Início Site Página 228

Venezuela: cristãos locais temem aumento da repressão do governo

Bandeira da Venezuela estendida durante a Marcha Para Jesus. (Foto: Reprodução/Instagram @oficialmpj)
Bandeira da Venezuela estendida durante a Marcha Para Jesus. (Foto: Reprodução/Instagram @oficialmpj)

Após as recentes eleições presidenciais na Venezuela, os inúmeros protestos por transparência quanto aos resultados das urnas têm criado um ambiente de tensão e violência. O processo de votação irregular resultou em grande insatisfação e inquietação em todo o país. Dos 8 milhões de cidadãos venezuelanos, apenas 70 mil puderam declarar seu voto.

A repressão contra os manifestantes é dura. Em anos anteriores, como em 2014 e 2017, a população já havia sentido a pressão das autoridades, mas nada comparado à brutalidade que está enfrentando agora. Ao menos 20 pessoas perderam a vida e outras centenas foram presas por manifestarem oposição ao regime de Nicolás Maduro em redes sociais, WhatsApp ou por terem fotos dos protestos nos celulares.

As áreas mais pobres do país têm sido as mais afetadas pela crise política. Os policiais têm feito revistas frequentes, especialmente nas entradas das grandes cidades. Além disso, o país que faz parte da Lista de Países em Observação 2024, tem um relacionamento frágil com as igrejas cristãs historicamente. Portanto, a instabilidade atual preocupa os cristãos.

O líder cristão Basabe, que já foi ameaçado pelo regime em 2023 por denunciar a corrupção, a crise econômica e violações dos direitos humanos na Venezuela, disse: “Peço a vocês que coloquem no centro de suas orações nossa amada Venezuela: ferida, traída e usurpada ao máximo. Orem pelo fim da crise econômica que afeta a maioria dos nossos irmãos em Cristo venezuelanos”.

Fonte: Portas Abertas

Homem mais tatuado do Brasil se entrega para Cristo e testemunha conversão

O fotógrafo Leandro de Souza, conhecido como o "homem mais tatuado do Brasil" (Foto: Reprodução)
O fotógrafo Leandro de Souza, conhecido como o "homem mais tatuado do Brasil" (Foto: Reprodução)

O fotógrafo Leandro de Souza, conhecido como o “homem mais tatuado do Brasil”, se entregou a Jesus e compartilhou o testemunho de sua caminhada de fé.

Convertido há um ano e sete meses, Leandro, de 35 anos foi liberto do consumo de drogas, álcool e cigarro “da noite para o dia”.

Leandro fez sua primeira tatuagem aos 13 anos. Atualmente, ele tem 95% do corpo tatuado e está passando por um processo de remoção das tatuagens do rosto, depois de ganhar o tratamento gratuito de uma clínica.

Em uma entrevista ao UOL, Leandro disse ao que sua obsessão com as tatuagens nasceu do desejo por admiração: “Porém, com o tempo, fui percebendo que eu era mais como uma atração de circo. Não queria mais essa vida para mim”.

“Trabalhei muitos anos como tatuador, enquanto continuava a preencher o corpo com tatuagens. Cheguei a ser apontado como o homem mais tatuado do Brasil na Expo Tattoo Internacional de Santa Rosa, em 2023. Eu fazia por idolatria total. Eu idolatrava artistas do mundo e tinha uma vida de sexo, drogas e rock’n’roll antes de Cristo”, acrescentou.

“Pacientes como Leandro frequentemente não se identificam mais com suas tatuagens, afetando sua vida diária. A remoção das tatuagens pode melhorar significativamente o bem-estar mental, como observado com Leandro, que agora motiva seguidores com seu testemunho de vida”, disse Giancarlo Pincelli, biomédico da clínica Hell Tattoo, que está realizando a remoção das tatuagens de Leandro.

Antes de Cristo

Em 1989, Leandro foi encontrado em uma caixa de sapatos ainda recém-nascido por sua atual madrinha — uma conselheira tutelar— no Rio Grande do Sul. Então, ela interviu para que ele fosse adotado por sua mãe, uma professora aposentada da rede estadual de ensino.

