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Bancada evangélica se mobiliza para vetar PL que legaliza jogos de azar

Senado Federal (foto: Reprodução)
Senado Federal (foto: Reprodução)

A articulação entre os deputados evangélicos contrários ao Projeto de Lei (PL) 2.234/22 – que legaliza os jogos de azar – não foi suficiente para evitar sua aprovação no Plenário da Câmara dos Deputados, em fevereiro do ano passado, e nem na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, em junho deste ano. No entanto, senadores cristãos ainda vêm se mobilizando para derrubar essa proposição, que já foi objeto de discussão em sessão de debates temáticos no órgão, no mês passado.

Apesar de alguns sites de notícias terem divulgado que o projeto seria votado logo após o primeiro turno das eleições, a Assessoria de Imprensa da Presidência do Senado disse à Comunhão que não há informações de que o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco, tenha feito essa afirmação.

De acordo com o senador Magno Malta (PL-ES), a Frente Parlamentar Evangélica (FPE) da Câmara Alta está se articulando internamente e junto a outros parlamentares para barrar o Projeto de Lei. Para Malta, esta proposição pode trazer consequências desastrosas à sociedade brasileira. “Sou firmemente contrário à legalização dos jogos de azar no Brasil, pois isso acarretaria consequências sociais e econômicas negativas, como o aumento da criminalidade, a exploração dos mais vulneráveis e os riscos de vício, entre outros”, declarou o parlamentar.

Magno Malta frisou que tem feito uma campanha intensa nas redes sociais no intuito de conscientizar as pessoas acerca dos perigos envolvidos na liberação dos cassinos e do jogo do bicho. “Precisamos da participação de todos nessa luta. Afinal, nosso país não pode se tornar um ‘paraíso da contravenção’”, alertou o senador.

Segundo reportagem feita pela Agência Senado, na ocasião da sessão de debates o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco, reconheceu a complexidade da proposição, que abrange aspectos econômicos e sociais. “Devemos avaliar cuidadosamente eventuais benefícios, como geração de empregos e receitas para o Estado brasileiro, mas também os riscos e desafios, incluindo prevenção da lavagem de dinheiro e combate ao crime organizado, além do problema social e de saúde pública relativo à ludopatia [vício em jogos]”, salientou o senador à agência de notícias.

No dia do debate, a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) também se pronunciou e alertou para os riscos da lavagem de dinheiro por parte de facções criminosas e bicheiros, além de o país não dispor de estrutura suficiente para controle e fiscalização dos jogos de azar.

“O que mais me traz para este debate é a questão da corrupção, da lavagem de dinheiro. Temos notas técnicas da PGR [Procuradoria-Geral da República] e da PF [Polícia Federal], de 2017, que já apontavam essa preocupação. Acho que elas ainda têm validade e podemos voltar a perguntar a esses órgãos se eles mudaram a posição, se o Brasil melhorou os seus órgãos de controle. Essa preocupação ainda é muito atual”, salientou a senadora na ocasião.

Fonte: Comunhão

Igrejas do Líbano abrem suas portas em meio a ataques aéreos

Bandeira do Líbano (Foto: Canva Pro)
Bandeira do Líbano (Foto: Canva Pro)

Igrejas no Líbano se tornaram santuários para pessoas deslocadas por ataques aéreos israelenses.

Embora os ataques aéreos tenham como alvo o grupo militante Hezbollah, a coordenadora do projeto Ajuda à Igreja que Sofre no Líbano, Marielle Boutros, disse que as consequências são de longo alcance e “afetam a todos”, mas especialmente aqueles que vivem no sul, uma parte do país que abriga muitos cristãos.

A Ajuda à Igreja que Sofre (ACN) está fazendo parceria com organizações religiosas locais para ajudar os milhares de pessoas que foram deslocadas desde o início dos bombardeios na segunda-feira.

