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“Fé Para o Impossível” estreia nesta quinta-feira nos cinemas do Brasil

Filme "Fé para o Impossível": Dan Stulbach e Vanessa Giácomo interpretam Philip e Renee Murdoch. (Foto: Divulgação)
Filme "Fé para o Impossível": Dan Stulbach e Vanessa Giácomo interpretam Philip e Renee Murdoch. (Foto: Divulgação)

O filme “Fé Para o Impossível” estreia nesta quinta-feira (20) em todos os cinemas do Brasil. Durante as pré-estreias realizadas no país, o longa emocionou líderes religiosos, influenciadores, artistas e convidados.

Baseado em uma história real, a produção, que é uma parceria entre +Galeria, 360 WayUp e o Grupo Telefilms, narra a história da missionária americana Renee Murdoch, interpretada por Vanessa Giácomo.

Em setembro de 2012, enquanto corria no Rio de Janeiro, Renee foi brutalmente atacada e ficou entre a vida e a morte. Com um diagnóstico extremamente desfavorável e praticamente nenhuma perspectiva de recuperação, ela contrariou todos os prognósticos médicos com o apoio da família e orações que mobilizaram milhares de pessoas ao redor do mundo.

O filme

Dan Stulbach interpreta o marido de Renee, Philip Murdoch. Pastor em uma igreja, ele compartilha em suas redes sociais a evolução e a rotina da esposa durante sua recuperação, na esperança de reunir o máximo de pessoas possíveis em oração pela cura de Renee.

O relato de Philip chamou a atenção, ganhando repercussão no Brasil e no exterior, sendo destaque em diversos programas de notícias nacionais e internacionais.

No elenco, também estão Juliana Alves — que interpreta a médica responsável por cuidar de Renee — Theo Medon, Julia Gomes, Bella Alelaf e Arthur Biancato interpretando os filhos do casal de pastores.

O roteiro do filme foi escrito por Guilherme Ruiz e Carolina Minardi, como uma adaptação do livro ‘Dê a volta por cima’, de Philip e Renee, no qual dão a visão deles sobre o fato que marcou suas vidas.

Líderes cristãos recomendam o filme

Pr. Valter Brunelli (Presidente da Assembleia de Deus Beriana): “Eu quero te motivar a divulgar o filme porque ele é um grande testemunho de milagre. Deus está fazendo grandes coisas através do cinema. O Evangelho está sendo anunciado de uma forma extraordinária. ‘Fé Para o Impossível’, eu recomendo.”

Carlos Alberto Bezerra (Comunidade da Graça, São Paulo): “Uma história de fé, de esperança, de amor e de reconciliação. Uma produção incrível e um filme imperdível. Tenho certeza que assisti-lo fará um bem enorme para você, sua família e sua comunidade. Eu recomendo!”

Baseado em fatos reais

Com roteiro de Guilherme Ruiz e Carolina Minardi, adaptado do livro “Dê a Volta por Cima” de Philip e Renee Murdoch, o filme é produzido por Ricardo Costianovsky, Tomás Darcyl, Clara Ramos e Ygor Siqueira.

“Fé Para o Impossível” estreia nesta quinta-feira, 20 de fevereiro, em todos os cinemas do Brasil. Grupos a partir de 20 pessoas pagam meia entrada. Além disso, é possível fechar salas de cinema para mais pessoas.

Assista ao teaser de “Fé Para o Impossível”!

Fonte: Comunhão e Guia-me

Decapitação de 21 cristãos na Líbia completa dez anos

Cristãos coptas degolados por terroristas do Estado Islâmico em 2015
Cristãos coptas degolados por terroristas do Estado Islâmico em 2015

Há dez anos, em 15 de fevereiro de 2015, o mundo testemunhou uma tragédia que se transformou em um testemunho de fé inabalável. Vinte e um cristãos, 20 egípcios coptas e um ganês, foram martirizados nas margens de Sirte, na Líbia, por militantes do Estado Islâmico. Suas vidas terrenas terminaram em brutalidade, mas eles entraram na eternidade em triunfo, coroados com a glória do céu.

Esses homens eram trabalhadores comuns, operários da construção civil que deixaram o Egito em busca de melhores oportunidades para sustentar suas famílias. Naquele dia fatídico, sob o sol brilhante e ao lado das ondas serenas e da areia silenciosa da praia de Sirte, eles estavam vestidos de laranja, enfrentando seus captores vestidos de preto. Capturados mais de um mês antes, eles haviam suportado prisão, tortura e medo, mas mantiveram a fé inabalável.

Recentemente, parceiros locais da Portas Abertas visitaram as famílias que perderam entes queridos no atentado. Samir, pai do cristão Girgis, lembra de cada detalhe relacionado ao filho, cada conversa, momentos de medo e tristeza. Toda vez que seus olhos viam os retratos do filho na sala era como se ele revivesse as lembranças do filho todas as noites antes de dormir.

