Martelo da Justiça sobre uma Bíblia
Martelo da Justiça sobre uma Bíblia

Quase metade dos adultos nos Estados Unidos acha que a Bíblia deve influenciar as leis do país, de acordo com um novo relatório do Pew Research Center.

Um relatório do Pew’s Fact Tank divulgado na segunda-feira descobriu que, em uma pesquisa com adultos americanos, 49% dos entrevistados acreditavam que a Bíblia deveria ter uma influência “muito importante” ou “um tanto importante” na lei americana.

Por outro lado, 19% dos entrevistados disseram acreditar que a Bíblia deveria ter “pouca influência” na lei, enquanto 31% responderam “nenhuma”.

Os evangélicos brancos eram o grupo religioso com maior probabilidade de apoiar a influência da Bíblia nas leis.

Os protestantes negros também apoiaram amplamente a influência bíblica nas leis, com 47% respondendo com “muita coisa” e 29% respondendo com “algumas”.

Para o relatório, a Pew usou dados extraídos do seu American Trends Panel, realizado de 4 a 15 de fevereiro e tinha uma amostra de 6.395 pessoas com uma margem de erro de mais ou menos 1,6 pontos percentuais.

O American Trends Panel (ATP), criado pelo Pew Research Center, é um painel nacionalmente representativo de adultos americanos selecionados aleatoriamente. Os participantes do painel participam de pesquisas na web auto-administradas.

Em janeiro, a Associated Press e o NORC Center for Public Affairs Research da Universidade de Chicago publicaram uma pesquisa semelhante indicando que os protestantes evangélicos brancos eram mais propensos do que a população em geral a apoiar a influência religiosa nas políticas do governo.

Extraído de uma amostra de 1.053 adultos realizada em dezembro passado com uma margem de erro de 4 pontos percentuais, a pesquisa da AP/NORC constatou que, na maioria das questões, a maioria dos evangélicos brancos disse que a religião deveria ter “muito” ou “alguma” influência.

Por exemplo, 80% dos evangélicos brancos pesquisados ​​disseram que a religião deveria ter “muita” ou “alguma” influência quando se trata de políticas de aborto, contra 41% de todos os outros entrevistados.

Folha Gospel com informações de The Christian Post