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Morre apóstolo Rina, fundador da igreja Bola de Neve

Apóstolo Rina na Igreja Bola de Neve (Foto: Reprodução/YouTube)
Apóstolo Rina na Igreja Bola de Neve (Foto: Reprodução/YouTube)

Morreu neste domingo (17) Rinaldo Seixa Pereira, conhecido como Apóstolo Rina. Fundador do Bola de Neve, ele sofreu um acidente de moto, quando retornava para São Paulo pela Rodovia dos Bandeirantes, por volta das 18h30. Ele tinha 52 anos.

A informação foi confirmada pela Igreja Bola de Neve lamentou profundamente a perda de seu fundador, por meio de uma nota oficial.

Rina estaria voltando de um culto em São João da Boa Vista acompanhado do grupo Pregadores do Asfalto, o motoclube da Bola de Neve, quando perdeu o controle do veículo e caiu na pista.

Apóstolo Rina chegou a ser levado com vida e consciente para o Hospital da Unicamp, mas não resistiu aos ferimentos. Ele teria sofrido várias fraturas nas costelas.

Leia na íntegra:
Com profunda dor, informamos o falecimento do Apóstolo Rinaldo Luiz de Seixas Pereira, fundador da Igreja Bola de Neve, ocorrido neste dia 17 de novembro de 2024, em um fatídico acidente de moto no interior de São Paulo.

Neste momento de grande tristeza, nos colocamos em oração por sua família, amigos e toda a igreja que foi tão abençoada por seu ministério, deixando um legado que jamais será esquecido.

Informações sobre o velório e o sepultamento serão divulgadas em breve.

Pastores de diferentes denominações do Brasil começaram externar suas tristesas e gratidão, pela vida do Apóstolo Rina. O pastor Anderson Silva escreveu em suas redes sociais: “Nos vemos do outro lado do rio…”.

O pastor Josué Gonçalves escreveu no Instagram: “Hoje recebemos a notícia da partida para eternidade de um grande líder, Apóstolo Rina, que fez um lindo trabalho em nossa nação através da Igreja Bola de Neve. A causa morte foi um acidente de moto. Que o Espírito Santo console a família, irmãos e amigos”.

Apóstolo Rina

Rina foi uma figura de destaque no cenário evangélico brasileiro. Fundou a Igreja Bola de Neve em 1999, trazendo uma abordagem inovadora e cativante para o público jovem. Com cultos realizados em um ambiente descontraído, incluindo o uso de pranchas de surfe como púlpito, a igreja rapidamente ganhou adeptos e se expandiu para diversas cidades do Brasil e do mundo.

A igreja Bola de Neve é famosa por atrair fiéis ligados a esportes radicais, tendo mais de 560 igrejas em 34 países.

Rina foi responsável por transformar a forma como o evangelho era apresentado, impactando milhares de pessoas com sua mensagem de fé e estilo de vida único.

Rina estava afastado das atividades da igreja desde junho deste ano, após uma série de denúncias de agressão contra sua esposa, a cantora gospel Denise Seixas. Ela conseguiu uma medida protetiva na Justiça contra o apóstolo depois de relatar episódios de lesão corporal, injúria, difamação e violência psicológica.

Apesar de ter negado as acusações, ele foi afastado do Conselho Deliberativo da Bola de Neve. Na época, a igreja informou o afastamento de Rina por meio das redes sociais.

Folha Gospel com informações de Pleno News, Fuxico Gospel, Isto É e Comunhão

Adolescentes enfrentam dificuldades para adotar uma cosmovisão bíblica, revela estudo

Família orando (Fonto: Canva pro)
Família orando (Fonto: Canva pro)

Um estudo recente conduzido pelo Cultural Research Center (CRC) da Arizona Christian University revela um panorama desafiador sobre a adesão dos adolescentes aos pilares centrais de uma cosmovisão bíblica. O levantamento, que envolveu 400 crianças e adolescentes entre 8 e 12 anos, oferece uma visão sobre as crenças predominantes dessa nova geração, conforme exposto no livro do diretor de pesquisa do CRC, George Barna, “Raising Spiritual Champions: Nurturing Your Child’s Heart, Mind, and Soul” (Criando Campeões Espirituais: Nutrindo o Coração, a Mente e a Alma do Seu Filho – em tradução livre).

A pesquisa constatou que apenas 3% dos entrevistados afirmam adotar plenamente as sete bases de uma cosmovisão bíblica. Essa perspectiva é descrita como uma forma de ver e interpretar o mundo a partir dos ensinamentos da Bíblia, permitindo que a vida seja vivida em resposta às verdades reveladas nas Escrituras.

Embora a maioria (69%) reconheça a existência de Deus como Criador e Governante do universo, outras crenças essenciais à fé cristã são aceitas em proporções menores. Por exemplo, apenas 36% dos adolescentes concordam que a única solução para o pecado é buscar o perdão através de Jesus Cristo, e 35% consideram o pecado uma realidade significativa, reconhecendo que “somos todos pecadores por escolha”.

