A cantora Isadora Pompeo dominou as paradas do Spotify em 2024 com seu hit “Bênçãos que não têm fim”. A canção, que celebra a gratidão e a fé, conquistou milhões de ouvintes no país e consolidou a artista como uma das referências da música gospel brasileira. O sucesso de Isadora reflete o crescente do gênero gospel no país.
No início de dezembro, Isadora também foi consagrada como vencedora na categoria de “Música Gospel do Ano” na 31º edição do Prêmio Multishow, maior premiação transmitida por uma emissora de televisão no Brasil.
O alcance global da música gospel ficou evidente com a presença de artistas internacionais como Hillsong UNITED, Lauren Daigle e Elevation Worship entre os mais ouvidos. Por meio de suas canções, esses artistas evidenciam a força e a universalidade das mensagens de fé e esperança.
As 10 Músicas Gospel Mais Ouvidas em 2024:
“Bênçãos que não têm fim (Counting My Blessings)” – Isadora Pompeo
“Praise” – Elevation Worship feat. Brandon Lake, Chris Brown & Chandler Moore
“Oceans (Where feet may fail)” – Hillsong UNITED, TAYA
“Tu és + Águas Purificadoras” – Débora Rabelo, Hamilton Rabelo, fhop music
“Good Day” – Forrest Frank
“You say” – Lauren Daigle
“This Year (Blessings)” – Ehis ‘D’ Greatest e Victor Thompson
“Eu sou teu Pai” – Todah Music e Valesca Mayssa
“What a beautiful name” – Brooke Ligertwood, Hillsong Worship
“Deixa” – Maria Marçal
Assista o videoclipe de “Bênçãos que não têm fim” clicando aqui.
Bandeira da Índia nas mãos de uma mulher (Foto: Reprodução/Portas Abertas)
A violência contra cristãos na Índia atingiu níveis sem precedentes, com 745 incidentes relatados até novembro de 2024, de acordo com dados divulgados pelo Fórum Cristão Unido (UCF), uma organização da sociedade civil sediada em Déli.
O número marca um aumento significativo em relação aos anos anteriores, com incidentes documentados aumentando constantemente de 127 em 2014 para 734 em 2023. Os dados, coletados pela linha direta gratuita da UCF, mostram um aumento de quase seis vezes na última década.
“Os setecentos e quarenta e cinco (745) incidentes de violência contra cristãos na Índia neste ano até novembro foram relatados no Número de Ajuda da UCF. Isso significa que muitos outros incidentes que podem ter acontecido, mas não foram relatados em nossa linha direta, não estão incluídos no número total”, declarou a UCF.
Notavelmente, os números excluem incidentes de Manipur, onde a violência sectária levou à destruição generalizada. “No ano passado também, a violência trágica e o derramamento de sangue, bem como mais de 200 igrejas que foram demolidas em Manipur não foram adicionados aos números da UCF”, observou a declaração.
Uttar Pradesh registrou o maior número de incidentes com 182 casos, seguido por Chhattisgarh com 139 incidentes, de um total de 673 casos relatados até outubro de 2024. Os incidentes de violência foram relatados em 23 dos 28 estados da Índia.
“Agora que o Natal se aproxima, continuamos a orar pela paz em nossa nação e esperamos que o governo tome medidas assertivas para restaurar a paz e a harmonia entre todos os cidadãos”, disse a UCF.
A organização destacou preocupações sobre a resposta das autoridades policiais, citando um relatório da União Popular pelas Liberdades Civis (PUCL) que afirma que a polícia local frequentemente conspira com os perpetradores e ignora as ofensas contra os cristãos.
A UCF também levantou preocupações sobre representação, notando a ausência de membros cristãos na Comissão Nacional para Minorias e na Comissão Nacional para Instituições Educacionais Minoritárias por mais de cinco anos. A declaração enfatizou particularmente a negação de reservas anglo-indianas e filiações cristãs vagas em comissões estaduais de minorias.
Uma petição exigindo ação contra grupos de justiceiros anticristãos continua pendente na Suprema Corte da Índia, sem audiências desde os procedimentos iniciais em 2022.
A organização expressou preocupação com as leis anticonversão “politicamente motivadas” em 12 estados indianos, apontando para uma observação recente da Suprema Corte de que o projeto de lei de emenda de Uttar Pradesh, semelhante aos estatutos da PMLA e da UAPA, poderia violar o Artigo 25 da Constituição.
