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The Chosen: mais de 100 mil apoiadores garantem financiamento total da 5° temporada

“The Chosen” é uma série baseada no relato bíblico do evangelho de Jesus Cristo. (Foto: Divulgação”.
“The Chosen” é uma série baseada no relato bíblico do evangelho de Jesus Cristo. (Foto: Divulgação”.

Após a 4° Temporada de “The Chosen” ser um sucesso de bilheteria nos cinemas do Brasil, a série que conta com o método de financiamento coletivo Crowdfunding, anunciou nessa terça (13) que o valor para a 5° temporada da série foi arrecadado. A notícia foi divulgada pela organização sem fins lucrativos Come and See Foundation, que revelou que mais de 104 mil apoiadores de 151 países fizeram as doações. 

A 5° temporada contará a história da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém nos dias anteriores à sua morte e ressurreição.

“A 5ª temporada está totalmente financiada porque mais de cem mil pessoas de todo o mundo doaram para tornar a 5ª temporada desta série inovadora possível”, diz Stan Jantz, CEO da Come and See, fundação que arrecada dinheiro para a produção da série. 

O criador e diretor Dallas Jenkins agradeceu aos fãs pelo apoio. “A razão pela qual consigo me concentrar em executar o show The Chosen é porque os espectadores continuam a doar para Come and See”, disse Jenkins.

“E ainda mais bonito é o impacto que o show está tendo em todo o mundo por causa do trabalho de Come and See em manter o show gratuito e traduzi-lo para tantos idiomas”, completou o diretor.

Jenkins disse anteriormente que a quinta temporada incluirá a entrada triunfal [em Jerusalém], a virada das mesas por Jesus e as interações de Jesus com os fariseus no templo. “E, claro, também estamos explorando o que a Semana Santa significou para os discípulos, seguidores e inimigos de Jesus em tempo real “, finalizou.

As quatro primeiras temporadas de The Chosen estão disponíveis no aplicativo oficial da série, que está disponível em mais de 50 idiomas. Confira neste link!

Fonte: Comunhão

Metade das faculdades bíblicas do Reino Unido pode fechar nos próximos dois anos

Bíblia Sagrada na biblioteca
Bíblia Sagrada na biblioteca

O diretor de uma instituição acadêmica que oferece formação teológica com uma perspectiva evangélica está prevendo que, nos próximos dois anos, metade de todas as faculdades bíblicas do Reino Unido fechará suas portas.

“Em reuniões recentes com a Associação de Diretores de Faculdades Bíblicas, parece que 50% das faculdades bíblicas cristãs no Reino Unido fecharão nos próximos um ou dois anos”, disse o Dr. Anthony Royle, diretor da Kings Evangelical Divinity School (KEDS).

Assumindo a direção da escola há menos de um ano, Royle não perdeu tempo em lançar um alerta para todo o setor.

A lista de desafios enfrentados pelas instituições teológicas é alarmante: a persistente ressaca da pandemia de Covid-19, a diminuição do número de alunos, a crise do custo de vida e, por cima de tudo, um clima de declínio implacável das igrejas em toda a Grã-Bretanha.

Ironicamente, a pequena faculdade online de Royle, especializada em interpretação bíblica, está em uma posição mais favorável para se adaptar e sobreviver. Mesmo assim o diretor disse temer que muitos de seus colegas e concorrentes fossem à falência.

Fechamentos recentes

O número exato de escolas teológicas varia conforme a definição utilizada, mas há cerca de 50 faculdades bíblicas na Grã-Bretanha. Enquanto algumas estão prosperando, a maioria está apenas se mantendo e algumas estão realmente enfrentando dificuldades.

Faculdades têm surgido e desaparecido ao longo dos anos, mas o número de fechamentos aumentou consideravelmente nos últimos cinco anos.

Entre elas estão a St John’s, em Nottingham, que encerrou suas atividades em 2019, enquanto o Redcliffe College, em Gloucestershire, fechou em 2020.

O pequeno Nexus Institute for Creative Arts, em Londres, está formando sua última turma, e a Oasis Academy chegou ao fim em 2019. O Institute for Children, Youth and Mission (conhecido como CYM) interrompeu a recrutação para seus programas de graduação.

Na recente reunião do Sínodo Geral, a Igreja da Inglaterra revelou uma queda significativa no número de candidatos ao treinamento para ordenação, com centenas de candidatos a menos se apresentando em comparação com alguns anos atrás. Isso está exercendo uma enorme pressão sobre sua própria rede de faculdades.

Uma tempestade perfeita

Segundo os diretores, a diminuição no número de pessoas que buscam estudar teologia é resultado de uma série de fatores que, juntos, configuram uma “tempestade perfeita”.

Primeiramente, em um contexto de alta inflação e aumento dos custos de vida, a educação teológica pode parecer um luxo que a maioria dos cristãos não pode arcar.

