[img align=left width=300]http://1.bp.blogspot.com/-XFAen7BkNiw/U1Xx32TKaDI/AAAAAAAAVLg/FLjl08dK9Ws/s1600/China+bandeira+e+cruz.PNG[/img]

A repressão da China contra as igrejas domésticas está crescendo e atualmente representa o maior desafio enfrentado pelos cristãos na região. Essas igrejas, que não são registradas na igreja oficial do Estado, estão resistindo à pressão de cumprir os regulamentos governamentais, apesar dos riscos de represálias.

A organização China Aid, que trabalha para apoiar os cristãos perseguidos na China, está relatando que a igreja doméstica “Proclamando Cristo”, que fica na província central de Henan, rejeitou uma ordem do governo para interromper suas atividades religiosas e remover os sinais cristãos do local. Os membros estão resistindo e pretendem continuar a desafiar as autoridades.

Fang Guojian, um participante da igreja, disse ao China Aid: “Ainda estamos nos reunindo. Escrevemos uma petição e depois que eles a viram, ficaram com medo. Na carta, escrevemos que iríamos para Pequim. Agora, eles estão com medo e não devem se atrever a nos provocar”, relatou.

Uma vez que as igrejas estão registradas com a igreja oficial, o “Movimento das Três Autonomias Patrióticas” faz com que todas elas passem pela supervisão do governo. Todos os cultos precisam ser aprovados pelo Estado.

[img align=right width=300]https://thumbor.guiame.com.br/unsafe/840×500/smart/media.guiame.com.br/archives/2016/08/23/457903157-igreja-domestica-na-china.jpg[/img]A China é o 33º país na lista de perseguição contra os cristãos. O dado é registrado pelo Ministério Portas Abertas, que classifica os países que mais reprimem a fé cristã.

“Embora a campanha de quebrar as cruzes na província de Zhejiang pareça ter chegado ao fim, as reuniões da igreja continuam a serem interrompidas. As autoridades enxergam as reuniões como ameaças, quando os estrangeiros, mídia ou grandes grupos de pessoas estão envolvidas, como acontece na província de Guangdong”, diz o Portas Abertas.

“A contenção de informação nas mídias sociais após as explosões em Tianjin, em agosto 2015, também serve para limitar as liberdades cristãs. A meta do governo de manter o poder e harmonia social inclui o controle de todas as religiões, incluindo o rápido crescimento da minoria cristã”, concluiu.

[b]Fonte: Guia-me[/b]