Novo visual da ex-cantora gospel Priscilla Alcantara, que agora é só Priscilla (Foto: Reprodução)
A ex-cantora gospel Priscilla Alcantara resolveu enterrar de vez o seu passado para anunciar que uma “nova era” vai começar na sua carreira. Para isso, ela decidiu abandonar o sobrenome “Alcantara”, que a acompanha desde a infância.
As informações são do site Fuxico Gospel.
A cantora também apagou todas as publicações do seu perfil e iniciou novas publicações com um novo visual. Na última terça-feira (31/10) ela escreveu: “Aos fãs de ‘Priscilla Alcantara’, o meu muito obrigada. Bem-vindos a nova era. Que comece PRISCILLA. Capítulo 1 – O reset (quarta, 11h); Capítulo 2 – O Sample (quinta, 11h); Capítulo 3 – A Priscilla (sexta, 11h)”.
Na carta, está escrito que a artista vai iniciar um novo caminho após amadurecer ao longo dos anos, e que vai adotar apenas Priscilla.
“Tenho muito orgulho da minha trajetória, cada detalhe dela me trouxe até aqui, sempre movida pelo novo, pelo diferente, por aquilo que ainda não vi, não vivi… Nunca me contentei com ‘o mesmo de sempre’, acho que por Isso, quando olho pra trás, vejo CORAGEM, coragem de tentar, errar, amadurecer, coragem de MUDAR.”
A mudança serve para dividir o período em que cantou gospel com o atual. A partir de agora, suas músicas seculares serão distribuídas em uma nova conta nas plataformas digitais. Já os antigos sucessos enquanto cantora gospel permanecerão nas plataformas como Priscilla Alcantara.
Igreja evangélica bombardeada no Sudão. (Foto: CSW)
A maior igreja evangélica em Omdurman, no Sudão, foi alvo de bombardeios pelas Forças Armadas Sudanesas (SAF). O ataque, que destruiu o templo, aconteceu na quarta-feira (1º), segundo informa o Morning Star News.
A igreja, usada pelas denominações episcopal e evangélica, remonta ao início de 1900 e era a segunda mais antiga igreja em Omdurman, depois da Igreja Copta.
Muitos dos edifícios associados à Igreja Evangélica na região foram confiscados durante o governo de Omar al-Bashir, cujo mandato terminou em 2019.
O recente bombardeio, que ocorreu cerca de três semanas após ataques semelhantes direcionados à Escola Comercial Evangélica e à Escola Secundária Evangélica, amplia a série de incidentes.
Ataques direcionados a igrejas
No dia 3 de novembro, um prédio pertencente à ordem missionária católica comboniana em Cartum El-Shajara foi alvo de um ataque aéreo. O bombardeio contra o Mariam deixou cinco freiras e várias crianças feridas.
Segundo fontes da CSW, os ataques direcionados às igrejas são considerados propositais, e há receio de que ocorram outros à medida que as Forças Armadas Sudanesas e as Forças de Apoio Rápido (RSF) negociam um cessar-fogo em Jeddah, na Arábia Saudita.
De acordo com essas fontes, “a terra é valiosa e será mais fácil aproveitá-la se os edifícios forem destruídos pela guerra”.
Desde 15 de abril de 2023, a RSF e a SAF entraram em conflito quando a violência irrompeu após a fusão das duas forças, conforme estipulado por um acordo-quadro internacional para a transição democrática.
Durante esse período, centenas de civis perderam a vida, enquanto inúmeros relatos abundantes descrevem incidentes de violência sexual, saques, ocupações de casas e prédios públicos, execuções sumárias, descobertas de valas comuns e aldeias queimadas.
Organização cristã condena os ataques
O presidente fundador da CSW, Mervyn Thomas, expressou firmemente a condenação da organização sobre os ataques às igrejas em Omdurman e Cartum El-Shajara.
“A CSW condena nos termos mais fortes os ataques às igrejas e às suas propriedades em Omdurman e Cartum El-Shajara. Desejamos aos feridos uma recuperação rápida e completa e reiteramos que o ataque intencional a locais de culto não só viola o direito humanitário internacional, mas também constitui um crime de guerra”, disse.
“Continuamos apelando por um cessar-fogo total e abrangente e a exortar a comunidade internacional a responsabilizar ambas as partes em conflito pelas violações e abusos que cometeram contra os cidadãos sudaneses, tanto durante este conflito como antes dele”, finalizou.
A perseguição aos cristãos se intensificou nos últimos dias em Bangladesh. Radicais islâmicos aumentaram a intolerância religiosa com discursos anticristãos em jornais e em redes sociais, como Facebook e Youtube.
