Amanda Wanessa sorrindo para a filha (Foto: Reprodução)
Uma foto da cantora gospel Amanda Wanessa compartilhada nas redes sociais pelo seu marido Dobson Santos, emocionou os seguidores.
Na imagem, a artista que sofreu um grave acidente de carro há dois anos, aparece sorrindo ao lado de sua filha Mel.
Na legenda do post, o marido da cantora escreveu um versículo bíblico que fala sobre a importância da união.
“Um homem sozinho pode ser vencido, mas dois conseguem defender-se. Um cordão de três dobras não se rompe com facilidade.”
Segundo o laudo médico divulgado por Dobson, desde que foi internada em casa para continuar seu tratamento, Amanda vem apresentando estabilidade clinica, metabólica e hemodinâmica, sem relatos de intercorrências ou agudizações clínicas.
A cantora segue acamada, e em um possível estado de coma vigil (outro nome usado para o estado vegetativo persistente), com bom padrão respiratório e boa aceitação da dieta enteral, que é um tipo de alimentação oferecida através de uma sonda que pode ser colocada no nariz, em conexão com o estômago ou intestino.
Maria Sônia Pereira, de 48 anos, foi morta a facadas pelo marido, Wallace Sepulcro de Almeida Santos, de 36 anos, na noite desta quarta-feira (3), em Sooretama, no Norte do Espírito Santo. — (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Uma mulher de 48 anos, identificada como Maria Sônia Pereira, de 48 anos, foi morta a facadas pelo marido, Wallace Sepulcro de Almeida Santos, de 36 anos, na noite desta quarta-feira (3), em Sooretama, no Norte do Espírito Santo. Segundo a polícia, ele confessou o crime.
De acordo com moradores, o casal liderava uma igreja evangélica na região e o pastor estava afastado devido ao uso de drogas.
O crime foi por volta de 19h, no momento que a vítima estava se arrumando para ir ao culto na igreja.
De acordo com o boletim da Polícia Militar (PM), o suspeito enviou uma mensagem para o telefone do filho de criação da vítima contando que havia matado a mãe dele.
A PM foi acionada e o filho de Sônia chegou ao local com os policiais.
O próprio marido abriu a porta com as roupas cheias de sangue e confessou o crime.
Dentro da casa, muitos objetos estavam destruídas e Sônica foi encontrada morta na cozinha.
Peritos da Polícia Civil estiveram no local e identificaram várias lesões no rosto, costas, ombro, braços, mãos e um corte profundo no pescoço da pastora.
Wallace foi encaminhado à Delegacia Regional do Município, onde foi autuado em flagrante pelo crime de feminicídio e encaminhado à Penitenciária Regional de Linhares (PRL).
Bandeira da Índia nas mãos de uma mulher (Foto: Reprodução/Portas Abertas)
A Índia é uma sociedade pluralista com uma história complexa de relações inter-religiosas, e há quem veja a expansão do cristianismo como uma ameaça às suas próprias tradições e crenças.
De acordo com a Mission Network News, esse cenário levou à perseguição e violência contra os cristãos, principalmente nas áreas rurais. Além disso, existem restrições legais à conversão e ao financiamento estrangeiro para organizações religiosas, o que pode dificultar o estabelecimento de novas igrejas.
Sendo assim, 98% dos 1,4 bilhão de pessoas não seguem Jesus Cristo na Índia. “Não é porque ouviram o Evangelho e o rejeitaram. A maioria dos indianos não tem ideia de quem é Jesus”, disse Erik (nome fictício por motivos de segurança).
O missionário Erik, que trabalha na “Mission India”, explica que o trabalho de missões tem passado por um processo muito complexo, pois há necessidade de identificação de cristãos no país para saber quais estão dispostos a ser plantadores de igrejas.
Depois disso, os voluntários passam por um treinamento: “Existe o treinamento em sala de aula e depois o treinamento de campo. Ao longo de 1 ano, eles passarão pelo processo de treinamento com o objetivo final de alcançar centenas de famílias e plantar duas igrejas”.