“As pessoas agora estão morando em salões de igreja, então precisarão de comida, produtos sanitários, colchões, cobertores. E se isso continuar, precisaremos de aquecimento para o inverno, embora, é claro, esperemos que isso não dure tanto tempo”, disse ela.

Os cristãos estão entre as pessoas que perderam suas casas. Alguns buscaram refúgio em Beirute, Monte Líbano e regiões do norte.

Beirute, que a ACN disse ser um “reduto do Hezbollah”, também foi alvo de ataques aéreos.

Boutros explicou o impacto: “Beirute não é uma cidade grande, então se uma parte de Beirute for atacada, toda Beirute sentirá, e o dia todo as pessoas ouvirão o som de aeronaves militares ou drones.”

Ela teme que o conflito em curso possa acelerar a migração cristã do Líbano e diminuir a presença cristã na região.

Escolas que já recebiam apoio da ACN no Líbano foram fechadas devido à violência e as aulas estão sendo ministradas online.

Tragicamente, dezenas de crianças estão entre as centenas de vítimas até agora.

Boutros pediu que os cristãos orem para que a paz “finalmente chegue ao Líbano e a toda a região, e por um fim justo ao conflito atual”.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Frequentar igreja pode prolongar a vida mais do que dieta e exercícios, diz pesquisador

Cristãos adorando durante culto (Foto: Canva Pro)
Cristãos adorando durante culto (Foto: Canva Pro)

Frequentar cultos religiosos regularmente pode trazer benefícios para a saúde que vão além da espiritualidade. Segundo o pesquisador Dan Buettner, especialista em longevidade, quem frequenta igrejas ou outros templos com regularidade pode viver entre 4 a 14 anos a mais do que aqueles que não participam de atividades religiosas.

Essa afirmação foi feita durante o programa “Mornings with Maria”, da apresentadora Maria Bartiromo na Fox Business Network, que é transmitido nos Estados Unidos. Dan Buettner explicou que a participação em uma comunidade religiosa traz benefícios que ultrapassam os efeitos de uma dieta balanceada ou prática de exercícios físicos. Ele é famoso por seus estudos sobre as “Zonas Azuis” — áreas do mundo onde as pessoas vivem mais — descobriu que quase todos os centenários entrevistados faziam parte de alguma comunidade de fé.

Impacto da fé na saúde

De acordo com Buettner, frequentar a igreja ao menos quatro vezes por mês pode aumentar significativamente a expectativa de vida. Isso acontece porque o envolvimento religioso não apenas fortalece a saúde espiritual, mas também reduz o estresse, promove um senso de propósito e proporciona um ambiente de apoio comunitário. Ele ressalta que os afro-americanos, em especial, podem ganhar até 14 anos extras de vida ao participarem ativamente de cultos.

Além disso, o pesquisador comparou os efeitos da prática religiosa com hábitos saudáveis. Enquanto uma alimentação balanceada e a prática de exercícios físicos podem prolongar a vida em até 10 anos, o efeito da fé e da comunidade pode superar esses números. Ainda que dieta e exercícios continuem sendo essenciais, Buettner destaca que a combinação de fatores espirituais e sociais é uma fórmula poderosa para uma vida mais longa e saudável.

A frequência aos cultos não apenas auxilia na longevidade, mas também promove o bem-estar emocional e mental. Práticas como oração e meditação ajudam a diminuir a ansiedade, o que, por sua vez, impacta positivamente a saúde física. Além disso, sentir-se parte de uma comunidade e ter um senso de propósito são aspectos vitais para a saúde mental, algo que Buettner observou em todas as “zonas azuis” do mundo.

Frequentar a igreja também cria uma rede de apoio que pode fazer a diferença nos momentos difíceis, o que é uma grande vantagem quando se trata de manter uma vida equilibrada e saudável. Assim, além do cuidado com o corpo, o cuidado com a alma — através da comunhão com Deus e com os irmãos na fé — congregar se mostra um componente essencial para uma vida longa e plena.