Mais do que nunca, cristãos que já se sentiam sozinhos estão ainda mais excluídos, especialmente os que deixaram o islã para seguir a Jesus. Suportar a pressão sem uma rede de apoio não é fácil.
Perseguição porta a porta
No Norte de Bangladesh, alguns grupos de radicais visitaram a casa de cristãos, porta a porta, para ameaçá-los. Eles exigiram que muitos cristãos de origem muçulmana abandonassem a fé ou seriam atacados e expulsos de casa.
Parte das retaliações são resultado da confusão dos cristãos como aliados de Israel na guerra e, consequentemente, inimigos da Palestina. Apesar das explicações de que há cristãos dos dois lados e que eles não estão diretamente envolvidos, as ameaças e a pressão continuam.
Em 24 de outubro, “um grupo de muçulmanos me encontrou e perguntou por que eu tinha me tornado cristão e o que eu tinha ganhado com a conversão. Eles pediram que abandonasse a fé em Cristo, mas me recusei”, conta um pastor local.
Planejamento de ataques em massa
Após a recusa do cristão, “eles deixaram claro que planejam se vingar do que está acontecendo na Palestina. Eles pretendem organizar uma grande procissão no mercado central da comunidade e atacar os cristãos. Eles têm como lema sangue por sangue, vida por vida”, conclui o pastor.
O pastor também contou que há aproximadamente 40 famílias cristãs na região que estão com medo da perseguição. “Eles podem nos atacar a qualquer momento. Por favor, ore por nossa proteção”, ele conclui.
Um dos nossos parceiros locais também enfrentou uma situação difícil recentemente na região. O imã (líder muçulmano) disse “vocês, cristãos, estão matando os muçulmanos [palestinos] um após o outro. Então nós também vamos matar os cristãos no nosso país. Assim os cristãos vão parar de matar os muçulmanos”.
O imã fez a ameaça em um hotel durante o café da manhã onde um dos nossos parceiros locais estava. Muitos muçulmanos se juntaram ao líder e queriam atacar o cristão. Mas nosso parceiro conseguiu fugir da multidão irada.
Israel lança contra-ataque em Gaza (Foto: Reprodução)
À medida que o número de vítimas civis aumenta em Gaza, em danos colaterais da guerra entre Israel e o Hamas, 16 alianças e associações evangélicas apelam a um cessar-fogo humanitário imediato.
Mas a sua declaração de lamento, arrependimento e condenação tem um objetivo mais profundo.
“Apelamos à Igreja e às pessoas de fé para que aumentem e intensifiquem a pacificação justa na região, que promova a justiça restaurativa na região, e que o façam demonstrando empatia e humildade”, afirmou o grupo. “A paz só pode ser alcançada quando os ciclos de violência forem quebrados e quando os agressores e as vítimas forem libertados do seu desejo pecaminoso de vingança.”
Assinados pelas associações regionais da Aliança Evangélica Mundial (AEM) no Oriente Médio, Ásia e América Latina, os endossos incluíram órgãos representativos da Argélia, Egito, Etiópia, Índia, Iraque, Jordânia, Quênia, Curdistão, Nepal, Catar, África do Sul e Sri Lanka, bem como uma aliança de língua árabe na Europa.
Reconhecendo a sua compreensão “incompleta” da complexidade geopolítica e dos propósitos escatológicos de Deus, a declaração lamentou a trágica perda de vidas, arrependeu-se do apoio insuficiente à pacificação e denunciou a comunidade global por não conseguir “garantir o respeito” do direito humanitário internacional.
Mas o apelo conjunto, publicado pelas afiliadas da AEM na Índia e na América Latina, também foi mais claro em áreas onde outras declarações cristãs sobre a guerra foram acusadas de serem insuficientes.
As alianças condenaram todas as formas de antissemitismo, apelaram ao Hamas para libertar todos os reféns e repudiaram como “deplorável e desprezível” o “maior assassinato de civis judeus num único dia desde o Holocausto”.
No entanto, também afirma que “Israel, na perseguição do Hamas, causou mais mortes de civis”. E situou a violência num conflito de “décadas” em que, “sem garantir justiça, igualdade e florescimento a todos na Terra Santa, nenhum grupo popular alcançará a segurança”.
Esta mensagem, muitos acreditavam, é a razão pela qual outras declarações ficaram aquém.
“Juntamo-nos a este esforço para chamar a atenção para as diversas perspectivas dentro da comunidade evangélica global”, disse Vijayesh Lal, secretário-geral da Aliança Evangélica da Índia, membro fundador da AEM. “Principalmente para uma compreensão abrangente, mas também para promover a paz, há necessidade de apresentar diversos pontos de vista além daqueles que normalmente são rotulados como ‘a posição evangélica’”.
A África do Sul disse que não queria repetir os pecados do passado.