A UCF solicitou uma investigação em nível nacional, observando que, embora o governo tenha enviado um emissário de nível de secretário para Bangladesh após ataques a minorias naquele país, atenção semelhante não foi dada a incidentes domésticos.
A linha direta, lançada em 2015, continua a fornecer orientação a indivíduos em dificuldades sobre como contatar autoridades públicas e garantir soluções legais.
Folha Gospel com informações de The Christian Today
Cantora Luiza Possi e seu esposo, Cris Gomes, durante batismo. Foto: Divulgação / Instagram @luizapossi.
A cantora Luiza Possi compartilhou em suas redes sociais um momento de fé na última terça-feira (24). Ela, ao lado do marido, Cris Gomes, foram batizados nas águas pelo pastor André Vitor. Segundo a artista, este ano foi transformador para sua família.
“Esse ano foi transformador para mim. Eu finalmente aceitei meu propósito e aceitei Jesus no meu coração. Não poderia terminar o ano sem me batizar em Cristo; foi emocionante demais”, escreveu Luiza Possi em sua publicação no Instagram.
“Obrigada, meu irmão @andrevitor7, por ter nos batizado tão lindamente embaixo de chuva que veio para abençoar!”, completou a cantora.
De acordo com Luiza, que ficou emocionada ao dividir essa escolha pessoal com o público, a atitude tem a ver com um encontro pessoal com sua própria espiritualidade. Diversos internautas passaram por suas redes sociais para celebrar sua decisão.
No dia 25 de setembro, Luiza compartilhou um vídeo onde contou que fez um pedido ao Senhor: “Decidi pedir a Deus uma transformação na minha vida e, tão logo, vi meus planos mudando, amigos se afastando, trabalhos que não aconteciam. Mas, no auge do desespero, eu lembrei: ‘Eu pedi a Deus uma revolução. E Ele estava fazendo’”.
E continuou: “Aprendi que o caminho do crescimento pode ser desafiador, mas é cheio de oportunidades. Agradeci cada mudança, pois creio que chegamos a um lugar lindo. Abracei cada nova fase com fé e confiança. Tudo se encaixou”.
Desde que se aproximou de Deus, Luiza tem compartilhado mensagens de fé em suas redes sociais e inspirado as pessoas a refletirem sobre princípios cristãos.
Em uma publicação, ela contou: “Eu vou confessar uma coisa para vocês, eu nunca entendi a Bíblia. Eu achava que a Bíblia era escrita em metáforas, que os milagres de Jesus eram metáforas feitas para a gente entender alguma coisa maior. Até que, recentemente, eu entendi que não. Jesus é um Jesus de milagres e que aqueles milagres não são metáforas, são de verdade, eles aconteceram de verdade e continuam acontecendo para aqueles que creem”
“É muito diferente viver uma vida assim e quando você começa a acreditar em milagres, eles realmente começam a aparecer para você. A Bíblia não é uma metáfora, a Bíblia é de verdade. Jesus não é só um nome, Jesus é de verdade e Ele opera assim todos os milagres basta você crer”, acrescentou.
À medida que aprende mais sobre Cristo, a cantora tem destacado diversas transformações na maneira como lida com situações da vida. Luiza já relatou ter sofrido depressão e também mencionou problemas na relação com sua mãe, a cantora Zizi Possi.
Refletindo no que Jesus tem feito em sua vida, ela contou: “A maior libertação que me aconteceu foi ter perdoado minha amada mãe, e hoje poder viver com ela uma vida plena”.
Igreja destruída com uma cruz em pé (Foto: IA do Canva)
A população cristã em áreas governadas pela Autoridade Palestina (AP) e pelo Hamas caiu drasticamente em até 90% em algumas comunidades, sugere um novo estudo, atribuindo o declínio à violência, discriminação e dificuldades econômicas que ameaçam a sobrevivência do cristianismo em seu coração histórico.
A demografia cristã nos territórios palestinos sofreu uma redução drástica ao longo do último século. Em 1922, os cristãos compunham 11% da população na Palestina geográfica. Em 2024, esse número havia diminuído para 1%, marcando uma redução de quase 90%, de acordo com um estudo conduzido pelo think tank israelense Jerusalem Center for Security and Foreign Affairs (JCFA).
