Autoras de "Jornal da Garota Corajosa". Foto: Divulgação.
As autoras das ficções cristãs “Corajosas” e “Corajosas 2” oferecem conselhos para fortalecimento espiritual e lançam “Journal da Garota Corajosa”, pela Editora Mundo Cristão. A obra, escrita pelas autoras Arlene Diniz, Queren Ane, Thaís Oliveira e Maria S. Araújo, traz lições preciosas.
Muitas meninas se perguntam: como podem ser corajosas e protegerem seus corações? Seja por inseguranças pessoais ou questionamentos espirituais, existem jovens que se sentem sozinhas ou sem um espaço seguro para desabafar. É natural que, nesse período, as meninas busquem apoio e orientação. Por isso, anote quatro lições e recomendações dadas pelas autoras.
“A desconexão entre o que se vê na tela do celular e no reflexo do espelho pode ser uma passagem só de ida para a terra da amargura. Vista-se bem e fique bonita conforme suas possibilidades. O problema surge quando a preocupação excessiva com a aparência supera o valor real das coisas, podendo levar ao egocentrismo e vaidade. Reconheça que você é maravilhosa como Deus te criou”, destaca a autora Arlene Diniz.
“Pelo caminho você encontrará pessoas de todos os tipos, algumas mais fáceis de lidar e outras, nem tanto. Existe uma tendência pecaminosa de usar a boca para dizer coisas maldosas: amaldiçoar, ofender, invejar, fofocar, mentir. É natural querer amar e ser amada, mas não é necessário se desesperar para agradar alguém. Proteja o seu coração”, afirma Queren Ane.
“Todas enfrentam dilemas que podem levar a questionar a Deus. A resposta nem sempre é aquela que desejam ouvir. Isso não significa que foram abandonadas ou que Deus não se importa. Pelo contrário. Treine seus olhos para enxergarem a bondade de Deus. Ele quer cuidar do seu coração, arrancar os espinhos e curar suas feridas”, ressalta Thaís Oliveira.
“A verdade é que há dias alegres e outros em que o sentimento é de frustração. Todos possuem sentimentos e emoções, e eles são parte de cada um. O que embeleza as pessoas é que demonstram ser reais, humanas. No entanto, precisa-se de algo sólido para apoiar os pés. Expresse a verdade quando necessário, sendo fiel àquilo em que acredita. Convide o Senhor: você verá sua fé cada vez mais inabalável”, afirma Maria Araújo.
As escritoras criaram uma comunidade online onde as meninas compartilham pensamentos e se conectam com outras jovens. Juntas, aprendem a ser corajosas e a proteger seus corações, seguindo a vontade de Deus.
Detalhes do produto
Editora : Mundo Cristão; 1ª edição (16 setembro 2024)
Cartaz de “Agatha Desde Sempre”. (Foto: Reprodução/Disney+)
Após o lançamento da nova série da Marvel, “Agatha Desde Sempre”, o Movieguide — um guia de filmes e entretenimento para famílias — está alertando os cristãos sobre a continuidade dos esforços da Disney+ para levar entretenimento ocultista para crianças e adolescentes.
Além da bruxaria, a produção incluirá temas LGBT. A atriz Aubrey Plaza, que interpreta a “Bruxa Verde” Rio Vidal, afirmou à Variety que a série está ficando “cada vez mais gay” e prometeu aos espectadores uma “explosão gay no final”.
Sasheer Zamata, que interpreta Jennifer Kale, concordou que a produção é “o projeto mais gay que a Marvel já fez”.
“Eu concordo com isso. Acho que esse show faz uma representação muito boa de diferentes tipos de pessoas, e que todos nós podemos usar o poder que temos dentro de nós, então, vamos em frente e sejamos ótimos”, disse Sasheer.
“Agatha Desde Sempre”, que estreou em 18 de setembro, é um spin-off da série de sucesso da Marvel de 2021, “WandaVision”, e conta a história da bruxa Agatha Harkness.
“A infame Agatha Harkness se encontra desanimada e sem poder depois que um adolescente gótico suspeito a ajuda a se libertar de um feitiço distorcido”, diz a sinopse.
“O conteúdo de ‘Agatha Desde Sempre’ reflete um interesse crescente e perigoso em bruxaria e paganismo entre os jovens”, alertou o Movieguide.
Em 2023, a plataforma de streaming concordou em produzir uma série original alemã intitulada “Pauline”, uma história em que uma adolescente fica grávida do diabo.
No entanto, o presidente e fundador do Movieguide, Ted Baehr, lançou uma petição online para impedir que a Disney exibisse a série.
“Não podemos deixar que esse conteúdo distorcido e perturbador corrompa os valores e crenças de nossos filhos. Pauline envia uma mensagem perigosa aos jovens espectadores de que se associar a demônios, Satanás e o mal é aceitável e até desejável”, declarou Ted.
Depois do lançamento do filme “Abracadabra 2”, em 2022, Jamie Gooch, mãe de três filhos, disse à KWTX-TV que o filme “traz um inferno para seus filhos e para sua casa”.
