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Grupo humanitário evangélico recebe ordem para interromper atividades após Trump suspender o programa de refugiados

Placa escrito "Sem Refugiados" e uma bandeira dos EUA em uma cerca na fronteira do país (Foto: Montagem/FolhaGospel)
Placa escrito "Sem Refugiados" e uma bandeira dos EUA em uma cerca na fronteira do país (Foto: Montagem/FolhaGospel)

O grupo humanitário evangélico World Relief está se manifestando depois que o governo federal lhe disse para interromper todas as atividades financiadas pelo governo que atendem a quase 4.000 refugiados depois que o presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva suspendendo o Programa de Admissão de Refugiados dos EUA.

Em uma atualização por e-mail aos apoiadores, o presidente da World Relief, Myal Greene, disse que o braço humanitário da Associação Nacional de Evangélicos, uma agência autorizada pelo Departamento de Estado a reassentar refugiados nos Estados Unidos, recebeu uma ordem de interrupção do trabalho na última sexta-feira, por volta das 15h45min.

O aviso veio quatro dias depois que Trump assinou uma ordem executiva em seu primeiro dia no cargo, suspendendo o programa de refugiados com o argumento de que os EUA foram “inundados com níveis recordes de migração, inclusive por meio do Programa de Admissão de Refugiados dos EUA”. Lançado em 1980, o programa concede aos refugiados a “oportunidade de se tornarem residentes permanentes e, por fim, cidadãos dos Estados Unidos”.

A World Relief forneceu ao The Christian Post uma declaração afirmando que a ordem terá consequências negativas para “pessoas vulneráveis que já passaram por crises profundas”.

Greene expressou preocupação com o fato de que a decisão poderia afetar os refugiados que, segundo ela, foram legalmente reassentados nos Estados Unidos.

“Além dos EUA, essa ‘ordem de parada’ prejudicará muitos que dependem da assistência humanitária financiada pelos EUA para pessoas que enfrentam conflitos, fome, crises de saúde e falta de acesso a água e saneamento”, afirmou Greene.

A ordem de Trump afirma: “Os Estados Unidos não têm a capacidade de absorver um grande número de migrantes e, em particular, refugiados, em suas comunidades de uma maneira que não comprometa a disponibilidade de recursos para os americanos, que proteja sua segurança e proteção e que garanta a assimilação adequada dos refugiados”.

O USRAP está suspenso até que a entrada de refugiados nos Estados Unidos se alinhe com os interesses do país, afirma a ordem.

As mudanças do governo Biden-Harris no USRAP resultaram em um aumento nas admissões de refugiados nos Estados Unidos nos últimos anos fiscais.

A quantidade reassentada no ano fiscal de 2024 é a maior em três décadas, com mais de 100.000 refugiados reassentados, de acordo com a análise da situação do Center for Immigration Studies.

Durante os anos do governo Biden, de 2022 a 2025, o teto de refugiados dos EUA foi estabelecido em cerca de 125.000 por ano, de acordo com o Migration Policy Institute, acima dos 85.000 durante o último ano do governo Obama e dos 18.000 durante o último ano do governo Trump. Apesar do teto de 125.000 refugiados, cerca de 25.000 e 60.000 refugiados foram reassentados nos EUA nos anos fiscais de 2022 e 2023, respectivamente.

Depois que Trump tomou posse para seu primeiro mandato e fez cortes no programa de refugiados dos EUA em 2017, a World Relief demitiu mais de 140 funcionários e fechou cinco escritórios em meio à redução do financiamento do governo.

O vice-presidente de defesa e política da World Relief, Matthew Soerens, disse ao CP que, durante os oito anos do governo Obama (2009-2017), a World Relief estabeleceu 62.675 “refugiados, além de indivíduos iraquianos e afegãos que serviram à missão militar dos EUA” que se qualificaram para um visto especial de imigrante.

“Durante os quatro anos do primeiro mandato do presidente Trump, reassentamos 13.009 pessoas. Durante os quatro anos do presidente Biden, reassentamos 29.353 pessoas”, continuou Soerens. “Estamos reassentando refugiados em parceria com o Departamento de Estado e milhares de igrejas locais parceiras desde 1979, durante o governo Carter.”