Graham Tomlin, que ajudou a fundar o St Mellitus College e agora é bispo na Igreja da Inglaterra, observou que muitos cristãos estão menos dispostos a abandonar seus empregos para um curso residencial de três anos em uma faculdade, especialmente diante da incerteza de garantir um emprego na denominação após a conclusão do curso.

No entanto, muitos destacam fatores mais amplos, como a secularização.

Sean Doherty, diretor do Trinity College em Bristol, afirmou que, devido ao “declínio acentuado” da igreja, era “inevitável” que o número de pessoas interessadas em estudar teologia também diminuísse. Para ele, essa não é apenas uma crise financeira ou estudantil, mas uma crise missionária.

Andy du Feu, que lidera o Moorlands College em Dorset, relatou que, ao revisar seu prospecto e enviá-lo para todas as igrejas de sua lista de mala direta, descobriu um número surpreendentemente alto de devoluções, pois muitas igrejas não existiam mais.

Ele alertou que o fechamento de faculdades não é uma preocupação futura, mas uma realidade presente. Mesmo para aquelas que ainda não estão à beira da extinção, a questão da viabilidade continua sendo um desafio constante.

Alfabetização bíblica

Há uma questão ainda mais fundamental: será que ainda existe uma visão e entusiasmo suficientes para enviar membros para estudar a Bíblia?

“O valor de uma educação teológica está baixo no momento e esta pode ser uma das razões pelas quais não conseguimos recrutar tão bem”, observou Royle da KEDS.

Mark Norridge, diretor da King’s School of Theology (KST), afirmou que não está sozinho ao acreditar que, dentro das igrejas, a “alfabetização bíblica está mais baixa do que nunca”.

Ele observou que menos cristãos estão se preocupando em ler a Bíblia e ainda menos estão dispostos a se dedicar ao estudo aprofundado dela.

Mas outros discordaram, incluindo Doherty da Trinity, que disse que as pessoas pareciam tão famintas quanto nunca por educação teológica (sua faculdade viu recentemente números recordes ingressarem em seu curso de meio período, mesmo com seus programas de período integral diminuindo).

Tomlin também descartou a ideia de um apetite diminuído por teologia, em vez disso, apontando para uma falta de criatividade e imaginação entre as faculdades para reinventar como os programas tradicionais são ministrados.

Os diretores afirmam que os crentes (e até mesmo os pastores) estão equivocados ao presumir que podem obter uma formação teológica adequada apenas com o vasto conteúdo disponível no YouTube e em outras plataformas online.

Eles argumentam que o discernimento necessário para filtrar e avaliar as milhões de horas de sermões gratuitos só pode ser desenvolvido por meio de uma educação teológica profunda e rigorosa.

O valor das faculdades não se limita ao conhecimento que transmitem, mas também à capacidade que oferecem para que os cristãos “se envolvam criticamente com diversas vozes e cheguem a conclusões bíblicas”, como destacou Royle.

Mudanças significativas

Embora todos compartilhassem preocupações sobre a viabilidade do setor, poucos concordaram que até metade das faculdades poderia estar enfrentando o esquecimento.

Du Feu, do Moorlands College, destacou a importância de reconhecer o cenário diversificado, onde algumas faculdades estão prosperando e até crescendo, enquanto outras enfrentam dificuldades.

O que está claro é que as faculdades bíblicas estão passando por mudanças significativas e precisarão continuar se adaptando rapidamente para superar a atual tempestade.

Impulsionadas pela pandemia de Covid-19, quase todas agora oferecem cursos híbridos e flexíveis, permitindo que os alunos permaneçam em suas comunidades e trabalhem enquanto estudam, geralmente de forma online ou com encontros presenciais ocasionais.

No entanto, apesar dessas mudanças necessárias – e consideradas bem-vindas para muitos –, todos concordam que o estudo presencial ainda é uma parte crucial do processo que não deve ser descartada em uma busca desesperada por economia financeira.

Doherty, da Trinity College, reconheceu que é um “privilégio” para os alunos poderem passar anos imersos em uma comunidade formativa de colegas e tutores, e que essa experiência não deve ser descartada levianamente.

Tomlin acrescentou que, embora plataformas online como o Zoom sejam úteis, elas não substituem a natureza transformadora da comunidade física.

“O aprendizado teológico não se resume apenas a adquirir conhecimento. Trata-se da formação do caráter e do tipo de pessoa que você está se tornando, e isso é difícil de alcançar apenas com o YouTube”, argumentou Tomlin.

Soluções

Mesmo assim, as faculdades estão explorando ativamente novas fontes de receita e segmentos de estudantes, incluindo a atração de mais alunos internacionais e de estudantes leigos.

Outra estratégia é destacar a importância da educação teológica para aqueles que não estão buscando cargos ministeriais assalariados em tempo integral.

Outra solução possível seria uma série de fusões e racionalizações.

Du Feu lembrou que, há mais de uma década, um consórcio de faculdades bíblicas se reuniu para explorar um modelo de federação, mas o esforço não prosperou devido à falta de comprometimento.