“Não assista a esse filme. Todo mundo acha que é falso e inocente, mas eles podem estar lançando qualquer tipo de feitiço que quiserem, qualquer coisa pode estar passando pela tela da TV para dentro da sua casa”, contou ela.
Segundo um estudo Barna de 2006, “73% dos jovens americanos se envolveram em pelo menos um tipo de atividade psíquica ou relacionada à bruxaria, além da mera exposição na mídia ou do uso do horóscopo”.
“Os tipos mais comuns de comportamentos de bruxaria eram usar um tabuleiro Ouija e ler um livro sobre bruxaria ou Wicca, cada um dos quais foi feito por mais de um terço dos adolescentes. Mais de um quarto dos adolescentes já jogou um jogo com elementos de feitiçaria ou bruxaria. Um décimo dos adolescentes participou de uma sessão espírita e 1 em cada 12 tentou lançar um feitiço ou misturar uma poção mágica”, informou o estudo.
Redes sociais
As práticas de ocultismo nas redes sociais também foram expostas. Segundo a revista Wired, vídeos com a hashtag #witch — que significa bruxa em inglês — receberam mais de 585 milhões de visualizações e #witchesoftiktok recebeu 84 milhões de visualizações somente em 2020.
Jenny Weaver, uma ex-bruxa que lidera um movimento evangelístico nos EUA, informou que os cristãos precisam ficar alertas, pois a bruxaria e o ocultismo continuam aumentando.
“Acho que a mídia fez um bom trabalho em empurrar algo até o ponto em que agora é normalizado”, disse ela à CBN News.
“Temos programas já na idade da creche promovendo bruxaria e feitiçaria: ‘Está tudo bem, meninos e meninas digam essas palavras mágicas conosco’. E é uma bruxaria pré-escolar, que entra nos corações e mentes das pessoas, incluindo as pessoas na igreja”, acrescentou.
Dr. Michael Oh, CEO do Movimento de Lausanne, fazendo seu discurso principal durante a cerimônia de encerramento do Quarto Congresso de Lausanne sobre Evangelização Mundial em Incheon, Coreia do Sul, 28 de setembro de 2024. (Foto: Lausanne)
“A Grande Comissão é responsabilidade de todos”, disse o Dr. Michael Oh a milhares de cristãos no final do Quarto Congresso de Lausanne sobre Evangelização Mundial, em Incheon, Coreia do Sul, no sábado.
Falando durante a cerimônia de encerramento de Lausanne 4, o Dr. Oh alertou contra a rejeição da Grande Comissão como “não sendo da minha conta”, e disse que ela deve ser vista como uma “responsabilidade coletiva” da Igreja e “um assunto de todos”.
“A Grande Comissão é responsabilidade de todos. O resultado agregado de cristãos fazendo suas próprias coisas em seu próprio lugar – mesmo fielmente – nos deixou com a trajetória de que, ano após ano, há mais pessoas no mundo que nunca ouviram o Evangelho do que no ano anterior”, disse ele.
Em seu discurso final do congresso no sábado, o Dr. Oh disse que “qualquer coisa que não seja um realinhamento massivo da presença, coordenação e intencionalidade cristã” resultaria em bilhões de pessoas nunca ouvindo o Evangelho.
Ele disse que queria ver mais cristãos entrando em diferentes esferas da sociedade para alcançar as pessoas com o Evangelho.
“Com 3,4 bilhões de pessoas que vivem entre 7.400 grupos de povos não alcançados no mundo e que provavelmente nunca ouvirão as Boas Novas de Jesus antes de morrerem; com 86 por cento de todos os muçulmanos, budistas e hindus do mundo não conhecendo um único cristão… isso não é apenas responsabilidade de missionários e ministros, mas de artistas, engenheiros, estudantes, professores, diretores financeiros, CEOs e muito mais”, disse ele.
Ele continuou: “Que nenhum de nós encontre conforto em imaginar-se diante de Deus um dia e dar desculpas por nossa falta de intencionalidade e responsabilidade coletiva, alegando ignorância e dizendo: desculpe, eu não sabia.”
A ação colaborativa foi enfatizada durante todo o Lausanne 4. No último dia, os participantes foram convidados a assinar um “Compromisso de Ação Colaborativa” para inspirá-los a continuar buscando maneiras de trabalhar juntos além do congresso para compartilhar o Evangelho.
O Dr. Oh disse que nenhum cristão poderia dizer que não precisa um do outro. “Que impacto e maior eficácia poderia haver se o ministério de todo o povo de Deus fosse [ser] menos como a versão cristã de ‘fazer atos aleatórios de gentileza’ e mais como um corpo coordenado e saudável de Jesus Cristo?” ele disse.
Também falando no último dia do congresso estava o pastor americano e autor de best-sellers Rick Warren, que disse aos participantes mais jovens, com menos de 40 anos: “Vocês têm o potencial de terminar a tarefa e completar a Grande Comissão”.
No entanto, “para chegar à linha de chegada”, ele disse que precisavam de quatro coisas: “mentores, modelos, parceiros e amigos”.
