper a prática descrita na carta”, disse ele.

Os ateus enviaram outra carta à Gauch, exigindo uma decisão. Em sua resposta, o superintendente confirmou o pedido dos ateus: “A administração escolar informou o pastor que ele deixaria de ser autorizado a entrar na escola para se reunir com os estudantes durante o almoço ou qualquer outro momento”.

Nos Estados Unidos, a FFRF tem insistido em reunir forças para combater as expressões religiosas dentro das escolas e outros locais públicos. Um caso parecido aconteceu em uma escola de Mississippi (EUA), quando um culto de oração de “volta às aulas” foi cancelado após queixa dos ateus.

[b]Fonte: Guia-me[/b]

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