Diante das descobertas de Buettner, a mensagem para os cristãos de todas as denominações é clara: a fé não é apenas um caminho para a eternidade, mas também um meio de fortalecer a vida aqui na Terra. Frequentar a igreja não apenas aproxima de Deus, mas também conecta a uma vida mais saudável e feliz. Que tal incluir a igreja na sua rotina como parte do seu cuidado com a saúde?

Fonte: Comunhão

Testemunhas de Jeová têm direito de recusar procedimento que envolva transfusão de sangue, decide STF

Pleno do Supremo Tribunal Federal (STF) - Foto: STF
Pleno do Supremo Tribunal Federal (STF) - Foto: STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) definiu, nesta quarta-feira (25), que a liberdade religiosa de uma pessoa pode justificar o custeio de tratamento de saúde diferenciado pelo poder público. Por unanimidade, ficou decidido que Testemunhas de Jeová, adultas e capazes, têm o direito de recusar procedimento médico que envolva transfusão de sangue. Também decidiram que o Estado tem a obrigação de oferecer procedimentos alternativos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS), ainda que seja necessário recorrer a estabelecimentos em outras localidades.

Segundo o presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, o resultado do julgamento reafirma a posição do Supremo em favor da liberdade religiosa, compatibilizando-a com os direitos constitucionais à vida e à saúde.

A decisão se deu nos Recursos Extraordinários (REs) 979742 e 1212272, de relatoria dos ministros Barroso e Gilmar Mendes, respectivamente. A posição do Plenário foi de que o direito à liberdade religiosa exige que o Estado garanta as condições adequadas para que as pessoas vivam de acordo com os ritos, cultos e dogmas de sua fé, sem coerção ou discriminação. As teses fixadas são de repercussão geral e devem ser aplicadas em todas as instâncias.

A opção pelo tratamento alternativo deve ser tomada de forma livre, consciente e informada sobre as consequências e abrange apenas o paciente. Quando estiver em jogo o tratamento de crianças e adolescentes, deve prevalecer o princípio do melhor interesse para a saúde e a vida desse grupo – ou seja, a liberdade religiosa não autoriza que pais impeçam o tratamento médico de filhos menores de idade.

Casos concretos

No Recurso Extraordinário (RE) 979742, a União recorre de decisão que a condenou, junto com o Estado do Amazonas e o Município de Manaus, a arcar com toda a cobertura médico-assistencial de uma cirurgia de artroplastia total em outro estado para a paciente, uma vez que o procedimento sem uso de transfusão de sangue não é ofertado no Amazonas.

Em relação ao Recurso Extraordinário (RE) 1212272, o caso é de uma paciente encaminhada para a Santa Casa de Maceió para uma cirurgia de substituição de válvula aórtica. O procedimento foi rejeitado após ela se negar a assinar um termo de consentimento caso precisasse receber transfusões de sangue.

Teses

As teses de repercussão geral fixada são as seguintes:

RE 979742

1 – Testemunhas de Jeová, quando maiores e capazes, têm o direito de recusar procedimento médico que envolva transfusão de sangue, com base na autonomia individual e na liberdade religiosa.

2 – Como consequência, em respeito ao direito à vida e à saúde, fazem jus aos procedimentos alternativos disponíveis no SUS podendo, se necessário, recorrer a tratamento fora de seu domicílio.

RE 1212272

1 – É permitido ao paciente, no gozo pleno de sua capacidade civil, recursar-se a se submeter a tratamento de saúde por motivos religiosos. A recusa a tratamento de saúde por motivos religiosos é condicionada à decisão inequívoca, livre, informada e esclarecida do paciente, inclusive quando veiculada por meio de diretiva antecipada de vontade.

2 – É possível a realização de procedimento médico disponibilizado a todos pelo Sistema Único de Saúde, com a interdição da realização de transfusão sanguínea ou outra medida excepcional, caso haja viabilidade técnico-científica de sucesso, anuência da equipe médica com a sua realização e decisão inequívoca, livre, informada e esclarecida do paciente.