No entanto, a plantação de igrejas na Índia tem seus desafios por conta da religião predominante que é o hinduísmo. Além disso, nos Estados onde existe a Lei Anticonversão, movimentos extremistas anticristãos e ultranacionalistas organizam ataques contra as igrejas, podendo ferir e até matar cristãos.
“A perseguição é uma grande necessidade de oração. Diariamente, recebemos relatos e histórias de parceiros e outras igrejas sendo perseguidos. Portanto, não apenas oramos por força e coragem para aqueles plantadores de igrejas e pessoas que estão ministrando, mas também oramos pelos perseguidores”, diz Erik.
“Apesar desses desafios, a plantação de igrejas na Índia continua a crescer e o Espírito Santo está movendo os corações com o Evangelho. A cada ano, ouvimos uma quantidade insana de histórias sobre o que Deus está fazendo por meio dos plantadores de igrejas”, continuou.
Conforme explica o missionário, isso repercute nas famílias e comunidades. “É muito gratificante ver Deus trabalhar e assumir a paixão e alinhar isso para plantar igrejas para trazer mudanças às comunidades em toda a Índia”, concluiu.
Fonte: Guia-me com informações de Mission Network News
O evento organizado pelo Templo Satânico e intitulado como a “maior reunião satânica da história”, reuniu centenas de pessoas no hotel de luxo Marriott Copley Place, entre os dias 28 a 30 de abril.
Enquanto os satanistas rasgavam uma Bíblia e celebravam o massacre de crianças no Brasil, do lado de fora cristãos se reuniram em frente ao hotel para pregar a verdade aos participantes da conferência.
Entre eles estava o evangelista brasileiro Marcos Nürmberger, que anuncia o Evangelho através de placas nas ruas dos EUA.
Ele e mais dois brasileiros, o missionário Fábio Alsemo e Felipe Silva, viajaram três horas até Boston no sábado (29), para pregar em frente ao hotel, através de placas, megafone e folhetos.
Em entrevista ao site cristão Guiame, Marcos contou que soube da conferência três dias antes pelo Facebook e se sentiu tocado a fazer algo pelas almas perdidas.
Compaixão pelas almas
“A compaixão me levou até lá. Amor pelas almas, é o que leva diariamente a falar de Jesus onde estou, para quem for e quando for, tudo por Jesus”, ressaltou.
“Esse evento me chamou mais a atenção ainda pela quantidade de jovens que eles recrutam para entrar nessa religião e pelas pessoas estarem diretamente adorando a Satanás sem saber quem ele é. Isso eu também falei a eles. E eles não tem ideia de quem é Deus, sendo que a maioria deles se dizem ser ateus, outros não”.
Em frente ao hotel que hospedou o evento, mais de 40 cristãos evangelizaram, incluindo americanos, coreanos, chineses e africanos. Houve ministração com megafones e adoração, conforme Marcos.
O evangelista relatou que o evangelismo foi pacífico e ninguém tentou impedir os cristãos. Alguns satanistas ouviram a mensagem, já outros demonstraram descontentamento com a ação.
“Dos quase 900 que estavam do lado de dentro, uns 50 saiam para fumar e ir até a esquina tomar um café. Esses liam as placas, ouviam a mensagem dos pregadores, e alguns elevavam a voz também, não ouviam de bom grado. Muitas ofensas, zombarias, dedo do meio, chifre do diabo, símbolo satânico. Mas a Palavra falada ou escrita não volta vazia”, disse ele.
E ponderou: “Na visão de muitos, estávamos lá para confrontá-los, ou impor algo, mas, em geral, não foi assim. Uma moça que falei, em especial, ouviu de bom grado, mas não posso afirmar 100% que era um deles, creio que sim”.
Ambiente espiritual pesado
Marcos disse que o ambiente espiritual era muito pesado no local. “Uma opressão que dava para sentir no ar”, descreveu.
“No final, um dos líderes dessa convenção passou por mim, não parou, mas ouviu uma palavra de 10 segundos que Jesus liberta e salva”.
De acordo com o evangelista, um dos satanistas mais famosos dos EUA chegou a sair do hotel para falar com os cristãos.