O estudo também mostrou que um em cada quatro participantes (25%) afirma confiar na Bíblia como totalmente verdadeira e relevante para suas vidas, enquanto 21% acreditam que ela fornece uma base completa para diferenciar o certo do errado. Apenas 17% dos jovens afirmaram que “sucesso” é viver de acordo com os ensinamentos bíblicos.

Esses dados indicam que a maioria dos adolescentes (58%) se identifica com apenas dois ou menos dos sete pilares centrais da cosmovisão bíblica. As crenças sobre vida após a morte também foram abordadas na pesquisa: 96% dos jovens conhecem o conceito de Céu, e 79% acreditam que é um lugar real. Quanto ao Inferno, 73% dos adolescentes o consideram uma existência real.

George Barna destaca o papel essencial dos influenciadores, como pais, avós, pastores e professores, na formação das crenças espirituais dos adolescentes. Segundo Barna, esses mentores devem se empenhar em transmitir os valores bíblicos por meio de uma presença ativa e consistente na vida dos jovens. O pesquisador também fez uma observação sobre o sincretismo, que parece estar ganhando força como a cosmovisão dominante entre os jovens.

Ele afirma que muitas crianças estão seguindo os passos de seus pais, dos quais apenas 2% têm uma cosmovisão bíblica consistente, enquanto 96% são sincretistas, misturando elementos de diversas crenças. Esses dados convidam à reflexão para pais, líderes e educadores cristãos, destacando a importância de fortalecer a transmissão dos princípios bíblicos às próximas gerações.

Leia também: Pastora destaca a importância de investir no ministério de adolescentes nas igrejas

Fonte: Comunhão

Igreja Presbiteriana anuncia cortes e reestruturação de ministérios em meio ao declínio de membros

O escritório nacional da Igreja Prebiteriana (EUA), localizado em Louisville, Kentucky. (Foto: Cortesia PCUSA)
O escritório nacional da Igreja Prebiteriana (EUA), localizado em Louisville, Kentucky. (Foto: Cortesia PCUSA)

A Igreja Presbiteriana dos EUA cortou 12 membros da equipe nacional como parte de um esforço para reconfigurar escritórios e ministérios devido a um declínio considerável no número de membros e doações ao longo dos anos.

Na semana passada, a maior denominação presbiteriana dos Estados Unidos anunciou que reestruturaria e simplificaria vários escritórios e ministérios devido ao declínio considerável, resultando na eliminação de mais de uma dúzia de cargos.

O Rev. Jihyun Oh, diretor executivo e secretário da Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana dos EUA, disse em uma declaração que este foi “um longo processo que busca alinhar a missão e o ministério de duas agências da Assembleia Geral às necessidades da igreja, da sociedade e da nossa denominação de hoje”.

“Temos no máximo metade do tamanho em comparação a quando as estruturas atuais foram criadas. Os padrões de migração estão trazendo vizinhos globais para nossas comunidades, de modo que o global é local e o local é global”, afirmou Oh.

“Trabalhando com líderes de agências predecessoras e do Grupo de Serviços Administrativos, além de buscar orientação da Comissão de Unificação, estamos caminhando em direção a ministérios sustentáveis ​​que se alinham melhor com nossa visão e valores, bem como com a missão e as prioridades do ministério.”

As mudanças planejadas visam alcançar um “orçamento sustentável e equilibrado para 2025-26” e incluirão uma redução de US$ 5 milhões ao longo desses dois anos e uma redução de pessoal.

A Igreja Presbiteriana dos EUA realizou um culto on-line na quarta-feira, com cerca de 90 funcionários presentes, para celebrar as carreiras dos 12 funcionários nacionais não identificados que serão dispensados. Os indivíduos cortados manterão seus benefícios, informou o Presbyterian News Service.

“Não importa como você venha, você é bem-vindo a este serviço”, disse Oh durante o serviço online. “Estou feliz que podemos estar juntos para agradecer a Deus pelo serviço de tantos e também pelas maneiras pelas quais Deus continua a nos chamar e nos acompanhar enquanto seguimos por nossas vidas e vocação.”

Declínio de membros

Assim como muitos grupos religiosos nos Estados Unidos, a Igreja Presbiteriana dos EUA sofreu um declínio considerável nas últimas décadas, com uma queda acentuada no número de membros.

Em maio do ano passado, o Escritório da Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana dos EUA divulgou um relatório estatístico anual mostrando que a denominação tinha aproximadamente 1,140 milhão de membros em 2022, um declínio acentuado em relação aos aproximadamente 2,5 milhões de membros que a igreja relatou ter em 2000.

A denominação caiu abaixo da marca de 2 milhões em 2011.

