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Joana Prado diz que se arrepende de ter atuado como a Feiticeira

Joana Prado Belfort. (Foto: Reprodução/Instagram Joana Prado B)
Joana Prado Belfort. (Foto: Reprodução/Instagram Joana Prado B)

Durante uma live nesta quinta-feira (12), Joana Prado Belfort — que ficou conhecida como Feiticeira — disse à Karina Bacchi que, muitas vezes, “criamos um personagem, mas nossa verdadeira essência sempre vai se revelar”.

“Um dia a máscara caiu”, disse ao se referir à transformação de vida que teve quando conheceu o Evangelho. Sobre seguir o cristianismo, ela ressaltou que “não basta se tornar mais um cristão, é preciso ser discípulo de Jesus”.

Para a ex-dançarina, o cristianismo é um estilo de vida: “É uma escolha que fazemos de abandonar a velha criatura para viver em novidade”.

“Me arrependo da época da Feiticeira”

Sobre o estilo de vida cristão, ela destacou que é necessário viver corretamente em todas as áreas da vida.

“A vida é indivisível, devemos ser corretos em todas as áreas e viver de princípios, não de preferências. Não podemos confundir liberdade com libertinagem”, explicou.

Sobre a época em que Joana atuou como “Feiticeira”, ela disse que se arrepende. “Me arrependo da época da Feiticeira e arrependimento significa mudança de vida”, mencionou.

“Mas isso fez parte da minha vida e eu amadureci com tudo isso. Apesar de ter feito PlayBoy e ter sido considerada símbolo sexual, nunca vendi o meu corpo de forma literal, eu sempre me preservei”, compartilhou.

“A Casa da Mãe Joana”

Joana Prado Belfort é casada com o lutador Vitor Belfort e tem três filhos. Recentemente, ela escreveu seu primeiro livro “A Casa da Mãe Joana”, contando sobre suas vivências como mulher e educadora dos próprios filhos.

A obra conta sobre suas experiências particulares. “A Casa da Mãe Joana é um livro saturado de experiências particulares, um espaço sócio emocional, onde você pode entrar sem pedir licença e sentar no lugar que quiser e do jeito mais confortável que desejar”, escreveu o psiquiatra Augusto Cury em seu prefácio.

“Dá para sentir nas entrelinhas que Joana quer instigar as mulheres de todas as idades, incluindo adolescentes, encorajando-as a serem fortes, resilientes, altruístas, capazes, acima de tudo, de namorar a própria vida antes de namorar alguém”, ele resumiu.

Fonte: Guia-me

Estado Islâmico filma a execução de 20 cristãos na Nigéria

Captura de tela do vídeo da execução de 20 cristãos.
Captura de tela do vídeo da execução de 20 cristãos.

O grupo terrorista Estado Islâmico publicou um vídeo que mostra a execução de 20 cristãos no estado de Borno, no nordeste da Nigéria, informou a BBC News nesta quarta-feira (11).

Falando na língua hausa e segurando uma faca, um dos militantes mascarados disse que as execuções eram para vingar a morte dos líderes do grupo no Oriente Médio no início deste ano.

O vídeo foi publicado em uma agência de notícias ligada ao Estado Islâmico e mostra três grupos de prisioneiros em trajes civis.

A BBC diz que não conseguiu verificar o conteúdo do vídeo ou onde foi filmado. Sua autenticidade, no entanto, foi confirmada pelo SITE Intelligence Group, que monitora as atividades de jihadistas.

As autoridades nigerianas ainda não comentaram as execuções.

Os militantes do EI, que operam na região do Lago Chade sob o nome de Província do Estado Islâmico da África Ocidental (ISWAP), tem sofrido grandes perdas devido às ações militares.

O grupo jihadista Boko Haram confirmou em junho de 2021 a morte de seu líder, Abubakar Shekau, que morreu durante lutas com a facção rival aliada do Estado Islâmico.

A morte de Shekau causou uma enorme divisão entre as fileiras do Boko Haram, já que alguns de seus comandantes alegaram lealdade ao ISWAP.

