A Igreja presbiteriana recebeu drag queens para ministrar no culto de domingo. (Foto: Reprodução/Facebook/Calvary Presbyterian Church)
Uma igreja presbiteriana de 200 anos em São Francisco realizou um culto de domingo onde artistas drags ministraram para um público que incluía crianças, pela primeira vez.
A “Calvary Presbyterian Church” organizou um evento chamado “Drag Queen Bible Story Hour” (“Hora da História da Bíblia Drag Queen”), no último domingo (18), com a defensora LGBT Rev. Jane Spahr e os artistas “Joann Fabrixxx” e “Flamy Grant”.
No Facebook, a igreja agradeceu a Deus pelo “dom das drag queens” e compartilhou imagens do evento:
“Agradecemos a Deus pela grande diversidade presente neste mundo e nos apegamos à verdade de que cada um de nós foi criado à imagem de Deus e amado por Ele. Pela dádiva das Drag Queens, ó Deus, nós te damos graças”.
O reverendo Victor Floyd informou à rede de TV americana NBC que a Calvary Presbyterian produziu o evento em resposta à “retórica odiosa” contra artistas drag nas igrejas.
“Esperamos oferecer um pouco de equilíbrio a toda a retórica odiosa que circula no país, especialmente de igrejas e políticos, que estão usando igrejas e usando pessoas trans e drag queens como adereços”, disse Victor.
Spahr, uma lésbica que diz ser evangelista, defendeu a ordenação gay na Igreja Presbiteriana dos EUA (PCUSA), desde 1993.
Porém, em 2010, ela foi condenada por uma comissão denominacional da PCUSA por violar seus votos de ordenação ao realizar cerimônias de casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Em 2015, a PCUSA votou para aprovar uma emenda à sua constituição para mudar oficialmente sua definição de casamento para incluir casais do mesmo sexo.
Segundo o Christian Post, a igreja também defendeu o uso de pronomes neutros para Deus e tem uma faixa pendurada acima da entrada que diz: “GOD: the original they/them” (“DEUS: o original Elu/Elus”).
Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post
Jovem cristão estudando a Bíblia (Foto: Portas Abertas)
Tanto por viverem em regiões remotas quanto pela perseguição, é comum que cristãos de minorias étnicas percam o acesso a educação e, consequentemente, sejam marginalizados no Sudeste Asiático.
O projeto de alfabetização oferecido por parceiros da Portas Abertas no Laos permite que cristãos aprendam a ler e escrever com a Bíblia em vilarejos remotos. O projeto combina fortalecimento espiritual e educação formal de modo que cristãos analfabetos sejam alfabetizados no idioma local.
Desse modo, nossos irmãos na fé podem exercer a cidadania de modo completo, além de obterem mais segurança ao fazerem negócios e poderem conquistar vagas de trabalho com melhor remuneração. Os estudos também permitem que eles testemunhem o amor e o cuidado de Deus em seus vilarejos.
Medo e vergonha
O cristão Khamsay é um exemplo dessa realidade. Ele tem 21 anos e, por não saber ler ou escrever, era muito tímido. A privação da educação limitava a interação dele com as pessoas e até mesmo defender sua família e igreja.
“Logo que me converti, minha esposa foi levada para a casa dos pais dela. Ela foi estrangulada pelo irmão e chutada pelo pai”, disse Khamsay. Ainda recém-convertido, Khamsay também foi preso por abrir uma pequena igreja na comunidade, mas ele não sabia se defender.
Encontrando coragem
“Quando algumas pessoas falavam, eu não entendia. Mas por meio dos estudos, agora reconheço os sons e estou confiante ao escrever. Não fico mais com vergonha”, disse o jovem.
Além do benefício social, Khamsay também se tornou mais confiante ao compartilhar o evangelho. Ao dominar a própria língua, ele tem mais facilidade para explicar as boas novas aos seus vizinhos e ganhou mais coragem para resistir em Cristo à perseguição.
“Vou ensinar o máximo que puder da Bíblia para as pessoas conforme o conhecimento que Deus me conceder. O projeto de alfabetização me ajudou a entender melhor a palavra de Deus e, agora, quando leio a Bíblia, ganho coragem”, conclui Khamsay.
Sua ajuda é essencial para que cristãos perseguidos como Khamsey obtenham o direito básico de saber ler e escrever. Faça uma doaçãopara que eles recebam ensino bíblico e sejam alfabetizados para anunciar as boas novas no Sudeste Asiático.