Na infância, Leandro sofreu abusos sexuais por parte de um policial militar que frequentava a casa de sua babá.

“Esse policial me molestava e forçava a praticar atos sexuais. Isso começou quando eu tinha apenas 4 anos, em 1994. Essas experiências traumáticas tiveram um impacto profundo em mim e contribuíram para muitas das decisões que tomei mais tarde na vida”, contou ele.

Na adolescência e juventude, ele enfrentou diversos desafios até que se envolveu com as drogas e mais tarde foi parar na prisão.

“Conheci as drogas com a mãe do meu filho, que hoje tem 10 anos. Depois da separação, comecei a usar cocaína e me afastei de tudo”, relembrou ele.

Segundo o UOL, aos 23 anos, ele foi acusado de estelionato juntamente com um amigo, após fazer compras com um cartão encontrado na rua. Com isso, ele perdeu a curatela da mãe e foi preso anos depois.

“Minha mãe foi interditada por demência senil e colocada em um asilo. Eu fui preso por estelionato e, devido às irresponsabilidades com a minha vida, perdi a curatela dela. O asilo não cuidou bem das finanças dela, a casa foi saqueada e as contas se acumularam. Hoje, luto para reestruturar a casa e trazê-la de volta”, contou Leandro.

Leandro está em São Paulo devido ao tratamento da remoção das tatuagens e trabalha como fotógrafo de eventos para pagar as despesas e reformar sua casa.

No entanto, a curatela da mãe só será autorizada pela justiça se ele tiver um emprego registrado e a casa estiver em condições de receber a idosa.

Para alcançar seu objetivo, ele criou uma vaquinha enquanto ainda procura por um emprego fixo: “Farei o que for preciso para ter meu filho e minha mãe ao meu lado”.

Testemunho

Leandro foi alcançado através de um evangelismo no Albergue Municipal da cidade de Bagé (RS), onde uma obreira chamada Taís o apresentou a Jesus e o convidou a ir à igreja.

Depois de 15 dias, ele foi transformado pelo Evangelho de Cristo e batizado: “Registros do dia 13-05-2023, o dia em que eu nasci de novo. Um dia muito especial, que simboliza a morte do eu, onde entrego a minha vida para servir ao nosso Senhor, Jesus Cristo, e levar a palavra aos demais. O fim de um ciclo de 34 anos, onde cometi alguns equívocos e tropeços, como qualquer outro ser, sou falho. Me reconciliei com Jesus Cristo, assumi perante Deus os meus pecados, pedi perdão de corpo e alma, me arrependo e tudo é esquecido e perdoado. Agora é vida nova”.

Hoje, Leandro é membro da Comunidade Cristã Rocha Eterna no RS e está comprometido em apresentar Jesus a outros jovens através de seu testemunho.

No Instagram, ele compartilha devocionais, conta sua história e mostra sua participação em ações evangelísticas da igreja.

Para exemplificar seu testemunho, o fotógrafo citou a passagem bíblica em Lucas‬ ‭19‬:‭9‬-‭10‬, que diz:

“Jesus lhe disse: “Hoje houve salvação nesta casa! Porque este homem também é filho de Abraão. Pois o Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido”. ‭‭

“Eu sou um testemunho vivo de como não ser, que esse testemunho sirva para os jovens de todas as idades pensarem bem antes de se tatuarem, eu só quero ajudar vocês com esse processo, além de voltar a ter dignidade, uma oportunidade de emprego e a minha família novamente, eu sou um exemplo de como não ser. Eu me arrependi e hoje eu tive a oportunidade de remover, nem todos têm essa oportunidade. Gratidão, fica a dica para os jovens. Deus abençoe”, concluiu ele.

Fonte: Guia-me com informações de UOL

Construção de quase 4.000 anos respalda o relato nos livros dos Reis e de Samuel

Panorâmica das escavações do fosso de Jerusalém (Foto: Autoridade de Antiguidades de Israel)
Panorâmica das escavações do fosso de Jerusalém (Foto: Autoridade de Antiguidades de Israel)

Arqueólogos descobriram as ruínas de uma estrutura “monumental” em Jerusalém que é mencionada em dois livros do Antigo Testamento. Trata-se de um enorme fosso antigo que foi construído há cerca de 3.800 anos, dividindo a Cidade de Davi, considerada uma das cidades mais antigas da história.

