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Augustus Nicodemus diz que foi resgatado por Deus quando planejava tirar sua própria vida

Augustus Nicodemus durante participação no Inteligência Ltda. Podcast(Foto: Reprodução/YouTube/Inteligência Ltda. Podcast).
Augustus Nicodemus durante participação no Inteligência Ltda. Podcast(Foto: Reprodução/YouTube/Inteligência Ltda. Podcast).

O pastor presbiteriano Augustus Nicodemus é conhecido por seu conhecimento teológico e conteúdos bíblicos para a vida prática.

Mas, muitos não imaginam que Augustus foi resgatado do crime em sua juventude, e transformado de assaltante a teólogo pelo poder do Evangelho.

Durante participação no Inteligência Ltda. Podcast, Nicodemus contou que nasceu em uma família cristã protestante de classe média alta, porém, acabou se desviando na adolescência por curiosidade de experimentar o mundo.

“Com 16 anos de idade, eu e mais um grupinho lá da igreja decidimos cair fora, porque queríamos ver porque a grama do outro lado da cerca parecia mais verde”, revelou ele.

Na mesma época, Augustus foi para os Estados Unidos fazer um intercâmbio. Sem supervisão dos pais e da igreja, o jovem aproveitou para seguir seus desejos.

“Minha primeira experiência sexual foi lá. Aí comecei tudo, foi maconha, cachaça, whisky, cerveja. Foram seis meses de orgia e eu voltei completamente diferente, para tristeza da minha família”, contou o escritor.

Rachas e assaltos

Mais tarde, Nicodemus se envolveu com más companhias e liderou uma gangue de motociclistas, que promovia rachas em Recife (PE).

“Eu ia para boates e ficava bêbado, saía para a zona de prostituição e peguei doença venérea”, disse.

O jovem ainda ingressou no mundo do crime e passou a fazer assaltos com arma de fogo, depois dos pais diminuírem a quantidade de dinheiro que lhe davam.

Augustus também chegou a vender coisas da casa da família para financiar sua vida depravada.

“Vendi a câmera de filmar do meu pai, bujão de gás. Eu desci a esse ponto, tenho até vergonha de tudo que aconteceu”, confessou ele.

Mais tarde, com 23 anos, Nicodemus cansou de viver na farra, decidiu ter uma vida mais regrada e saiu do crime.

Enfrentando a depressão

Ele passou a buscar satisfação em namoros e em faculdades, mas nada adiantou. “Comecei a entrar em depressão, nada me satisfazia”, lembrou.

Até que, em setembro de 1977, o jovem decidiu tirar a própria vida com a arma de seu pai. “Lembro que cheguei em casa, estacionei a moto, subi no primeiro andar e fui lá no quarto dele. Quando eu cheguei, minha mãe estava lá lendo a Bíblia, eu não esperava”, relatou.

Percebendo que o filho estava transtornado, a mãe perguntou o que havia acontecido e Augustus revelou seu plano de suicídio.

“Ela disse: ‘Por que você não ora, meu filho? Você conhece a verdade”, afirmou o pastor.

Resgatado do suicídio

Naquele momento, Nicodemus orou pela primeira vez em sua vida e teve um encontro poderoso com o Senhor.

“Levantei meu coração diante de Deus como se fosse uma criança. E caiu um peso de 200 quilos. Foi um negócio extraordinário. Essa foi a experiência mais marcante da minha vida. Naquela hora eu senti Deus do outro lado me respondendo”, testemunhou.

Após a experiência, o jovem lembrou de todos os ensinamentos da Bíblia que havia aprendido na infância e na adolescência na igreja. “Meu coração se encheu de alegria”, declarou ele.

Nicodemus mergulhou nas Escrituras, logo se sentiu chamado para pregar o Evangelho e ingressou na faculdade de teologia.

Durante uma ministração em uma igreja, o escritor revelou que depois de sua conversão, devolveu o dinheiro que havia roubado.