“A comunidade internacional frequentemente desconsidera a difícil situação da comunidade cristã palestina. Enquanto pequenos conflitos com alguns extremistas judeus israelenses são relatados com hiperfoco na mídia, a AP reprime a divulgação de incidentes graves de opressão sistêmica cristã, histórias que nunca chegam a ver a luz do dia”, afirma o relatório, de autoria do tenente-coronel (res.) Maurice Hirsch e da advogada Tirza Shorr.
“Frequentemente, indivíduos cristãos têm medo de relatar incidentes de ódio na AP por medo de serem presos ou pior. Isso cria uma imagem distorcida, adotada avidamente por governos e veículos de mídia ocidentais.”
A população cristã em Gaza diminuiu de 5.000 indivíduos antes do Hamas assumir o controle da Faixa de Gaza em 2007 para apenas 1.000 em outubro de 2023, observa o relatório.
A discriminação religiosa e legal, a profanação de locais sagrados e a exclusão social são os principais motivos que levam os cristãos a deixar suas comunidades.
A cidade de Belém, o local de nascimento de Jesus, serve como um exemplo dessa tendência. Em 1950, Belém e suas vilas vizinhas eram 86% cristãs. No entanto, no último censo em 2017, a população cristã havia caído para cerca de 10%.
O relatório atribui o declínio em Belém às dificuldades socioeconômicas sistêmicas, à instabilidade e ao assédio tanto por parte dos palestinos muçulmanos quanto da Autoridade Palestina, dominada pelo islamismo.
“O êxodo em massa dos cristãos corre o risco de minar a sobrevivência do cristianismo em seu local de nascimento”, concluem os pesquisadores.
Um membro do clero protestante que vive sob o controle da AP disse: “Os cristãos se sentem desprotegidos devido à falha da polícia da AP em intervir em seu nome em confrontos com muçulmanos”.
Em 2022, uma multidão atacou a Forefathers Orthodox Church em Beit Sahour, ferindo vários fiéis depois que um homem muçulmano assediou jovens mulheres cristãs. Em outubro de 2022, um atirador não identificado atacou o Bethlehem Hotel, de propriedade cristã, resultando em nenhuma prisão e instilando ainda mais medo na comunidade.
A discriminação no emprego também desempenha um papel significativo no declínio dos números. Cristãos palestinos relatam barreiras sistemáticas para garantir empregos, forçando muitos a buscar oportunidades no exterior.
Um estudo de 2022 citado pela JCFA descobriu que o desejo de emigrar entre a população cristã de Gaza era duas vezes mais forte que o dos muçulmanos. Essa privação econômica e social levou a uma redução acentuada na comunidade cristã, particularmente sob o governo do Hamas.
Além disso, a discriminação dentro dos tribunais locais dificulta que os cristãos busquem justiça pelos crimes cometidos contra eles, alerta o relatório. A falta de recurso legal desencoraja a denúncia de abusos e a perpetuação da vitimização. As mulheres cristãs são especialmente vulneráveis, enfrentando preconceitos e obstáculos significativos ao buscar proteção ou justiça.
A coerção religiosa também contribui para o declínio.
Os cristãos na Cisjordânia e em Gaza frequentemente enfrentam assédio por praticar sua fé. Incidentes de profanação de igrejas, como o vandalismo de uma igreja maronita em Belém em 2019, não são incomuns. Os convertidos do islamismo ao cristianismo enfrentam extrema pressão e ameaças, particularmente em Gaza, onde praticar o cristianismo frequentemente exige o máximo sigilo.
A instabilidade econômica do Hamas prejudicou ainda mais a comunidade cristã em Gaza.
Desde que o Hamas assumiu o controle em 2007, o relatório diz que os cristãos têm sofrido aumento de violência e discriminação, levando a um declínio populacional significativo. A combinação de dificuldades econômicas, preocupações com a segurança e perseguição religiosa tornou a vida insustentável para muitos cristãos, levando à emigração em massa.
Os pesquisadores do JCFA descobriram que a comunidade global muitas vezes ignora a situação dos cristãos palestinos, concentrando-se em outros conflitos na região.
“A sobrevivência do cristianismo em seu local de nascimento depende de conscientização e ação. O silêncio fortalece os perpetradores e deixa as vítimas sem apoio internacional”, afirmam os pesquisadores.