“No auge do governo do Apartheid, a voz evangélica no mundo era praticamente inexistente ou, na melhor das hipóteses, procurava assumir uma postura neutra face ao nosso sofrimento”, disse Moss Nthla, secretário-geral da Aliança Evangélica da África do Sul. “Em nossa opinião, algo semelhante estava acontecendo com a guerra de Israel em Gaza.”
O Quênia procurou uma condenação clara das atrocidades cometidas contra os cidadãos de Israel. E embora registre o maior número de mortes entre palestinos, afirmou que o Hamas tinha “aperfeiçoado” a utilização de escudos humanos. Mas os companheiros evangélicos estão entre os que sofrem em Gaza, apelando a todos por uma “mentalidade humanitária”.
“Elevamos a nossa voz à comunidade internacional: não ignorem a situação dos civis que sofrem”, disse Nelson Makanda, secretário-geral da Aliança Evangélica do Quênia. “Este é o nosso dever cristão.”
A declaração juntou-se a uma recente onda de apelos internacionais para parar os combates.
“Cessar-fogo, cessar-fogo. Irmãos e irmãs, parem!” afirmou o Papa Francisco. “A guerra é sempre uma derrota, sempre.”
O Conselho Mundial de Igrejas e Igrejas para a Paz no Oriente Médio também aprovou um cessar-fogo. A comunhão anglicana, no entanto, discordou internamente sobre a sua linguagem.
Após as mortes causadas por um ataque aéreo israelense próximo à Igreja Ortodoxa de São Porfírio, o Arcebispo de Canterbury, Justin Welby, juntou-se aos Patriarcas e Chefes das Igrejas em Jerusalém para pedir um cessar-fogo humanitário imediato.
Citando Mateus 25:35 — tive fome e destes-me de comer — os clérigos insistiram na entrega de mantimentos vitais às agências de ajuda humanitária, incluindo as suas próprias.
“Mesmo face às incessantes exigências militares para evacuar as nossas instituições de caridade e locais de culto”, afirmou, “não abandonaremos esta missão cristã”.
A Igreja da Inglaterra de Welby, no entanto, emitiu uma declaração ligeiramente diferente.
Citando Isaías 2:4 – Eles não aprenderão mais a guerra – afirmou o direito de Israel à autodefesa ao apelar a “pausas” humanitárias imediatas.
Cessar-fogo humanitária
A agência da ONU para os refugiados palestinos afirmou que um cessar-fogo humanitário imediato é agora uma “questão de vida ou morte”. Quase 1,5 milhões de pessoas estão deslocadas, um terço dos hospitais não funciona e os poços de água e as estações de dessalinização no sul da faixa estão quase completamente paralisados devido à falta de combustível. O chefe da agência, Philippe Lazzarini, acusou Israel de infligir “punição coletiva” aos cidadãos de Gaza, afirmando que o “punhado de comboios” autorizado a entrar não aliviará as necessidades de dois milhões de pessoas.
Um cessar-fogo foi endossado por organizações humanitárias como a Caritas, a Christian Aid, o Comitê Central Menonita e a Oxfam. A Visão Mundial “exorta todas as partes a garantirem urgentemente a entrega de ajuda essencial”, enquanto a Bolsa do Samaritano afirmou que “neste momento, o acesso humanitário a Gaza não é possível”, mas “está pronto” para ajudar e ofereceu assistência às autoridades em Israel.
No entanto, por mais que seja necessária muita ajuda em ambos os países, a declaração conjunta das alianças evangélicas concluiu alargando a atenção dos leitores para questões globais noutros lugares. Lembrou especificamente a luta armada e as suas consequências no Sudão, no Azerbaijão-Armênia, no Iémen, na Ucrânia-Rússia e em Mianmar.
Pedia orações por “paz, justiça, cura e reconciliação”.
“A escalada militar e o bombardeamento de civis nunca poderão facilitar a paz”, disse Lal. “Há a paz do cemitério – mas é essa a direção que devemos seguir?”
Descobrir a paz é difícil, disse o líder evangélico indiano, e mais difícil para alguns por causa de questões históricas. Mas a declaração conjunta procura “transcender” um foco simplesmente nas perspectivas do Oriente Médio e do Ocidente, procurando uma nuance que inclua considerações culturais e regionais.
“Os evangélicos de África e da Ásia demonstraram que compreendem o conflito e têm a capacidade de se envolverem de forma empática na busca da paz”, disse Lal. “Acho que isso é muito valioso.”
Leia a íntegra da declaração abaixo:
Evangélicos pedem um cessar-fogo imediato na Terra Santa, ação urgente para uma paz justa
1º de novembro de 2023
Nós, as alianças e organizações evangélicas abaixo assinadas, em oração e meditação profunda sobre o atual conflito e crise na Terra Santa, resolvemos o seguinte.
