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Evangélicos alertam para o ‘reconhecimento discriminatório de igrejas’ na Áustria

Viena, Áustria. (Foto: Joshi Milestoner , Unsplash CC0.)
Viena, Áustria. (Foto: Joshi Milestoner , Unsplash CC0.)

A Aliança Evangélica Mundial ( WEA ); a Aliança Evangélica Europeia ( EEA ); a Aliança Evangélica da Áustria ( EAÖ ) e a Herzwerk , uma iniciativa para pessoas na prostituição; enviaram recentemente um relatório conjunto ao Conselho de Direitos Humanos da ONU antes da Revisão Periódica Universal (RPU) da Áustria , programada para janeiro de 2026.

O relatório aborda a situação da liberdade religiosa no país e alerta sobre o tráfico e a exploração de pessoas na Áustria, bem como o tratamento discriminatório de crianças ainda não nascidas suspeitas de terem alguma deficiência .

Liberdade religiosa

A liberdade religiosa é garantida na Áustria, mas o estado estabeleceu 3 categorias de instituições religiosas reconhecidas.

O nível mais alto de reconhecimento é o de “igreja ou sociedade religiosa legalmente reconhecida”; depois, há as “comunidades denominacionais religiosas registradas pelo estado, que têm personalidade jurídica, mas não a de uma corporação pública.

A terceira categoria inclui as “organizações religiosas”, que não se qualificam para nenhum dos status acima, mas podem solicitar para se tornarem associações, com o mesmo status legal de outros grupos da sociedade civil.

O relatório denuncia que “os requisitos extremamente elevados (número mínimo de membros de dois por mil habitantes e ser reconhecido como uma comunidade denominacional na Áustria por pelo menos 10 anos) tornam praticamente impossível que grupos religiosos sejam legalmente reconhecidos como uma igreja”.

Eles enfatizam que “isso penaliza tanto pequenos grupos religiosos quanto associações interdenominacionais como a EAÖ”.

Além disso, aquelas que não cumprem os requisitos da lei para serem oficialmente reconhecidas como igrejas não podem “trazer pastores do exterior para o país com uma autorização de residência especial; receber contribuições dedutíveis de impostos, mesmo que estejam registradas como associações”.

As Alianças apelam ao governo para que “reveja o reconhecimento das organizações religiosas para pôr fim à hierarquia do reconhecimento institucional”, garantindo que “o reconhecimento legal das organizações religiosas não exclua as religiões pequenas e novas”.

Tráfico e exploração de pessoas

No relatório, as Alianças “aplaudem que a Áustria tenha codificado uma disposição de não punição para proteger as vítimas de exploração da punição por crimes que foram forçadas a cometer”.

No entanto, “relatórios do terreno indicam que a disposição raramente é utilizada” e que isso resulta “na condenação e punição das vítimas por crimes que foram forçadas a cometer no decurso da sua exploração”.

Eles também explicam que “a identificação de vítimas de tráfico na Áustria continua a ser problemática”, especialmente devido ao “emprego ilegal ou à situação de residência das pessoas exploradas, o que faz com que as vítimas tenham medo ou não queiram cooperar com a polícia”.

Além disso, embora a barriga de aluguel seja proibida na Áustria, a Alliances alerta que “ela pode levar ao tráfico de pessoas e à venda de crianças de outros países da União Europeia”. Essas crianças traficadas por meio da barriga de aluguel “correm o risco de serem marginalizadas”.

É por isso que recomendamos ao governo austríaco que “adote organizações da sociedade civil como parceiras na tarefa crucial de identificação de vítimas” e que “se concentre nas necessidades de proteção das vítimas de tráfico para oferecer apoio e proteção, independentemente da cooperação com a acusação criminal”.

O relatório também apela à “implementação de autorizações de residência para sobreviventes do tráfico, que não são elegíveis para asilo, na categoria “motivos pessoais”.

Direito à vida para pessoas com deficiência

Na Áustria, “um aborto não é punível se […] houver um risco sério de que a criança sofra danos mentais ou físicos graves e o aborto for realizado por um médico”.

“Isso significa que as pessoas que são suspeitas de terem uma deficiência são, portanto, mais vulneráveis e provavelmente sujeitas a aborto do que outras pessoas ainda não nascidas”, diz o relatório.

Para as Alianças, “este tratamento desigual deve ser abolido”, pelo que recomendam “eliminar o tratamento discriminatório das crianças não nascidas que sejam suspeitas de terem uma deficiência, através da revisão da lei relativa ao aborto”.

Você pode ler o relatório completo em inglês aqui .

Folha Gospel com informações de Evangelical Focus

Eslovênia vota a favor do suicídio assistido

Liubliana, capital da Eslovênia (Foto: Canva Pro)
Liubliana, capital da Eslovênia (Foto: Canva Pro)

A nação europeia da Eslovênia votou para permitir o suicídio assistido, o mais recente caso de vários países a adotarem essa prática controversa.