No início deste mês, o Ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, disse que Israel teria que manter uma presença militar em Gaza por algum tempo, comparando-a à situação na Judeia e Samaria, onde as IDF realizam ataques antiterroristas rotineiramente.
Israel lançou uma ofensiva militar em Gaza depois que militantes do Hamas lançaram um ataque surpresa em 7 de outubro de 2023, matando cerca de 1.2000 indivíduos, a maioria civis. O Hamas, reconhecido pelo governo dos EUA como um grupo terrorista, também fez cerca de 250 pessoas reféns. O objetivo declarado de Israel com a ofensiva é garantir a libertação dos reféns e destruir o Hamas.
“Depois de subjugarmos o poder militar e político do Hamas em Gaza, Israel exercerá controle de segurança em Gaza com total liberdade de operação, exatamente como na Judeia e Samaria”, escreveu Katz no X. “Não permitiremos nenhum terrorismo organizado contra assentamentos israelenses ou cidadãos israelenses de Gaza. Não permitiremos um retorno à situação antes de 7 de outubro.”
Folha Gospel com informações de The Christian Post
O rei Charles foi criticado por seu discurso no dia de Natal, que sugeriu que todas as religiões são iguais.
O discurso de Natal do monarca para a nação é uma tradição natalina anual que muitas famílias se reúnem para ouvir no grande dia.
Em seu discurso deste ano, o Rei disse: “O exemplo que Jesus nos deu é atemporal e universal. É entrar no mundo daqueles que sofrem, fazer a diferença em suas vidas e, assim, levar esperança onde há desespero.
“Como nos lembra o famoso cântico de Natal ‘Once In Royal David’s City’, ‘Nosso santo Salvador’ ‘desceu do Céu à Terra’, viveu entre ‘os pobres e os humildes’ e transformou a vida daqueles que conheceu, por meio do ‘amor redentor’ de Deus.
“Esse é o coração da história da Natividade e podemos ouvir sua batida na crença de todas as grandes religiões no amor e na misericórdia de Deus em tempos de alegria e sofrimento, nos chamando para levar luz onde há escuridão.”
O missiologista e fundador da Home for Good, Dr. Krish Kandiah, disse que, embora tenha apreciado o rei por “mostrar hospitalidade às pessoas de todas as religiões e os sem religião”, seus comentários demonstram “um mal-entendido fundamental sobre o cristianismo ou as religiões do mundo”.
“A ideia de que Deus se torna humano e então morre voluntariamente para redimir e resgatar a humanidade é exclusiva do cristianismo”, disse o Dr. Kandiah.
“Argumentar que todas as religiões são basicamente iguais é fazer uma afirmação não apoiada por um estudo sério da religião e pode ser considerada tão condescendente quanto afirmar que todos os asiáticos têm a mesma aparência.
“Sou grato pelo importante trabalho do Rei em prol do meio ambiente e seu trabalho em empoderar os jovens, mas lamento que ele esteja errado neste ponto.”
Outros críticos acusaram o rei de sincretismo e de ser um tanto simplista.
Falando na Capela do antigo Hospital Middlesex, em Londres, o Rei falou mais tarde sobre como “a diversidade de cultura, etnia e fé proporciona força, não fraqueza”.
Antes de concluir seu discurso, ele declarou: “Mais uma vez, ouvir é um tema recorrente na história da Natividade. Maria, a Mãe de Jesus, ouviu o Anjo que lhe revelou um futuro diferente e cheio de esperança para todas as pessoas. A mensagem dos Anjos aos pastores – de que deveria haver paz na Terra – de fato ecoa por todas as fés e filosofias.”
Folha Gospel com informações de The Christian Today
Uma árvore de Natal pegando fogo na cidade de Al-Suqalabiyah, perto da cidade de Hama, Síria, em 23 de dezembro de 2024 (Foto: Reprodução)
Cristãos na Síria estão em alerta depois que uma árvore de Natal em Suqaylabiyah foi incendiada, gerando protestos.
Imagens mostraram indivíduos mascarados despejando um líquido não identificado na árvore na véspera de Natal, embora não estivesse claro se eles estavam tentando apagar ou atiçar o fogo, informou a mídia.
Vídeos posteriores revelaram um líder religioso do grupo governante HTS falando à multidão em Suqaylabiyah, assegurando-lhes que a árvore seria consertada pela manhã. O líder então levantou uma cruz como um gesto de solidariedade, um ato incomum para conservadores islâmicos.