Citando dados do Departamento de Estado dos EUA de 2023, Soerens disse que os cristãos têm sido a maioria dos refugiados reassentados sob os governos Trump e Biden, observando que os cristãos eram a pluralidade, mas nem sempre a maioria na maioria dos anos sob Obama.

De acordo com dados do Departamento de Estado, o “Financiamento para Processamento e Reassentamento de Refugiados” estimado totalizou US$ 2,8 bilhões no ano fiscal de 2024 sob a administração Biden-Harris. No ano fiscal de 2025, o valor foi definido para chegar a US$ 5,1 bilhões.

“Para efeito de comparação, o custo estimado foi de US$ 2,2 bilhões no ano fiscal de 2023, US$ 1,4 bilhão no ano fiscal de 2022, US$ 967 milhões no ano fiscal de 2021, US$ 932 milhões no ano fiscal de 2020 e US$ 976 milhões no ano fiscal de 2019”, afirmou o Centro de Estudos de Imigração na análise.

Organizações conservadoras têm criticado as expansões do programa de refugiados durante o governo Biden.

O Center for Immigration Studies (Centro de Estudos de Imigração), um think tank apartidário que busca destacar o que diz serem as “consequências fiscais da imigração legal e ilegal nos Estados Unidos”, afirma que o governo Biden-Harris mudou a essência do reassentamento por meio de um programa de patrocínio privado chamado Welcome Corps.

Lançado em janeiro de 2023, o CIS alega que o programa Welcome Corps priorizou indivíduos que conseguiram chegar aos Estados Unidos e que, por acaso, tinham amigos ou familiares já no país, de acordo com o grupo de pesquisa.

“Ele abriu a porta para que não refugiados fossem escolhidos para reassentamento por não cidadãos baseados nos Estados Unidos”, disse o CIS sobre o Welcome Corps.

Os indivíduos patrocinados não precisavam ser de fato refugiados de acordo com a Determinação de Status de Refugiado do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), muito menos fazer parte do subconjunto de refugiados determinado pela ONU como “necessitando de reassentamento”. E os próprios patrocinadores podem ser refugiados anteriores ou outros recém-chegados”.

O governo Biden-Harris expandiu o Welcome Corps para o “Welcome Corps on Campus”, que o CIS alega ter trazido refugiados para os campi. Outros programas, como o “Welcome Corps at Work” (Corpo de boas-vindas no trabalho), trouxeram empregos nos EUA para os refugiados, afirma o grupo.

Por meio do “Welcome Corps for Afghans” (Corpo de Boas-vindas para Afegãos), os não cidadãos residentes nos EUA podiam patrocinar cidadãos afegãos por meio do USRAP. Outro programa, o “Welcome Corps for Refugees in Latin America” (Corpo de boas-vindas para refugiados na América Latina), ofereceu um caminho para o status legal permanente nos EUA para indivíduos de qualquer nacionalidade que estejam na América Latina.

O Departamento de Estado dos EUA, durante o governo Biden-Harris, ampliou o acesso ao USRAP para pessoas “LGBTQI+”. O ex-presidente Joe Biden deu continuidade ao trabalho de seu antecessor democrata, Barack Obama, orientando os departamentos e agências executivas dos EUA a promover questões relacionadas a LGBT em nível global.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Cristãos e líderes de direitos humanos protestam contra lei de mídia social no Paquistão

Mulher muçulmana olhando para um smartphone nas suas mãos (Foto: Canva Pro)
Mulher muçulmana olhando para um smartphone nas suas mãos (Foto: Canva Pro)

O presidente do Paquistão sancionou na quarta-feira (29 de janeiro) uma lei contra crimes digitais que líderes religiosos e de direitos humanos temem que seja mal utilizada para perseguir pessoas que compartilham notícias sobre perseguição online ou criticam o governo por sua incapacidade de impedir tais incidentes.

Uma das principais disposições do Projeto de Lei 2025 de Prevenção de Crimes Eletrônicos (PECA) é o estabelecimento de uma Autoridade de Proteção de Direitos Digitais (DRPA) encarregada de regulamentar as plataformas de mídia social e remover conteúdo ilegal. A DRPA terá poderes para investigar reclamações, remover conteúdo e impor a ética digital.