Royle sugeriu que mais colaboração e uma “mentalidade do Reino” entre as faculdades poderiam ajudar, mas outros alertaram que o trabalho conjunto é sempre desafiador, especialmente para instituições que desejam manter suas afiliações denominacionais ou suas especialidades históricas.

Tomlin também recordou uma tentativa de consolidação e racionalização entre faculdades anglicanas na década de 1990, que, na maioria das vezes, não teve sucesso real. No entanto, ele previu que, se o declínio atual no número de alunos não mudasse rapidamente, algumas faculdades teriam que fechar ou se fundir, ou então diversificar e encontrar outras fontes de receita para sobreviver.

Outra possibilidade é que as faculdades bíblicas busquem obter seus próprios poderes para outorga de diplomas, em vez de depender da validação de universidades externas, muitas vezes seculares e também pressionadas. Isso não apenas economiza em taxas de validação, mas também permite que as faculdades evitem os obstáculos impostos pelas universidades parceiras.

O Spurgeon’s College, em Londres, acaba de se tornar o primeiro a conquistar esses poderes, o que pode transformar o cenário se começar a atuar como parceiro de validação para outras instituições evangélicas.

O Moorlands College também está avançando para atender aos requisitos necessários para obter seus próprios poderes de outorga de diplomas.

Desafios enfrentados

O cenário é misto e complexo. No entanto, apesar dos numerosos desafios enfrentados pelas instituições teológicas, persiste uma veia teimosa de otimismo entre a maioria, possivelmente impulsionada pela convicção de que o estudo teológico é essencial e não uma mera indulgência da era da cristandade a ser descartada.

Nem todas as faculdades podem ou devem sobreviver, mas a teologia persistirá.

“O estudo teológico não é um luxo – é uma necessidade para a igreja,” afirmou Tomlin. Ele alertou que, se os líderes da igreja não forem treinados em discernimento bíblico e não forem capazes de distinguir entre bom e mau ensino, “a igreja declinará ainda mais, oferecendo apenas um eco fraco do que todos os outros pensam.”

As faculdades não existem por si mesmas, mas para construir “igrejas mais fortes e saudáveis,” acrescentou Norridge.

“Esse é o objetivo final. Acredito que as instituições teológicas perderam de vista isso. Não existimos para nós mesmos; existimos porque queremos ver o reino de Deus manifestado através da igreja.”

Doherty afirmou que não se levanta todos os dias motivado a preservar o número de faculdades no Reino Unido. Em última análise, “Jesus é o educador teológico, e enquanto houver uma igreja, Jesus chamará as pessoas para pensar nele e conhecê-lo. E enquanto isso estiver acontecendo, a teologia estará acontecendo.”

Fonte: Guia-me com informações de Premier

Cristãos enfrentam crescente perseguição na Rússia e na Ucrânia

Bandeira da Ucrânia em frente a um prédio residencial destruído pela guerra da Rússia (Fotos: Canva com montagem de Folha Gospel)
Bandeira da Ucrânia em frente a um prédio residencial destruído pela guerra da Rússia (Fotos: Canva com montagem de Folha Gospel)

Os cristãos estão sofrendo graves violações da liberdade religiosa na Rússia e na Ucrânia ocupada pela Rússia, alertou a Release International.

A organização sem fins lucrativos diz que a escala da hostilidade lembra a repressão da era soviética, com prisões, torturas e assassinatos aumentando.

Na Rússia, o pregador cristão Eduard Charov está sendo julgado após questionar a moralidade da guerra na Ucrânia nas redes sociais.

Sua postagem de 2023 dizia: “Jesus Cristo teria ido matar na Ucrânia?”

Na Ucrânia ocupada, um líder cristão foi preso por oposição pública à guerra, e igrejas que compartilham essa visão correm risco de demolição ou outras formas de intimidação, disse o Release.

Uma mulher protestante, chamada apenas de Olena, de Melitopol, na Ucrânia ocupada, está sendo mantida em uma prisão em Donetsk por comentários que fez em uma reunião de oração. Ela deveria ser julgada em 15 de agosto por espalhar “informações conscientemente falsas” sobre as forças armadas da Rússia, e pode pegar até 10 anos de prisão.

O CEO da Release, Paul Robinson, disse que os casos “refletem a crescente perseguição aos cristãos na Rússia e na Ucrânia ocupada pela Rússia”.

“Líderes cristãos foram torturados, desaparecidos e assassinados por assumirem uma posição cristã, no que parece preocupantemente um retorno aos velhos tempos de perseguição aos cristãos na União Soviética”, disse ele.

Charov, que administra um abrigo para moradores de rua com sua esposa, deve ser julgado neste mês e espera uma sentença de prisão.

Ele disse ao meio de comunicação russo Takiye Dela : “Já tenho uma mala pronta em casa. Minha esposa cuidará do abrigo enquanto isso. E eu continuarei a ajudar as pessoas na prisão. Há pessoas necessitadas em todos os lugares.”