“Eu costumava ir para um bar tomar cerveja em Recife. O garçom servia, eu pedia alguma coisa, o garçom saía para buscar e eu ia embora, não pagava. Tinha um garçom que eu fiz isso várias vezes com ele”, comentou.

“Depois da minha conversão, eu voltei lá e disse: ‘João, você se lembra de mim? Aqui está todo o dinheiro que eu fiquei devendo”.

O jovem também vendeu seu carro para devolver o dinheiro que havia roubado de um posto de gasolina. Mesmo correndo o risco de ser preso, Nicodemus procurou o dono para entregar a quantia.

“Fui lá no posto e disse: ‘Seu Luiz, quem assaltou seu posto fui eu’. Dei a ele uma Bíblia e devolvi o dinheiro. Seu Luiz ficou feliz da vida porque recebeu dinheiro de volta com juros e ainda ganhou uma Bíblia. Ele disse: ‘Vai embora meu filho, Deus abençoe!’. Ele não me denunciou”, disse.

E o pastor refletiu: “O arrependimento verdadeiro produz a disposição de assumir as consequências e resolver o que você fez de errado, ainda que isso lhe custe”.

Fonte: Guia-me

Viúva do ativista cristão conservador Charlie Kirk diz que perdoa assassino de seu marido

Erika Kirk, viúva do ativista cristão conservador Charlie Kirk — assassinado em 10 de setembro durante um evento em uma universidade no estado de Utah, EUA. (Foto: Reprodução)

Erika Kirk, viúva do ativista cristão conservador Charlie Kirk — assassinado em 10 de setembro durante um evento em uma universidade no estado de Utah (EUA) — declarou publicamente que perdoa Tyler Robinson, o autor do crime. “Eu o perdoo porque é isso que Cristo faria”, disse a empresária, durante o funeral realizado neste domingo (21) em Glendale, no Arizona, que reuniu 100 mil pessoas, segundo estimativas oficiais.

Em seu discurso, Erika lembrou que o marido buscava alcançar e salvar jovens, inclusive “como aquele que tirou sua vida”. Ovacionada pela multidão, afirmou que sente saudades do companheiro diariamente e destacou que ele tinha como maior missão “reviver a família americana”.

Ela convocou os homens presentes a abraçarem o desafio deixado por Kirk, defendendo um modelo de masculinidade que ame e proteja a família: “Sua esposa não é serva, funcionária ou escrava. Ela é auxiliadora. Vocês não são rivais, são uma só carne, trabalhando juntos para a glória de Deus”.

Erika, que assumiu a presidência da organização antes liderada pelo marido. Ao encerrar, ela reforçou que Charlie buscava orientar e transformar vidas, sobretudo de jovens em situação de vulnerabilidade.

Fonte: Comunhão

Campanha evangelística nas ruas do Pará leva 201 pessoas a Jesus

Cristãos da Assembleia de Deus evangelizaram nas ruas de Tucuruí. (Foto: Reprodução/Instagram/Rev Ocelio Nauar/Reprodução/Instagram/Clebson Bandeira).
Cristãos da Assembleia de Deus evangelizaram nas ruas de Tucuruí. (Foto: Reprodução/Instagram/Rev Ocelio Nauar/Reprodução/Instagram/Clebson Bandeira).

Uma igreja de Tucuruí, no Pará, comemorou seus 91 anos pregando o Evangelho nas ruas da cidade, entre 11 e 14 de setembro.

Centenas de membros da Assembleia de Deus realizaram uma caminhada de fé, com o apoio do evangelista Clebson Bandeira, coordenador da missão “Evangelismo para o Brasil”.

Com banda e cartazes, os cristãos pregaram Jesus e oraram por muitas pessoas que encontravam pelo trajeto. 

“As ruas ecoaram o clamor da igreja marchando em unidade. Milhares se reuniram proclamando: ‘Venha o Teu Reino, venha o Teu domínio sobre Tucuruí!’”, relatou Clebson, no Instagram.

