Papa Francisco (Foto: Canva/Edição por FolhaGospel)
O Vaticano anunciou, nesta terça-feira, 18, que o papa Francisco, de 88 anos, foi diagnosticado com pneumonia bilateral. A informação foi divulgada após o pontífice apresentar sintomas respiratórios e realizar exames médicos. O comunicado afirma que o líder religioso apresenta um quadro complexo.
Segundo nota divulgada pelo Vaticano, os exames laboratoriais e a radiografia do tórax revelaram uma infecção polimicrobiana, agravada por um contexto de bronquiectasia e bronquite asmática. O tratamento atual inclui corticosteroides antibióticos, o que tornou o manejo terapêutico mais desafiador.
“A tomografia torácica realizada esta tarde no Santo Padre mostrou o início de uma pneumonia bilateral, o que exigiu mais terapia medicamentosa”, afirma boletim.
A pneumonia bilateral, que afeta ambos os pulmões, é uma condição séria, especialmente em pacientes idosos ou com problemas respiratórios preexistentes, sendo o caso do pontífice. Quando jovem, Francisco desenvolveu pleurisia e teve parte de um pulmão removido.
Matteo Bruni, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, garante que, apesar das circunstâncias, o Santo Padre permanece de “bom humor”.
“Não obstante, o papa Francisco está de bom humor. Esta manhã, ele recebeu a Eucaristia e, durante o dia, alternou o repouso com a oração e a leitura de textos. Ele agradece a proximidade que sente neste momento e pede, com coração agradecido, que se continue a rezar por ele.”
Crianças do Projeto Abel em Chimoio, Moçambique. (Foto: MME África)
Um pastor em Moçambique relatou que o Evangelho está avançando no país através do trabalho missionário realizado com crianças do Projeto Abel.
Durante uma expedição à África, o missionário e pastor Marcos Corrêa, diretor do Portal Guiame, relatou os avanços do projeto que faz parte da Missão Mãos Estendidas (MME).
Em uma entrevista, o pastor Timóteo Mateus, responsável pelo projeto em Moçambique, contou:
“Graças a Deus, hoje o projeto Abel é um exemplo a nível da cidade e, se não, da província. Estamos recebendo visitas de pessoas indo aprender com o projeto, atendemos mais crianças e a qualidade do atendimento melhorou bastante. O Senhor está ajudando”.
O projeto iniciou embaixo de uma árvore e hoje eles têm um templo construído: “Foi só Deus, porque nós tínhamos que fazer os nossos cultos e reuniões embaixo da árvore. Imagina, no dia em que fizesse chuva, a gente tinha que se arranjar. No dia de muita ventania, nós também precisávamos nos arranjar. Mas, graças a Deus, continuamos firmes, a igreja foi crescendo no Espírito e em número também”.
Com o templo construído, as pessoas continuam motivadas a frequentar os cultos gratas pelo que Deus fez. Atualmente, o pastor Timóteo e os membros da congregação estão realizando plantações de igrejas na região.
“Está sendo uma benção! Estamos alcançando bairros, localidades e distritos que a igreja ainda não chegou lá. Graças a Deus, estamos com 3 igrejas plantadas”, disse ele.
A dificuldade de pregar o Evangelho no país
Segundo Timóteo, pregar o Evangelho para as pessoas na região é difícil devido ao contexto cultural em que estão inseridos.
“A dificuldade maior, num contexto geral, é que na África — Moçambique, em particular — o dia a dia é difícil. Para a pessoa poder ter uma alimentação básica, ela tem que se esforçar muito. Para ter um templo, e fazer chegar o Evangelho às pessoas, precisa mesmo de um chamado específico e graças a Deus, através das capacitações dos seminários de pastores da Missão Mãos Estendidas, estamos entendendo a importância de levar o Evangelho para as aldeias onde ele ainda não chegou”, afirmou ele.