O fosso foi construído na Idade do Ferro, o mesmo período em que foram escritos os dois livros de Reis e Samuel, que descrevem a cidade de Davi sendo dividida em duas, Ofel e Milo, dois termos usados nas Escrituras para descrever diferentes partes da cidade de Davi.

“Não se sabe quando o fosso foi originalmente aberto, mas as evidências sugerem que ele foi usado durante séculos quando Jerusalém era a capital do Reino de Judá, começando com o rei Josias, há mais de 3.000 anos”, disse o diretor da escavação, Dr. Eftah Shalev. Durante esses anos, o fosso separava a parte residencial do sul da cidade da Acrópole governante, ao norte; a cidade alta, onde ficavam o palácio e o templo.

Podemos encontrar, por exemplo, uma referência no primeiro livro de Reis 11:27, que diz: “Também Jeroboão, filho de Nebate, efrateu de Sereda, servo de Salomão, cuja mãe se chamava Zeruá, que era viúva, levantou a mão contra o rei. A razão pela qual ele levantou a mão contra o rei foi esta: Salomão, ao construir Milo, fechou a porta da cidade de Davi, seu pai.

“Mais uma vez, estão sendo feitas descobertas que lançam nova luz e veracidade sobre a literatura bíblica”, disse Eli Escusido, diretor da Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA). Temos certeza de que (o fosso) foi usado durante o Primeiro Templo e o Reino de Judá (século IX a.C.), de modo que formou uma barreira clara entre a cidade residencial ao sul e a cidade alta.

A estrutura do fosso

O fosso separava a área residencial ao sul da cidade alta ao norte para dividir a cidade em duas, conforme descrito na Bíblia. Ele tinha cerca de 9 m de profundidade e 30 m de largura, delimitado por bordas perpendiculares em cada lado, o que tornava impossível atravessá-lo.

A estrutura foi descoberta pela primeira vez na década de 1960 pela arqueóloga britânica Kathleen Kenyon, que pensou que se tratava de um vale natural, algo que agora foi demonstrado não ser o caso.

“Quando você fica embaixo dessa enorme escavação, cercada por enormes paredes esculpidas, é impossível não ficar admirado com o povo antigo que, há cerca de 3.800 anos, literalmente movia montanhas e colinas”, diz a IAA (Autoridade de Antiguidades de Israel).

Folha Gospel com informações de Evangelico Digital

Pastor diz que é filho de Edir Macedo e pede DNA na Justiça

Edir Macedo, líder e fundador da Igreja Universal do Reino de Deus
Edir Macedo, líder e fundador da Igreja Universal do Reino de Deus

Um ex-pastor da Igreja Universal do Reino de Deus alega ser filho do bispo Edir Macedo, fundador da congregação, e entrou na Justiça para obrigar o líder religioso a fazer um teste de DNA.

A assessoria de imprensa da igreja reagiu com veemência à informação e classificou como “ridícula”. “Justamente pelo tamanho do absurdo, não vamos nos pronunciar sobre o assunto.”

Rafael Venâncio, 45, deu entrada em uma ação de investigação de paternidade no Tribunal de Justiça de Minas. Ele afirma no processo que cresceu em uma família adotiva e que só descobriu seu suposto vínculo com o bispo em 2007, por meio de uma vizinha de sua mãe biológica.

A vizinha, que não é identificada na ação, teria narrado que a mãe biológica de Rafael manteve uma suposta relação extraconjugal com o bispo na década de 1970. Na época, ela teria trabalhado como empregada doméstica na casa da família Macedo, no Rio de Janeiro. Segundo a versão apresentada na ação, o bispo teria sugerido a interrupção da gestação.

O homem que alega ser filho de Edir Macedo afirma que, antes de entrar com o processo, tentou procurá-lo, mas não teve resposta. Ele narra que escreveu uma “carta ao pai”, com confidências sobre como se sentia.

