Martelo da Justiça
Martelo da Justiça

Uma aluna cristã que foi obrigada a recitar uma oração islâmica durante uma aula viu a Suprema Corte dos Estados Unidos recusar a avaliar a ação movida contra a professora que impôs a atividade.

A Suprema Corte dos EUA se recusou a aceitar o caso contra a professora de uma escola pública que exigia que seus alunos recitassem a “oração de conversão” islâmica ou se conformassem com notas baixas por falta de conclusão das atividades.

A entidade de defesa da liberdade religiosa Centro Jurídico Thomas More (TMLC, na sigla em ingês) está defendendo Caleigh Wood, uma estudante cristã do Ensino Médio na High School de La Plata, em Maryland (EUA).

Tudo começou quando Caleigh se recusou a negar sua fé em Jesus Cristo “ao fazer uma profissão escrita da oração de conversão muçulmana conhecida como shahada – ‘Não existe deus por Alá e Muhammad é o mensageiro de Alá’”, disse um comunicado da entidade TMLC.

O 4º Tribunal de Apelações do Circuito dos EUA decidiu que a professora não violou a Cláusula de Estabelecimento, de acordo com informações do portal WND.

Caleigh Wood também foi forçada a assistir a uma apresentação que promove o Islã, incluindo uma que critica os cristãos que dizem: “A fé da maioria dos muçulmanos é mais forte que a dos cristãos comuns”.

As ações da professora foram condenadas em tribunal pelo especialista em conteúdo da escola, Jack Tuttle.

Richard Thompson, principal conselheiro do TMLC, disse que “não tem conhecimento de nenhuma escola pública que forçou um estudante muçulmano a escrever a Oração do Senhor ou João 3:16: ‘Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu único filho, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna’”.

“No entanto, sob o pretexto de ensinar história ou estudos sociais, escolas públicas em toda a América estão promovendo a religião do Islã de maneiras que nunca seriam toleradas pelo cristianismo ou por qualquer outra religião”, disse ele. “É decepcionante que a Suprema Corte não tenha aproveitado a oportunidade para esclarecer o teste que os tribunais inferiores devem usar ao decidir sobre a cláusula de estabelecimento e os desafios de liberdade de expressão para as classes públicas de religião”.

A TMLC afirma que a escola violou as cláusulas de estabelecimento e liberdade de expressão da Primeira Emenda quando ordenou à aluna que fizesse uma tarefa que ela não poderia concluir sem violar suas crenças cristãs. Em consequência, a professora

A professor então lhe deu uma nota baixa, levando-a a ser reprovada na matéria. A TMLC explicou que a aluna “crê ser um pecado professar a existência de qualquer outro deus que não seja o Deus cristão”, e por isso, “se manteve firme em suas crenças cristãs e foi punida por isso”.

“Os funcionários da escola recusaram o pedido de seu pai para que ela deixasse de participar. ou recebesse uma tarefa alternativa. Ela se recusou a concluir sua tarefa anticristã e, consequentemente, recebeu uma nota reprovada”, acrescentou o documento.

A doutrina islâmica da escola também incluiu as frases “O Islã no coração é uma religião pacífica”; “A jihad é uma ‘luta pessoal em devoção ao Islã, especialmente envolvendo disciplina espiritual’”; “Para os muçulmanos, Alá é o mesmo Deus que é adorado no cristianismo e judaísmo”; e “os homens são os gerentes dos assuntos das mulheres”.

“Muitas escolas públicas tornaram-se zona de conforto para a propaganda islâmica. Ensinar o Islã nas escolas foi muito além de uma lição básica de história. Promovidas pelo ativismo zeloso do Islã e encorajadas por decisões judiciais confusas, as escolas agora estão recuando e se curvando para a promoção do Islã, ao mesmo tempo denegrindo o cristianismo”, disse Thompson.

“Embora a Suprema Corte tenha deixado passar a oportunidade para fornecer uma orientação constitucional mais clara sobre esta importante questão, haverá outras chances de que essa questão não desapareça tão cedo”, concluiu Richard Thompson.

Fonte: Gospel Mais com informações de WND