Na terça-feira, véspera de Natal, os protestos se intensificaram em resposta ao incêndio criminoso, espalhando-se para áreas de Damasco, a capital. Manifestantes no bairro de Kassa, em Damasco, expressaram oposição aos combatentes estrangeiros na Síria, gritando: “A Síria é livre, os não-sírios devem sair”, em referência àqueles que o HTS alegou serem responsáveis pelo ataque. Em Bab Touma, outro bairro de Damasco, os manifestantes carregavam uma cruz e bandeiras sírias, declarando: “Sacrificaremos nossas almas por nossa cruz”.
Um manifestante, Georges, disse à AFP: “Se não nos for permitido viver nossa fé cristã em nosso país, como costumávamos fazer, então não pertencemos mais a este lugar”. A Síria abriga uma população diversa, incluindo curdos, armênios, assírios, cristãos, drusos, xiitas alauítas e árabes sunitas, sendo estes últimos a maioria da população muçulmana.
Há pouco mais de duas semanas, forças rebeldes derrubaram a presidência de Bashar al-Assad, encerrando o governo da família Assad de mais de 50 anos. A abordagem de governança do HTS, agora no poder, permanece incerta. Originalmente um grupo jihadista defendendo a violência para estabelecer um estado governado pela lei islâmica, o HTS recentemente assumiu uma postura mais pragmática. No início deste mês, enquanto os combatentes avançavam sobre Damasco, os líderes do HTS expressaram aspirações de criar uma Síria inclusiva de todos os seus cidadãos.
A nova liderança islâmica na Síria enfrenta desafios significativos, incluindo lidar com a presença de combatentes estrangeiros, extremistas islâmicos e remanescentes do regime anterior que podem tentar minar a estabilidade e atingir minorias.
Cristãos expressam esperança cautelosa após fim do governo de Assad
Respondendo à pergunta sobre o que os cristãos pensavam da queda do regime de Assad, um cristão curdo-sírio, cujo nome não foi revelado por razões de segurança, ofereceu tanto sua esperança quanto suas preocupações com o futuro.
“Primeiro, a resposta é uma boa notícia. Em suma, uma única família governou a Síria por mais de cinquenta anos, embora seja uma república e não uma monarquia”, disse ele.
“Segundo, há muitos detidos em prisões sírias, que não são apenas prisões, mas matadouros humanos. Milhares de pessoas morreram sob tortura. Outros perderam a cabeça, e alguns têm deficiências permanentes, independentemente das valas comuns.”
Apontando para a Prisão de Saydnaya, que ele descreveu como “uma das piores”, ele disse: “Nos próximos anos, as vítimas que sobreviveram à prisão serão reveladas. As histórias da quantidade de brutalidade e violência que aconteceram aos detentos são como ficção científica. O simples fato de que essas prisões acabaram é, em si, uma notícia alegre.”
Ele alertou, no entanto, que ainda há muitas incógnitas e que o caminho para o futuro será longo.
“Isso significa que a guerra na Síria terminou completamente e o problema está resolvido? Claro que não”, ele disse, acrescentando: “Porque a próxima fase política enfrentará muitas dificuldades, e há uma atmosfera de medo dominando o futuro dos sírios. Apenas encarar um futuro desconhecido é assustador por si só.
“A guerra na Síria está em andamento há mais de uma década. Isso significa que quase meia geração de sírios não conhece nada além de guerra, e quase duas gerações não sabem o que significa viver em uma democracia. Essa situação pode levar a muitos conflitos por poder e dinheiro no país.”
Pontos específicos de preocupação para ele são o futuro das minorias, a liberdade de religião, a liberdade de ter visões políticas diversas e a liberdade das mulheres e seu papel na sociedade. Ele também aponta para aqueles que nasceram fora da Síria e não conseguem mais se identificar com a vida no país que não lhes é familiar.
Ele também diz que, como curdo, está preocupado com as áreas curdas no noroeste da Síria que ainda estão sob o controle de forças afiliadas à Turquia.
“O conflito curdo-turco ainda não foi resolvido. Se há detidos e prisioneiros nas prisões desses grupos em Afrin, então a libertação de Afrin e o retorno dos afrinianos para suas casas significa para mim, como um curdo de Afrin, que a Síria não foi completamente libertada. Caso contrário, a Síria só está libertada do regime de Assad, da ditadura.
