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Filme cristão com astro de Hollywood estreia nos cinemas do Brasil

Neal McDonough, ator cristão e astro de Hollywood, Protagoniza "O Refúgio", que estreou nos cinemas no dia 29 de maio de 2025. (Foto: Divulgação)
Neal McDonough, ator cristão e astro de Hollywood, Protagoniza "O Refúgio", que estreou nos cinemas no dia 29 de maio de 2025. (Foto: Divulgação)

O ator cristão Neal McDonough, conhecido por sua forte fé e papéis marcantes, estrela o aguardado filme “O Refúgio”, que chegou aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (29), com distribuição da Heaven Content em parceria com a 360 WayUp.

Em um contexto global de incertezas, a produção lança uma reflexão aos cristãos: estamos realmente preparados para enfrentar situações extremas e proteger nossos valores e famílias quando tudo ao redor desmorona?

Dirigido por Ben Smallbone, o mesmo de “Som da Liberdade”, o longa acompanha a jornada de Jeff Eriksson (interpretado por Neal McDonough), um ex-soldado que busca refúgio nas montanhas com sua família após uma devastadora explosão nuclear. Contudo, a maior ameaça não reside no mundo exterior em colapso, mas sim nas tensões e desafios que surgem dentro de seu próprio lar. Em meio ao caos, a fé, a moral e a humanidade são postas à prova de maneiras inimagináveis.

“Este não é apenas um filme de suspense. É uma chamada à reflexão. É sobre amor, fé, resistência e o nosso papel em tempos de caos”, enfatiza Ygor Siqueira, CEO da 360 WayUp.

“O Refúgio” transcende o mero entretenimento, buscando tocar profundamente o espectador. Em uma era marcada pela relativização da verdade e por ataques aos valores cristãos, o filme suscita uma pergunta incômoda, porém crucial: “Quem você seria quando tudo o que conhece for colocado à prova?”.

Após o sucesso de “O Rei dos Reis”, que mobilizou centenas de milhares de espectadores, a Heaven Content e a 360 WayUp convidam o público a vivenciar essa nova experiência cinematográfica.

Assista ao trailer dublado de “O Refúgio”:

Fonte: Comunhão

The Chosen: 5ª temporada chega ao streaming no Brasil em julho

The Chosen: A Última Ceia (Foto: Divlgação).
The Chosen: A Última Ceia (Foto: Divlgação).

A 5ª temporada da série cristã “The Chosen” vai chegar ao streaming no Brasil no dia 13 de julho.

“The Chosen: A Última Ceia” já arrecadou cerca de 60 milhões de dólares globalmente nas bilheterias, após uma estreia de oito episódios.

A nova temporada retrata a última ceia de Jesus com seus discípulos. “A mesa está posta. O povo de Israel dá boas-vindas a Jesus como rei, enquanto seus discípulos aguardam sua coroação. Mas, em vez de confrontar Roma, ele vira a mesa sobre a celebração religiosa judaica. Com seu poder ameaçado, os líderes religiosos e políticos do país farão de tudo para garantir que esta seja a última ceia de Jesus”, diz a sinopse.

No Brasil, na pré-estreia da 5ª temporada no Rio de Janeiro, Dallas contou em entrevista ao site cristão Guiame: “Fazendo The Chosen, eu aprendi que Jesus é um Deus de intimidade, que sabe exatamente o que se passa em seu coração. Ele se manifesta assim! Às vezes, a nossa igreja ou a nossa religiosidade pode nos distanciar um pouco Dele. Então, durante a série, a gente vai percebendo o quanto podemos nos aproximar Dele”.

Segundo a produtora de “The Chosen”, a sexta e a penúltima temporada já estão em andamento.

“The Chosen” é um drama histórico inovador baseado na vida de Jesus Cristo (interpretado por Jonathan Roumie), visto através dos olhos daqueles que o conheceram.

Ambientada no cenário da opressão romana no Israel do primeiro século, a série de sete temporadas compartilha uma visão autêntica e íntima da vida e dos ensinamentos revolucionários de Jesus.

O que começou como um projeto financiado por crowdfunding cresceu para mais de 280 milhões de espectadores e mais de 17 milhões de seguidores nas redes sociais.

Assista ao trailer dublado:

Pastor Yousef Nadarkhani cumpre exílio no Irã

Pastor Yousef Nadarkhani (Foto: Reprodução)
Pastor Yousef Nadarkhani (Foto: Reprodução)

Em 2017, Yousef Nadarkhani foi condenado a dez anos de prisão e dois anos de exílio interno no Sul do Irã. O conhecido líder cristão perseguido iraniano foi condenado mais uma vez por “agir contra a segurança nacional por meio da propagação de igrejas domésticas e promoção do cristianismo sionista” em 2023, sua quarta prisão.