Acreditamos em um Deus de amor e misericórdia conforme revelado nas escrituras e em Seu filho Jesus Cristo.
Afirmamos o nosso compromisso com a dignidade de cada ser humano e o nosso compromisso com o direito humanitário internacional como uma afirmação da Imago Dei em cada ser humano.
Nós, como Corpo de Cristo, somos chamados a fazer a paz. E recordamos que o apelo de Jesus para fazer a paz surgiu num momento de conflito, violência e profunda divisão na Terra Santa.
Reconhecemos que o nosso conhecimento e compreensão da Terra Santa e do Médio Oriente são incompletos. Reconhecemos a complexidade da situação geopolítica, as queixas históricas e as múltiplas perspectivas dos grupos de pessoas. Reconhecemos que não conhecemos o plano completo de Deus para Israel e a Palestina. Comprometemo-nos a ouvir e aprender com as igrejas e as pessoas da região.
Procuramos humildemente a orientação de Deus enquanto oramos pelo Médio Oriente, para que não fiquemos insensíveis como Jonas e desligados dos planos de Deus para reconciliar todas as pessoas consigo mesmo.
A nossa fé e as décadas de conflito na Terra Santa informam-nos que sem garantir a justiça, a igualdade e o florescimento para todos na Terra Santa, nenhum grupo de pessoas alcançará a segurança na Terra Santa.
Não vemos o atual ressurgimento da violência como algo isolado do conflito e da guerra de décadas entre os dois povos, nomeadamente israelitas e palestinianos. Este conflito negou a muitos a sua dignidade humana. Lamentamos esta situação.
Sabemos que esta situação na Terra Santa resultou em ciclos de violência e que a paz só pode ser alcançada quando os ciclos de violência forem quebrados e quando os perpetradores e as vítimas forem libertados do seu desejo pecaminoso de vingança.
Acreditamos que a Igreja à qual pertencemos tem a responsabilidade de ajudar a quebrar estes ciclos de violência, ajudando as pessoas a libertarem-se do seu desejo de vingança, e a trabalhar para o florescimento de todas as pessoas na Terra Santa e no Médio Oriente.
Portanto,
Lamentamos e lamentamos a contínua perda trágica de vidas na Terra Santa.
Arrependemo-nos do nosso próprio fracasso em apoiar a pacificação justa na Terra Santa.
Lamentamos a ausência de décadas de esforços de pacificação no meio de décadas de conflitos contínuos que tornaram impossível a solução de dois Estados e extinguiram o vislumbre de esperança dos Acordos de Oslo.
Portanto,
Apelamos à desescalada e à cessação das hostilidades entre Israel e diferentes formações e apoiantes palestinianos, incluindo o Hamas.
Condenamos os ataques contra civis por parte do Hamas. Os atos de agressão do Hamas e o maior assassinato de civis judeus num único dia desde o Holocausto são deploráveis e desprezíveis.
Notamos que Israel, ao perseguir o Hamas, causou mais mortes de civis na Palestina. Condenamos estas novas mortes de civis palestinianos.
Lamentamos a indignidade das populações deslocadas.
Denunciamos o fracasso da comunidade internacional em cumprir a sua obrigação de proteger os civis e de garantir o respeito do direito humanitário internacional, o que se segue à negligência do seu dever de prosseguir uma paz justa, abrangente e duradoura no Médio Oriente.
Apelamos ao Hamas para que liberte imediatamente todos os reféns.
Condenamos todas as narrativas que desumanizam grupos étnicos ou religiosos e condenamos todas as formas de racismo e antissemitismo.
Além disso,
Instamos todos os cristãos e pessoas de fé a orarem pelo fim imediato da guerra.
Instamos todos os cristãos e pessoas de fé a orarem pela segurança e libertação de todos os reféns.
Apelamos à Igreja e às pessoas de fé para que aumentem e intensifiquem a pacificação justa na região, que promova a justiça restaurativa na região, e que o façam demonstrando empatia e humildade.
Finalmente,
Existem muitas crises e conflitos no mundo, incluindo no Sudão, Azerbaijão-Arménia, Iémen, Ucrânia-Rússia e Mianmar. Apelamos à Igreja para rezar pelo fim da guerra, pela paz, justiça, cura e reconciliação em todos estes conflitos.
Amém.