No período da noite, uma cruzada evangelística ao ar livre atraiu uma multidão na orla da cidade, à margem do rio Tocantins. Um coral com quase 1.000 mulheres participou da adoração no evento.

O evangelista Clebson pregou a mensagem de Salvação e muitas vidas se entregaram a Jesus. Curas também foram registradas no evento, como duas mulheres que tiveram a visão restaurada.

No total, 201 pessoas aceitaram Cristo como seu Salvador durante a campanha evangelística. 

“Enfermos foram curados, sinais e maravilhas confirmaram a Palavra pregada. Foram dias em que o céu se abriu sobre a cidade, vidas foram restauradas e a chama missionária reacendeu”, contou Clebson.

“O Evangelho foi anunciado com ousadia e simplicidade, e vimos que Jesus continua salvando, curando e batizando com o Espírito Santo!”, testemunhou.

“Há 91 anos esta igreja tem levado a Palavra de Deus no poder do Espírito Santo. A mensagem é sobre a cruz de nosso Senhor Jesus Cristo”, ressaltou Ocelio Nauar, pastor da igreja, em vídeo no Instagram.

Fonte: Guia-me

Papa Leão XIV defende casamento entre homem e mulher

Papa Leão XIV (Foto: Reprodução/IA)
Papa Leão XIV (Foto: Reprodução/IA)

O papa Leão XIV afirmou, na quinta-feira (18), em Roma, que o casamento deve ser entendido como a união entre um homem e uma mulher. A declaração foi feita em entrevista para a jornalista americana Elise Ann Allen, publicada em sua nova biografia.

– O casamento é para um homem e uma mulher. A família é pai, mãe e filhos – disse o pontífice, ressaltando que governantes devem investir em políticas que fortaleçam a estrutura familiar.

Apesar de reafirmar o ensino tradicional da Igreja Católica, Leão 14 também destacou que deseja manter o espírito de acolhimento defendido por seu antecessor, Francisco.

– Todos, todos, todos são bem-vindos. Não por causa de uma identidade específica, mas porque todos são filhos de Deus – acrescentou.

O papa completou 70 anos no último domingo e afirmou que não pretende ordenar mulheres. Ele reforçou que está aberto ao diálogo, mas sem alterar a doutrina da Igreja sobre homossexualidade ou casamento.

Essa não é a primeira vez que Leão XIV fala sobre o tema. Em maio, ele declarou que a família é fundada na união estável entre homem e mulher. Já em junho, durante homilia, disse que o matrimônio é um “modelo de amor verdadeiro, total, fiel e fecundo”.

O livro Leão XIV: Cidadão do Mundo, Missionário do Século XXI foi lançado em espanhol e terá edição em inglês no próximo ano. A obra reúne entrevistas do pontífice e reflexões sobre o futuro da Igreja.

Fonte: Pleno News

Líder da seita Igreja da Unificação, viúva do reverendo Moon é presa na Coreia do Sul

Hak Ja Han Moon, viúva de Sun Myung Moon, o reverendo Moon (Foto: Reprodução)
Hak Ja Han Moon, viúva de Sun Myung Moon, o reverendo Moon (Foto: Reprodução)

A Coreia do Sul vive mais um capítulo de escândalos envolvendo figuras políticas e religiosas. Han Hak-ja, de 82 anos, viúva do reverendo Moon Sun-myung e atual líder da Igreja da Unificação, foi presa nesta terça-feira (data local) em Seul, sob suspeita de participação em um esquema de suborno ligado à ex-primeira-dama Kim Keon Hee.

Segundo comunicado oficial, “o Tribunal do Distrito Central de Seul emitiu o mandado (de prisão) ao considerar que existe risco de manipulação de provas”. A prisão foi solicitada pela Promotoria após Han ser interrogada na segunda-feira sobre o envio de presentes de luxo em 2022, incluindo uma bolsa de grife e um colar de diamantes, supostamente para influenciar a então primeira-dama e favorecer seu marido, Yoon Suk Yeol, recém-eleito presidente à época.