O distrito escolar Davis School, no norte de Utah, Estados Unidos, reconsiderou a decisão anterior de remover a Bíblia das escolas de ensino fundamental e médio, na última terça-feira (20).
No mês passado, as autoridades proibiram a utilização da Bíblia alegando que ela não era adequada para a idade dos menores.
Agora, o Distrito Escolar de Davis determinou que as Escrituras são apropriadas para os alunos e estarão disponíveis em todas as bibliotecas do distrito.
Depois que 70 membros do conselho escolar votaram unanimemente para devolver a Bíblia às bibliotecas distritais, eles reverteram a ordem.
O distrito, localizado ao norte de Salt Lake City, recebeu um pedido em dezembro para que a Palavra de Deus fosse revisada em resposta à lei estadual de “materiais sensíveis” aprovada em 2022, permitindo que os residentes contestassem livros encontrados em escolas e bibliotecas que eles acreditavam ser inapropriados.
O pedido argumentava que a Bíblia é “um dos livros mais cheios de sexo que existem”.
Alegação dos responsáveis
O grupo de pais da organização “Utah Parents United”, “deixou de fora um dos livros mais cheios de sexo: a Bíblia”, dizia a petição, referindo-se aos esforços dos pais para remover livros sobre sexo, gênero e raça crítica.
“Você sem dúvida descobrirá que a Bíblia não tem valores sérios para menores porque é pornográfica de acordo com nossa nova definição”, escreveram eles.
Segundo a Fox News, na última terça-feira (20), o conselho escolar informou que um comitê de apelação — baseando sua avaliação nos padrões da comunidade — determinou que a Bíblia tem “valor significativo e sério para menores que supera o conteúdo violento ou vulgar que contém”.
Na reunião, a vice-presidente do Conselho Distrital, Brigit Gerrard, afirmou que: “A magnitude do valor da Bíblia como obra literária supera qualquer violência ou palavrões que possam estar contidos no livro”.
O livro “Converse com seus filhos” é um lançamento da Editora Fiel, de autoria de William P. Smith, que é pastor, conselheiro e autor de vários títulos. A narrativa defende a principal ideia de que a forma como você fala com seus filhos vai impactar no seu relacionamento com eles amanhã. Assim, o autor destaca a importância do diálogo no dia a dia.
Como pai ou mãe, suas palavras são poderosas. O que você diz e a forma como diz têm o potencial de convidar seus filhos a um relacionamento mais profundo ou de afastá-los. Em um sentido muito real, suas palavras representam — ou deturpam — as palavras de Deus para eles — o que significa que elas têm o poder de moldar a visão que seus filhos têm do Pai celestial.
Ao oferecer orientação prática para uma comunicação cheia de graça em meio à correria da vida cotidiana, este livro servirá de guia para ajudá-lo a falar com seus filhos de uma maneira que reflita a graça de Deus oferecida a você por meio do evangelho.
Antes que Você Cresça
O livro “Antes que você cresça” apresenta 90 perguntas para se fazer ao filho enquanto ele cresce e preencher no espaço separado dentro do próprio livro. A autora, Luciane Baratelli, é a médica neuropediatra, escritora e influenciadora, responsável pelo perfil “Neuro sem Neura” no Instagram, com quase 200 mil seguidores.
O que você quer ser quando crescer? Era a pergunta mais ouvida pelas crianças lá nos anos 80 ou 90. As respostas variavam entre astronautas, bailarinas, médicos, paquitas e jogadores de futebol. Crianças eram sempre questionadas sobre o seu futuro, como seriam depois de crescidas pois, naquela época, o que elas sentiam não tinha lá tanta importância. O tempo passou e a sociedade evoluiu (ainda bem), passou-se a reconhecer o valor da infância, a entender que as crianças têm direito a sentir todas as emoções, assim como os adultos e que a família tem um papel fundamental nesse processo. Nunca se falou tanto sobre a importância da família se conectar verdadeiramente com seus filhos. E o papel deste livro, em formato de diário, é justamente este: ajudá-los nessa conexão, através de perguntas direcionadas para serem feitas às crianças, de forma a conhecê-las de verdade, entender não só seus gostos, como seus sonhos, seus sentimentos, suas dores.
