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Cultura da caridade é forte no Brasil mas ainda pode crescer, analisa ONG Visão Mundial

Ação de solidariedade dstribui alimentos para pessoas em situação de vulnerabilidade (Foto: Canva Pro)
Ação de solidariedade dstribui alimentos para pessoas em situação de vulnerabilidade (Foto: Canva Pro)

Hoje, 19 de julho, é celebrado no Brasil o Dia da Caridade, data que convida a sociedade a refletir sobre a importância da solidariedade, da empatia e da ação coletiva para transformar realidades. Em um cenário de crescentes desigualdades e desafios sociais, a Visão Mundial, organização humanitária cristã que atua há mais de 50 anos no país, destaca a relevância de iniciativas que colocam a proteção de crianças, adolescentes e até adultos brasileiros em situação de vulnerabilidade no centro das prioridades.

Apesar de o Brasil ocupar a 62ª posição no World Giving Index 2023, ranking global que mede a solidariedade em mais de 140 países, a cultura de doação no país demonstra sinais de força. Segundo o Brasil Giving Report, 62% dos brasileiros afirmaram ter feito doações em dinheiro para causas sociais no último ano, enquanto 38% participaram de atividades voluntárias. As principais áreas apoiadas são educação, saúde e proteção à infância — causas que refletem diretamente a atuação da Visão Mundial.

“Em linhas gerais, o Brasil é um país caridoso, mas há uma dificuldade em transformar o sentimento de caridade nas pessoas em ações que de fato contribuam, como trabalho voluntário, doações e outras. Por isso, datas como o Dia da Caridade são um chamado à ação. É quando reafirmamos nosso compromisso com a justiça social e com o cuidado daqueles que mais precisam. Cada doação, cada gesto de solidariedade, contribui para garantir direitos e dignidade a milhares de brasileiros”, afirma Thiago Crucitti, diretor nacional da Visão Mundial Brasil

Presente em mais de 100 países, a Visão Mundial tem intensificado sua atuação no Brasil, especialmente em comunidades marcadas por crises socioeconômicas, desastres naturais e insegurança alimentar. Somente em 2024, a organização atendeu mais de 600 mil pessoas no país com ações emergenciais, programas de desenvolvimento comunitário e projetos de fortalecimento familiar. Entre as iniciativas mais recentes da ONG está a campanha Todo Sonho Importa, que leva atendimento médico, atividades educativas e apoio psicossocial a crianças em áreas vulneráveis da Amazônia. A organização também atua no apoio a populações atingidas por desastres, como as enchentes no Rio Grande do Sul, oferecendo kits de higiene, água potável, acolhimento e proteção infantil.

Durante emergências, como a pandemia de Covid-19 ou os desastres climáticos no Sul do país, a solidariedade brasileira costuma se intensificar. Em 2020, por exemplo, o Brasil foi o segundo país que mais doou para ações ligadas à pandemia, com mais de R$ 7 bilhões em doações, segundo dados da ABCR. No entanto, ainda existem desafios: menos de 30% das doações são recorrentes, e a falta de confiança em instituições é apontada como uma barreira à continuidade do apoio.

Neste Dia da Caridade, a Visão Mundial convida empresas, doadores e voluntários a se unirem em prol de um futuro mais justo e solidário. “Transformar a realidade de uma criança é possível, mas só acontece quando há um esforço coletivo”, reforça Crucitti.

Sobre a Visão Mundial

A World Vision, conhecida no Brasil como Visão Mundial, é uma organização humanitária cristã dedicada a trabalhar com crianças, famílias e comunidades para combater as causas da pobreza e da injustiça. No Brasil desde 1975, atua nas áreas de proteção, educação, advocacy e emergências, priorizando populações em situação de vulnerabilidade, independentemente de religião, raça ou gênero. Mais informações: www.visaomundial.org.br

Jovens estão cada vez mais abertos à fé e a Deus, revela pesquisa

Jovens adolescentes reunidos lendo a Bíblia (Foto: Canva Pro)
Jovens adolescentes reunidos lendo a Bíblia (Foto: Canva Pro)

No início deste ano, uma pesquisa encomendada pela Sociedade Bíblica sugeriu que um “reavivamento silencioso” está ocorrendo na Grã-Bretanha, particularmente entre a Geração Z, aqueles nascidos por volta da virada do milênio. A Geração Z está frequentando cada vez mais a igreja, com os jovens, em particular, demonstrando grande interesse em retornar à fé histórica britânica.