O homem de 53 anos pode pegar até sete anos de prisão ou uma multa de até um milhão de rublos.

A situação dos cristãos que se manifestam contra a guerra foi destacada pela Comissão dos Estados Unidos sobre Liberdade Religiosa Internacional em seu relatório mais recente.

“A retaliação do Estado contra aqueles que se manifestaram contra a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia em 2022, usando linguagem religiosa ou por motivos morais, [continuou] em níveis alarmantes”, afirmou.

“Nos territórios ocupados pela Rússia [na Ucrânia], autoridades de fato baniram grupos religiosos, invadiram locais de culto e fizeram líderes religiosos desaparecerem.

“Na região de Zaporizhzhia, autoridades russas baniram a Igreja Católica Grega Ucraniana e fecharam a Igreja Ortodoxa da Ucrânia, a Católica Romana e as igrejas batistas. No final do ano, o paradeiro de vários padres que as forças russas haviam detido… permanecia desconhecido.”

Muçulmanos incendeiam igreja no centro da Nigéria

Igreja incendiada na Nigéria
Igreja incendiada na Nigéria

Muçulmanos incendiaram uma igreja nas primeiras horas de 10 de agosto no estado de Níger, no centro da Nigéria, disseram fontes.

A demolição do prédio da congregação da Igreja Cristã Redimida de Deus (RCCG) na cidade de Kontagora por volta das 3 da manhã foi a segunda vez que muçulmanos destruíram o auditório de adoração no local, disse o pastor associado Samson Ogbebor.

“Recebi um chamado de socorro dizendo que nossa igreja estava pegando fogo, e ao chegar lá, encontrei uma igreja sendo incendiada e propriedades saqueadas por bandidos”, disse o pastor Ogbebor ao Christian Daily International-Morning Star News. “Esta igreja enfrentou muitos desafios — cerca de 10 anos atrás, alguns bandidos muçulmanos vieram e a queimaram completamente, e por meio de esforços próprios conseguimos reconstruir o santuário de adoração.”

Os muçulmanos em Kontagora fizeram várias tentativas frustradas de impedir a congregação de construir o auditório de adoração, disse ele.

“Nós finalmente concluímos a construção do prédio da igreja, mas eles não cederam em sua oposição em nos permitir como cristãos ter um local de culto na cidade”, disse o pastor Ogbebor. “Pela segunda vez eles queimaram o santuário.”

O membro da igreja Markus Emmanuel disse que correu para o local após receber uma ligação sobre o incêndio na Paróquia Champion, na cidade de Kontagora.

“O prédio foi completamente destruído pelo fogo”, Emmanuel disse ao Christian Daily International-Morning Star News. “Alguns moradores próximos ao prédio da igreja nos disseram que viram um grupo de muçulmanos que entrou nas dependências da igreja e ateou fogo no prédio.”

Emmanuel disse que o prédio ainda estava em construção quando foi incendiado há 10 anos.

“Esta é a segunda vez que nosso santuário de adoração é destruído, pois há 10 anos, um grupo de fanáticos muçulmanos que se opunham à construção da igreja naquele local atearam fogo nela, antes que o prédio de adoração fosse reconstruído”, disse ele.

O diácono da igreja John Aboje pediu aos líderes muçulmanos da cidade que tomem medidas para preservar a liberdade religiosa dos cristãos na área de governo local predominantemente muçulmana de Kontagora.

“Queremos apenas implorar ao governo estadual e ao emirado muçulmano de Kontagora que investiguem a questão obrigando os perpetradores a permitir a liberdade de culto”, disse Aboje.

O Rev. Bulus Dauda Yohanna, presidente da Associação Cristã da Nigéria (CAN), Capítulo Estadual do Níger, confirmou a destruição do auditório de culto em uma declaração emitida no sábado (10 de agosto).

“A destruição do prédio de culto da RCCG não é apenas bárbara e injustificada, mas também uma experiência muito dolorosa para a comunidade cristã na cidade de Kontagora”, disse Yohanna. “Há a necessidade de que os funcionários do governo em Kontagora tomem medidas rigorosas para pôr fim a tais atividades ímpias de fanáticos. Este incidente criou tensão religiosa.”

Os cristãos esperavam que a lei seguisse seu curso, ele disse.

“Para ser franco, questões como essa devem ser domadas, e as pessoas que fizeram isso devem ser resgatadas e levadas à justiça”, disse Yohanna.

Aisha Wakaso, assessora de imprensa do governador Mohammed Bago, disse em um comunicado que o governador condenou a destruição do prédio da igreja.

“Condenamos totalmente esse ato e dizemos aos nossos irmãos e irmãs cristãos, assim como a outros habitantes do estado de Níger, que o governo prioriza sua segurança, proteção e liberdade religiosa”, disse Wakaso. “Nosso estado utiliza sua diversidade e a coexistência pacífica de todos os grupos religiosos e étnicos. Não toleraremos esse ato estúpido de violência.”