Pedindo para que aqueles com mais de 40 anos se levantassem, ele disse aos participantes mais jovens: “Essas são as pessoas com quem vocês deveriam aprender. Vocês podem aprender com qualquer um se souberem as perguntas certas. Todos os líderes são aprendizes. Essas pessoas já estão no ministério há anos, então elas podem ensinar coisas que vocês não sabem.”
Ele acrescentou: “Agora, minha oração para ambos os grupos é que vocês terminem bem.”
Lausanne 4 reuniu mais de 5.000 cristãos de mais de 200 países na Coreia do Sul para uma semana de colaboração e elaboração de estratégias para a missão mundial.
As discussões deveriam ser sustentadas pela Declaração de Seul , um documento de 20 páginas destinado a complementar e desenvolver declarações teológicas anteriores de Lausanne. No entanto, publicar a Declaração de Seul antes do congresso provou ser controverso e criou confusão e frustração entre muitos participantes que esperavam deliberar sobre ela durante o encontro para fornecer feedback antes de sua divulgação.
A força do sentimento levou os líderes de Lausanne a abrir um mecanismo de feedback para que os participantes do congresso compartilhassem suas reflexões sobre o conteúdo da Declaração de Seul.
O porta-voz de Lausanne, Michael du Toit, reconheceu a confusão em um e-mail enviado aos participantes, convidando-os a responder à Declaração de Seul: “Reconhecemos que, ao apresentar a Declaração de Seul, deveríamos ter sido mais claros ao explicar seu propósito e a maneira como os participantes são convidados a se envolver com ela.”
O feedback será considerado nas próximas semanas pelo Grupo de Trabalho de Teologia, que, juntamente com os líderes seniores de Lausanne, determinará os próximos passos a serem tomados.
A Declaração de Seul não foi a única controvérsia no congresso depois que alguns participantes ficaram incomodados com comentários da palestrante convidada Ruth Padilla DeBorst criticando Israel e a escatologia dispensacionalista.
Os comentários durante sua apresentação sobre justiça na segunda-feira à noite levaram o diretor do congresso, David Bennett, a pedir desculpas.
Outros ficaram irritados com o pedido de desculpas. Valdir Steuernagel, teólogo brasileiro e conselheiro executivo sênior do Movimento de Lausanne, disse que era “problemático” que Lausanne tivesse “se distanciado de uma das apresentações mais impactantes do evento”.
Ao abordar a controvérsia na sexta-feira, Chris Wright, que faz parte do conselho de diretores de Lausanne, disse aos repórteres que o movimento “não afirma ser a voz de toda a comunidade cristã” e sugeriu que os membros devem encontrar uma maneira de conviver com suas diferenças que não busque “colocar culpas ou encontrar soluções fáceis”.
“O que foi dito na segunda-feira à noite estava fadado a ser doloroso para alguns, e o pedido de desculpas em seu nome doloroso para outros. É muito difícil simplesmente dizer que um lado está certo ou o outro está errado”, disse ele.
Lausanne 4 foi realizada ao longo de sete dias no Songdo Convensia em Incheon, nos arredores da capital coreana, Seul. As sessões exploraram tópicos-chave relacionados à missão mundial, incluindo liderança, discipulado intergeracional, missão urbana, sexualidade, fé no local de trabalho, justiça, mudança climática e perseguição.
O congresso coincidiu com o 50º aniversário do Movimento de Lausanne, marcando meio século desde que Billy Graham, John Stott e outros líderes evangélicos se reuniram em Lausanne, Suíça, em 1974 para fundar o movimento focado na missão.
Em seu discurso principal durante as celebrações do aniversário na quarta-feira, o Dr. Oh disse que era fundamental que a Igreja se envolvesse digitalmente com o mundo ou então “perderia o futuro”.
Lausanne 4 foi realizada em torno do tema ‘Que a Igreja declare e mostre Cristo juntos’. Foi apoiada por centenas de igrejas coreanas e milhares de cristãos coreanos individuais que se inscreveram para orar pelo evento durante a semana, embora alguns cristãos locais tenham protestado do lado de fora do encontro, alegando que Lausanne estava falhando em se manifestar contra a homossexualidade. Um porta-voz de Lausanne disse que o movimento havia decidido não se envolver com os manifestantes.
Folha Gospel com informações de The Christian Today
Alunos orando nos EUA. (Foto: Reprodução/Instagram/See You at the Pole)
Na última quarta-feira (25), milhões de estudantes do ensino fundamental ao superior se reuniram para orar, motivados por uma iniciativa anual nos Estados Unidos que engloba outros 63 países.
A iniciativa “See You at the Pole” (“Te Vejo no Mastro da Bandeira”), liderada por estudantes, está em seu 33º ano. Os alunos se uniram em mastros de bandeiras em seus campi nos EUA e em outros países para orar e muitos registraram o momento nas redes sociais.
Apesar da repercussão positiva, a participante Bethany Collins Hardy relatou que nem todos receberam bem a ação: “Surpreendentemente, tivemos pais lutando contra isso pela primeira vez aqui em Byron, Illinois”.
