Um pedido de habeas corpus apresentado pela defesa do padre José Afonso Dé, 74, da paróquia São Vicente de Paulo, em Franca, que pretendia garantir o não comparecimento do religioso à CPI da Pedofilia, foi acolhido parcialmente pela Justiça.

O padre não poderá deixar de atender a convocação da CPI, mas a defesa conseguiu que ele permaneça em silêncio quando achar necessário.

Segundo o gabinete do senador Romeu Tuma (PTB-SP), vice-presidente da CPI, a data em que o padre será ouvido ainda não foi definida.

O advogado José Chiachiri Neto, que representa o pároco, disse que o padre não ficará em silêncio, mas que “só se manifestará de maneira que não afete o julgamento dele no Judiciário”.

O padre Dé é acusado de suposta prática de crimes sexuais contra adolescentes que eram coroinhas. Ele nega as acusações.

Fonte: Folha de São Paulo

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