Silas Malafaia durante manifestação a favor de Bolsonaro (Foto: Reprodução)
O pastor Silas Malafaia se pronunciou na noite desta quarta-feira (20) após ser alvo de uma operação da Polícia Federal. A ação ocorreu no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, logo depois de ele desembarcar de Lisboa, Portugal.
“Vai ter que me prender para me calar”, disse Malafaia à imprensa.
A Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Entre as medidas cautelares estão a apreensão do celular do pastor, a proibição de deixar o país e a restrição de comunicação com outros investigados no inquérito que apura a tentativa de obstrução da investigação sobre a chamada trama golpista.
Malafaia classificou a operação como uma injustiça. “Vergonha o que estamos assistindo no Brasil”, afirmou, destacando que é um líder religioso, “não bandido nem moleque”.
As investigações apontam que o pastor mantinha articulação com o ex-presidente Jair Bolsonaro para atacar ministros do STF.
Em uma das conversas interceptadas, Malafaia teria sugerido pressão direta sobre a Corte. “Dizendo que se houver uma anistia ampla e total, a tarifa vai ser suspensa. Ainda pode usar o argumento: NÃO VER SANÇÕES CONTRA MINISTROS DO STF E SUAS FAMÍLIAS. Eles se cagão [sic] disso”, afirmou ao ex-presidente.
O pastor também se revoltou com o vazamento de mensagens. “Que país é esse que vaza conversa minhas particulares como se eu instruísse Eduardo. ‘Olha, faz assim ou faz assado’. Quem instruiu, eu? A posição de Eduardo é dele! É uma vergonha! Que país é esse? Que democracia é essa? Eu não vou me calar! Vai ter que me prender pra me calar!”, declarou.
Pastor Silas Malafaia pregando na sua igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo (Foto: Reprodução)
A Polícia Federal cumpriu, na noite desta quarta-feira (20), mandados de busca pessoal e de apreensão contra o pastor Silas Malafaia, no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro. A ordem foi determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito da PET nº 14129, que apura suposta obstrução de Justiça em processo relacionado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
De acordo com a corporação, “o alvo dos mandados foi abordado por policiais federais ao desembarcar de voo proveniente de Lisboa e está sendo ouvido nas dependências do aeroporto”. Na ação, os agentes apreenderam o celular do líder religioso e o conduziram para prestar depoimento ainda no terminal.
Além da apreensão, Malafaia ficou sujeito a medidas cautelares diversas da prisão, incluindo a proibição de deixar o país e de manter contato com outros investigados. A viagem a Portugal, segundo fontes ligadas à investigação, incluiu compromissos em templos ligados à Assembleia de Deus Vitória em Cristo (Advec), denominação presidida pelo pastor.
Os investigadores acompanharam sua agenda no exterior e aguardaram o retorno ao Brasil para cumprir a ordem judicial.
O pedido de busca foi formulado pela Polícia Federal e recebeu parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR) no dia 15 de agosto. Para o procurador-geral Paulo Gonet, os elementos reunidos no inquérito indicam que Malafaia teria atuado como “orientador e auxiliar” em ações de coação e obstrução de Justiça envolvendo Jair Bolsonaro e o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Segundo o parecer, há indícios de que o pastor e outros investigados “estão associados no propósito comum de interferir ilicitamente no curso da Ação Penal nº 2668”, que trata da suposta tentativa de golpe de Estado atribuída ao ex-presidente.
Mensagens no celular
Malafaia entrou na mira da investigação após diálogos encontrados no celular de Jair Bolsonaro nos quais o líder religioso orienta o ex-presidente a incentivar manifestações de rua e disparar mensagens por WhatsApp, mesmo estando proibido de usar redes sociais.
Nas conversas, Malafaia diz a Bolsonaro para pressionar os atores políticos e o Judiciário a favor de uma anistia. “Tira o Lula do foco, volta ao assunto da anistia e pressione o STF”, afirmou, em um dos diálogos.
Para a PF, essas orientações demonstram uma intenção de “coagiar” autoridades brasileiras.