Fonte: STF

Ucrânia: mais de 200 igrejas evangélicas foram destruídas desde a invasão da Rússia

Bandeira da Ucrânia em frente a um prédio residencial destruído pela guerra da Rússia (Fotos: Canva com montagem de Folha Gospel)
Bandeira da Ucrânia em frente a um prédio residencial destruído pela guerra da Rússia (Fotos: Canva com montagem de Folha Gospel)

A organização cristã Mission Eurasia, juntamente com o Instituto para a Liberdade Religiosa (IRF) da Ucrânia, lançou recentemente o relatório Fé sob fogo, sobre a situação da liberdade religiosa no país em meio à guerra com a Rússia.

O relatório “destaca uma situação terrível que exige atenção e ação global imediata” e a documenta, “fornecendo evidências contundentes da devastação causada nos últimos 21 meses”.

Ela revela “uma realidade chocante onde comunidades religiosas e estruturas afiliadas são sistematicamente visadas, apreendidas e destruídas, enquanto as liberdades religiosas são severamente restringidas, tudo exacerbado pela guerra brutal em curso”, apontam os autores.

Segundo o relatório, pelo menos 630 locais de culto foram destruídos ou danificados, incluindo mais de 600 igrejas cristãs, das quais 206 eram evangélicas.

A maior parte da destruição de igrejas foi resultado de mísseis, drones e artilharia russos, mas “toda semana surgem novos relatos sobre o saque ou ocupação de outra igreja por soldados russos, para serem usadas indevidamente como bases militares ou como esconderijos para posições de tiro”, afirma o relatório.

O maior número de igrejas, casas de oração, sinagogas e mesquitas foram destruídas na região de Donetsk (pelo menos 146), Luhansk (pelo menos 83) e Kherson (pelo menos 78).

Proibição de atividade religiosa

O relatório lembra que, no início da invasão, os soldados russos não deram atenção aos locais de culto porque não os consideravam “participantes independentes e influentes na sociedade civil, mas apenas centros humanitários”.

Entretanto, por volta de maio-junho de 2022, soldados russos proibiram totalmente a ajuda humanitária vinda de territórios controlados pelo governo ucraniano, de modo que as igrejas ucranianas não puderam mais ajudar ativamente os necessitados como faziam antes.

Depois disso, diz o relatório, soldados russos começaram a invadir casas de oração , frequentemente durante serviços religiosos. Eles “conduziram buscas, fizeram listas dos membros da igreja que estavam presentes e coletaram suas informações pessoais e biométricas, que usaram para vigilância posterior”.

Os militares russos também exigiram “planos de atividades atuais de algumas igrejas: quais eventos serão organizados durante a semana, quem será o responsável e notas de sermão para o próximo culto”, e “poderiam proibir um culto na igreja se não gostassem ou se incomodassem com uma atividade específica”, explica o relatório.

Repressões ocorreram tanto em cidades quanto em pequenas vilas. Elas foram direcionadas contra igrejas de todas as denominações. As únicas exceções foram as paróquias da Igreja Ortodoxa Ucraniana afiliadas ao Patriarcado de Moscou , com a condição de que seus padres afirmassem sua lealdade às autoridades de ocupação.

Perseguição de líderes religiosos

Em abril de 2023, o Instituto para o Estudo da Guerra relatou que, desde o início da invasão da Ucrânia, as autoridades russas mataram ou sequestraram pelo menos 29 padres ou líderes religiosos.

De acordo com a Mission Eurasia, “novas evidências de abuso, humilhação e tortura de padres, pastores e outras figuras religiosas em territórios ucranianos controlados pela Rússia vêm constantemente de várias denominações”.

“Agora pode ser afirmado que as repressões de figuras religiosas pelas autoridades de ocupação russas são cada vez mais brutais e sistêmicas. O perigo para ministros da igreja em territórios ocupados está crescendo”, acrescentam.