É um livro que te convida a ver o mundo pelos olhos delas. Para ser preenchido aos poucos, sem pressa, apreciando e refletindo cada resposta. E depois, repetir as mesmas perguntas após alguns anos, para acompanhar o seu amadurecimento, transformando este diário em uma verdadeira máquina do tempo quando eles crescerem!
Patricia Poeta ao lado de Regis Danese no Programa Encontro, da Rede Globo no dia 21 de junho de 2023 (Foto: reprodução)
O cantor Regis Danese foi um dos convidados do programa Encontro, apresentado por Patrícia Poeta, nesta quarta-feira (21), e causou muita polêmica ao fazer uma declaração sobre a depressão. O intérprete da canção Faz Um Milagre em Mim associou a doença à falta de Jesus.
Em determinado momento, Patrícia Poeta conversou com ele sobre questões da vida pessoal, como família e saúde. A apresentadora comentou que muitas vezes as pessoas acham que artistas têm uma vida perfeita, sem problemas, e que na realidade não é bem assim. Danese, então, começou seu discurso.
O cantor fez uma associação e disse que a depressão, doença que afeta milhares de pessoas, é por falta de contato com Jesus e afirmou que a situação acabou acontecendo com mais frequência entre os humoristas.
“A depressão pega todo mundo, mas principalmente aquele que mexe com arte. Humoristas, a maioria são depressivos. Tá dando risada, tá contando piada, mas por dentro o cara tá todo mal. Sabe o que é isso? Se você tiver o encontro com Jesus, ele é o espaço certinho pra preencher esse vazio”, disse o artista.
Patrícia Poeta não comentou a declaração e passou a abordar o fato de afilha de Daneseter sido diagnosticada com câncer quando era criança. O programa então exibiu um depoimento da menina, que hoje é adolescente e está curada, para o pai.
“Isso foi muito importante para você. Eu lembro quando a gente se encontrou, até num evento religioso, você tinha acabado de ter o diagnóstico da Brenda. E foram três anos de luta e tratamento. Você enfrentou um belo desafio com sua filha e com a família toda”, disse a apresentadora.
No Twitter e no Instagram, alguns espectadores criticaram o cantor pelo comentário sobre a depressão.
“Sério mesmo que Regis Danese tá no #Encontro dizendo que depressão é falta de Deus?! Alô, @cfp_psicologia !!! Que desserviço!”, disse uma internauta.
“Encontro Olha o Régis Danese sendo irresponsável dizendo que depressão se cura com religião.”, disse outro internauta.
“Eu DETESTO esse discurso de que depressão e problemas ligado a saúde mental é falta de Deus, ausência de alguma religião, isso abre espaço deixar as pessoas muito mais mal do que elas já estão”, disse mais um no Twitter.
Outros saíram em defesa de Regis Danese nas rede sociais.
“Que pena que muitos não entenderam sua fala sobre a depressão…eu entendi muito bem…falou perfeitamente…obrigada por falar de Jesus ainda mais na Globo”, disse um internauta no instagram do cantor.
“depressão, vícios,entre outras perturbações esta ligada ao diabo. Posso citar para vc várias passagens da Bíblia te explicando! Quer?”, disse outro internauta.
De acordo com o Mission Network News, o Irã está vivendo o que chama de “um verdadeiro colapso no islamismo”. Aproximadamente dois terços das mesquitas fecharam no país e muitos muçulmanos estão se voltando para Jesus.
No início deste mês, um clérigo sênior causou polêmica dizendo que o Islã era fraco e que os atuais acontecimentos são preocupantes para um estado construído em torno dos princípios do Islã.
Tom Doyle, um missionário da organização cristã “Uncharted Ministries” disse que isso faz parte de uma tendência mais ampla. “Simplesmente não há aquela empolgação geral, aquele fervor para espalhar o Islã que vimos quando começamos a ir para o Oriente Médio há 25 anos”, explicou.
Conversão de muçulmanos
Conforme a organização, enquanto a mídia está obcecada com as más notícias do Oriente Médio, a verdadeira história é esta: “Mais muçulmanos chegaram à fé em Cristo nos últimos 10 anos do que nos últimos 14 séculos. Mais judeus aceitaram Jesus como Messias nos últimos 20 anos do que nos últimos 2.000 anos”, destaca em seu site.
Agora, conforme explica Doyle, em menos de 10 anos, pode-se ver o declínio no número de mesquitas e muitos muçulmanos, especialmente os jovens, tornando-se agnósticos, enquanto apenas os mais idosos permanecem firmes no islamismo.