“Vale ressaltar que nas orientações repassadas ao ex-presidente, Silas Malafaia evidencia que a real intenção dos atos praticados pelos investigados é coagir as autoridades brasileiras (ministros do STF e parlamentares) para obter uma anistia e impunidade nas ações penais em curso, sendo tais medidas a única saída para reverter as sanções impostas pelos Estados Unidos. Diz: ‘tem que juntar a taxa com a questão da anistia. Ou juntar liberdade, justiça e anistia e a queda da taxa. É a carta de Trump, não vão ter como dizer que é fake’”, diz o relatório da Polícia Federal.
Em outra mensagem, enviada por escrito no WhatsApp em 15 de agosto, Malafaia insiste para Bolsonaro gravar um vídeo e atacar o STF: “Abre a boca! Líder da (sic) direção ao povo, povo é levado por outros quando líder se cala. SÓ O QUE VIRALIZA É VIDEO ! Vai por mim, não espere o pior acontecer. SE POSICIONE! O jogo está armado e o juiz comprado”.
Depois de sugerir a produção de um vídeo, Malafaia diz que faria a tradução dele por inteligência artificial para que o filho de Bolsonaro, Eduardo, enviasse o arquivo para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
“Nesse sentido, verifica-se que Malafaia atua com adesão subjetiva ao intento criminoso ao se disponibilizar a produzir a versão em inglês por inteligência artificial (IA), indicando que o vídeo seria encaminhado até o presidente Trump por EDUARDO BOLSONARO através de ‘assessores que fala toda hora com ele’”, escreveu a Polícia Federal.
Malafaia xinga Eduardo Bolsonaro
O pastor Silas Malafaia afirmou ter enviado um áudio xingando o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), no dia seguinte ao tarifaço aplicado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o Brasil no início de julho.
“E vem o teu filho babaca falar merda! Dando discurso nacionalista, que eu sei que você não é a favor disso. Dei-lhe um esporro, cara… mandei um áudio pra ele de arrombar. E disse pra ele, a próxima que tu fizer eu gravo um vídeo e te arrebento! Falei pro Eduardo”, diz Malafaia em mensagem de voz enviada ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O relato está detalhado no documento da Polícia Federal enviado ao STF.
Contexto político
Nos últimos anos, Malafaia se consolidou como um dos mais influentes apoiadores de Jair Bolsonaro, participando ativamente de manifestações públicas em sua defesa. Em fevereiro de 2023, organizou um grande ato na Avenida Paulista, que, segundo estudo da USP, reuniu mais de 180 mil pessoas. Inicialmente, ele anunciou que a estrutura seria bancada pela Associação Vitória em Cristo (Avec), braço social de sua igreja, mas após críticas voltou atrás e afirmou ter arcado pessoalmente com os custos.
O pastor também tem sido figura central em debates sobre liberdade de expressão, anistia a Bolsonaro e questionamentos a decisões do Judiciário. Em declarações recentes, chegou a desafiar autoridades a investigarem sua vida financeira e a origem dos recursos usados em manifestações de apoio ao ex-presidente.
Folha Gospel com informações de Fuxico Gospel e Estadão
Uma nova pesquisa revelou que congregar em uma igreja é benéfico não apenas para a vida espiritual, mas também para a saúde física e emocional.
O estudo “Estado da Bíblia”, realizado pela Sociedade Bíblica Americana nos Estados Unidos, mostrou que pessoas engajadas na sua igreja local apresentam menos estresse, ansiedade e solidão do que aqueles que frequentam pouco ou não frequentam uma igreja.
A pesquisa, divulgada na semana passada, entrevistou americanos e os classificou em níveis de engajamento na igreja: alto, médio e baixo.
O relatório definiu como engajamento o “envolvimento de um indivíduo na vida, missão e comunidade de uma igreja local” e “aprender e crescer na fé, relacionamentos significativos com as pessoas na igreja e uso ativo dos dons no trabalho da igreja”.
Os pesquisadores afirmaram que a diferença na saúde mental entre os grupos foi grande. Os entrevistados que congregam regularmente em uma igreja relataram níveis de estresse quase 40% mais baixos.
Maior senso de esperança
O sentimento de solidão nesse grupo também cai cerca de 20%, enquanto seu senso de esperança para o futuro aumenta quase 20%.