O governo russo justifica essa violência com alegações de supostas “atividades extremistas” contra a Lei Yarovaya de 2016, que proibiu atividades de grupos religiosos minoritários, como igrejas evangélicas.

Recomendações

O relatório conclui propondo 12 recomendações, “para responder às ações arbitrárias das autoridades russas nos territórios ocupados da Ucrânia”.

As medidas “visavam acabar com a opressão das minorias religiosas, levar os culpados à justiça e prestar assistência às comunidades religiosas em situações de sobrevivência”.

Você pode ler o relatório completo aqui.

Folha Gospel com informações de Evangelical Focus

Morre pastor Hueslen Ricardo Santos após queda de andaime

Pastor Hueslen Ricardo Santos (Foto: Reprodução/Rede Social)
Pastor Hueslen Ricardo Santos (Foto: Reprodução/Rede Social)

O pastor Hueslen Ricardo Santos, de 50 anos, faleceu após cair de um andaime a cerca de cinco metros de altura no pavilhão dos Gideões Missionários da Última Hora, em Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina, nesta quarta-feira (25). A morte foi confirmada às 15h15.

“A Direção do Hospital Municipal Ruth Cardoso, comunica que o paciente Hueslen Ricardo Santos, evoluiu ao óbito às 15h15 desta quarta-feira (25). O corpo será encaminhado ao IML, pois todos os óbitos por causas externas ou violentas devem ser atestados pelo IML”, informou a assessoria do hospital, por meio de nota.

Hueslen era pastor da Assembleia de Deus e coordenador do Sistema de Comunicação dos Gideões Missionários da Última Hora, uma entidade religiosa vinculada à denominação. Ele tinha mais de 94 mil seguidores em uma rede social.

De acordo com os profissionais do Corpo de Bombeiros, o pastor caiu enquanto realizava manutenções na parte interna do telhado do pavilhão. O local abriga anualmente o Congresso dos Gideões, um dos maiores eventos de missionários evangélicos do Brasil.

Ele foi levado em estado grave ao Hospital Municipal Ruth Cardoso, em Balneário Camboriú. Durante os primeiros socorros, os bombeiros identificaram traumatismo cranioencefálico, além de ferimentos na cabeça e diminuição do nível de consciência. Além disso, estava com os sinais vitais instáveis e apresentava equimose periorbital (uma condição caracterizada pela presença de grandes manchas roxas ao redor dos olhos, causadas por sangramentos internos na face).

Fonte: Comunhão

Livro “Pega Leve!” reúne princípios bíblicos para o bem-estar

Pastor, escritor e palestrante, Davi Lago. (Foto: Willian Girelli)
Pastor, escritor e palestrante, Davi Lago. (Foto: Willian Girelli)

Com o objetivo de refletir sobre a vida à luz das Escrituras e entender como promover o bem-estar no dia a dia, o livro “Pega Leve!”, do pastor, escritor e palestrante Davi Lago, propõe um conjunto de dez reflexões em torno de dez áreas diferentes da vida.

“Estou há 20 anos pastoreando. Nesse tempo, adquiri um conjunto de experiências que o ministério pastoral possibilita ao ouvir pessoas e seus desafios. Escrevi o livro ‘Pega Leve!’ processando essas lições da vida, algo que as Escrituras nos ensinam à fazer”, conta Davi.

Lago afirma que as pesquisas apontam que pela primeira vez a ansiedade ultrapassou a depressão, como o maior desafio de saúde mental do mundo. Hoje, existem 300 milhões de pessoas ansiosas no planeta, mas nas Escrituras encontramos lições para este tempo.

“Vivemos em uma sociedade tão acelerada que não paramos para refletir sobre nossa própria vida, o que é um erro do ponto da espiritualidade cristã. Logo, pensar sobre a própria vida à luz das Escrituras é transformador, revisitando objetivos, motivações e relacionamentos em áreas decisivas da nossa vida”, afirma Davi.

