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Bispo da Assembleia de Deus revela causa da morte de Keila Ferreira

Bispo Samuel Ferreira ao lado da esposa, Keila Ferreira. (Foto: Divulgação)
Bispo Samuel Ferreira ao lado da esposa, Keila Ferreira. (Foto: Divulgação)

Nesta terça-feira (4), o bispo Oídes José do Carmo, da Igreja Assembleia de Deus Campinas, em Goiânia (GO), revelou aos participantes do Seminário de Crescimento Espiritual a causa real da morte da bispa Keila Ferreira, da Assembleia de Deus do Brás, em São Paulo (SP).

Como uma das principais lideranças do Ministério Madureira, o bispo declarou que a autópsia, feita pelo Hospital Sírio Libanês, mostrou que a esposa do bispo Samuel Ferreira morreu, aos 52 anos, em decorrência de uma tromboembolia pulmonar.

– Parece que a bispa nunca teve assim uma saúde [forte], é meio frágil. Mas ela foi vítima de uma embolia, de um trombo pulmonar – revelou.

Oídes José do Carmo também deu detalhes do que teria acontecido:

– Faleceu em casa, quando a filha foi de manhã chamar por ela. Ela levou [a mãe] para lá [hospital], foi feita a autópsia e o Hospital Sírio Libanês então identificou que ela sofreu uma embolia no pulmão. Foi algo fatal.

O líder assembleiano também revelou que a bispa se recuperava de outro problema de saúde, mas não revelou qual. Ele também criticou as diversas teorias que surgiram e disse que as redes sociais são um mundo “cruel”.

Assista:

Fonte: Pleno News e Canal da Assembleia de Deus Campinas, em Goiânia

Desabamento do teto de igreja em Salvador deixa uma turista morta e seis feridos

Teto da Igreja de São Francisco desaba em Salvador (Foto: Defesa Civil de Salvador)
Teto da Igreja de São Francisco desaba em Salvador (Foto: Defesa Civil de Salvador)

O desabamento do teto da Igreja de São Francisco de Assis, localizada no Centro Histórico de Salvador (BA), na tarde desta quarta-feira (05/02), resultou na morte de Giulia Panchoni Righetto, de 26 anos, e deixou outras seis pessoas feridas. Equipes da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Civil da Bahia foram mobilizadas para prestar socorro e iniciar a investigação das causas do acidente.

O Ministério da Cultura e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) manifestaram “profundo pesar pelo trágico desabamento de parte do forro do teto” da igreja. Em nota oficial, as instituições expressaram solidariedade às vítimas, seus familiares e à comunidade local.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também lamentou o ocorrido e afirmou que o governo federal atuará na “reconstrução desse lugar sagrado para milhares de brasileiros”. A ministra da Cultura, Margareth Menezes, classificou o acidente como uma “tragédia” e informou que estará em Salvador nesta quinta-feira (06/02) para acompanhar a situação de perto.

A Igreja de São Francisco de Assis é um dos principais patrimônios históricos e culturais do Brasil, reconhecida por sua arquitetura barroca e painéis de azulejaria portuguesa. A edificação pertence à Ordem Primeira de São Francisco, responsável pela sua manutenção.

O Iphan esclareceu que realiza ações contínuas de preservação do patrimônio e destacou que a restauração dos painéis de azulejaria foi concluída em maio de 2023. Além disso, um projeto para a restauração completa do edifício já está em fase de elaboração.

As autoridades competentes investigam as causas do desabamento, e os órgãos responsáveis garantiram que estão à disposição para adotar as medidas necessárias para preservar e restaurar a igreja. A tragédia reacende o debate sobre a conservação de patrimônios históricos no Brasil e a necessidade de fiscalizações rigorosas para evitar acidentes semelhantes.

Quem era a turista morta

O desabamento de parte do teto da Igreja de São Francisco de Assis, localizada no Pelourinho, provocou a morte de Giulia Panchoni Righetto, de 26 anos, na tarde desta quarta-feira (5). A vítima era natural de Ribeirão Preto, interior paulista, e estava visitando o prédio histórico quando houve o colapso das estruturas do local.

Em nota, a Polícia Civil da Bahia afirma que investiga a morte de Giulia por meio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Segundo a Defesa Civil de Salvador, o espaço central da igreja cedeu durante um momento em que o templo estava aberto e recebia fiéis.

Fonte: Agência Brasil, Go InFoco e Pleno News

Política migratória de Donald Trump esvazia igrejas evangélicas nos EUA

Culto em uma igreja (Foto: canva pro)
Culto em uma igreja (Foto: canva pro)

Desde a posse de Donald Trump em 20 de janeiro de 2025, a comunidade brasileira sem documentação nos Estados Unidos vive um clima de medo e insegurança. A promessa do ex-presidente de intensificar as deportações se concretizou, atingindo até mesmo espaços antes considerados seguros, como igrejas evangélicas frequentadas por imigrantes.