“O mesmo está acontecendo na Síria e no Iraque”, completou o missionário que revelou uma tendência atual. “As antigas comunidades muçulmanas se reúnem em segredo para aprender o Evangelho”, disse.
Eles não podem frequentar uma igreja com um governo que prioriza o islã, por isso, fazem parte de igrejas clandestinas e subterrâneas.
“Há também grupos cristãos que se reúnem online por causa do medo e da necessidade de segurança”, disse ao concluir.
Fonte: Guia-me com informações de Mission Network News
Sala de aula de uma universidade. (Foto: Reprodução)
Um ex-professor de biologia humana de uma universidade do Texas diz que foi demitido por ensinar aos alunos que o sexo é determinado pelos cromossomos X e Y e está considerando uma ação legal.
Johnson Varkey atuou como professor adjunto e ensinou anatomia e fisiologia humana no St. Philip’s em San Antonio, Texas, desde 2003 e recebeu “avaliações de desempenho estelares”, diz sua representação legal.
A polêmica sobre sua sala de aula começou em 28 de novembro do ano passado, quando quatro de seus alunos “saíram de sua classe quando ele afirmou, de acordo com seu estudo da biologia humana e suas crenças religiosas, que o sexo era determinado pelos cromossomos X e Y, ” de acordo com uma carta de seu advogado, da First Liberty, para a universidade. A carta descreve Varkey como um cristão que é pastor associado voluntário em sua igreja.
A First Liberty é uma organização jurídica dos EUA dedicada exclusivamente à defesa da liberdade religiosa para todos os americanos.
Em 12 de janeiro deste ano, Varkey recebeu uma carta de um vice-presidente da universidade informando que estava sob investigação devido a uma queixa de violação de ética contra ele. Ele foi demitido em 27 de janeiro. A carta de rescisão disse que a universidade recebeu denúncias de “pregações religiosas, comentários discriminatórios sobre homossexuais e transgêneros, retórica antiaborto e brincadeiras misóginas”.
A First Liberty, no entanto, diz que o professor “ensinava com um currículo aprovado pela universidade e baseado na ciência” e “nunca discutia com nenhum aluno suas opiniões pessoais – religiosas ou não – sobre gênero ou sexualidade humana”.
A First Liberty afirma que a universidade violou os direitos de liberdade de expressão e liberdade religiosa de Varkey sob a Constituição dos EUA. A universidade também violou seus direitos de liberdade religiosa sob o Título VII da Lei dos Direitos Civis, diz a First Liberty.
Varkey ensinou aos alunos que “o sexo humano é determinado pelos cromossomos X e Y, e que a reprodução deve ocorrer entre um homem e uma mulher”, diz a carta.
“É absurdo que, depois de ensinar por mais de 20 anos, a St. Philips demitisse o Dr. Varkey por ensinar biologia básica e amplamente aceita”, disse Keisha Russell, conselheira do First Liberty Institute. “Dr. Varkey recebeu avaliações de desempenho exemplares por vinte anos, ensinando ciência baseada em fatos e amplamente aceita. Mas agora que as elites culturais estão em desacordo com essas ideias, a faculdade não apoia mais os professores que as ensinam. A faculdade violou os direitos constitucionais e estatutários do Dr. Varkey quando o demitiu e deve reintegrá-lo imediatamente.”
Se Varkey não for reintegrado, ele provavelmente buscará “reparação no tribunal federal”, diz a carta.
Folha Gospel com informações de Christian Headlines
Vista da Igreja Protestante Grossmünster em Zurique, Suíça.(Foto: Unspash)
Pessoas não religiosas estão prestes a se tornar o maior grupo na Suíça, de acordo com as estatísticas mais recentes divulgadas pelo Departamento Federal de Estatística em junho de 2023.
Este último relatório é baseado nos números finais do ano de 2021.
O número de ‘sem religião’ atinge um novo recorde no país dos reformadores protestantes João Calvino e Huldrych Zwingli.
Os suíços que não se identificam com uma determinada religião já representam 32,3% da população. Em 1970, apenas 1,2% diziam não ter religião; em 2000, esses ‘sem religião’ representavam 11,4%. Até agora, no novo século, esse número triplicou.
Entre os cidadãos sem filiação religiosa, 38% identificam-se como ateus e mais de um quinto como agnósticos. Ainda assim, 30% das pessoas não religiosas admitem acreditar em algum tipo de poder superior.