E continuou: “Isso é uma motivação para nós. Não olhamos mais para as dificuldades africanas, mas olhamos para o Evangelho, para Jesus como uma solução: ‘Estamos prosseguindo para levar a Palavra de Deus para as pessoas que estão precisando’”.
Marcos, que também coordena um dos projetos parceiros da MME, o Projeto Umodzi, explicou que a missão primeiro prega sobre o amor de Jesus para trazer libertação às pessoas e depois entra com a parte social. Sobre isso, Timóteo contou:
“Nós, como igreja local, criamos um fundo social onde depositamos todos os cultos e reuniões, e aquele valor é destinado a ajudar os necessitados. Temos dado cestas básicas, melhoramos algumas construções de casas. Hoje, temos ajudado muitas famílias com projetos sociais e também a parte do tratamento [médico]”.
Segundo o pastor, a iniciativa das ações sociais da igreja é 100% africana e os fundos são dos irmãos da congregação: “Toda a igreja está envolvida nesta causa para melhorarmos a vida dos nossos irmãos”.
‘Jesus é glorificado’
Na entrevista, Timóteo também destacou a transformação das crianças ajudadas pelo projeto.
“Honestamente, até para falar, eu me arrepio, eu vivo aqui o dia a dia e às vezes, você olha para uma criança e procura enxergar o futuro dela, e você vê que o futuro está parado e limitado, você diz: ‘Jesus, o que eu posso fazer para ajudar esta criança?’. E Ele diz: ‘Confia em mim, faz a sua parte que eu faço a minha’”, contou ele.
O pastor contou a história de uma família com 3 crianças que, através do projeto Abel, testemunharam uma nova perspectiva de vida.
“Através das crianças, alcançamos a família e Jesus é glorificado na família. As crianças fazem parte do nosso projeto e estão bem melhores do que antes”, disse ele.
Para muitas crianças, Timóteo é como uma figura paterna, pois abraça muitos que, em casa, não têm a oportunidade de receber afeto.
Atualmente, todas as crianças que participam do projeto Abel frequentam a igreja. Já as famílias, cerca de 90% delas, participam das atividades da congregação.
“Através da transformação das crianças, as famílias vêm testemunhar essa mudança e aceitam Jesus como seu Salvador. Vale a pena investir no futuro, investindo na criança, a gente investe no futuro, na transformação não só daquela criança, mas da sua família e do nosso país”, afirmou o pastor.
A questão social como um processo de evangelismo
Ações sociais também fazem parte das estratégias de evangelização da MME e, através delas, a missão tem se tornado destaque recebendo visitas das autoridades locais.
“Hoje, temos recebido visitas do governo distrital, do governo da cidade, do governo da província e todas as entidades reconhecem nosso trabalho e as mudanças que o projeto está trazendo para a comunidade, para a cidade e para a província em geral”, relatou Timóteo.
A partir do momento em que o pastor Timóteo começou a fazer parte do projeto e desenvolver atividades de evangelismo, a população testemunhou plantações de igrejas e avanços nas questões sociais e em relação à saúde.
Sobre esses avanços, o pastor disse: “Para mim, isso significa que Jesus é uma realidade. Aquilo que anunciamos e pregamos para as pessoas é uma realidade, porque as pessoas estão vivendo aquilo que a Bíblia vai ministrando”.
“A minha vida mudou, e hoje, há pessoas que me olham e dizem: ‘Eu quero ser igual ao pastor Timóteo. Eu quero buscar o Deus do pastor Timóteo’. Então, eu só posso glorificar a Deus por isso”, acrescentou.
Através do projeto Abel, muitas crianças que entraram sem sonhos e sem esperança, estão testemunhando:
“‘Quero ser engenheiro, advogado, doutora, médico e isso só está sendo possível porque há pessoas acreditando naquilo que é a visão e o propósito da Missão Mãos Estendidas”.