A sentença foi posteriormente reduzida após revisão. Yousef foi perdoado em fevereiro de 2023, mas o perdão não excluiu o período de dois anos de exílio, em cumprimento em Nik Shahr (Sistão-Baluchistão), a dois mil quilômetros da casa do pastor. O Relatório Anual de 2025 da organização Article 18 lista Yousef Nadarkhani entre os cristãos de origem muçulmana forçados ao exílio e enfatiza que os tribunais usam o exílio para manter os prisioneiros libertos “fora de vista”.

Como o tempo de exílio começou a contar no dia em que Yousef deixou a prisão em 2023, a ordem de dois anos deveria ter terminado no final de fevereiro de 2025. Grupos de direitos humanos não relataram nenhuma violação ou nova intimação, o que geralmente significa que as autoridades deixaram o prazo expirar discretamente.

A Comissão Internacional de Liberdade Regiosa (USCIRF, da sigla em inglês) ainda o mantém em seu banco de dados de Prisioneiros de Consciência Religiosa. Isso porque, mesmo após sua libertação, a condenação do exílio ainda está vigente e há um histórico do regime no Irã de prender novamente líderes de igrejas domésticas assim que a atenção pública diminui.

Fonte: Portas Abertas

Mais da metade dos cristãos americanos prefere manter a fé em sigilo

Pessoas com as mãos postas e uma Bíblia (Foto: Reprodução)
Pessoas com as mãos postas e uma Bíblia (Foto: Reprodução)

Uma pesquisa recente do Barna Group revelou um dado que levanta reflexões profundas sobre a espiritualidade contemporânea: 56% dos adultos cristãos nos Estados Unidos consideram sua vida espiritual totalmente privada. Essa tendência ao isolamento na vivência da fé contrasta com os 44% que se mostram mais abertos a compartilhar sua caminhada espiritual com outras pessoas.

O estudo mostra que os cristãos que guardam sua fé só para si tendem a dar menos importância ao progresso espiritual, têm menos convicção sobre o papel da fé em suas vidas e, com menor frequência, dedicam tempo semanal à comunhão com Deus. Isso sugere que a solidão espiritual pode enfraquecer práticas essenciais à maturidade cristã.

Por outro lado, os que se dispõem a dividir sua jornada com amigos, líderes e irmãos na fé demonstram mais engajamento com o crescimento espiritual. A troca de experiências, os desafios mútuos e a escuta ativa formam um ambiente onde a fé floresce com mais força. A espiritualidade vivida em comunidade, longe de ser uma exposição desconfortável, pode se tornar um espaço de cura, encorajamento e transformação.

Pastores e líderes podem aproveitar esse tema em suas pregações, refletindo com a congregação sobre os riscos do isolamento espiritual. A proposta é clara: fomentar uma igreja onde compartilhar a caminhada com Cristo seja visto como parte essencial da vida cristã. Para isso, Barna disponibiliza recursos visuais para ajudar na comunicação desse tema nos cultos, incentivando comunidades mais abertas, autênticas e comprometidas com o crescimento mútuo.

Folha Gospel – artigo publicado originalmente em Comunhão

Igreja Presbiteriana pode perder um milhão de membros até o fim de 2025

O escritório nacional da Igreja Prebiteriana (EUA), localizado em Louisville, Kentucky. (Foto: Cortesia PCUSA)
O escritório nacional da Igreja Prebiteriana (EUA), localizado em Louisville, Kentucky. (Foto: Cortesia PCUSA)

A Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos (PCUSA) pode terminar o ano de 2025 com menos um milhão de membros. A estimativa aparece no relatório anual publicado neste mês pela Agência Unificada Interina da PCUSA, que registra uma perda de aproximadamente 49 mil fiéis apenas em 2024. O total de membros caiu de 1,094 milhão em 2023 para cerca de 1,045 milhão neste ano — queda que se soma a um encolhimento de cerca de 150 mil pessoas desde 2021.

O número de anciãos também recuou, passando de 56.900 em 2021 para aproximadamente 51.400 em 2024. A quantidade de congregações caiu de 8.572 para 8.432 no mesmo período, o que representa a redução de 140 igrejas locais.

Para o reverendo Dr. Tim Cargal, responsável pela supervisão do levantamento, o atual ritmo de declínio pode levar a PCUSA a atingir uma marca simbólica. “Como todos os números ‘marcos’, este certamente atrairá muita atenção, e merecidamente”, afirmou ao Presbyterian News Service. “No entanto, as perdas líquidas não contam toda a história”, acrescentou. Segundo ele, a PCUSA continua acolhendo novos fiéis, apesar das tendências demográficas e religiosas nos EUA.

A queda da membresia é um fenômeno observado desde os anos 2000, quando a denominação contava com mais de 2,5 milhões de membros. A marca de menos de 2 milhões foi registrada em 2011, com anúncio oficial em 2012.