Mais de 4,5 mil imigrantes irregulares ou que cometeram algum delito foram detidos pelos agentes do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) com o objetivo de deportá-los em cumprimento à legislação. O órgão passou a ter autorização para realizar batidas em templos religiosos, escolas e clínicas médicas, revogando proteções que garantiam segurança a imigrantes nesses locais.

Uma reportagem da BBC News Brasil, assinada pelos jornalistas Vitor Tavares e Mariana Sanches, revelou que igrejas evangélicas nos EUA, muitas delas alinhadas ao bolsonarismo e que antes apoiavam a reeleição de Trump, agora sofrem com a evasão de fiéis temerosos das novas políticas.

O cenário nos cultos já mudou significativamente, como relatou Fernanda, uma estudante brasileira que vive no país. Segundo ela, os templos estão cada vez mais vazios porque os imigrantes têm medo até de frequentar a igreja.

A situação representa um dilema para pastores brasileiros nos EUA, que antes promoviam a candidatura de Trump reforçando discursos nacionalistas e conservadores, mas agora precisam lidar com os impactos diretos sobre seus fiéis.

Um pastor brasileiro que atua em Orlando afirmou, sob anonimato, que sua igreja tem adotado uma postura de cautela e evitado oferecer auxílio jurídico a membros sem documentação, além de não incentivar novas imigrações irregulares. Para ele, o cenário é preocupante, pois muitos dos que estão sendo afetados não são criminosos ou delinquentes, mas apenas pessoas buscando melhores condições de vida.

“Lógico que causa pânico nas pessoas, grande parte imigrante sem documento, que não são criminosos nem delinquentes”, afirmou.

Apesar disso, ele evitou críticas diretas ao governo Trump, demonstrando a dificuldade dessas igrejas em conciliar sua base eleitoral com a realidade enfrentada pelos imigrantes.

O endurecimento das políticas migratórias tem gerado um efeito psicológico devastador na comunidade brasileira nos Estados Unidos. Grupos de WhatsApp são inundados com mensagens de alerta sobre supostas operações do ICE, muitas vezes sem confirmação.

O influenciador Junior Pena, que mora no país há 15 anos e acumula mais de um milhão de seguidores no TikTok, descreveu os primeiros dias de Trump como “100 dias de puro terror”. Segundo ele, muitos brasileiros já manifestam o desejo de retornar ao Brasil, temendo as deportações em massa prometidas pelo presidente.

“A gente tem ouvido falar que Trump vai mostrar a força que tem e fazer o que prometeu, que é a deportação”, disse Pena.

Mesmo aqueles com status migratório regular passaram a adotar medidas preventivas. Um advogado especializado em imigração relatou que tem orientado seus clientes a evitarem locais onde há grande concentração de imigrantes, como supermercados brasileiros e festas comunitárias, por medo de eventuais fiscalizações.

Enquanto isso, o ex-presidente Jair Bolsonaro manifestou apoio às políticas migratórias de Trump. Em entrevista à CNN Brasil, ele afirmou que o republicano está “fazendo a coisa certa” ao intensificar a repressão contra imigrantes ilegais. “No lugar dele, eu faria a mesma coisa”, declarou Bolsonaro.

Marido de cantora gospel da Lagoinha detido pela imigração

O casal Lucas e Suyanne Amaral, membros da Igreja Lagoinha, enfrenta um momento delicado após a prisão de Lucas pelo Departamento de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE). Ele foi detido durante uma blitz migratória realizada entre a Rota 20 e a Main Street, em Marlboro, Massachusetts, devido à sua permanência irregular no país.

A prisão ocorreu enquanto Lucas seguia para o trabalho. A esposa, Suyanne Boechat Amaral, relatou ao influenciador Beto, do perfil “Classificados de Marlboro”, que a abordagem foi aleatória, e os agentes identificaram que ele havia excedido o tempo permitido pelo visto de turista. Sem antecedentes criminais, Lucas trabalhava como pintor e era o principal provedor da família.

Grávida de um mês e meio e mãe de uma criança de três anos, Suyanne declarou que está apreensiva com o futuro financeiro da família. O casal participa ativamente dos cultos da Igreja Lagoinha de Leominster, onde ela atua como cantora gospel e Lucas como tecladista.

O que dizem os pastores brasileiros sobre o impacto da política imigratória nos EUA

De acordo com o pastor Julliano Socio, líder da Christian Community Church em Fairfield, Connecticut, existe uma grande incerteza sobre a questão, pois circula muita desinformação. As mídias divulgam informações contraditórias, enquanto o governo apresenta dados diferentes.