Isso causou uma grande mudança no conflito da Nigéria, mas o ISWAP tem permanecido dominante na insurgência islâmica no nordeste do país. O conflito custou a vida de milhares de pessoas e deslocou milhões de moradores.

Fonte: Guia-me com informações de BBC News

Projeto de lei pode normalizar sexo homossexual com menores no Chile

Letras do Movimento LGBT nas mãos
Letras do Movimento LGBT nas mãos

Daniela Constantino, advogada da equipe legislativa da plataforma Comunidade e Justiça no Chile, disse que o projeto conhecido como “Lei Tamara” embora seja bom porque busca endurecer as penas para crimes contra crianças, também tem um parágrafo preocupante porque poderia normalizar as relações homossexuais com menores.

Constantino disse à ACI Prensa, agência em espanhol do grupo ACI, que o projeto “Lei Tamara” não era, originalmente, voltado para homossexuais, mas sim para defender crianças, a partir do caso da menina Tamara Moya, de cinco anos, assassinada durante um furto em fevereiro de 2021.

A “Lei Tamara”, explicou Daniela Constantino, “surgiu diante dos atos de violência e busca reforçar a proteção das crianças e pessoas com deficiência ou idosos, através do Código Penal, aumentando as penas para determinados crimes contra crianças, como mecanismo para que não continuem acontecendo”.

A “Lei Tamara”, promovida pelos pais de Tamara Moya, propõe penas de até 60 anos de prisão quando “ocorrer roubo com violência ou intimidação, quando acontecer homicídio ou estupro”.

Por que a Lei Tamara normalizaria o sexo homossexual com menores?

Em 2021, o projeto recebeu diversas indicações ou modificações. Uma delas pede a revogação do artigo 365 do Código Penal chileno que diz: “Aquele que tiver acesso carnalmente a um menor de dezoito anos do mesmo sexo, sem mediação das circunstâncias dos crimes de violação ou estupro, será punido com reclusão menor em seus graus mínimos a meio”.

Daniela Constantino disse à ACI Prensa que “essa indicação, na minha opinião, deveria ter sido declarada inadmissível porque não tem relação com nada do projeto de lei”.

A advogada explicou que os deputados apresentaram a indicação “porque supostamente essa figura está descontextualizada. Citando o deputado Illabaca, ele disse que era um ‘resquício arcaico’ e que supostamente seria discriminatório contra casais homossexuais”.

Um exemplo para entender o que Illabaca disse poderia ser que, de acordo com o artigo 365, um casal heterossexual de uma jovem de 14 anos que tem relações com um homem de 19 anos não recebe punição penal, mas se um adolescente de 14 anos tiver relações com um homem de 19 anos, ele é penalizado mesmo que haja consentimento.

Daniela Constantino disse que o artigo 365 do Código Penal “não tem nada a ver com a proteção de menores, porém essa indicação foi aprovada na Câmara dos Deputados e tramitou muito rapidamente, foi despachada da Câmara dos Deputados e entrou no Senado ano passado, em 30 de agosto de 2021.”

“O que aconteceu agora é que no Senado decidiram tramitar esse projeto em geral e em particular, ao mesmo tempo, nessa comissão, o que significa que o processo se torna mais rápido, mais expedito”, disse a advogada.

“Isso não é conveniente porque não se dá espaço para que exista um diálogo democrático em que se apresentem diferentes visões sobre o assunto e não prevaleça apenas uma posição ideológica”, destacou.

No Senado, o projeto foi aprovado por unanimidade na Comissão de Constituição que é presidida pelo agora senador Matías Walker, um dos autores da indicação ou modificação que visa revogar o artigo 365.

Constantino disse que “nossa intenção é tentar eliminar o número 7 do artigo 1º do projeto que propõe a revogação do artigo 365 do Código Penal, porque o projeto em geral é bom, mas essa parte é péssima”.

“É terrível por várias razões. O mais grave é que normaliza as relações homossexuais desde a primeira infância e não só as normaliza como as valida”, alertou a advogada.