Apesar das perdas em adesão e estrutura, o relatório aponta aumento nas contribuições financeiras. As doações regulares à denominação cresceram de US$ 1,802 bilhão em 2023 para aproximadamente US$ 2,26 bilhões em 2024.

Também foram registrados avanços em outros indicadores, como o número de batismos. Os batismos classificados como “apresentados por outros” subiram de 7.511 em 2021 para 7.826 em 2024. Já os batismos por confirmação passaram de 972 para 1.351 no mesmo período.

O relatório destaca ainda um discreto crescimento na presença de membros que se identificam como “Não Binários/Genderqueer”, de 1.547 em 2023 para 1.728 em 2024.

Teologia progressista

Em novembro de 2024, a PCUSA anunciou a reestruturação de ministérios e agências, além do corte de cargos em nível nacional — decisão justificada, em parte, pelo declínio contínuo. Entre os fatores que explicam o encolhimento da denominação está sua orientação teológica progressista.

Nos últimos anos, diversas igrejas se desligaram da PCUSA por discordância doutrinária. Um dos episódios mais emblemáticos ocorreu em 2010, quando a Assembleia Geral aprovou a ordenação de homossexuais não celibatários. A decisão resultou na saída de cerca de 300 congregações, que fundaram a Covenant Order of Evangelical Presbyterians (ECO), grupo de perfil conservador.

Na época, o então secretário da denominação, Gradye Parsons, atribuiu a queda a dois desafios principais: a necessidade de revitalizar o compromisso com a Grande Comissão e o esforço de se conectar com a população identificada como “espiritual, mas não religiosa”. Até o momento, no entanto, essas estratégias não foram suficientes para conter a retração.

Folha Gospel – artigo publicado originalmente em Comunhão com informações de The Christian Post

Juiz decide que fotógrafa cristã não é obrigada a trabalhar em casamentos do mesmo sexo

Fotógrafa cristã Emilee Carpenter (Foto: Emilee Carpenter)
Fotógrafa cristã Emilee Carpenter (Foto: Emilee Carpenter)

Um juiz federal impediu Nova York de aplicar leis que poderiam exigir que uma fotógrafa cristã trabalhasse em casamentos entre pessoas do mesmo sexo, apesar de suas profundas convicções de que o casamento é uma união entre um homem e uma mulher.

Em decisão publicada na quinta-feira, o juiz Frank Geraci, do Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Oeste de Nova York, apoiou a fotógrafa Emilee Carpenter em sua batalha de anos. Ela busca garantir que não terá que tomar medidas que violem suas profundas convicções religiosas como condição para conduzir negócios em Nova York.

“Do início ao fim, a autora fornece um serviço de fotografia personalizado e sob medida, guiado por seu próprio julgamento artístico e moral”, escreveu ele.

Carpenter alegou que as leis de acomodação pública do estado que impedem a não discriminação com base na orientação sexual e identidade de gênero violavam seus direitos de liberdade de expressão e livre associação, bem como seu direito de praticar sua religião.

Como cristã devota que acredita que o casamento é entre um homem e uma mulher, Carpenters disse que estava preocupada com a perspectiva de ter que fotografar casamentos entre pessoas do mesmo sexo para cumprir a lei estadual.

Em sua decisão, Geraci concordou com Carpenter que seus serviços de fotografia de casamento constituíam “meios de expressão” protegidos pela Primeira Emenda. Geraci, nomeado para o tribunal pelo ex-presidente Barack Obama, deferiu o pedido de Carpenter de uma liminar impedindo o estado de aplicar uma série de leis antidiscriminatórias contra ela enquanto seu litígio continua.

Nova York não pode “forçar os demandantes a oferecer aos casais do mesmo sexo os mesmos serviços de fotografia de noivado e casamento que eles oferecem aos casais do sexo oposto” e “impedir os demandantes de adotarem a política de Crenças e Práticas desejada”.

O estado também está proibido de aplicar um aspecto adicional da lei de não discriminação que busca “impedir os demandantes de fazer perguntas a clientes em potencial suficientes para determinar se eles buscam serviços de fotografia para celebrar um casamento ou noivado entre pessoas do mesmo sexo ou de fazer perguntas materialmente semelhantes”.

O litígio de Carpenter contra Nova York remonta a vários anos.

Depois que o tribunal federal decidiu contra Carpenter em 2021, a Suprema Corte dos EUA decidiu no caso 303 Creative LLC v. Elenis que a Primeira Emenda exige que os estados se abstenham de usar “atividade expressiva para obrigar a fala”.

Na época, o caso de Carpenter estava pendente perante o Tribunal de Apelações dos EUA para o Segundo Circuito. Após a decisão do caso 303 Creative, o tribunal de apelação ordenou que o tribunal distrital analisasse o caso novamente, à luz da decisão.