“Ainda não há uma opinião clara ou uma informação consolidada sobre quem, de fato, são os alvos dessa operação do governo”, afirma Julliano. Além disso, há um clima de tensão nas redes sociais, especialmente no WhatsApp, onde vídeos são compartilhados sem verificação da veracidade, gerando pânico entre as pessoas.

O pastor observa que o novo presidente está apenas fazendo cumprir leis já existentes, sem ter aprovado novas medidas. “O que mudou foi a ênfase na aplicação da legislação. Sob o governo Biden, a abordagem era diferente; agora, Trump adota outra postura”, explica.

Em relação à frequência nos cultos, Julliano salienta que houve uma queda no número de participantes no último domingo, mas ainda é cedo para afirmar se isso resultará em um esvaziamento da igreja. “Essa situação não está relacionada diretamente à igreja, mas acredito que as pessoas estão desmotivadas a sair de casa por causa do medo.”

Ele destaca que todos os imigrantes sem documentação se sentem ameaçados. Por isso, “a igreja precisa informar seus membros sobre o que está acontecendo, detalhar as ações do governo e, acima de tudo, oferecer consolo, esperança e oração para as pessoas”, acrescenta o pastor Julliano, ressaltando que a situação está gerando crises de ansiedade e pânico. “A função da igreja é sempre cuidar da alma das pessoas e pregar o Evangelho.”

Arrependimento e conserto

Líder da Igreja Presbiteriana da América, em Newark, Nova Jersey, o pastor Renato Bernardes compartilha que promoveu uma reunião para orientar e informar os membros da igreja. Segundo ele, de 350 congregados apenas 50 está de forma legalizada no país. Mesmo assim, a presença nas atividades congregacionais não diminuiu, pelo menos por enquanto. “Pessoas têm nos procurado em busca de conselhos e instruções”, pontua. A igreja, inclusive, possui impressos com informações para esclarecer a membresia.

Ele expõe que a maioria ilegal trabalha em subemprego e não tem condições financeiras para custear a documentação. “Estamos orando incessantemente para que o Senhor intervenha e haja mudança radical no processo de imigração, para que a situação dessas pessoas seja regularizada.”

Há 51 anos nos EUA, Bernardes observa que a hostilidade pelos imigrantes irregulares têm relação com o não pagamento de impostos. “Eles utilizam os serviços que o governo oferece sem contribuir. Então, alguém tem que pagar por isso.”

Independente da situação, o pastor acredita que não há motivos para temer. Isto porque a base do cristão precisa estar firmada nas palavras registradas em Salmos 46.1,2: Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Pelo que não temeremos, ainda que se mude a terra, e ainda que se transportem os montes para o meio dos mares. Assim, “se Deus quiser que fiquem, não haverá nada que impeça.”

Em contrapartida, o pastor Renato diz que é a oportunidade para o conserto, a começar pedindo perdão pelos erros de imigração. “É preciso ser e viver como indivíduos exemplares, mesmo estando no país sem documentos”, prega e complementa: “A verdade deve ser dita por essas pessoas, para que encontrem meios para solucionar a questão com confiança e dependência do Senhor.”

Objetivo governamental

O pastor Ney Ladeia, líder da Primeira Igreja Batista Brasileira da Flórida, em Pompano Beach, afirma que não tem conhecimento de nenhum membro da igreja que esteja em situação irregular no país. No entanto, reconhece que nem todos podem estar devidamente documentados. “A igreja sempre orientou as pessoas a buscarem formas legais e éticas para regularizar sua situação imigratória, inclusive recomendando advogados”, explica.

Segundo ele, a ação do governo tem como principal objetivo combater a ação de coiotes, coibir a entrada ilegal no país, especialmente pelas fronteiras, e reduzir o número de imigrantes envolvidos em crimes. “Contudo, após essa ação inicial, é possível que o ritmo dessa fiscalização diminua”, sublinha o pastor, lembrando que, ao longo dos governos, a deportação sempre foi uma prática constante. “É um procedimento padrão. Mesmo que o impacto inicial do novo presidente diminua, a política de imigração continua sendo uma realidade comum no país. Portanto, o risco para os imigrantes ilegais sempre existirá.”

No entanto, o pastor Ladeia destaca que, com o anúncio das novas medidas e a atenção da mídia sobre o tema, muitas pessoas sem documentos se sentem intimidadas e preocupadas, o que acaba sendo um dos objetivos das autoridades. “O governo tem interesse em intimidar, especialmente aqueles que apoiam ou facilitam a ação ilegal”, conclui.

Metodista Livre

A Free Methodist Church USA, em carta aberta, destacou que muitos cristãos enfrentam um novo nível de vulnerabilidade e medo, e que a igreja tem sido uma voz para os crentes estrangeiros que fogem da perseguição religiosa. “Temos muitas igrejas estabelecidas, novas ou em crescimento nos Estados Unidos, formadas por imigrantes que chegaram ao nosso país superando obstáculos incríveis, trazendo consigo o compromisso de servir ao Senhor e construir Seu Reino.”