Segundo os planos eslovenos, adultos com doenças terminais que enfrentam sofrimento severo e sem outras perspectivas de alívio ou recuperação serão autorizados a pôr fim às suas vidas.

O projeto de lei esloveno foi aprovado por 50 votos a 34, com três abstenções. No ano passado, um referendo consultivo no país concluiu que 55% dos cidadãos eram a favor da legalização do suicídio assistido.

Vários países, incluindo Canadá, Austrália e Bélgica, já permitem a prática, com o Parlamento britânico votando a favor de uma lei semelhante para a Inglaterra e o País de Gales no início do mês passado.

Propostas para permitir o suicídio assistido também estão sendo consideradas na França e na Escócia.

As propostas aprovadas por Westminster ainda não se tornaram lei. Elas ainda precisam passar pela Câmara dos Lordes, que não deve debater a questão antes de setembro. Tradicionalmente, a Câmara dos Lordes não se opõe a legislações que façam parte do programa eleitoral do governo.

No entanto, esta proposta não é legislação governamental nem constava no manifesto trabalhista. Em vez disso, é um projeto de lei de iniciativa privada apresentado pela deputada trabalhista Kim Leadbeater.

Ativistas contra o suicídio assistido incentivaram as pessoas a escrever aos membros da Câmara dos Lordes, especialmente àqueles que estão indecisos sobre o assunto.

A lei, se aprovada, não se aplicará à Escócia, que atualmente está considerando suas próprias propostas.

O projeto de lei escocês está atualmente em fase de comissão, permitindo que os MSPs proponham e debatam emendas. Ainda não foi divulgada uma data para a conclusão da fase de comissão, o que significa que a votação final sobre o assunto provavelmente ocorrerá no final de 2025 ou no início de 2026, dependendo da intensidade das discussões na fase de comissão.

No início deste ano, a Igreja da Escócia reafirmou sua posição contra a prática do suicídio assistido após um debate acalorado em sua Assembleia Geral.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Cristãos se apegam à fé enquanto a violência cresce na Nigéria

Bandeira da Nigéria (Foto: Canva)
Bandeira da Nigéria (Foto: Canva)

Enquanto ataques mortais contra comunidades cristãs continuam no centro da Nigéria, fiéis no estado de Plateau se reuniram este mês para orar por alívio, cura e justiça.

O chamado para a oração ocorreu após uma série de agressões violentas atribuídas a pastores Fulani, parte de uma crise de longa data na região do Cinturão Médio da Nigéria.

Em 9 de julho, igrejas em todo o distrito de Miango, no Condado de Bassa, lar do grupo étnico predominantemente cristão Irigwe, realizaram cultos especiais clamando pela intervenção divina. Os encontros foram organizados por líderes religiosos locais após o que descreveram como o fracasso contínuo do governo em impedir os assassinatos.

“Devemos nos erguer e nos posicionar – por Irigwe, pelo estado de Plateau e pela Nigéria como um todo”, disseram o Rev. Joshua Bari, presidente local da Associação Cristã da Nigéria (CAN), e o Rev. Adamson Gado, presidente do Fórum de Ministros de Irigwe (FMI), em uma declaração conjunta. Eles instaram todas as famílias, igrejas e empresas a encararem o dia com seriedade, como um momento de intercessão.

O apelo foi feito poucos dias após novos episódios de violência na região. Em 26 de junho, supostos pastores atacaram a aldeia de Jebbu Miango, matando um cristão e ferindo outros dois. No mesmo dia, grandes áreas de terras agrícolas em Nzhwerenvi e Nkienwhie foram destruídas, no que os moradores disseram ter sido um ato de agressão direcionado.

Três dias antes, em 23 de junho, homens armados teriam entrado nas aldeias de Zowrru e Taegbe, no distrito de Teegbe, matando três pessoas, incluindo duas crianças. Os mortos foram identificados como Sibi Monday, de 30 anos, Bako Mali Dih, de 15 anos, e Ladi Bala, de 13 anos. Outros dois, Esau Bala e Asabe Bala, de 20 e 16 anos, respectivamente, ficaram feridos. O líder comunitário Joseph Chudu disse que o padrão de violência seguiu ataques anteriores em que milícias Fulani alvejaram deliberadamente civis cristãos.

“Este ataque reflete incidentes anteriores”, disse Chudu ao Christian Daily International-Morning Star News. “Apesar disso, continuaremos a exigir justiça e paz em nossas comunidades.”

Outras aldeias na região, incluindo Kpachudu e Nkiendowro, também sofreram ataques recentes. Em um desses ataques, um bebê de nove meses estaria entre os quatro cristãos mortos, juntamente com duas mulheres.

Em outros lugares, o apoio global foi expresso durante o Congresso Mundial Batista, realizado em Brisbane, Austrália, de 7 a 12 de julho. Grande parte do evento foi dedicada à oração pelos cristãos perseguidos, incluindo os da Nigéria. Milhares de delegados batistas de todo o mundo se uniram ao que os organizadores descreveram como um “poderoso momento de solidariedade”.