“Uns seis [evangelistas] falaram com ele, inclusive um judeu que passava pela calçada, conversaram uns 30 minutos, ele rebatia e rejeitava tudo, mas a Palavra não volta vazia”, afirmou.
Para Marcos Nürmberger, o cristão não deve se conformar com este mundo, mas fazer a diferença, sendo luz de Cristo.
“Nós não falhamos quando não ganhamos uma alma, falhamos quando não fazemos aquilo que o Senhor nos deu para fazer, falhamos quando podemos falar algo e ficamos calados, por vergonha, medo ou qualquer outro motivo. Jesus nos ajude, nos dê graça. Perto Ele está de voltar, muito perto”, concluiu.
Evangelistas infiltrados
O ministro de louvor Sean Feucht, líder do movimento Let Us Worship, relatou que evangelistas secretos infiltrados no evento levaram pessoas a Jesus. A informação foi recebida por ele de uma fonte próxima não revelada.
“Enquanto eles rasgavam páginas da Bíblia para dar início ao maior encontro satânico de todos os tempos (SatanCon em Boston), mais de 98 participantes entregaram suas vidas a Jesus (verificado!) de evangelistas secretos infiltrados na multidão”, escreveu Sean no Twitter.
Em entrevista à Fox News, o líder contou que a ação foi promovida por ministros locais de Boston em parceria com grupos cristãos, que oraram com muitos participantes da conferência satânica.
“De acordo com os caras locais de quem sou amigo, eles disseram que acham que foi o maior esforço evangelístico organizado na história recente de Boston”, afirmou Feucht.
While they were ripping up pages of the Bible to kick off the largest Satanic gathering ever (SatanCon in Boston), over 98 attendees surrendered their lives to Jesus (verified!) from covert evangelists infiltrating the crowd.#GodAlwaysWinspic.twitter.com/sx2NouTouq
Antes do encontro satânico, a Intercessors for America (IFA) promoveu uma campanha de oração com 500 mil intercessores para clamar por salvação e libertação em meio aos satanistas.
A organização também evangelizou durante a conferência em Boston. Segundo Kris Kubal, diretora de programa da IFA, 120 aceitaram a Cristo como resultado.
“Nossa abordagem era falar com amor, e estávamos mais interessados em libertar as pessoas, não em orar contra elas; em conversar, não em gritar”, observou Kris.
A líder explicou que nem todos os que se converteram eram satanistas e que muitas pessoas foram ao evento por curiosidade
De acordo com Kris, durante as conversas com os satanistas, os evangelistas ficam surpresos ao saberem que muitos deles foram criados na igreja.
“Talvez tenham se machucado com a igreja e agora tenham se afastado. Então isso foi uma coisa surpreendente”, comentou.
Kubal concluiu dizendo que talvez nunca saiba os frutos do evangelismo em Boston, mas citou John Quincy Adams: “O dever é nosso, os resultados são de Deus”.
Fonte: Guia-me com informações de Fox News e CBN News
Uma esmagadora maioria dos frequentadores de igrejas protestantes americanos diz que o dízimo é um mandamento bíblico, embora estejam divididos sobre o que ele constitui, de acordo com uma nova pesquisa da Lifeway Research.
A pesquisa descobriu que 77% dos fiéis protestantes dizem concordar que “o dízimo é um mandamento bíblico que ainda se aplica hoje”, uma ligeira queda em relação aos 83% que afirmaram a declaração em 2017.
Pouco mais da metade (51 por cento) dos fiéis dizem que doam pelo menos 10 por cento para a igreja que frequentam. Outros 16 por cento dizem que regularmente dão menos de um dízimo, enquanto 22 por cento responderam: “Eu tento dar, mas nem sempre sou consistente”.
“Dar 10 por cento de seus ganhos a Deus ainda é um padrão amplamente difundido entre os fiéis”, disse Scott McConnell, diretor executivo da Lifeway Research. “O pequeno declínio em considerar o dízimo um mandamento parece ser mais uma falta de ensino sobre o assunto do que uma rejeição de tal ensino.”