“Isso levou mais jovens ao local e até a polícia apoiou nosso direito de orar publicamente. Tivemos pelo menos 80 pessoas participando”, acrescentou.
Já Nicole Young-Cline, de Myrtle Beach, compartilhou: “Carolina do Sul, grata pela liberdade de nos reunirmos em nome de Jesus”.
De acordo com a Baptist Press, a “1ª Oração” foi sobre o tema do evento deste ano, baseado na passagem bíblica de 1 Timóteo 2:1, que diz: “Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens”.
Na ocasião, os estudantes oraram por suas escolas, comunidades, amigos e colegas de classe.
‘See You at the Pole’
O evento foi criado para estimular um movimento contínuo de oração e mudança de estilo de vida, com recursos disponíveis por meio do ministério parceiro “Claim Your Campus”.
Além disso, os organizadores informaram que ele foi precedido em algumas comunidades por caminhadas de oração e eventos do ministério estudantil.
Realizado anualmente na última quarta-feira de setembro desde 1991, o “See You at the Pole” surgiu de um fim de semana do evento cristão “DiscipleNow” em Burleson, Texas, no início de 1990.
Encorajados a orar, um grupo de adolescentes dirigiu até três escolas da área, ficou sob mastros de bandeira e orou por escolas, líderes e amigos.
Na época, a notícia do evento se espalhou, atraindo 45.000 estudantes em oração sob mastros de bandeiras em quatro estados, e um milhão em mastros de bandeiras escolares em setembro de 1991.
Hoje, os eventos são realizados no Canadá, Coreia, Japão, Turquia, Costa do Marfim e outros, com os estudantes: “respondendo ao chamado de Deus e levando a sério o desafio de orar”, afirmaram os líderes.
“Como em todos os grandes movimentos de oração, ‘See You at the Pole’ não começou nos corações das pessoas. Começou no coração de Deus. Deus usou a obediência de um pequeno grupo de adolescentes para acender o que se tornou um movimento internacional de oração entre os jovens”, acrescentaram.
Igrejas, ministros e pais são encorajados a apoiar o evento, orando pelas escolas e adotando uma instituição de ensino para orar durante o ano. O alcance multidenominacional conta com o apoio de quase 100 ministérios, escolas e organizações.
Bandeira da Nicarágua ao lado da Catedral Velha em Managuá, capital do país. (Foto: canva)
Em meio a perseguição crescente na Nicarágua, cristãos estão se reunindo nas casas para poder cultuar a Deus sem chamar a atenção das autoridades.
Desde o início dos protestos populares em 2018, o governo autoritário de Daniel Ortega já dissolveu mais de 3.550 ONGs, sendo que várias delas eram evangélicas.
A Nicarágua enfrenta uma crise política, social e de liberdades que se agravou após as polêmicas eleições gerais realizadas em 7 de novembro de 2021, quando Daniel Ortega foi reeleito para um quinto mandato.
Desde então, mais de 256 igrejas evangélicas foram fechadas pelo governo nos últimos quatro anos, segundo a organização de direitos humanos Nicarágua Nunca Más.
Pelo menos 200 líderes religiosos fugiram do país. Mais de 20 foram destituídos de sua cidadania e 65 foram indiciados por conspiração e outras acusações.
Segundo o diretor do ministério Mountain Gateway, John Britton Hancock, que também foi alvo do governo Ortega, há 100 pastores presos neste momento.
Em um ambiente de insegurança, o diácono Francisco Alvicio e sua congregação – uma das centenas da Igreja da Morávia – foram obrigados a se reunirem nas casas, depois de sofrerem repressão do governo.
“Se eu for perseguido na igreja, ainda tenho minha Bíblia”, comentou o líder de 63 anos, em entrevista à AP News.
Agentes infiltrados nos cultos
Nos últimos anos, a denominação formada por mais de 350.000 membros em todo o país, passou a ser vigiada por policiais e agentes infiltrados nos cultos.
“Chegar com uma arma não é bondoso. Se alguém entra em uma igreja vestindo um uniforme, falando alto, é para intimidar”, enfatizou Francisco.
Além disso, o governo impôs impostos aos membros e novas regras para a igreja, incluindo a troca do logotipo da Igreja da Moldávia.
“Não aceitamos”, contou o líder. “Não podemos mudar algo só porque o governo quer. O único caminho que seguimos é o de Deus”.
Cultos domésticos na madrugada
Com o tempo, os membros pararam de comparecer aos cultos com medo de represálias e começaram a se reunir nas casas.
Os membros realizam os cultos às 4h da madrugada, em voz baixa e sempre mudam o local dos encontros, com o objetivo de não serem descobertos pelas autoridades.
Depois de denunciar, junto com outros pastores, a vigilância, o assédio e a prisão de líderes, Francisco decidiu fugir para a Costa Rica, por sua segurança.
Apesar da perseguição, o líder permanece firme em sua fé. “Nós, os morávios, acreditamos que onde quer que estejamos, podemos orar a Deus. Então eu posso andar, falar e pensar com esse poder, sabendo que, mesmo que eu esteja sozinho, Ele estará comigo”, declarou.