Em fevereiro, o conselho da A Corporation, que atua como entidade corporativa da Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana dos EUA, considerou seriamente vender a sede da denominação no centro de Louisville, Kentucky.

Conhecido como The Presbyterian Center, a liderança denominacional mudou-se para o edifício em agosto de 1988, logo após a fusão, em 1983, da Igreja Presbiteriana do sul dos EUA e da Igreja Presbiteriana Unida do norte dos EUA, que criou a Igreja Presbiteriana dos EUA.

O diretor de comunicações da PCUSA (Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos, sigla em inglês), Rick Jones, disse ao The Christian Post em uma entrevista anterior que a possível venda do prédio era parte de “uma conversa sobre o futuro a longo prazo” e acrescentou que “nenhuma decisão foi tomada sobre qual pode ser o futuro” do Centro.

“No entanto, as mudanças nos padrões da força de trabalho após a COVID levaram os líderes da igreja a considerar a melhor administração do centro e qual seria a melhor estratégia para o apoio aos ministérios atuais e futuros”, disse ele na época.

Folha Gospel com texto original de The Christian Post

Kaiky Mello vai à igreja pela primeira vez após acidente

Cantor Kaiky Mello em uma cadeira de rodas após acidente de moto (Foto: Instagram/@kaikymellooficiall)
Cantor Kaiky Mello em uma cadeira de rodas após acidente de moto (Foto: Instagram/@kaikymellooficiall)

O cantor Kaiky Mello foi à igreja pela primeira vez após sofrer um grave acidente no ano passado.

De cadeiras de rodas, Kaiky foi a um culto da igreja Ministério Apostólico Fontes do Altar, junto com sua família, no início de novembro, em Duque de Caxias (RJ).

Em publicação no Instagram, sua mãe, Tatiane, contou que a congregação e os líderes intercederam pelo cantor e declararam a restauração completa de sua saúde.

“Depois de 1 ano e 7 meses, o Kaiky voltou aonde ele ministrou pela última vez, antes de passar mal. A Igreja foi tomada por glória, oramos e profetizamos por cura!”, disse ela.

E acrescentou: “E o Senhor falou em meu coração: ‘A glória da segunda casa será maior do que a primeira’. Eu creio”.

Há mais de um ano fazendo tratamento para recuperar seus movimentos e funções cognitivas, Kaiky Mello vem apresentando melhoras.

“Ainda temos muito para evoluir, mas Deus está operando de pouco em pouco. Estamos vivendo o milagre todos os dias! Isso é Surreal! Deus faz! E terminará essa obra”, comemorou a mãe do cantor, anteriormente.

Acidente

No dia 29 de março de 2023, Kaiky Mello sofreu um acidente de moto elétrica e foi hospitalizado. De acordo com a assessoria da Central Gospel Music, ele passou mal enquanto voltava da escola e sofreu um acidente.

O cantor precisou passar por uma cirurgia após apresentar um coágulo na cabeça. O jovem ficou em coma induzido durante mais de 40 dias.

Depois de passar quatro meses internado, Kaiky recebeu alta e, desde então, segue em tratamento de recuperação em casa, com vários profissionais da saúde.

Sobre Kaiky

Kaiky Mello começou a cantar aos 9 anos de idade e foi campeão do concurso Talentos Kids, do programa Gerando Salvação da Rede Mundial, em 2018.

Ele também participou do quadro Shadow Brasil, do Programa Raul Gil, no SBT. No mesmo ano, Kaiky estreou o musical Rua Azusa, da Cia Nissi de Artes, ao lado de Adhemar de Campos e Soraya Moraes.

O jovem cristão ainda atua como compositor e dublador da Netflix.

Fonte: Guia-me

STF anula lei municipal que proibia uso de linguagem neutra em escolas

Sala de aula com frase de linguagem neutra escrita no quadro (Foto: Montagem/FolhaGospel)
Sala de aula com frase de linguagem neutra escrita no quadro (Foto: Montagem/FolhaGospel)

O Supremo Tribunal Federal (STF) declarou nula uma lei municipal de Votorantim (SP), que proibia o uso de linguagem neutra nas escolas. O julgamento, que foi finalizado nesta segunda-feira (11), durou dez dias.

A ação de inconstitucionalidade foi ajuizada pela Aliança Nacional LGBTI+ e pela Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas (Abrafh).

A Corte analisou a lei municipal 2.972, de 15 de maio de 2023, que proibia o uso de linguagem neutra nas instituições de ensino da cidade, considerando que ela divergiria das normas estabelecidas pelas diretrizes e bases da educação nacional.

De acordo com o texto da lei, agora invalidada, o uso da linguagem neutra estava proibido em currículos escolares e em editais, incluindo as novas formas de flexão de gênero e número das palavras na língua portuguesa.