Um exemplo poderoso de perdão

“Girgis tinha apenas 24 anos quando foi sequestrado e decapitado. Estava noivo e planejava se casar em agosto daquele mesmo ano, quando finalmente planejava voltar da Líbia para o Egito para sempre. Girgis está com Jesus, e isso é o que importa agora. Eu sinto falta dele a cada segundo”. E então, as palavras mais poderosas de todas: “eu perdoei os militantes que mataram meu filho. Eles não sabiam o que estavam fazendo”, afirma o pai do cristão.

No início, ele admitiu, estava perdido na dor, incapaz de pensar em qualquer outra coisa. Mas com o tempo, entendeu: “meu filho é um mártir por Jesus, e isso é uma bênção. Eu oro por aqueles que o mataram, para que possam ver a verdade e seguir a luz”. O perdão é uma convicção compartilhada entre todas as famílias que perderam entes queridos no ataque na Líbia. A dor é outro fio comum, mas a fé deles supera tanto a dor quanto a raiva.

A poucos passos dali, parceiros da Portas Abertas foram à casa de Loka, outro cristão decapitado. Ele tinha 27 anos, era marido e pai, e havia viajado para a Líbia para sustentar a família. As fotografias nas paredes carregam histórias. Uma foto mostrava-o deitado em um caixão.

Enterrados em vala comum

Quando o Estado Islâmico decapitou os 21 homens, lhes negou um sepultamento digno. Sem caixão, sem orações, sem funeral. Os corpos foram descartados em uma vala comum. Três anos depois, um dos militantes capturados revelou a localização onde os mártires haviam sido escondidos e os restos mortais foram finalmente devolvidos ao Egito.

O orgulho era evidente no rosto de Nagaty, pai de Loka. Ele caminhava pela vila com a cabeça erguida, não porque o filho havia morrido, mas porque Loka não vacilou. Ele não escondeu sua fé, não negou a Cristo e não fugiu. Ele permaneceu firme, abraçando a fé mesmo diante da tortura e da morte.

“Eu ouvi sua voz, chamando o nome de Jesus pouco antes da decapitação. Era a voz dele. Eu o reconheci. E fiquei aliviado. Ele foi fiel. Jesus estava com ele o tempo todo. E agora, ele está com Jesus. O que mais um pai poderia pedir?”, testemunha Nagaty.

Para Nagaty, não há maior realização do que saber que seu filho permaneceu firme em sua fé e agora está com o Senhor. Nesta vila, há uma reverência não dita, uma honra dada àqueles que suportaram um dos atos de perseguição mais cruéis e dolorosos. É um pequeno conforto, um alívio silencioso, para as famílias que perderam tanto.

O 10º aniversário dos mártires coptas na Líbia é um marco solene, um momento para honrar esses homens que testemunharam Cristo até a morte. Mas também é um lembrete: nem todos são chamados a morrer por sua fé, mas todos são chamados a vivê-la corajosamente. Reserve alguns minutos em oração por essas vítimas.

Fonte: Portas Abertas

Terrorista mataram 11 cristãos no estado de Plateau, na Nigéria

Cristãos durante culto em igreja na Nigéria (Foto: Gracious Adebayo/Unsplash.com )
Cristãos durante culto em igreja na Nigéria (Foto: Gracious Adebayo/Unsplash.com )

Terroristas fulani mataram um cristão e sequestraram outros quatro no estado de Plateau, na Nigéria, em 1º de fevereiro, depois de massacrar mais de 10 outros entre 27 e 31 de janeiro no mesmo estado, disseram fontes.

Terroristas Fulani atacaram a aldeia de Shendai no distrito de Namu, condado de Qua’an Pan, por volta das 21h do dia 1º de fevereiro, disse o morador da área, Matthew Tegha.

“As quatro vítimas sequestradas foram levadas pelos seus captores sob a mira de armas”, disse Tegha ao Christian Daily International-Morning Star News, com outros moradores, autoridades do conselho local e um porta-voz militar corroborando o relato.

Em cinco dias de ataques no Condado de Mangu, a partir de 27 de janeiro, terroristas Fulani mataram mais de 10 cristãos nas aldeias de Lightlubang, Chisu e Jwakkom, disseram moradores da área.

“Querido Deus, por favor, venha em nosso auxílio. Precisamos de você aqui em Mangu, Plateau State. Meu coração sangra”, disse Nanbam Denan em uma mensagem de texto para o Christian Daily International-Morning Star News. “Os ataques começaram na segunda-feira, 27 de janeiro, e duraram até sexta-feira, 31 de janeiro.”

Caleb Joseph, de Lightlubang, disse que “bandidos fulanis” mataram três membros de uma família local, um casal e seu filho, em 31 de janeiro.

“O marido, a esposa e o filho foram atacados enquanto dormiam”, disse Joseph. “Então, também, dois outros cristãos, um casal, foram mortos, assim como as outras vítimas.”

Moses Bankat, morador de Lightitlubang, corroborou os ataques de 31 de janeiro.