“Acreditamos que as relações devem ser sempre entre um homem e uma mulher, e que estas ocorrem no contexto do matrimônio”, destacou.

Fonte: ACI Digital

Justiça autoriza aborto de bebê de 6 meses em BH

Grávida
Grávida

Uma mulher de 38 anos, em Belo Horizonte, ganhou permissão da Justiça para interromper sua gestação de seis meses, após o bebê ser diagnosticado com uma anomalia em janeiro deste ano.

A autorização foi dada pelo juiz da 36ª Vara Cível de BH, Marcelo Paulo Salgado, no dia 6 de maio.

Segundo o relatório médico anexado ao processo, o bebê sofre de uma doença chamada megabexiga, que pode causar dificuldades renais e a não formação do pulmão, o que tornaria impossível a respiração fora do útero.

A decisão do juiz considerou que o desenvolvimento de outras malformações, a diminuição de líquido amniótico e o desenvolvimento incompleto dos pulmões inviabilizariam a vida do feto ainda dentro do útero.

“É irrefutável o sofrimento psicológico a que estaria submetida a mãe e a inutilidade da exposição ao risco de vida ou de sequelas à sua saúde, ante a perspectiva nula de sobrevida do nascituro ou, em caso de sobrevida, a mínima expectativa de vida e sofrimento causado ao ser humano”, afirmou.

A anomalia foi diagnosticada quando a mãe estava com 12 semanas de gestação. Em abril, quando o bebê estava com seis meses, a mulher fez um novo ultrassom, onde foi constatado uma piora no quadro do nascituro.

Após o diagnóstico, os pais decidiram abortar o bebê e entraram com o pedido na Justiça.

O Ministério Público se manifestou contra o pedido de interrupção da gestação, afirmando que, apesar da chances de que “o feto venha a morrer intraútero ou até mesmo nos primeiros dias de vida, existe uma possibilidade, mesmo que pequena, de que ele possa ser assistido e manejado com terapia renal substitutiva”.

Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), o pedido dos pais foi aceito a fim de “afastar qualquer impedimento jurídico ao procedimento médico de interrupção da gestação”.

Fonte: Guia-me com informações de G1

Criança de 3 anos morre durante ritual de exorcismo em igreja pentecostal nos EUA

Pastor Rene Huezo lidera a Igreja Evangélica Apóstolos e Profetas em San Jose, Califórnia, onde sua neta de 3 anos, Arely Naomi Proctor, morreu durante ritual de exorcismo
Pastor Rene Huezo lidera a Igreja Evangélica Apóstolos e Profetas em San Jose, Califórnia, onde sua neta de 3 anos, Arely Naomi Proctor, morreu durante ritual de exorcismo

Líderes religiosos de San Jose, uma pequena cidade na Califórnia, localizada nos Estados Unidos, confirmaram ter feito uma cerimônia de exorcismo em uma menina de 3 anos. O caso ocorreu em setembro de 2021 e a garota morreu após o ritual. A informação só veio à tona recentemente.

De acordo com os religiosos, a cerimônia tinha como objetivo libertar a menina “de seus espíritos malignos”. Para eles, Arely Naomi Proctor morreu por causa “da vontade de Deus”, e não como consequência do exorcismo que realizaram.

“Se você ler a Bíblia, verá que Jesus expulsa demônios e torna os doentes saudáveis ​​novamente”, disse Rene Huezo, pastor da Igreja Apóstolos e Profetas e avô da vítima, segundo depoimento dado ao jornal “The Mercury News“.

“Não é quando eu quero fazer, é quando Deus, em sua vontade, quer curar a pessoa. O pregador é como um instrumento de Deus; o que fazemos é o que Deus diz”, proferiu. Ao The Mercury, ele diz que sentiu muita dor após a morte da neta.

“É difícil para as pessoas entenderem o que aconteceu, mas é coisa de Deus, e tudo está na vontade de Deus, não importa quão pequeno ou grande”, justificou. A mãe da menina, Claudia Hernandez, também participou do ritual que levou sua filha à morte.

