O ex-satanista. (Foto: Reprodução/Instagram/Deliverance Down Under).
Um homem, que antes seguia o satanismo, compartilhou um poderoso testemunho de conversão ao cristianismo enquanto estava na prisão. Ele foi condenado a 25 anos e, inicialmente, acreditava que poderia contar com a ajuda do diabo para escapar de sua sentença.
Em um vídeo compartilhado pelo perfil Deliverance Down Under no Instagram, ele revelou como sua transformação começou:
“Nas minhas primeiras noites na prisão, não havia TV, apenas uma Bíblia. Como satanista, minha primeira reação foi pegar aquela Bíblia e desenhar um sinal satânico na primeira página.”
Apesar disso, ele começou a ler as Escrituras, dizendo que sentiu como se Deus estivesse chamando sua atenção:
“Eu acredito que gentilmente, Deus estava me segurando pelas orelhas, me levando para uma sala e dizendo: ‘Olha, precisamos ter uma conversinha’.”
Na terceira noite de leitura, ele enfrentou intensa opressão espiritual:
“Eu ouvi vozes malignas dizendo: ‘Você não tem medo de estar neste lugar? Você não tem saída.’”
Tomado pelo medo, ele se ajoelhou e fez uma oração:
“Jesus, se Você for real, eu vou te dar uma chance.”
A partir daquele momento, ele sentiu a presença transformadora de Deus em sua vida. Sem a intervenção de ninguém, a Bíblia em sua cela tornou-se o instrumento de sua salvação.
Na última noite de sua sentença, ele orou a Deus, perguntando como poderia retribuir o cuidado que recebeu. Ele relata que ouviu a resposta do Senhor:
“Apenas ore e fale comigo como tem feito todos os dias e leia a Minha Palavra.”
Nos comentários, uma jovem relatou uma experiência semelhante vivida por seu pai, que encontrou Jesus enquanto estava na solitária da prisão. Ela compartilhou que, ao escolher um livro para passar o tempo, sem perceber, ele pegou uma Bíblia.
“Ele passou duas semanas lendo de capa a capa. Ele se arrependeu durante o tempo na solitária e foi batizado na prisão pouco depois.”
Essa mudança não apenas transformou a vida dele, mas também a de sua família:
“Ele me ligou e disse que viveríamos de uma forma diferente quando ele fosse solto. E nós fizemos. Jesus transformou nossas vidas. Me sinto abençoada e honrada por esta herança em Cristo, por mim, pelo meu filho e pelas gerações que podem vir antes da Sua volta.”
Estudantes caminham do lado de fora da Escola Adventista Feather River, em Palermo, Califórnia, em 4 de dezembro de 2024, após um tiroteio que resultou em duas crianças feridas (Foto: YouTube)
Um ataque a tiros em uma escola cristã na Califórnia deixou dois alunos, de 5 e 6 anos, gravemente feridos nesta quarta-feira, 4. O incidente ocorreu na Escola Adventista de Feather River, em Oroville, e está sendo investigado como um possível crime motivado por intolerância religiosa.
O xerife do condado de Butte, Kory Honea, afirmou em entrevista coletiva que o atirador escolheu a escola devido à sua associação com a Igreja Adventista do Sétimo Dia. “As evidências sugerem que a instituição foi o alvo devido à sua afiliação religiosa”, declarou Honea.
Detalhes do ataque
O atirador, que havia agendado uma reunião com um administrador escolar sob o pretexto de matricular um parente, iniciou o ataque logo após o encontro. “Nada no comportamento do homem durante a reunião levantou suspeitas”, informou o xerife.
Testemunhas relataram cenas de pânico. Jocelyn Orlando, aluna da sexta série, descreveu o momento de tensão: “Vi uma sombra com uma arma e avisei aos outros para correrem.”
A polícia chegou em apenas dois minutos após ser acionada pelos funcionários e encontrou o atirador morto, com indícios de suicídio. O FBI está conduzindo uma investigação detalhada sobre o caso.