Entre os fiéis que acreditam que o dízimo é aplicável hoje, 90 por cento dizem que o dinheiro do dízimo pode ser dado à sua própria igreja local, enquanto 55 por cento dizem que o dinheiro do dízimo pode ser dado a um ministério cristão. Outras respostas possíveis incluíam um indivíduo necessitado (42 por cento), “outra igreja que eu não frequento regularmente” (34 por cento) e uma instituição de caridade secular (25 por cento).
Enquanto isso, 53 por cento daqueles que doam dízimo para sua igreja dão dinheiro em espécie na igreja, enquanto 30 por cento usam um cheque na igreja. No total, 62% dos frequentadores de igrejas protestantes que doam dinheiro dizem que não usam nenhum método eletrônico de doação, enquanto 35% o fazem.
“Acreditar que Deus quer que você dê o dízimo e fazê-lo são duas coisas diferentes”, disse McConnell. “Alguns que não dão o dízimo são consistentes com suas doações em um limite inferior, e outros doam quando sentem que podem. Como muitas exortações nas Escrituras, entregar suas finanças a Deus não é necessariamente fácil na prática”.
A pesquisa foi baseada em entrevistas com 1.002 frequentadores de igrejas protestantes nos Estados Unidos.
Folha Gospel com informações de Christian Headlines
Um jovem nigeriano chamado Ayuba (nome fictício por razões de segurança) conta a história de seu pai, que foi morto violentamente pelo grupo terrorista Boko Haram, em 2020.
Na ocasião do ataque, outros 8 cristãos também foram mortos por não negarem o nome de Cristo conforme os jihadistas queriam.
De acordo com a Portas Abertas, Ayuba disse que se lembra até o dia de hoje quando os terroristas invadiram a vila onde vivia com sua família.
“Perto das 18hs se espalhou um rumor de que o Boko Haram se aproximava da vila. Meu pai me disse para voltar para casa. Eu queria sair de novo, mas ele disse que eu deveria ficar em casa”, lembrou.
“Geralmente, quando ouvimos um tiro, sabemos que são soldados, mas quando os tiros se tornam rápidos, sabemos que é o Boko Haram. Nós ouvimos um tiro e pensamos que eram soldados, então ficamos em casa”, continuou.
Porém, alguns militantes do Boko Haram entraram na cidade vestidos com uniforme dos soldados. Um dos vizinhos alertou a todos que eram os terroristas, então a família percebeu que não podia mais esperar. Ayuba e os irmãos fugiram.
Apesar de pensar que o pai estivesse logo atrás deles, não estava. E sem saber o que estava acontecendo na vila, Ayuba e os irmãos oraram juntos, enquanto aguardavam.
‘Por não negar Jesus ele foi decapitado’
Ayuba conta que o pai precisou se esconder na casa de parentes, mas os militantes do Boko Haram invadiram a casa em busca de cristãos.
“Eles agarraram nosso pai e o levaram com eles. Ele perguntava qual era seu crime, mas eles não respondiam. Já do lado de fora, eles o fizeram ficar de joelhos”, disse o filho ao contar que os militantes exigiram que seu pai recitasse uma passagem do Alcorão.
O teste era para saber se ele era muçulmano ou não, mas o cristão nem tentou esconder sua fé em Cristo. Ao questionarem se ele era muçulmano ou cristão, ele respondeu: “Cristão”. E, com aquela resposta, ele foi decapitado na mesma hora.
‘Reconheci meu pai pelas roupas’
Ayuba conta que só soube do ocorrido pela manhã, quando retornaram à vila. “Nos aproximamos de casa e vimos três corpos no chão. Eu reconheci meu pai pelas roupas. Eu caí de joelhos ao lado dele e orei”, relatou.
Mesmo arrasado, Ayuba disse que conseguiu agradecer a Deus: “Sou grato, Deus. O Senhor deu, o Senhor levou. Que o meu pai descanse junto do Senhor”, repetiu as palavras ditas naquele momento triste.
O jovem disse que pensou em ficar onde o pai estava enterrado em busca de vingança, mas depois se convenceu de que seria melhor para ele e a família se mudarem para outra vila.
Desde então, um pastor local ajudou Ayuba e os irmãos na mudança e indicou que todos recebessem os cuidados pós-trauma dos parceiros da Portas Abertas: “Foi onde eu entendi que não sou o único que passa por isso. Coisas piores são feitas a outras pessoas, mas elas ainda são capazes de ter uma vida normal”.