“Que o conforto, a força e a justiça de Deus sejam abundantes para nossos irmãos e irmãs que enfrentam provações”, disse a igreja anfitriã em um comunicado.

Embora nem todos os fulanis adotem visões radicais, relatos documentam que algumas facções entre os pastores adotaram ideologias islâmicas. Um relatório de 2020 do Grupo Parlamentar Multipartidário sobre Liberdade Internacional de Religião ou Crença do Parlamento do Reino Unido afirmou que alguns grupos fulanis “demonstram uma clara intenção de atingir cristãos e símbolos poderosos da identidade cristã”.

Líderes cristãos nigerianos há muito alertam que muitos desses ataques fazem parte de um esforço mais amplo para tomar terras e deslocar comunidades cristãs. A degradação ambiental, incluindo a desertificação, também intensificou as tensões sobre o uso da terra entre pastores e agricultores.

A Nigéria continua sendo um dos países mais perigosos do mundo para o cristianismo, de acordo com a Lista Mundial da Perseguição de 2025, publicada pela Portas Abertas. Dos 4.476 cristãos mortos por sua fé em todo o mundo durante o período de monitoramento, 3.100 – ou 69% – ocorreram somente na Nigéria.

O relatório também destaca uma crise de insegurança mais ampla nas regiões norte e central do país, onde grupos jihadistas como o Boko Haram e a Província do Estado Islâmico da África Ocidental (ISWAP) permanecem ativos. Os cristãos nessas áreas enfrentam frequentemente ameaças, incluindo assassinatos em massa, violência sexual e sequestros. Um grupo recém-surgido, o Lakurawa, começou a operar no noroeste, supostamente com ligações à Jama’a Nusrat ul-Islam wa al-Muslimin (JNIM), afiliada à Al-Qaeda.

Atualmente, a Nigéria ocupa o sétimo lugar na Lista Mundial da Perseguição 2025 dos 50 países onde os cristãos enfrentam a perseguição mais extrema.

Folha Gospel como informações de The Christian Today

Banda Oficina G3 entra na Justiça contra a gravadora MK Music

Banda Oficina G3 (Foto: Reprodução)
Banda Oficina G3 (Foto: Reprodução)

A banda Oficina G3, uma das mais influentes do rock cristão nacional, entrou com um processo judicial contra a gravadora MK Music, com quem manteve contrato por quase duas décadas. A ação, registrada no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, foi movida no último mês de junho (09/06/2025), e tem como natureza jurídica um procedimento comum cível, com foco em direito autoral.

Entre os autores do processo estão os integrantes Eduardo Silva Tambasco, Jean Carlos Lemes Miranda, José Issa João Afram Junior e Pedro Geraldo Mazarão, além da produtora Tecla Produções Artísticas LTDA. Todos eles atuaram diretamente nas produções lançadas sob o selo da MK Music. A causa tramita na 5ª Vara Cível da Regional da Barra da Tijuca (RJ), sob o número 0873007-13.2025.8.19.0001.

Segundo fontes ligadas à banda, o processo envolve a alegada exploração indevida de fonogramas, streaming e comercialização de obras lançadas entre 2000 e 2016, período em que a Oficina G3 foi contratada pela gravadora. Até o momento, não há segredo de justiça no caso, nem manifestação oficial da MK Music.

A relação entre Oficina G3 e MK Music começou oficialmente em 2000, com o lançamento do álbum O Tempo. A banda, que já vinha se destacando no cenário gospel com seu estilo progressivo e letras de conteúdo cristão, consolidou sua carreira nacional durante o tempo em que esteve vinculada à gravadora.

Entre os principais lançamentos da era MK, estão:

  • O Tempo (2000)
  • Humanos (2002)
  • Além do Que os Olhos Podem Ver (2005)
  • Elektracustika (2007)
  • Depois da Guerra (2008) — vencedor do Grammy Latino
  • Histórias e Bicicletas (2013)

Além dos álbuns de estúdio, o grupo também lançou DVDs ao vivo e coletâneas, como DDG Experience (2010) e MK CD Ouro – As 10 Mais. A banda passou por diferentes formações nesse período, incluindo vocalistas como PG e Mauro Henrique, mas manteve sempre a base criativa liderada por Juninho Afram, Jean Carlos e Duca Tambasco.

A parceria com a gravadora chegou ao fim em 2016, quando a banda optou por seguir de forma independente.

Fonte: Fuxico Gospel

Pastor, esposa, pais e mais de 20 familiares são mortos na Síria por terroristas

Pastor Khaled Mezhir e sua família foram mortos por terroristas islâmicos na Síria. (Foto: X/seanfeucht)
Pastor Khaled Mezhir e sua família foram mortos por terroristas islâmicos na Síria. (Foto: X/seanfeucht)

Um massacre horrível e macabro está em andamento na Síria, especialmente nas últimas 72 horas, segundo fontes confiáveis em vários países árabes ao All Arab News.