Agora, a Youth for Christ (YfC) revelou suas próprias descobertas em seu relatório “ZA Growing Spirituality” , que analisa as atitudes de fé na geração abaixo da Geração Z – Geração Alfa, ou seja, de 11 a 18 anos.

Pouco mais da metade dos entrevistados disseram ser cristãos (52 por cento), mas apenas 35 por cento se descreveram como “seguidores de Jesus”, embora esse número tenha aumentado 12 por cento em relação a cinco anos atrás.

Cerca de dois terços dos entrevistados (65%) disseram ter uma visão positiva das igrejas em sua área local, com apenas seis por cento tendo uma visão negativa.

É importante ressaltar que pouco mais da metade (53%) disse que consideraria ir à igreja se fosse convidada por um amigo.

O estudo foi realizado pela DJS Research em nome da Youth for Christ e se baseou em respostas a 1.009 pesquisas respondidas por jovens de todo o Reino Unido.

Foi revelado que a maioria dos jovens faz conexões online em vez de em um ambiente do mundo real.

Ironicamente, embora os jovens passem muito tempo on-line, eles ainda consideram os influenciadores digitais como a fonte de informação menos confiável, preferindo confiar na família e nos amigos.

A pesquisadora principal, Laura Hancock, afirmou: “Em 2025, muitas pessoas passarão mais tempo em ambientes isolados, na segurança de um lar com pessoas em quem confiam, interagindo com o mundo principalmente por meio de telas. Essa mudança influenciou profundamente não apenas em quem confiam, mas também o que molda suas crenças e decisões.”

A pesquisa também observou que a Páscoa e o Natal oferecem uma oportunidade perfeita para divulgação, com mais pessoas do que nunca frequentando a igreja durante esses importantes festivais cristãos.

Hancock disse que a pesquisa mostra que agora é a hora da colheita na Grã-Bretanha.

“Estendam a mão e se envolvam com os jovens em suas comunidades… A hora é agora. É urgente. Os jovens estão procurando por Jesus e esperando que alguém lhes fale sobre Ele”, disse ela.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Senado realiza sessão solene em homenagem ao pastor Gedelti Gueiros

Morre pastor Gedelti Gueiros. (Foto: Pedro França/Agência Senado)
Morre pastor Gedelti Gueiros. (Foto: Pedro França/Agência Senado)

A trajetória do fundador da Igreja Cristã Maranata, pastor Gedelti Victalino Teixeira Gueiros, foi celebrada em sessão solene realizada no Senado Federal nesta quinta-feira, 17 de julho. A iniciativa partiu do senador Magno Malta, que conduziu a cerimônia diante de autoridades políticas, lideranças evangélicas, familiares e membros da igreja. O líder religioso morreu no dia 5 de julho em Vila Velha, no Espírito Santo, aos 93 anos de idade.

A homenagem reuniu nomes de destaque do cenário nacional, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, que prestou solidariedade à família Gueiros. “O pastor Gedelti foi um homem que impactou gerações com sua firmeza, sua fé e sua devoção ao Evangelho. Um exemplo de liderança que deixa um legado eterno”, declarou Bolsonaro, que foi aplaudido ao mencionar o papel da igreja na formação espiritual do país.

O deputado federal Gilberto Nascimento, presidente da Frente Parlamentar Evangélica no Congresso Nacional, também participou da solenidade. Em sua fala, destacou a importância da Igreja Cristã Maranata para o avanço da fé cristã no Brasil. “O pastor Gedelti foi um instrumento de Deus na edificação de uma obra que atravessa fronteiras. Sua vida foi um testemunho de coragem e fidelidade à Palavra”, afirmou.

O pastor Alexandre Gueiros, atual presidente da Igreja Cristã Maranata e sucessor de Gedelti, destacou o compromisso da denominação em manter vivos os princípios defendidos por seu fundador. “Seguimos firmes na doutrina revelada e no modelo de igreja que o Senhor entregou por meio do seu servo Gedelti. Ele cumpriu seu chamado até o fim”, disse Alexandre, emocionado.

Convivência

Outro nome presente foi o conselheiro presbiterial da Maranata, Julio Cezar Costa, que compartilhou sua convivência com o líder. “Foi um pai espiritual para todos nós. O pastor Gedelti não apenas ensinava a doutrina, ele a vivia. Era íntegro, zeloso, atento à condução do Espírito Santo.”

Também esteve presente o genro do pastor, Albert Velten Bitran, que agradeceu ao Senado pelo reconhecimento público da trajetória do sogro. “Essa homenagem ultrapassa os limites da política. Ela alcança os corações de milhares de pessoas que foram tocadas pelo ministério dele.”