O governador solicitou que todas as agências de segurança relevantes conduzam uma investigação imediata e completa sobre o ataque, disse ele.

“Estamos convencidos de que os perpetradores deste horrível incêndio criminoso serão rapidamente descobertos e processados”, disse Wakaso. “A administração verá que os envolvidos serão punidos com toda a extensão da lei. Instamos o povo de Kontagora e do estado de Níger a se acalmar e se abster de vingança ou violência. Vamos continuar a colaborar para preservar a paz e a união que definem nossa magnífica nação.”

Na Lista Mundial da Perseguição de 2024 dos países onde é mais difícil ser cristão, a Nigéria foi classificada em 6º lugar, assim como no ano anterior. A Nigéria continuou sendo o lugar mais mortal do mundo para seguir a Cristo, com 4.118 pessoas mortas por sua fé de 1º de outubro de 2022 a 30 de setembro de 2023, de acordo com o relatório da Portas Abertas. Mais sequestros de cristãos do que em qualquer outro país também ocorreram na Nigéria, com 3.300 casos.

A Nigéria também foi o terceiro país com maior número de ataques a igrejas e outros edifícios cristãos, como hospitais, escolas e cemitérios, com 750 casos , de acordo com o relatório.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

30 pessoas são batizadas em apenas um mês, no Afeganistão

Refugiados. (Foto: Reprodução/Portas Abertas)
Refugiados. (Foto: Reprodução/Portas Abertas)

Dia 15 de agosto faz três anos que o grupo extremista Talibã tomou o poder no Afeganistão. Cerca de três milhões de afegãos estão refugiados em países vizinhos e lutam para sobreviver diariamente.

Eles vivem isolados nas montanhas arenosas, moram em pequenas casas de barro, seus filhos não podem ir à escola e são explorados no trabalho.

O país ocupa o 10º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2024, que classifica os 50 países onde os cristãos são mais perseguidos.

Em contrapartida, o governo talibã nega o grande número de refugiados e os governantes dos países vizinhos não apoiam os afegãos, pois temem represália do grupo radical islâmico. Até mesmo o acesso à água é negado às pessoas que ousaram fugir do Afeganistão.

No entanto, há cristãos como Ahmad* que cava poços de 240 metros de profundidade para oferecer água a quem precisa e aproveita a oportunidade para falar sobre Jesus, a fonte de água viva.

Tudo por Jesus

Ahmad é comparado ao apóstolo Paulo da região porque tem como objetivo de vida apresentar a Cristo para refugiados afegãos, que são de maioria muçulmana.

“Ajudamos as pessoas com roupas, casacos de inverno, sapatos, fraldas, assistência médica e outras questões práticas. Só o fato de cuidarmos delas as deixa curiosas. Por meio do projeto com o poço, cerca de 300 famílias já ouviram falar de Jesus. Elas se reúnem em grupos domésticos. Trinta afegãos foram batizados em apenas um mês”, explica seguidor de Jesus.

Obedecer a Deus custa caro para Ahmad, que já foi preso cinco vezes e teve a irmã foi agredida por policiais para renunciar a fé. Mesmo no funeral de seu pai, o cristão foi proibido de comparecer por uma multidão de 500 muçulmanos. Porém, ele se mantém firme em cumprir seu chamado de ser e fazer discípulos de Jesus.

Esperança ao invés de medo

Enquanto as famílias afegãs são socorridas, Ishmael* ensina futebol para adolescentes. Muito deles vivem oprimidos por medo e desespero e pensam em tirar a própria vida.

“Desde o início do projeto de futebol, cerca de quarenta meninas e cem meninos se reúnem todos os dias. O exercício lhes dá esperança e prazer e isso nos dá contato com seus pais. Alguns nunca ouviram o Evangelho”, testemunha o cristão. Mas muitos desses agora jovens participam de uma igreja doméstica.

O ministério com refugiados afegãos está dando muitos frutos e seus líderes pedem a intercessão de toda a família na fé:

“Precisamos de sabedoria. Às vezes, não sabemos qual é a melhor maneira de ajudar os refugiados. Portanto, por favor, orem por nós, porque sem a ajuda de Deus, não chegaremos a lugar nenhum”.

*Nomes alterados por segurança.

Fonte: Guia-me com informações de Portas Abertas

Projeto que cria Dia do Pastor e da Pastora Evangélicos segue para sanção de Lula

Plenário do Senado Federal. (Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado)
Plenário do Senado Federal. (Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado)

Avançou no Senado o projeto que cria o Dia Nacional do Pastor Evangélico, a ser celebrado todos os anos no segundo domingo de junho. O texto foi aprovado na Comissão de Educação e Cultura (CE) nesta terça-feira (13), e caso não haja recurso para votação em Plenário, o texto seguirá para sanção do presidente Lula. 