Jurado de morte
Outro pastor da Igreja da Moldávia, que não teve o nome revelado por motivos de segurança, também saiu da Nicarágua após descobrir que o governo estava “atrás de sua cabeça”.
Agora, sua congregação cultua a Deus nas casas e ele se reúne com os membros à distância.
“O governo quer controlar tudo. Eles temem que, se alguém falar contra o governo, o povo se levante”, denunciou ele.
Conforme Anna Lee Stangl, chefe de defesa da CSW, organização cristã que defende a liberdade religiosa, nas igrejas católicas e protestantes, as ações de perseguição são semelhantes.
Restrições à duração, localização e frequência dos cultos; proibição de procissões; invasão de homens mascarados em igrejas; roubo ou destruição de objetos religiosos e infiltração de informantes nas igrejas.
A organização Portas Abertas, que incluiu a Nicarágua no 30º lugar em sua Lista Mundial da Perseguição 2024, destaca que “a hostilidade para com os cristãos na Nicarágua continua a se intensificar, sendo aqueles que se manifestam contra o presidente Ortega e o seu governo vistos como agentes desestabilizadores”.
Nesta quinta-feira (26), a nova produção cristã “A Forja – O Poder da Transformação”, chegou aos cinemas no Brasil. Dos mesmos criadores de “Quarto de Guerra” e “Mais Que Vencedores”, o longa apresenta promoção especial para grupos de igrejas.
O filme é produzido pelos irmãos Kendrick, com distribuição da Paris Filmes em parceria com a 360 Way Up. A produção apresenta a história de Isaías Wright, um jovem sem planos para o futuro que depois de ser desafiado pela mãe descobre o propósito de Deus em sua vida.
Com roteiro de Alex e Stephen Kendrick e direção de Alex Kendrick, o drama segue a linha dos demais filmes da dupla e apresenta uma história inspiradora, de amor e esperança, que motiva os espectadores a fortalecerem suas relações pessoais.
No elenco, Cameron Arnett de “Mais Que Vencedores” e “Uma Jornada de Fé” atua como o empresário de sucesso, que é o motivador na vida do protagonista.
Além de Cameron, a produção conta com a atriz e evangelista Priscilla Shirer – no papel da mãe de Isaías – Aspen Kennedy, Karen Abercrombie, T.C. Stallings, BJ Arnett, Ken Bevel, Benjamin Watson, Jonathan Evans, Jerry Shirer e Tommy Woodard.
A produção é assinada pela Affirm Films, Faithstep Films, Provident Films e Kendrick Brothers Production.
Assista ao trailer dublado:
Sinopse
Um ano depois de encerrar o ensino médio, o jovem Isaías Wright não tem planos para o futuro e é desafiado por sua mãe solo e um empresário de sucesso a começar a traçar um rumo melhor para sua vida.
Ele passa a ser discipulado pelo seu novo mentor, conta com orações de sua mãe e de uma guerreira de orações, Dona Clara, e começa a descobrir o propósito de Deus para sua vida.
A história de Isaías é transformada a partir do discipulado feito por um empresário, temente a Deus, e auxiliado por um grupo de homens que fizeram dos seus encontros semanais, mesas de comunhão, mentoria e crescimento.
A temática abordada no filme trata dos desafios encontrados por muitas famílias hoje em dia e que, certamente, vai servir de inspiração para novas escolhas guiadas pela fé em Deus.
Kendrick Brothers Productions
A Kendrick Brothers Productions é a empresa dos Irmãos Kendrick, que torna Jesus Cristo conhecido através de filmes, livros, currículos e palestras.
Os Kendricks buscam motivar, incentivar e inspirar espectadores e leitores com recursos que afetam a sua vida espiritual, para fortalecer suas famílias e seus relacionamentos pessoais.
Já a 360 WayUp nasceu com o objetivo de impulsionar o mercado cinematográfico cristão no país. Entre os lançamentos: Você Acredita?, Quarto de Guerra, Ressurreição, Milagres do Paraíso, Deus Não Está Morto 2, Ben-Hur, Para Sempre, Papa Francisco, A Cabana, A Estrela de Belém, Extraordinário, Mais que Vencedores, Paulo, Apóstolo de Cristo e Som da Liberdade, dentre outros, totalizando quase 30 milhões de espectadores levados ao cinema.
Acima de 20 ingressos, todos pagam meia-entrada em compra única. No entanto, é preciso conferir a lista de cinemas participantes. Para mais informações sobre compras para grupos, acesse aqui
Patrick Fung fala no Quarto Congresso de Lausanne sobre Evangelização Mundial em Incheon, Coreia do Sul, em 25 de setembro de 2024. | Lausanne/MaryChris Lajom
A preocupação que os líderes da igreja têm demonstrado pelos cristãos que sofrem por causa de sua fé desde o primeiro Congresso de Lausanne, em 1974, cresceu tanto que a maior parte do dia e da noite foram dedicados à perseguição no quarto Congresso, na quarta-feira.