A medida se aplicaria a todas as instituições de ensino da cidade, independentemente do nível de atuação e da natureza, seja pública ou privada, além de abranger também as bancas examinadoras de seleções e concursos públicos.

Voto do relator

Relator do caso, o ministro Gilmar Mendes ressaltou em seu voto que somente a União tem competência para legislar sobre as diretrizes da educação, e enfatizou que, embora o município tenha poder de legislar, essa atuação deve ser de forma complementar.

“É bom notar, entretanto, que, em matéria de educação, cabe exclusivamente à União determinar normas gerais que regulamentam esse sistema, atribuindo-lhe uniformidade mínima em âmbito nacional. Assim o é, essencialmente, para assegurar o desenvolvimento de um sistema coeso e eficaz, que atendendo às necessidades do país de maneira harmônica, respeite as diferenças regionais, e evite eventuais disparidades que comprometam o acesso e a qualidade da educação.”

Ele reforçou que a lei de Votorantim excede os limites da competência do município. Dessa forma, declarou a inconstitucionalidade da legislação.

“As normas constantes da lei questionada ultrapassam a estrita imposição de deveres à Administração do Município de Votorantim, atingindo terceiros públicos e privados.”

Como votaram os ministros

Os ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Flávio Dino, Dias Toffoli, Edson Fachin, Luiz Fux e Roberto Barroso acompanharam o voto do relator, Gilmar Mendes, para invalidar a lei de Votorantim.

O ministro Cristiano Zanin apresentou voto em separado, divergindo do relator Gilmar Mendes. Em sua manifestação, Zanin argumentou que a inconstitucionalidade não se estende a todos os artigos da lei de Votorantim.

O ministro Cristiano Zanin afirmou que um trecho da lei de Votorantim se limita a garantir aos estudantes do município o direito ao aprendizado da língua portuguesa, conforme a norma culta, as orientações nacionais de educação, o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp) e a gramática estabelecida pela reforma ortográfica da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

“Entendo que não há que se falar em inconstitucionalidade dos arts. 1º, 4º e 5º da Lei n. 2.972, de 15 de maio de 2023, do Município de Votorantim, que apenas reproduzem ditames estabelecidos pelas normas gerais fixadas pela União.”

Aderiram ao voto de Zanin os ministros Nunes Marques e André Mendonça.

Posicionamento da Câmara e da Prefeitura

Em nota, a Câmara de Votorantim afirmou que seu posicionamento é de respeito à decisão do STF.

A Prefeitura de Votorantim, por meio da Secretaria de Educação, à qual o texto da lei faz determinações, afirmou que segue a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).

“Consequentemente, o município não tem competência de promover qualquer alteração no ensino que não seja definida pelo governo federal e pelos órgãos competentes.”

O autor da lei, vereador Cirineu Barbosa (PL), atual presidente da Câmara de Votorantim, defendeu a proibição da linguagem neutra, conforme estabelecido em sua legislação.

Para ele, a “inserção de forma impositiva nas esferas educacionais de linguagem oriunda de uma vertente puramente ideológica pode representar gravíssimo prejuízo para a formação educacional dos estudantes enquanto cidadãos.”

Gênero neutro

A Aliança Nacional LGBTI+, que ajuizou a ação, afirmou em nota que a lei em questão apresenta um claro vício de iniciativa, o que a torna inconstitucional, além de outras inconstitucionalidades no aspecto material.

“Essa é a sexta ação da instituição julgada esse ano e ainda aguardamos julgamento de outras 14 ações. A defesa da cidadania da população LGBTI+ é nossa finalidade estatutária, buscamos sempre medidas civilizatórias por meio do diálogo, mas continuaremos a judicializar todas as leis que forem aprovadas com o intuito de discriminar nossa população.”

Usar o gênero neutro é substituir os artigos feminino e masculino por um “x”, “e” ou até pela “@” em alguns casos. Assim, “amigo” ou “amiga” virariam “amigue” ou “amigx”. As palavras “todos” ou “todas” seriam trocadas, da mesma forma, por “todes”, “todxs” ou “tod@s”. A mudança, como é popular principalmente na internet, ainda não tem um modelo definido.

Fonte: Guia-me

Thalles Roberto ganha seu primeiro Grammy Latino de Melhor Álbum Cristão

Cantor Thalles Roberto celebra a vitória do Grammy Latino. Foto: Instagram @thallesroberto.
Cantor Thalles Roberto celebra a vitória do Grammy Latino. Foto: Instagram @thallesroberto.

O cantor Thalles Roberto conquistou hoje seu primeiro Grammy Latino com o segundo volume do álbum “Deixa Vir”, eleito o Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa na 25ª edição da premiação, realizada no Kaseya Center, em Miami nesta quinta (14). Thalles Roberto, Bruna Karla, Rosa de Saron, Vocal Livre e Eli Soares, concorriam na categoria.