“Se você está envolvido o suficiente na igreja para dirigir o programa de Natal das crianças, pode argumentar que o envolvimento da igreja leva a mais estresse e ansiedade. No entanto, nossa pesquisa descobriu que, em geral, o alto envolvimento da igreja está associado a menor estresse e ansiedade, bem como menos solidão e maior esperança”, afirmou o estudo.
Assim como a leitura da Bíblia, ter comunhão com os irmãos da igreja local faz bem para a saúde.
“A vida das pessoas melhora quando elas se envolvem com sua igreja – não apenas frequentando, mas usando seus dons, desenvolvendo relacionamentos e aproveitando as oportunidades para crescer espiritualmente”, comentou John Farquhar Plake, diretor de inovação da Sociedade Bíblica Americana.
Desigrejados
Apesar dos benefícios, muitos cristãos não estão participando ativamente em sua igreja e cerca de metade não está frequentando uma congregação nos Estados Unidos, conforme o novo estudo.
Cerca de 64% dos americanos se identificam como cristãos, mas apenas 55% afirmaram ter frequentado a igreja nos últimos seis meses. Já 45% dos cristãos nunca frequentam a igreja.
Mehdi Dibaj era um pastor de origem muçulmana no Irã que foi preso por sua renúncia ao islamismo. Após quase nove anos na prisão, foi sentenciado à morte em dezembro de 1993. Seu caso atraiu a atenção internacional. A Portas Abertas também lançou um apelo por oração e o regime foi finalmente forçado a libertar Mehdi em janeiro de 1994.
O principal gatilho para a pressão internacional foi o fato de o pastor armênio-iraniano Haik Hovsepian ter vazado a condenação de Mehdi para a mídia britânica. No entanto, essa não era a primeira vez que Haik fazia algo que desagradava o regime. Ele também tinha se recusado a excluir cristãos de origem muçulmana de sua congregação e a assinar uma declaração afirmando que os cristãos no Irã gozavam de liberdade religiosa.
Três dias depois da libertação de Mehdi, Haik desapareceu; onze dias depois, ele foi encontrado morto com múltiplos ferimentos a faca no peito. O Irmão André, fundador de Portas Abertas, tinha se encontrado com Haik várias vezes durante sua vida. Ele relata como Haik se despediu dele no último encontro que tiveram.
“‘Quando eles me matarem, será porque eu falei, não porque fiquei calado’. O fato de que ele não disse ‘se eles me matarem’, mas ‘quando’, me afetou profundamente”, disse o Irmão André. Haik foi assassinado pouco tempo depois do encontro com Irmão André. Após cerca de seis meses, Mehdi também foi encontrado morto a facadas. A Portas Abertas apoiou suas famílias enlutadas.
Diversos líderes das igrejas domésticas do Irã citam o assassinato dos pastores em 1994 como o começo de um despertamento espiritual entre os cristãos e o início do avivamento de hoje.
Avivamento para ser levado a sério
O avivamento no Irã tem continuado forte por anos. Um líder da igreja relata que, no tempo da Revolução Islâmica, havia um máximo de 500 cristãos de origem muçulmana. “Hoje, nós estimamos que o número seja pelo menos de 500 mil a um milhão, ou até mais“, diz Mansour Borji, da organização Article 18.
Sob o rigoroso regime islâmico, um dos maiores avivamentos para Jesus no mundo está acontecendo! O governo vê esse avivamento como uma ameaça. O sucessor de Khomeini, o atual líder supremo Aiatolá Ali Khamenei, até expressou isso diretamente. Em outubro de 2010, ele fez um discurso na cidade de Ghom no qual falou sobre as maiores ameaças ao regime islâmico e mencionou o movimento de igreja doméstica. Essa é uma das coisas “que os inimigos do islamismo estão fazendo atualmente […] com o objetivo de infiltrar a religião na sociedade”.
Forças de segurança, especialmente os Guardas Revolucionários, como guardiões da Revolução Islâmica, entenderam o discurso de Khamenei como uma declaração de guerra para reprimir ainda mais as igrejas domésticas. Os cristãos de origem muçulmana tornaram-se inimigos do Estado. Isso mostra quão seriamente o governo considera o que está acontecendo espiritualmente no país e quão grande o avivamento se tornou.