“Terroristas que sabemos serem terroristas Fulani invadiram a vila de Lighitlubang e mataram cinco cristãos – um homem, sua esposa e um filho, junto com outro casal cristão”, disse Bankat. “As vítimas foram massacradas pelos terroristas.”

No mesmo dia, na aldeia de Chisu, terroristas mataram uma família inteira – marido, mulher e três filhos, disse Joseph.

Bankat disse que terroristas atacaram a vila de Jwakkom em 28 de janeiro, onde outros cristãos foram mortos.

Alfred Alabo, porta-voz do Comando Policial Estadual de Plateau, disse que policiais e militares foram enviados às aldeias e as investigações começaram.

No estado vizinho de Kaduna, Condado de Lere, um funeral para o Rev. Bitrus Saleh Africa foi realizado no sábado (8 de fevereiro) na Igreja Evangélica Winning All (ECWA), Farfaru, após sua morte nas mãos de terroristas em 5 de fevereiro, quando três outros cristãos também foram mortos – Maitala Madaki, Iliya Kasada e Ishaya Luka.

O pastor Africa serviu na ECWA na vila de Majagada.

A Associação de Desenvolvimento Akurmi (AKURDA) condenou os assassinatos de 5 de fevereiro e o sequestro de outros 12 cristãos no ataque que deixou outros três feridos.

“A AKURDA condena veementemente o ato bárbaro de matar, ferir e sequestrar pessoas inocentes na comunidade de Majagada”, Maigamo Yakubu, presidente nacional da associação, e o porta-voz Pius Kyauta Agaji disseram em uma declaração conjunta. “O ataque, que começou por volta da meia-noite e se estendeu até as primeiras horas da manhã, resultou na perda de quatro vidas.”

Foram sequestrados no ataque Godiya Istifanus, 35; Feliz Awaje, 14; Raquel Istifanus, 21; Inês Yusuf, 23; Nchiye Haukuri, 26; Divino Haukuri, 14; Habila Digga, 34; Marta Ibrahim, 27; Conforto Yusuf, 29; Nahum Tanko, 40; Zakka Tanko, 30; e James Tanko, 27.

AKUDA identificou os feridos como Bawa Samaila, Thomas Bawa e Peter Maitala.

Eles pediram às autoridades nigerianas que agissem decisivamente no resgate dos cristãos sequestrados e garantissem que os ataques terroristas fossem interrompidos.

“Pedimos às agências de segurança e aos que estão no poder que intervenham prontamente e garantam a libertação segura dos indivíduos sequestrados. Também pedimos medidas de segurança aumentadas para evitar ataques futuros”, disseram.

A Nigéria continua entre os lugares mais perigosos do planeta para os cristãos, de acordo com a Lista Mundial da Perseguição de 2025 (LMP) da Portas Abertas dos países onde é mais difícil ser cristão. Dos 4.476 cristãos mortos por sua fé no mundo todo durante o período do relatório, 3.100 (69%) estavam na Nigéria, de acordo com a LMP.

“A medida da violência anticristã no país já está no máximo possível segundo a metodologia da LMP”, afirmou o relatório.

Na zona centro-norte do país, onde os cristãos são mais comuns do que no nordeste e noroeste, a milícia extremista islâmica Fulani ataca comunidades agrícolas, matando muitas centenas, principalmente cristãos, de acordo com o relatório. Grupos jihadistas como o Boko Haram e o grupo dissidente Estado Islâmico na Província da África Ocidental (ISWAP), entre outros, também estão ativos nos estados do norte do país, onde o controle do governo federal é escasso e os cristãos e suas comunidades continuam a ser alvos de ataques, violência sexual e assassinatos em bloqueios de estradas, de acordo com o relatório. Os sequestros para resgate aumentaram consideravelmente nos últimos anos.

A violência se espalhou para os estados do sul, e um novo grupo terrorista jihadista, Lakurawa, surgiu no noroeste, armado com armamento avançado e uma agenda islâmica radical, observou a LMP. Lakurawa é afiliado à insurgência expansionista da Al-Qaeda Jama’a Nusrat ul-Islam wa al-Muslimin, ou JNIM, originária do Mali.

A Nigéria ficou em sétimo lugar na Lista Mundial da Perseguição de 2025, que mostra os 50 piores países para os cristãos.

Com milhões de membros espalhados pela Nigéria e pelo Sahel, os Fulani, predominantemente muçulmanos, compreendem centenas de clãs de muitas linhagens diferentes que não têm visões extremistas, mas alguns Fulani aderem à ideologia islâmica radical, observou o Grupo Parlamentar Multipartidário do Reino Unido para a Liberdade ou Crença Internacional (APPG) em um relatório de 2020 .

“Eles adotam uma estratégia comparável à do Boko Haram e do ISWAP e demonstram uma clara intenção de atingir cristãos e símbolos poderosos da identidade cristã”, afirma o relatório do APPG.

