Culto em uma igreja no Egito (Foto representativa: Portas Abertas)
Culto em uma igreja no Egito (Foto representativa: Portas Abertas)

Na noite de 23 de abril, um grupo de muçulmanos radicais armados atacou as casas de cristãos coptas na aldeia de Al-Fawakhir, na província de Minya, Egito. O incidente aconteceu a partir de um boato que dizia que uma casa, onde alguns cristãos se reuniam, se tornaria a única igreja no vilarejo.

Os muçulmanos radicais e membros de algumas tribos líbias se reuniram, saquearam e incendiaram várias residências dos cristãos coptas. Além disso, os extremistas impediram que os seguidores de Jesus fugissem enquanto eles ateavam fogo em seus bens e propriedades.

Antes do ataque, os cristãos solicitaram proteção policial, mas as autoridades de segurança chegaram após uma hora do início do incidente. Alguns agressores foram presos, e policiais estão em vigilância na aldeia.

A perseguição no Egito

Apesar do governo egípcio se pronunciar de forma positiva em relação às comunidades cristãs histórias, como os coptas, os seguidores de Jesus são tratados como cidadãos de segunda classe. Prova disso são as dificuldades de obter permissão para construir igrejas e de conseguir empregos seguros.

Já os cristãos de origem muçulmana no país em 38º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2024, enfrentam hostilidade de familiares, comunidade, autoridades e de radicais islâmicos. Eles são agredidos, discriminados, deserdados, expulsos de casa e até mortos por seguir a Jesus.

Fonte: Portas Abertas

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