Embora líderes religiosos, ativistas de direitos humanos e jornalistas acreditem que há uma necessidade de combater notícias falsas e discurso de ódio na internet, eles alertam sobre a possível censura e uso indevido da lei, semelhante ao abuso generalizado das leis de blasfêmia.

O bispo Azad Marshall, da Igreja do Paquistão, disse que os cristãos são a favor da regulamentação das mídias sociais para coibir discursos de ódio e notícias falsas, mas que elas não devem ser usadas indevidamente para vitimizar pessoas inocentes.

“Nosso povo já está lutando com falsas acusações de blasfêmia porque não há lei dissuasora contra os acusadores”, Marshall disse ao Christian Daily International-Morning Star News. “Se essa nova lei também for mal utilizada, isso levará a mais vitimização do nosso povo.”

Já existem restrições não declaradas à grande mídia de reportar questões relacionadas à perseguição de minorias porque as autoridades acham que destacar esses incidentes traz má fama ao país, disse ele.

“Notícias como os ataques violentos contra cristãos em Jaranwala em agosto de 2023 chegam à grande mídia porque são um incidente grande demais para ignorar ou minimizar”, disse ele. “Com a grande mídia comprometida, a mídia social se tornou uma ferramenta eficaz para as pessoas expressarem suas opiniões, bem como relatarem incidentes de perseguição. Estamos preocupados que a nova lei possa ser mal utilizada para desencorajar as pessoas de expressarem seus pontos de vista.”

Líderes da igreja, ativistas de direitos e jornalistas condenaram a legislação controversa, dizendo que ela poderia ser mal utilizada para amordaçar críticas antigovernamentais, bem como notícias relacionadas a minorias. O presidente Asif Ali Zardari assinou a lei após sua aprovação por ambas as casas do parlamento, apesar da forte oposição de grupos de direitos e órgãos jornalísticos.

O presidente do Christians’ True Spirit, Asher Sarfraz, disse que o grupo apoia a regulamentação das mídias sociais como um impedimento à disseminação desenfreada de notícias falsas, mas ele ecoou as preocupações de Marshall.

“Notícias falsas são um grande desafio no mundo todo, mas não podemos ignorar o risco de abuso e vitimização de pessoas inocentes, mesmo em caso de desinformação não intencional”, disse Sarfraz ao Christian Daily International-Morning Star News.

Deve haver freios e contrapesos na supervisão governamental e na cumplicidade em delitos criminais, disse ele, acrescentando: “Apoiamos a dissuasão, mas exigimos que as lacunas sejam abordadas”.

Facebook, TikTok e WhatsApp estão entre as plataformas de mídia social mais populares no Paquistão, onde a baixa alfabetização digital alimenta a disseminação de informações falsas, teorias da conspiração e deepfakes.

O que é PECA?

A Lei de Prevenção de Crimes Eletrônicos (Emenda) de 2025 introduz penalidades severas, incluindo até três anos de prisão e multas de 2 milhões de rúpias (US$ 7.186) para qualquer pessoa considerada culpada de “disseminar intencionalmente” informações on-line que ela tenha “motivos para acreditar que sejam falsas ou falsas e que possam causar ou criar uma sensação de medo, pânico, desordem ou inquietação”.

A nova lei diz que as plataformas de mídia social devem se registrar no órgão regulador recém-estabelecido, com a não conformidade potencialmente levando a proibições temporárias ou permanentes. Ela também concede às agências de inteligência do Paquistão a autoridade para investigar desinformação e permite que qualquer cidadão abra um caso.

A ativista dos direitos digitais Nighat Dad disse que houve “uma lei restritiva após a outra, introduzida sob o pretexto de interesse público ou segurança nacional”. A real intenção é “consolidar o poder e controlar a narrativa”, disse ela.

A Comissão de Direitos Humanos do Paquistão (HRCP) também expressou sua preocupação com a lei. Em uma declaração em 23 de janeiro, a comissão disse que “o laço sem dúvida apertou, para ‘conselhos de imprensa’ frios e calculados e uma enxurrada de mudanças legais aparentemente projetadas para controlar as liberdades digitais”.

Órgãos jornalísticos rotularam a emenda como uma “lei draconiana” e alegaram que ela visa restringir a liberdade de expressão. Protestos foram organizados em várias cidades importantes, incluindo Lahore, Karachi, Islamabad, Peshawar e Quetta na terça-feira (28 de janeiro) contra a nova legislação.