Guerra espiritual
Embora tenha testemunhado muitos frutos, o pastor observou que há uma guerra espiritual acontecendo. No entanto, em Jesus, ele tem vencido a cada dia.
“É muita oração, muita meditação na Palavra de Deus e também aconselhamento com outros mais experientes no ministério”.
Como ajudar?
Para contribuir com o Projeto Abel, acesse o site da Missão Mãos Estendidas (mmeafrica.org) ou faça uma doação para:
"Igreja" de Lúcifer em Fortaleza, Ceará. (Foto: Reprodução/Instagram)
A primeira “Igreja” de Lúcifer do Nordeste foi aberta e já está em funcionamento em Fortaleza, no Ceará. O templo, que realiza rituais de quimbanda, missas negras de alta magia e culto ao diabo, está em operação há um ano no bairro Benfica, sob a liderança do sacerdote-bruxo Paulo Padilha.
A instituição tem se utilizado das redes sociais, como o Instagram, para convidar as pessoas a se tornarem membros, prometendo sucesso em amarrações amorosas. Desde sua abertura, em janeiro de 2024, o templo tem gerado debates nas redes sociais. Enquanto alguns defendem a liberdade religiosa e a diversidade de crenças, outros expressam preocupação, afirmando que a instituição pode trazer “maldições” e influências negativas.
“Amarrações amorosas? Onde isso é saudável? No mínimo as consequências são adultério, divórcio por adultério e as motivações são inveja e amor deturpado!”, questionou uma internauta. Outra escreveu: “Jesus está voltando, os sinais estão claros”, enquanto uma terceira lamentou: “Vão pedir proteção a ele que veio para roubar, matar e destruir”.
Em resposta, o pastor João Antônio de Souza Filho afirmou que as forças malignas não têm poder contra a igreja. “Isso vai tornar a Igreja mais forte, mais dinâmica e mais guerreira. Não se preocupe com essas manifestações”, encorajou ele.
Ele citou o exemplo de São Francisco, na Califórnia, onde nasceu a Igreja de Satanás. Mesmo com a presença do ocultismo na cidade, a igreja local continuou a crescer. “Vamos enfrentar fortes opressões espirituais, mas maior é aquele que está conosco do que aquele que está no mundo”, declarou o pastor, acrescentando: “Não se apavore, isso vai nos levar a orar mais, buscar mais a Deus, jejuar e afiar nossa espada contra as forças inimigas”.
Fonte: Comunhão com informações de Jornal Extra e Opção
Uma mulher cristã foi estuprada e queimada viva por radicais hindus na Índia, recentemente, segundo a missão Christian Solidarity International (CSI) que apoia cristãos perseguidos no mundo.
A vítima, que não foi identificada, deixou três filhos e pertencia ao povo indígena cristão Kuki-Zo.
O grupo se tornou alvo de extremistas, em uma onda de perseguição violenta que já dura dois anos no estado de Manipur.
“A região explodiu em violência anticristã. Houve um conflito sobre os direitos à terra sobre quem tinha o direito de possuir quais terras no território, e isso se transformou em um conflito religioso”, explicou Joel Veldkamp, chefe de comunicações internacionais da CSI.
O conflito forçou 40 mil cristãos Kuki-Zo a fugirem de suas casas. “A maioria deles agora vive em campos de refugiados onde as taxas de mortes por câncer, insuficiência renal e outras doenças tratáveis realmente dispararam, porque eles simplesmente não têm acesso a remédios ou suprimentos básicos”, disse Joel.
“A violência contra esse grupo específico de cristãos continua até hoje”. O líder relatou que o recente assassinato brutal da mulher cristã “desencadeou outra rodada de violência entre os grupos, dezenas de pessoas foram mortas, mais pessoas foram deslocadas e o governo realmente parece completamente ausente dessa situação”.
As autoridades não tomaram nenhuma medida para conter a onda de violência contra cristãos na Índia. O partido nacionalista hindu está no poder e tem tolerado a perseguição.