Segundo as informações, mais de 1.000 pessoas de minorias sírias, principalmente drusos e cristãos, foram assassinadas pelas forças militares sírias e pelos terroristas do ISIS.

“Apenas parte desse banho de sangue está sendo noticiado pela grande mídia, enquanto muito está sendo ignorado”, diz Joel C. Rosenberg, editor-chefe do All Arab New.

“As Nações Unidas e vários grupos de direitos humanos também dizem pouco ou nada”, lamenta.

Rosenberg questiona: “Onde está o clamor global?” Para ele, não se pode ficar “em silêncio diante de tais atrocidades”.

Pastor e família martirizados

Em uma carta encaminhada por e-mail e compartilhada com o All Arab News, um pastor árabe – cujo nome está sendo preservado por segurança – escreveu aos seus apoiadores de oração ao redor do mundo:

“Amados irmãos e irmãs em Cristo, nossos corações estão pesados e partidos enquanto clamamos ao Senhor nesta hora sombria”.

“Há quase uma semana, combates ferozes ocorrem em Suweida, na Síria, entre as comunidades drusa e beduína (muçulmana sunita)”, continuou o e-mail. “Mais de mil almas preciosas pereceram, e inúmeras outras estão feridas ou foram feitas reféns.”

“É com profunda tristeza e lágrimas que compartilhamos a triste notícia de que nosso amado irmão e pastor, Khaled Mezhir, da Igreja Evangélica Bom Pastor em Suweida, foi martirizado por sua fé — juntamente com sua esposa, seus pais e mais de 20 familiares. Eles foram brutalmente assassinados hoje”.

Oposição e perseguição

Ex-druso, o pastor Khaled entregou sua vida a Jesus e passou a proclamar fielmente o Evangelho ao seu povo, apesar da oposição e da perseguição.

“Ele e sua família permaneceram como luzes na escuridão e agora descansam na presença do Senhor a quem serviram com tanta fidelidade”, relatou o pastor árabe, que continuou explicando:

“A igreja em Suweida está agora dispersa; muitos fiéis estão desaparecidos. Os membros sobreviventes estão enfrentando um sofrimento inimaginável – sem comida, água, eletricidade, internet e sem esperança de segurança, apesar do chamado ‘cessar-fogo’ declarado por um novo regime.”

Pedidos de oração

O pastor também compartilhou vários pedidos de oração em seu e-mail:

“Imploramos urgentemente a vocês, nossa família em Cristo, que levantem suas vozes em oração” pelas seguintes necessidades:

Ore pelo conforto e força dos parentes sobreviventes do Pastor Khaled e pelo rebanho que ele deixou para trás.

Ore pela proteção e perseverança das igrejas e fiéis restantes em Suweida.

Ore para que o Senhor forneça milagrosamente comida, água e segurança para Seus filhos.

Ore por sabedoria e recursos para que possamos alcançar e ajudar aqueles que estão sofrendo e deslocados.

Libertação sobre Suweida

O pastor encerrou sua mensagem citando o Salmo 34:18 – “O Senhor está perto dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito abatido.”

“Que o Senhor, que está perto dos corações partidos, se levante como nosso refúgio e fortaleza”, escreveu ele.

E finalizou: “Vamos nos unir como um só Corpo, clamando por Sua misericórdia e libertação sobre Suweida e todos os nossos irmãos e irmãs na Síria.”

Fonte: Guia-me com informações de All Arab News

Cobrança para realizar batismo causa indignação no meio evangélico

Cerimônia de batismo (Foto: Redes sociais / Divulgação)
Cerimônia de batismo (Foto: Redes sociais / Divulgação)

Uma publicação nas redes sociais informando que fiéis só poderiam ser batizados após o pagamento de R$ 80 causou indignação entre evangélicos de todo o país. A cobrança, segundo os relatos, incluiria uma pulseira e uma camiseta obrigatórias para a participação na cerimônia. A orientação teria sido repassada em grupos de WhatsApp ligados à Igreja Batista da Lagoinha, unidade de Alphaville, em Barueri (SP).

A repercussão foi imediata. Para muitos cristãos, a medida fere a essência do evangelho ao atrelar um ato espiritual a uma condição financeira. O teólogo e pesquisador Rodolfo Capler considera que a prática rompe com os fundamentos da fé cristã.

“Cobrar por algo que é sinal da graça de Deus é deturpar o evangelho na sua essência. O batismo é símbolo de arrependimento, entrega e nova vida em Cristo e não um produto, não um show com pulseira e camiseta. A fé não pode ser gerida como um negócio. Quando isso acontece, o templo vira mercado e, o púlpito, balcão”, afirma.