Repercussões e respostas
A pequena Escola Adventista de Feather River, que conta com apenas 35 alunos, teve aulas suspensas indefinidamente. Em resposta ao ataque, as autoridades aumentaram a segurança em escolas adventistas por toda a Califórnia.
A Associação dos Adventistas do Sétimo Dia do Norte da Califórnia emitiu uma nota de pesar, pedindo orações pelas vítimas e suas famílias. “Estamos profundamente abalados por essa tragédia e agradecemos à polícia pela rápida intervenção para proteger os alunos.”
Pais também expressaram preocupação com os impactos psicológicos nas crianças que presenciaram o ataque. “O trauma será profundo e duradouro, afetando não só as crianças feridas, mas todos que testemunharam o ocorrido”, lamentou um dos pais.
Posicionamento oficial
O governador da Califórnia, Gavin Newsom, também se pronunciou. Em publicação na rede social X, ele destacou a dor de mais uma tragédia causada por violência armada: “Mais uma vez, uma comunidade é devastada pela violência sem sentido. Nossos corações estão com as crianças e suas famílias.”
O ataque reforça o debate sobre segurança em escolas e a necessidade de políticas mais efetivas para combater a violência armada nos Estados Unidos.
Folha Gospel com informações de Comunhão, CNN e Crosswalk
Cena do filme “A Redenção – A História Real de Bonhoeffer”. (Foto: Reprodução/YouTube/Paris Filmes)
O novo filme cristão “A Redenção – A História Real de Bonhoeffer” é inspirado na vida do pastor alemão Dietrich Bonhoeffer que lutou contra o nazismo. O longa, com distribuição da Paris Filmes em parceria com a 360 Way Up, estreia dia 12 de dezembro no Brasil.
Dietrich Bonhoeffer foi um homem dentro da igreja que decidiu que a coragem política era um ato de fé e não permaneceu em silêncio diante do mal.
Enquanto o mundo está à beira da aniquilação, Bonhoeffer, interpretado pelo ator Jonas Dassler, se alia a um perigoso plano para assassinar Hitler, arriscando a sua fé e o seu destino para salvar milhões de judeus do genocídio.
Com direção e roteiro de Todd Komarnicki, o longa cristão é mais um lançamento da parceria exclusiva da Paris Filmes com a Angel Studios.
A produção é assinada pela Crow’s Nest Productions e Angel Studios e pelos produtores Todd Komarnicki, Emmanuel Kampouris, Camille Kampouris e John Scanlon. O elenco ainda traz Moritz Bleibtreu, August Diehl, David Jonsson e Flula Borg.
‘Impactou a minha vida’
Líderes e pessoas de influência participaram de uma sessão exclusiva para assistir ao filme antes da estreia. Na ocasião, todos ficaram animados com o que viram:
“É um filme imperdível. Fiquei encantado com a mensagem deste filme. Conta a história de alguém que não se omitiu no período do Nazismo. Alguém com coragem e ousadia para enfrentar esse momento”, disse o pastor Oliver Rodrigues, da Igreja Batista do Povo.
Já o Coronel Terra, líder dos Policiais Militares de Cristo em SP, afirmou: “É uma história que impactou muito a minha vida e me fez refletir sobre como estamos agindo como igreja, como Corpo de Cristo nesta geração, neste tempo aqui no Brasil”.
E continuou: “Não perca a oportunidade de assistir a este filme. Com certeza, vai agregar muito valor à sua fé”.
Assista o trailer dublado:
Sobre a 360 WayUp
A 360 WayUp nasceu com o objetivo de impulsionar o mercado cinematográfico cristão no país. A empresa atua no processo de viabilizar, produzir, distribuir e comunicar produtos que alcancem pessoas através de mensagens de fé e esperança. Para isso, utiliza-se de estratégias eficientes numa atuação em nível nacional. Fundada por Ygor Siqueira, a empresa tem como diferencial a expertise de se comunicar amplamente com o seu público-alvo: os cristãos. Com uma equipe experiente, a 360 WayUp é a única do mercado e tem revolucionado o segmento. Entre os lançamentos: Você Acredita?, Quarto de Guerra, Ressurreição, Milagres do Paraíso, Deus Não Está Morto 2, Ben-Hur, Para Sempre, Papa Francisco, A Cabana, A Estrela de Belém, Extraordinário, Mais que Vencedores, Paulo, Apóstolo de Cristo e Som da Liberdade, dentre outros, totalizando quase 30 milhões de espectadores levados ao cinema.