“No entanto, é necessário celebrar a libertação das regiões sírias do regime sírio e trabalhar juntos para que a Síria seja um país para todos”, acrescenta. “Síria para árabes, curdos, muçulmanos, cristãos, drusos e o resto do povo sírio.”
Folha Gospel com informações de The Christian Today
Cristãos durante culto em igreja na Nigéria (Foto: Gracious Adebayo/Unsplash.com )
Em muitos países onde falar o nome de Cristo é um risco mortal, muitos cristãos sofrem ataques por comemorar o Natal.
Em diversos locais há resistência em permitir a celebração cristã. Além disso, muitas igrejas são alvos de extremistas enquanto comemoram o nascimento de Jesus.
No entanto, apesar da perseguição mundial, a Igreja em mais de 70 países celebra com alegria o Natal.
Colômbia
O Natal na Colômbia, especialmente para os cristãos, é um momento cheio de significado porque é quando as famílias e amigos se reúnem para orar e louvar. Na ocasião, eles também refletem sobre a vinda de Cristo ao mundo.
As decorações com luzes e presépios também fazem parte da celebração. À noite, enquanto os presentes são compartilhados, dois pratos típicos são servidos: a natilla e o buñuelo.
“Lembramos que o Natal não é apenas uma celebração familiar, mas também uma oportunidade de fortalecer nossa fé, compartilhar amor e levar esperança aos outros”, disse Esther, uma cristã colombiana.
Norte da África
Uma cristã do Norte da Áfricacompartilhou que não é muito comum celebrar o Natal em comunidades de maioria islâmica. Apesar disso, eles fazem o que podem para celebrar o Natal.
“A liberdade de culto não existe em nossa região, mas nos reunimos em casas com famílias e amigos”, contou ela.
Durante a celebração, um membro da família lê a Bíblia e conta a história do nascimento de Jesus:
“É maravilhoso, as crianças ficam tão felizes. Além disso, temos um tempo de oração por paz. É também uma oportunidade para lembrar nossos entes queridos que Jesus não só mudou a história da humanidade, mas pode mudar a história deles da mesma forma”.
E continuou: “Damos a oportunidade de conhecerem a Jesus e aceitá-lo como Salvador. Orem hoje, se possível, para que o Senhor possa tocar nossos países no Norte da África”.
Sudeste Asiático
No Sudeste Asiático, duas crianças cristãs de origem muçulmana compartilharam sua empolgação com o Natal.
Filhos de pescadores locais, o cotidiano delas é repleto de momentos no barco a motor, sob as casas de palafitas.
Vestidas com camisetas vermelhas brilhantes e segurando estrelas feitas à mão, elas testemunham suas esperanças e sonhos para este período.
“Estou animada porque poderei ver as luzes de Natal na igreja novamente”, contou uma das crianças.
E a outra acrescentou: “Estamos felizes porque haverá muitos presentes para trocar, e também estamos ansiosos pela comida. Estou animada com os presentes, e todos nós vamos comer juntos”.
Sul da Ásia
Já no Sul da Ásia, Amila* do Sri Lanka conheceu Jesus em 2012, desde então, enfrenta grandes desafios por causa da perseguição da família e da comunidade.
Enquanto trabalhava, Amila deixava as filhas com a avó. Porém, por conta de sua conversão, a idosa punia suas filhas as deixando famintas e sem ter comido nenhuma refeição.
Então, quando trabalhava aos domingos, Amila sempre deixava as filhas na Escola Bíblica Dominical.
Com o apoio da missão Portas Abertas, ela abriu um comércio e agora consegue cuidar das filhas e frequentar a igreja aos domingos.
As meninas compartilharam como é celebrar o Natal no Sri Lanka: “O Natal celebra que Jesus nasceu. Ele nasceu em uma estrebaria em Belém. Nós ganhamos presentes, cantamos com alegria e fazemos lindas danças”, disse uma criança.
“Também oramos a Deus e louvamos a Jesus que nos ama e veio até nós. Deus abençoe vocês”, afirmou a outra filha.
País não identificado
Sana*, de um país que não pode ser identificado por questão de segurança, contou como celebra o Natal em sua região.
“Este ano, eu quero celebrar o Natal na igreja, com o pastor e os professores da Escola Bíblica Dominical. Eu quero trazer um bolo de dois andares e nós vamos cortar o bolo com os pastores e os membros”, disse ela.