Ayuba revelou que aprendeu a perdoar e disse que abriu mão da raiva para ter paz: “Deus me trouxe aqui para me curar”, finalizou.
Na última sexta-feira, 27 de abril, um jovem muçulmano atacou duas igrejas em Anandapur, um vilarejo próximo a Daca, capital de Bangladesh. O ataque aconteceu por volta das 4 horas da tarde. O jovem quebrou a cruz e o portão na entrada da igreja com uma espada.
Cristãos locais ouviram quando o portão foi rompido e correram para o local para impedi-lo e receberam uma chuva de xingamentos do rapaz. Ao sair da primeira igreja atacada, ele foi para a segunda igreja e atacou também a cruz na entrada. Enquanto golpeava a cruz, um cristão perguntou por que ele estava fazendo aquilo.
A pergunta irou ainda mais o rapaz que respondeu: “Não se aproximem! Não tentem me impedir! Senão eu mato vocês”. Os cristãos ainda assim se aproximaram e conseguiram detê-lo de destruir completamente a cruz. O jovem machucou a mão enquanto era imobilizado.
Ataque premeditado
Os pais do rapaz se uniram com outros muçulmanos na frente da igreja para levar o jovem alegando que ele tinha uma doença mental. Mas a polícia local já estava a caminho e decidiu levar o rapaz para a delegacia.
Um pastor local disse: “Isso não aconteceu por acaso. Foi resultado de um plano, algo premeditado. Muitos muçulmanos alegam que os ataques que fazem contra cristãos são justificados por doenças mentais. Sem um plano, o jovem não teria quebrado as cruzes das duas igrejas. Alguém o influenciou e ajudou para que ele colocasse essa ideia em prática”.
O incidente espalhou medo entre os cristãos locais e nas igrejas vizinhas. Parceiros locais da Portas Abertas estão trabalhando para encorajar as igrejas a não perderem a esperança.
Daniela Lima é jornalista da CNN (Foto: Reprodução)
O Projeto de Lei 2630/2020, denominado Lei das Fake News, tem causado uma grande polêmica na sociedade brasileira, além de ser classificado pelos contrários à sua aprovação como censura.
Em um desses embates, a jornalista Daniela Lima citou a Bíblia durante a apresentação de seu programa jornalístico, para justificar sua posição.
Daniela disse que a Bancada Evangélica alardeou mentiras e citou um integrante do grupo, que teria declarado que “trechos da Bíblia seriam proibidos de circular pois podem ser interpretados como discurso de ódio”
E continuou: “Trechos que falam contra a população LGBTQIA+ e se você repetir na rua o que ele está querendo que você possa dizer na internet, você pode ser indiciado por homofobia, que prega a submissão da mulher ao seu marido, oi!, no século 21”.
Diante da possível retirada do projeto da pauta (antes que isso de fato acontecesse), a jornalista colocou o peso sobre a Bancada Evangélica, que segundo ela decidiu “entrar com tudo” na questão.
“Por conta de uma interpretação bizarra e falsa de que haveria veto a trechos da Bíblia”, mas que segundo a jornalista “não é”, Daniela explicou que se esses textos bíblicos forem defendidos na rua podem levar as pessoas à prisão por racismo, homofobia, além de serem acusadas de assédio ou tratamento misógino.
Repercussão negativa
O vídeo teve grande repercussão nas redes sociais e comentários em sua grande maioria negativos. Um dos críticos, o deputado federal Carlos Jordy escreveu:
“Em defesa do PL da censura, Jornalista da CNN Brasil afirma que, se você defender determinados trechos da Bíblia, poderá ser preso por racismo, homofobia e misoginia. Entendem porque não podemos deixar esse absurdo ser aprovado? PL 2630 não!”.
Após repercussão da opinião que emitiu, Daniela escreveu no Twitter, ao lado de partes do livro de Êxodo:
“E o que faz a extrema direita quando algo q eles não querem ganha proporção? Recorta um trecho, tira o contexto, e joga pra turba do ódio. Sim, se vc defender ao pé da letra ALGUNS trechos da Bíblia no meio da rua, pode incorrer em crime. Exemplos abaixo. Tudo do livro de Êxodo”.