A filha do pastor, Jurama Barros Gueiros Bitran, acompanhou a cerimônia ao lado dos filhos e netos de Gedelti. Visivelmente emocionada, ela recebeu o carinho dos presentes e foi citada em diversos discursos como exemplo de continuidade e dedicação à obra iniciada por seu pai.

Discursos

A sessão foi marcada por discursos de reconhecimento, momentos de oração e menções à atuação histórica de Gedelti Gueiros, que fundou a Igreja Cristã Maranata em 1968, no Espírito Santo, e a conduziu por mais de cinco décadas.

Ao encerrar a cerimônia, o senador Magno Malta exaltou o legado de seu amigo pessoal. “Gedelti foi um gigante da fé. Não liderou por vaidade, mas por obediência a um chamado. A sua voz continuará ecoando por meio da igreja que ele edificou com temor e amor.”

A sessão solene deixou evidente o respeito institucional e espiritual por uma das figuras mais influentes da história recente do movimento evangélico no Brasil.

História

Nascido no estado do Rio de Janeiro, Gedelti mudou-se ainda na infância com a família para Vila Velha, onde concluiu a graduação em Odontologia e passou a maior parte de sua vida. Em janeiro de 1968, ao lado de ex-pastores da Igreja Presbiteriana do Brasil, participou da fundação da Igreja Cristã Maranata, que hoje reúne aproximadamente 5 mil templos no Brasil e presença ativa em mais de cem países, espalhados por todos os continentes.

Ao longo das últimas décadas, consolidou-se como uma das figuras mais conhecidas do meio evangélico nacional. Entre suas contribuições, destaca-se a adoção de tecnologias via satélite para a transmissão de cultos e programas cristãos em emissoras de televisão no país. Em 2018, recebeu uma homenagem no Congresso Nacional durante a comemoração dos 50 anos da Igreja Maranata.

Fonte: Comunhão

Dioceses católicas dispensam imigrantes de comparecer à missa por medo de deportação

Padre em igreja católica (Foto: reprodução)
Padre em igreja católica (Foto: reprodução)

Duas dioceses católicas nos Estados Unidos dispensaram imigrantes ilegais de comparecer à missa de domingo devido ao medo de batidas policiais em meio à pressão do presidente Donald Trump por deportações em massa.

Citando as “necessidades pastorais da nossa diocese”, a Diocese de San Bernardino, no sul da Califórnia, anunciou que os fiéis que têm “medo de possível atividade anti-imigrante” podem ser dispensados de comparecer à missa aos domingos “até novo aviso ou até que as circunstâncias que exigem este decreto sejam suficientemente resolvidas”.

“Todos os fiéis da Diocese de San Bernardino que, por medo genuíno de ações de imigração, não puderem comparecer à missa dominical ou às missas em dias santos de guarda, ficam dispensados dessa obrigação, conforme previsto no Cânon 1247, até que este decreto seja revogado ou alterado”, afirma o decreto do Bispo de San Bernardino, Alberto Rojas.

A diocese pede que aqueles dispensados da missa “mantenham sua comunicação espiritual com Cristo e Sua Igreja” por meio de oração, leitura da Bíblia, assistindo à missa televisionada e devoções.

A diocese se junta à Diocese de Nashville, que emitiu uma isenção semelhante em maio, pois enfrentou uma diminuição na frequência às igrejas de língua espanhola em meio ao aumento da atividade de fiscalização da imigração na área metropolitana.

“[M]uitos em nossa diocese estão preocupados com a possibilidade de serem confrontados ou detidos enquanto participam da missa ou de outros eventos paroquiais”, diz um comunicado da diocese de Nashville. “Nossas igrejas permanecem abertas para acolher e servir nossas comunidades paroquiais, mas nenhum católico é obrigado a participar da missa no domingo se isso colocar sua segurança em risco.”

No domingo, depois que o Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA prendeu quase 200 pessoas em uma operação no início de maio, a Diocese de Nashville relatou que o comparecimento caiu 50%, de acordo com a WPLN .

No início de junho, os bispos de Nashville, Memphis e Knoxville emitiram uma declaração elogiando os esforços das autoridades policiais para deter criminosos, traficantes de drogas e pessoas. No entanto, questionaram os números do governo, enfatizando que “cerca de 100 dos detidos, embora indocumentados, aparentemente não tinham antecedentes criminais”.

“Isso levanta a questão de se a atividade de execução tinha como alvo principal aqueles que não deveriam ter lugar em nossas comunidades por causa de suas próprias atividades ilegais”, escreveram os bispos na declaração divulgada pela Conferência Católica do Tennessee.