A mulher teria negado comida à menina e, logo depois, apertou seu pescoço durante a sessão de exorcismo. Arely foi morta por asfixia, de acordo com o laudo do legista responsável pelo caso. Ela foi presa em janeiro e responde por agressão a uma criança resultando em morte.

Menina morta após ritual se chama Arely Naomi Proctor – Foto: Internet/Reprodução/ND
Arely Naomi Proctor, a menina morta no ritual de exorcismo

Segundo o The Mercury News, Igreja Apóstolos e Profetas se reúne nos fundos de uma casa e atende cerca de 25 membros da comunidade local salvadorenha e mexicana.

Timothy Wadkins, professor de teologia da Universidade Canisius, criticou o uso de exorcismo em uma criança de 3 anos como incomum e relegou a prática à “parte radical dos pentecostais”.

“Certamente é verdade que o tipo de franja radical dos pentecostais acredita em exorcismos e os pratica e acredita que as pessoas podem ser possuídas pelo diabo”, disse Wadkins ao The Mercury News. “Eles acreditam que impor as mãos sobre as pessoas e chamar o diabo em nome de Jesus é uma maneira de livrá-las de suas posses. Você não vê isso com muita frequência nos círculos pentecostais hoje, mas você os vê na parte mais radical”.

Folha Gospel com informações de ND Mais e The Christian Post

Cristãos são forçados a fechar e deslocar igrejas em Camarões

Culto em uma igreja em Camarões
Culto em uma igreja em Camarões

No dia 1º de maio, cristãos no Norte de Camarões pararam as atividades eclesiásticas de suas vilas. Eles vivem perto da fronteira com a Nigéria e se sentem inseguros por causa dos frequentes ataques dos militantes do Boko Haram

Muitos foram para as montanhas no meio da noite, buscando proteção para dormir, pois temiam os ataques noturnos nas vilas. Alguns cristãos ficaram tão assustados que empacotaram seus pertences e partiram definitivamente. 

“Nós paramos as atividades da igreja porque os terroristas do Boko Haram tornaram a vida impossível. Se eles vêm, eles matam as pessoas. Então, nós decidimos fazer as atividades da igreja em outro lugar. Por favor, ore por nós”, diz um ancião da igreja. 

Militantes do Boko Haram mataram muitas pessoas e obrigaram outras a deixarem suas casas no Nordeste da Nigéria. Camarões e outros países também convivem com os ataques desse grupo. Em 2021, a Portas Abertas socorreu milhares de cristãos no Norte de Camarões com ajuda emergencial.

A igreja sob ataque no Oeste Africano

No dia 12 de junho, o Oeste Africano será o foco do Domingo da Igreja Perseguida (DIP). É um dia em que cristãos de todo o Brasil clamam ao Senhor pelos cristãos perseguidos.  

O Oeste Africano será o foco do DIP 2022 porque, sob ataque de grupos extremistas como Estado Islâmico e Boko Haram, os irmãos dessa região têm enfrentado grandes desafios para viver e permanecer em Cristo.

Domingo da Igreja Perseguida 2022  

Falta apenas um mês para o DIP, então não perca tempo e inscreva sua igreja. Ao se cadastrar como organizador do DIP, você terá acesso aos materiais para realizar o evento. Prepare sua igreja para interceder pelos irmãos perseguidos no Oeste Africano no dia 12 de junho de 2022.

Fonte: Portas Abertas

Evangélicos apoiam a proibição do aborto mais do que outros grupos religiosos, mostra pesquisa

Mulher grávida
Mulher grávida

Uma pesquisa realizada com 11.044 americanos mostrou que os evangélicos brancos lideram grupos religiosos na oposição ao aborto.

A Pew Research realizou a pesquisa de 7 a 13 de março para verificar as atitudes americanas em relação ao aborto. Enquanto o National Catholic Register destacou que a referida pesquisa revelou que a religiosidade não garante a oposição ao aborto.