E o que faz a extrema direita quando algo q eles não querem ganha proporção? Recorta um trecho, tira o contexto, e joga pra turba do ódio. Sim, se vc defender ao pé da letra ALGUNS trechos da Bíblia no meio da rua, pode incorrer em crime. Exemplos abaixo. Tudo do livro de Êxodo pic.twitter.com/u5l6AuxNpk
Posteriormente, Daniela voltou ao Twitter, usando palavras como “sacana” para denominar os que segundo ela interpretam a Bíblia literalmente de forma errada. Revelando que foi criada na Igreja Presbiteriana, escreveu:
“E aos sacanas que estão explorando isso. Pq eu conheço esses trechos? Pq fui criada na igreja presbiteriana (evangélica), tenho profissão de fé, e, bom, irmãos, bons pastores que ensinam a INTERPRETAR a Bíblia. Que os odientos venham aqui, ao menos, e encontrem a verdade.”
E aos sacanas que estão explorando isso. Pq eu conheço esses trechos? Pq fui criada na igreja presbiteriana (evangélica), tenho profissão de fé, e, bom, irmãos, bons pastores que ensinam a INTERPRETAR a Bíblia. Que os odientos venham aqui, ao menos, e encontrem a verdade. https://t.co/1ZB9IAV2uc
O pastor Renato Vargens, em seu Instagram, escreveu sobre as falas da jornalista:
“Em tom absurdo de desrespeito, a jornalista Daniela Lima cita trechos bíblicos que segundo ela incitariam a crimes de homofobia, apologia à escravidão etc.”
Contrário ao PL, o pastor escreveu, em outra publicação:
“Se for aprovado o PL 2630 eles censurarão as redes sociais. Depois censurarão livros, filmes, novelas, músicas, teatro, séries e jogos. Por fim censurarão as igrejas não permitindo assim opiniões contrárias às deles e daí será tarde demais.”
“Cretina”
O pastor Silas Malafaia criticou duramente a jornalista. O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo chamou a jornalista da CNN de “cretina” e disse que ela não entende nada sobre a Bíblia.
A JORNALISTA CRETINA DA CNN DANIELA LIMA . Falando um monte de asneira sobre a Bíblia que ela não entende nada . A sua boca é um verdadeiro esgoto. ESSE É O JORNALISMO INESCRUPULOSO DA CNN!
Malafaia também disse que “a CNN ofende a fé de milhões de cristãos” e disse que “querem censurar as redes sociais” e que “eles tem a liberdade de caluniar, difamar e produzir a fake news”.
A CNN OFENDE A FÉ DE MILHÕES DE CRISTÃOS ! Querem censurar as redes sociais , mas eles, tem a liberdade de caluniar, difamar e produzir a fake news que bem entenderem . VERGONHA ABSOLUTA !
Quase dois terços dos adultos empregados nos Estados Unidos acreditam que explicar respeitosamente suas crenças políticas ou religiosas no trabalho pode ter repercussões negativas, de acordo com uma nova pesquisa.
A pesquisa da Ipsos foi encomendada como parte da iniciativa Viewpoint Diversity Score da Alliance Defending Freedom (ADF). A pesquisa “Freedom at Work” entrevistou aproximadamente 3.000 adultos americanos empregados de 7 de outubro a 16 de novembro de 2022, com um intervalo de credibilidade de +/- 2,5 pontos para toda a amostra.
Entre os resultados publicados, os pesquisadores descobriram que três em cada cinco entrevistados disseram que era “provável ou um pouco provável” que “expressar respeitosamente opiniões religiosas ou políticas” resultaria em “consequências negativas no trabalho”.
Além disso, um em cada quatro entrevistados disse conhecer “alguém que sofreu consequências negativas por expressar respeitosamente suas opiniões religiosas e políticas”.
O advogado sênior e vice-presidente sênior de engajamento corporativo da ADF, Jeremy Tedesco, disse que “os resultados desta pesquisa mostram que um número significativo de funcionários” temem que “suas opiniões religiosas ou políticas possam custar-lhes o emprego”.