A organização sem fins lucrativos de liberdade religiosa Alliance Defending Freedom, que representa Carpenter em seu litígio, comemorou o novo desenvolvimento em seu caso.

“A liberdade de expressão é para todos, e mais tribunais estão decidindo de forma consistente com essa mensagem”, disse o conselheiro sênior da Alliance Defending Freedom, Bryan Neihart, em um comunicado .

“A Constituição dos EUA protege a liberdade de Emilee de expressar suas próprias opiniões, enquanto ela continua atendendo clientes de todas as origens e crenças. O tribunal distrital corretamente manteve essa liberdade e seguiu o precedente da Suprema Corte”, acrescentou. “Emilee agora pode desfrutar da liberdade de criar e se expressar, uma liberdade que protege todos os americanos, independentemente de suas opiniões.”

Carpenter enfrentou uma multa potencial de US$ 100.000, a revogação de sua licença comercial e até um ano de prisão se for descoberta uma violação das leis estaduais de não discriminação.

Embora Carpenter nunca tenha enfrentado litígio por se recusar a fornecer serviços para um casamento entre pessoas do mesmo sexo, outros empresários nos EUA foram parar nos tribunais por se recusarem a participar de casamentos entre pessoas do mesmo sexo devido às suas crenças religiosas.

Aaron e Melissa Klein, um casal cristão do Oregon, enfrentaram multas de US$ 135.000 por se recusarem a fazer um bolo para um casamento entre pessoas do mesmo sexo. Barronelle Stutzman, florista do estado de Washington, pagou US$ 5.000 para encerrar um litígio decorrente de sua objeção em fornecer flores para um casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Em 2018, a Suprema Corte dos EUA decidiu a favor do padeiro cristão do Colorado, Jack Phillips, que enfrentou punição do governo estadual por se recusar a fazer um bolo de casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Franklin Graham se encontra com Zelensky, presidente da Ucrânia, e ora pela paz

Franklin Graham se encontra com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky em Berlim, Alemanha, em 28 de maio de 2025. (Foto: Associação Evangelística Billy Graham)
Franklin Graham se encontra com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky em Berlim, Alemanha, em 28 de maio de 2025. (Foto: Associação Evangelística Billy Graham)

Em um anúncio surpresa no Congresso Europeu sobre Evangelismo na noite de terça-feira, o evangelista Franklin Graham revelou que havia se encontrado mais cedo naquele dia com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky para orar pela paz em meio à guerra entre Rússia e Ucrânia, pedindo aos delegados que se juntassem a ele na intercessão pelo fim do conflito.

Graham subiu ao palco para compartilhar as notícias do encontro e liderou os delegados em um momento de oração pelo fim da guerra. O congresso, organizado pela Associação Evangelística Billy Graham (BGEA), que ele lidera, acontece esta semana em Berlim para se concentrar no evangelismo da proclamação, atraindo 1.000 líderes evangélicos de 56 países.

“Pensei em dizer apenas uma palavra sobre a Europa”, disse Graham aos delegados. “Vemos a guerra novamente neste continente. E tive a oportunidade, no passado, de me encontrar com o presidente [russo] Putin e compartilhar com ele o que nós, como evangélicos, acreditamos.”

“Quando eu disse isso a ele, ele me ouviu com muita educação, mas talvez tenha sido a primeira vez que entendeu. Ele provavelmente estava pensando: ‘Essa é a coisa mais maluca que eu já ouvi. Não sei.'”

Graham revelou que a BGEA havia escrito para Zelensky e Putin sobre a guerra e incentivado orações pela paz.

“Hoje, tive o privilégio de me encontrar com o Presidente Zelensky”, disse Graham. “E orei com ele para que Deus lhes desse sabedoria e um caminho para a paz.”

As “complicações” na Ucrânia e na Rússia foram consideradas “muito difíceis” por Graham, que destacou que “só Deus pode resolver isso”. Em seguida, ele pediu aos delegados que orassem em voz alta sobre a situação.

“Acho que a coisa mais importante que talvez possamos fazer nos próximos minutos é orar, orar pela Ucrânia, orar pela Rússia, pelos líderes desses países e pelo presidente do meu país (EUA), o presidente Trump, para que Deus mostre um caminho a seguir.

“Enquanto Deus nos guia, orem em voz alta pelos líderes que têm o coração pesado enquanto pensamos na luta na guerra e nas pessoas que foram mortas, nas famílias que estão sofrendo, que perderam entes queridos.”

Os delegados no Congresso de Berlim então ergueram suas vozes por vários minutos, intercedendo pelo fim da guerra. Franklin Graham encerrou o anúncio e o chamado para a oração com sua própria oração de encerramento.

Congresso Europeu sobre Evangelismo

O congresso começou na terça-feira com um chamado aos cristãos europeus para que sejam ousados ​​na evangelização e não tenham vergonha do Evangelho.