Máquinas caça-níqueis em um cassino (Foto: Canva Pro)
O Grupo Aliança, composto por influentes líderes evangélicos como pastores, bispos e apóstolos, publicou nesta segunda-feira (2) um manifesto contra o projeto de lei que busca legalizar cassinos, bingos, o jogo do bicho e apostas em corridas de cavalos no Brasil. A votação do chamado “PL dos Cassinos” (PL 2.234/2022) está prevista para esta quarta-feira (4/12) no Senado Federal.
Acompanhe sessão ao vivo no Senado Federal clicando aqui.
No documento, assinado por nomes como os pastores Silas Malafaia, Samuel Câmara, Abe Uber e Marcos Galdino, os bispos Robson Rodovalho e Abner Ferreira, e os apóstolos Cesar Augusto, Estevam Hernandes e Renê Terra Nova, o grupo expressa preocupações com os possíveis impactos sociais da legalização dos jogos de azar.
O manifesto destaca que o projeto, caso aprovado, pode trazer consequências como:
Endividamento das famílias: Especialmente para as populações mais vulneráveis.
Aumento dos vícios relacionados ao jogo: O que pode gerar desestruturação familiar.
Lavagem de dinheiro e crimes financeiros: Por meio de sites ilegais e mecanismos fraudulentos.
Exploração dos vulneráveis: Atingindo especialmente os mais pobres e jovens.
Os líderes religiosos apelam aos senadores para que rejeitem a proposta, afirmando que ela acarretará “impactos devastadores nas famílias”.
Apoio e argumentos dos defensores do projeto
Parlamentares favoráveis ao PL dos Cassinos argumentam que a medida trará benefícios econômicos significativos. O relator do projeto, senador Irajá (PSD-TO), afirmou que a legalização poderá gerar arrecadação expressiva para estados, municípios, a União e fundos para esporte e cultura. Ele estima que o mercado ilegal movimentou entre R$ 14,3 bilhões e R$ 31,5 bilhões em 2023, valores que poderiam ser formalizados e tributados.
Além disso, o projeto prevê a criação de dois novos impostos, cuja arrecadação seria compartilhada entre as esferas federativas e a Embratur, para promover o turismo internacional. O texto também estabelece regras rígidas, como limites para a quantidade de estabelecimentos comerciais com cassinos e bingos, com o objetivo de facilitar a fiscalização e reduzir externalidades negativas.
Histórico do projeto
O PL dos Cassinos foi apresentado pela primeira vez em 1991 pelo então deputado federal Renato Vianna. Após mais de 30 anos em tramitação, a Câmara dos Deputados aprovou o texto em 2022. Desde então, o projeto passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e aguarda decisão no Plenário, sob liderança do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
Críticas adicionais
Senadores contrários à medida destacam os riscos sociais e de segurança pública. Entre as preocupações estão:
Incentivo ao vício em jogos de azar.
Facilitação de crimes, como lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e prostituição.
Impactos negativos à saúde mental de indivíduos e famílias.
O debate sobre a legalização dos jogos de azar tem dividido opiniões em todo o país, envolvendo argumentos econômicos e sociais. A votação no Senado promete ser decisiva para o futuro da regulamentação do setor no Brasil.
O senador Jaime Bagattoli (PL-RO) criticou, em pronunciamento nesta quarta-feira (4), o projeto de lei que autoriza o funcionamento de cassinos e bingos no Brasil, legaliza o jogo do bicho e permite apostas em corridas de cavalos (PL 2.234/2022). Para o parlamentar, a proposta traz efeitos negativos que superam qualquer vantagem econômica que o país possa obter. O senador pediu que o texto, que está na pauta do Plenário desta quarta, seja retirado de pauta ou rejeitado.