A denominação ressalta ainda que eles trabalham intensamente por suas famílias e pagam seus impostos. “Lamentamos que carreguem o fardo de generalizações prejudiciais e abrangentes sobre os imigrantes, que os desvalorizam e influenciam injustamente os outros contra eles. Preocupações com invasões e deportações, até mesmo de seus locais de culto, ofuscam o bom trabalho evangelístico que estão fazendo.”

No comunicado, a denominação expressa profunda preocupação com a “dor real” que algumas pessoas na comunidade estão enfrentando. “Neste momento, podemos nos solidarizar e oferecer abrigo e cuidados aos afetados pelas recentes ordens executivas”, pontuou e acrescentou: “Desde o início da aliança de Deus com Seu povo, Ele ordenou que cuidássemos daqueles que vêm até nós, fugindo da fome, da guerra ou da perseguição e caminhando na direção da paz e de um meio de sustentar a si mesmos e suas famílias.”

Entre o medo e a lealdade

As igrejas evangélicas brasileiras nos EUA, que foram aliadas de Trump durante a campanha, agora enfrentam um impasse. Por um lado, precisam lidar com a ausência de fiéis, temerosos de frequentar os cultos. Por outro, hesitam em romper com o apoio ao ex-presidente dos EUA, cujos valores conservadores ainda ressoam entre os líderes religiosos.

Esse dilema reflete um choque entre ideologia e realidade. Enquanto os templos evangélicos defendiam Trump por seu discurso contra pautas progressistas, hoje lidam com o impacto direto de suas políticas imigratórias.

O destino dessas igrejas agora depende de como seus líderes reagirão ao novo cenário. Continuarão fiéis a Trump, mesmo às custas de seus próprios fiéis? Ou reconhecerão que a repressão migratória afeta diretamente aqueles que antes o apoiavam?

Enquanto essa resposta não vem, milhares de imigrantes brasileiros seguem vivendo sob medo, tentando passar despercebidos, evitando locais públicos e modificando suas rotinas. A promessa de Trump de uma repressão ainda maior nos próximos meses mantém a incerteza sobre o futuro da comunidade brasileira nos EUA.

Folha Gospel com informações de Fórum, BBC Brasil, Fuxico Gospel, CNN Brasil e Comunhão

Influenciadora Antônia Fontenelle faz duras críticas a igreja de André Valadão

Antonia Fontenelle e André Valadão. (Foto: Reprodução/internet)
Antonia Fontenelle e André Valadão. (Foto: Reprodução/internet)

A influenciadora Antônia Fontenelle gerou uma grande polêmica nos últimos dias ao fazer duras críticas à Igreja Batista da Lagoinha, liderada pelo pastor André Valadão. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, ela afirmou que a instituição coloca a arrecadação financeira acima do acolhimento espiritual.

Fontenelle descreveu sua experiência na igreja e apontou o que considera um foco excessivo em dinheiro e ostentação. “A Lagoinha é papo de Rolex, a Lagoinha tem mais máquina de dízimo do que gente dentro daquele lugar gigante. É dinheiro, é Rolex, é relógio, é tudo que tem dentro da bolsa, eles jogam naquele palco e as pessoas recolhendo”, afirmou a influenciadora.

A apresentadora também criticou a forma como fiéis são conduzidos durante os cultos, sugerindo que há uma manipulação emocional que leva muitos a doarem valores expressivos. “O que eu vi de gente fraca no auge, porque tem toda uma preparação, tem toda uma preparação e vai, vai, vai, vai para a hora da grande catarse. Aí o fraco, as mentes fracas que vão ali em busca de alguma coisa, pega tudo que tem e joga no palco”, declarou.

Ainda no vídeo, Fontenelle fez uma comparação entre a igreja e as religiões de matriz africana, destacando que estas, segundo ela, não disputam templos, em referência ao embate judicial entre os pastores André e Felippe Valadão.

Fonte: Portal UAI

Filha da bispa Keila Ferreira é consagrada pastora durante culto fúnebre

Marinna Ferreira, filha do bispo Samuel Ferreira e da bispa Keila Ferreira, que faleceu em 1º de fevereiro, foi consagrada pastora durante culto fúnebre da mãe. (Foto: Reprodução
Marinna Ferreira, filha do bispo Samuel Ferreira e da bispa Keila Ferreira, que faleceu em 1º de fevereiro, foi consagrada pastora durante culto fúnebre da mãe. (Foto: Reprodução

Durante o culto fúnebre da bispa Keila Ferreira, ocorrido na última segunda-feira (3), Marinna Costa Ferreira foi ungida ao ministério pastoral. A ordenação aconteceu a pedido do bispo Abner Ferreira, tio da jovem, e foi conduzida pelo bispo primaz Manoel Ferreira, avô de Marinna.