“O fato de tantas pessoas sem documentação poderem viver discretamente, sem ser notadas, muitas vezes por décadas, aponta claramente para a necessidade de uma ampla reforma no sistema de imigração.”

Os bispos pediram “esforços para resolver as deficiências de décadas na aplicação da lei de imigração, respeitar o devido processo legal e a dignidade de cada pessoa”.

Pouco depois de assumir o cargo em janeiro, o governo Trump alterou uma política de “Proteção de Locais Sensíveis” que limitava a ação das autoridades federais de imigração em áreas “sensíveis” ou próximas a elas.

“Os criminosos não poderão mais se esconder nas escolas e igrejas dos Estados Unidos para evitar a prisão”, disse um porta-voz do Departamento de Segurança Interna dos EUA em um comunicado na época.

Em junho, o Bispo Rojas alegou que agentes federais entraram em uma propriedade da paróquia de San Bernardino para deter várias pessoas. Agentes do ICE teriam perseguido várias pessoas que não eram funcionários nem paroquianos até o estacionamento da Igreja de Santa Adelaide, em Highland, onde foram detidas, de acordo com o Diretor de Comunicações da Diocese de San Bernardino, John Andrews.

O bispo nascido no México enviou uma carta aos paroquianos discutindo a “mudança e o aumento na fiscalização da imigração em nossa região e, especificamente, em nossa diocese”.

“As autoridades agora estão sequestrando irmãos e irmãs indiscriminadamente, sem respeitar seu direito ao devido processo legal e sua dignidade como filhos de Deus”, escreveu ele.

“Embora certamente respeitemos e apreciemos o direito das autoridades policiais de manter nossas comunidades protegidas de criminosos violentos, agora vemos agentes detendo pessoas ao saírem de suas casas, em seus locais de trabalho e em outros locais públicos escolhidos aleatoriamente”, continuou ele. “Tivemos pelo menos um caso de agentes [do Serviço de Imigração e Alfândega] entrando em uma propriedade paroquial e apreendendo várias pessoas.”

O pastor Samuel Rodriguez, que lidera a Conferência Nacional de Liderança Cristã Hispânica e pastoreia a Igreja New Season em Sacramento, disse ao The Christian Post no início deste ano que “recebeu várias garantias e esclarecimentos sobre a motivação por trás” da mudança de política do governo Trump.

“Em nenhuma circunstância, nos últimos 250 anos da história americana, houve um momento em que tropas federais entraram em uma igreja com armas de fogo. E isso não acontecerá sob o governo Trump”, disse Rodriguez, que orou na primeira posse de Trump. “Não prevejo nenhuma circunstância em que agentes [do Serviço de Imigração e Alfândega], em cooperação com outras agências policiais, entrem em um culto matinal de domingo com armas de fogo.”

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Dois evangelistas são mortos em ataque na Nigéria

Bandeira da Nigéria (Foto: Canva)
Bandeira da Nigéria (Foto: Canva)

No domingo (13), militantes entre a etnia fulani abriram fogo contra a comunidade de Gwon, na Nigéria, matando dois evangelistas que estavam visitando a região. Os evangelistas faziam parte de um grupo que estava compartilhando as boas-novas na comunidade de Gwon, no estado de Plateau.

Solomon Daylop, líder de um grupo juvenil local chamado Associação de Jovens Berom Moulders, que presenciou o ataque, relatou: “Eles abriram fogo e mataram duas pessoas. A partir daí, houve muitos disparos contra a comunidade até que a força-tarefa militar e membros da vigilância chegaram e repeliram os agressores, que recuaram para as colinas”.

Onda de violência na Nigéria

Os extremistas seguiram para a comunidade vizinha de Jol, onde atacaram novamente. “Enquanto enterrávamos as duas pessoas mortas em Gwon, os militantes foram até a sede da comunidade de Rim e atacaram a vila”, disse Solomon à imprensa local.

“O ataque durou cerca de uma hora, com uma intensa troca de tiros. Os militantes estavam por toda a área da comunidade de Jol, destruindo plantações também.” Antes de partirem, os agressores ameaçaram voltar à noite.

O líder comunitário compartilhou que as pessoas estão vivendo em estado de ansiedade nessa região da Nigéria. “O povo está em luto e vivendo em apreensão e medo por suas vidas, sem saber o que acontecerá a seguir, pois os bandidos, em número superior a cem, estão bem armados”, relatou.