No Norte da Índia, o Gabinete do estado de Uttarakhand aprovou a nova emenda à Lei de Liberdade Religiosa, semelhante à lei anticonversão de Uttar Pradesh, que foi alterada e aprovada em agosto de 2024.
Organizações e líderes cristãos expressaram forte oposição às emendas, chamando-as de discriminatórias e uma violação da liberdade religiosa. A lei anticonversão restringe ou proíbe indivíduos de mudarem de religião. Doze estados na Índia já aplicam essas leis, alegando a necessidade de prevenir conversões forçadas ou coagidas e conter esforços de grupos religiosos para converter pessoas de outras crenças.
Segundo o jornal The Hindu, em 13 de agosto de 2025, o Gabinete de Uttarakhand aprovou a segunda emenda ao Projeto de Lei para endurecer a lei anticonversão do estado. A legislação, inicialmente promulgada em 2018 e alterada em 2022, será apresentada na Assembleia Estadual a partir de hoje (19). Ela introduz penalidades mais rigorosas e definições mais amplas para conversões forçadas.
Principais modificações na lei*
Penalidades: Penas de prisão variam de 3 anos até prisão perpétua.
Definição de “Indução”: Inclui presentes, benefícios materiais, emprego ou invocação de desagrado divino. Criticar uma religião enquanto se exalta outra, ou divulgar propaganda de conversão em mídias sociais/digitais, também se enquadra.
Definição de “Vítima”: Qualquer pessoa prejudicada pela infração. Agora inclui tutores e herdeiros legais.
Prisões podem ser feitas sem mandado. Fiança será concedida apenas se otribunal estiver convencido de que o acusado não é culpado ou não tem probabilidade de reincidir.
Preocupações para a igreja indiana
“Desde que um partido político com inclinação hindutva assumiu o governo de Uttarakhand, as minorias religiosas estão sob ameaça. Vários governos estaduais liderados por hindutva estão alterando suas leis anticonversão. Após Uttar Pradesh, Uttarakhand revisou sua lei. Arunachal Pradesh, Maharashtra e Chhattisgarh estão na fila para introduzir leis mais rígidas e cruéis, visando cristãos e outras religiões minoritárias. Com leis tão severas, seguir a Cristo na Índia traz consequências dolorosas” afirma o parceiro local da Portas Abertas, Rahul Singh.
“As mudanças na lei pioraram a situação dos cristãos no estado. De janeiro a julho de 2025, mais de quarenta incidentes de perseguição foram relatados em Uttarakhand, onde cristãos foram atacados, cultos interrompidos, igrejas fechadas e pastores falsamente acusados de conversão forçada. Cada reunião de oração é vista como um encontro de conversão. Até atos de serviço social e bondade por parte de organizações estão sendo alegados como ‘indução’ para conversão religiosa por extremistas.” compartilha Priya Sharma, parceira local da Portas Abertas.
A co-presidente da Nicarágua, Rosario Murillo, anunciou na terça-feira que o governo expropriou uma escola da Congregação das Irmãs de São José. Ela alegou que o local foi usado para “torturar e matar” apoiadores sandinistas durante os protestos antigovernamentais que eclodiram em abril de 2018, mas não apresentou evidências ou testemunhos para sustentar suas alegações.
“Temos um novo centro educacional. Esta é uma vitória pela paz, a paz que vivemos, protegemos e merecemos”, disse a co-presidente. A Escola San José, que funcionou por mais de 40 anos sob a administração de cristãs na Nicarágua, foi “transferida para o Estado” por ser “emblemática da barbárie”, mas também da “luta digna das famílias, que derrotaram o golpe”, segundo Murillo.
O processo aconteceu de maneira apressada e arbitrária. Atualmente, estão sendo realizados trabalhos de manutenção, e o governo planeja reabrir o local com o novo nome na próxima semana, homenageando um líder político sandinista. Cerca de 600 alunos, do jardim de infância ao último ano do ensino médio, serão atendidos no local pela política de educação gratuita do Estado.
Em janeiro, duas propriedades de igrejas na Nicarágua – o Seminário San Luis Gonzaga e o centro de retiro espiritual La Cartuja – foram tomados pelo governo Ortega-Murillo, em meio às tensões entre a administração sandinista e a Santa Sé. As relações com cristãos locais se deterioraram a ponto de se tornarem hostis, marcadas por expulsão, prisão e retirada da nacionalidade de líderes cristãos e pela proibição de atividades religiosas.