“Criamos o Índice de Pontuação de Diversidade de Ponto de Vista Empresarial para ajudar as empresas a medir e melhorar seu respeito pela diversidade religiosa e de ponto de vista”, disse Tedesco.
“As empresas podem dar grandes passos para reconquistar a confiança de seus funcionários e melhorar suas pontuações no Índice de Negócios fazendo quatro coisas: (1) adotando nossa política modelo sobre acomodações religiosas, (2) adotando nossa política modelo protegendo o exercício dos direitos civis dos funcionários fora do trabalho, (3) incluir instituições de caridade religiosas em programas de doação de caridade para funcionários e (4) participar da parte do Índice de Negócios da pesquisa, que pede às empresas que divulguem políticas e práticas internas envolvendo liberdades civis”.
Outras descobertas do relatório incluíram que 54% dos entrevistados disseram acreditar que compartilhar conteúdo político em suas próprias contas de mídia social pode ter consequências negativas no trabalho, e 42% dos potenciais candidatos a emprego disseram que eram menos propensos a se candidatar a uma empresa que tinha uma cultura de trabalho que era hostil às suas visões religiosas ou políticas.
Caso do carteiro
A pesquisa ocorre enquanto uma batalha legal continua sobre a demissão de um carteiro americano cristão que se recusou a entregar pacotes aos domingos.
O First Liberty Institute, Baker Botts LLP, o Church State Council e o Independence Law Center entraram com uma apelação na Suprema Corte dos EUA em nome de Gerald Groff em agosto passado.
O recurso buscava que o tribunal superior anulasse uma decisão do tribunal inferior contra Groff e argumentasse que demitir o carteiro violava o Título VII da Lei dos Direitos Civis de 1964, que proíbe os empregadores de discriminar com base em crenças religiosas.
Em maio de 2022, um painel de três juízes do Tribunal de Apelações do Terceiro Circuito dos Estados Unidos decidiu por 2 a 1 contra Groff, concluindo que o Serviço Postal dos Estados Unidos poderia forçá-lo a trabalhar aos domingos.
A juíza Patty Shwartz, indicada por Obama, foi a autora da opinião da maioria, concluindo que isentar Groff do trabalho de domingo “causaria dificuldades indevidas” para o serviço postal.
Folha Gospel com informações de The Christian Post
A Igreja Adventista do Sétimo Dia em Mato Grosso do Sul (MS), teve um membro de uma congregação que também é tesoureiro voluntário acusado de desviar ofertas e dízimos de fiéis durante 1 ano em um total de R$ 467,9 mil.
Um dos frequentadores desconfiou dos desvios por não receber os recibos das ofertas feitas por ele e relatou o fato ao assistente financeiro em abril de 2019.
Após uma averiguação nos dados contábeis da igreja não foram encontrados documentos dos dízimos e ofertas feitas pelos fiéis.
O pastor da igreja foi procurado e foi relatado para ele toda a situação. Ainda foi descoberto que o tesoureiro emitia recibos falsificados de fiéis que não estavam na planilha.
Após uma busca, foram encontrados envelopes não devolvidos e cheques desviados. Pressionado, o tesoureiro acabou confessando ter desviado o dinheiro da igreja em um montante de R$ 80 mil, mas depois descobriu-se que o rombo era de mais de R$ 467 mil.
O tesoureiro voluntário contou que parte do dinheiro desviado ele usou na igreja, mesmo sem aprovação. O acusado também chegou a falar que cometeu o crime após ver facilidades para burlar o sistema. O período em que houve os desvios foi de setembro de 2018 a abril de 2019.
Procurado pela administração da Igreja, o homem disse que poderia devolver o valor de pouco mais de R$ 241 mil em 285 parcelas, ou seja, pouco mais de 23 anos para quitar parcialmente o dinheiro.
Em junho de 2021, o MPMS (Ministério Público Estadual do Mato Grosso do Sul) recebeu a denúncia, e foi marcada uma audiência para o dia 16 de maio.
Fonte: Portal de Prefeitura com informações de Fuxico Gospel