A conexão entre evangelização e perseguição era clara. Líderes e palestrantes cristãos que abordaram a perseguição também destacaram a importância do discipulado para e por aqueles que sofrem por sua fé.
Um líder cristão baseado na Nigéria disse ao Congresso sobre Evangelização Mundial, onde 5.200 cristãos de todo o mundo se reuniram, que um desafio da perseguição é a tentação de cair na fé sincrética marcada pela corrupção e falsos ídolos. O Rev. Gideon Para-Mallam, diretor executivo da Para-Malam Peace Foundation em Jos, citou um aviso anterior feito pelo Rev. Patrick Fung, embaixador global da OMF International.
“Como o Dr. Patrick Fung compartilhou esta manhã, a perseguição nunca matará a Igreja, mas um Evangelho comprometido sim”, Para-Mallam disse ao Congresso. “Então esse é um desafio real para os cristãos na África Subsaariana — falta de uma resposta bíblica continental e unida à perseguição. E é importante que a Igreja global esteja ciente desses desafios e possa orar por nós.”
A África Subsaariana e o Sahel estão testemunhando assassinatos em massa que são amplamente ocultados — “Seres humanos são literalmente massacrados” — à medida que a infraestrutura financeira das forças extremistas islâmicas parece ser bastante aprimorada, disse Para-Mallam.
“As consequências são devastadoras, e isso resultou em aumento de perseguição e ataques terroristas contra cristãos”, ele disse. “Há diferentes nuances na perseguição conforme vivenciada pelos cristãos na África Subsaariana, mas o objetivo final é o mesmo: o islamismo na África.”
Atores não estatais, como os grupos terroristas jihadistas Boko Haram, al-Shabaab e o Estado Islâmico, tornaram-se subestados, com a cumplicidade de alguns funcionários estatais complicando a luta contra o terrorismo em alguns países, disse ele. Os cristãos são arrancados de suas terras ancestrais, com milhões vivendo como deslocados internos ou refugiados.
“Em alguns países, há violência de gênero, que se tornou uma arma de perseguição por grupos terroristas em países como Nigéria, Burkina Faso, Eritreia e Moçambique”, disse Para-Mallam.
A perseguição se torna um meio de discipulado à medida que os cristãos enfrentam o sofrimento, incluindo meninas sequestradas na Nigéria que se tornaram mulheres em cativeiro, como Leah Sharibu, sequestrada pelo Boko Haram em 2018, disse ele.
“Deus está trabalhando entre as meninas cristãs em cativeiro — você não vai acreditar, mas no cativeiro do Boko Haram, algumas dessas meninas estão envolvidas em orações”, disse Para-Mallam. “Em estudos bíblicos, até mesmo em jejum, uma das meninas disse a um comandante do Boko Haram: ‘Eu não pertenço a este lugar. Estou orando, estou confiando em Deus.’ E exatamente três anos depois, Deus a tirou de lá. Ela está livre hoje, apesar do aumento da perseguição.”
Os cristãos na África estão revivendo o livro de Atos enquanto aprendem a dar suas vidas por Cristo como um testemunho de sua resiliência, disse ele.
“Deus também está ganhando de volta para Si convertidos dentre os perseguidores”, disse Para-Mallam. “Que Deus continue a fazer Sua obra, e que Deus seja glorificado apesar da perseguição.”
Um líder cristão do Líbano também falou sobre a importância do discipulado, destacando a necessidade de se preparar proativamente para enfrentar a perseguição.
“Isso aconteceria por meio de programas de discipulado e currículo que abordassem questões como teologia das minorias”, disse o líder, cujo nome está sendo retido por razões de segurança. “Como você, como minoria, pode ser eficaz em sua sociedade? Como você pode ser um cidadão responsável por sua própria sociedade?”
Meio libanês e meio sírio, ele disse que a invasão do Estado Islâmico na Síria e no Iraque em 2014 mostrou o quão pouco preparados os cristãos da região estavam para a perseguição.
“Os cristãos sírios realmente não estavam preparados para enfrentar a perseguição”, ele disse. “Acho que as instituições teológicas agora, as igrejas estão se preparando e mais prontas do que antes, como educar, como informar e como equipar irmãs e irmãos, como enfrentar a perseguição, especialmente aqueles que vêm de uma origem muçulmana e enfrentarão pressões de governos, bem como de comunidades.”
Aqueles que sofrem por causa de sua fé têm muito a ensinar aos cristãos que precisam ouvir as vozes dos perseguidos por meio de livros e outras mídias como parte de seu discipulado, disse ele.
“É bom ter uma base bíblica forte de que a Igreja sempre foi perseguida e que a Igreja sempre foi uma minoria”, ele disse. “É realmente crucial que ouçamos a voz dos mártires antes que eles se tornem mártires. Também precisamos realmente ouvir a voz do mundo majoritário e, de mãos dadas com uma Igreja global, apoiar e defender os cristãos sofredores.”