Líderes cristãos na Nigéria disseram acreditar que os ataques de terroristas às comunidades cristãs no Cinturão Médio da Nigéria são inspirados pelo desejo de tomar as terras dos cristãos à força e impor o islamismo, já que a desertificação tornou difícil para eles sustentarem seus rebanhos.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

70 cristãos decapitados por terroristas dentro de igreja protestante no Congo

Cristãos são mortos por terroristas no Congo (Foto: World Watch Monitor)
Cristãos são mortos por terroristas no Congo (Foto: World Watch Monitor)

Corpos de 70 cristãos foram encontrados decapitados dentro de uma igreja protestante na República Democrática do Congo (RDC) no último final de semana.

Segundo a Missão Portas Abertas, as vítimas foram sequestradas de suas casas na aldeia de Mayba, na província de Kivu do Norte, mantidas reféns no templo por vários dias e assassinadas por militantes das Forças Democráticas Aliadas (ADF), um grupo terrorista ligado ao Estado Islâmico.

Fontes locais relataram que, na madrugada da última quinta-feira (13), extremistas do ADF chegaram à vila de Kasanga e ordenaram que os moradores saíssem de suas casas sem fazer barulho. Vinte homens e mulheres cristãs obedeceram e foram levados pelos militantes. Mais tarde, moradores da região tentaram localizar o cativeiro e libertar os cristãos, mas os terroristas retornaram, cercaram a vila e sequestraram outras 50 pessoas.

No total, os 70 cristãos raptados foram levados para uma igreja na cidade de Kasanga, onde foram brutalmente assassinados.

Vianney Vitswamba, coordenador do comitê de proteção da comunidade local, confirmou a tragédia, afirmando que “70 corpos foram descobertos na igreja. Eles foram amarrados perto da localidade de Mayba.” Algumas famílias das vítimas ainda não conseguiram enterrar seus entes queridos devido à falta de segurança na região. Antes mesmo do ataque, escolas, igrejas e centros de saúde já haviam sido fechados por conta da violência generalizada e da instabilidade em Kivu do Norte. Muitos cristãos fugiram da área em busca de segurança.

Diante do massacre, um líder da Igreja CECA20 expressou a angústia da comunidade: “Não sabemos o que fazer ou como orar; estamos fartos de massacres. Que somente a vontade de Deus seja feita.”

A Missão Portas Abertas condenou o ataque e cobrou providências das autoridades para proteger os cristãos na região. John Samuel, especialista jurídico da missão na África Subsaariana, fez um apelo urgente às sociedades civis, governos e organizações internacionais para que priorizem a proteção dos civis no leste do Congo, onde grupos armados como a ADF estão operando.

Ele ressaltou que a violência na região ocorre em um contexto de impunidade, no qual quase ninguém é responsabilizado pelos crimes cometidos. “Este massacre é um indicador claro de violações generalizadas dos direitos humanos contra civis e comunidades vulneráveis, muitas vezes visando cristãos, perpetradas pela ADF”, afirmou Samuel.

A crise humanitária no nordeste do Congo tem sido agravada pelos conflitos entre os grupos terroristas ADF e M23 contra as forças do governo. Desde 2014, a ADF intensificou seus ataques na área, matando apenas no mês passado mais de 200 pessoas em Baswagha. Em 2024, a violência forçou o deslocamento de cerca de 10 mil pessoas, deixando várias vilas cristãs completamente desertas. De acordo com dados da Portas Abertas, 355 cristãos já foram mortos neste ano por causa de sua fé.

Diante desse cenário alarmante, John Samuel fez um apelo à comunidade cristã internacional para que continue em oração pelos cristãos e comunidades vulneráveis no leste da RDC.

A República Democrática do Congo ocupa a 35ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2025 da Missão Portas Abertas, que classifica os países onde os cristãos enfrentam maiores perseguições por sua fé.

Folha Gospel com informações de Guia-me e Portas Abertas

Evangélicos e católicos unidos podem decidir futuro de Lula em 2026

Lula cabisbaixo (Foto: Joédson Alves/ Agência Brasil)
Lula cabisbaixo (Foto: Joédson Alves/ Agência Brasil)

Quando o assunto é política, evangélicos e católicos têm muito comum. Além das pautas que primam pelos valores da família tradicional, ambos também concordam em uma coisa: a rejeição ao governo Lula.

Na última pesquisa do Datafolha, por exemplo, a aprovação do atual governo entre os católicos despencou de 48% para 24% e de 30% para 21% entre os evangélicos. O mesmo vale para a avaliação positiva, que recuou para 28% e 21%, respectivamente. Mas seria possível essa “união as forças” visando desbancar Lula nas próximas eleições?

Pelo menos o que depender das agendas, sim. O estudo da Mar Asset Management, com base em uma pesquisa da Pew Research Survey – “Aspectos sociais e costumes”, revelou que 66% dos evangélicos se opõem à legalização do casamento homoafetivo, contra 43% dos católicos. Além disso, 88% dos evangélicos consideram o aborto moralmente errado, enquanto que, entre os católicos, esse número chega a 80%.