“Nossa expectativa é que o seu Natal e de toda a sua família seja repleto de alegria, do amor e da graça do bom Jesus. Somos imensamente gratos por tanto apoio e entrega à Igreja Perseguida”, afirmou a missão.
E concluiu dizendo: “Que nesse período, você possa tirar alguns minutos e lembrar dos nossos irmãos na fé, nossa família em Cristo, orando para que também possam celebrar o Natal com segurança e alegria. Feliz Natal”.
Cristãos celebram Natal cheios de coragem na Nigéria (Foto representativa: Portas Abertas)
Hoje, na véspera de Natal, faz um ano desde que radicais atacaram comunidades cristãs no estado de Plateau, Norte da Nigéria e mataram 160 cristãos que se preparavam para os cultos de Natal. Este ano, muitos cristãos na região aguardam apreensivamente o Natal, incertos se haverá uma repetição dos ataques do ano passado, mas com o desejo ardente de celebrar a vinda de Jesus à terra.
De acordo com contatos locais, no ano passado, semanas antes dos ataques, já havia rumores. Na época, não havia evidências claras para apoiar as suposições, por isso, os cristãos continuaram suas rotinas normalmente. No dia 24 de dezembro do ano passado, tudo se tornou realidade.
Ao todo, 25 vilarejos foram atingidos por um ataque coordenado, de estilo militar. Pelo menos 110 homens, 37 mulheres, dez crianças e três pessoas com deficiência foram queimadas em suas casas, pois não conseguiram fugir e os rumores de um novo ataque começaram a circular. Mas os cristãos locais resistem na fé em Jesus.
Culto de ação de graças
Cristãos no estado de Benue também estão igualmente temerosos neste Natal. A violência militante já deslocou milhares de cristãos na região. Muitos vivem em abrigos improvisados, vulneráveis a novos ataques. Em 8 de setembro, quando completou um ano do ataque em Mangu, cristãos decidiram voltar para a região e realizar um culto de ação de graças para agradecer a Deus por mantê-los vivos mesmo após o ataque.
O culto de gratidão foi realizado na igreja queimada, enquanto as crianças cantavam louvores embaixo das árvores com 280 pessoas presentes. Mesmo sob risco, eles continuaram cantando e dançando, louvando a Deus sem medo. Eles cantaram “Mwaghavul”, que se traduz como “Satanás, você não pode me fazer comprometer minha fé, um dia Deus nos libertará como fez com os israelitas”.
O pastor pregou sobre João 16.33, encorajando-os a serem esperançosos, corajosos e resilientes diante dos desafios. Muitos ficaram emocionados durante o culto, lembrando a dor de perder entes queridos e sendo lembrados de não desistir. Alguns cristãos viajaram mais de uma hora a pé para o culto de ação de graças.
O desejo sincero das pessoas é recuperar suas terras e voltar para casa, porque a vida não tem sido fácil para elas. Muitos ainda vivem em acampamentos de deslocados internos, alguns estão se virando com parentes, enquanto outros ainda estão lutando em condições muito desumanas e traumas. Por favor, continue a orar pela Nigéria.
A violência extrema na Nigéria faz com que mulheres e meninas cristãs precisem de cura física, emocional e espiritual. Seu apoiopermite que elas recomecem suas vidas e tenham um futuro cheio de esperança. Doe!
PG e sua mãe, Dona Benedita (Foto: Instagram/@cantorpg)
Morreu nesta segunda-feira, 23 de dezembro de 2024, dona Bendita, a mãe do cantor gospel Pedro Geraldo, conhecido como PG.
“O Senhor deu, o Senhor levou. Bendito seja o nome do Senhor!”, escreveu o cantor em sua página no Instagram.
O cantor agradeceu a todos que estavam orando por ela.
“Te amo pra sempre minha “cabeça branca” dona Dita. Minha mãe!!!”, finalizou o cantor que recentemente estava em turnê com a banda Oficina G3.
Vários artistas se manifestaram com palavras de consolo.
“mano, já te falei pelo whats e repito por aqui, sinta-se abraçado por mim, meu irmão. que o Senhor a receba em Seus braços”, escreve Duca Tambasco.
“Poxa meu mano! Meus sinceros sentimentos! Que o Espírito consolador os console nesta hora”, disse Luiz Arcanjo.