De acordo com a pesquisa Pew Research, 73% dos evangélicos brancos concordam que o aborto deveria ser ilegal, com apenas 21% concordando com a proibição completa do aborto e 5% afirmando seu desejo de que o procedimento seja legalizado em todos os casos. Alguns evangélicos brancos ou 19% expressaram seu desejo de que o aborto continue sendo legalizado.

Os evangélicos brancos também são o principal grupo religioso que afirma que a vida começa na concepção. A maioria dos evangélicos brancos ou 86% acreditam “extremamente bem” ou “um pouco bem” que um feto é uma pessoa com direitos.

Os protestantes negros, por outro lado, apoiam predominantemente o aborto, apesar de serem considerados um grupo cristão verdadeiramente devoto. A pesquisa mostrou que 66% dos protestantes negros concordam que o aborto deveria ser legal em todos ou na maioria dos casos e apenas 23% discordam totalmente. Alguns protestantes negros ou 38% acreditam que a concepção é o início da vida humana.

O pesquisador sênior da Pew Research, Besheer Mohamed, apontou que, embora tanto os negros americanos quanto os evangélicos brancos sejam grupos altamente religiosos, “suas opiniões sobre o aborto são muito diferentes”.

Apesar do ensinamento constante dos bispos dos EUA sobre o aborto, a maioria dos católicos ou 56% disse que o aborto deveria ser legal em todos ou na maioria dos casos, 13% dos católicos disseram que o aborto deveria ser legal em todos os casos e 10% desejam uma proibição completa. imposta a ela.

Grupos religiosos concordam com uma exceção ao aborto

Quase metade dos católicos americanos ou 44% expressaram estar extremamente confiantes de que a vida começa na concepção. O analista de notícias do Religion News Service, Rev. Thomas Reese, revelou que a maioria dos católicos não ouve os bispos, fazendo com que estes falhem em seu esforço de convencê-los do mal do aborto.

A pesquisa também reuniu a opinião de “não-religiosos” sobre o assunto e a maioria apoiou a legalização do aborto. Oito em cada 10 disse que o aborto deveria ser legal na maioria ou em todos os casos. Do referido grupo, os ateus foram os únicos que concordam que o aborto deve ser legalizado sem exceções na maioria dos casos. O estudo da Pew Research, no entanto, não forneceu informações sobre a posição de judeus e muçulmanos sobre o aborto.

Todos os grupos religiosos concordam com a exceção de tornar o aborto legal quando se torna uma ameaça à vida ou à saúde de uma mulher. Isso envolve 51% dos evangélicos brancos, 69% dos católicos, 71% dos protestantes negros, 77% dos protestantes brancos e 87% dos dizem não ter religião.

Enquanto isso, o Institute for Social Policy and Understanding divulgou os resultados de uma pesquisa semelhante. O estudo mostrou que 75% dos judeus americanos, juntamente com 56% dos muçulmanos americanos, concordam que o aborto deve permanecer legal.

Uma pesquisa do SSRS, realizada com 2.159 entrevistados, incluindo 807 muçulmanos, revelou que os muçulmanos mais jovens apoiavam mais a legalização do aborto na maioria dos casos do que os mais velhos com 50 anos ou mais.

Lei Roe vs. Wade

A Suprema Corte americana, de tendência conservadora, deve decidir sobre um caso que pode derrubar Roe vs. Wade, uma decisão judicial de 1973 que legalizou o aborto nos EUA.

Se a lei for revogada, cada estado dos EUA pode ter permissão para determinar suas próprias regras de aborto, com mais de 20 estados esperados para limitar o atendimento ao aborto ou até mesmo proibir o aborto na maioria dos casos.

Folha Gospel com informações de Cristianity Daily

Igreja Universal pode tirar espaço de novelas bíblicas na Record por causa da crise

Edir Macedo é líder e fundador da Igreja Universal do Reino de Deus
Edir Macedo é líder e fundador da Igreja Universal do Reino de Deus

A Igreja Universal do Reino de Deus vive a sua pior crise financeira desde seu nascimento e isso tem tudo a ver com as novelas bíblicas da Record. Com a falta de dinheiro, a cúpula do canal já estuda diminuir ou até tirar o espaço desse tipo de produção no canal. A decisão, no entanto, caberá exclusivamente a Edir Macedo, após avaliar todas as situações.