Apoiando alianças e organizações:
Aliança Evangélica do Oriente Médio e Norte da África Aliança Evangélica da Ásia
Aliança Evangélica Latina
Irmandade de Igrejas Evangélicas da Etiópia Conselho Evangélico da Jordânia Irmandade Evangélica da Índia Associação das Igrejas Evangélicas Nacionais do Iraque Aliança Evangélica do Quênia Aliança de Igrejas Evangélicas Qatar Aliança Evangélica da África do Sul Aliança Evangélica Cristã Nacional do Sri Lanka Irmandade de Igrejas Nacionais do Nepal Igreja Protestante da Argélia Conselho de as Igrejas Evangélicas na Região do Curdistão Iraquiano Irmandade Evangélica do Egito Aliança Evangélica de falantes de árabe na Europa
Instituto Caleb, Índia
Folha Gospel com informações de Christianity Today
André Valadão e esposa fantasiados para festa de fantasias na Igreja Lagoinha em Orlando, nos EUA (Foto: Reprodução/Instagram Lagoinha Orlando Church)
Após ter as redes sociais inundadas por críticas por realizar uma festa na Igreja Batista da Lagoinha, em Orlando, Estados Unidos, no mesmo dia do Halloween, o pastor André Valadão se pronunciou nas redes sociais.
O Halloween, popularmente conhecido como Dia das Bruxas, é caracterizado por festividades em que as pessoas se reúnem trajadas de monstros, figuras de terror ou personagens peculiares. Além disso, as crianças também participam, indo de porta em porta pedindo doces enquanto estão fantasiadas.
A celebração na igreja de André Valadão recebeu o nome de “Happy Pumpkin” (Abóbora Feliz) e foi concebida com o objetivo, conforme a postagem no Instagram da igreja, de celebrar a vida.
Diante das críticas, a assessoria de imprensa do pastor emitiu uma nota oficial esclarecendo a natureza da festa:
“Por contas das críticas ao evento Happy Pumpkin, da Igreja da Lagoinha de Orlando, nos Estados Unidos, viemos comunicar que se trata de uma celebração à vida, como diz a própria tradução, “abóbora feliz”.”
A nota explicou que, embora a celebração do Halloween nos Estados Unidos possa ter um aspecto macabro, a intenção da igreja era transformar essa visão:
“Diferente do Brasil, nos Estados Unidos a cultura à festa de dia das bruxas, algo macabro, é muito grande e atinge, principalmente crianças. Com o objetivo de transformar essa visão e unir os fiéis para algo iluminado, de vida, decidimos fazer uma celebração na data.”
Além de esclarecer a intenção do evento, a nota de André Valadão destacou que o evento não celebrava o Halloween, mas sim a vida:
“O Happy Pumpkin é a fuga da morte, para festejar a vida que Deus nos proporcionou”.
André Valadão também abordou as críticas em uma entrevista, afirmando:
“Muitos estão me atacando e me ligando à política. Aproveito para deixar claro que eu não sou bolsonarista, embora o assunto seja a festa. Muitas pessoas não entendem que nos Estados Unidos [o Halloween] é um evento que as crianças participam muito. Aqui na América do Norte essa cultura é muito forte”, desvinculando assim a celebração religiosa de quaisquer conotações políticas.
Resposta da Igreja da Lagoinha
O perfil oficial da igreja se manifestou sobre o propósito da celebração, defendendo a perspectiva de que se tratava de uma festa de valores cristãos:
“Nossa festa é uma celebração da vida, uma expressão de amor e felicidade que brilha mais intensamente do que qualquer vela de abóbora. Aqui, as trevas não têm espaço; apenas a luz de CRISTO! Famílias unidas, alegres e louvando a Deus… ISSO SIM é motivo para celebrar!”.
Comentários
A Igreja de André Valadão recebeu diversos comentários negativos nas postagens, onde alguns questionaram a abordagem da igreja em relação ao Halloween, considerando-a incongruente com os princípios religiosos.
Uma internauta escreveu: “Acho engraçado que o André Valadão só faz o que convém a ele, aí, o que ele faz é certo”. “André Valadão e o Halloween gospel”, declarou outra usuária. Outro internauta disse “Ces são crente não”, um bordão usado pelo André Valadão para responder as caixinhas de perguntas do seu Instagram.
Outros comentários negativos foram: “Isso não é correto para um cristão”, “Isso aí tá errado”, “Qual o exemplo vcs dão as pessoais que não conhece Cristo ???? Fazendo festa temática de Halloween”, “Misericórdia, que espécie de evangelho é esse?”, “Estão levando o mundo pra dentro da igreja”.
A seção de comentários nas publicações relacionadas ao Halloween na Igreja da Lagoinha foi restrita.
Incompatível com o cristianismo
Para os cristãos, a festa é incompatível com o cristianismo. Segundo o pastor Renato Vargens, esta festa pagã foi criada pelos celtas para celebrar o ano novo dos feiticeiros. A crença é que nesta data, os espíritos dos mortos vagavam entre os vivos e visitavam seus antigos lares.