Visivelmente abatido, o bispo Samuel Ferreira compartilhou uma palavra com os presentes. Ele explicou que, desde o falecimento de sua esposa, no sábado (1º), a Confederação de Irmãs Beneficentes Evangélicas Nacional (Ciben) estava sem presidência. Entretanto, a partir daquele momento, a liderança seria restaurada.

Desse modo, Marinna Ferreira, que é casada com o pastor Igor Nunes Sousa Ferreira, assumiu a presidência mundial da Ciben, cargo que havia sido deixado por sua mãe. Como evangelista, ela já liderava a Frente Jovem da Assembleia de Deus do Brás.

Antes da cerimônia de consagração, a bispa Sônia Hernandes, da Igreja Renascer em Cristo, encorajou a família a não interromper o ministério, mas a continuar honrando o legado deixado por Keila. “Desde o bispo Manoel até todos os filhos, a família de vocês tem tocado o Brasil e o mundo. Por amor a Keila, você vai subir ao altar, Manoel, e você vai pregar. Marinna, você vai louvar como nunca louvou.”

Fonte: Comunhão

Cristãos temem pelo seu futuro na Síria

Homem segura foto do ditador da Síria, Bashar al-Assad, que renunciou e deixou o país (Foto: Flickr/Beshr Abdulhadi)
Homem segura foto do ditador da Síria, Bashar al-Assad, que renunciou e deixou o país (Foto: Flickr/Beshr Abdulhadi)

Quando Bashar al-Assad foi deposto por rebeldes islâmicos na Síria em dezembro, após 14 anos de guerra civil, houve preocupações sobre o que isso poderia significar para a comunidade cristã no estado problemático.

Se al-Assad era um tirano, ele era pelo menos um tirano secular e, portanto, não sentiu necessidade de vitimizar ou destruir o cristianismo sob seu governo, algo que nem sempre pode ser dito sobre os governos do Oriente Médio.

Embora houvesse muitos grupos armados que se opunham a al-Assad, foi Hay’at Tahrir-Sham (HTS) que deu o golpe mortal e agora detém as rédeas do poder na Síria. Apesar de às vezes ter uma mensagem de “inclusão” de acordo com a BBC, o HTS sendo um desdobramento da al-Qaeda, é uma fonte óbvia de preocupação para os cristãos no país.

A nova liderança na Síria indicou que permitirá a liberdade religiosa, no entanto, relatos da área sugerem que a falta de autoridade central pode estar levando a incidentes de discriminação no local.

Uma fonte no local disse à instituição de caridade católica Ajuda à Igreja que Sofre (ACN) que, embora os líderes da igreja tenham recebido garantias pessoais de que as minorias religiosas terão direitos iguais sob a nova constituição, houve casos de islâmicos impondo segregação de gênero no transporte público e forçando as mulheres a usar véus.

A fonte acrescentou que a atenção internacional ao país está impedindo que excessos sejam cometidos pelo novo governo nas principais cidades: “Damasco está no centro das atenções, o que pressiona os antigos rebeldes a serem mais pacíficos e a manter a imagem positiva que têm”.

Embora os islâmicos tenham se comportado bem em grandes cidades como Damasco e Aleppo, a fonte afirmou que as coisas eram diferentes em cidades menores como Homs e Hama.

“É uma área mista, com dez confissões religiosas morando no mesmo lugar, e os bairros são mistos, o que dificulta”, disseram.

“Também foi uma situação difícil durante a guerra. As pessoas evitam estar nas ruas depois das 17h.

“Há jihadistas nas ruas, usando megafones para pedir que as pessoas se convertam ao islamismo e pedindo que as mulheres usem véu.

“O medo é realmente muito significativo – os cristãos não podem trabalhar, muitos ficam em casa.”

Uma parte da Síria conhecida como Vale dos Cristãos, devido à sua população exclusivamente cristã, foi descrita como pacífica. No entanto, viajar para dentro e para fora da área pode ser perigoso.

Às vezes, os militantes montam barreiras nas estradas, negam passagem e levam os pertences daqueles que não se convertem ao islamismo.

Em última análise, são as realidades locais, e não as promessas políticas, que determinarão o destino da população cristã da Síria. Não esqueçamos que, na Coreia do Norte, a liberdade religiosa é garantida pela constituição e, ainda assim, não significa nada.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

MC Jottapê anuncia conversão e fim de carreira no funk: “Cristo vive em mim”

MC Jottapê anuncia conversão durante show. (Foto: Reprodução/Instagram/Jottapê)
MC Jottapê anuncia conversão durante show. (Foto: Reprodução/Instagram/Jottapê)

No último sábado (1), durante um evento da Netflix, o cantor Jottapê fez uma última apresentação de funk ao anunciar o fim da carreira e testemunhar sua conversão.

