O terno usado pelo rapaz de 19 anos no dia crime é o mesmo que ele usava durante pregações em uma igreja evangélica. O suspeito foi identificado pela DIG e teve a prisão decretada.

A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de São Carlos (SP) identificou nesta sexta-feira (17) o homem suspeito de matar com um tiro o segurança de um supermercado no dia 4 de janeiro. O rapaz, um pregador de 19 anos, teve a prisão temporária decretada pela Justiça e está foragido.

De acordo com o delegado Gilberto de Aquino, as imagens das câmeras de segurança e uma página em uma rede social ajudaram na identificação de Gabriel Gonçalves da Silva. Testemunhas do crime prestaram depoimento e reconheceram o suspeito através das roupas que ele usava.

O que chamou a atenção da polícia é que o terno usado pelo rapaz no dia crime é o mesmo que ele usava durante pregações em uma igreja evangélica.

De acordo com familiares, desde o dia do assassinato ele não voltou mais para casa, no bairro Douradinho. A polícia procura o suspeito e ainda não sabe o motivo do crime. Silva tem passagem criminal por porte de drogas.

Informações sobre a localização do suspeito podem ser denunciadas à polícia pelo telefone (16) 3374-1596.

[b]O crime
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O segurança de 21 anos foi assassinado com um tiro no olho esquerdo no dia 4 de janeiro, na porta do supermercado Dia, na Avenida Francisco Pereira Lopes. Imagens das câmeras de segurança mostraram a ação do suspeito.

Era por volta de 19h quando um homem de terno preto chegou caminhando à porta do supermercado. Ele foi em direção ao segurança, sacou uma arma de dentro do paletó e atirou e em seguida entrou no supermercado. Assustadas, funcionárias se abaixaram e fugiram. Depois de 40 segundos, o homem saiu do estabelecimento.

Uma equipe da Unidade de Suporte Avançado (USA) foi acionada para prestar atendimento à vítima, mas ao chegar ao local encontrou o segurança já sem vida.

Segundo testemunhas, em nenhum momento o criminoso anunciou o assalto, mas, segundo a polícia, após matar o segurança, ele fugiu com R$ 1 mil e um celular.

[b]Fonte: G1[/b]