A pesquisa foi realizada nos Estados Unidos pelo Instituto Público de Pesquisas da Religião (PRRI, na sigla em inglês).

Uma pesquisa feita com jovens evangélicos detectou que esse público, formado pela chamada “geração milênio”, é menos conservador que as pessoas mais velhas e que professam a mesma fé.

A pesquisa foi realizada nos Estados Unidos pelo Instituto Público de Pesquisas da Religião (PRRI, na sigla em inglês) com jovens evangélicos que utilizam redes sociais.

[img align=left width=300]http://i0.wp.com/noticias.gospelmais.com.br/files/2014/09/jovens-orando.jpg?resize=288%2C300[/img]O levantamento foi feito em duas partes, analisando primeiramente os jovens que utilizam as redes sociais mais voltadas a esse público, e posteriormente analisando os usuários de redes sociais mais populares, como o Facebook, por exemplo.

O relatório do estudo chegou a conclusão de que o primeiro grupo tem maior tendência a nutrir pensamentos mais liberais e distanciado dos valores culturais mantidos pelos mais velhos. Já o segundo grupo tende a ser mais propenso a enxergar as situações da mesma maneira que os mais velhos.

De acordo com o Christian Post, o segundo grupo de jovens evangélicos estavam imersos no que os estudiosos conveniaram chamar de “subcultura evangélica”, e portanto, interagindo menos com os não crentes.

No entanto, mesmo com essa tendência, eles demonstraram não absorver por completo as opiniões dos mais velhos, demonstrando algumas atitudes diferentes dos mais velhos.

O PRRI é uma organização liberal e apartidária que se dedica a estudar a relação entre a religião e a vida em sociedade. O relatório desse estudo foi apresentado no final de agosto durante o encontro anual da Associação de Ciência Política.

“Reunimos algumas evidências que são sugestivas sobre o porquê de jovens evangélicos serem diferentes dos seus antecessores – eles estão reagindo negativamente à conturbada subcultura política de seus pais”, resumiram os responsáveis pelo estudo.

O efeito prático dessas divergências a curto prazo deve ser mínimo, dizem os pesquisadores, que ponderam que a longo prazo, isso pode significar uma mudança de comportamento significativa e que influencie a forma como votam e se relacionam com pessoas de fora de seu grupo religioso.

[b]Fonte: Gospel +[/b]