O advogado Rodrigo Cunha, que representa Rafael Venâncio, pede no processo que o bispo seja obrigado a se submeter ao exame de DNA e, caso se negue a fazê-lo, que a paternidade seja presumida.

“Hoje, com o exame de DNA, o Juiz pode decidir com segurança, baseado em dados científicos que conferem quase 100% de certeza da paternidade investigada”, argumenta na ação.

Procurado pela reportagem, o advogado não quis comentar o processo, que corre em sigilo.

Fonte: MSN

6 cristãos presos em Paris por ônibus com protesto contra a abertura das Olimpíadas

Ônibus da CitizenGO circulando em Paris (Foto: X/@ADerbyshireAnna)
Ônibus da CitizenGO circulando em Paris (Foto: X/@ADerbyshireAnna)

Um grupo de seis cristãos e um motorista foram presos na segunda-feira em Paris, França, por andarem em um ônibus que exibia uma imagem se opondo à cerimônia de abertura das Olimpíadas e exigindo o fim dos ataques aos cristãos.

Seis membros da equipe do CitizenGO, um grupo de defesa conservador sediado em Madri que se envolve em ativismo principalmente por meio da circulação de petições online, foram detidos e passaram a noite na prisão, informou a organização na terça-feira.

“Seis membros da nossa equipe foram forçados a passar a noite na prisão simplesmente por denunciar a zombaria contra cristãos ao ter a mensagem ‘PAREM OS ATAQUES CONTRA CRISTÃOS’ escrita em um ônibus”, tuitou a CitizenGO, acrescentando que seu ativismo nos ônibus “não é ilegal de forma alguma”.

O ônibus também foi vinculado a uma petição que a organização iniciou exigindo um pedido de desculpas do Comitê Olímpico Internacional por sua cerimônia de abertura, que zombou da Última Ceia com drag queens, genitália masculina exposta e uma DJ lésbica obesa no lugar de Jesus.

“O que acontece se ficarmos em silêncio? Nossa fé, nossos símbolos cristãos, se tornarão uma paródia permanente promovida por lobbies queer, LGBTI e trans, apoiados por nossos líderes globalistas e pela esquerda internacional”, diz a petição, que acumulou mais de 387.000 assinaturas até quarta-feira.

“Esta foi uma paródia deliberada e cruel humilhando nossas crenças mais queridas como cristãos — eles sabem que somos um alvo fácil”, continuou a petição. “E até que os paremos, eles continuarão fazendo isso. Isto é sobre defender nossa fé e garantir que tais palavrões descarados nunca sejam repetidos.”

“Não podemos permitir que eles profanem nosso Senhor Jesus Cristo com tais obscenidades. Se permanecermos em silêncio, estaremos enviando uma mensagem de que tal desrespeito é aceitável.”

No que a CitizenGO sugeriu ser uma demonstração de “perseguição política e ideológica anticristã”, os membros da equipe teriam sido presos em condições “grosseiras”, revistados e proibidos de ligar para seus advogados ou de ter acesso à água.

De acordo com um comunicado de imprensa do fundador da CitizenGO, Ignacio Arsuaga, o ônibus estava circulando por Paris desde as 9h sem incidentes até que a polícia francesa o cercou e o parou sob a mira de uma arma, prendendo os seis manifestantes e o motorista do ônibus por volta das 19h.

Arsuaga alegou, sem provas, que a polícia foi enviada para parar o ônibus por um promotor francês sob ordens do presidente francês Emmanuel Macron.

Ele acrescentou que sua organização planeja abrir um processo contra Macron, o promotor e a polícia francesa.

“Os governos acordados estão se tornando cada vez mais totalitários”, disse ele.

O advogado da CitizenGO teria garantido a libertação dos manifestantes em algum momento depois das 4 da manhã do dia seguinte e afirmou que eles não fizeram nada ilegal.

“Parece impossível constituir o crime de não comunicar um protesto porque não há protesto na presença de um único veículo”, disse o advogado. “O promotor levou a lei ao limite para parar o ônibus e limitar sua liberdade de expressão. Além disso, o procedimento foi irregular.”

O CitizenGO também tuitou imagens do ônibus deles sendo escoltado pela polícia para fora de Paris após as prisões.