PL 4.029/2021, da Câmara dos Deputados, recebeu parecer favorável do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), que sugeriu ajustes de redação. 

A data já é formalmente comemorada em alguns municípios. Esse é o caso de Aparecida (SP), que, em 2023, criou uma lei para incluir o Dia Municipal do Pastor Evangélico entre as datas comemoradas pela cidade.

De acordo com os dados do Censo de 2010, 22,5% da população se declarava evangélica naquele ano. Os dados sobre religião do Censo 2022 do IBGE estão sendo processados e ainda não foram divulgados. Segundo levantamento do Datafolha, 31% dos brasileiros se declaravam evangélicos em 2020. Zequinha modificou a proposta para incluir as mulheres e denominar a data como Dia Nacional da Pastora Evangélica e do Pastor Evangélico. 

— Pastores são comprometidos em encorajar uma vida com princípios baseados na Palavra [de Deus], trazendo forte contribuição para a educação religiosa e formação espiritual. 

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) elogiou o parecer do senador Zequinha Marinho ao destacar que, ao instituir um dia dedicado a eles, oferece também a oportunidade de reconhecer e ampliar o debate sobre o trabalho exercido por essas lideranças, principalmente em pequenos municípios “onde muitas vezes o Estado não chega”. 

A votação foi conduzida pelo presidente da CE, senador Flávio Arns (PSB-PR).

Fonte: Agência Senado

Após áudio vazado, pastora Thalita Pereira se justifica e é criticada por influencer

Pastora Thalita Pereira e a influenciadora Dayane Damasceno (Foto: Reprodução)
Pastora Thalita Pereira e a influenciadora Dayane Damasceno (Foto: Reprodução)

A pastora Thalita Pereira se pronunciou após o vazamento de um áudio em que expressa sua frustração por uma situação envolvendo a organização de uma festa de aniversário para seu marido. No áudio, Thalita é ouvida exigindo honra dos membros de sua equipe pastoral, o que gerou uma onda de críticas nas redes sociais. Em resposta, a influenciadora Dayane Damasceno abordou o tema em um vídeo que rapidamente viralizou.

Thalita Pereira esclareceu a situação em um comentário no Instagram, onde negou que estivesse buscando presentes ou reconhecimento pessoal. “Eu não chorei por causa de honra nem de presente algum”, disse a pastora. Segundo ela, o motivo de seu choro foi a vergonha ao ver que o presente dado ao seu marido, uma caixinha com dinheiro, caiu no chão, criando uma impressão equivocada entre os presentes. “Foi uma situação extremamente constrangedora para nós ver todas aquelas pessoas olhando aquele dinheiro que, por ser trocado, parecia muito mais do que realmente era”, afirmou Thalita.

Dayane Damasceno, contudo, se mostrou decepcionada com a resposta de Thalita, apontando a falta de arrependimento na declaração da pastora. “Não há nenhum sinal de arrependimento da sua parte”, disse Dayane em seu vídeo. Ela criticou a postura de Thalita, afirmando que bastava a pastora admitir que errou ao buscar honra em uma situação que, segundo Dayane, não deveria ter ocorrido. “Eu só vi mais do mesmo… ‘eu fiz isso, eu fiz aquilo’. Boas obras não merecem aplausos; é a obrigação de cada cristão efetuar boas obras”, destacou a influenciadora.

Dayane também usou o espaço para criticar a cultura de honra, que segundo ela, tem sido distorcida em algumas igrejas. “O problema não é a cultura da honra extremista. O problema é a cultura da honra que nem deveria existir no nosso meio de jeito nenhum”, afirmou. Ela alertou os fiéis para que leiam a Bíblia e não se deixem manipular por práticas que, na sua visão, não estão em conformidade com os ensinamentos cristãos.

Fonte: Fuxico Gospel e Metrópoles

Justiça suspende inauguração de estátua de Lúcifer em RS

Estátua representando Lúcifer. (Foto: Frame de vídeo/Mestre Lukas de Bará da Rua)
Estátua representando Lúcifer. (Foto: Frame de vídeo/Mestre Lukas de Bará da Rua)

A 4ª Vara Cível Especializada em Fazenda Pública de Gravataí atendeu um pedido liminar da prefeitura do município e determinou a interdição de um templo dedicado a Lúcifer até a sua regularização administrativa. Segundo a Justiça do Rio Grande do Sul, a decisão também impediu a realização do evento de inauguração do espaço, que estava previsto para ocorrer nesta terça-feira, 13.

Em comunicado, a prefeitura de Gravataí disse que pediu a liminar pela “insegurança gerada” em cima da repercussão do tema “O pedido por parte da prefeitura se deu pelo fato de o templo não ter alvará de funcionamento, não ter CNPJ constituído e também pela insegurança gerada diante da grande repercussão causada pelo tema.”