Após a decisão judicial, Han foi levada ao Centro de Detenção de Seul. A igreja, em nota oficial, declarou: “Aceitamos humildemente a decisão do tribunal. Vamos cooperar sinceramente com a investigação em andamento e com os procedimentos judiciais para estabelecer a verdade, e faremos o possível para aproveitar esta oportunidade para restabelecer a confiança em nossa igreja. Pedimos desculpas profundamente por causar preocupação”.

Escândalo político em expansão

O caso não envolve apenas Han Hak-ja. A ex-primeira-dama Kim Keon Hee também foi presa e enfrenta acusações de suborno e manipulação do mercado de ações. Já seu marido, Yoon Suk Yeol, encontra-se detido e responde a julgamento por tentativa fracassada de decretar lei marcial em dezembro. Ele ainda é acusado de oferecer 100 milhões de wons (cerca de 72 mil dólares) a um parlamentar em troca de apoio político.

A Igreja da Unificação

Fundada em 1954 por Moon Sun-myung, que se autoproclamava a segunda vinda de Cristo, a Igreja da Unificação é uma das organizações religiosas mais polêmicas do mundo. Seus seguidores, muitas vezes chamados pejorativamente de “moonies”, espalharam-se por diversos países e estão ligados a uma ampla rede de negócios, incluindo mídia, turismo e indústria alimentícia.

Desde a morte de Moon, em 2012, Han Hak-ja assumiu a liderança do movimento, mantendo forte influência religiosa e política. No entanto, a igreja tem enfrentado críticas por sua estrutura de culto, seus métodos de captação de fiéis e sua proximidade com figuras políticas.

O caso atual, que mistura religião, política e acusações de corrupção, reacende o debate sobre o poder de instituições religiosas no cenário sul-coreano e deve ter desdobramentos nos próximos meses.

Folha Gospel com informações de O Globo

Estudo revela por que pastores abandonam o ministério cedo nos EUA

Pastor estressado (Foto: IA/Canva)
Pastor estressado (Foto: IA/Canva)

Um novo estudo identificou os principais motivos pelos quais alguns pastores permanecem no ministério enquanto outros se afastam antes da aposentadoria.

Uma pesquisa da Lifeway descobriu que apenas 1,1% dos pastores protestantes nos EUA deixam o púlpito a cada ano, mas comparações entre ministros atuais e antigos destacam indicadores claros de ministério de longo prazo.

O apoio familiar foi decisivo. Pastores que priorizaram suas famílias durante conflitos ministeriais tiveram 1,7 vez mais probabilidade de permanecer, enquanto o ressentimento em casa foi um fator importante que afastou outros.

Expectativas claras e realistas também importavam. Aqueles que receberam perfis honestos da igreja e descrições escritas de suas funções tiveram probabilidade significativamente maior de perdurar, enquanto exigências ocultas ou irrealistas frequentemente levaram a saídas precoces.

Scott McConnell, diretor executivo da Lifeway, disse ao Christian Today: “Pastorear é um trabalho árduo, mas o que torna o trabalho impossível é quando uma congregação tem visões irrealistas, ocultas ou conflitantes sobre o que o trabalho envolve.

“Uma das coisas mais importantes e amorosas que uma congregação pode fazer é definir honesta e realisticamente o trabalho do pastor.”

O estudo mostrou que recursos de aconselhamento, processos disciplinares da igreja e períodos sabáticos ajudaram os pastores a manter o curso.

Em contraste, conflitos sérios, especialmente políticos, e isolamento estavam entre os fatores negativos mais fortes.

O relatório concluiu que humildade, liderança compartilhada e unidade congregacional são essenciais para a longevidade pastoral.