O autor de “Pega Leve!”, também enfatiza um conselho para líderes religiosos na obra. “Pastores precisam entender que não são super heróis. Algumas pessoas acham que vão salvar o mundo com a própria força, mas o Salvador tem nome, é Jesus, Ele é quem nos fortalece”, finaliza.

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  • Idioma ‏ : ‎ Português
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Fonte: Comunhão

Congresso de Lausanne: brasileira destaca avanço missionário

Sarah Breuel durante ministração no 4º Congresso de Lausanne, na Coreia do Sul. (Captura de tela/YouTube/ Lausanne Movement)
Sarah Breuel durante ministração no 4º Congresso de Lausanne, na Coreia do Sul. (Captura de tela/YouTube/ Lausanne Movement)

No último domingo, 22 de setembro de 2024, teve início o 4º Congresso de Lausanne em Seul, na Coreia do Sul, marcando um dos maiores encontros globais da igreja cristã.

Com mais de 5.000 participantes representando quase todas as nações, a cerimônia de abertura foi um testemunho da diversidade e da unidade dos cristãos ao redor do mundo.

Na cerimônia de abertura, o diretor executivo global de Lausanne, Dr. Michael Oh, afirmou que, à medida que o mal se torna “mais visível no mundo”, não é hora de a Igreja “se acovardar” ou recuar, mas sim de anunciar Cristo.

Sob o tema “Que a Igreja declare e mostre Cristo juntos”, o congresso busca fortalecer a missão de compartilhar o Evangelho de maneira integrada e colaborativa, em um momento de crescente desafios sociais e espirituais.

Missão global

No segundo dia de atividades, nesta segunda-feira (23), o foco principal das sessões foi o empoderamento pelo Espírito Santo para impulsionar a missão global de espalhar o Evangelho.

Durante o dia, houve Sessões Plenárias e discussões estratégicas que abordaram uma variedade de temas, desde a evangelização em contextos multiculturais até o papel da igreja em questões de justiça social.

Líderes cristãos de diferentes partes do mundo compartilharam suas experiências e visões, reforçando a necessidade de uma igreja unida e capacitada para enfrentar os desafios contemporâneos.

Os palestrantes incluem o Dr. Patrick Fung, Embaixador Global da OMF International; o autor e pastor de Purpose Driven Life, Rick Warren; o Dr. Billy Wilson, presidente da Oral Roberts University; e a professora egípcia Anne Zaki.

Brasil representado

Entre os palestrantes de destaque no segundo dia do Congresso esteve a missionária brasileira Sarah Breuel, que atua em Roma, na Itália, onde pastoreia a Igreja Hopera ao lado de seu marido, René Breuel.

Durante sua fala ao auditório lotado, Sarah destacou a urgência em aumentar o número de missionários ao redor do mundo.

“Para a América Latina, veja o que Deus fez. Deus transformou um campo missionário em uma força missionária! Meu marido e eu somos missionários na Itália, apenas dois dos 40.000 missionários brasileiros hoje. América Latina, ocupe seu lugar!”, encorajou Sarah, desafiando os presentes a reconhecer o papel crescente da região na expansão do Evangelho.

Sua mensagem teve um forte tom de despertamento, ao enfatizar a transformação da América Latina de receptora do trabalho missionário para uma fonte ativa de missionários globais.

Sarah Breuel também exaltou o impressionante crescimento do Cristianismo no continente africano, reconhecendo o impacto transformador do trabalho missionário na região.

“África, quem imaginaria que em 120 anos o Cristianismo cresceria de 9 milhões para meio bilhão? O rugido da igreja africana ainda não foi ouvido”, declarou, destacando o potencial ainda não completamente explorado da igreja no continente.

Sua fala destacou a importância de reconhecer o crescimento missionário em regiões que antes eram vistas apenas como campos missionários, mas que agora estão se tornando protagonistas na divulgação do Evangelho.