“Desde a regularização do funcionamento das apostas [on-line] no Brasil, estamos vivendo em um verdadeiro laboratório em que pessoas acabam se viciando no jogo. São pessoas que chegam a se endividar e a tirar a comida de seus próprios filhos, em razão da falsa esperança de enriquecimento fácil. Essa magia simplesmente não existe. Apostas, cassinos e bingos não são entidades filantrópicas. Buscam, pelo contrário, auferir lucros bilionários à custa da dívida das pessoas.”
Bagattoli citou um estudo divulgado pelo Banco Itaú, que estima que os brasileiros pagaram R$ 24,1 bilhões em taxas às casas de apostas on-line nos 12 meses encerrados em junho deste ano. De acordo com a pesquisa, as premiações recebidas pelos apostadores totalizaram um saldo R$ 200 milhões no período.
O senador declarou que jogos de azar estão historicamente associados ao crime no Brasil e no exterior. Segundo Bagattoli, as dificuldades de rastreamento do dinheiro movimentado em casas de apostas as colocam como alvo para a lavagem de dinheiro do crime. O parlamentar também afirmou que estabelecimentos de jogos estariam ligados ao crescimento da prostituição e da violência em seus arredores.
“Em um país que luta para acabar com a prostituição infantil, a permissão para o funcionamento de casas de jogos será mais um elemento de incentivo a essa e a outras práticas criminosas. É impossível conceber que qualquer vantagem econômica ou ganho de arrecadação possa superar os danos que a legalização de casas de apostas traria consigo.”
Leia a íntegra do comunicado assinado por líderes religiosos:
“O GRUPO ALIANÇA, em nome do povo evangélico, contrários à PL dos Bingos, cassinos e jogo do bicho, buscando a rejeição desse Projeto de Lei, vem, por meio desta, carta de repúdio, expor o quanto segue:
Considerando: I- Que o Senado incluiu na pauta do plenário da próxima quarta-feira (dia 04) a votação do PL dos Cassinos, projeto de lei que objetiva legalizar um extenso rol de jogos de azar, além dos cassinos, bingos e jogo do bicho;
II- A preocupação com os efeitos colaterais, tais como: endividamento da população, vícios relacionados aos jogos, golpes através de sites irregulares, lavagem de dinheiro e exploração de vulneráveis; III- O retrocesso na gestão e cuidado com a população, gerando problemas sociais e econômicos que não podem ser ignorados;
IV- Os impactos devastadores nas famílias, sobretudo aos mais pobres; V- Que o vício não é apenas um problema individual, mas social e de políticas públicas, afetando a saúde mental, financeira e até mesmo a segurança familiar;
VI- O Brasil enfrenta diversos desafios relacionados à corrupção e à falta de fiscalização em diversos setores, a legalização dos bingos e jogos de azar abriria ainda mais portas para atividades ilícitas, tornando extremamente difícil garantir a transparência e a integridade sobre esse setor; VII- Que precisamos priorizar políticas públicas que promovam o bem-estar social e combatam veementemente a vulnerabilidade, e não medidas que agravam problemas já existentes.
Pelo exposto é que o GRUPO ALIANÇA, representantes dos evangélicos, entende que deva ser rejeitado o pretenso Projeto de Lei dos Bingos, cassinos e jogo do bicho, visando a proteção aos cidadãos dos efeitos nocivos dessa proposta, cuja solução responsável se faz necessária para não comprometer o futuro de inúmeras pessoas e seus familiares.”
Folha Gospel com informações de Metrópoles e Agência Senado
Célia Moisés, tecladista do grupo Voz da Verdade. Foto: Reprodução / site Voz da Verdade.
Morreu nessa segunda-feira (02), Célia Moisés, irmã do pastor Carlos Moisés e tecladista do grupo Voz da Verdade. Segundo uma nota publicada no site oficial do ministério, Célia enfrentava há anos, graves problemas no fígado.
Em uma postagem oficial, o grupo Voz da Verdade lamentou a morte da tecladista e deixou um depoimento sobre Célia, uma pessoa amada por todos.