Folha Gospel com informações de Premier Christian News

Nova pesquisa revela que os americanos estão profundamente confusos sobre o pecado

Bíblia com pessoas de mãos dadas ao redor (Foto: Canva Pro)
Bíblia com pessoas de mãos dadas ao redor (Foto: Canva Pro)

Uma nova pesquisa nacional descobriu que a maioria dos americanos continua profundamente confusa sobre a natureza do pecado, com muitos rejeitando as definições bíblicas e até mesmo se recusando a se chamar de “pecadores”.

As descobertas vêm do American Worldview Inventory 2025, um estudo abrangente liderado pelo Centro de Pesquisa Cultural da Universidade Cristã do Arizona.

O Dr. George Barna, que dirigiu a pesquisa, descreveu os resultados como “espiritualmente perigosos”.

“Depois de mais de quatro décadas estudando as crenças dos americanos, estou convencido de que poucas questões são mais incompreendidas — ou mais perigosas espiritualmente — do que o pecado”, disse o Dr. Barna.

“Os americanos frequentemente admitem que o pecado existe, mas se recusam a levá-lo a sério — concentrando-se mais em como o pecado os faz sentir culpados do que no que o pecado faz ao seu relacionamento com Deus ou às suas vidas.

“A mentalidade deles revela o que mais amamos — nós mesmos — enquanto ignoram o que mais importa: nossa posição diante de um Deus santo e nossa conexão humilde com ele.”

A pesquisa revelou seis equívocos generalizados sobre o pecado que contradizem o ensino bíblico.

Primeiro, muitos americanos não acreditam mais que o pecado se origina no coração humano. Na verdade, apenas 43% dos adultos aceitam que ações pecaminosas surgem de um coração inerentemente partido ou pecaminoso.

Em vez disso, a visão predominante (75%) é que as pessoas são “basicamente boas de coração”.

Em segundo lugar, a noção de que as emoções muitas vezes têm precedência sobre a verdade. Seis em cada dez adultos (61%) reconhecem que o pecado resulta em culpa, mas, para muitos, esses sentimentos de culpa são considerados mais preocupantes do que o próprio pecado.

Terceiro, o impacto do pecado é frequentemente minimizado. Não mais do que 56% dos entrevistados acreditam que o pecado tem um efeito duradouro na vida de uma pessoa, sugerindo que muitos não veem o pecado como algo transformador ou transformador.

Quarto, um grande número de americanos não consegue conectar o pecado com a desobediência a Deus, com apenas 62% concordando com a definição bíblica de que o pecado é, em sua essência, a rebelião contra a autoridade divina de Deus.

Quinto, a própria definição de pecado está sendo reformulada. Apenas cerca de metade dos adultos (53%) reconhece o pecado como um ato intencional de transgressão, com outros redefinindo-o em termos mais subjetivos.

Por fim, milhões de pessoas rejeitam a ideia de que o pecado é um ato de rebelião pessoal contra Deus.

Embora muitos possam admitir falhas morais, eles não chegam a reconhecer o pecado como uma rejeição direta da autoridade e do desígnio de Deus.

Barna disse que essas atitudes mostram o quão turva a compreensão dos Estados Unidos se tornou: “Como nação, fizemos as pazes com o pecado — e isso coloca nossas almas em risco”.

A pesquisa também revelou que uma minoria muito pequena — apenas 14% — mantém uma perspectiva bíblica sobre o pecado.

Embora 84% digam que o pecado existe, apenas cerca de 52% acreditam que todos pecam, e um número igual se identifica como pecador.

Esse número aumenta ligeiramente entre os que se autodenominam cristãos, com dois terços aceitando o rótulo, mas um quarto dos crentes nascidos de novo ainda se recusam a se chamar de pecadores.

Os demais entrevistados que defendem que todos pecam se distanciam do rótulo, assumindo que o erro pertence aos outros, não a eles próprios.

A percepção de que todas as pessoas pecam é mais fraca entre a Geração Z (41%) e se fortalece entre as gerações mais velhas: quase metade dos Millennials (49%), pouco mais da metade da Geração X (53%) e mais da metade dos Baby Boomers (57%) concordam.