“Eles são valentões tirânicos e anticristãos”, disse CitizenGO. “É absurdo.”

A CitizenGo, embora fundada na Espanha, afirma ter membros de equipe em 15 cidades em três continentes e campanhas em 11 idiomas com o objetivo de influenciar governos e organizações em 50 países diferentes, de acordo com seu site.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Mauro Henrique anuncia que não participará da nova turnê do Oficina G3

Cantor Mauro Henrique (Foto: Reprodução)
Cantor Mauro Henrique (Foto: Reprodução)

O vocalista Mauro Henrique, conhecido por sua atuação no Oficina G3, anunciou que não fará parte da nova turnê da banda. Em um vídeo publicado em suas redes sociais, Mauro explicou que foi convidado pelo empresário da banda, mas achou estranho que nenhum dos membros do grupo tenha entrado em contato pessoalmente com ele. “Ano passado, o empresário deles me convidou para participar da turnê. Confesso que achei estranho ninguém da banda ter vindo pessoalmente falar comigo”, disse Mauro.

Após muita reflexão e aconselhamento, Mauro decidiu que não participará da turnê, citando a importância de sua saúde mental e paz de espírito. “Houve momentos traumáticos para mim, eu só consegui entender e resolver isso dentro de mim após os últimos anos com terapia, reflexão e oração,” afirmou Mauro. Ele destacou que sua decisão foi baseada em sua necessidade de manter a paz interior. “Só de pensar em participar da turnê, eu me sentia novamente vulnerável, ansioso e angustiado,” explicou.

Mauro também falou sobre os desafios e traumas não resolvidos de seu tempo na banda, e como a terapia o ajudou a lidar com essas questões. “Eu tenho a consciência limpa de ter tentado ao máximo resolver as questões, em inúmeros diálogos, rasgando meu coração para que houvesse reconciliação,” disse. Ele enfatizou que, apesar de todos os esforços, os problemas acumulados se tornaram uma grande bola de neve. “Foram muitos problemas mal resolvidos e até mesmo não resolvidos, feridas abertas, traumas não tratados,” revelou.

Apesar de sua decisão de não participar da turnê, Mauro expressou seu desejo de que tanto ele quanto os membros do Oficina G3 possam um dia curar essas feridas. “Eu espero sinceramente que a gente possa curar tudo isso de forma genuína algum dia,” comentou. Ele também desejou sucesso à banda e agradeceu aos fãs pelo apoio contínuo. “Agradeço a cada um de vocês que estão comigo desde o início, aos que chegaram também agora,” disse Mauro.

Mauro Henrique é um músico multifacetado, atuando como cantor, compositor, multi-instrumentista e produtor musical. Ele participou de várias bandas antes de se juntar ao Oficina G3 e continua sua carreira solo com projetos como o “Mauro Loop Sessions” e a “Forma Tour”​.

Fonte: Fuxico Gospel

China: cristão é condenado a 5 anos de prisão

Martelo da Justiça tendo ao fundo a bandeira da China (Foto: canva)
Martelo da Justiça tendo ao fundo a bandeira da China (Foto: canva)

Um tribunal de Guiyang, capital da província de Guizhou, na China, condenou o presbítero Zhang Chunlei, de uma igreja doméstica, a cinco anos de prisão por “subversão do poder do Estado” e “fraude”. A sentença ocorreu em um processo rigorosamente regulamentado que limitou a presença do público, de acordo com um relatório.

O Tribunal Popular Intermediário de Guiyang condenou Zhang, da Igreja Reformada Guiyang Ren’ai, que sofre de cirrose hepática, em 24 de julho, disse o grupo Christian Solidarity Worldwide (CSW), com sede no Reino Unido.

Os problemas legais do Élder Zhang começaram quando ele foi detido em 16 de março de 2021, após sua visita a uma delegacia de polícia local. Ele estava perguntando sobre o paradeiro de 10 colegas membros da igreja que haviam sido detidos durante uma batida policial em uma propriedade privada onde estava sendo realizado um retiro da igreja.