“Célia, ex-tecladista da banda Voz da Verdade, minha melhor amiga de infância, prima, mulher virtuosa, foi para os braços do Senhor. Célia, uma mulher que aguentou os trancos da vida como uma guerreira, passou por problemas terríveis em sua vida. Seu segundo filho tão aguardado, nasceu e logo partiu para o Senhor, depois foi seu marido André, acometido de uma doença incurável”, inicia a nota.
“Perdeu sua filha Lilian após um transplante de fígado. E por fim, ela lutava vários anos com um problema grave no fígado. Célia sofreu boa parte da sua vida, mas nunca se lamentou e estava sempre com sorriso no rosto, não querendo dar trabalho para ninguém”, continua a publicação do grupo, no site.
“Eu olhava para Célia e não conseguia entender de onde vinha tanta força, como ela aguentou passar por tudo isto. Nunca, mas nunca, ela questionou a Deus. Sempre otimista, uma mulher de fácil convivência, mansa, simples, não gostava de holofotes, sempre humilde.”
“Sinceramente, nunca vi uma pessoa como a Célia, que aguentou calada todos os problemas de sua vida, guardava tudo em seu coração, não gostava de desapontar ninguém. UMA MULHER VIRTUOSA, UMA SERVA VALOROSA DE DEUS . PRIMA QUERIDA, DESCANSE EM PAZ.”, finaliza a nota.
O corpo de Célia foi cremado nessa terça-feira (03) em um cemitério na cidade de São Bernardo do Campo, na Região do Grande ABC, (SP).
Apóstolo Rina e a esposa Denise Seixas (Foto: Reprodução/Igreja Bola de Neve)
A pastora Denise Seixas, viúva do apóstolo Rina, fundador da Igreja Bola de Neve que faleceu em novembro, iniciou uma disputa judicial pelo controle da organização religiosa. Ação movida por Denise na última sexta-feira (29) solicita a anulação de um pedido de reintegração de posse que, segundo sua defesa, foi irregularmente conduzido pela atual administração da igreja.
De acordo com os advogados de Denise, o estatuto da igreja garante que, na ausência do presidente, o vice-presidente assume automaticamente. Denise foi nomeada vice-presidente por tempo indeterminado em 2016, e a defesa argumenta que, com a morte de Rina em 17 de novembro, ela deveria ter assumido a presidência da Bola de Neve.
No entanto, a igreja afirma que Denise renunciou ao cargo de vice-presidente em agosto de 2024, e o pastor Fábio Santos teria sido escolhido para a presidência. A defesa de Denise contesta essa renúncia, alegando que o documento mencionado fazia parte de uma tratativa de divórcio que nunca foi homologada ou concretizada. Segundo o advogado Anderson Albuquerque, após essa tentativa de separação, Denise e Rina estavam reatando o casamento, o que invalidaria qualquer renúncia anterior.
A defesa de Denise relatou resistência ao solicitar a prestação de contas da igreja, cujas receitas são estimadas em R$ 250 milhões anuais. Segundo os advogados, o diretor financeiro Everton Cesar Ribeiro e o advogado Renê Guilherme Koerner Neto, procurador da igreja, dificultaram o acesso de Denise às informações e teriam articulado para removê-la do cargo.
De acordo com um vídeo publicado pelo perfil O Fuxico Gospel nas redes sociais, Denise aparece em uma discussão com membros da igreja em uma sala localizada na sede da Bola de Neve, na Lapa, zona oeste de São Paulo, onde o velório estava sendo realizado.
A pastora afirma que os integrantes incluíram um documento de renúncia entre os papéis necessários para os trâmites do enterro do ex-marido.
Nas imagens, Denise relata que solicitou ler os documentos antes de assiná-los, mas foi impedida. Em reação, ela pediu a presença da polícia, embora não esteja claro se alguma ocorrência foi registrada.