O artista foi indicado pela primeira vez em 2004 com seu álbum, “Acústico”. O atual premiado “Deixa Vir – Volume 2”, traz oito das onze músicas voltadas para o público infantil, contando com participações de nomes como Patati Patatá e Isadora Pompeo.

Essa é a maior premiação internacional dedicada à excelência da música latina e a única concedida por profissionais da indústria musical. Cinco artistas gospel concorriam na categoria de Melhor Álbum Cristão em Língua Portuguesa.

  • Melhor Álbum Cristão em Língua Portuguesa
    “Deixa Vir – Vol II (Ao Vivo)” – Thalles Roberto – Vencedor
    “Ele É Jesus – Ao Vivo” – Bruna Karla
    “In Concert (Ao Vivo)” – Rosa de Saron
    “Vida (Ao Vivo)” – Eli Soares
    “Temporal” – Vocal Livre

Assista vídeo de premiação de Thalles Roberto:

Fonte: Comunhão

Alto clero da Igreja da Inglaterra enfrenta pedidos por mais renúncias

Justin Welby, arcebispo de Canterbury renuncia após escândalo de encobrimento de abuso infantil (Foto: Igreja da Inglaterra)
Justin Welby, arcebispo de Canterbury renuncia após escândalo de encobrimento de abuso infantil (Foto: Igreja da Inglaterra)

Clérigos mais graduados da Igreja da Inglaterra podem precisar renunciar após a decisão do Arcebispo de Canterbury Justin Welby, de renunciar devido a falhas pessoais na forma como décadas de abuso infantil “abominável” pelo falecido John Smyth foram respondidas.

Julie Conalty, bispa de Birkenhead e vice-bispa principal para proteção na Igreja da Inglaterra, disse que o arcebispo Justin Welby “fez a coisa certa” ao renunciar, mas que sua saída por si só pode não ser suficiente, pois são necessárias mudanças de longo alcance na Igreja da Inglaterra.

Falando ao programa “Today” da BBC Radio 4, Conalty disse: “Apenas a renúncia do Arcebispo de Canterbury não vai resolver o problema. Isso é sobre mudanças institucionais, nossa cultura e uma falha sistêmica, então deve haver mais que precisamos fazer. Muito possivelmente algumas pessoas devem ir embora.”

Ela se recusou a revelar quem mais ela acha que deveria renunciar.

A segunda figura mais importante na Igreja da Inglaterra, o Arcebispo de York, Stephen Cottrell, disse que não acha que mais bispos precisem renunciar.

Ele disse ao programa “Today”: “Aqueles que ativamente encobriram isso [deveriam renunciar], que não eram bispos.

“Quando as pessoas falam sobre a Igreja da Inglaterra, precisamos lembrar que estamos falando literalmente de milhares de filiais, paróquias e capelanias.”

Questionado se mais bispos deveriam renunciar, Cottrell respondeu: “O arcebispo de Canterbury renunciou”.

Questionado se achava que isso era suficiente, ele disse: “Sim, porque ele renunciou devido às falhas institucionais”.

O secretário da Saúde, Wes Streeting, interveio, dizendo que, embora tenha sido “absolutamente a decisão certa” que Welby renunciasse, a Igreja da Inglaterra não deveria pensar que “um rolar de cabeças resolveria o problema”.

Dizendo que estava falando “como anglicano, não como ministro do governo”, ele disse ao programa “Today” que há “questões profundas e fundamentais não apenas de prática, mas de cultura sobre salvaguarda que precisam ser levadas a sério”.

Welby renunciou na terça-feira após sofrer intensa pressão nos dias seguintes à publicação do relatório final da Makin Review sobre como a Igreja da Inglaterra lidou com os abusos cometidos pelo falecido QC e organizador do acampamento cristão, John Smyth.

O relatório condenatório disse que Smyth havia cometido abuso “abominável” de mais de 100 crianças e jovens ao longo de um período de décadas. Apesar de saber sobre o abuso desde os anos 80, encaminhamentos à polícia não foram feitos até décadas depois, quando Smyth havia se mudado para a África, onde o abuso continuou.

O relatório concluiu que “apesar dos esforços de alguns indivíduos para levar o abuso à atenção das autoridades, as respostas da Igreja da Inglaterra e de outros foram totalmente ineficazes e equivaleram a um acobertamento”.

O relatório também apontou o dedo para Welby por não denunciar o abuso às autoridades depois de tomar conhecimento dele em 2013.

Dizia: “Desde julho de 2013, a Igreja da Inglaterra sabia, no mais alto nível, sobre o abuso que ocorreu no final dos anos 1970 e início dos anos 1980. John Smyth deveria ter sido denunciado de forma adequada e eficaz à polícia no Reino Unido e às autoridades relevantes na África do Sul. Isso representou mais uma oportunidade perdida de levá-lo à justiça.”