Líderes cristãos no Irã também falaram do sofrimento como um meio de crescimento, tanto pessoal quanto para a Igreja. Um orador, cujo nome não foi revelado, disse que, apesar da perseguição, o número de cristãos no Irã cresceu de 500 no máximo antes da Revolução Islâmica de 1979 para pelo menos 1 milhão de convertidos do islamismo.
“É por isso que estamos treinando mais pessoas, mais líderes, imprimindo mais Bíblias e recursos para o discipulado, porque estamos esperando muito mais do que isso”, disse ele.
A história mostrou que a perseguição não é o “fim da história”, primeiro porque faz parte de qualquer história cristã; quando ele aceitou a Cristo, ele sabia que a perseguição viria, disse ele.
“A segunda razão pela qual a perseguição não é o fim da história é porque conhecemos o fim da história”, disse ele, citando as promessas bíblicas de que as portas do Inferno não vencerão a Igreja e a vitória final do povo de Deus no Apocalipse.
A última razão pela qual a perseguição não é o fim da história é “porque todos nós somos parte da história — todo o Corpo de Cristo”, ele disse. “Estou falando da parte sangrenta do Corpo. [Mas] todos nós somos parte da história.”
A ênfase dos palestrantes no discipulado para e por meio da perseguição estava alinhada com um artigo produzido por um Grupo Temático sobre o tópico no Fórum para Evangelização Mundial de 2004, organizado pelo Comitê de Lausanne para Evangelização Mundial em Pattaya, Tailândia, em 2004.
O artigo observou que, apesar da queda da Cortina de Ferro, a opressão e a perseguição aos cristãos estavam aumentando devido à globalização, ao nacionalismo, ao fundamentalismo religioso, à disparidade econômica, ao pós-modernismo e ao secularismo.
“Mas desde 1989, o principal contexto para a perseguição cristã se tornou o mundo islâmico”, observou o jornal. “O ‘choque de civilizações’ entre o islamismo e o Ocidente se intensificou desde 11 de setembro de 2001 e está contribuindo para a violência anticristã em contextos muçulmanos.”
Outras causas identificadas foram o hinduísmo, o comunismo e os contextos pós-comunistas, e o secularismo.
“A teologia de sofrimento existente na Igreja precisa ser complementada pelo desenvolvimento de uma teologia de perseguição e, possivelmente, até mesmo uma teologia de liberdade religiosa”, afirmou o documento, observando a necessidade de capacitação dentro e para a Igreja perseguida por meio de treinamento, “tanto treinamento espiritual para o ministério e perseguição duradoura quanto treinamento prático/vocacional para fortalecer a Igreja economicamente”.
Folha Gospel com texto original publicado no Christian Daily International
A articulação entre os deputados evangélicos contrários ao Projeto de Lei (PL) 2.234/22 – que legaliza os jogos de azar – não foi suficiente para evitar sua aprovação no Plenário da Câmara dos Deputados, em fevereiro do ano passado, e nem na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, em junho deste ano. No entanto, senadores cristãos ainda vêm se mobilizando para derrubar essa proposição, que já foi objeto de discussão em sessão de debates temáticos no órgão, no mês passado.
Apesar de alguns sites de notícias terem divulgado que o projeto seria votado logo após o primeiro turno das eleições, a Assessoria de Imprensa da Presidência do Senado disse à Comunhão que não há informações de que o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco, tenha feito essa afirmação.
De acordo com o senador Magno Malta (PL-ES), a Frente Parlamentar Evangélica (FPE) da Câmara Alta está se articulando internamente e junto a outros parlamentares para barrar o Projeto de Lei. Para Malta, esta proposição pode trazer consequências desastrosas à sociedade brasileira. “Sou firmemente contrário à legalização dos jogos de azar no Brasil, pois isso acarretaria consequências sociais e econômicas negativas, como o aumento da criminalidade, a exploração dos mais vulneráveis e os riscos de vício, entre outros”, declarou o parlamentar.
Magno Malta frisou que tem feito uma campanha intensa nas redes sociais no intuito de conscientizar as pessoas acerca dos perigos envolvidos na liberação dos cassinos e do jogo do bicho. “Precisamos da participação de todos nessa luta. Afinal, nosso país não pode se tornar um ‘paraíso da contravenção’”, alertou o senador.
Segundo reportagem feita pela Agência Senado, na ocasião da sessão de debates o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco, reconheceu a complexidade da proposição, que abrange aspectos econômicos e sociais. “Devemos avaliar cuidadosamente eventuais benefícios, como geração de empregos e receitas para o Estado brasileiro, mas também os riscos e desafios, incluindo prevenção da lavagem de dinheiro e combate ao crime organizado, além do problema social e de saúde pública relativo à ludopatia [vício em jogos]”, salientou o senador à agência de notícias.
No dia do debate, a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) também se pronunciou e alertou para os riscos da lavagem de dinheiro por parte de facções criminosas e bicheiros, além de o país não dispor de estrutura suficiente para controle e fiscalização dos jogos de azar.