Além disso, uma pesquisa do Datafolha, também analisada pela Mar Asset mostra que, para 55% dos evangélicos e 46% dos católicos, os valores religiosos devem ter, sim, algum tipo de influência nas decisões políticas do país.

“Muitos católicos praticantes compartilham das mesmas preocupações sobre temas como família, aborto e liberdade religiosa, o que pode aproximá-los da agenda defendida pelos evangélicos. Mas a influência evangélica sobre o voto católico tem limites, pois a estrutura da Igreja Católica é diferente, e o peso da orientação do clero sobre os fiéis ainda é considerável”, explica o vereador e pastor da Comunidade da Graça, em Vila Carrão (SP), Carlos Bezerra Jr.

Ele ressalta que a união de forças entre evangélicos e católicos nas próximas eleições se dá, principalmente, por conta das agendas que ambos defendem e da força de suas ações nos bastidores. Contudo, na sua opinião, apenas dizer que é de igreja X ou Y não é o suficiente.

“Nas eleições, é muito comum vermos candidatos se apresentando como pastores, missionários, bispos, entre outros títulos religiosos. Alguns são eleitos, mas outros perdem. Isso prova que o uso de títulos sacerdotais não garante vitória nas urnas. A bancada evangélica tem força porque sempre aparece na mídia. Mas existem outras bancadas poderosas, com lobbies fortíssimos, que não aparecem tanto, mas cujas demandas são muito mais influentes”, justifica.

Para Bezerra Jr., outro ponto forte em favor dos evangélicos é a forte atuação da bancada na Câmara. “A bancada evangélica ganha notoriedade principalmente em pautas morais. Os evangélicos serão um dos segmentos mais influentes nas eleições, como já foram nas últimas disputas presidenciais. Não porque votam de forma monolítica – há diversidade entre eles –, mas porque representam um grupo numeroso, organizado e mobilizado”, afirma.

Atualmente, a Frente Parlamentar Evangélica no Congresso inclui 220 deputados federais e 26 senadores. Mesmo assim, Bezerra Jr. faz um alerta para que a disputa política não entre para dentro das portas da igreja.

“A igreja tem um papel espiritual e social fundamental, mas não deve se tornar um comitê eleitoral. É legítimo que aborde temas políticos e sociais, mas sempre de forma equilibrada, sem se tornar palanque para um partido ou candidato específico. A Bíblia nos ensina sobre justiça, defesa dos vulneráveis e combate à corrupção, e esses princípios devem nortear a ação política dos cristãos. O problema acontece quando a igreja troca sua missão pastoral por interesses políticos imediatos. Isso prejudica sua credibilidade e pode levar à divisão entre os fiéis”, alerta.

Influência entre católicos e evangélicos já existe

Na opinião do pastor Rodolfo Capler, líder da Igreja Batista Alternativa em Piracicaba (SP), os católicos são tão decisivos na política quanto os evangélicos. A diferença, na visão dele, é a forma como cada grupo expõe essas atuações.

“A diferença é que os políticos evangélicos costumam ser mais midiáticos e ruidosos, enquanto os católicos atuam de forma mais discreta, mas não menos influente. Prova disso é o número expressivo de católicos que compõem a própria Frente Parlamentar Evangélica. Além disso, há uma influência mútua entre esses grupos. Os evangélicos influenciam os católicos em pautas morais e políticas, mas os católicos também moldam o pensamento evangélico”, justifica Capler.

Outro ponto importante abordado pelo pastor é quanto às pautas da direita que, na visão dele, é compartilhada por ambas as igrejas, o que fortalece ainda mais essa união. “No Brasil, um país de maioria católica e com os evangélicos caminhando rapidamente para se tornarem um grupo hegemônico, o conservadorismo tem bases sólidas. O que pode variar é o grau desse conservadorismo e se ele se inclinará para um viés mais democrático ou mais autoritário”, conclui.

Fonte: Comunhão

Evangélicos serão 36% da população do Brasil em 2026, revela estudo

Culto evangélico (Imagem: Canva Pro)
Culto evangélico (Imagem: Canva Pro)

Um estudo recente revelou que os evangélicos serão 36% da população no Brasil em 2026. A projeção foi realizada pela Mar Asset Management, em um levantamento sobre o impacto do crescimento da população evangélica nas eleições.

A pesquisa, divulgada em janeiro, usou os dados da Receita Federal e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para fazer o cálculo.

Em 2010, os evangélicos representavam 22% da população brasileira, em 2022 o número cresceu para 32%. Desde lá, a proporção de evangélicos cresceu em todos os estados.

De 2010 a 2024, não houve estagnação nem diminuição de evangélicos em nenhum estado do Brasil. Até o final do ano passado, 74 milhões de brasileiros eram evangélicos.