Segundo apurou o NaTelinha, do portal UOL, a total liberdade para tomar qualquer tipo de decisão por parte de Cris Cardoso pode estar com os dias contados. Mas não se trata de problemas de relacionamento ou algo assim, é falta de dinheiro que pode abortar a ideia de transformar as novelas evangélicas em uma forma de lavagem cerebral da sociedade brasileiro, que vinha sendo posta em prática pela Record.

Acontece que ninguém esperava uma crise sem precedentes dentro da Igreja Universal. A reportagem do UOL ouviu de diferentes fontes que a arrecadação da IURD recusou cerca de 65% desde o início da pandemia. A igreja sobrevive basicamente de doações – chamadas de dízimos e ofertas – e com o aumento do desemprego, inflação e falta de dinheiro, a população diminuiu a contribuição financeira para religiões diversas. Além disso, a Universal viveu um problema com a Angola, perdendo todo o dinheiro arrecadado no país – 10% de tudo que é arrecadado em qualquer prédio da IURD no mundo vai para a sede administrar.

Diante disso, não houve outro caminho senão apertar os cintos e o início foi dentro da própria igreja, diminuindo o salário de pastores. Mas como não houve a solução, o outro caminho passou a ser enxugar os repasses para a Record. Oficialmente, a Universal não é dona da emissora, já que uma igreja não pode ter a concessão de uma TV no país, ela pertence a Edir Macedo, mas na prática, o canal é um ativo pertencente ao grupo religioso.

IURD não vai investir em novelas

Sem conseguir reverter a crise, mesmo com o fim da pandemia e sem enxergar luz no fim do túnel para recuperar a arrecadação do início de 2020, a solução apresentada por especialistas em finanças contratados pela Igreja foi de diminuir o repasse para a Record. Fontes ouvidas confirmaram que a expectativa é de que a emissora receba apenas 25% do previsto.

Com esses números, produzir novelas bíblicas fica praticamente inviável, a não ser que o mercado publicitário diminua o prejuízo. Acontece que diretores artísticos da Record mostraram para Edir Macedo que tramas bíblicas não se pagam sozinha e causam prejuízo. Isso porque, é praticamente impossível conseguir fazer merchans, além das marcas não demonstrarem interesse em anunciar.

A solução é abandonar novelas bíblicas

Os diretores artísticos, que não são ligados à IURD, já apresentaram a solução para Edir Macedo: voltar o investimento em produções contemporâneas, preferencialmente masculinas e que se pagavam. Cris Cardoso já se mostrou contra e vem tentando ela própria conseguir investidores para as próximas novelas bíblicas, mas até agora não conseguiu resultado algum.

Edir Macedo não tomou a decisão, mas nos corredores da Record fala-se que, pela primeira vez desde que Cris Cardoso assumiu o cargo, ela passa a balançar. Por mais que queira investir no formato, Edir Macedo sabe que, é impossível tirar dinheiro da igreja para fazer novelas e, com tramas no prejuízo, ele pode entrar numa enrascada ainda mais séria, semelhante até ao que aconteceu com a TV Manchete. Por isso, a crença corrente dentro da emissora é de que o fim das novelas bíblicas é uma questão de tempo.

Fonte: NaTelinha – UOL

Eleições 2022: Bolsonaro sobe 9 pontos entre evangélicos e Lula perde 4, mostra pesquisa

Bolsonaro e Lula (Foto: montagem)
Bolsonaro e Lula (Foto: montagem)

O presidente Jair Bolsonaro (PL) segue na liderança das intenções de voto do eleitorado evangélico na corrida presidencial, mostra pesquisa Genial/Quaest divulgada hoje. Se a eleição fosse hoje, Bolsonaro teria 47% dos votos dos evangélicos ante 30% que preferem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Segundo o levantamento, Bolsonaro ganha eleitores no segmento desde fevereiro. Somente no último mês, cresceu nove pontos porcentuais entre evangélicos, enquanto o petista perdeu quatro.