Depois de sua detenção, Zhang foi formalmente preso em 1º de maio de 2021, sob suspeita de fraude. Mais tarde, em janeiro de 2022, veio à tona que uma acusação adicional havia sido feita contra ele – “incitação à subversão do poder do Estado”. Desde então, ele tem sido mantido em detenção contínua, um período marcado pela deterioração de sua condição de saúde devido à cirrose hepática, da qual sua família só ficou sabendo recentemente.

Quando Zhang entrou na prisão, ele gozava de boa saúde, disse Yang, de acordo com a Bitter Winter, uma revista dedicada a cobrir questões de liberdade religiosa na China. Entretanto, enquanto estava detido, ele desenvolveu colecistite e foi hospitalizado em agosto de 2023. Ele recebeu suporte intravenoso por mais de 20 dias antes de ser diagnosticado com cirrose hepática.

Apesar de seu estado crítico, Zhang foi devolvido à prisão. De acordo com Yang, sua sobrevivência agora está em risco nessas condições. Ela insiste que ele precisa de tratamento médico adequado fora do ambiente da prisão.

Em sua decisão, o tribunal disse que Zhang cumpriria três anos e seis meses por incitar a subversão do poder do Estado, com mais dois anos pela acusação de fraude, totalizando cumulativamente uma sentença de cinco anos.

A sentença inclui o tempo já passado em detenção, estabelecendo sua data de libertação em 16 de março de 2026.

O tribunal também determinou a recuperação de 14.400 yuans (cerca de US$ 2.000) pelos crimes relacionados à fraude e impôs uma multa adicional de 5.000 yuans (US$ 700).

Os procedimentos do tribunal foram rigidamente controlados, com restrições impostas à presença do público, observou a CSW, dizendo que apenas a esposa de Zhang, Yang Aiqing, foi autorizada a entrar na sala do tribunal, sob a condição estrita de não ter seu telefone com ela, que teve de guardar em um armário.

O fundador da CSW, Mervyn Thomas, criticou veementemente as acusações e a sentença.

“As acusações contra o Élder Zhang Chunlei são completamente infundadas. Ele não deveria ter passado os últimos três anos em detenção por causa delas e certamente não deveria ter sido condenado a mais tempo na prisão”, disse Thomas. Ele pediu a libertação imediata e incondicional de Zhang e exigiu reparações pelo sofrimento injusto sofrido por Zhang e sua família.

Bitter Winter observou anteriormente que as sentenças severas fazem parte de uma agenda mais ampla do governo do presidente Xi Jinping. A política visa coagir todas as igrejas protestantes a se fundirem com a Igreja das Três Autonomias, sancionada pelo Estado, limitando sua independência e alinhando seus ensinamentos às ideologias comunistas.

A Portas Abertas, que monitora a perseguição aos cristãos em todo o mundo, disse que a perseguição aos cristãos na China faz parte de um esforço amplo para controlar a prática religiosa no país. Isso inclui regulamentações rigorosas e vigilância digital aprimorada, visando especificamente as “igrejas domésticas” não registradas.

A perseguição também é testemunhada em regiões dominadas pelo budismo ou pelo islamismo, onde os convertidos ao cristianismo estão sob grave ameaça, de acordo com a Open Doors. No entanto, a pressão está aumentando progressivamente em todo o país, com a vigilância digital afetando amplamente os cristãos, especialmente aqueles envolvidos com igrejas domésticas.

O Élder Zhang está supostamente se preparando para apelar de sua sentença.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Plano para atentado terrorista em igrejas é frustrado na Indonésia

Igreja protestante na Indonésia (Foto: Canva Pro)
Igreja protestante na Indonésia (Foto: Canva Pro)

Na última semana, autoridades na Indonésia prenderam um jovem de 19 anos, membro de um grupo extremista islâmico, e seus pais, que planejavam um ataque suicida a duas igrejas no país.

O jovem, que é estudante do ensino médio, foi identificado apenas pelas iniciais, HOK. Ele foi preso no dia 31 de julho, quando estava a caminho da cidade de Batu, província Java Oriental.

Aswin Siregar, porta-voz do Destacamento Especial Antiterrorista 88, informou em uma entrevista coletiva em Jacarta, que HOK é membro do Dawlah Islamiyah, um grupo afiliado ao Estado Islâmico.