Comunidades cristãs no Cinturão Médio, Nordeste e Centro da Nigéria estão sofrendo uma onda de ataques por parte de militantes entre o povo fulani. Este é um momento estratégico para atacar essas comunidades, pois muitos são agricultores de subsistência e estão no período de plantio. A destruição e o deslocamento garantem que os meios de subsistência sejam destruídos e os cristãos fiquem empobrecidos.

A Missão Portas Abertas pede oração pelo Norte da Nigéria, onde os ataques contra seguidores de Jesus têm acontecido quase diariamente.

Fonte: Portas Abertas

‘A Visão’, novo filme cristão, estreia hoje nos cinemas do Brasil

Cena do filme "A Visão" (Foto: 360WayUp)
Cena do filme "A Visão" (Foto: 360WayUp)

Estreia hoje, 17 de julho, o filme A Visão nos cinemas de todo o Brasil. A produção é assinada pela Angel Studios, estúdio responsável por sucessos como The Chosen, Som da Liberdade e O Rei dos Reis, e tem distribuição nacional da Heaven Content em parceria com a 360 WayUp.

Baseado em uma história real, o filme conta a trajetória do Dr. Ming Wang, interpretado por Terry Chen e Ben Wang (Karatê Kid: Lendas), um jovem chinês que sobreviveu à Revolução Cultural e imigrou para os Estados Unidos, onde se tornou um dos principais cirurgiões oftalmológicos do mundo. Determinado a usar sua profissão para transformar vidas, o Dr. Wang enfrenta desafios emocionais e espirituais ao tentar restaurar a visão de Kajal, uma órfã que perdeu os olhos após um ataque da madrasta.

A Visão estreia nos principais cinemas do Brasil e aborda temas como perdão, superação e a busca pelo propósito, conectando ciência e fé de maneira emocionante. A direção é de Andrew Hyatt, que também dirigiu Paulo, Apóstolo de Cristo.

Para Ygor Siqueira, CEO da 360 WayUp e cofundador da Heaven Content, o lançamento representa um novo momento para o público cristão no país. “As pessoas estão em busca de histórias que toquem o coração e tragam esperança. A Visão é um convite a refletir sobre o poder da fé e da compaixão”, afirma.

Trailer “A Visão”:

Sobre a 360 WayUp
A 360 WayUp nasceu com o objetivo de impulsionar o mercado cinematográfico cristão no país. A empresa atua no processo de viabilizar, produzir, distribuir e comunicar obras que alcancem pessoas através de mensagens de fé e esperança. Para isso, utiliza-se de estratégias eficientes numa atuação em nível nacional. Fundada por Ygor Siqueira, a empresa tem como diferencial a expertise de se comunicar amplamente com o seu público-alvo: os cristãos. Com uma equipe experiente, a 360 WayUp é a única do mercado e tem revolucionado o segmento. Entre os lançamentos: Você Acredita?, Quarto de Guerra, Ressurreição, Milagres do Paraíso, Deus Não Está Morto 2, Ben-Hur, Para Sempre, Papa Francisco, A Cabana, A Estrela de Belém, Extraordinário, Mais que Vencedores, Paulo, Apóstolo de Cristo e Som da Liberdade, A Forja, O Rei dos Reis, dentre outros, totalizando quase 40 milhões de espectadores levados ao cinema.

Sobre a Heaven Content
A Heaven Content é a principal força do cinema cristão no Brasil, trazendo histórias inspiradoras que promovem fé, esperança e superação. Com parcerias estratégicas com a 360 WayUp, a Heaven Content combina excelência em produção, distribuição eficiente e campanhas autênticas, impactando milhões de espectadores. Sua missão é conectar o público a narrativas transformadoras, consolidando-se como referência no entretenimento cristão no Brasil e na América Latina.

Fonte: 360 WayUp

Parlamento Europeu aprova resolução pedindo proteção aos cristãos na Síria

Igreja destruída na Síria (Foto: Captura de Tela/YouTUbe)
Igreja destruída na Síria (Foto: Captura de Tela/YouTUbe)

O Parlamento Europeu aprovou uma resolução urgente exigindo maior proteção para cristãos e outras minorias na Síria.

A resolução condena, e é o resultado direto, do atentado suicida na igreja ortodoxa grega Mar Elias, em Damasco, no mês passado.

Vinte e cinco pessoas morreram no atentado, que se acredita ter sido obra de um grupo dissidente de radicais islâmicos, embora outras fontes afirmem que membros dos serviços de segurança da Síria estavam envolvidos.