Discursando no protesto em Lahore, o Secretário-Geral do Sindicato Federal de Jornalistas do Paquistão (PFUJ), Arshad Ansari, expressou preocupação com o processo de aprovação do projeto de lei e seu impacto na liberdade de imprensa. Ansari disse que o projeto de lei, supervisionado pelo Ministério do Interior e pelo Ministério da Tecnologia da Informação, foi aprovado sem a devida consulta ao Ministério da Informação.

“O Ministério da Informação se envolveu conosco, mas o Ministério do Interior e o Ministério da TI levaram esse projeto de lei adiante sem considerar nossa contribuição”, disse ele.

Questionando a urgência por trás das emendas, Ansari perguntou: “Que emergência surgiu no país que faz você sentir a necessidade de estrangular o jornalismo e suprimir a liberdade de imprensa?”

A PFUJ e os órgãos jornalísticos prometeram continuar sua luta contra as emendas, exigindo sua retirada e pedindo consultas mais amplas com as partes interessadas para proteger o direito constitucional à liberdade de expressão. O Paquistão ficou em 152º lugar entre 180 países em um índice de liberdade de imprensa compilado pela Repórteres Sem Fronteiras.

Pelo menos 239 casos contra jornalistas acusados ​​de espalhar “notícias falsas” foram registrados no Sul da Ásia e no Sudeste Asiático desde 2018, de acordo com o banco de dados online Anti-Fake News Lawfare.

No Paquistão, mesmo antes da nova legislação, jornalistas já enfrentavam prisão sob a legislação antiterrorismo, que, segundo monitores de direitos civis, é usada como instrumento contra dissidentes.

O Paquistão ficou em oitavo lugar na Lista Mundial da Perseguição 2025 da Portas Abertas dos lugares mais difíceis para ser cristão.

Folha Gospel com informações de Christian Daily

Irmãos gêmeos cristãos são absolvidos de falsas acusações de blasfêmia no Paquistão

Os irmãos Sahil Shahid e Raheel Shahid [centro] após a libertação, junto à equipe de defesa. (Foto: Christian Daily International-Morning Star News)
Os irmãos Sahil Shahid e Raheel Shahid [centro] após a libertação, junto à equipe de defesa. (Foto: Christian Daily International-Morning Star News)

Um tribunal no Paquistão absolveu, no sábado (25), os dois irmãos gêmeos cristãos que estavam sendo falsamente acusações de blasfêmia. De acordo com o advogado, o promotor não conseguiu apresentar provas suficientes para condená-los.

Os envolvidos afirmaram ao Morning Star News que a libertação representa uma vitória para as comunidades cristãs, que frequentemente enfrentam legislação discriminatória.

Sahil e Raheel Shahid, de 18 anos, da aldeia de Qulay Wala, na província de Punjab, foram presos em agosto do ano passado. No entanto, foram recentemente libertados após a defesa demonstrar que as acusações eram infundadas e que a investigação policial foi falha.

Evidências fabricadas

O advogado Javed Sahotra afirmou que nenhuma das testemunhas ou o líder da investigação conseguiu indicar quais versículos do Alcorão os irmãos supostamente profanaram.

“Isso demonstra que as provas foram completamente fabricadas”, disse Sahotra. O juiz ordenou que a polícia local investigasse o erro dos agentes envolvidos.

Segundo a defesa, as acusações tinham como objetivo intimidar a comunidade cristã da aldeia.

“Suspeitamos que fosse uma conspiração para expulsar os cristãos e tomar suas terras”, afirmou Sahotra. “Graças a uma defesa sólida, conseguimos frustrar esses planos.”

Os irmãos gêmeos, que não sabem ler nem escrever e vêm de uma família pobre, foram entregues à polícia depois que sua mãe e seu tio foram presos.

Reformas jurídicas necessárias

O incidente ressalta novamente as controversas leis de blasfêmia do Paquistão, que impõem penas severas, como prisão perpétua ou até pena de morte, para supostos insultos ao Islã.

As Nações Unidas e outras organizações de direitos humanos têm repetidamente pedido reformas nessa legislação.

Em novembro, a Comissão de Direitos Humanos da ONU expressou sérias preocupações sobre o aumento de falsas acusações, frequentemente direcionadas a minorias religiosas.