Barna relacionou a confusão às deficiências da pregação moderna.

Ele citou a Pew Research de 2019, mostrando que apenas 3% dos cristãos fazem alguma referência ao pecado.

Isso tem implicações preocupantes para a Igreja – e para os indivíduos, ele explicou: “Quando uma doutrina tão central raramente é abordada, os crentes provavelmente não terão uma compreensão clara de sua condição diante de Deus e da obra redentora de Cristo. 

“Com o tempo, essa ausência contribui para a confusão sobre a verdade, a moralidade e a natureza da salvação.

Em última análise, essa omissão flagrante do púlpito está deixando os crentes desinformados e despreparados para entender a questão do pecado. E estamos vendo claramente essa confusão no relatório de hoje.

Apesar das descobertas preocupantes, Barna insiste que a Igreja tem a oportunidade de esclarecer.

“Se não vemos mais o pecado, como podemos entender nossa necessidade de um Salvador?”, ele perguntou.

Ele apelou às igrejas e aos crentes individualmente para que recuperassem uma perspectiva bíblica sobre o pecado e o arrependimento: “A Igreja deve reivindicar seu mandato dado por Deus para se distanciar da cultura em sua compreensão e resposta ao pecado — porque quando a Igreja espelha o mundo, ela perde seu poder e autoridade espiritual.

Mas a Igreja não pode fazer esse trabalho sozinha. Todos nós compartilhamos o chamado de ensinar a verdade sobre o pecado, ser um exemplo de arrependimento genuíno e guiar as pessoas de volta ao desígnio de Deus.

“Juntos, podemos continuar a lançar luz sobre a crise de visão de mundo dos Estados Unidos, equipando a próxima geração de líderes, pais e igrejas para enfrentar a confusão com coragem e chamar as pessoas de volta à verdade de Deus.”

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Líderes batistas são homenageados por Zelensky pela ajuda à Ucrânia

O Secretário Geral e CEO da BWA, Elijah Brown (esq.), e o Secretário Geral da EBF, Alan Donaldson, exibindo as medalhas entregues pelo Presidente Zelenskyy. (Foto: BaptistWorld.org)
O Secretário Geral e CEO da BWA, Elijah Brown (esq.), e o Secretário Geral da EBF, Alan Donaldson, exibindo as medalhas entregues pelo Presidente Zelenskyy. (Foto: BaptistWorld.org)

Dois líderes batistas seniores foram recentemente homenageados pelo presidente ucraniano Volodymyr Zelensky em reconhecimento à ajuda fornecida pelos batistas ao país durante o conflito em curso com a Rússia.

Elijah Brown, secretário-geral da Aliança Batista Mundial (BWA), e Alan Donaldson, secretário-geral da Federação Batista Europeia (EBF), participaram de uma cerimônia na qual Zelensky reconheceu “as contribuições dos amigos da Ucrânia ao redor do mundo”.

Juntamente com a União Ucraniana de Associações de Cristãos Batistas Evangélicos, tanto a BWA quanto a EBF têm se envolvido no fornecimento de ajuda e esforços de socorro aos afetados pelo conflito.

Estima-se que mais de dois milhões de pessoas receberam abrigo, alimentação, assistência médica, apoio à saúde mental e uma série de outros serviços graças aos esforços dos batistas.

Brown foi agraciado com a Ordem do Príncipe Yaroslav, o Sábio, 5ª Classe, e Alan Donaldson recebeu a Ordem do Mérito, 3ª Classe.

Ele disse: “Foi uma experiência gratificante participar da cerimônia e receber esta honra em nome da Aliança Batista Mundial.

Este reconhecimento é um reflexo da dedicação incansável e do serviço corajoso dos batistas ucranianos na linha de frente do ministério, bem como do apoio inabalável de toda a família batista global.