Em nota publicada há cinco dias, a administração municipal negou ter aplicado verba pública na construção. “Diante da grande repercussão nas redes sociais e questionamentos à prefeitura, a administração municipal informa que não tinha conhecimento até o momento sobre a criação de um santuário dedicado a Lúcifer na cidade. Não há qualquer vínculo ou recurso público da prefeitura no empreendimento.”

A decisão da Justiça considerou que a liberdade religiosa é um direito fundamental, mas observou que os templos religiosos devem cumprir exigências para o funcionamento. “Ante a alegada ausência de alvará de funcionamento, tampouco Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndios (PPCI) para o funcionamento do templo religioso, resta evidente a probabilidade de direito do Município de Gravataí.”

Segundo a Justiça, o endereço do santuário, localizado na zona rural de Gravataí, é mantido em sigilo pelos seus proprietários, o que poderia gerar “situações catastróficas”.

“Haja vista a notoriedade das notícias vinculadas em todo o país, o que pode atrair grande público, sem que se tenha notícia das condições de segurança do local, bem como a localização em local ermo, o que dificultaria qualquer tipo de assistência por parte do Poder Público, presente o perigo da demora, que poderia gerar situações catastróficas incontornáveis”.

Em publicação no Instagram, os idealizadores da estátua, Mestre Lukas de Bará da Rua e Tata Hélio de Astaroth, criticaram a decisão. “Saímos organizando nossa inauguração, mas fomos barrados pela prefeitura de Gravataí. Imagina você comprar uma propriedade para fazer o que quiser, desfrutar o que você tem de direito e você ser barrado dentro da sua própria propriedade”, disse Tata.

Segundo a dupla, se trata de um caso de “intolerância religiosa” “Se o prefeito estivesse preocupado com a nossa segurança, ele mandaria a guarda municipal vir aqui dar suporte. Ele não está preocupado com isso, só quer barrar nossa cerimônia”, disse Tata.

Fonte: Comunhão com informações de Agência Estado

Cristãos sofrem perseguição crescente em meio à protestos pelos direitos das mulheres no Irã

Bandeira da Índia (Foto: Canva)
Bandeira da Índia (Foto: Canva)

Um relatório da ONU alertou que minorias religiosas estão sendo alvos da repressão do Irã aos protestos pelos direitos das mulheres.

Os protestos continuam desde a morte, há dois anos, de Jina Mahsa Amini, de 22 anos, sob custódia policial após sua prisão pela polícia moral do Irã por supostamente violar as regras sobre a maneira correta de usar o hijab.

Um documento de advocacia publicado pela missão de investigação da ONU no país disse que “crimes contra a humanidade” estavam sendo perpetrados e que as minorias étnicas e religiosas curdas e balúchis foram vítimas de uma repressão “desproporcional” do governo em resposta aos protestos.

Os abusos relatados no documento incluem mortes ilegais, execuções extrajudiciais, uso desnecessário de força letal, prisões arbitrárias, tortura, estupro, desaparecimentos forçados e perseguição de gênero.

O relatório também destacou o efeito da repressão governamental sobre crianças de minorias étnicas e religiosas, incluindo um casal cristão que teve o direito de adotar uma criança negado por causa de suas crenças religiosas.

Um relatório do ano passado da Portas Abertas, Artigo 18 e outros grupos de liberdade religiosa alertou que os cristãos, especialmente os convertidos, estavam sofrendo com o aumento da perseguição após os protestos.

O relatório detalhou como pelo menos cinco pessoas presas por suposto envolvimento nos protestos foram acusadas adicionalmente de “apostasia” depois que as autoridades descobriram que eram convertidas ao cristianismo.

Henrietta Blyth, CEO da instituição de caridade Portas Abertas do Reino Unido e Irlanda, está pedindo uma resposta internacional para proteger as minorias religiosas e étnicas do Irã.

“O recente documento da ONU ilustra claramente a repressão severa e direcionada enfrentada pelas minorias religiosas no Irã”, disse ela.

“Essas descobertas refletem profundamente a situação dos cristãos na região, que continuam a sofrer perseguição intensa por causa de sua fé.

“A Portas Abertas se solidariza com todos aqueles que sofrem sob essas injustiças. Instamos a comunidade internacional a tomar medidas imediatas para proteger essas populações vulneráveis ​​e defender seus direitos humanos fundamentais.”

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Perseguição religiosa ocorre por “desinformação”, alerta órgão de fiscalização dos EUA

Cristãos sofrem perseguição religiosa em vários países do mundo. (Foto representativa: Portas Abertas)
Cristãos sofrem perseguição religiosa em vários países do mundo. (Foto representativa: Portas Abertas)

Um painel de vigilância com sede nos Estados Unidos adverte que os governos estrangeiros estão usando cada vez mais a desinformação para suprimir os direitos das minorias religiosas dentro de suas fronteiras, destacando países como China, Índia e Rússia.