‘Igreja verdadeiramente global’

Sarah também fez questão de reconhecer o impacto crescente da igreja na Ásia, destacando a importância de aprender com as experiências dos cristãos do continente.

“Ásia, que alegria ter nossos irmãos da China conosco, ensinem-nos as lições aprendidas na perseguição. Igreja coreana, ensine-nos a orar”, disse, exaltando o papel fundamental das igrejas asiáticas no fortalecimento da fé cristã nas demais comunidades do mundo.

Ela ressaltou que Jesus está construindo uma igreja verdadeiramente global, que honra e valoriza todas as suas partes, de norte a sul, de leste a oeste.

Sua fala emocionada reforçou a visão de unidade e interdependência entre os cristãos, independentemente de suas origens geográficas, culturais ou históricas.

Em uma postagem de sua preleção no Instagram do Movimento Lausanne, uma frase de Sarah Breuel foi destacada:

“Somente Deus pode enviar avivamento. Não podemos fazer isso acontecer, mas podemos nos posicionar, orar por isso e remover impedimentos através do arrependimento pessoal e corporativo.”

O 4º Congresso de Lausanne, promovido pelo Movimento Lausanne, acontece de 22 a 28 de setembro, na Songdo Convensia na cidade de Incheon.

Fonte: Guia-me com informações de Lausanne Movement

MP denuncia pastor por importunar sexualmente fiel da igreja no Paraná

Ministério Público do Paraná (Foto: Divulgação/MPPR)
Ministério Público do Paraná (Foto: Divulgação/MPPR)

Um pastor do município de Ibaiti, município do Norte do Paraná, foi denunciado pelo Ministério Público do Paraná (MPPR) nesta terça-feira (24) por importunar sexualmente uma fiel da igreja evangélica em que prega.

A denúncia foi feita por meio da 1ª Promotoria de Justiça da comarca.

A mulher estaria de carona no carro do pastor e após o denunciado ter deixado um outro membro da igreja, ambos ficaram sozinhos no veículo.

Nesse momento, o pastor teria passado as mãos na região genital da vítima e puxado a mão dela para a própria genitália, além de esfregar as pernas na mulher.

Antes de deixar a vítima sair do carro, o pastor ainda teria tentado beijar a mulher na boca. Mas a fiel se desvencilhou e o denunciado a tocou com a boca no pescoço.

O crime de importunação sexual tem pena prevista de um a cinco anos de reclusão. O MPPR ainda requer que o pastor pague uma indenização não inferior a R$ 100 mil à vítima, pelos danos morais sofridos pelo abuso.

Fonte: RIC

Justiça condena a Igreja Universal por constranger pastor a fazer vasectomia

Martelo e balança, símbolos da justiça
Martelo e balança, símbolos da justiça

A 11ª Vara do Trabalho de João Pessoa condenou a Igreja Universal do Reino de Deus a pagar R$ 200 mil em indenização por danos morais, após a instituição constranger um pastor a realizar uma vasectomia.

O juiz George Falcão também reconheceu o vínculo empregatício entre o pastor e a igreja, que atuou de novembro de 2011 a outubro de 2023.

O ex-pastor alegou que foi pressionado a se submeter ao procedimento de esterilização, com relatos de constrangimentos, como a entrega de um envelope com dinheiro para a cirurgia e a proibição de contar aos pais.

Uma testemunha corroborou a pressão para realizar a vasectomia, indicando uma cultura de controle sobre a vida pessoal dos funcionários.

Em sua decisão, o magistrado destacou que não há justificativa para que um empregador interfira de maneira tão invasiva na vida privada de um trabalhador.

Além da indenização, a Igreja foi condenada a regularizar a carteira de trabalho do pastor e a pagar verbas rescisórias. A Igreja Universal afirmou que recorrerá da decisão, alegando que se trata de um caso isolado.

Fonte: Paraíba Online

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