Houve pedidos de sobreviventes por mais renúncias, com um sobrevivente de Smyth dizendo ao Channel 4 News: “O que eu acho que o grupo de sobreviventes gostaria é de mais renúncias porque isso significa mais responsabilização.”

O bispo de Lincoln, Stephen Conway, resistiu aos apelos para renunciar devido à sua resposta à divulgação dos abusos sofridos por Smyth enquanto bispo de Ely.

Em uma declaração, ele disse que “fez uma divulgação detalhada ao Palácio de Lambeth e contatou a diocese relevante na África do Sul para alertá-los sobre o problema” e que “fez tudo dentro da minha autoridade como bispo da Igreja da Inglaterra”. Ele também disse que, segundo seu entendimento, o assunto havia sido relatado à polícia do Reino Unido.

Ele disse: “Reconheço plenamente que minha falha foi não ter investigado Lambeth rigorosamente sobre essa comunicação de província para província, e por isso lamento profundamente.”

Folha Gospel com texto original de The Christian Post

PT quer lançar pastores como candidatos para se aproximar dos evangélicos

Presidente Lula recebe oração de grupo de evangélicos (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
Presidente Lula recebe oração de grupo de evangélicos (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

Após o pleito municipal deste ano, o Núcleo Nacional de Evangélicos pelo PT (NEPT) se reuniu para fazer um balanço das eleições e alinhar as estratégias com o objetivo de se aproximar do segmento evangélico. Segundo o Coordenador Nacional do Setorial Inter-religioso do PT, Gutierres Barbosa, uma das intenções do partido é filiar quaisquer lideranças evangélicas, entre elas, pastores, para lançar suas candidaturas nos próximos pleitos. 

Para Barbosa, o eleitor evangélico tende a se identificar com o candidato que possui a mesma fé, sobretudo no caso dos vereadores, que participam do cotidiano do município junto à comunidade. “Queremos dialogar não só com pastores, mas com o segmento evangélico como um todo. Como nosso partido aposta no trabalho de base, é necessário fazer esse diálogo com os vereadores. Então, fomentar que haja vereadores ligados às igrejas evangélicas, para nós, é muito importante, pois isso vai dando significado cada vez maior à nossa pauta e à nossa luta”, frisou o coordenador.

O Doutor em Ciências da Religião Gedeon Alencar avalia que a simples titulação ministerial não qualifica a pessoa como candidato. Na sua visão, tal estratégia do PT seria uma forma de instrumentalizar a religião para fins políticos.

“A tendência dessa instrumentalização é, cada vez mais, a descredibilização, tanto do partido quanto das titulações ministeriais. Acredito que as pessoas têm que se candidatar por ter um projeto de cidadania, por ter projeto de justiça social e por ter atuação na sociedade civil e não por ter um título ministerial”, ressaltou Alencar.

Já o veredor Carlos Bezerra Jr. (PSD-SP) analisa que tal mobilização do partido petista em direção aos evangélicos é “uma tentativa frustrada e desesperada do PT”, tendo em vista o panorama das eleições municipais deste ano, em que o partido saiu enfraquecido. De acordo com dados do Nexo Jornal, o PT ampliou o número de prefeituras, saindo de 182, em 2020, para 248, neste ano. No entanto, no ranking geral dos partidos que elegeram mais prefeitos, o Partido dos Trabalhadores ocupa a 9ª posição.

Bezerra Jr. afirma que, historicamente, o PT enfrenta dificuldades para atrair os evangélicos. O político, que é médico e pastor, defende que ter um reverendo na chapa não basta para atrair o segmento. “É essencial que haja convergência entre os valores defendidos pelos cristãos e o histórico de posicionamentos do partido. Acredito que o lançamento da candidatura de pastores pode até furar a bolha inicialmente, mas isso não seria suficiente para conquistar a confiança dos evangélicos que estão muito mais alinhados com a direita pelas pautas que têm defendido”, disse o vereador paulista.

Postura do PT é semelhante à dos demais partidos

Já o pastor da Igreja Batista Betânia no Rio de Janeiro, Kenner Terra, pontua que o comportamento do Partido dos Trabalhadores se assemelha ao já realizado por outros partidos, já que a lógica da atuação partidária está baseada em interesses políticos, que incluem ações para angariar votos. Nesse sentido, Terra salienta que os políticos em geral perceberam que o segmento evangélico abarca um capital de votos significativo.

“O PT, durante muitos anos, tentou dialogar com o povo, com um discurso ligado às políticas trabalhistas, mas não construiu uma boa relação com os evangélicos. Nos últimos anos, ele tem tentado fazer esse diálogo e, infelizmente, a partir de trocas de interesses. A minha perspectiva é a seguinte: o PT, como qualquer outro partido, está fazendo o que um partido político faz, que é dar benefícios para quem deseja angariar”, declarou o pastor.