“Em 2025, como evangelizamos um mundo que está se tornando cada vez mais secular?”, disse Graham em seu discurso de abertura.

Não tenha vergonha do Evangelho. Declare-o! Proclame-o! Grite! Há poder cheio do Espírito Santo quando o pregamos.

Graham continuou dizendo: “Se quisermos chegar à Europa, precisaremos de um exército, um exército de evangelistas — destemidos, sem vergonha, sem pedir desculpas, intransigentes — firmados na Palavra de Deus”.

No segundo dia do congresso, ouvimos o respeitado líder evangélico alemão, Rev. Ulrich Parzany, que lamentou que o evangelismo bíblico esteja desaparecendo de muitas igrejas à medida que questionam a autoridade das Escrituras.

Ele exortou pastores e líderes ministeriais a não diluírem o poder e a verdade do Evangelho pregando apenas o que as pessoas querem ouvir. “A Bíblia deve ser o fundamento da nossa pregação, não a decoração”, disse o Rev. Parzany. “A pré-condição da evangelização deve ser sempre o compromisso com a autoridade e a confiabilidade da Bíblia.”

Ele continuou: “O conteúdo do Evangelho é Jesus Cristo, mas o Jesus Cristo de quem a Bíblia testifica — não há outro Jesus Cristo”.

A teóloga britânica Dra. Amy Orr-Ewing disse que a Igreja era a resposta para a fome espiritual dos jovens em toda a Europa.

“Estou no ministério há mais de 25 anos e nunca conheci um momento como o que estamos vivendo, em termos da fome que vemos entre a Geração Z pela verdade”, disse ela, acrescentando: “Precisamos saciar essa fome com o Evangelho”.

Folha Gospel com informações de The Christian Post e The Christian Today

Mais de um quarto dos cristãos acredita em astrologia, revela estudo

Astrologia (Foto: Canva Pro)
Astrologia (Foto: Canva Pro)

Embora consultar astrologia ou horóscopos seja proibido nas Escrituras, mais de um quarto dos cristãos dizem acreditar que as estrelas e os planetas têm algum impacto no destino humano, de acordo com um estudo do Pew Research Center.

O estudo foi conduzido no outono de 2024 por meio de uma pesquisa com uma amostra nacionalmente representativa de 9.593 adultos dos EUA.

Cerca de 30% dos adultos americanos afirmaram consultar astrologia, horóscopo, cartas de tarô ou um vidente pelo menos uma vez por ano. A maioria, no entanto, afirmou praticar por diversão e poucos afirmaram basear decisões importantes na vida com base no que lhes é dito.

Pesquisadores descobriram que cerca de 27% dos americanos religiosos acreditam em astrologia, o que é estatisticamente semelhante aos 28% dos americanos não religiosos que acreditam na prática.

Protestantes negros e católicos hispânicos eram mais propensos a acreditar em astrologia do que evangélicos brancos. Cerca de um terço dos protestantes negros, católicos hispânicos e entrevistados que descreveram sua religião como “nada em particular” tinham opiniões semelhantes sobre o assunto.

Evangélicos brancos, ateus, judeus americanos e agnósticos eram menos propensos a dizer que acreditam em astrologia do que o público em geral.

De acordo com o ministério de apologética cristã Got Questions , a crença de que a astrologia afeta seu destino “é uma crença falsa”.

“Os astrólogos reais da corte babilônica foram envergonhados pelo profeta Daniel ( Daniel 1:20 ) e não conseguiram interpretar o sonho do rei ( Daniel 2:27 ). Deus especifica os astrólogos como aqueles que serão queimados como restolho no julgamento de Deus ( Isaías 47:13-14 )”, observa o ministério.

A astrologia como forma de adivinhação é expressamente proibida nas Escrituras ( Deuteronômio 18:10-14 ). Deus proibiu os filhos de Israel de adorar ou servir ao ‘exército dos céus’ ( Deuteronômio 4:19 ). Diversas vezes em sua história, porém, Israel caiu nesse mesmo pecado… Sua adoração às estrelas acarretou o julgamento de Deus em todas as ocasiões.

Embora pesquisadores cristãos respeitados como George Barna tenham alertado sobre os perigos do sincretismo para uma cosmovisão bíblica nos últimos anos, um novo estudo de abril, Breaking Free of the Iron Cage: The Individualization of American Religion , sugere que mais americanos estão abandonando a religião organizada em busca de perspectivas de fé personalizadas que abracem uma fusão de diferentes religiões.

No estudo, os pesquisadores acompanharam 1.348 indivíduos nascidos no final da década de 1980, da adolescência até o início da idade adulta, usando pesquisas longitudinais para examinar como os jovens adultos administram as tensões entre a religião institucional e a autenticidade pessoal à medida que atingiam a maioridade, durante a ascensão dos “não religiosos”.