Os pesquisadores calculam que o número de evangélicos aumentará, alcançando 35,8% em 2026.

Segundo as estimativas, alguns estados como Amazonas e Espírito Santo, já são majoritariamente evangélicos.

Crescimento por regiões

As regiões com mais evangélicos serão as regiões Norte (48%) e Centro-Oeste (43%), seguido pelo Sudeste (38%) e Sul (31%). A região com menor crescimento será o Nordeste (29%).

O levantamento da Mar Asset também registrou também o crescimento do número de igrejas evangélicas.

Na última década, o número de templos dobrou, chegando a mais de 140 mil templos no ano passado. Em média, cerca de 5 mil igrejas foram abertas por ano. Segundo os estudiosos, mais denominações evangélicas serão abertas até 2026.

Seguindo uma posição política conservadora mais à direita, os evangélicos estão transformando o cenário eleitoral no país, de acordo com a pesquisa.

“Os evangélicos passaram a avaliar de maneira bem mais positiva o governo Bolsonaro e, negativamente, o governo Lula. Essa diferença vai em linha com as pesquisas de intenção de voto, que mostraram uma diferença bem grande nas eleições a partir de 2018 no estrato religioso”, concluíram os pesquisadores.

Fonte: Guia-me com informações de O Globo

PSOL entra com ação contra leitura da Bíblia em Câmara de Itajaí, SC

Câmara de Vereadores de Itajaí. (Foto: Davi Spuldaro/CVI)
Câmara de Vereadores de Itajaí. (Foto: Davi Spuldaro/CVI)

O PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) de Santa Catarina entrou, na terça-feira (11), com uma ação direta de inconstitucionalidade contra a Câmara de Vereadores de Itajaí, contestando a obrigatoriedade da leitura de um versículo bíblico no início de cada sessão ordinária.

O partido argumenta que essa prática viola o princípio da laicidade estatal e a liberdade religiosa, impondo um “culto religioso” incompatível com a Constituição de Santa Catarina e a Constituição Federal.

A ação ainda está na fase inicial no Tribunal de Justiça de Santa Catarina.

Em 2015, a Mesa Diretora da Câmara Municipal de Itajaí publicou a Resolução nº 564, que instituiu o novo regimento interno, ainda vigente. O documento estabelece a leitura obrigatória de um versículo bíblico no início de cada sessão ordinária, logo após o pronunciamento do presidente.

‘Culto religioso’

O partido argumenta que a obrigatoriedade configura um “verdadeiro culto religioso”, o que violaria o chamado “princípio da laicidade estatal” e é inconstitucional.

“A adoção ou preferência a qualquer religião por parte do Estado rompe não apenas com o seu dever de neutralidade, como também viola a liberdade religiosa e de crença como um todo e, por consequência, discrimina todos os demais cidadãos que não professam a religião eventualmente privilegiada pelo Estado ou que não professam religião alguma”, diz o partido na ação.

A leitura de livros religiosos, assim como a presença de crucifixos, é prática comum em diversos plenários pelo país.

Em novembro de 2024, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a presença de símbolos religiosos, como imagens e crucifixos, em prédios e órgãos públicos, não viola o princípio da neutralidade estatal em relação às religiões (laicidade), nem a liberdade de crença dos indivíduos.

Em entrevista ao ND Mais, o advogado do PSOL de Santa Catarina, Rodrigo Sartoti, afirmou que o pedido do partido é pela não obrigatoriedade da leitura da Bíblia na Câmara, e não pela sua proibição.

“O pedido é para que não seja mais um momento obrigatório do rito das sessões. Se, depois, algum vereador quiser ler a Bíblia ou qualquer outro livro religioso em sessões, durante suas manifestações individuais, não há problema algum”, explica.

Segundo o advogado do partido, ela deve demorar até mais de um ano para ser julgada, isso porque esse tipo de ação é julgado pelo Órgão Especial do TJSC, que se reúne apenas duas vezes ao mês.

Fonte: Guia-me com informações de ND Mais

Rick Warren pede desculpas por sugerir que Jesus era centrista

Pastor Rick Warren (Foto: Reprodução/Facebook)
Pastor Rick Warren (Foto: Reprodução/Facebook)

O pastor Rick Warren foi criticado após aparentemente sugerir que Jesus Cristo era um centrista político.

Em 11 de fevereiro, e escrevendo em X (antigo Twitter), citou João 19:18, que descreve a crucificação de Jesus entre dois ladrões.

“Se você está procurando o #verdadeiroJesus, não uma caricatura desfigurada por motivações partidárias, você o encontrará no meio, não em nenhum dos lados”, disse ele.

Vários especialistas conservadores discordaram da postagem, que foi posteriormente apagada. Michael Knowles, do Daily Wire, disse: “O ladrão à direita do nosso Senhor está no céu, e o ladrão à sua esquerda está no inferno. Não é a melhor analogia para o ponto que você deseja fazer.”