O reverendo destacou que essa mobilização do PT em direção aos evangélicos não é uma novidade na política brasileira. “Esse movimento do PT é característico de partidos políticos. Bolsonaro fez isso, Lula está tentando fazer, Ciro também tentou, o PSDB também tem tentado fazer. Alguns movimentos foram feitos dentro do PT, evangélicos se aproximaram do PT, mas a parcela que o partido petista deseja alcançar e beneficiar é a daqueles evangélicos que não são, necessariamente, apoiadores da esquerda e do PT”, analisou.

Terra lamenta o fato de algumas igrejas e membros se posicionarem a favor de determinado candidato porque este representa os evangélicos na esfera pública e tem a possibilidade de, portanto, criar leis e políticas públicas que beneficiem as igrejas. Na ótica do reverendo, o único benefício que a igreja deveria desejar seria o partido respeitar a população e defender seus direitos.

“O PT é partido político, não tem compromisso com nada a não ser com os votos e seus próprios projetos. Agora, por que eles interpretam a igreja assim? Por que entendem que, dando benefícios para a igreja, ela será sua parceira? Porque a igreja, na história, demonstrou que é assim que a coisa acontece. E o pior é a igreja tratar isso com celebração. Então, dia especial para pastor, benefício tributário para a igreja, cargo político no governo, ministério que tenha um evangélico”, reiterou Terra.

Embora o reverendo reconheça que, em certa medida, o título de pastor atrai o eleitorado cristão, ele faz a ressalva de que a orientação do líder eclesiástico não determina voto. “Ainda se tem aquela ideia de que votar em um evangélico, de alguma forma, representa a igreja no poder. Mas, não precisamos mais cair na falácia de que orientação de liderança pastoral determina o voto dos crentes, porque nós temos muitos exemplos de que isso não acontece”, frisou.

O Coordenador Nacional do Setorial Inter-religioso do PT disse que compreende a preocupação de líderes religiosos e pesquisadores quanto à instrumentalização da fé em contextos políticos, sobretudo quando esta pode ser usada para fins eleitorais ou para manipular as crenças das pessoas. Mas ponderou que esse não é o objetivo do partido petista.

“Não podemos esquecer que o segmento evangélico é um dos que mais cresce no Brasil e, ao longo dos anos, a relação entre a política e a religião se tornou cada vez mais evidente. O PT, ao dialogar com esses grupos, está alinhando sua proposta de combate à desigualdade social com os princípios cristãos que defendem a solidariedade, a justiça e a equidade”, destacou Gutierres Barbosa.

Partido lançou mais de 2 mil candidaturas evangélicas

Gutierres Barbosa informou que o Partido dos Trabalhadores lançou 2.100 candidatos evangélicos nas eleições municipais deste ano, entre prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. Em 2015, o partido criou o NEPT e, mais recentemente, vem se mobilizando em direção a este segmento cristão, como a realização do primeiro seminário virtual com os candidatos evangélicos pelo partido, em agosto deste ano. Segundo Barbosa, o partido elegeu quase 300 candidatos evangélicos, entre aqueles que concorreram aos três cargos nestas eleições.

“O segmento evangélico está se transformando, cada vez mais, em uma cultura evangélica no país. Então, o PT está empreendendo um conjunto de esforços no sentido de entender essa mudança na dinâmica religiosa brasileira. Na década de 70, 80, quando o partido foi criado, a preponderância era católica, hoje, as estatísticas mostram que, em 2040, o segmento evangélico será tão expressivo quanto o católico. Então, não só o partido dos trabalhadores, mas a esquerda como um todo, precisa se incorporar nesse debate religioso, porque é na igreja evangélica que há o círculo de convivência entre as pessoas, é onde existe aquele primeiro acolhimento dos necessitados, e isso tem a ver com a carta de princípios do PT”, disse o Coordenador Nacional do Setorial Inter-religioso do partido petista.

Fonte: Comunhão

Senado deve analisar proposta que inclui igrejas na Lei Rouanet

Senado Federal (foto: Reprodução)
Senado Federal (foto: Reprodução)

A Comissão de Educação e Cultura do Senado deve analisar, na terça-feira, 26, um projeto que reconhece a cultura gospel como parte da cultura nacional.

A proposta inclui templos religiosos como “pontos de cultura” e estabelece o incentivo público ao segmento.

O projeto diz que o poder público “incentivará, promoverá e protegerá a cultura gospel, reconhecendo sua importância no desenvolvimento cultural e no fortalecimento dos valores cristãos”.

Deverão ser criados “mecanismos de apoio e incentivo à cultura gospel, incluindo programas de fomento, concessão de recursos financeiros e facilidades para a realização de eventos e atividades culturais”.

Música gospel

Desde 2012, a música gospel é reconhecida como manifestação cultural para fins de recebimento de benefícios pela Lei Rouanet, mas o incentivo não se aplica a eventos promovidos por igrejas, apenas a pessoas e entidades. O projeto elimina essa restrição, permitindo que as igrejas também possam ser beneficiadas.