A adultização infantil, caracterizada pelo acesso precoce a conteúdos e comportamentos, tem consequências graves: baixa autoestima, pressões sociais inadequadas, sexualização precoce e perda do tempo de brincar e aprender gradualmente. Pais e líderes buscam respostas fundamentadas no amor, na Palavra e na sabedoria bíblica para reverter essa tendência.
Fiel ao discurso bíblico do cuidado e do tempo certo de cada coisa, o meio cristão tem produzido literatura que ajuda pais, educadores e comunidades a protegerem os pequenos desse processo de “adultização”.
O site cristão Comunhão reuniu cinco obas que defendem o lugar sagrado da infância com embasamento espiritual e orientações práticas. Confira:
“Pare” – um jeito cristão de ensinar prevenção
A proteção infantil é o pilar da entrevista com Vitória Reis, pedagoga, escritora e palestrante, autora do livro “Pare”. A obra, que aborda a prevenção contra a violência e o abuso infantil, oferece uma ferramenta lúdica e prática para orientar pais e educadores sobre limites e comunicação, visando formar crianças conscientes e protegidas.
Vitória Reis revela que sua paixão pela causa da proteção infantil surgiu há quase sete anos, após uma palestra que expôs os alarmantes dados de exploração e abuso sexual de crianças no Brasil.
Educação Cristã na Infância, de Vanessa Magalhães (Editora AD Santos)
O livro alerta para as influências seculares — pluralismo, relativismo e humanismo — que permeiam o cotidiano das crianças desde brinquedos até programas infantis, propondo práticas educativas que as imunizem com valores cristãos fundamentados na Palavra de Deus.
Um recurso teológico-prático para pais, líderes e educadores cristãos.
Deus fez tudo em mim – Um livro para ajudar as crianças a protegerem seus corpos
Obra ilustrada para crianças de 2 a 8 anos, com linguagem simples e respeitosa, que ensina sobre a importância do corpo, limites saudáveis e prevenção de abuso, fortalecendo a noção de cuidado corporal sob luz bíblica.
Uma valiosa ferramenta de proteção e educação para os primeiros anos de vida.
Já parou para pensar que, além de você, tem mais gente educando seus filhos, e que essas pessoas exercem uma tremenda influência na maneira como eles pensam, agem e falam? Seus filhos passam grande parte do tempo em contato com avós, tios, seus amigos e os coleguinhas deles, além da escola e da mídia.
Aproveite a longa experiência e a destacada reputação de Cis Polo, uma das principais educadoras do país para aprender a ser assertiva, firme e equilibrada ao lidar com as influências externas que podem criar muitos problemas à saudável criação de seus filhos.
“Blindando a Infância” – Guia prático contra a adultização infantil
Um guia bem estruturado que oferece estratégias práticas para proteger a infância da adultização, incluindo devocionais, manuais sobre internet segura, comunicação com pré-adolescentes e como lidar com assuntos sensíveis com amor cristão.
Publicado em agosto de 2025, reúne materiais complementares para pais e líderes.
Um levantamento inédito realizado pela Quaest, a pedido da TV Globo, revelou que a identidade do povo brasileiro está fortemente ligada à fé em Deus, ao amor à família e a valores conservadores. O estudo Brasil no Espelho ouviu quase 10 mil pessoas em todos os estados e no Distrito Federal e mostrou que 96% dos entrevistados afirmaram que a família é a coisa mais importante da vida. O mesmo percentual declarou que Deus está no comando de sua vida e que a fé é fonte de esperança para enfrentar os desafios do dia a dia.
Para Felipe Nunes, diretor da Quaest, os dados confirmam a força do conservadorismo na sociedade brasileira. Em entrevista ao Fantástico, ele destacou que a média nacional é mais tradicional tanto no campo econômico quanto nos valores. Segundo Nunes, o brasileiro tem uma visão marcada pelo fatalismo religioso, presente em expressões comuns como “graças a Deus” e “vai com Deus”.