Protestantismo tradicional em declínio acentuado
As estatísticas mostram que, enquanto aqueles que se identificam com o catolicismo romano em 2021 (32,9%) caem 5,7% em relação a 2010, o declínio é ainda mais claro entre aqueles que se identificam como protestantes ou reformados (21,1%), 6,9% a menos que em 2010.
Muitos suíços que pertencem às igrejas históricas nacionais não praticam sua fé. Cerca de 40% dos protestantes reformados e 30% dos católicos romanos dizem que nunca fazem orações.
Metade dos principais protestantes reformados assiste a um culto religioso menos de 5 vezes por ano. Entre os católicos romanos, a frequência mais comum é um pouco maior: eles vão à igreja uma vez a cada um ou dois meses.
Evangélicos livres são os mais comprometidos com sua fé
O relatório do Escritório de Estatísticas não facilita o cálculo de uma porcentagem exata de cristãos evangélicos. Fala de “0,5% de comunidades evangélicas, 0,4% de comunidades pentecostais e outras comunidades carismáticas, 0,2% de comunidades apostólicas”, bem como de “1,1% de outras igrejas evangélicas reformadas” e “0,3% de outras comunidades cristãs”.
Mas é mais conciso na linguagem quando define as práticas. 93% das “outras comunidades evangélicas” acreditam em um único Deus (em comparação com 40% dos protestantes reformados). Os evangélicos também “oram com mais frequência” do que outras religiões: 30% oram várias vezes ao dia e 54% oram quase todos os dias.
A frequência aos locais de culto dos evangélicos é a maior entre os religiosos: “68% dos membros de outras comunidades evangélicas frequentam um serviço religioso pelo menos uma vez por semana”, diz o relatório.
Nacionalidade e religião
95% dos protestantes reformados e três quartos dos católicos romanos são cidadãos suíços. A proporção de cidadãos suíços é menor nas comunidades islâmicas (37%) e em outras comunidades religiosas (51%).
Entre os que não se identificam com uma determinada religião, 71% são suíços.
A fé faz diferença na vida?
A pesquisa também mostrou que quase metade dos suíços acredita que existe vida após a morte ou que certas pessoas têm um dom de cura ou clarividência. Cerca de 2 em 10 acreditam na reencarnação e que se pode entrar em contato com os mortos.
Mais da metade (53%) concorda que “a religião ou a espiritualidade desempenham um papel importante ou muito importante nos momentos difíceis da vida”. A pesquisa conclui que “40% da população com 15 anos ou mais afirma que a religião ou a espiritualidade é importante em sua atitude em relação ao meio ambiente e 42% na educação dos filhos”.
Mas “as áreas da vida onde a religião ou a espiritualidade são menos importantes são a vida profissional (21%), decisões em referendos ou orientação política (14%), sexualidade (16%) ou hábitos alimentares (14%), conclui o relatório.
Os números utilizados pelo Escritório Federal de Estatística da Suíça correspondem aos números finais coletados no ano de 2021, que agora foram disponibilizados.
René Breuel (Foto: Divulgação/Editora Mundo Cristão)
Foi-se o tempo em que ser pai presente era apenas trocar fraldas. A dinâmica familiar tem avançado e a paternidade ativa fez com que os homens deixassem de ser coadjuvantes na criação dos filhos. Mas será que eles estão preparados para tamanho desafio?
Quem mergulhou de cabeça nesse universo e colocou sua experiência em um livro honesto e não menos divertido foi René Breuel, autor de Não é fácil ser pai. Bacharel em Administração pela Fundação Getúlio Vargas, mestre em Escrita Criativa pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, e em Teologia pelo Regent College, no Canadá, René Breuel é pai do Pietro e do Matteo e reside em Roma, onde é pastor e fundador da Igreja Hopera.
“Não é fácil ser pai“, é o livro do pastor René Breuel.
No lançamento da Editora Mundo Cristão, ele conta que, quando teve seu primeiro filho, ficou encantado, mas também acabado. Não tinha certeza se estava pronto, nem mesmo se queria ser pai. De repente, tudo parecia estar de “pernas para o ar”: estudo, trabalho, rotina, sexo… Como encarar essa fase com naturalidade e aprender a dar conta do recado quando o papai não tem a menor ideia de como cuidar de uma criança?