Outros críticos, como Joel Berry e Seth Dillon, do Babylon Bee, observaram que a história dos dois ladrões se concentrava no arrependimento de um deles e não era uma analogia para o centrismo político.

Warren se desculpou por sua postagem, escrevendo em 16 de fevereiro, “Peço desculpas. Escrevi mal. Não acredito que Jesus fosse centrista. Ele está muito acima de tudo… Jesus exige nossa total lealdade como o centro de nossas vidas.”

Warren, 71, tem sido uma figura proeminente no cristianismo americano, e sem dúvida mundial. Seu livro, Uma Vida com Propósito, lançado em 2002, vendeu bem mais de 50 milhões de cópias em mais de 80 países, tornando-o um dos livros cristãos mais influentes do século XXI .

Ele fundou a Saddleback Church, sediada na Califórnia, em 1980, que ostenta uma frequência semanal de 30.000 pessoas. Em 2008, Warren foi escolhido para fazer a invocação na primeira cerimônia de posse do presidente Barack Obama.

Casados ​​por quase 50 anos, Warren e sua família foram atingidos por uma tragédia em 2013, quando seu filho mais novo, Matthew, cometeu suicídio após anos de dificuldades com doenças mentais. Após a morte do filho, Warren estabeleceu um ministério da igreja dedicado a ajudar aqueles dentro da igreja que lutam contra doenças mentais.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Papa Francisco está com pneumonia bilateral e apresenta quadro complexo

Papa Francisco (Foto: Canva/Edição por FolhaGospel)
Papa Francisco (Foto: Canva/Edição por FolhaGospel)

O Vaticano anunciou, nesta terça-feira, 18, que o papa Francisco, de 88 anos, foi diagnosticado com pneumonia bilateral. A informação foi divulgada após o pontífice apresentar sintomas respiratórios e realizar exames médicos. O comunicado afirma que o líder religioso apresenta um quadro complexo.

Segundo nota divulgada pelo Vaticano, os exames laboratoriais e a radiografia do tórax revelaram uma infecção polimicrobiana, agravada por um contexto de bronquiectasia e bronquite asmática. O tratamento atual inclui corticosteroides antibióticos, o que tornou o manejo terapêutico mais desafiador.

“A tomografia torácica realizada esta tarde no Santo Padre mostrou o início de uma pneumonia bilateral, o que exigiu mais terapia medicamentosa”, afirma boletim.

A pneumonia bilateral, que afeta ambos os pulmões, é uma condição séria, especialmente em pacientes idosos ou com problemas respiratórios preexistentes, sendo o caso do pontífice. Quando jovem, Francisco desenvolveu pleurisia e teve parte de um pulmão removido.

Matteo Bruni, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, garante que, apesar das circunstâncias, o Santo Padre permanece de “bom humor”.

“Não obstante, o papa Francisco está de bom humor. Esta manhã, ele recebeu a Eucaristia e, durante o dia, alternou o repouso com a oração e a leitura de textos. Ele agradece a proximidade que sente neste momento e pede, com coração agradecido, que se continue a rezar por ele.”

Fonte: Metrópoles

“Crianças na África estão levando seus pais a Jesus”, conta pastor

Crianças do Projeto Abel em Chimoio, Moçambique. (Foto: MME África)
Crianças do Projeto Abel em Chimoio, Moçambique. (Foto: MME África)

Um pastor em Moçambique relatou que o Evangelho está avançando no país através do trabalho missionário realizado com crianças do Projeto Abel.

Durante uma expedição à África, o missionário e pastor Marcos Corrêa, diretor do Portal Guiame, relatou os avanços do projeto que faz parte da Missão Mãos Estendidas (MME).

Em uma entrevista, o pastor Timóteo Mateus, responsável pelo projeto em Moçambique, contou:

“Graças a Deus, hoje o projeto Abel é um exemplo a nível da cidade e, se não, da província. Estamos recebendo visitas de pessoas indo aprender com o projeto, atendemos mais crianças e a qualidade do atendimento melhorou bastante. O Senhor está ajudando”.

O projeto iniciou embaixo de uma árvore e hoje eles têm um templo construído: “Foi só Deus, porque nós tínhamos que fazer os nossos cultos e reuniões embaixo da árvore. Imagina, no dia em que fizesse chuva, a gente tinha que se arranjar. No dia de muita ventania, nós também precisávamos nos arranjar. Mas, graças a Deus, continuamos firmes, a igreja foi crescendo no Espírito e em número também”.

Com o templo construído, as pessoas continuam motivadas a frequentar os cultos gratas pelo que Deus fez. Atualmente, o pastor Timóteo e os membros da congregação estão realizando plantações de igrejas na região.

“Está sendo uma benção! Estamos alcançando bairros, localidades e distritos que a igreja ainda não chegou lá. Graças a Deus, estamos com 3 igrejas plantadas”, disse ele.

A dificuldade de pregar o Evangelho no país

Segundo Timóteo, pregar o Evangelho para as pessoas na região é difícil devido ao contexto cultural em que estão inseridos.

