Em Londres, a direção do hospital católico “St. John and St. Elizabeth” distribuiu aos médicos e enfermeiros, um novo código de conduta, que convida a aderir aos ensinamentos da Igreja.

Entre os princípios enumerados, estão as seguintes proibições: prática de abortos, prescrição de contraceptivos, realização de amniocentese e fecundação in vitro.

Os funcionários de fé não-católica reagiram de forma negativa ao novo código. Para procurar reverter a situação, o grupo “Restituta”, que luta para manter o espírito católico da instituição, decidiu recorrer a Bento XVI.

Segundo o grupo “Restituta”, o papa deveria ordenar ao cardeal-arcebispo de Westminster, Cormac Murphy O’ Connor, na sua qualidade de primaz da Igreja Católica na Inglaterra e Gales, que insistisse para que o novo regulamento fosse aplicado.

Na tentativa de acalmar a polêmica, o Cardeal O’Connor esclareceu que “o hospital, sendo católico e, portanto, com uma visão particular do que é realmente importante para o ser humano, não pode oferecer a seus pacientes, católicos ou não, todos os serviços normais oferecidos pelos hospitais leigos”.

Fonte: Rádio Vaticano