A comparação com a venda de indulgências na Idade Média também apareceu nas reações. Capler vê paralelos com o erro que Martinho Lutero denunciou no século XVI: o comércio do sagrado. “Quando se cobra por um sacramento ou por qualquer símbolo de obediência a Deus, a lógica da graça é rompida. A fé vira moeda, o evangelho vira produto e a cruz perde seu poder. O risco é espiritual e trágico”.

Distorção do Evangelho

O pastor Gilmey Meyreles, coordenador do projeto Viver Cariacica, ES, observa que essa lógica de cobrança é reflexo de uma teologia que vem distorcendo o evangelho há anos.

“A fé já se transformou em objeto de cobiça e valor tem algum tempo. Antes, foi a promessa de riqueza, agora, são práticas como essa, de cobrar por algo que deveria ser corriqueiro na vida cristã. Em Mateus 10, Jesus diz: ‘De graça recebestes, de graça dai’”.

O impacto social dessa prática também preocupa. Meyreles alerta que, em comunidades vulneráveis, muitos sequer têm o básico para viver. “Sou pastor em comunidade de periferia. Às vezes somos nós, pastores, que levamos cesta básica para os membros da igreja. Imagine ter que dizer a essas pessoas que, para serem batizadas, precisam pagar. Isso é a elitização do evangelho”.

O pastor Gilson de Oliveira, reitor da Faculdade Teológica FAITESP e comandante nacional da Capelania Unicev, também vê na prática um risco grave de transformar o sagrado em produto. “Cobrar para que alguém seja batizado fere os princípios do evangelho e vai contra os ensinamentos de Jesus. O batismo é uma ordenança que simboliza o novo nascimento e deve ser acessível a todos, sem distinção”.

A Bíblia oferece diretrizes claras sobre o tema. Em Mateus 28:19, Jesus ordena aos discípulos: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.” Não há qualquer menção a taxas ou exigências financeiras. Em Atos 8, Pedro repreende duramente Simão por tentar comprar um dom espiritual: “Pereça contigo o teu dinheiro, pois julgaste que o dom de Deus se obtém por dinheiro!”

Exclusão social

Especialistas ouvidos pela Revista Comunhão destacam ainda os riscos de exclusão social que esse tipo de cobrança pode causar. Ao impor barreiras financeiras ao batismo, a igreja deixa de acolher e passa a selecionar quem pode ou não participar da vida comunitária.

Para o pastor Rodrigo Vieira, da Igreja Batista da Paz, em Marília, São Paulo, esse tipo de cobrança fere os princípios fundamentais do evangelho. Ele afirma que a prática representa risco de transformar o sagrado em produto. “Mas ainda que tenha joio no meio do trigo, essas pessoas pertencem ao Senhor, vão continuar sendo Dele”.

O pastor Rodrigo alerta para os riscos de heresias e de uma mentalidade equivocada sobre a graça. “Esse é o verdadeiro risco. A manipulação pelo legalismo”. O pastor Rodrigo destaca que esse tipo de cobrança pode transmitir à sociedade a imagem de uma igreja mercenária, o que considera uma injustiça com as igrejas sérias.

“Quando Cristo fala em Mateus 7, que no juízo final muitos dirão: ‘Senhor, expulsamos demônios, curamos’. Ele responde ‘Não vos conheço’. Essa fala é dirigida a líderes que pregam heresias, vendem indulgências, ganham likes e exposição nas mídias.

A Igreja Batista da Lagoinha, unidade de Alphaville, em Barueri (SP), foi procurada para comentar o caso, mas não retornou.

Fonte: Comunhão

Morre o pr. Valberto da Cruz, vice-presidente da Consciência Cristã

Pastor Valberto da Cruz (Foto: Divulgação/Consciência Cristã)
Pastor Valberto da Cruz (Foto: Divulgação/Consciência Cristã)

O pastor Valberto da Cruz, da Igreja O Brasil Para Cristo, em Campina Grande, morreu na tarde deste sábado (19), aos 56 anos. Ele era o vice-presidente Visão Nacional para a Consciência Cristã (VINACC).

A informação foi divulgada pela própria instituição nas redes sociais. A causa da morte não foi divulgada, mas ele passou mais de 50 dias na UTI da Clínica Santa Clara.

De acordo com a nota, o pastor Valberto dedicou-se à evangelização e ao ensino fiel das Escrituras ao longo da vida. Por muitos anos, exerceu seu ministério como pastor da Igreja O Brasil Para Cristo, no bairro Alto Branco, em Campina Grande (PB), onde serviu com zelo e fidelidade ao chamado que Deus lhe confiou.

Graduado em Administração e Teologia, o pastor Valberto tornou-se mestre em Missiologia. Sua contribuição para a literatura cristã evangélica inclui a coautoria do livro Pequenos Grupos, ao lado de Fabiana Ramos, com prefácio de Russell Shedd. Também atuou como professor no Instituto Teológico Superior de Missões (ITESMI), formando novas gerações para o serviço cristão.