Além da carreira na música, o cantor de 24 anos ficou conhecido pelo personagem do MC Doni na série brasileira da Netflix “Sintonia”. O anúncio do fim da carreira no funk ocorreu no estádio do Canindé, em São Paulo.

Na ocasião, Jottapê compartilhou: “Eu tenho um anúncio a fazer, algumas pessoas aqui me acompanham nas redes sociais. Isso que vocês acabaram de ver aqui, família, foi a minha última apresentação no funk. Eu quero agradecer a todo mundo que me acompanhou até aqui”.

Ainda no palco, o cantor testemunhou sobre o seu processo de conversão: “Por muito tempo, eu corri atrás de tudo, dinheiro, fama e eu consegui tudo isso, mas eu tinha um vazio enorme dentro de mim que nada preenchia. E graças a Deus, hoje eu não tenho mais esse vazio. E com a permissão de todo mundo, eu queria falar uma coisinha aqui para vocês”.

Nesse momento, Estefany Boro — esposa de Jottapê — entrega a ele uma faixa. Ao mostrar a faixa para o público, ele declarou: “Não vivo mais eu, mas Cristo vive em mim”.

O vídeo recebeu mais de 900 mil curtidas no Instagram e muitos glorificaram a Deus pela decisão de Jottapê.

No último domingo (2), ele disse nos stories: “Ainda estou processando tudo o que aconteceu. Foi uma benção. Deus planejou tudo isso”. 

E continuou: “Eu confesso que a única coisa que eu tinha preparado era aquela faixa, e eu fiquei pensando: ‘O que será que eu falo nesse momento?’”. 

Jottapê contou que se lembrou da passagem bíblica em Lucas 12: 11-12, que diz: “Quando os levarem às sinagogas e diante dos governantes e das autoridades, não se preocupem com a forma pela qual se defenderão nem com o que dirão, pois, naquela hora, o Espírito Santo lhes ensinará o que deverão dizer”.

“E foi exatamente o que aconteceu”, declarou o cantor.

Conversão

Em um vídeo no YouTube, Jottapê e Estefany relataram como foi o processo de conversão do casal.

O cantor relatou que cresceu em um lar cristão e Estefany veio de uma família católica. No entanto, ela explicou que não tinha costume de frequentar a igreja regularmente.

“Tinha coisas que já vinham me incomodando e coisas que estavam incomodando o Jota. Eu e ele sempre conversamos e chegou a um ponto que nós não estávamos bem e fomos para um culto. Ali mesmo a gente sentiu no coração de aceitar Jesus”, disse Estefany.

E Jottapê acrescentou: “Antes a gente começou a fazer células em casa e ali a gente foi dando abertura para o Espírito Santo e algumas coisas foram nos constrangendo”.

O casal, que viveu “experiências extraordinárias” com Deus, explicou que, após seguir a Cristo, decidiram renunciar seu antigo estilo de vida. Eles se batizaram juntos e entenderam o chamado do Senhor.

Refletindo sobre seus antigos trabalhos e a influência que sempre esteve em sua vida, Jottapê afirmou: “Eu me perguntava: ‘Por que toda essa relevância?’. Hoje, a gente entende que é para falar de Jesus. Desde os talentos que Ele me deu, desde a atuação ao musical, então eu comecei a usar para passar mensagens bíblicas e futuramente eu pretendo usar meu talento musical para o Reino”.

“Agora a gente entendeu a nossa influência. Desde que a gente se converteu, a gente pede para Deus nos usar como instrumentos Dele e Ele tem usado”, acrescentou Estefany.

O casal também decidiu romper o contrato com uma empresa de apostas online, pois entenderam que não é lícito seguir sendo patrocinados por jogos de azar.

A decisão trouxe consequências financeiras no valor de R$ 3 milhões em multas contratuais. Hoje, eles congregam na igreja Paz Church em Santana de Parnaíba.

No Instagram, Jottapê afirmou: “Nada é no nosso tempo e sim no tempo de Deus! Então, venho aqui comunicar vocês que aquele velho homem não existe mais. Para quem não sabe, eu cresci na igreja, porém me afastei por me decepcionar e me machucar com ela. Mas, Jesus deixou as 99 ovelhas para buscar uma e dizer que quem me decepcionou foi o homem, e não Ele. E, mesmo com tantos pecados, Ele me recebeu em seus braços, me perdoando e mostrando o quanto ele me ama”.

“Nesse processo, abandonei muitas coisas que não convêm mais para mim, e ainda tenho muitas a abandonar, mas saibam que Jesus é o caminho, a verdade e a vida, e todo sangue que Ele derramou na cruz foi por mim e por você. O universo que eu vivia hoje não faz mais sentido para mim, estou resolvendo o que tenho que resolver, cumprindo contratos que ainda tenho que cumprir, porém, meu coração já está em Cristo, e o resto Ele vai prover para que a obra Dele seja feita. Hoje, eu entendo tudo o que o Senhor Jesus planejou, e o porquê de todos vocês me acompanham aqui. É chegada a hora de espalhar o Evangelho e apresentar o verdadeiro Jesus para quem me escuta”, concluiu.