A Comissão dos EUA sobre Liberdade Religiosa Internacional (USCIR), uma agência bipartidária criada para aconselhar o governo e o Congresso dos EUA sobre questões de liberdade religiosa global, divulgou o relatório intitulado “Misinformation and Disinformation: Implications for Freedom of Religion and Belief” (Implicações para a liberdade de religião e crença).

A comissão adverte que “os governos estão promovendo tanto a desinformação quanto a desinformação por meio de campanhas voltadas para comunidades religiosas e negando a existência de políticas oficiais voltadas para esses grupos”.

“A desinformação do governo pode aumentar o risco de violência contra as minorias religiosas”, afirma o relatório. “Os Estados que propagam a desinformação sobre indivíduos religiosos estão criando um ambiente que permite violações de seu direito legal internacional à liberdade de expressão.”

A propagação governamental de desinformação sobre comunidades de minorias religiosas restringe a liberdade religiosa de duas maneiras, argumenta o USCIR.

“Primeiro, a desinformação pode ampliar a intolerância de indivíduos que podem acreditar no conteúdo dessas campanhas e assediar, intimidar ou ameaçar os grupos religiosos visados”, insiste o relatório. “Em segundo lugar, a desinformação sinaliza para as comunidades religiosas visadas que os governos não garantirão sua liberdade de religião ou crença e poderão procurar ativamente restringi-la.”

Embora a USCIRF tenha elogiado o Departamento de Estado dos EUA pela criação de uma Estrutura para Combater a Manipulação de Informações por Estados Estrangeiros, com o objetivo de garantir a “proteção de grupos marginalizados” contra a desinformação e a desinformação, ela pediu que o governo dos EUA tomasse medidas para “enfatizar os danos profundos que a desinformação e a desinformação do governo têm sobre a capacidade dos grupos religiosos visados de exercer seu direito à FoRB”.

Na China, o relatório observa que os agentes on-line que trabalham a mando das autoridades chinesas “sobrecarregam os mecanismos de busca e os feeds de mídia social para abafar as informações críticas e as críticas às políticas do Estado” que têm como alvo a minoria religiosa uigur.

A USCIRF afirma que “contas on-line pró-Partido Comunista Chinês (PCC) têm assediado comunidades da diáspora uigur para impedir que seus membros critiquem o governo chinês e contem suas experiências pessoais de abuso estatal”.

Ele citou o objetivo dos esforços como sendo “manipular a opinião global sobre o genocídio em curso e os crimes contra a humanidade contra os uigures predominantemente muçulmanos e outros povos turcos na região de Xinjiang”.

Na Índia, a desinformação propagada pelo primeiro-ministro Narendra Modi em abril de 2024 alegou falsamente que seus oponentes políticos redistribuiriam a riqueza dos hindus para os muçulmanos, enquanto um membro de seu gabinete alertou sobre a imposição da lei sharia se o partido da oposição fosse eleito.

O relatório também listou a publicação de novos livros didáticos que removem todas as referências aos tumultos de 2002 em Gujarat, que resultaram na morte de centenas de indianos muçulmanos.

No Irã, exemplos de desinformação incluem afirmações falsas da mídia estatal de que “o feriado judaico de Purim é uma celebração do assassinato em massa de iranianos” e que “os cristãos convertidos do Islã fazem parte de uma rede ‘sionista’ que representa um risco à segurança nacional”.

“Essas falsas alegações criam um ambiente restritivo para a FoRB no Irã no contexto de detenções, prisões e, às vezes, execuções de“ grupos religiosos minoritários no país”, afirma o relatório.

O governo russo rotulou vários grupos religiosos como “cultos neopagãos”, inclusive a Igreja Protestante Palavra da Vida, enquanto um canal de televisão apoiado pelo governo russo afirmou que as Testemunhas de Jeová estavam “estocando munição e ameaçando os esforços de guerra russos na Crimeia ocupada pela Rússia”.

O relatório observa que a propagação de desinformação em nome do governo russo ocorre no contexto da guerra contínua do país com a Ucrânia.

O relatório destacou o fato de a Rússia ter visado o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy por “motivos explicitamente religiosos”, chamando-o de “tipo peculiar de judeu” e uma “desgraça para o povo judeu”.

A USCIRF também abordou o tratamento dado pelo governo paquistanês à comunidade muçulmana Ahmadiyya, citando especificamente a preocupação de que suas atividades religiosas “causariam a deterioração da lei e da ordem” como justificativa para prendê-los.

“A desinformação governamental contra indivíduos ou grupos com base em suas crenças religiosas tem implicações crescentes e preocupantes para a FoRB”, concluiu o relatório. “Os governos estão usando cada vez mais essas táticas para ameaçar, assediar, intimidar e atacar indivíduos e comunidades com base em suas crenças religiosas.”

“O governo dos EUA, colaborando com governos que pensam da mesma forma, deve continuar a desenvolver estratégias para combater os governos que usam desinformação e desinformação para incentivar ou justificar restrições ao FoRB.”

Folha Gospel com informações de The Christian Post

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