A posição da Igreja Bola de Neve
Em nota oficial, a igreja reafirma que Denise não integra sua diretoria desde setembro de 2024 e nega irregularidades. A instituição também acusa Denise de ter invadido a sede, demitido funcionários e criado um ambiente de conflito. A defesa da pastora nega essas acusações e afirma que a ação judicial busca apenas restaurar a ordem prevista no estatuto da igreja.
“A Igreja Bola de Neve reafirma que a pastora Denise Seixas renunciou ao cargo de vice-presidente. Ela foi acionada pela igreja após invadir a sede da instituição na última sexta-feira, ocasião em que até chegou a “demitir” funcionários e expulsá-los do templo, causando um ambiente de desnecessário conflito, conforme boletim de ocorrência registrado.”, diz nota da igreja.
Especialista analisa o caso
Para Sérgio Ricardo Fogolin, especialista em direito societário, o ponto central é a validade do documento de renúncia. Ele explica que, caso o estatuto da igreja preveja que o vice-presidente assume na ausência do presidente, Denise teria o direito de ocupar o cargo.
Se a renúncia foi feita em contexto de divórcio e não homologada judicialmente, ela pode ser considerada nula. Contudo, se o conselho da igreja puder comprovar a renúncia ou destituir Denise por meio de assembleia com base no estatuto, a situação se reverteria.
Próximos passos
O caso segue na Justiça e pode abrir precedentes para disputas em organizações religiosas. Denise luta para ser reconhecida como sucessora legítima do apóstolo Rina, enquanto a diretoria atual da Bola de Neve argumenta que sua renúncia é válida e irreversível.
Independentemente do desfecho, o processo já expõe um racha interno e levanta questões sobre a governança e a condução financeira de uma das maiores igrejas neopentecostais do Brasil.
Aplicativo da Bíblia YouVersion (Foto: Reprodução)
O popular aplicativo bíblico YouVersion revelou seu versículo mais popular do ano de 2024, com mais usuários interessados naquele versículo do que em outros.
Em uma declaração na segunda-feira, a YouVersion afirmou que este versículo teve “maior engajamento do que qualquer outro versículo neste ano”.
O fundador e CEO da YouVersion, Bobby Gruenewald, acredita que a popularidade desse versículo bíblico em particular é um sinal de que as pessoas buscam a Deus em tempos de incerteza.
“Em muitos casos, nossa ansiedade vem de guardar preocupações que não deveríamos carregar”, disse Gruenewald em um comunicado.
“Para mim, esse versículo que está sendo mais procurado neste ano é uma ilustração de que nossa comunidade está buscando a Deus em oração e escolhendo confiar que Ele carregará seus fardos — e estamos vendo isso apoiado nos dados.”
“Não andem ansiosos por coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as suas petições, pela oração e pela súplica, com ação de graças“, diz Filipenses 4:6, o versículo mais lido no aplicativo em 2024.
O fundador e CEO da YouVersion, Bobby Gruenewald, acredita que a popularidade desse versículo bíblico em particular é um sinal de que as pessoas buscam a Deus em tempos de incerteza.
“Em muitos casos, nossa ansiedade vem de guardar preocupações que não deveríamos carregar”, disse Gruenewald em um comunicado.
“Para mim, esse versículo que está sendo mais procurado neste ano é uma ilustração de que nossa comunidade está buscando a Deus em oração e escolhendo confiar que Ele carregará seus fardos — e estamos vendo isso apoiado nos dados.”
“Oração” e “paz”
A YouVersion relatou um aumento no interesse pela oração por meio de seu aplicativo da Bíblia, já que o envolvimento com os recursos de oração do aplicativo aumentou 46% em 2024 em comparação a 2023.
Os recursos de oração incluem pessoas compartilhando orações com seus amigos, sessões de oração com outras pessoas e compartilhamento de que oraram por outras pessoas. Além disso, os principais termos de pesquisa no aplicativo para 2024 incluíram as palavras “oração” e “paz”, disse a YouVersion.
A leitura diária da Bíblia no aplicativo cresceu mais rapidamente na África Central e na África Oriental em comparação ao ano passado, com todo o continente também registrando o maior aumento no uso diário do aplicativo da Bíblia para crianças.