Fonte: Guia-me

Senado Federal prestará homenagem póstuma à bispa Keila Ferreira

Bispa Keila Ferreira faleceu em 1º de fevereiro de 2025 (Foto: Reprodução)
Bispa Keila Ferreira faleceu em 1º de fevereiro de 2025 (Foto: Reprodução)

O Senado Federal prestará uma homenagem póstuma à bispa Keila Ferreira, que morreu no último sábado (1º). A iniciativa partiu do senador Magno Malta (PL-ES), que apresentou um voto de pesar e solicitou também a realização de uma Sessão Especial no dia 4 de abril, um dia após a data em que a bispa completaria 53 anos.

Keila Ferreira foi uma das mais importantes lideranças do meio evangélico no Brasil, especialmente na Assembleia de Deus do Brás (AD Brás). Esposa do bispo Samuel Ferreira, líder da denominação, Keila desempenhou um papel fundamental na promoção da fé cristã e no fortalecimento da participação feminina na igreja e na sociedade​.

O senador Magno Malta protocolou um voto de pesar pelo falecimento da bispa Keila, expressando condolências ao bispo Samuel Ferreira, seus filhos, Manoel Ferreira Neto e Marinna Ferreira, e a toda a família. Malta enfatizou que a comoção gerada pelo passamento da bispa demonstra o impacto de sua trajetória na comunidade cristã e na sociedade brasileira​.

A homenagem ocorrerá no Plenário do Senado no dia 4 de abril, reunindo autoridades religiosas e políticas.

Magno Malta ressaltou a importância de relembrar o legado de Keila Ferreira, que, segundo ele, “foi um exemplo de fé, amor ao próximo e compromisso com os valores cristãos”. O senador destacou que a homenagem também será um momento de reflexão sobre a influência de seu trabalho e sua dedicação ao Reino de Deus.

Legado da bispa Keila

Graduada em Direito e Teologia, Keila Ferreira dedicou sua vida ao trabalho missionário e social, liderando entidades como a Confederação de Irmãs Beneficentes Evangélicas Mundial (CIBEM) e o Instituto de Desenvolvimento Educacional e Assistência Social (IDEAS). Seu compromisso com a educação e o apoio às famílias em situação de vulnerabilidade fez dela uma referência no Brasil e no exterior.

Fonte: Pleno News

Ataque deixa igrejas fechadas no Congo

Igreja na República Democrática do Congo (Foto: Portas Abertas)
Igreja na República Democrática do Congo (Foto: Portas Abertas)

Na terça-feira, 26 de janeiro de 2025, os rebeldes do M23 marcharam para a cidade de Goma, no Leste da República Democrática do Congo. Goma é uma cidade estratégica, rica em minerais, a capital da província e compartilha uma fronteira com Ruanda, a leste, por isso foi escolhida pelos rebeldes.

O M23, Movimento 23 de Março, é um entre as centenas de grupos armados ativos no país. O nome tem origem um acordo de paz assinado em 23 de março de 2009, mas o grupo foi oficialmente formado em 2012. A insegurança colocou a região na República Democrática do Congo sob atenção internacional.

No domingo, várias partes de Goma estavam sem eletricidade e abastecimento de água enquanto os combates continuavam entre o M23 e o exército congolês. No momento, é difícil para os parceiros locais da Portas Abertas entrarem em contato com pessoas em Goma e arredores, pois as linhas telefônicas e de internet também foram cortadas.

Igrejas fechadas

Vídeos online e as poucas informações de contatos locais sugerem que o exército congolês (FARDC) retomou o controle de Goma, mas isso ainda precisa ser confirmado. O M23 é liderado por tutsis, um grupo étnico vítima de um grande genocídio no país. O grupo tomou de Goma pela primeira vez em 2012 e foi alvo de duras críticas internacionais por acusações de crimes de guerra e violações dos direitos humanos.

Atualmente, o M23 controla grandes partes do estado de Kivu do Norte e têm como alvo outras cidades na defesa da cultura tutsi. Em fevereiro de 2024, rebeldes do M23 encontraram 14 homens cristãos trabalhando em terras agrícolas em Kivu do Norte. Eles exigiram que os homens se juntassem ao combate. Como não foram obedecidos, os rebeldes mataram os cristãos. Nesse contexto de violência, milhares de civis foram deslocados, muitos dos quais já estavam em uma situação precária devido à insegurança na República Democrática do Congo.

