Cleusa Piragine, esposa do pastor presidente Paschoal Piragine Jr., morreu vítima de doença autoimune.
Cleusa Piragine, esposa do pastor presidente Paschoal Piragine Jr., morreu vítima de doença autoimune.

A Primeira Igreja Batista de Curitiba comunica o falecimento de Cleusa Piragine, esposa do pastor presidente Paschoal Piragine Jr. Vítima de doença autoimune, ela morreu nesta quarta-feira (25), aos 63 anos. O velório será nesta quinta-feira (26), às 12h, no Templo da PIB Curitiba.

“Ela ensinou uma igreja inteira a se colocar de joelhos na presença de Deus”, diz texto divulgado pela PIB. “Nos mais de vinte anos em que esteve presencialmente nos cultos da Primeira Igreja Batista de Curitiba, Cleusa Ferreira Piragine dirigia os momentos de oração sempre citando Efésios 3.20,21, trecho que se tornou referência para toda a congregação.

Os versículos foram vividos na prática por ela. Cleusa nunca se conformou com o “mais ou menos”. Se é para o Senhor, dizia, precisa ser o melhor, o mais excelente, o mais bonito. Se é assim que Deus nos trata, o mínimo que podemos fazer é retribuir. Foi com isso em mente que ela conduziu diversas áreas da igreja, como o infantil, a educação cristã, a ação social e a equipe de oração, entre tantas outras atividades que exerceu direta ou indiretamente.

Professora, formada em Música Sacra, chegou em Curitiba há 33 anos, vinda da cidade de São Paulo, com os filhos Michel e Kelly ainda pequenos. Ao lado do marido, o pastor Paschoal Piragine Júnior – a quem chamava, carinhosamente, de “Paixão” –, participou ativamente das ações que prepararam a igreja para um crescimento em fé, estrutura física e relevância.

Para alguns, ela é a Tia Cleusa, que os viu crescer e os ensinou valores para a vida. Para outros, a irmã que deu apoio e conforto, intercedendo para que Deus afofasse a cama dos doentes. Tantos outros a viam como referência de conduta, humildade, dedicação e devoção. Foi também o olhar atento que viu detalhes a serem aperfeiçoados durante a construção do templo da igreja.

Na última década, Cleusa enfrentou uma doença autoimune que reduziu sua mobilidade e a forçou a se afastar do dia a dia da igreja. Ao menos fisicamente, porque ela acompanhava toda a programação online e mantinha-se alerta para que tudo o que fosse feito agradasse ao Senhor.

No recado em que comunica a despedida, a família lembra a todos que Cleusa “encontrou o Senhor e Salvador da sua vida”. Também cita que ela foi exemplo de fé e coragem e deixa uma imensa saudade e um legado de amor e serviço. “Nossos corações estão completamente partidos, mas eternamente gratos por termos convivido com ela, o amor encarnado. Ela continuará a viver todos os dias, em cada um de nós!” Deixa a mãe, Raymunda Moura Ferreira (a dona Cotinha), o marido Paschoal, os filhos Michel e Kelly, a nora Silvana, o genro Leandro e os netos Benício, Nina, Nicolas e Henrique. Deixa também uma comunidade de 15 mil membros, agradecidos pela sua vida e pelos seus feitos.

Um culto de ação de graças por sua vida será realizado na quinta-feira (26), às 12 horas, na Primeira Igreja Batista de Curitiba, na Rua Bento Viana, 1200. Devido às restrições impostas pela pandemia de Covid-19, é necessário agendamento prévio pelo site www.pibcuritiba.org.br/agendamento. Os cultos serão transmitidos pelas redes sociais da igreja e pela Rede Super de Televisão (canal 31.1 em Curitiba).

Fonte: Primeira Igreja Batista de Curitiba e Bem Paraná