“O que mais me traz para este debate é a questão da corrupção, da lavagem de dinheiro. Temos notas técnicas da PGR [Procuradoria-Geral da República] e da PF [Polícia Federal], de 2017, que já apontavam essa preocupação. Acho que elas ainda têm validade e podemos voltar a perguntar a esses órgãos se eles mudaram a posição, se o Brasil melhorou os seus órgãos de controle. Essa preocupação ainda é muito atual”, salientou a senadora na ocasião.
Igrejas no Líbano se tornaram santuários para pessoas deslocadas por ataques aéreos israelenses.
Embora os ataques aéreos tenham como alvo o grupo militante Hezbollah, a coordenadora do projeto Ajuda à Igreja que Sofre no Líbano, Marielle Boutros, disse que as consequências são de longo alcance e “afetam a todos”, mas especialmente aqueles que vivem no sul, uma parte do país que abriga muitos cristãos.
A Ajuda à Igreja que Sofre (ACN) está fazendo parceria com organizações religiosas locais para ajudar os milhares de pessoas que foram deslocadas desde o início dos bombardeios na segunda-feira.
“As pessoas agora estão morando em salões de igreja, então precisarão de comida, produtos sanitários, colchões, cobertores. E se isso continuar, precisaremos de aquecimento para o inverno, embora, é claro, esperemos que isso não dure tanto tempo”, disse ela.
Os cristãos estão entre as pessoas que perderam suas casas. Alguns buscaram refúgio em Beirute, Monte Líbano e regiões do norte.
Beirute, que a ACN disse ser um “reduto do Hezbollah”, também foi alvo de ataques aéreos.
Boutros explicou o impacto: “Beirute não é uma cidade grande, então se uma parte de Beirute for atacada, toda Beirute sentirá, e o dia todo as pessoas ouvirão o som de aeronaves militares ou drones.”
Ela teme que o conflito em curso possa acelerar a migração cristã do Líbano e diminuir a presença cristã na região.
Escolas que já recebiam apoio da ACN no Líbano foram fechadas devido à violência e as aulas estão sendo ministradas online.
Tragicamente, dezenas de crianças estão entre as centenas de vítimas até agora.
Boutros pediu que os cristãos orem para que a paz “finalmente chegue ao Líbano e a toda a região, e por um fim justo ao conflito atual”.
Folha Gospel com informações de The Christian Today
Frequentar cultos religiosos regularmente pode trazer benefícios para a saúde que vão além da espiritualidade. Segundo o pesquisador Dan Buettner, especialista em longevidade, quem frequenta igrejas ou outros templos com regularidade pode viver entre 4 a 14 anos a mais do que aqueles que não participam de atividades religiosas.
Essa afirmação foi feita durante o programa “Mornings with Maria”, da apresentadora Maria Bartiromo na Fox Business Network, que é transmitido nos Estados Unidos. Dan Buettner explicou que a participação em uma comunidade religiosa traz benefícios que ultrapassam os efeitos de uma dieta balanceada ou prática de exercícios físicos. Ele é famoso por seus estudos sobre as “Zonas Azuis” — áreas do mundo onde as pessoas vivem mais — descobriu que quase todos os centenários entrevistados faziam parte de alguma comunidade de fé.
Impacto da fé na saúde
De acordo com Buettner, frequentar a igreja ao menos quatro vezes por mês pode aumentar significativamente a expectativa de vida. Isso acontece porque o envolvimento religioso não apenas fortalece a saúde espiritual, mas também reduz o estresse, promove um senso de propósito e proporciona um ambiente de apoio comunitário. Ele ressalta que os afro-americanos, em especial, podem ganhar até 14 anos extras de vida ao participarem ativamente de cultos.
Além disso, o pesquisador comparou os efeitos da prática religiosa com hábitos saudáveis. Enquanto uma alimentação balanceada e a prática de exercícios físicos podem prolongar a vida em até 10 anos, o efeito da fé e da comunidade pode superar esses números. Ainda que dieta e exercícios continuem sendo essenciais, Buettner destaca que a combinação de fatores espirituais e sociais é uma fórmula poderosa para uma vida mais longa e saudável.
A frequência aos cultos não apenas auxilia na longevidade, mas também promove o bem-estar emocional e mental. Práticas como oração e meditação ajudam a diminuir a ansiedade, o que, por sua vez, impacta positivamente a saúde física. Além disso, sentir-se parte de uma comunidade e ter um senso de propósito são aspectos vitais para a saúde mental, algo que Buettner observou em todas as “zonas azuis” do mundo.
Frequentar a igreja também cria uma rede de apoio que pode fazer a diferença nos momentos difíceis, o que é uma grande vantagem quando se trata de manter uma vida equilibrada e saudável. Assim, além do cuidado com o corpo, o cuidado com a alma — através da comunhão com Deus e com os irmãos na fé — congregar se mostra um componente essencial para uma vida longa e plena.
Diante das descobertas de Buettner, a mensagem para os cristãos de todas as denominações é clara: a fé não é apenas um caminho para a eternidade, mas também um meio de fortalecer a vida aqui na Terra. Frequentar a igreja não apenas aproxima de Deus, mas também conecta a uma vida mais saudável e feliz. Que tal incluir a igreja na sua rotina como parte do seu cuidado com a saúde?