A Síria é atualmente dominada pelo HTS, um braço islâmico da Al-Qaeda. Apesar de suas origens, o grupo tem se esforçado para se apresentar como inclusivo e inofensivo em relação a cristãos e outras minorias.

No entanto, além do atentado à igreja, houve outros incidentes de grave violência sectária. Em março, centenas de alauítas foram massacrados, embora não esteja claro se isso ocorreu com o apoio do governo ou se foi apenas uma indicação de que este não tem poder para controlar todas as facções armadas do país.

O grupo de defesa cristão, ADF International, acolheu a resolução do Parlamento Europeu pedindo maior proteção às minorias religiosas e mais ações contra o extremismo violento.

Kelsey Zorzi, Diretora de Liberdade Religiosa Global da ADF International, disse: “Esta resolução marca um passo importante para construir um movimento internacional para proteger os cristãos e outras minorias religiosas na Síria.

“O Parlamento Europeu tem razão em exigir responsabilização, não apenas pelo ataque a Mar Elias, mas pelo padrão mais amplo de perseguição religiosa na Síria, e em condicionar o apoio futuro ao cumprimento das obrigações de direitos humanos pelo governo sírio.”

A resolução também exige que o governo sírio garanta que a igreja de Mar Elias seja reconstruída.

A ADF manifestou preocupação com o fato de os cristãos na Síria estarem supostamente sujeitos a níveis crescentes de discriminação em empregos nos setores público e privado. Histórias de assédio e intimidação também estão aumentando, aumentando o temor de que a histórica população cristã da Síria possa desaparecer com o tempo devido à emigração.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Mais de 40 cristãos são presos em nova onda de repressão no Irã

Bandeira do Irã (Foto: Canva Pro)
Bandeira do Irã (Foto: Canva Pro)

Pelo menos 43 cristãos foram presos em diferentes cidades do Irã após o cessar-fogo com Israel nas últimas semanas. Essas detenções, realizadas pelo Ministério da Inteligência iraniana, parecem fazer parte de uma campanha mais ampla contra minorias religiosas.

Embora as acusações exatas não tenham sido divulgadas, alguns casos envolvem a posse de Bíblias. Outros estão ligados a uma nova proposta de lei que ameaça com punições severas qualquer suposta colaboração com “estados hostis”, como os Estados Unidos ou Israel. Tais leis são frequentemente usadas contra cristãos de origem muçulmana, que são rotineiramente rotulados como “sionistas” ou acusados de pertencer a “seitas desviantes” por abandonarem o islã.

Em documentos judiciais anteriores, juízes afirmaram abertamente que o cristianismo evangélico mina os valores islâmicos, desestrutura a família e se alinha com inimigos ocidentais. Essa mentalidade continua a justificar a crescente perseguição contra os cristãos no Irã. Recentemente, especialistas em direitos humanos da ONU destacaram relatos perturbadores da mídia estatal rotulando comunidades inteiras – como os cristãos – como “traidores”, chegando a usar termos como “ratos imundos” para desumanizá-los.

Mãe cristã relata tratamento desumano na prisão

Após o recente ataque aéreo à prisão de Evin, em Teerã, as condições dos prisioneiros pioraram drasticamente. Pelo menos 11 cristãos detidos em Evin foram transferidos para outras prisões, mas alguns ainda não foram localizados. O destino deles permanece desconhecido, levantando sérias preocupações sobre desaparecimentos forçados.

Entre os que sofrem está Aida Najaflou, uma cristã de origem muçulmana de 43 anos, que continua presa simplesmente porque não pode pagar a fiança exorbitante estipulada para sua libertação. Em uma gravação recente, ela descreveu a transferência horrível de mais de 60 prisioneiras para a prisão de Qarchak, onde agora estão detidas sem água potável, alimentação adequada ou instalações higiênicas. “Estamos sofrendo, enclausuradas e impotentes”, disse ela.

Aida enfrenta várias acusações, incluindo “propaganda contra a República Islâmica” e “conluio”, simplesmente por orar, realizar batismos e postar conteúdo cristão online. Até mesmo a Bíblia foi citada em sua acusação como um “livro proibido”. Algumas de suas acusações também estão ligadas ao apoio ao movimento “Mulher, Vida, Liberdade” e à crítica a figuras políticas nas redes sociais.

Apesar da observação internacional, as autoridades iranianas continuam a usar a repressão e o medo para silenciar minorias religiosas e restringir a liberdade de crença. A recente onda de prisões é mais um lembrete do alto custo que muitos cristãos pagam por sua fé.