A diretora de Pesquisa e Conhecimento da Globo, Suzana Pamplona, ressaltou que há muito mais pontos de união do que de separação entre os brasileiros. Para ela, família e fé são pilares que definem a identidade nacional e não podem ser deixados de lado em qualquer análise sobre o país.
Patriotismo
Outro dado revelado pelo estudo é o patriotismo. Quase 85% dos entrevistados disseram sentir orgulho do Brasil. Quando convidados a apontar defeitos do povo, muitos citaram corrupção e preguiça. Já entre as qualidades mais lembradas estão solidariedade, coragem, alegria, criatividade e otimismo. O esforço pessoal também foi apontado como valor central para grande parte da população.
Pesquisas anteriores já indicavam a fé como característica fundamental dos brasileiros. Um levantamento realizado em 2022 pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas, em parceria com o Observatório Febraban, mostrou que 30% da população considerava a fé o traço mais marcante do país. Os resultados do Brasil no Espelho reforçam que, apesar das diferenças regionais e culturais, o brasileiro se reconhece em três pilares: fé, família e orgulho nacional.
As descobertas mais recentes na biologia convencional fortalecem, em vez de enfraquecer, a verdade do cristianismo, de acordo com o eminente cientista Sy Garte, que argumenta que as pesquisas mais recentes apontam diretamente para o poder criativo de Deus.
Garte foi professor titular na Universidade de Nova York, na Universidade Rutgers e na Universidade de Pittsburgh, diretor de divisão do Centro de Revisão Científica dos Institutos Nacionais de Saúde e vice-presidente interino de pesquisa da Universidade de Serviços Uniformizados de Ciências da Saúde. Ele também é um cristão devoto e coeditor da revista God & Nature da American Scientific Affiliation.
Seu novo livro, Beyond Evolution: How New Discoveries in the Science of Life Point to God (“Além da Evolução: Como Novas Descobertas na Ciência da Vida Apontam para Deus”), será lançado nesta terça-feira, 19 de agosto de 2025, pela Tyndale House.
Falando ao Christian Daily International antes de sua publicação, Garte disse que seu propósito era tranquilizar os cristãos incomodados pela afirmação ateísta comum de que a evolução destrói o significado de Gênesis e força os crentes a escolher entre ciência e fé.
“Muitos livros foram escritos sobre a interação entre fé cristã e ciência, enfatizando a compatibilidade ou harmonia entre as duas”, disse Garte.
A premissa deste livro é que a ciência dominante da biologia não é apenas compatível com a fé cristã, mas também um forte indicador probatório da majestade de Deus. Utilizando resumos claros de pesquisas atuais, apelo à rejeição da ideologia do naturalismo reducionista que tem levado a um obstáculo ao progresso científico.
Embora afirme modestamente que o livro não exige “nenhum conhecimento avançado de biologia além do ensino médio”, Garte apresenta a perspectiva de um bioquímico experiente, com expertise em biologia molecular e genética. Suas décadas de trabalho em laboratório e pesquisa fornecem a base para o que ele apresenta como uma narrativa acessível, porém cientificamente precisa.
Um objetivo fundamental, disse Garte, é incentivar a unidade entre os cristãos na questão de como a ciência se relaciona com a fé, ao mesmo tempo em que torna as descobertas biológicas recentes mais amplamente conhecidas entre os fiéis leigos.
“Essas descobertas destacam a validade de ideias anteriormente proibidas, como cognição, caos, fractais, teleologia e agência em toda a vida”, disse ele.
“Essas ideias revolucionárias poderiam ser incorporadas à teoria biológica padrão para entender a origem da vida, o excepcionalismo da humanidade e a natureza da consciência humana.”
Garte contesta as afirmações dos céticos que argumentam que a teoria da seleção natural de Darwin explica completamente a complexidade da vida. Embora afirme que a evolução é “inegavelmente válida”, ele argumenta que ela depende de um princípio mais profundo: a propriedade biológica universal da herança por meio de uma autorreplicação altamente precisa.
“Argumentos entre cristãos sobre a verdade da evolução biológica têm pouco valor e servem apenas para semear divisão dentro da Igreja”, disse Garte.
“A teoria da evolução está em rápida transformação e o antigo paradigma neodarwiniano, que tantos leigos defendem e rejeitam, não é mais relevante. A teoria evolucionista moderna é consistente com uma cosmovisão bíblica e pode ser usada como argumento apologético em prol de um Deus Criador”, acrescentou.