O pastor Renato Vargens, líder da Igreja Cristã da Aliança em Niterói e colunista do Pleno.News, lamentou:

– Uma perda irreparável. Um grande e notável homem de Deus. Fará muita falta a igreja em Campina Grande, como também a Consciência Cristã. Meus mais sinceros sentimentos a os familiares, amigos e igreja – escreveu.

O pastor Valberto deixa a esposa, Tânia Cruz, e a filha, Letícia Cruz.

Fonte: Pleno News

Cristianismo corre o risco de ser “eliminado” em 10 países

Crucifixo no chão com sangue (Foto: Reprodução/Flickr)
Crucifixo no chão com sangue (Foto: Reprodução/Flickr)

O cristianismo corre o risco de ser “eliminado” em algumas partes do mundo devido à intensificação da perseguição, alertou o enviado especial do Reino Unido para a Liberdade de Religião ou Crença (FoRB), David Smith. O governo britânico agora tem como alvo 10 países como parte de sua política externa revisada para defender esse direito humano.

Smith, deputado do Partido Trabalhista por Northumberland, fez os comentários durante uma coletiva de imprensa no Ministério das Relações Exteriores e do Desenvolvimento da Commonwealth. Cristão e ex-colaborador da Tearfund e da Sociedade Bíblica, ele anunciou um novo plano para priorizar a liberdade de religião ou crença (FoRB) em países onde minorias religiosas, incluindo cristãos, bahá’ís e muçulmanos ahmadi, enfrentam repressão ou violência, informou o Religion Media Centre .

Smith afirmou que o Reino Unido se concentrará em 10 países, incluindo Vietnã, Argélia, Índia, Nigéria, Paquistão, China, Síria, Ucrânia, Afeganistão e Iraque. Ele afirmou que estes foram selecionados devido à gravidade da necessidade, aos laços diplomáticos do Reino Unido e à possibilidade de progresso.

Ele acrescentou que a perseguição, realizada tanto por governos quanto por grupos sociais, pode envolver assédio policial, ostracismo social, detenção sem justa causa, negação de cidadania, tortura, ataques a locais de culto e até assassinatos, citando pesquisas do Pew Research Center.

Ele citou dados recentes que mostram que 380 milhões de cristãos enfrentam perseguição em todo o mundo e alertou: “A perseguição com base na religião ou crença, praticada pelos próprios Estados e grupos sociais, está ocorrendo em todos os continentes do mundo”.

Smith chamou o compromisso do Reino Unido de “um novo capítulo” na política externa e disse que a liberdade religiosa estava interligada a outras liberdades, incluindo a liberdade de expressão, consciência e reunião.

Dos 10 selecionados, apenas três — Nigéria, Paquistão e Afeganistão — estão entre os 10 primeiros na Lista Mundial da Perseguição da Portas Abertas, que identifica os países onde os cristãos são mais severamente perseguidos. Os piores criminosos dessa lista, como Coreia do Norte, Somália e Iêmen, não estão entre as prioridades atuais do Reino Unido.

Smith reconheceu a lacuna e afirmou que países como Eritreia e Iêmen permanecem sob sua alçada por meio de advocacy contínua. Ele afirmou que a natureza direcionada da estratégia não impede o Reino Unido de atuar em outros casos, inclusive em nome de prisioneiros de consciência.

Ele se referiu à comunidade Ahmadiyya no Paquistão, que não é reconhecida como muçulmana pelo Estado e cujas mesquitas são frequentemente profanadas, e à repressão aos bahá’ís no Irã e aos cristãos na Coreia do Norte.

Smith explicou que a liberdade de expressão não se refere apenas à crença religiosa, mas à saúde das sociedades. “A intolerância religiosa e a perseguição podem alimentar a instabilidade e o conflito”, disse ele. Ele acrescentou que proteger os direitos de crença é crucial para prevenir crises futuras, especialmente em países que enfrentam guerras ou divisões sectárias.

A estratégia FoRB (Freedom of Religion or Belief), que traduzido significa Liberdade de Religião ou Crença, do governo do Reino Unido envolve cinco vertentes.

Em primeiro lugar, visa manter os padrões internacionais por meio de organismos como a ONU e a Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE). Em segundo lugar, incorporará a questão à diplomacia bilateral direcionada, incentivando missões individuais a levantar a questão da liberdade de religião (LCR) em capitais estrangeiras. Em terceiro lugar, o Reino Unido fortalecerá as coalizões internacionais que trabalham pela liberdade religiosa. Em quarto lugar, o Ministério das Relações Exteriores incorporará a questão da liberdade de religião (LCR) em sua programação principal de direitos humanos. A quinta vertente envolve a colaboração com grupos da sociedade civil que trabalham com respeito e conscientização inter-religiosos.

Falando no briefing, Lord Collins de Highbury, ministro dos Direitos Humanos, disse que o Reino Unido há muito acredita que os direitos e o Estado de Direito fortalecem a prosperidade e a resiliência globais. Ele afirmou que seu gabinete já havia escrito aos chefes de missão britânicos, orientando-os a incorporar os direitos humanos, incluindo a liberdade de religião ou de religião (LCR), em todas as áreas do trabalho diplomático.