“A Índia tem uma longa tradição de democracia. Mas, nos últimos 10 anos, as coisas têm piorado sistematicamente para os cristãos e outras minorias religiosas na Índia”, comentou Veldkamp.
Joel comentou que espera que o presidente Donald Trump pressione pelo fim da violência anticristã na Índia, durante um encontro com o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, nesta semana nos Estados Unidos.
“É uma semana muito importante para as relações EUA-Índia. Trump tem um relacionamento com este primeiro-ministro, e ele também prometeu ser um presidente que cuidaria dos cristãos perseguidos no mundo e tentaria protegê-los”, pontuou ele.
Na Colômbia, há diversos relatos que destacam a realidade: o recrutamento forçado de menores, um crime de guerra que persiste no país. Grupos armados ilegais recrutam e exploram de forma sistemática, menores, usando-os como combatentes, informantes, colhedores de cotas ou recrutadores de outras crianças. Somente no ano de 2024, a Defensoria Pública registrou 282 casos de recrutamento forçado de menores.
Um dos relatos é de Pedro, que relembra quando um grupo ilegal levou o filho. Tanto a família tanto o jovem eram cristãos e frequentavam regularmente a igreja. “A família não denunciou porque o grupo avisou a comunidade para não falar sobre isso a ninguém”, contou.
Comunidades indigenas são afetadas de forma desproporcional, sendo pelo menos 50% das vítimas. Em 24 de dezembro de 2024, a nação foi chocada com o assassinato de um menino de 15 anos em El Plateado, após ele se recusar a participar das fileiras.
Falsas promessas
Em regiões assoladas pela pobreza e com poucas oportunidades de educação ou emprego, os grupos armados atraem os jovens com promessas de uma vida melhor. O pastor Salomón*, servidor do Pacífico Colombiano, uma região em crise, explica: “Os grupos vendem sonhos. Eles prometem a emoção de dirigir barcos ou motocicletas e oferecem dinheiro. Quando os jovens querem sair, já é tarde demais”.
Embora o recrutamento forçado afete todos, pastores e líderes evangélicos alertam que crianças de famílias cristãs são especialmente vulneráveis. As comunidades religiosas muitas vezes representam uma ameaça direta aos grupos ilegais, cuja as atividades incluem tráfico de drogas, contrabando de armas e prostituição. Esses grupos mantêm uma vigilância acima das igrejas a fim de garantir que seus ensinamentos não interfiram em suas operações. Igrejas que denunciam o recrutamento forçado, ou que oferecem programas que apoiam jovens em risco frequentemente se tornam alvos.
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
A relação entre os evangélicos e o governo Lula (PT) continua tensa e se deteriorando ainda mais. Pesquisa Datafolha realizada nos dias 10 e 11 de fevereiro revelou que 48% dos evangélicos consideram o governo petista ruim ou péssimo, um índice superior ao dos católicos, que registram 36% de rejeição.
No início do mandato, em março de 2023, 35% dos evangélicos reprovavam o governo Lula, dez pontos a mais do que no nicho católico. Hoje, apenas 2 em cada 10 evangélicos percebem o governo como bom ou ótimo, e 28% o classificam como regular.
No total da população, a desaprovação chega a 41%. Apenas dois em cada dez evangélicos avaliam a gestão como boa ou ótima, enquanto 28% a classificam como regular. O cenário, que já era desafiador para Lula no início do mandato, tornou-se ainda mais difícil, aumentando as dúvidas dentro do próprio partido sobre os motivos dessa rejeição.
O descontentamento com o governo não é exclusivo dos evangélicos. Mulheres, pessoas negras e pardas e eleitores de baixa renda, que historicamente formam a base de apoio de Lula, também estão cada vez mais insatisfeitos. Entre as mulheres, por exemplo, a desaprovação subiu de 26% no início de 2023 para 39% atualmente.