Essas leis são comumente usadas de maneira abusiva para alimentar disputas pessoais ou pressionar comunidades. O comitê fez um apelo por julgamentos justos e pelo fim do uso indevido das leis cibernéticas para processar alegações de blasfêmia online.

Os cristãos no Paquistão vivem sob constante pressão. Segundo a Lista Mundial da Perseguição 2025 da Portas Abertas, o Paquistão é um dos oito países mais difíceis para os cristãos. Incidentes como o dos irmãos Shahid destacam a urgência de atenção internacional e apoio às minorias religiosas no país.

Fonte: Guia-me com informações de Morning Star News

Pastor Flávio Amaral diz que depressão do Padre Fábio de Melo é por medo de “sair do armário”

Pastor Flávio Amaral e o padre Fábio de Melo (Foto: Reprodução)
Pastor Flávio Amaral e o padre Fábio de Melo (Foto: Reprodução)

Pastor da Igreja Evangélica Ministério Libertos por Deus (LPD), Flávio Amaral, que é ex-travesti, causou polêmica ao atribuir a depressão do Padre Fábio de Melo ao medo de “sair do armário”. Além disso, ele deu a entender que o líder da igreja católica é homossexual e que está com falta de sexo.

“Seja mais específico, porque eu acredito, que o senhor está louco para sair do armário. Eu acredito sim, muita gente já sabe, já pensa, já fala”, disse Flávio.

Amaral seguiu: “Padre com depressão por causa de sua vida sexual? Porque não saiu do armário, porque não casou com uma mulher, ou porque não tem um homem, ou porque não faz sexo?”

Segurando a bíblia na mão, Flávio Amaral deixou um recado para Fábio de Melo. “Querido, seja qual for o motivo, este aqui é o remédio para qualquer depressão”, finalizou.

Depressão de Fábio de Melo

No último dia 20, um vídeo de Padre Fábio de Melo falando sobre o diagnóstico da depressão veio à tona.

“Quero abrir meu coração. Ao longo dessas duas últimas semanas, a depressão tomou conta de mim de novo. Ao longo dessas duas últimas semanas eu só tenho um pensamento nessa vida: a vontade de deixar de viver”, falou.

Emocionado, Fábio completou: “Eu sei que o Senhor está aqui e eu sei que não vou desistir. Mas quero pedir a vocês uma grande gentileza: que vocês estendam os braços na direção desses meninos que também estão sofrendo as batalhas espirituais comigo.”

Fonte: Metrópoles

Pastor é expulso de culto e sai de igreja escoltado pela polícia

Tumulto na Assembleia de Deus de Imperatriz: Pastor da COMADESMA é expulso do culto (Foto: Repodução)
Tumulto na Assembleia de Deus de Imperatriz: Pastor da COMADESMA é expulso do culto (Foto: Repodução)

Na noite de segunda-feira, 27, um pastor da COMADESMA foi expulso da Igreja Assembleia de Deus Estrela da Manhã, no bairro Parque Santa Lúcia, em Imperatriz (MA). Abalado, ele passou mal e precisou de escolta policial para deixar o local com segurança.

Este é mais um episódio da guerra entre as igrejas que se separaram da associação liderada pelo polêmico pastor Cavalcante.

A região está vivendo um momento turbulento, por causa da disputa pelo controle de templos e congregações entre as igrejas que se separaram da associação Convenção dos Ministros das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus do Seta no Sul do Maranhão (Comadesma), liderada pelo pastor Cavalcante.

O aumento das tensões entre grupos evangélicos nas últimas semanas reflete divergências doutrinárias e disputas pelo controle de templos e congregações na região.

No caso, a Igreja Assembleia de Deus Estrela da Manhã afirmou que não faz mais parte do campo da Comadesma e rejeita qualquer pastor ligado à convenção. Por isso, o ministro do Evangelho foi expulso do local.

Em 2024, o Ministério Público do Maranhão (MP-MA) pediu o afastamento do ex-deputado estadual José Alves Cavalcante, conhecido como Pastor Cavalcante, e de mais seis pessoas suspeitas de desviar recursos da Comadesma.