Fonte: Portas Abertas

Cuba: Líderes cristãos relatam efeitos do aumento da censura

Culto na Igreja Movimiento Apostólico Fuego y Dinámica del Espíritu Santo em Camagüey, Cuba (Foto: Reprodução)
Culto na Igreja Movimiento Apostólico Fuego y Dinámica del Espíritu Santo em Camagüey, Cuba (Foto: Reprodução)

Ao longo do último ano, uma nova lei deu respaldo legal ao controle de longa data do regime cubano sobre a informação e a expressão. À medida que a censura se intensifica, cristãos cubanos estão levantando suas vozes com cautela para compartilhar como essas restrições estão impactando sua fé e ministérios.

Ángela*, uma líder cristã cubana de 48 anos, lembra que aprendeu desde cedo a ser cuidadosa com suas palavras. Frases como “as paredes têm ouvidos” e “é melhor ser senhor do seu silêncio do que escravo das suas palavras” eram conselhos comuns. Hoje, esses avisos se tornaram realidade diária.

Cada conversa, mesmo com familiares no exterior, envolve risco. Ela não pode falar livremente sobre as crises econômica ou energética de Cuba, nem sobre a vigilância dentro de sua igreja. Qualquer comentário relacionado a esses temas pode ser considerado “contrarrevolucionário”.

Censurados

Embora a repressão à informação exista há décadas, uma lei recente a formalizou. A Lei 35 sobre Comunicação Social – promulgada em outubro de 2024 – alarmou muitos, especialmente os cristãos. Em entrevista ao canal de televisão France 24, Castro declarou: “a Lei 35 não é o início da censura, é a legalização oficial da censura”.

Entre outras disposições, Castro afirma que a ambiguidade da lei tem um propósito claro. Ao usar termos vagos como “notícias falsas” ou “comentários que prejudicam o prestígio do país”, ela dá às autoridades o poder de punir arbitrariamente qualquer dissidência. A lei regula os meios de comunicação tradicionais e digitais, incluindo redes sociais e influenciadores, garantindo que nenhuma mensagem escape ao controle do regime.

Para os cristãos na ilha, a lei levanta sérias preocupações. Eles poderão continuar compartilhando sua fé sem medo? O que acontecerá com os esforços de evangelismo ou discipulado online? Como isso afetará o crescimento ministerial em Cuba?

Liliana*, uma líder cristã cubana, diz que até mesmo uma mensagem sobre a vontade de Deus para Cuba pode ser interpretada como uma declaração política, se chegar aos ouvidos de alguém alinhado ao governo. “Se você se expressa e eles interpretam mal, no dia seguinte, um oficial do Ministério do Interior pode bater à sua porta, acusando você de ser contrarrevolucionário”, ela explica.

A igreja que permanece

Antonio*, pastor em Cuba há mais de cinco anos, enfatiza que a ameaça não é mais teórica. É uma realidade prática. Ele observa que muitos recursos online antes usados para sermões ou estudos teológicos agora estão inacessíveis. “Antes podíamos buscar notícias ou recursos teológicos. Agora, muitas páginas não carregam ou foram bloqueadas”, ele aponta.

Apesar do contexto adverso, os cristãos cubanos permanecem firmes em seu chamado. Como afirma Ángela: “As comunidades de fé podem desempenhar um papel fundamental na promoção da verdade e na transformação social”.

É por isso que a igreja cubana está enviando uma mensagem ao corpo global de Cristo: “Não parem de orar por nós”. Apesar da desconexão e da censura, o desejo deles é levar a luz de Cristo aos cantos mais escuros da ilha.

*Nomes alterados por segurança.

Fonte: Portas Abertas

Tanzânia fecha igreja após críticas de pastor sobre direitos humanos

Fiéis se reúnem para o culto em Nyumba ya Ufufuo na Uzima (A Casa da Ressurreição e da Vida) da Igreja Glória de Cristo na Tanzânia - Captura de tela/Josephat Gwajima RudishaTv/YouTube
Fiéis se reúnem para o culto em Nyumba ya Ufufuo na Uzima (A Casa da Ressurreição e da Vida) da Igreja Glória de Cristo na Tanzânia - Captura de tela/Josephat Gwajima RudishaTv/YouTube

O governo da Tanzânia fechou uma igreja importante depois que seu fundador e pastor, um parlamentar do partido governista, denunciou violações contínuas de direitos humanos em um sermão. A medida ocorreu menos de um dia após o sermão e gerou preocupação generalizada com a liberdade religiosa e a dissidência política antes das eleições de outubro no país.