Ele citou a recente libertação de dois indivíduos — o ateu nigeriano Mubarak Bala e o pastor cubano Lorenzo Rosales Fajardo — como exemplos de advocacy bem-sucedida apoiada pelos britânicos.

“Somente trabalhando juntos podemos construir um mundo onde todos, em todos os lugares, possam viver com dignidade, livres para acreditar — ou não acreditar — sem medo”, disse Lord Collins.

Em abril, durante um debate , Smith afirmou que a postura diplomática britânica é influenciada por sua própria história, transitando “da perseguição ao pluralismo”, o que, segundo ele, confere credibilidade à defesa no exterior. Ele descreveu o Reino Unido como “excepcionalmente bem posicionado” para agir em apoio à liberdade religiosa, citando seu legado de direitos legais e pluralismo pacífico.

A função de enviado para a Liberdade de Religião (FoRB) foi criada após um relatório de 2019 do então Bispo de Truro, Philip Mounstephen, que constatou que os funcionários do Ministério das Relações Exteriores não tinham conhecimento da perseguição religiosa global. O relatório levou a recomendações de que a liberdade religiosa fosse formalmente integrada à política externa do Reino Unido.

Smith argumentou que defender a liberdade de expressão não beneficia apenas as comunidades perseguidas, mas também aqueles que se envolvem em repressão. Ele afirmou que a liberdade de expressão poderia gerar novas oportunidades e liberdades para que suas nações prosperassem e reafirmou seu compromisso de pressionar o governo do Reino Unido a agir.

Enquanto isso, o Christian Today observou que uma nova pesquisa da Jersey Road PR descobriu que a grande mídia do Reino Unido raramente noticia ataques contra cristãos em todo o mundo.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Pesquisa revela que 64% dos cristãos nunca levaram alguém à fé em Jesus

Evangelismo e oração (Imagem ilustrativa: Unsplash/Kevin Wright)
Evangelismo e oração (Imagem ilustrativa: Unsplash/Kevin Wright)

Uma pesquisa recente do Barna Group aponta que 64% dos que se declaram cristãos dizem jamais ter levado alguém à fé em Jesus Cristo – nem uma única vez.

Quase dois terços dos cristãos que frequentam regularmente os cultos – cantando hinos, fazendo orações e lendo as Escrituras – nunca estiveram diretamente envolvidos na transformação espiritual de outra pessoa.

Isso revela um distanciamento entre a prática religiosa e o chamado evangelístico.

Mais preocupante ainda, a pesquisa mostra que apenas 19% afirmam sentir pessoalmente a responsabilidade de compartilhar sua fé.

Para a maioria, evangelizar parece ser uma missão que pertence a outros – líderes religiosos, missionários ou figuras públicas – e não uma responsabilidade individual.

O cristianismo tem como fundamento a proclamação das “boas novas” – o Evangelho. “Essas notícias eram tão transformadoras que os primeiros apóstolos arriscaram, e em muitos casos entregaram, suas vidas para anunciá-las ao mundo”, lembra o colunista Clayton Hayes.

O próprio Jesus comissionou seus seguidores com um chamado claro e universal: “Vão e façam discípulos de todas as nações” e não “vá e guarde para si mesmo”.

O que levou a essa mudança? Para começar, o clima cultural atual não favorece a partilha da fé, explica Hayes.

“Vivemos numa sociedade cada vez mais cautelosa – se não mesmo abertamente hostil – em relação a conversas religiosas, especialmente aquelas que sugerem que a verdade é mais do que apenas uma preferência pessoal.”

E continua: “Adicione a isso o medo de ofender alguém, o desconforto da rejeição ou simplesmente o constrangimento, e não é difícil entender por que muitos crentes se refugiam no silêncio.”

Negligência espiritual

A redução no alcance evangelístico não pode ser atribuída apenas às barreiras culturais ou sociais.

A pesquisa do Barna Group revela dados ainda mais profundos sobre o comportamento dos cristãos praticantes.

Segundo o levantamento, apenas 17% desses fiéis admitem não ter compartilhado o Evangelho nenhuma vez no último ano. Esse número não representa simples fracasso – é um alerta contundente sobre negligência espiritual e a desconexão entre convicção e ação.

“Não se trata apenas de uma deficiência pessoal; trata-se de uma mudança cultural dentro da própria Igreja”, avisa Hayes.

Que emenda: “Nos tornamos tão focados em eventos comunitários, programas sociais ou conteúdo online que podemos ter esquecido a simplicidade – e a urgência – de uma conversa cara a cara sobre a eternidade.”

Uma parte significativa do problema pode estar na compreensão equivocada sobre o que realmente é evangelizar.

Muitos cristãos acreditam, de forma errada, que é necessário ter formação teológica ou dominar uma apresentação impecável para compartilhar a fé.