Com humor e empatia, ele conta sua história, seus dilemas e trapalhadas, convida papai e mamãe a encararem essa fase com mais leveza e oferece orientação a pais que estão navegando pelas alegrias e dificuldades da paternidade.
“Espero que estas páginas lhe ofereçam um conforto meio estranho e ajudem você a perceber que não é o único novo pai ou nova mãe desastrados no mundo.” René Breuel
Da suspeita de infertilidade ao medo de perder a juventude, dos ajustes matrimoniais às orações interrompidas pela musiquinha da Peppa Pig, dos desafios de criar a família em terra estrangeira à dinâmica de inserção em uma nova comunidade, Não é fácil ser pai é um relato instrutivo que oferece boas risadas e importantes lições.
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Bandeira de Uganda tendo ao fundo a cidade de Kampala (Foto: Montagem FolhaGospel/Canva Pro)
Parentes de dois irmãos que aceitaram a Cristo em maio os espancaram por deixarem o Islã no início deste mês no leste de Uganda, disseram fontes.
Janati Tisuubira, 22, e seu irmão Ibrahim Musa Kakembo, 33, receberam cuidados hospitalares por quase uma semana depois que membros da família os atacaram em 3 de junho após o enterro de sua irmã em Bunya, distrito de Mayuge, disse Kakembo.
Os dois irmãos se mudaram para Mbale, a cerca de 135 quilômetros de distância, por motivos de trabalho e ouviram uma transmissão do evangelho lá que os levou a visitar a igreja do pregador de rádio em Mbale em 22 de maio, disse ele.
“No final do serviço, meu irmão e eu ficamos para trás”, disse Kakembo ao Morning Star News. “Lá conversamos com o pastor e fizemos várias perguntas relacionadas à mensagem do evangelho que ele havia pregado no rádio. Depois disso, acreditamos em Issa [Jesus].”
Em 2 de junho, eles souberam que sua irmã havia morrido em Bunya e no dia seguinte voltaram para o enterro. Por volta das 22 horas, eles estavam ouvindo o pastor no rádio de seu quarto.
“Antes de terminar a pregação, ele pediu aos ouvintes que se juntassem a ele em orações”, disse Kakembo. “Então nos juntamos a ele em orações e começamos a orar. Um de nossos irmãos mais velhos nos viu orando na sala e foi avisar outros membros da família, que vieram ver o que estava acontecendo. Eles nos encontraram orando seriamente, seguindo o pastor no rádio”.
Os membros da família fizeram gravações de vídeo dos irmãos orando, depois os chamaram para a sala de estar para questioná-los sobre por que eles estavam orando em nome de Cristo em vez de Muhammad, disse ele. Os irmãos permaneceram em silêncio.
“Eles nos acusaram de que não somos mais muçulmanos”, disse Kakembo. “Nosso irmão mais velho, Shaban, professor de profissão no Centro Islâmico Ibun Bazi, ficou com raiva de nós e começou a nos bater com um objeto pontiagudo que trazia consigo, enquanto o resto dos membros também se juntaram e começaram a nos bater violentamente.”
Ele disse que o pai deles entrou e começou a gritar: “Pare, não os mate em minha casa, apenas mande-os embora – a partir de hoje, não sou mais o pai deles e eles não são mais meus filhos”.
“Meus irmãos obedeceram ao nosso pai e nos mandaram embora à noite”, disse Kakembo. “Eu estava sangrando de um corte profundo perto do olho direito e da testa, enquanto meu irmão sofreu um corte profundo na testa, um ferimento no olho e um pescoço inchado.”
Depois de caminhar cerca de 200 metros, eles telefonaram para o pastor em Mbale, que providenciou para os cristãos em Bulamogi, distrito de Kaliro, a 124 quilômetros de distância, para resgatá-los. Eles levaram os irmãos no meio da noite para uma clínica médica em Kaliro, e receberam alta no dia 10 de junho.
Os cristãos se refugiaram em um local não revelado.
“Somos condenados ao ostracismo e rejeitados – precisamos de orações para que Deus possa nos confortar quando nos sentimos rejeitados”, disse Kakembo.
O ataque foi o último de muitos casos de perseguição de cristãos em Uganda documentados.
A constituição de Uganda e outras leis preveem a liberdade religiosa, incluindo o direito de propagar a própria fé e converter-se de uma fé para outra. Os muçulmanos representam não mais do que 12% da população de Uganda, com altas concentrações nas áreas orientais do país.
Folha Gospel com informações de Christian Headlines