O YouVersion também relatou um crescimento decente entre usuários na América Latina e observou um esforço para abrir um centro regional na Cidade do México, México, para beneficiar sua comunidade de usuários de língua espanhola.
“É encorajador ver pessoas em toda a Comunidade YouVersion, em todas as regiões do mundo, se envolvendo com a Bíblia em níveis tão elevados”, afirmou Gruenewald.
“Essas tendências de envolvimento com a Bíblia destacam os pontos em comum que podem ser encontrados em toda a Igreja global — nas lutas que enfrentamos e em nossa necessidade de Deus.”
O YouVersion foi lançado pela megaigreja multisite Life.Church em 2008, e sua família geral de aplicativos foi baixada em mais de 875 milhões de dispositivos no mundo todo.
Ano passado, a YouVersion anunciou que Isaías 41:10 foi o versículo mais lido no aplicativo. O versículo diz: “Portanto, não tema, pois estou com você; não se assuste, pois eu sou seu Deus. Eu o fortalecerei e o ajudarei; eu o sustentarei com a minha destra justa.” Isaías 41:10 também foi nomeado o versículo mais popular em 2022, 2020 e 2018.
Folha Gospel com texto original de The Christian Post
A busca por respostas em meio ao caos e à incerteza tem levado milhões de americanos a recorrer à Bíblia. Em 2024, as vendas de exemplares das Escrituras cresceram 22% até o final de outubro, em comparação com o mesmo período de 2023. Essa tendência foi destacada pelo The Wall Street Journal (WSJ), que classificou o momento como uma “era de ouro da publicação da Bíblia”.
Enquanto as vendas gerais de livros nos Estados Unidos tiveram um aumento modesto de menos de 1%, as Bíblias se destacaram com um salto impressionante. De 9,7 milhões de cópias vendidas em 2019, os números saltaram para 14,2 milhões em 2023. Em 2024, até outubro, já foram comercializados 13,7 milhões de exemplares, com expectativa de superar os recordes anteriores até o final do ano.
Motivações para o crescimento
Jeff Crosby, presidente da Evangelical Christian Publishers Association, relaciona esse fenômeno à busca por segurança espiritual em tempos de instabilidade global. “As pessoas estão sentindo ansiedade e preocupações em relação ao futuro, especialmente com temas como inteligência artificial e ciclos eleitorais. Isso alimenta o desejo de garantia de que ficaremos bem”, afirmou Crosby ao WSJ.
Segundo uma gerente de livraria, muitos dos compradores são pessoas em busca de esperança, muitas delas adquirindo sua primeira Bíblia.
De acordo com o relatório State of the Bible 2023, 44% dos jovens entre 18 e 26 anos estavam muito ou extremamente curiosos sobre Jesus e a Bíblia. Além disso, quase metade da Geração Z afirmou que a Bíblia transformou suas vidas: 49% dos jovens entre 18 e 21 anos e 52% dos que têm entre 22 e 26 anos.
Em 2024, os dados revelaram que 21% dos jovens adultos dessa geração aumentaram o uso da Bíblia, confirmando a continuidade da tendência observada em 2023. O Dr. John Plake, diretor da Sociedade Bíblica Americana, descreveu os jovens como uma “esperança brilhante” para a fé cristã.
Fatores culturais e novas edições
O WSJ aponta que o crescimento da popularidade da Bíblia pode estar relacionado a influenciadores e celebridades falando sobre fé em plataformas como YouTube e TikTok. Além disso, novas versões e formatos das Escrituras têm tornado o texto mais acessível e envolvente para um público diversificado.
Especialistas veem o aumento das vendas como um reflexo do impacto que o relacionamento com Deus pode ter, especialmente entre os mais jovens. Observadores esperam que a tendência continue em 2025 e nos anos seguintes, reafirmando o papel transformador das Escrituras na sociedade.
Jogadores do Botafogo em culto no clube. (Foto: Reprodução/Instagram/PauloSergio).