Ao mesmo tempo, a região Norte celebrava o festival da colheita e grandes fogueiras eram criadas para assustar os espíritos. Outra forma criada para espantar as almas vagantes era se vestir de forma assustadora ou esculpir nabos e, depois, as abóboras – que representam a imortalidade – para completar o ritual.
O pastor explica também que nos anos de 1920 a festa pagã virou uma festa e se tornou uma das maiores tradições dos Estados Unidos, passando a ser copiada em outros países. Então, ele pergunta:
“O que o santo evangelho de Cristo tem a ver com isso? Como um cristão pode se envolver em uma festa assim? Por acaso participar do Halloween glorifica a Deus?”, questiona o pastor. “O que o Halloween tem a ver com o cristianismo? Como pode um crente em Jesus celebrar a morte? Como pastores e igrejas podem defender uma festa deste naipe?”
Supostos pastores Fulani atacaram uma aldeia no norte da Nigéria na manhã de terça-feira (31 de outubro), matando um cristão, ferindo dois e sequestrando outros 25, disseram fontes.
Na vila de Ungwan Baka, no sul do estado de Kaduna, no condado de Kachia, os agressores atacaram enquanto os moradores dormiam, disse Emmanuei Yusuf, morador da área.
“Os aldeões cristãos foram atacados nas primeiras horas de terça-feira”, disse Yusuf ao Morning Star News numa mensagem de texto. “As vítimas feridas estão atualmente sendo tratadas no hospital.”
Outro residente, Herbert Chindo, disse que as comunidades cristãs na área de Kachia já sofreram ataques anteriores de pastores Fulani armados e outros terroristas.
“Este é o terceiro ataque à nossa comunidade”, disse Chindo. “Por favor, ore por nós.”
Os pastores de cabras Fulani são extremistas islâmicos que vão predominantemente a vilas cristãs, no Cinturão Médio, na Nigéria, com frequência à noite, atacar pessoas inocentes, incluindo mulheres e crianças.
No dia 3 de abril, assaltantes armados invadiram a área e raptaram oito jovens cristãs da Escola Secundária do Governo, uma escola secundária pública em Awon, disse o residente da área, Jonah Ayuba. As meninas foram resgatadas pelos militares em 18 de abril, disse ele.
A Nigéria liderou o mundo em cristãos mortos por causa de sua fé em 2022, com 5.014, de acordo com o relatório da Lista Mundial da Perseguição de 2023, da Portas Abertas. Também liderou o mundo em cristãos sequestrados (4.726), agredidos ou assediados sexualmente, casados à força ou abusados física ou mentalmente, e teve o maior número de casas e empresas atacadas por motivos religiosos. Tal como no ano anterior, a Nigéria teve o segundo maior número de ataques a igrejas e de pessoas deslocadas internamente.
Na Lista Mundial da Perseguição de 2023 dos países onde é mais difícil ser cristão, a Nigéria saltou do 7º lugar do ano anterior para o sexto lugar.
“Militantes dos Fulani, Boko Haram, Estado Islâmico da Província da África Ocidental (ISWAP) e outros realizam ataques a comunidades cristãs, matando, mutilando, violando e raptando para obter resgate ou escravatura sexual”, observou o relatório da Portas Abertas. “Este ano também assistimos a esta violência alastrar-se à maioria cristã do sul do país… O governo da Nigéria continua a negar que se trata de perseguição religiosa, pelo que as violações dos direitos dos cristãos são cometidas com impunidade.”
Os líderes cristãos na Nigéria disseram acreditar que os ataques dos pastores Fulani às comunidades cristãs no Cinturão Médio da Nigéria são inspirados pelo seu desejo de tomar à força as terras dos cristãos e impor o Islã, uma vez que a desertificação tornou difícil para eles sustentarem os seus rebanhos.
Folha Gospel com informações de The Christian Headlines
O uso de recursos públicos por prefeituras em eventos religiosos continua sendo um tema controverso no Brasil, já que não existe uma regulamentação unificada em todo o país, resultando em diferentes interpretações por parte dos tribunais encarregados de fiscalizar as administrações municipais.
Somente este ano, foram realizadas pelo menos 36 licitações em 13 estados para financiar celebrações religiosas, abrangendo desde festividades católicas até a contratação de bandas gospel. Especialistas argumentam que esses repasses podem ferir o princípio de laicidade do Estado.
As informações são do jornal O Globo.
Os Tribunais de Contas dos Estados (TCEs) e dos Municípios (TCMs) não chegaram a um entendimento uniforme sobre o assunto, e o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal de Contas da União (TCU) também não estabeleceram uma diretriz nacional. Em uma decisão de 2019, o ministro Dias Toffoli do STF permitiu shows religiosos no Ano Novo de Copacabana, um dos eventos mais importantes do país, mas não existe uma súmula que oriente os estados.