“Que o Espírito Santo console você e todos aí irmão!”, escreveu Alex Gonzaga, vocalista da Banda Novo Som.
“Meus sentimentos meu mano. Força”, disse Rodolfo Abrantes.
“Querido PG! Graça e força do Seu sejam sobre vc e toda a família . Em breve ele enxugará dos nossos olhos toda lágrima ! Amamos vcs!”, escreveu a cantora Nívea Soares.
O velório será no Cemitério Parque da Paz PL (Arujá) localizado na Av. PL do Brasil, 8000 – Jaguari, Arujá – SP.
CeCe Winans está entre as indicadas ao 67º Grammy Awards. (Foto: Divulgação)
A Academia Nacional de Artes e Ciências de Gravação dos Estados Unidos anunciou os nomes de artistas do gospel indicados a concorrerem nas categorias cristãs da 67º edição do Grammy Awards, a maior premiação da música, que será realizada no dia 02 de fevereiro de 2025, em Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos.
Os indicados incluem a Bethel Music, Brandon Lake, CeCe Winans e Forest Frank, todos reconhecidos por suas contribuições ao gospel.
Na categoria de “Melhor Performance / Canção de Música Cristã Contemporânea”, Bethel Music e Jenn Johnson, em parceria com CeCe Winnans, foram indicados pela versão ao vivo da música “Holy Forever”. Na mesma categoria, o grupo Elevation Worship, em parceria com Brandon Lake, Chris Brow e Chandler Moore, foram indicados pela música “Praise”.
Outros indicados na categoria de “Melhor Performance / Canção de Música Cristã Contemporânea”, incluem “Firm Foundation (He Won’t)” de Honor & Glory com Disciple. Também concorrem “In The Name Of Jesus” de JWLKRS Worship com Maverick City Music e Chandler Moore, e CeCe Winnans com a canção “That’s My King”.
Essas indicações ao Grammy seguem o recente GMA Dove Awards, onde Brandon Lake e CeCe Winans foram homenageados com três prêmios cada, e “Holy Forever” foi nomeada Canção do Ano. Frank foi premiado como “Novo Artista do Ano” e sua música “Good Day” levou para casa a “Canção Pop / Contemporânea Gravada do Ano”. O projeto de estreia de Frank, Child of God, garantiu a posição número um na parada de álbuns cristãos da Billboard por 14 semanas em 2024.
Lista de indicados do gospel ao 67° Grammy Awards! Melhor Performance Gospel/Canção – “Church Doors” — Yolanda Adams; – “Yesterday” — Melvin Crispell III – “Hold On (Live)” — Ricky Dillard – “Holy Hands” — DOE; – “One Hallelujah” — Tasha Cobbs Leonard, Erica Campbell & Israel Houghton Featuring Jonathan McReynolds & Jekalyn Carr;
Melhor Performance/Canção de Música Cristã Contemporânea – “Holy Forever (Live)” — Bethel Music, Jenn Johnson com CeCe Winans; – “Praise” — Elevation Worship com Brandon Lake, Chris Brown e Chandler Moore; – “Firm Foundation (He Won’t)” — Honor & Glory com participação de Disciple; – “In The Name Of Jesus” — JWLKRS Worship & Maverick City Music com Chandler Moore; – “In The Room” — Maverick City Music, Naomi Raine, Chandler Moore e Tasha Cobbs Leonard; – “That’s My King” – CeCe Winans; Taylor Agan, Kellie Gamble, Llyod Nicks e Jess Russ;
Melhor Álbum Gospel – Covered Vol. 1 — Melvin Crispell III – Choirmaster II (Live) — Ricky Dillard – Father’s Day — Kirk Franklin – Still Karen — Karen Clark Sheard – More Than This — CeCe Winans
Melhor Álbum de Música Cristã Contemporânea – Heart Of A Human — DOE – When Wind Meets Fire — Elevation Worship – Child Of God — Forrest Frank – Coat Of Many Colors — Brandon Lake – The Maverick Way Complete — Maverick City Music, Naomi Raine & Chandler Moore
Melhor Álbum Gospel de Raízes – The Gospel Sessions, Vol 2 — Authentic Unlimited – The Gospel According To Mark — Mark D. Conklin – Rhapsody — The Harlem Gospel Travelers – Church — Cory Henry – Loving You — The Nelons
Confira todas as categorias que concorrem a 67º edição do Grammy Awards, aqui!