“Mas, na maioria das vezes, conduzir alguém a Cristo começa com amizade, honestidade e disposição para falar sobre o que a fé significa para você. Não se trata de fechar uma venda, e sim de abrir uma porta”, afirma o colunista cristão.

Colapso do discipulado

Hayes diz que estamos vendo os efeitos do colapso do discipulado. De acordo com a Barna apenas 25% dos cristãos dizem se sentir confiantes para responder a perguntas sobre sua fé.

“Essa falta de confiança pode paralisar as pessoas. Mas também é um convite – para aprender, crescer e confiar que o Espírito Santo faz o verdadeiro trabalho, não nós”, diz Hayes.

Ele afirma que é claro que nem todos são chamados para pregar nas ruas ou liderar apelos em estádios. Mas todo cristão é chamado para ser uma testemunha.

“Isso pode significar orar por um amigo, compartilhar sua história tomando um café ou convidar alguém para a igreja”, diz.

Para ele, pequenos atos de coragem ainda contam – e às vezes eles abrem conversas que transformam vidas.

“A boa notícia é que evangelizar não é um jogo de números. Não somos julgados por quantas pessoas convertemos, mas por nossa fidelidade em apontar outros para Aquele que pode”, diz.

Mas Hayes diz que ainda assim, devemos ficar preocupados quando a maioria dos crentes passou a vida inteira sem nunca fazer apresentar Jesus para alguém.

“Talvez seja hora de uma reinicialização – um lembrete de que nossa fé nunca foi concebida para ser privada, silenciosa ou culturalmente segura. Se realmente acreditamos que o Evangelho é uma boa notícia, não é algo que podemos guardar para nós mesmos”, afirma.

Fonte: Guia-me com informações de State Gazette

Karina Bacchi lança devocional voltado à prática diária da fé

Karina Bacchi com seu livro devocional + Forte na Fé (Foto: Reprodução)
Karina Bacchi com seu livro devocional + Forte na Fé (Foto: Reprodução)

Karina Bacchi lança o devocional + Forte na Fé, uma obra voltada a mulheres que desejam aprofundar a vida espiritual por meio de reflexões diárias. O livro publicado pela Editora Vida reúne 100 mensagens com base em textos bíblicos, acompanhadas de orações, e tem como foco o fortalecimento da intimidade com Deus em meio às demandas do cotidiano.

Organizado para ser lido diariamente, o conteúdo pode ser utilizado de maneira individual ou em grupo, como em discipulados ou rodas de conversa. O formato das mensagens busca facilitar a aplicação prática da fé, por meio de citação bíblica, reflexão sobre o tema e oração. A proposta é que cada leitura funcione como uma conversa com o Senhor, com espaço para pausa, escuta e ação.

Buscar a Deus não pode ser a última opção, o “se der”, o que sobra depois de tudo. Ele é o centro da vida abundante que desejamos. É no encontro com Ele que nossa fé se fortalece, nossa identidade se alinha e o coração encontra descanso. (+ Forte na Fé, p. 18).

O livro nasce a partir da vivência pessoal da autora, que após uma trajetória na televisão passou por uma mudança de vida motivada pelo Cristianismo. Karina tem se dedicado a compartilhar conteúdos ligados à espiritualidade em diferentes formatos: palestras, eventos missionários e o +Forte Podcast, canal em que recebe convidados do meio cristão para conversas sobre testemunhos e vida com Deus.

Com linguagem acessível e estrutura prática, + Forte na Fé propõe uma rotina devocional que possa ser iniciada a qualquer tempo, com ou sem experiência prévia em leituras bíblicas. O material se insere no contexto de publicações que visam oferecer suporte à vida espiritual, incentiva a criação de espaços de escuta, oração e reflexão nas diversas etapas da jornada cristã. Além deste lançamento, a autora já havia publicado, em 2023, o livro +Forte e Corajosa, também pela Editora Vida.

Ficha técnica 
Título
: + Forte na fé
Subtítulo: 100 Devocionais Para Fortalecer sua Intimidade com Deus
Autora: Karina Bacchi
Editora: Vida
ISBN: 978-65-5584-741-3
Formato:  21×15 cm
Páginas: 336
Preço: R$ 69,90
Onde encontrar: Amazon (compre aqui)

Adquira também este livro de Karina Bacchi: Mais Forte e Corajosa: Descobrindo a sua Força e Potencializando a sua Felicidade (compre na Amazon)

Sobre a autora: Karina Bacchi é mãe, autora, apresentadora, influenciadora digital e atriz, nascida em São Manuel (SP). Aos 14 anos, mudou-se para a capital em busca da carreira artística, mas sua vida foi transformada após um encontro com Jesus. Hoje, atua como pregadora, palestrante e missionária. No YouTube, apresenta o +Forte Podcast, onde recebe convidados cristãos e compartilha mensagens de fé, renovação e encorajamento.

Instagram: @karinabacchi
Podcast: @maisforte.podcast

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