O cientista político e diretor da Quaest Felipe Nunes também aponta que 47% dos evangélicos “não ficaram sabendo da fala de Lula sobre aborto”, em abril, quando o ex-presidente defendeu a discussão sobre a ampliação do direito à interrupção da gravidez como “questão de saúde pública”. Quando informados, contudo, 62% dos eleitores do segmento disseram que podem mudar o voto em um candidato de acordo com seu posicionamento sobre o tema.

Para Nunes, o desempenho de Bolsonaro entre evangélicos está relacionado à pauta do aborto. “Aqueles que tomaram conhecimento da posição dada por Lula já começam a migrar para o presidente. O que eu sugiro é que o efeito será ainda maior no futuro quando mais gente tomar conhecimento do assunto.”

Apesar da tentativa de se aproximar do segmento, inclusive com a criação de núcleos evangélicos nos Estados, a campanha de Lula tem enfrentado ataques de pastores em cultos evangélicos e nas redes sociais.

Bolsonaro, por outro lado, se aproxima cada vez mais do público e voltou a posicionar a pauta de costumes no Congresso Nacional. Este é o primeiro mês desde julho de 2021 que os evangélicos avaliam o governo de forma mais positiva (36%) que negativa (32%), segundo a Quaest.

Entre os católicos, o cenário é outro, com Lula sendo escolhido por 53% dos entrevistados ante 27% que preferem Bolsonaro.

A pesquisa Genial/Quaest ouviu 2.000 pessoas com mais de 16 anos entre os dias 5 a 8 de maio. A coleta dos dados foi realizada de modo presencial e a margem de erro é de dois pontos porcentuais.

Fonte: UOL

Ministro da Educação nega conversas com pastores e diz que denúncias serão apuradas

Ministro da Educação, Victor Godoy
Ministro da Educação, Victor Godoy

O ministro da Educação, Victor Godoy, disse nesta quarta-feira (11), em audiência pública na Câmara dos Deputados, que não teve conversas com os pastores evangélicos Arilton Moura e Gilmar Santos no período em que ocupou a secretaria-executiva da Pasta (2020-2022). Ele foi efetivado no cargo atual no mês passado pelo presidente Jair Bolsonaro, depois que o ex-ministro Milton Ribeiro pediu demissão.

Os dois pastores foram acusados em reportagens da imprensa de participar de um um esquema de tráfico de influência no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que envolveria a cobrança de propinas de prefeitos para a facilitação de acesso a recursos do órgão. O FNDE é uma autarquia do ministério que financia programas na área educacional.

“As únicas vezes em que participei de eventos com as presenças dos pastores citados nas reportagens foi a convite do ministro [Milton Ribeiro], para compor a mesa de abertura”, afirmou Godoy. “Eu não participava da agenda desses pastores”, completou o atual ministro, após pergunta do deputado Kim Kataguiri (União-SP).

Godoy admitiu, porém, ter assinado o ato de nomeação de Arilton Moura para assumir uma função no gabinete de Ribeiro, a pedido deste. Posteriormente, o nome foi vetado pela Casa Civil. Apesar disso, o atual ministro defendeu o antecessor. “Nunca solicitou ou impôs que eu realizasse qualquer ato em desacordo com a legislação”, afirmou.

Godoy prometeu colaborar com as investigações para que as suspeitas sejam esclarecidas. “Durante a minha gestão, não serei leniente com qualquer irregularidade”, disse.

Kits de robótica

Victor Godoy foi ouvido por quase sete horas por três comissões da Casa (de Educação; de Fiscalização Financeira e Controle; e de Trabalho, Administração e Serviço Público). Ele foi convidado para falar sobre os projetos da pasta para 2022 e denúncias de corrupção no FNDE veiculadas na imprensa. Um desses casos envolve o suposto superfaturamento na compra de kits de robótica para escolas sem infraestrutura em municípios de Alagoas e Pernambuco.