Segundo ele, o esquadrão do Destacamento Especial 88 e a polícia de Batu estavam envolvidos na prisão.

Ele também alegou que o jovem e seus cúmplices estavam planejando realizar atentados suicidas usando explosivos de triacetona triperóxido (TATP) em duas igrejas cristãs em Malang Regency, Java Oriental.

De acordo com o Morning Star News, TATP é conhecida como a “Mãe de Satã”, e é um explosivo altamente perigoso.

“Investigações preliminares indicaram que o HOK frequentemente acessava vários sites contendo propaganda do Dawlah Islamiyah que o levaram a tentar realizar atentados suicidas”, disse Aswin.

“Ele acessou vários sites contendo recomendações ou propaganda do Dawlah Islamiyah. Então ele também obteve informações da mídia social e sentiu vontade de realizar o atentado suicida”, acrescentou.

Extremismo local

Segundo o Tribun Jakarta, o suspeito comprou explosivos e outras ferramentas necessárias para o ataque com economias de bolsas escolares.

Os pais de HOK também foram presos e a polícia deteve outras pessoas para interrogatório.

“A Densus 88 ainda está investigando a possibilidade de suas ligações com outras redes de apoio ao ISIS”, afirmou Aswin.

E continuou: “De fato, houve várias pessoas que foram questionadas, incluindo seus pais ou familiares. Os pais do suposto terrorista foram presos a caminho de Jacarta em um trem. Isso também confirma que não havia explosivos ou bombas carregados pelos pais do suspeito”.

Aswin informou que a polícia prendeu outro suspeito de terrorismo em Solo, Java Central, que estava a caminho de Jacarta de trem.

HOK e sua família são moradores de Jacarta, mas alugaram uma casa na cidade de Batu duas vezes nos últimos anos.

O chefe da associação local de moradores da região, identificado apenas como Yulianto, contou que a família era reservada e não tinha muito contato com os vizinhos.

A Indonésia ficou em 42º lugar na Lista Mundial da Perseguição da Missão Portas Abertas de 2024 dos lugares mais difíceis para ser cristão.

Fonte: Guia-me com informações de Morning Star News

Olimpíadas de Paris: advogados cristãos representam contra a França por profanação religiosa

A obra de Leonardo da Vinci "A Última Ceia" foi encenada por drag Queens na cerimônia de abertura das olimpíadas de Paris (Foto: Reprodução/Redes sociais)
A obra de Leonardo da Vinci "A Última Ceia" foi encenada por drag Queens na cerimônia de abertura das olimpíadas de Paris (Foto: Reprodução/Redes sociais)

Durante a cerimônia de abertura das Olimpíadas de Paris 2024, uma apresentação supostamente artística realizada por um grupo de drag queens reproduziu uma cena de banquete que remetia diretamente à imagem pintada por Leonardo Da Vinci na mundialmente famosa tela denominada Santa Ceia. O fato repercutiu imediatamente na mídia e nas redes sociais, com cristãos de vários países criticando e lamentando o que consideraram uma grave afronta e profanação à fé cristã.

Em consequência, nesta última sexta-feira (26), a Fundação Espanhola de Advogados Cristãos apresentou à Comissão Europeia e à Organização das Nações Unidas (ONU) uma queixa formal contra a França. A fundação entregou ao Comitê Olímpico Internacional, na Suíça, um documento com mais de 100 mil assinaturas, coletadas em poucas horas, em que pede sanções contra os organizadores dos Jogos de Paris.

Poland Castellanos, presidente da fundação, declarou: “Se o ataque sem precedentes contra os cristãos ocorrido nos Jogos Olímpicos da França não tiver consequências e os responsáveis não forem punidos, corremos o risco de enfrentar episódios semelhantes nos próximos Jogos Olímpicos e em outras ocasiões”. Castellanos enfatizou a necessidade urgente de conter o aumento da cristofobia na Europa.

O advogado Jean Marques Regina, vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito e Religião (IBDR), ressaltou que houve uma clara violação dos pactos internacionais. “É fundamental respeitar a confissão religiosa. Embora seja possível criticar uma religião de maneira veemente, não é aceitável vilipendiar ou atacar a dignidade humana das pessoas que seguem uma determinada crença”.