“Receber tal honra em meio à guerra é também um lembrete pungente de que ainda há muito a ser feito. Que todos nós continuemos a trabalhar juntos por uma paz duradoura e justa na Ucrânia e em todo o mundo.”

A cerimônia coincidiu com o Dia da Independência da Ucrânia, em 24 de agosto. No dia seguinte, eles estavam entre as 1.200 pessoas que compareceram ao 2º Café da Manhã Nacional de Oração, incluindo 350 convidados internacionais.

Donaldson disse sobre o café da manhã de oração: “A Ucrânia é uma nação de beleza e fragilidade. Uma nação que luta por muitas liberdades. Entre sua população em declínio, há muitas pessoas de fé cristã que buscam compreensão de suas circunstâncias e orientação sobre como viver, falar e compartilhar esperança.

“Muitos estão de luto pela perda de entes queridos por deslocamento, sequestro ou perda de vidas. Conhecemos vítimas de tortura que testemunham a destruição de locais de culto e a violência sistêmica sofrida pelos fiéis nos territórios ocupados.

“O Café da Manhã Nacional de Oração foi um momento na história em que essas histórias foram reconhecidas, registradas e lamentadas — onde orações foram oferecidas por pessoas de todas as idades e de diversas nações que buscam se solidarizar com o desejo da Ucrânia de viver em liberdade.”

Folha Gospel com informações de The Christian Today

China reprime atividades online de pastores e proíbe evangelizar jovens

Bandeira da China acenando em um mastro em um céu azul (Foto: Canva Pro)
Bandeira da China acenando em um mastro em um céu azul (Foto: Canva Pro)

A China instituiu inúmeras regulamentações que proíbem conteúdo religioso online, incluindo o ensino de lições bíblicas para crianças e a formação de grupos de jovens. 

Com base em leis e regulamentações anteriores, os artigos divulgados pela Administração Nacional de Assuntos Religiosos restringem significativamente o conteúdo religioso online, informou a revista de direitos religiosos Bitter Winter.

“Esta não é a primeira vez que a China aperta o cerco à vida religiosa, mas pode ser uma das mais invasivas tecnologicamente”, relatou o grupo. “Na era do ministério digital, onde sermões são transmitidos e orações ecoam, a regulamentação parece uma tentativa deliberada de desconectar o sagrado do social.”

Em uma tradução dos regulamentos feita por Bitter Winter, o Artigo 5 afirma que o clero só pode pregar ou fornecer educação religiosa e treinamento on-line por meio de sites, aplicativos, fóruns e plataformas de organizações religiosas registradas que tenham uma “Licença de Serviços de Informação Religiosa na Internet”.

“Contas pessoais em redes sociais, transmissões ao vivo, grupos do WeChat ou fóruns informais são estritamente proibidos para instrução religiosa”, observou a revista online. “A autopromoção é proibida, e o clero não pode usar identidade religiosa para atrair seguidores ou tráfego. Envolvimentos estrangeiros são proibidos: não é permitido apoiar ou participar de ‘infiltração religiosa no exterior’.”

O Artigo 10 também proíbe o clero de espalhar ideias religiosas a menores ou “induzir crenças” neles pela internet e proíbe organizar crianças para participar de educação religiosa, treinamento e acampamentos.

“O clero não pode evangelizar para usuários menores de idade nem organizar acampamentos ou treinamentos religiosos para jovens”, relatou Bitter Winter. “A comercialização é proibida. Não deve haver arrecadação de fundos, venda de produtos religiosos ou monetização de atividades religiosas online. Evangelização com IA também está fora de cogitação. O clero não pode usar IA generativa para produzir ou disseminar conteúdo religioso.”

Os infratores podem enfrentar penalidades administrativas, incluindo suspensão de credenciais religiosas, encerramento de contas online e investigação criminal, observou Bitter Winter.