“Descrevo como essa abordagem emergente à ciência da vida estará em perfeita harmonia com a teologia cristã e apontará para o criador divino de tudo o que conhecemos.”
Garte espera que seu livro alcance não apenas cristãos preocupados com a relação entre fé e ciência, mas também aqueles com um interesse mais amplo em biologia e na origem da vida.
“Os leitores entenderão que não há nada na ciência biológica que entre em conflito com o cristianismo, mas, ao contrário, o que sabemos sobre a vida apoia totalmente a fé biblicamente sólida em Deus”, disse ele.
Escrevendo em uma atualização do Substack, Garte enfatizou que a evolução em si não é nem ateísta nem antibíblica.
“Na realidade, a teoria da evolução não é ateísta nem antibíblica — ela é totalmente consistente com a existência e onipotência de um criador divino”, escreveu ele.
Além disso, ao contrário da crença comum, a evolução por seleção natural não é o princípio mais importante das ciências da vida, mas o resultado de processos mais fundamentais e exclusivamente biológicos. Vou mostrar por que chegou a hora de parar de brigar entre os cristãos sobre a realidade da evolução.
Mais informações sobre Além da Evolução: Como Novas Descobertas na Ciência da Vida Apontam para Deus estão disponíveis no site pessoal de Sy Garte.
Folha Gospel com informações de The Christian Today
Cerca de um terço dos pastores que deixam o ministério citam esgotamento ou conflito com a igreja como motivos, de acordo com um estudo da Lifeway Research.
A Lifeway divulgou um relatório nesta terça-feira com base nas descobertas de um estudo com ex-pastores de quatro denominações protestantes diferentes, examinando por que eles abandonaram sua vocação.
De acordo com a Lifeway, 18% dos entrevistados citaram conflitos na igreja como o motivo para desistir, enquanto outros 16% citaram “esgotamento” como o motivo.
O motivo mais comum foi uma “mudança de vocação”, com 40% dos entrevistados citando isso como o motivo da saída. Outros motivos citados incluíram problemas familiares (10%), finanças pessoais (10%), doença (6%), incompatibilidade com a igreja (6%), questões denominacionais (4%) e o fechamento da igreja devido aos lockdowns da COVID-19 (3%).
Em relação àqueles que saíram devido a um conflito, 45% dos entrevistados relataram ter vivenciado conflitos significativos durante o último ano em que serviram como pastores.
Entre os ex-pastores, 87% enfrentaram “conflitos em algum momento em sua última congregação”, com 56% vivenciando isso por causa de mudanças propostas e quase metade (49%) dizendo que sofreram um “ataque pessoal significativo” como resultado.
Além disso, 43% relataram ter deixado seus cargos de pastor após servir apenas uma congregação, enquanto outros 43% relataram ter servido como pastor sênior por 10 anos ou menos antes de sair.
A Lifeway também relatou que, apesar de deixarem o cargo de pastor, 53% dos entrevistados disseram que continuam trabalhando no ministério, embora em uma função diferente.
Os dados para o estudo foram coletados por meio de uma pesquisa online com 730 ex-pastores, realizada de 6 de maio a 6 de julho. As denominações representadas pela amostra incluíam as Assembleias de Deus, a Igreja do Nazareno, a Igreja Wesleyana e a Convenção Batista do Sul.
A Lifeway Research lançou um estudo semelhante em 2021, que descobriu que 32% dos ex-pastores citaram uma “mudança de chamado” como motivo para sair, enquanto 18% dos entrevistados citaram conflitos em sua igreja e 13% citaram esgotamento.
Embora a maioria dos clérigos não decida parar antes da idade de aposentadoria, muitos pastores têm considerado seriamente fazê-lo devido a vários fatores, incluindo desafios recentes, como pastorear uma igreja durante a pandemia da COVID-19 e lockdowns persistentes.
De acordo com um relatório do Instituto Hartford de Pesquisa Religiosa, baseado em dados coletados no outono de 2023, 53% do clero considerou seriamente deixar seu ministério pastoral pelo menos uma vez desde 2020.
Folha Gospel com informações de The Christian Today