Fonte: Fuxico Gospel e Metrópoles

Nigéria: 10 cristãos mortos e cinco igrejas queimadas pelo Boko Haram

Cristãos durante culto na Nigéria (Foto: World Watch Monitor)
Cristãos durante culto na Nigéria (Foto: World Watch Monitor)

No início de janeiro (12), militantes do Boko Haram atacaram as comunidades de Bamzi e Njilan, ambas de maioria cristã, na área de governo local de Chibok, Nigéria. Fontes do campo indicam que, desde o final do ano passado, o grupo matou pelo menos dez cristãos, feriu muitos outros e incendiou pelo menos cinco igrejas e várias casas no estado de Borno.

Parceiros da Portas Abertas falaram com pessoas no local que disseram que os agressores invadiram Bamzir totalmente armados no início da manhã. Eles alvejaram cristãos e incendiaram uma igreja. Dois dos cristãos baleados faleceram e vários outros ficaram feridos.

Antes do ataque de 12 de janeiro, o Boko Haram havia atacado outras comunidades na área de Chibok. “No dia 22 de dezembro do ano passado, houve ataques em várias aldeias. Nas semanas seguintes, duas igrejas foram incendiadas”, compartilhou Reuben Amos, que mora na comunidade Njilang e é tesoureiro da Associação Cristã da Nigéria (CAN) em Chibok.

Forçados a fugir

No total, foram relatados ataques em sete comunidades dentro da área de governo local de Chibok. O número exato de vítimas dos diferentes ataques ainda é desconhecido. “Eles são apenas cristãos. Nada os condena a não ser serem cristãos. Mesmo que haja uma mesquita, eles não a queimam. Só queimam casas e igrejas cristãs”, disse o pastor Yarakawa Mutah, presidente da Associação Cristã da Nigéria (CAN) em Chibok.

Fontes locais dizem que mais de 4 mil pessoas foram deslocadas por essa onda de ataques. Muitos também fugiram da comunidade por medo de outro ataque dos jihadistas islâmicos. A maioria dos que fugiram são mulheres e crianças. “Todos estão procurando para onde ir porque a maioria das casas foi queimada”, explicou o pastor Yarakwa. A população da área de governo local de Chibok é mais de 95% cristã.

Fontes de campo dizem que apenas três comunidades na área de Chibok não foram atacadas. Por medo, alguns de seus habitantes se mudaram para outras comunidades, alguns até ultrapassaram a fronteira com Camarões. Parceiros locais da Portas Abertas dizem que esses ataques causaram imenso medo entre os cristãos nas comunidades afetadas. Eles planejam ajudar 500 famílias na área.

Fonte: Portas Abertas

Estudantes cristãos são discriminados na Tunísia

Bandeira da Tunísia (Foto: Canva Pro)
Bandeira da Tunísia (Foto: Canva Pro)

Quem poderia imaginar alguns anos atrás que a Tunísia veria o surgimento de um número tão significativo de cristãos? Quem poderia prever o fervor e a determinação desses seguidores de Jesus vivendo em circunstâncias tão desafiadoras? Atualmente, o país ocupa a 34ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2025, entre os 50 países onde os cristãos são mais perseguidos.

A marginalização social é intensa sobre os que decidem deixar o islamismo para seguir a Jesus. A sociedade exerce forte pressão para impedir que os muçulmanos se convertam ao cristianismo, por isso os cristãos tunisianos são levados a praticar a fé em segredo por medo de perseguição.

São muitas as formas pelas quais os cristãos de origem muçulmana são perseguidos, como rejeição familiar, abuso verbal e insultos, assédio administrativo, discriminação e insegurança no emprego. Mas, entre elas, os jovens estudantes pedem orações em especial para que possam ser respeitados nas escolas e não sejam discriminados na educação apenas por crer em Jesus.

Fonte: Portas Abertas

Igreja abre portas para qualquer pessoa que precise de comida e abrigo, nos EUA

Morador de rua (Foto: Canva Pro)
Morador de rua (Foto: Canva Pro)

A fundadora de uma igreja da Flórida composta principalmente por moradores de rua explicou como o Senhor lhe deu espaço para abrir as portas para aqueles que precisavam de comida e abrigo, a personificação do comportamento semelhante ao de Cristo. 