Thiago Varella, professor de Direito Constitucional da PUC-Rio, acredita que são necessários critérios claros para determinar como esses recursos públicos devem ser usados.
Dos 13 estados que destinaram recursos para eventos religiosos em 2023, em seis deles, não houve posicionamento dos tribunais sobre a legalidade desses repasses. Em cinco estados, os repasses são considerados legais, enquanto em outros dois, são considerados ilegais. O total de gastos das prefeituras em tais eventos chega a R$ 10,3 milhões. A maioria dos investimentos se concentra em celebrações evangélicas (17) e católicas (15), com três licitações direcionadas a ritos de religiões de matriz africana.
No Rio de Janeiro, o Tribunal de Contas do Estado já se posicionou contra a legalidade dos repasses, embora isso nem sempre impeça que eles ocorram. O primeiro precedente surgiu em 2013, quando o TCE condenou a prefeitura de Teresópolis devido a sua participação financeira em uma Marcha Para Jesus realizada na cidade em 2010. Nessa ocasião, o ex-prefeito Jorge Mário recebeu uma multa por alocar R$ 119 mil para apoiar o evento organizado por igrejas evangélicas.
No entanto, no ano anterior, o governador Cláudio Castro (PL) e o prefeito Eduardo Paes (PSD) destinaram conjuntamente R$ 1,245 milhão e R$ 500 mil, respectivamente, para apoiar o evento Louvorzão 93 FM, organizado pela gravadora gospel MK Music, que é de propriedade da família do ex-senador bolsonarista Arolde de Oliveira, que faleceu durante a pandemia.
Na ocasião, a Secretaria Estadual de Cultura argumentou que o evento se enquadrava na categoria de manifestações culturais e, portanto, fazia parte do calendário oficial do estado. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) participou da celebração e fez um discurso com conotações eleitorais sobre a “luta do bem contra o mal”.
Em Araruama, a Procuradoria-Geral do Município impediu a alocação de R$ 200 mil para o “Araruama Festival Gospel”, um evento similar que ocorreu na sexta-feira no interior do estado. Com essa proibição, a administração municipal não pôde contratar três artistas para o festival.
Pernambuco é outro estado que proíbe o patrocínio a eventos religiosos, no entanto, O GLOBO também identificou licitações relacionadas a esses eventos em municípios pernambucanos. Em julho deste ano, a prefeitura de Garanhuns, cidade natal do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), despendeu R$ 870.274 para fornecer refeições e lanches em dois eventos evangélicos, o Festival Gospel Garanhuns e o Festival Viva Jesus 2023. Segundo a administração, mais de 200 mil pessoas participaram das celebrações em uma cidade com 140 mil habitantes.
No entanto, nos estados de Minas Gerais, Paraná, Pará, São Paulo e Espírito Santo, as opiniões divergem. Nos tribunais dessas regiões, o apoio a eventos religiosos é considerado válido, desde que tais celebrações tenham um apelo turístico predominante, ou seja, sejam festividades que atraem público para a cidade e contribuem para a economia local.
Há aproximadamente dois meses, o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG), quando consultado sobre o assunto, concluiu que os fundos municipais podem ser alocados para apoiar a realização da Marcha Para Jesus. Segundo o tribunal, este evento possui um caráter multifacetado, abrangendo aspectos socioculturais, folclóricos, turísticos, assistenciais e até mesmo econômicos, o que justifica o interesse público em sua promoção.
O artigo 19 da Constituição Federal estipula que as autoridades públicas não podem “instituir cultos religiosos, tampouco subsidiá-los, embaraçar sua execução ou manter relações de dependência ou aliança com eles ou seus representantes.” De acordo com a análise do professor de Direito Constitucional da Universidade Federal Rural do Rio (UFFRJ), Fernando Bentes, os repasses financeiros das prefeituras para festividades religiosas são frequentemente motivados por considerações políticas de cunho eleitoral.
O uso de fundos públicos em eventos religiosos tem sido criticado por seu potencial viés eleitoral, levantando questões sobre a separação entre o Estado e a religião, a igualdade entre diferentes crenças e a natureza secular da Constituição Federal.
Janelas quebradas e telhado destruídos caracterizam a Catedral da Santa Intercessão em Zaporizhzhia desde 10 de agosto. Naquele dia, o prédio foi atingido por um míssil russo.
É o que demonstra o projeto de pesquisa “Igrejas sob fogo”. O objetivo do projeto era documentar a “destruição do patrimônio cultural para levar a Federação Russa à justiça por este crime de guerra no futuro”, disse Iryna Lysenko durante uma conferência de imprensa. Lysenko é o chefe do projeto.
