Símbolos dos sexos masculino e feminino
Símbolos dos sexos masculino e feminino

A Hungria deve acabar com os cursos acadêmicos de “Estudos de Gênero” no país, informam agências de notícias locais.

O governo do conservador Viktor Orbán alegou em comunicado que “não há razões econômicas para estudos como esses, e temos motivos para supor que não foram criados como uma resposta às necessidades do mercado de trabalho, tampouco para proporcionar aos estudantes habilidades que possam prepará-los diretamente para a vida profissional”.

Outra razão elencada pelo governo para justificar o fechamento dos cursos é baixo número de alunos matriculados: apenas 13 nas duas instituições que oferecem esse tipo de graduação.

Uma delas, é a Eötvös Loránd, de Budapest, fundada por George Soros, o multimilionário que patrocina iniciativas relacionadas à ideologia de gênero e aborto no mundo todo.

Embora, oficialmente, o embasamento para a decisão tenha caráter econômico, é sabido que o próprio Viktor Orbán já criticou por várias vezes esses estudos chamando-os de “pseudociência”, já que ignoram completamente estudos nos campos da biologia e neurociências que apontam as muitas diferenças naturais e evolutivas entre homens e mulheres, partindo do princípio de que “gênero” é mera construção social. Na prática, assim como ocorre no Brasil, esses cursos servem mesmo é para formação de militantes.

A Hungria, Polônia e a Bulgária são países do leste europeu que se uniram contra a ideologia de gênero e lideram uma resistência contra os modismos moralmente liberais impostos pela União Europeia.

O Tribunal Constitucional da Bulgária, que rege as leis gerais do território, recusou no último dia 27 de julho, por oito votos a quatro, uma determinação de que gênero é uma construção social.

Os magistrados votaram contra uma pauta de combate à violência contra a mulher justamente por causa da alegação que continha. Eles argumentaram que, “se a sociedade já não diferencia o homem da mulher, a luta contra a violência às mulheres se torna impossível”.

Fonte: Sempre Família e Comunhão