“Plataformas que hospedam conteúdo não conforme podem ser obrigadas a restringir, advertir ou encerrar contas ofensivas”, afirmou.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Igrejas se unem em oração, jejum e protesto pela paz em Gaza

Mãe com o filho nos braços em meio aos prédios destruídos em Gaza (Foto: Christian Aid)
Mãe com o filho nos braços em meio aos prédios destruídos em Gaza (Foto: Christian Aid)

Igrejas e instituições de caridade cristãs de diversas denominações estão se unindo para orar pelo fim do conflito em curso entre Israel e o Hamas.

Os fiéis e as igrejas estão sendo chamados a demonstrar solidariedade aos afetados pela violência em curso, especialmente aos cristãos palestinos, a orar pela paz e a aumentar os apelos por um cessar-fogo, o retorno dos reféns e um “processo de paz significativo”.

Os eventos planejados começam no domingo, quando as igrejas farão um minuto de silêncio e farão uma oração escrita pelo Reverendíssimo Dr. Hosam E. Naoum, Arcebispo Anglicano em Jerusalém.

Parte da oração diz: “Pelo poder do teu Espírito, põe fim rápido a esta guerra cruel, liberta todos os cativos, cuida dos doentes e feridos, conforta aqueles que perderam entes queridos e abre um caminho para uma paz justa e duradoura aqui na própria pátria onde teu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, ministrou durante sua vida terrena; que vive e reina contigo e com o Espírito Santo, um só Deus, agora e para sempre. Amém.”

Domingo, 21 de setembro, também é o Dia Mundial da Paz da ONU e coincide com um chamado semelhante à oração emitido pelo Conselho Mundial de Igrejas.

Nos dias 24 e 25 de setembro, líderes da igreja participarão das “vigílias das Linhas Vermelhas” no Senedd, em Cardiff, e na Parliament Square, em Londres.

Um porta-voz das organizações envolvidas afirmou: “Há uma necessidade clara e urgente de as igrejas no Reino Unido responderem à crescente crise em Israel e nos territórios palestinos ocupados. A gravidade da situação exige um testemunho cristão unido pela paz, justiça e reconciliação.

Esperamos que o maior número possível de igrejas se junte a nós nessas ações. Acreditamos que, unindo-nos em solidariedade com as pessoas afetadas pela violência e pela injustiça, podemos ampliar o apelo por um cessar-fogo imediato, pela libertação de reféns, por um aumento drástico na quantidade de ajuda humanitária que está sendo enviada e por um processo de paz significativo.

Em uma iniciativa separada do Jejum por Gaza, os cristãos estão voluntariamente ficando sem comida por um período determinado como um ato simbólico de solidariedade ao povo de Gaza que enfrenta a fome.

Todos os planos estão sendo apoiados, entre outros, pela Churches Together England, Churches Together na Grã-Bretanha e Irlanda, Igreja da Inglaterra, Igreja Metodista GB, Conferência dos Bispos Católicos da Inglaterra, Cytun: Churches Together no País de Gales, Quaker na Grã-Bretanha e as instituições de caridade CAFOD, Christian Aid, Embrace the Middle East e Tearfund.

Uma líder da igreja participante é a Rev. Helen Burnett, vigária da Igreja de São Pedro e São Paulo, em Chaldon, Surrey.

Ela disse: “Enquanto o mundo assiste com horror à dizimação deliberada de uma população inteira — sua estrutura, suas instituições, seu povo — uma sensação de desespero prevalece e suga nossa energia, ameaçando nossa capacidade de empatia.

“Para cada um de nós, a linha vermelha foi cruzada em um momento diferente, mas aqui, do outro lado da linha, cabe a nós, como pessoas de fé, nos solidarizarmos com o sofrimento do povo da Palestina e, em particular, de Gaza e da Cisjordânia.

“Jesus orou e agiu pelos oprimidos, agora devemos orar e agir pelo povo de Gaza e clamar por justiça e paz, ajoelhando-nos naquela linha vermelha e lembrando que os inocentes são nomes, não números — eles são nossas irmãs, nossos irmãos e nossos vizinhos.”

Folha Gospel com informações de The Christian Today

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