Esses grupos, que compõem grande parte das igrejas evangélicas, sentem diretamente os efeitos do aumento do custo dos transportes e da alta nos preços dos alimentos, fatores que têm influenciado negativamente a percepção sobre o governo.
A resistência dos evangélicos ao PT não nasceu apenas das dificuldades econômicas. Durante anos, templos evangélicos foram palco de uma intensa campanha antipetista, reforçada por uma avalanche de fake news. Essa rejeição foi alimentada por um discurso que associa o partido a pautas morais contrárias aos princípios religiosos, como a defesa dos direitos LGBTQIA+ e a descriminalização do aborto. Com a crise econômica, esse sentimento de desconfiança se intensificou, e muitos evangélicos passaram a ver no atual cenário uma confirmação das críticas que já escutavam há anos.
Diante dessa realidade, o PT tem tentado se reaproximar dos evangélicos, mas sem grandes resultados. Lula fez gestos simbólicos, como apoiar a criação do Dia da Música Gospel, e o partido lançou a “Cartilha Evangélica” para orientar candidatos e militantes sobre como dialogar com esse público. No entanto, essa estratégia esbarra em um dilema: até que ponto o partido pode flexibilizar sua posição em temas considerados sensíveis para os evangélicos sem trair suas próprias bandeiras progressistas? Evitar debates sobre aborto e diversidade seria um recuo estratégico ou uma negação dos princípios históricos da esquerda?
A cientista política Ana Carolina Evangelista, diretora-executiva do Instituto de Estudos da Religião (Iser), aponta que a insatisfação dos evangélicos não pode ser atribuída apenas à influência política dentro das igrejas. Segundo ela, a radicalização ideológica desse grupo ocorreu em paralelo à ascensão de um Brasil mais conservador nos últimos anos. Ao mesmo tempo, o governo enfrenta dificuldades concretas em melhorar a economia para a base mais pobre da população, onde os evangélicos estão fortemente presentes.
“Esse Brasil mais evangélico, de lá pra cá, faz parte de um Brasil também mais conservador, e isso está acontecendo fortemente a partir do segmento evangélico, por razões que passam por fundamentalismos teológicos, organização institucional e radicalização ideológica”, diz Evangelista.
A oposição bolsonarista percebeu esse cenário e mudou sua estratégia. Em vez de focar exclusivamente na pauta dos costumes, tem explorado o impacto econômico na vida dos eleitores evangélicos. O discurso agora trata menos de questões como banheiro unissex e mais do preço dos alimentos, do custo do transporte e do poder de compra da população. Dessa forma, a insatisfação dos evangélicos com Lula não se resume a uma questão de valores religiosos, mas também a uma frustração concreta com a falta de melhorias em sua qualidade de vida. Se o governo não encontrar uma resposta para essa realidade, a direita continuará a se fortalecer entre esse público, tornando o cenário de 2026 ainda mais desafiador para o PT.
Uma gravação de 32 minutos da pastora Denise Seixas veio à tona nesta quarta-feira (13), revelando detalhes sobre sua renúncia à presidência da Igreja Bola de Neve. O áudio, publicado pelo site O Fuxico Gospel, traz uma conversa entre Denise e Márcio Bieda, em que a pastora admite que deixou o cargo após pressões e ameaças.
Na gravação, Denise também confirma que assinou um contrato de confidencialidade com a igreja e que, devido a esse acordo, está impedida de falar sobre detalhes financeiros e administrativos da Bola de Neve.
Durante a conversa, a pastora relata ter sido alvo de ameaças diretas, afirmando que se sentiu acuada e sem saída. “Eu comecei a sofrer ameaça. Eu não vou falar de quem. Falavam assim: ’Agora você bate, mas lá na frente você vai apanhar. Esquece que você tem filho, que você tem filha’.”, disse Denise em um dos trechos.