Após a histórica conquista da Libertadores 2024, os jogadores do Botafogo participaram de um culto emocionante, onde louvaram e oraram juntos, agradecendo a Deus pela vitória. O momento foi registrado em um vídeo compartilhado pelo cantor cristão Paulo Sérgio no Instagram, que ministrou durante a celebração.
O culto aconteceu após o triunfo sobre o Atlético Mineiro por 3 a 1 no estádio Más Monumental, em Buenos Aires, no último sábado (30). A vitória marcou o primeiro título de Libertadores do Botafogo, considerado o maior da história do clube.
Durante a adoração, os atletas cantaram hinos, intercederam uns pelos outros e realizaram imposição de mãos, em um momento de união e fé. Na legenda do vídeo, Paulo Sérgio escreveu: “Botafogo, Deus sabe daquilo que ninguém sabe. Parabéns por acima de tudo, Deus ser prioridade.”
O triunfo histórico
O Botafogo superou a pressão de uma final emocionante e mostrou sua força em campo, mesmo jogando com um atleta a menos após a expulsão de Gregore no primeiro minuto. Luiz Henrique, Alex Telles e Júnior Santos marcaram os gols que levaram o time à vitória e ao título.
O Botafogo, que enfrentava críticas sobre uma suposta instabilidade emocional, demonstrou resiliência e superação ao conquistar a América.
Repercussão do culto
O vídeo do culto, que já acumula mais de 1 milhão de visualizações, gerou uma onda de elogios e comentários nas redes sociais. Torcedores de outros clubes também destacaram a importância da fé na trajetória do time.
Um palmeirense escreveu: “Doeu ver vocês sobressairem em todas as competições, mas esse vídeo me mostrou o que Deus faz quando é invocado!”
Outra internauta comentou: “Descobri a causa da vitória do Botafogo! Toda honra e glória sejam dadas ao Deus Eterno!”
O ex-jogador Gonçalves, que já defendeu o Botafogo, também deixou sua mensagem: “Maravilhosa a presença do Espírito Santo neste culto dos nossos jogadores. Deus é fiel, e o tempo dele chegou. É tempo de Botafogo! Toda honra e glória a Deus!”
A liderança da Frente Parlamentar Evangélica na Câmara dos Deputados está sendo disputada pelos deputados Otoni de Paula (MDB-RJ), aliado do governo Lula, e Gilberto Nascimento (PSD-SP), ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Ambos são membros da Assembleia de Deus, e a decisão, tradicionalmente tomada por consenso, pode, pela primeira vez, ser definida por votação.
Normalmente, a escolha do presidente ocorre a cada dois anos, na primeira semana de fevereiro. Porém, a expectativa é que a decisão seja antecipada para o próximo dia 11 de dezembro, quarta-feira, durante o Culto da Santa Ceia.
Até hoje, nunca houve necessidade de votação, com o consenso prevalecendo em todas as ocasiões. Em 2023, por exemplo, Otoni de Paula retirou sua candidatura após um acordo que estabeleceu a presidência alternada entre Eli Borges (PL-TO) e Silas Câmara (Republicanos-AM).
Desta vez, Otoni de Paula anunciou que manterá sua candidatura até o fim e não aceitará a proposta de alternância. Ele conta com o apoio de figuras influentes da bancada, como o atual presidente Silas Câmara e Cezinha de Madureira (PSD-SP), ambos da Assembleia de Deus e com boas relações com o governo federal.
Gilberto Nascimento, por sua vez, é visto como um nome respeitado dentro da bancada e é considerado o “decano”, por ter participado da fundação da Frente Parlamentar Evangélica em 2003. Delegado da Polícia Civil, ele tem o apoio de uma das maiores lideranças evangélicas do país, o pastor Silas Malafaia.
Nos bastidores, chegou a ser cogitada a candidatura do deputado Pastor Diniz (União-RR), da Igreja Batista. Porém, sua pouca experiência parlamentar foi vista como um obstáculo. O próprio Pastor Diniz não confirmou se pretende disputar a liderança.
A eleição promete ser um marco na Frente Parlamentar Evangélica, evidenciando a polarização interna entre aliados do governo e os que seguem alinhados ao ex-presidente Bolsonaro.