A situação também tem o potencial de desestabilizar outras partes da África Subsaariana, como Ruanda e Uganda. Os hospitais estão sobrecarregados e civis são feridos, pegos no fogo cruzado. Outras centenas de pessoas temem ser mortas. À medida que os combates continuam, muitas atividades dentro da cidade sob controle do M23 foram canceladas, incluindo cultos e celebrações religiosas.

Cristãos deslocados pela violência pedem socorro 

Nossos irmãos e irmãs na fé são obrigados a deixar casa, família e muito mais em 61 países. Por isso, no dia 15 de junho, milhares de igrejas no Brasil e América Latina estarão unidas em oração por eles no Domingo da Igreja Perseguida. Faça parte!  

Fonte: Portas Abertas

Grammy Awards 2025: Cece Winans vence em duas categorias

Cece Winans ganhou em duas categorias do Grammy Awards 2025. (Foto: Reprodução / X @seederek.)
Cece Winans ganhou em duas categorias do Grammy Awards 2025. (Foto: Reprodução / X @seederek.)

A popular cantora gospel norte-americana, Cece Winans, ganhou dois Grammys, incluindo Melhor Álbum Gospel por “More Than This” e Melhor Performance e Canção de Música Cristã Contemporânea por sua colaboração em “That’s My King”, lançado em 2024. A cerimônia do 67º Grammy Awards ocorreu nesse domingo (02), em Los Angeles, nos Estados Unidos.

O prêmio de Melhor Performance / Música Gospel foi para uma colaboração na canção “One Hallelujah”, que inclui Tasha Cobbs Leonard, Erica Campbell e Israel Houghton, com Jonathan McReynolds e Jekalyn Carr.

Enquanto isso, o DOE ficou sem palavras após receber o prêmio de Melhor Álbum Contemporâneo por “Heart Of A Human”. Confira as canções vencedoras de cada categoria do Grammy Awards 2025.

Entre os indicados, que foram divulgados no mês de novembro do ano passado, concorriam em diferentes categorias ministérios como a Bethel Music, Brandon Lake, CeCe Winans e Forest Frank, todos reconhecidos por suas contribuições ao gospel. Confira aqui!

Confira a lista completa de indicados e vencedores das categorias de música cristã para o Grammy Awards de 2025!

Melhor Performance Gospel/Canção

– “Church Doors” — Yolanda Adams; Sir William James Baptist e Donald Lawrence, compositores
– “Ontem” — Melvin Crispell III
– “Hold On (Ao Vivo)” — Ricky Dillard
– “Mãos Sagradas” — DOE; Jesse Paul Barrera, Jeffrey Castro Bernat, Dominique Jones, Timothy Ferguson, Kelby Shavon Johnson, Jr., Jonathan McReynolds, Rickey Slikk Muzik Offord e Juan Winans, compositores
– “One Hallelujah” — Tasha Cobbs Leonard, Erica Campbell e Israel Houghton Com Jonathan McReynolds e Jekalyn Carr; – VENCEDOR

Melhor Performance/Canção de Música Cristã Contemporânea

– “Holy Forever (ao vivo)” — Bethel Music, Jenn Johnson com CeCe Winans
– “Praise” — Elevation Worship com Brandon Lake, Chris Brown e Chandler Moore;  
– “Firm Foundation (He Won’t)” — Honor & Glory com Disciple
– “Em Nome de Jesus” — JWLKRS Worship e Maverick City Music com Chandler Moore; 
– “In The Room” — Maverick City Music, Naomi Raine e Chandler Moore com Tasha Cobbs Leonard; G. Morris Coleman, Tasha Cobbs Leonard e Naomi Raine, compositores
– “That’s My King” — CeCe Winans; Taylor Agan, Kellie Gamble, Llyod Nicks e Jess Russ, compositores – VENCEDOR

Melhor Álbum Gospel

– Coberto Vol. 1 — Melvin Crispell III
– Mestre de Coro II (Ao Vivo) — Ricky Dillard
– Dia dos Pais — Kirk Franklin
– Ainda Karen — Karen Clark Sheard
– “More Than This” — CeCe Winans – VENCEDOR

Melhor Álbum de Música Cristã Contemporânea

– “Heart Of A Human” — DOE – VENCEDOR
 “Quando o vento encontra o fogo” — Elevation Worship
– “Filho de Deus” — Forrest Frank
– “Casaco de muitas cores” — Brandon Lake_
– “The Maverick Way Completo” — Maverick City Music, Naomi Raine e Chandler Moore

Melhor Álbum Gospel Roots

– “As Sessões do Evangelho, Vol 2” — Authentic Unlimited
 “O Evangelho Segundo Marcos” — Mark D. Conklin
– “Rapsódia” — The Harlem Gospel Travelers
– “Church” — Cory Henry – VENCEDOR
– “Amando você” — The Nelons

Fonte: Comunhão

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