Pela proposta, o reconhecimento abrangerá a cultura gospel e eventos relacionados que envolvam “música, artes cênicas, vestuário, literatura, arte visual, dança, audiovisual, gastronomia, artesanato e toda manifestação cultural com a vida cristã como base”.

O projeto de lei, de autoria do senador Lucas Barreto (PSD-AP), recebeu parecer favorável do relator, senador Laércio Oliveira (PP-SE), sem sugestões de alterações.

A matéria consta como um dos 11 itens da pauta da Comissão de Educação e Cultura do Senado. Caso o relatório seja lido, ainda é possível que seja solicitado um pedido de vista, o que poderia adiar a votação.

Pontos de cultura

Segundo o relator, ao reconhecer os templos religiosos como “pontos de cultura”, o projeto permitirá que esses espaços sejam “beneficiados por programas de fomento”, com maior acesso a recursos e parcerias.

A matéria também inclui a cultura gospel nos Conselhos de Política Cultural e nas Conferências de Cultura, o que, segundo o relator, garante a “devida participação dos representantes desse segmento cultural nos processos decisórios de políticas públicas”.

A Comissão de Educação e Cultura é a única responsável pela análise do texto. O projeto tramita em regime terminativo, ou seja, se aprovado, poderá seguir diretamente para a análise da Câmara, caso não haja recurso para votação no plenário do Senado.

Em outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou uma nova lei que institui o Dia Nacional da Música Gospel, a ser comemorado em 9 de junho. A medida foi vista como um gesto de aproximação do governo federal com o segmento evangélico e a bancada temática no Congresso.

Fonte: Guia-me com informações de CNN Brasil

Evangelista é assassinado após levar 18 muçulmanos a Jesus em Uganda

Culto em um campo de refugiados do Sudão do Sul, na Uganda
Culto em um campo de refugiados do Sudão do Sul, na Uganda

Um evangelista foi morto brutalmente por extremistas islâmicos após levar 18 muçulmanos a Jesus, em Uganda, no final de outubro.

De acordo com o Morning Star News, Emmanuel Dikusooka, de 29 anos, realizou uma campanha evangelística ao ar livre em Nawaikoke, uma região de maioria muçulmana.

O evento iniciou no dia 28 de outubro, com o apoio de outros evangelistas de igrejas pentecostais locais.

Após três dias de pregação do Evangelho no centro comercial de Nawaikoke, no distrito de Kaliro, 18 muçulmanos já haviam entregado suas vidas a Jesus.

Emboscada

A campanha estava programada para continuar por mais três dias. Porém, em 30 de outubro, Emmanuel e outro evangelista, Jack Mbulante, foram parados por extremistas, enquanto retornavam de moto para o hotel na cidade de Kaliro.

Seis jovens – vestindo túnicas islâmicas e armados com com longas espadas somalis, paus e barras de ferro – forçaram os evangelistas a entregarem suas bolsas com Bíblias e outros livros cristãos.

“Eles jogaram todos [os livros] no rio Lumbuye, depois ordenaram que segurássemos o Alcorão que eles tinham e nos disseram para recitar e jurar em nome de Alá”, relatou Jack, ao Morning Star News.

“Eles tentaram nos forçar a renunciar a Jesus Cristo e à nossa fé e depois abraçar a fé islâmica. Nós nos recusamos abertamente, o que os irritou, e eles bateram em Emmanuel com uma barra de ferro na cabeça, e ele caiu”, acrescentou.

Jack disse que conseguiu escapar e pulou no rio, enquanto Emmanuel chorava e gritava por socorro.

Jack atravessou o rio a nado até a margem do outro lado e chamou outros cristãos para resgatar o evangelista atacado.

“Mas, infelizmente, quando chegamos ao local do incidente, Dikusooka estava morto em uma poça de sangue. Ele teve ferimentos profundos na cabeça, cortes no pescoço e nas costas e uma boca ferida”, lamentou Jack.

Emmanuel Dikusooka deixou a esposa e três filhos pequenos. A polícia local está procurando os assassinos.

Alguns dos ex-muçulmanos que Emmanuel levou a Cristo conhecem os assassinos e temem que os islâmicos também os matem. Por isso, eles se esconderam em um local não revelado.

Perseguição em Uganda

O ataque foi o mais recente de casos de perseguição aos cristãos em Uganda documentados pelo Morning Star News.

A constituição de Uganda e outras leis preveem liberdade religiosa, incluindo o direito de propagar a fé e se converter de uma religião para outra.

No entanto, os extremistas condenam os novos convertidos do cristianismo através de torturas, ameaças e muitos são mortos por não negarem Jesus.

Fonte: Guia-me com informações de Morning Star News

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