“A dificuldade maior, num contexto geral, é que na África — Moçambique, em particular — o dia a dia é difícil. Para a pessoa poder ter uma alimentação básica, ela tem que se esforçar muito. Para ter um templo, e fazer chegar o Evangelho às pessoas, precisa mesmo de um chamado específico e graças a Deus, através das capacitações dos seminários de pastores da Missão Mãos Estendidas, estamos entendendo a importância de levar o Evangelho para as aldeias onde ele ainda não chegou”, afirmou ele.

E continuou: “Isso é uma motivação para nós. Não olhamos mais para as dificuldades africanas, mas olhamos para o Evangelho, para Jesus como uma solução: ‘Estamos prosseguindo para levar a Palavra de Deus para as pessoas que estão precisando’”.

Marcos, que também coordena um dos projetos parceiros da MME, o Projeto Umodzi, explicou que a missão primeiro prega sobre o amor de Jesus para trazer libertação às pessoas e depois entra com a parte social. Sobre isso, Timóteo contou:

“Nós, como igreja local, criamos um fundo social onde depositamos todos os cultos e reuniões, e aquele valor é destinado a ajudar os necessitados. Temos dado cestas básicas, melhoramos algumas construções de casas. Hoje, temos ajudado muitas famílias com projetos sociais e também a parte do tratamento [médico]”.

Segundo o pastor, a iniciativa das ações sociais da igreja é 100% africana e os fundos são dos irmãos da congregação: “Toda a igreja está envolvida nesta causa para melhorarmos a vida dos nossos irmãos”.

‘Jesus é glorificado’

Na entrevista, Timóteo também destacou a transformação das crianças ajudadas pelo projeto.

“Honestamente, até para falar, eu me arrepio, eu vivo aqui o dia a dia e às vezes, você olha para uma criança e procura enxergar o futuro dela, e você vê que o futuro está parado e limitado, você diz: ‘Jesus, o que eu posso fazer para ajudar esta criança?’. E Ele diz: ‘Confia em mim, faz a sua parte que eu faço a minha’”, contou ele.

O pastor contou a história de uma família com 3 crianças que, através do projeto Abel, testemunharam uma nova perspectiva de vida.

“Através das crianças, alcançamos a família e Jesus é glorificado na família. As crianças fazem parte do nosso projeto e estão bem melhores do que antes”, disse ele.

Para muitas crianças, Timóteo é como uma figura paterna, pois abraça muitos que, em casa, não têm a oportunidade de receber afeto.

Atualmente, todas as crianças que participam do projeto Abel frequentam a igreja. Já as famílias, cerca de 90% delas, participam das atividades da congregação.

“Através da transformação das crianças, as famílias vêm testemunhar essa mudança e aceitam Jesus como seu Salvador. Vale a pena investir no futuro, investindo na criança, a gente investe no futuro, na transformação não só daquela criança, mas da sua família e do nosso país”, afirmou o pastor.

A questão social como um processo de evangelismo

Ações sociais também fazem parte das estratégias de evangelização da MME e, através delas, a missão tem se tornado destaque recebendo visitas das autoridades locais.

“Hoje, temos recebido visitas do governo distrital, do governo da cidade, do governo da província e todas as entidades reconhecem nosso trabalho e as mudanças que o projeto está trazendo para a comunidade, para a cidade e para a província em geral”, relatou Timóteo.

A partir do momento em que o pastor Timóteo começou a fazer parte do projeto e desenvolver atividades de evangelismo, a população testemunhou plantações de igrejas e avanços nas questões sociais e em relação à saúde.

Sobre esses avanços, o pastor disse: “Para mim, isso significa que Jesus é uma realidade. Aquilo que anunciamos e pregamos para as pessoas é uma realidade, porque as pessoas estão vivendo aquilo que a Bíblia vai ministrando”. 

“A minha vida mudou, e hoje, há pessoas que me olham e dizem: ‘Eu quero ser igual ao pastor Timóteo. Eu quero buscar o Deus do pastor Timóteo’. Então, eu só posso glorificar a Deus por isso”, acrescentou.

Através do projeto Abel, muitas crianças que entraram sem sonhos e sem esperança, estão testemunhando:

“‘Quero ser engenheiro, advogado, doutora, médico e isso só está sendo possível porque há pessoas acreditando naquilo que é a visão e o propósito da Missão Mãos Estendidas”.

Guerra espiritual

Embora tenha testemunhado muitos frutos, o pastor observou que há uma guerra espiritual acontecendo. No entanto, em Jesus, ele tem vencido a cada dia.

“É muita oração, muita meditação na Palavra de Deus e também aconselhamento com outros mais experientes no ministério”.

Como ajudar?

Para contribuir com o Projeto Abel, acesse o site da Missão Mãos Estendidas (mmeafrica.org) ou faça uma doação para:

Fonte: Guia-me

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