O ministro afirmou que a compra dos kits é de responsabilidade dos estados e municípios, cabendo ao FNDE apenas disponibilizar os recursos. “Não há escolha de empresa pelo ministério, não há indicação de qualquer tipo de fornecedor”, declarou. Atualmente, a compra de novos kits está suspensa por decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), que apura o caso a partir de representação do senador Alessandro Vieira (PSDB-SE).

Godoy também negou superfaturamento na compra de 3.850 ônibus para escolas. Ele afirmou que o FNDE decidiu usar, no pregão, o preço mínimo cotado por veículo antes mesmo que saísse a primeira reportagem sobre o caso, decisão validada pela Controladoria-Geral da União (CGU).

A denúncia também está sendo apurada pelo TCU, que sustou liminarmente a homologação do procedimento licitatório. O processo de aquisição dos ônibus foi alvo de uma representação dos deputados Tabata Amaral (PSB-SP) e Felipe Rigoni (União-ES), e do senador Alessandro Vieira.

Sobre as propostas da pasta para este ano, o ministro informou que a prioridade é enfrentar os efeitos da pandemia, com foco em recuperação das aprendizagens e combate à evasão escolar.

Plano de governo

A exposição do ministro foi criticada por diversos parlamentares. O deputado Marcelo Calero (PSD-RJ) disse não ter sido convencido pelas explicações. “Os esclarecimentos não foram suficientes. Já passou da hora de falarmos de uma CPI. Nós precisamos entender quem tem razão”, comentou.

O deputado Glauber Braga (Psol-RJ), um dos que propuseram a audiência, criticou o governo pelas denúncias de corrupção e pela queda do orçamento da área educacional, o que compromete o cumprimento da meta do Plano Nacional de Educação (PNE) de destinar 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a área. “O PNE foi jogado na lata do lixo”, criticou.

Outro deputado que propôs o debate, Vanderlei Macris (PSDB-SP), disse que o governo não tem projeto educacional e isso é reforçado pelo fato de Godoy ser o quinto ministro da área no governo Bolsonaro em pouco mais de três anos. “Eu não vi ao longo desses anos nenhuma política educacional competente, séria”, apontou Macris.

A crítica pela falta de um projeto nacional também foi reforçada por parlamentares da oposição, como Sâmia Bomfim (Psol-SP), Alice Portugal (PCdoB-BA), Alessandro Molon (PSB-RJ), Jorge Solla (PT-BA) e Professor Israel Batista (PSB-DF).

Sem comprovação

Em contraponto às críticas, parlamentares ligados ao governo negaram a existência de corrupção no ministério. O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) disse que ainda não há nenhuma comprovação das denúncias e que todos os fatos serão apurados e os responsáveis punidos. “Este governo não tem a prática de governos anteriores de jogar a corrupção para debaixo do tapete”, declarou.

O mesmo disse a deputada Liziane Bayer (Republicanos-RS). Ela também criticou os deputados que defenderam o fechamento das escolas durante a pandemia por um tempo superior a outros países, prejudicando os alunos. “Muitos aqui precisam admitir que erraram defendendo o ‘fiquem em casa’.” Por sua vez, a deputada Dra. Soraya Manato (PTB-ES) afirmou que o ensino médio no governo Lula “foi um desastre”.

Obras paradas

O deputado Domingos Sávio (PL-MG) sugeriu ajustes no orçamento do ministério para concluir obras financiadas pelo FNDE, como construção de escolas. “Precisamos o mais rapidamente possível suplementar o [orçamento do] FNDE e não parar essas obras”, disse Sávio. O assunto também foi tratado por outros parlamentares, como Moses Rodrigues (União-CE) e Professora Dorinha Seabra Rezende (União-TO).

Segundo o ministro da Educação, existem 1.072 obras paralisadas (com termo de compromisso com o ente vigente) e 2.574 inacabadas (com termo de compromisso vencido).

Fonte: Agência Câmara Notícias

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