“Nossa análise mostra como os jovens estão respondendo à burocratização e à racionalização que [o sociólogo alemão Max] Weber previu que criaria uma ‘gaiola de ferro’ nas instituições modernas, desenvolvendo novas formas de expressão religiosa e espiritual fora das instituições formais”, escreveram os pesquisadores.

Os pesquisadores argumentaram que o mercado religioso havia se expandido para além das denominações concorrentes para “incluir opções fora das instituições formais, desde a espiritualidade personalizada até abordagens individuais de fé e significado”.

“As pessoas estão se libertando não com alicates, mas com atos profundamente pessoais de rebelião espiritual”, argumentaram os pesquisadores. “Rejeitando as construções religiosas racionalizadas, sistematizadas e institucionalizadas da modernidade em favor de expressões mais dinâmicas, diversas e sincréticas.”

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Igrejas dizimadas e fiéis mortos: relatório revela quadro sombrio de crescente perseguição contra cristãos na África

Crucifixo sobre sangue (Foto: Reprodução/Flickr)
Crucifixo sobre sangue (Foto: Reprodução/Flickr)

Um novo relatório divulgado pela Portas Abertas International pinta um quadro sombrio de crescente perseguição contra cristãos na África, particularmente nas regiões subsaarianas, com milhões de pessoas enfrentando violência, discriminação e deslocamento.

O relatório destaca estatísticas alarmantes do ano passado, incluindo 4.476 cristãos mortos por sua fé no mundo todo, 28.368 ataques a lares e empresas cristãs e impressionantes 16 milhões de cristãos deslocados à força devido à violência somente na África Subsaariana.

A Lista Mundial de Perseguição de 2025 revela que mais de 380 milhões de cristãos em todo o mundo estão sofrendo altos níveis de perseguição, um aumento significativo em relação aos anos anteriores.

Falando na Assembleia Geral da Associação de Evangélicos na África (AEA), realizada em Nairóbi de 20 a 23 de maio, Joshua Williams, Diretor de Serviços para a África da Portas Abertas Internacional, disse que a situação “está se tornando insuportável”.

O aumento da perseguição é atribuído a vários fatores, incluindo violência extremista, regimes autoritários e instabilidade sociopolítica. Grupos militantes como o Boko Haram e o Estado Islâmico da África Ocidental (ISWAP) continuam a visar especificamente comunidades cristãs, levando a ataques brutais e deslocamentos forçados.

Um problema crítico que agrava a situação é a impunidade generalizada dos perpetradores de violência contra cristãos. “Muitas comunidades vivem com medo, impossibilitadas de retornar às suas casas devido à falta de justiça e proteção das autoridades governamentais”, disse Williams.

Ele destacou o impacto devastador dos conflitos em toda a África, afirmando que mais de 35 conflitos significativos estão atualmente em curso no continente. Como resultado, mais de 16 milhões de cristãos estão deslocados, com outros 74 milhões em risco se os conflitos continuarem. Pessoas deslocadas internamente (PDI) de comunidades cristãs frequentemente enfrentam duras realidades.

O relatório Portas Abertas da Lista Mundial de Perseguição de 2025 afirmou que recursos inadequados e discriminação institucional aumentam ainda mais a vulnerabilidade das pessoas deslocadas. Por exemplo, dados da Organização Internacional para as Migrações (OIM) sugerem que o número de deslocados internos em regiões como o estado de Plateau é gravemente subnotificado, resultando em ajuda insuficiente.

Relatórios locais indicam que, embora a OIM tenha documentado aproximadamente 54.457 deslocados internos no estado de Plateau, agências locais estimam que o número seja superior a 100.000. “Essa discrepância destaca a necessidade de melhores metodologias de avaliação e maior financiamento para deslocados internos, especialmente em regiões frequentemente negligenciadas”, observou o relatório.

Williams testemunhou em primeira mão o imenso sofrimento dos cristãos perseguidos, relatando uma visita particularmente chocante a um campo de deslocados na Nigéria, onde milhares de mulheres e crianças viviam em condições terríveis, muitas vezes sem instalações sanitárias básicas e com uma ausência notável de homens, muitos dos quais foram mortos.

Dizimação de igrejas

Além disso, Williams revelou que 19.000 igrejas foram “dizimadas” em toda a África nos últimos 15 a 20 anos. 15.000 das igrejas afetadas estão na Nigéria. Essa devastação, observou ele, é resultado direto de grupos como o Boko Haram, que prometem eliminar a presença cristã nos estados do norte da Nigéria e avançam para o sul.

Williams compartilhou o testemunho angustiante de um cristão nigeriano que testemunhou a morte do pai e do irmão mais novo por se recusarem a renunciar à fé. “É uma perseguição silenciosa, mas gritante”, lamentou Williams, enfatizando a escala incompreensível das atrocidades.