Ela também menciona que era seguida por carros e que passou a viver com medo após expor irregularidades dentro da igreja. “Eu fui ameaçada pelo telefone e não foi uma vez só. Tinha carro me seguindo. Onde eu parava, os carros paravam também”, declarou.
Segundo Denise, as ameaças foram determinantes para que ela abrisse mão do cargo e aceitasse um acordo com a Bola de Neve.
Além das pressões, a pastora confirma na gravação que assinou um contrato de confidencialidade com a igreja, impedindo-a de revelar informações sobre sua gestão e as finanças da instituição.
Ela menciona que o documento previa uma multa de R$ 30 mil caso descumprisse as cláusulas. “Promete, porque senão tô lascada, vou pagar uma multa de R$ 30.000.”, afirmou.
Ainda segundo Denise, o acordo permitiu que ela mantenha um salário até a finalização do inventário de seu ex-marido, o apóstolo Rina, fundador da Bola de Neve.
Batismo de Viih Tube e Eliezer (Foto: Reprodução/Redes sociais)
A ex-BBB e influenciadora Viih Tube usou as redes sociais neste sábado (15) para dividir um momento especial com seus seguidores. Viih Tube mostrou que ela e o marido, o também ex-BBB e influenciador Eliezer, foram batizados na água em uma igreja evangélica.
Ao compartilhar o vídeo, a mãe de Lua e Ravi abriu o coração. “Um dos melhores dias das nossas vidas! Nascemos de novo! Te entregamos tudo Deus! Nossa casa, nosso casamento, nossos filhos, nossa família, use a gente da forma que o senhor quiser! Será uma honra ser seus escolhidos! Obrigada pelo o que fez pelo nosso filho, sabemos que foi você”, escreveu a famosa na legenda.
O post recebeu diversos elogios. “É tão lindo ver a Viih se entregando tanto a família e a Deus”, disse uma seguidora. “Toda vez choro quando vejo batismo, acho que esse também é meu caminho”, escreveu outra. “Que benção. Vocês vão ver como Deus é maravilhoso”, falou uma fã.
Críticas
O casal rebateu as críticas dos internautas após serem acusados de estarem tentando se ‘promover’ usando a religião.
Entre os comentários negativos, uma internauta afirmou que a causa evangélica traz dinheiro para os envolvidos. “Crente é hype porque tem muita grana envolvida por trás e político também”, escreveu uma seguidora em uma das publicações de Eliezer.
“Não fiquem tristes. Só quem vive o processo entende o que aconteceu ontem. O que espero do fundo do meu coração é que todo mundo um dia viva esse processo. Acho que tudo o que a gente já se propôs a fazer desde o começo do nosso relacionamento sempre vem com esse fardo, com esse comentário que é marketing, engajamento, então esse comentário de fato não diz muita coisa. E vou ser muito honesto com vocês, achei maravilhosa a repercussão, não esperava. Tanta coisa hoje em dia só engaja por ser ruim e ver o nome de Deus engajando é maravilhoso. Deixa que falem”, disparou Eliezer.
O ex-BBB ainda tranquilizou os fãs afirmando que não precisavam ficar tristes com os comentários e que a decisão do batismo partiu do próprio casal em agradecimento a recuperação do filho caçula.
Pastor José Piñero, diretor executivo do Conselho Evangélico da Venezuela. (Foto: Captura de tela)
No âmbito de uma reunião convocada pelo regime de Nicolás Maduro com representantes do governo e líderes religiosos, o Conselho Evangélico da Venezuela (CEV) reafirmou seu compromisso com a defesa da liberdade religiosa e a manutenção da separação entre Igreja e Estado, de acordo com reportagem do Diario Cristiano, edição em espanhol do Christian Daily International.
José Piñero, diretor executivo da CEV, expressou a posição oficial da organização, enfatizando a importância de manter a independência da comunidade evangélica de qualquer forma de interferência estatal.