A Igreja Glória de Cristo na Tanzânia, fundada pelo Bispo Josephat Gwajima, teve seu registro oficialmente cancelado pelo Registro de Sociedades em 2 de junho, um dia após Gwajima condenar publicamente o aumento de sequestros e desaparecimentos forçados e lançar uma campanha de oração de sete dias por justiça e paz durante um sermão de domingo, informou o grupo Christian Solidarity Worldwide (CSW), sediado no Reino Unido, no último fim de semana.

O governo acusou Gwajima de violar o Capítulo 337 da Lei das Sociedades ao proferir sermões politicamente carregados que, segundo ele, tinham a intenção de minar a confiança pública no governo.

A igreja, amplamente conhecida em suaíli como “Nyumba ya Ufufuo na Uzima” (A Casa da Ressurreição e da Vida), tem mais de 70.000 membros em pelo menos 2.000 filiais em todo o país e é um dos movimentos pentecostais mais visíveis do país.

Os esforços da igreja para garantir uma liminar do Tribunal Superior em Dodoma falharam inicialmente devido a erros na carta de cancelamento de registro, informou a Baptist Press .

Gwajima, que representa o distrito eleitoral de Kawe no Parlamento como membro do partido governista Chama Cha Mapinduzi, ou CCM, tornou-se um crítico cada vez mais veemente da presidente Samia Suluhu Hassan. Seu sermão recente ocorreu após relatos de sequestros e supostas torturas de dois ativistas estrangeiros – o queniano Boniface Mwangi e o ugandense Agather Atuhaire – que foram presos em Dar es Salaam antes do julgamento do líder da oposição Tundu Lissu por traição, segundo a Associated Press.

Os ativistas foram posteriormente expulsos do país após supostamente terem sido torturados e agredidos enquanto estavam sob custódia.

Na sexta-feira passada, a Igreja Glória de Cristo recorreu do seu fechamento no tribunal pela segunda vez, mas nenhuma decisão foi anunciada ainda.

Desde meados de julho, o prédio principal da igreja em Dar es Salaam permanece fechado e sob vigilância policial, com um veículo de controle de distúrbios estacionado na entrada. Os membros da congregação inicialmente se reuniam em casas particulares para os cultos e, posteriormente, se mudaram para o Salão Social Tanzanita em Kimara Korogwe para realizar seus cultos.

Em 1º de junho, Gwajima usou sua plataforma para alertar seus seguidores a permanecerem vigilantes e condenou as detenções e desaparecimentos de críticos do governo. A presidente Hassan já havia alertado contra o que chamou de “gwajimanização” do CCM, uma aparente referência à crescente influência e dissidência de Gwajima dentro do partido no poder.

O fechamento ocorre em meio a sinais crescentes de repressão na Tanzânia antes das eleições gerais.

Em abril, o candidato da oposição Tundu Lissu foi preso e acusado de incitação e traição, um crime capital. Ele está agora em julgamento, e grupos de direitos humanos têm levantado preocupações sobre a imparcialidade do processo.

O principal partido da oposição, Chadema, defendeu reformas eleitorais, enquanto a presidente Hassan, que assumiu o cargo após a morte do ex-presidente John Magufuli em 2021, busca seu próprio mandato. Embora seus primeiros meses no cargo tenham incluído a revogação da proibição de Magufuli a comícios políticos, nos últimos meses houve uma mudança de tom, incluindo suas advertências públicas a observadores estrangeiros e deportações de ativistas sem explicação.

A presença policial também foi relatada em um culto conjunto realizado em 6 de julho pela Igreja Evangélica Luterana na Tanzânia, onde ex-membros da Igreja Glória de Cristo se reuniram, segundo a CSW. Anteriormente, em 8 de maio, o Bispo Benson Bagonza, da Diocese de Karagwe, da Igreja Luterana, revelou ter recebido ameaças de morte após levantar preocupações semelhantes sobre assassinatos e sequestros.

A Tanzânia exige o registro de todas as organizações religiosas por meio do Registro de Sociedades, com renovações a cada cinco anos. Organizações que violarem os termos de registro podem sofrer penalidades ou ser fechadas.

Em julho de 2024, a Igreja da Vida Cristã em Dar es Salaam teve seu registro cancelado após alegações de que cobrava dos membros por serviços espirituais e fazia sermões considerados contrários aos valores da Tanzânia.

O CEO da CSW, Scot Bower, disse que o governo estava usando indevidamente as leis de registro para silenciar vozes críticas, descrevendo o fechamento como injustificado, dadas as garantias constitucionais de liberdade religiosa, expressão e associação.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

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