A 100 Church , localizada dentro de uma loja em North Port, começou a oferecer jantares comunitários gratuitos em outubro de 2020, quando muitas igrejas pararam de fornecer tais serviços devido às restrições de bloqueio do governo devido à COVID-19. No mesmo ano, a 100 Church forneceu abrigo a qualquer pessoa que precisasse de um lugar para ficar.

“Somos apenas uma pequena igreja local e pedimos ao Senhor que nos mostrasse como poderíamos servir nossa comunidade”, disse Cheryl Reber, que fundou a 100 Church em 2019, ao The Christian Post. 

“Tínhamos acabado de abrir e pensávamos: ‘É isso que o Senhor quer que façamos’”, disse Reber. “E temos feito isso desde então, e Ele tem providenciado desde então. Temos servido muitas pessoas, inclusive durante furacões, quando não há água, nem eletricidade.”

A maioria das pessoas que se abrigam na igreja tem suas próprias camas, Reber acrescentou, já que muitas são desabrigadas e estão acostumadas a dormir do lado de fora. A igreja ainda fornece roupas de cama e itens de higiene para aqueles que precisam, mesmo que ela só abrigue as pessoas durante condições climáticas adversas.

“Estamos em uma loja, então nosso santuário fica de um lado, e nossa área de jantar e salão de confraternização ficam do outro, e nós simplesmente os dividimos se tivermos homens e mulheres”, explicou o fundador da igreja.

Notícias sobre os esforços da igreja se espalharam pelo boca a boca e pela cobertura da mídia local, o que permitiu que ela expandisse seus recursos para aqueles na comunidade que não são moradores de rua, mas ainda precisam de um lugar para se abrigar.

Reber disse ao CP que a igreja realiza jantares comunitários gratuitos por cerca de uma hora todos os dias. Dependendo do dia da semana ou da época do mês, a igreja atende entre 15 a 35 pessoas e tem cerca de 35 cozinheiros que regularmente se inscrevem para fazer os jantares.

“E temos um casal agora que está se voluntariando para o abrigo de clima frio”, ela disse. “E então temos voluntários que vêm de manhã e servem um café da manhã leve, levantam todo mundo, tiram eles do prédio e se certificam de que ele esteja trancado e tudo mais pela manhã.”

Reber, cuja função é listada como “pastor” no site da igreja, disse que muitos na congregação também são moradores de rua, o que significa que não têm condições de ajudar a financiar os esforços da igreja.

A maioria dos custos vem do próprio orçamento da igreja, disse Reber. Além do orçamento da igreja, Reber tem apoiadores externos que ajudam a financiar seu ministério, dizendo que o que ela faz é um pouco como trabalho missionário.

A líder do ministério disse à CP que espera que sua comunidade ao redor e outros cristãos vejam que a igreja está cumprindo o que Jesus instruiu Seus seguidores a fazer, que é servir “aos menores destes”.

Reber comentou sobre como algumas igrejas tratam os moradores de rua basicamente dizendo a eles “que eles não podem ir à igreja a menos que deixem suas mochilas do lado de fora”.

Fazer isso, ela enfatizou, torna a igreja “um lugar pouco acolhedor para eles”, ela disse, acrescentando que “sim, estudos bíblicos e concertos são ótimos, e a adoração no parque é ótima, mas é isso que Ele nos disse para fazer. E se não estamos fazendo isso, então não tenho certeza de que estamos fazendo o que deveríamos fazer.”

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Integrante de bloco de carnaval blasfema da fé cristã e gera indignação

Um vídeo que começou a circular nas redes sociais neste domingo (26) mostra cenas de um homem realizando uma performance blasfema de Jesus para uma multidão nas ruas de Porto Alegre.

Integrante do Bloco da Laje, um coletivo carnavalesco de Porto Alegre, o multiartista, como se autodenomina, se posiciona entre duas árvores para ser visto pelos participantes do bloco.

Com uma coroa de espinhos nas cores LGBT sobre a cabeça, ele começa a tirar a roupa enquanto canta a música “Pregadão”, de autoria do bloco, que repete o refrão: ‘Vamos tirar Jesus da cruz… Eu vou tirar Jesus da cruz’.

Após ficar apenas de sunga, o homem se lança na direção da multidão em uma posição que imita Cristo crucificado e é carregado pelas pessoas, que vibram com a apresentação.