“Acreditamos na separação entre igreja e estado, mas também na responsabilidade cívica dos cristãos”, disse Piñero. Em seu discurso, ele enfatizou que a missão principal da CEV é pregar o Evangelho e ser “luz no meio da escuridão”. Além disso, ele esclareceu que a criação de collegiums de pastores deve ser um processo orgânico, e não uma iniciativa imposta pelo governo.
“Não acreditamos em imposições ou iniciativas que possam ser percebidas como uma tentativa de controlar ou manipular a fé ou servir à promoção de indivíduos”, disse o diretor executivo do CEV. Ele também enfatizou que o conselho mantém uma política de diálogo com o estado a partir de uma posição de independência e respeito, sem se alinhar a nenhuma facção política.
Em relação à gestão estatal da igreja, Piñero expressou preocupação sobre qualquer potencial burocratização que pudesse atrapalhar o desenvolvimento de congregações religiosas no país. “O estado deveria ser um facilitador, e não um controlador, da atividade da igreja, e quanto mais interferência ele tiver na vida religiosa, maior será o prejuízo à liberdade religiosa”, disse ele.
Piñero também ressaltou que a igreja deve ser sustentada pelos dízimos e ofertas de seus membros, não por recursos estatais. “Não estamos procurando que o estado apoie ou favoreça nenhuma religião com regalias. Acreditamos que não é moral pedir ao estado que faça por nós o que presumimos ser certo negar aos outros”, disse ele.
Por fim, Piñero reafirmou o compromisso do Conselho Evangélico da Venezuela com a verdade, a justiça e a liberdade religiosa, convocando o Estado a garantir tratamento igual para todas as denominações. “O Estado deve tratar a todos igualmente, sejam eles católicos, evangélicos, judeus, muçulmanos ou outros. Essa é a essência da democracia: igualdade perante a lei e a ordem”, concluiu.
O Conselho Evangélico da Venezuela reiterou sua disposição de continuar trabalhando por um país onde os valores cristãos sejam promovidos e respeitados e onde todos os cidadãos possam viver em paz e prosperidade.
Conforme relatado anteriormente pelo Diario Cristiano, o regime de Maduro convocou uma reunião na segunda-feira (10 de fevereiro) para discutir a mudança de status de associações civis sem fins lucrativos para igrejas. A reunião contou com a presença do Vice-Ministro de Instituições Religiosas e Cultos, Dr. Edgar Arteaga, junto com outros funcionários do governo.
Como parte de sua estratégia para ganhar seguidores, o regime venezuelano continua implementando um plano de recrutamento de apoiadores para legitimar seu terceiro mandato. Nesse contexto, o chamado foi dirigido a “pastores e ministros, diretores de organizações cristãs evangélicas, sejam federações, confederações, conselhos, fraternidades, associações e outras formas de associação de grupos de igrejas que vivem na República Bolivariana da Venezuela”, segundo uma mensagem disseminada via WhatsApp em todo o país, com ênfase especial em Caracas.
Conforme também noticiado pelo Diario Cristiano, Maduro anunciou na semana passada que as igrejas do país levarão “a mensagem de Jesus Cristo às prisões”. A iniciativa, que visa “construir o caminho da redenção”, faz parte de um polêmico acordo assinado pelo presidente ao lado de representantes de centros religiosos e do Ministério de Serviços Penitenciários.
Além disso, nos últimos dias, como parte da celebração do Dia do Pastor na Venezuela, Maduro liderou um evento se dirigindo a pastores e líderes evangélicos que apoiam seu governo. Durante o evento, ele apresentou uma série de propostas para formalizar atividades religiosas, incluindo a Marcha para Jesus e capelanias em prisões.
Essas iniciativas, juntamente com o auxílio estatal, têm sido interpretadas como uma estratégia para obter apoio em um clima político marcado pela falta de respaldo eleitoral, como evidenciado pelos resultados das eleições de 28 de julho do ano passado, que reelegeu Maduro.