Jean observou que, ao contrário do Brasil, a Europa está passando por um processo acelerado de secularização, o que tem causado fissuras na ordem social de vários países. Ele acredita que há uma “aceleração do laicismo hostil à religião, que se manifestou até mesmo nos Jogos Olímpicos, com o apoio do Comitê Olímpico Internacional, tornando-se evidente na cena de profanação”.

Para Jean, a encenação representa uma tentativa de imposição da cultura woke [sinônimo de políticas liberais]. No entanto, ele acredita que a luta deve ser para reconhecer a diversidade religiosa, mesmo em estados laicos. Em vez de promover apenas a diversidade, deveria haver um esforço para criar um pluralismo baseado em colaboração, “onde os diferentes se sentam à mesa e concordam com um conjunto mínimo de valores para conviver pacificamente”, concluiu Jean.

A denúncia

A Fundação Espanhola de Advogados Cristãos alega que o espetáculo violou diversos artigos da Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia: o artigo 10, que garante a liberdade de pensamento, consciência e religião; o artigo 21, que trata do direito à não-discriminação; e o artigo 22, que protege a diversidade cultural, religiosa e linguística.

Além disso, a fundação apresentou uma queixa ao gabinete da relatora especial da ONU para a liberdade religiosa, Nazila Ghanea, alegando violação do artigo 2.º da Declaração Universal dos Direitos Humanos. A denúncia também sustenta que foram infringidos os artigos 2.º e 26 do Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos, ratificado pela França, que exigem que os Estados signatários respeitem e garantam os direitos contidos no pacto e proíbam qualquer forma de discriminação.

Outro ponto levantado é a violação dos artigos 2.º, 3.º e 4.º da Declaração sobre a Eliminação de Todas as Formas de Intolerância e Discriminação Baseadas na Religião ou Convicções.

Fonte: Comunhão

Lei pode punir pais que evangelizam filhos no Uzbequistão

Criança lendo a Bíblia (Foto: Reprodução)
Criança lendo a Bíblia (Foto: Reprodução)

No dia 25 de junho, a Câmara Legislativa do parlamento no Uzbequistão aprovou a primeira etapa do projeto de lei de “proteção dos direitos das crianças”. No entanto, na prática, a legislação proíbe os pais de compartilharem a fé com os filhos e qualquer educação religiosa de menores de 18 anos.

Já existem outras leis que restringem o ensino religioso para menores de idade, mas elas não incluíam pais e responsáveis pelas crianças. Agora, nem mesmo no ambiente doméstico as crianças e adolescentes poderão ouvir sobre o amor de Jesus. Caso a lei seja desobedecida, os pais podem ser obrigados a pagar uma multa no valor de um salário mínimo ou cumprir uma sentença de 15 dias de prisão.

Igrejas domésticas ameaçadas

A legislação está em análise na segunda etapa de aprovação pelo parlamento. ONGs e representantes da sociedade civil têm se posicionado contra a censura aos pais na educação dos filhos e liberdade religiosa das crianças. Segundo analista da Lista Mundial da Perseguição 2024, a lei ameaça as igrejas domésticas no Uzbequistão também.

A nova regra afirma que além de os pais não poderem ensinar sua religião aos filhos, não podem levá-los a igrejas não registradas – que é a realidade de inúmeras congregações cristãs sem documentação por causa da perseguição das autoridades uzbeques. Encontros secretos de jovens cristãos, que envolvem estudos bíblicos, cursos de preparação vocacional e cultos de louvor, também se tornarão ainda mais difíceis de acontecer caso a lei seja aprovada.

A restrição religiosa a menores de idades não se restringe ao Uzbequistão. Outros países da Ásia Central, como o Quirguistão e o Cazaquistão, têm leis semelhantes e organizam batidas policiais em acampamentos de jovens cristãos. No Tajiquistão, por exemplo, os jovens correspondem a 50% da igreja, portanto, essas leis deixam a comunidade cristã muito limitada.

Fonte: Portas Abertas

Ads
- Publicidade -
-Publicidade-