A música “Pregadão”, que tem sido usada pelo bloco há alguns anos, faz uma alusão ao momento em que Jesus está pregado na cruz do Calvário.

O Bloco da Laje é um coletivo carnavalesco de Porto Alegre que, segundo seus membros, “encontra sua expressão nas raízes das celebrações populares: a festa da carne, do povo, dionisíaca, anárquica, libertadora, democrática, pública, horizontal e visceral.”

Cristofobia

As imagens geraram revolta entre os internautas, especialmente entre os cristãos, que comentaram a postagem:

“Já aconteceu isso uma vez, em Sodoma e Gomorra, já houve o dilúvio e mesmo assim a humanidade continua a zombar de Deus. A última volta de Jesus está próxima e tudo isso terá um fim”.

Outra manifestação afirmou:

“Vamos ver o deboche no dia do julgamento! Meu Jesus não tá na cruz, Ele é um Deus vivo”.

Uma mulher questionou:

“Cadê o MP [Ministério Público] que não faz nada, STF [Supremo Tribunal Federal], senadores e deputados federais? Se fosse alguém de direita com Bíblia, vendedor ambulante iria preso”.

Fonte: Guia-me

Internet via satélite levará a Bíblia aos lugares mais remotos do mundo

Tradutores da Bíblia Sagrada (Foto: Wycliffe Associates)
Tradutores da Bíblia Sagrada (Foto: Wycliffe Associates)

A Wycliffe Associates, uma conhecida organização internacional dedicada à tradução da Bíblia, anunciou um avanço no seu esforço para levar a Palavra de Deus às áreas mais remotas do mundo.

A iniciativa baseia-se na utilização do Starlink, serviço de Internet via satélite desenvolvido pela SpaceX, para melhorar a conectividade dos tradutores em regiões de difícil acesso , acelerando assim o processo de tradução e distribuição das Escrituras.

Nunca o cumprimento do texto do evangelho de Mateus 24:14 esteve tão próximo: “O evangelho será pregado em todo o mundo, e então virá o fim”.

Os primeiros testes Starlink foram realizados no ano passado no Sudeste Asiático e atualmente existem planos de expansão para chegar a outros países necessitados.

O uso do Starlink e as melhorias tecnológicas que facilitam a distribuição da Bíblia reforçam o compromisso da Wycliffe com o acesso universal às Escrituras, especialmente para aqueles em comunidades onde o acesso à Palavra de Deus é limitado.

A Wycliffe Associates, fundada em 1967, está comprometida com a missão de levar a Bíblia aos cantos mais distantes do mundo. Atualmente atua em mais de 60 países e disponibilizou o texto bíblico em diversas línguas nativas.

Alta velocidade de internet em áreas remotas

A tecnologia Starlink, desenhada pela empresa de Elon Musk, permite oferecer velocidades de Internet comparáveis ​​aos serviços terrestres , uma vantagem crucial em áreas onde a conectividade tradicional é limitada.

Isto é especialmente importante em locais com eletricidade instável, onde muitas vezes se recorre ao uso de energia solar para manter os equipamentos em funcionamento. A implementação desta tecnologia transforma a capacidade dos tradutores de permanecerem conectados e trabalharem de forma eficiente, mesmo nos ambientes mais difíceis.

De acordo com um representante da Wycliffe Associates, “o Starlink transformará nossa capacidade de apoiar tradutores, permitindo contato constante, maior apoio teológico e facilitando comunicações em tempo real”.

A organização destacou que este avanço com a tecnologia de satélite também permitiu a redução de custos , possibilitando o envio de equipes para áreas ainda mais remotas.

A tradução da Bíblia cresce na África e no Oriente Médio

A Wycliffe intensificou recentemente a distribuição de Bíblias impressas em 13 grupos linguísticos no Norte de África e no Médio Oriente, regiões onde milhões de pessoas ainda não têm acesso às Escrituras nas suas línguas nativas.

Tabitha Price, vice-presidente de Serviços de Tradução, disse: “Traduzir, imprimir e distribuir as Escrituras nestes lugares nunca foi tão necessário.” Este trabalho é uma prova do compromisso da Wycliffe Associates em levar o Evangelho às comunidades marginalizadas, cumprindo a missão de proclamar a Palavra de Deus em todo o mundo.

Folha Gospel com informações de Evangélico Digital

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