Apesar do imenso sofrimento, Williams falou do surgimento de uma “igreja silenciosa” – cristãos marginalizados em regiões como Sudão e Somália, que são constantemente empurrados para as margens da sociedade.

Ele também destacou o incrível crescimento de uma “igreja emergente” na África, composta por fiéis clandestinos e secretos de origem muçulmana, com mais de 5 milhões de fiéis. Só em 2024, mais de 4.500 cristãos em 12 países da região do Sahel foram mortos por sua fé, 114.000 cristãos foram deslocados à força, 16.000 casas foram destruídas e mais de 1.700 igrejas foram impactadas.

O apelo à ação é urgente, com Williams enfatizando a necessidade de humildade e arrependimento dentro da própria igreja, reconhecendo uma “falta de unidade”. Williams enfatizou que a igreja na África não pode superar esses desafios com suas próprias forças, instando a confiar mais no poder espiritual do que na força.

À luz das tendências preocupantes, a Portas Abertas, em colaboração com a AEA, anunciou a campanha Arise Africa , uma iniciativa que visa mobilizar cristãos em todo o mundo a se solidarizarem com seus colegas perseguidos na África.

A campanha incentiva indivíduos e igrejas a se informarem sobre a situação dos cristãos, orarem por aqueles que sofrem e defenderem o fim da perseguição violenta.

Em seu discurso na Assembleia Geral da AEA, Janet Epp Buckingham, Diretora do escritório da WEA em Genebra, destacou a importância da advocacy como uma abordagem relacional de longo prazo, incentivando os líderes cristãos a serem “Ester e Daniel” capazes de interagir com os líderes governamentais. Ela também enfatizou o valor das respostas multirreligiosas à perseguição, observando que a colaboração com pessoas de outras religiões pode abrir portas para o engajamento governamental.

Folha Gospel com informações de Chrsitian Daily

Franklin Graham abre Congresso Europeu sobre Evangelismo, na Alemanha

Will Graham (à esquerda), na foto com seu pai Franklin (à direita), fala na coletiva de imprensa do Congresso Europeu sobre Evangelismo, organizado pela Associação Evangelística Billy Graham em Berlim, Alemanha, em 27 de maio de 2025. | Chris Eyte/Christian Daily International
Will Graham (à esquerda), na foto com seu pai Franklin (à direita), fala na coletiva de imprensa do Congresso Europeu sobre Evangelismo, organizado pela Associação Evangelística Billy Graham em Berlim, Alemanha, em 27 de maio de 2025. | Chris Eyte/Christian Daily International

Jovens evangelistas precisam de incentivo para compartilhar a mensagem simples, porém poderosa, do Evangelho de Jesus Cristo, de acordo com Franklin Graham, presidente e CEO da Associação Evangelística Billy Graham.

Graham também é o organizador do Congresso Europeu sobre Evangelismo, um evento de quatro dias que começou nesta terça-feira e reúne 1.000 líderes evangélicos e ministeriais de 56 países no JW Marriott Hotel em Berlim, Alemanha.

Graham foi acompanhado em uma coletiva de imprensa na tarde desta terça-feira por seu filho Will Graham, vice-presidente executivo da BGEA, e Viktor Hamm, vice-presidente do Crusade Ministries da BGEA, que liderou a organização do evento.

Ambos os Grahams relataram o quão especial a nação da Alemanha era para o falecido Billy Graham, tendo pregado no país oito vezes quando jovem, em 1954, no período pós-guerra, até 1990.

Para Franklin Graham, a importância da Europa como continente não pode ser subestimada em um sentido espiritual. Ele lembrou como países como o Reino Unido enviaram tantos missionários ao redor do mundo. Enfatizou a importância de encorajar os jovens evangelistas europeus a serem ousados ​​no Evangelho e a pregarem sem vergonha as boas novas de Jesus Cristo.

“Há uma geração mais jovem que acredito que está se apegando ao Evangelho e assumindo o desafio de pregá-lo até os confins da Terra”, disse Franklin Graham.

“E acredito que muitos desses jovens precisam ser encorajados. Por isso, acredito que este Congresso é importante para encorajar outra geração a levar o Evangelho de Jesus Cristo a este continente.”

Graham revelou que houve discussões sobre a inclusão de outras nações nos objetivos deste congresso em particular, mas “eu não queria fazer isso”, afirmou. “Quero me concentrar na Europa.”

Podemos realizar conferências em outras partes do mundo, mas, no momento, estamos nos concentrando na Europa. E muitos missionários e grandes líderes da igreja vieram da Europa. Eles vieram para os Estados Unidos e evangelizaram o país, e depois não apenas os Estados Unidos, mas em grande parte do mundo.

Graham continuou dizendo que muitas igrejas viram gerações passarem sem evangelismo. Ele expressou o desejo de ver as comunidades descobrirem a necessidade de evangelizar e que “não é apenas para hoje, mas para todos os dias”.

Will Graham repetiu o que seu pai disse ao dizer que a intenção da conferência é “ajudar a encorajar outra geração”.

“Como meu pai disse, pregar com autoridade, pregar o sangue e a cruz de Jesus Cristo para atiçar a chama para que outra geração se entusiasme com a evangelização”, disse Will Graham, lembrando como seu avô Billy foi concebido não apenas para pregar o Evangelho, mas também para encorajar outros — homens e mulheres — a se tornarem evangelistas.

“Costumávamos perguntar ao meu avô: quem vai ocupar o seu lugar?”, acrescentou Will Graham em sua reflexão. “E ele sempre olhava para a multidão e dizia: ‘Eles vão’, e apontava para todos os outros evangelistas. E então ele dedicou seu coração aos evangelistas — e é isso que vamos fazer.”

Na coletiva de imprensa, o Christian Daily International/Christian Post perguntou se os Grahams tinham alguma mensagem específica de encorajamento para os evangélicos europeus que se sentem afetados pela guerra na Ucrânia e pelo sentimento de medo no continente, com governos ordenando que as famílias preparem rações alimentares caso um conflito maior aconteça.

“A oração é a coisa mais importante que podemos fazer”, respondeu Franklin Graham, “e isso é orar pelo presidente Putin, pelo presidente Zelensky e pelos líderes de ambos os países para que Deus trabalhe em seus corações para encontrar uma solução para esta guerra”.

Milhares e milhares de pessoas foram mortas. Ninguém sequer sabe os números, mas sabemos que é horrível. E precisa acabar. Precisamos orar por elas, mas também precisamos orar pelo presidente [Donald] Trump, que está tentando ajudar, mediar. Sabe, tentar fazê-las pelo menos começar a conversar entre si, e isso é muito importante.

“E então ore para que Deus, de alguma forma, toque os corações desses homens e os leve a um ponto de reconciliação. E que pelo menos a matança cesse, e eles pudessem negociar em vez de tentar explodir uns aos outros. E é isso que eu encorajaria a igreja a fazer.”

Em resposta a uma pergunta do Christian Daily International/Christian Post sobre se as mulheres estavam bem representadas na lista de palestrantes do Congresso, que é composta em sua maioria por líderes homens, Franklin Graham respondeu: “Não acho que estamos tentando ter uma série disso ou daquilo.

“Acho que estamos tentando encontrar palestrantes que possam abordar as questões que queríamos abordar”, acrescentou. “E não é que não tenhamos vagas para este ou aquele grupo, ou para este ou aquele gênero. Estamos apenas tentando passar a mensagem.”

“E então eu acho que aqueles que selecionaram os palestrantes trabalharam duro no último ano tentando conseguir aqueles que nós achamos que eram qualificados para falar.”

Franklin Graham, respondendo a outra pergunta da imprensa sobre a aversão dos jovens à religião organizada, também disse que as respostas estavam no Evangelho. Ele citou Paulo em Romanos 1:16: “Não tenho vergonha do Evangelho.”

Graham afirmou que as gerações mais velhas “tentaram suavizar o Evangelho” ao não querer ofender os outros, como, por exemplo, não falar sobre a cruz de Jesus. Mas os mais jovens foram mais ousados.

Não é politicamente correto, mas há um poder cheio do Espírito Santo nisso. E acho que os jovens de hoje são desafiados por um desafio. Como alcançamos a nossa geração? Como podemos convencê-los? Como podemos falar com eles? Como podemos chamar a atenção deles? Os jovens querem um desafio.

Uma ousadia semelhante foi enfatizada por Graham em resposta a uma pergunta sobre cristãos que sentem que sua liberdade de expressão está sob pressão do secularismo. Ele disse que a atitude dos evangélicos neste momento deveria ser: “Vocês não desistem. Vocês não desistem. E vocês não se tornam menos ousados. Vocês se tornam mais ousados.”

“Se os cristãos começarem a ficar quietos, perderemos a liberdade de compartilhar o Evangelho”, disse Graham. “E, portanto, não incentivo os cristãos a sair por aí atirando pedras nas janelas e coisas assim. Acredito que simplesmente nos mantemos firmes no que a Bíblia ensina. Se já houve um momento em que precisamos ser mais ousados, é hoje, sendo ousados ​​na Palavra de Deus e não transigindo.”

Graham lamentou que alguns países anteriormente abertos ao Evangelho estejam mudando sua postura.

“Haverá lugares onde costumávamos poder compartilhar nossa fé, mas não poderemos mais fazer isso”, disse ele, antecipando uma resistência da sociedade secular contra a mensagem da cruz nos países europeus e uma remoção da liberdade de expressão.

“Acho que é importante [pregar] enquanto tivermos liberdade para fazê-lo.”

Folha Gospel – artigo publicado originalmente pelo Christian Daily International

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