“Igrejas sob Fogo” incluía uma plataforma online onde fotos e vídeos podiam ser coletados de igrejas danificadas e destruídas, explicou Lysenko durante a conferência de imprensa. A informação também vem de testemunhas locais da violência da guerra que “afeta todas as denominações, não apenas a Igreja Ortodoxa Ucraniana (Patriarcado de Moscou) ou a Igreja Ortodoxa da Ucrânia”.
O consultor científico envolvido na pesquisa, o especialista religioso Yuriy Chornomorets, classificou a destruição das igrejas como “bárbara” durante a coletiva de imprensa. Ele enfatizou que o exército ucraniano tenta salvar as igrejas da violência ao não tomar posição ao lado delas.
Roksolana Makar acredita que a Ucrânia tem todo o direito de “exigir justiça nos tribunais internacionais” pela “enormidade do que os militares russos estão fazendo às igrejas ucranianas e aos monumentos culturais ucranianos em geral. Makar é especialista em documentação de patrimônio para processos criminais.
Ela percebe que será um processo judicial longo, que pode levar até dez anos. Ao mesmo tempo, ela salienta que a atual documentação da violência contra as igrejas está acontecendo de acordo com a metodologia internacional.
Os especialistas selecionam edifícios que podem servir como prova indiscutível de que os militares russos “realmente cometeram crimes contra o patrimônio cultural durante a guerra”, escreve Risu.ua. Estas “evidências” são então preparadas para que possam ser utilizadas em processos judiciais perante tribunais internacionais.
Os cristãos que já sofrem no Iraque podem abandonar o país se a guerra na Terra Santa engolir a região, alertou um arcebispo local.
A pequena comunidade cristã no Iraque foi duramente atingida por anos de guerra no seu próprio país, bem como pela pobreza extrema e anos de terror causados pelo ISIS.
Se o conflito Israel-Hamas chegar ao Iraque, poderá desencadear mais migração para fora do país, afirma o Arcebispo Católico Caldeu de Erbil, Bashar Warda.
Ele expressou seus temores sobre ainda mais guerra na região à instituição de caridade católica Ajuda à Igreja que Sofre (AIS).
“As pessoas [no Iraque] têm realmente medo de que a violência se espalhe para além de Gaza”, disse ele.
“Falando em nome de todas as pessoas – especialmente as minorias, que tendem a sofrer mais do que outras, especialmente em situações de conflito – por favor, Deus, chega de guerra”.
Estima-se que a população cristã no Iraque tenha caído de 1,2 milhões antes de 2002 para apenas 150 mil hoje. Se todos partirem, isto terá enormes ramificações para a Igreja no Iraque, diz o arcebispo.
“Para nós, como Igreja, se não temos pessoas ao nosso redor, qual é o sentido de ter estruturas? Não somos como uma ONG. Dependemos da presença das pessoas”, disse ele.
O Arcebispo Warda está apelando aos líderes para que façam tudo o que puderem para “acalmar a situação”, ao mesmo tempo que advertiu que tanto a Síria como o Iraque permanecem voláteis.
“Deus não permita que esta guerra vá além do que temos visto ultimamente”, disse ele. “O acerto de contas antigas poria em perigo a coesão social em toda a região. A situação na Síria não está resolvida, nem no Iraque.”
Folha Gospel com informações de The Christian Today
Prédios destruídos em meio aos bombardeios em Gaza (Foto: Reprodução)
Segundo fontes locais da Cisjordânia, o Centro Socio-Cultural Ortodoxo Árabe (um espaço cristão da Igreja Ortodoxa) em Gaza foi bombardeado na segunda-feira, 30 de outubro. O edifício pertencia a uma igreja local e era usado para muitas atividades cristãs antes dos bombardeios entre Israel e o grupo extremista Hamas começarem. O auditório principal do centro ficou destruído e preocupa cristãos que vivem na região.
Apesar da solicitação do exército israelense para que todas as pessoas saiam da cidade de Gaza e se desloquem para o Sul da Faixa de Gaza, muitos permaneceram, incluindo cristãos, pois não têm para onde ir e consideram as igrejas os locais mais seguros para estarem neste momento.
Clamor por paz
Os cristãos enfrentaram também uma das piores noites de guerra no último final de semana. De sexta para sábado (27 e 28/10), pessoas em Gaza testemunharam bombardeios constantes.
Um dos contatos locais disse: “As últimas noites pareciam o inferno em Gaza”. Os cristãos continuam abrigados nas igrejas locais, em relativa segurança. Na Cisjordânia, parte dos Territórios Palestinos que fazem fronteira com Israel, cristãos se reuniram para orar pelas vítimas da guerra dos dois lados e clamaram por justiça e paz.
As casas de muitos cristãos foram danificadas ou destruídas por causa dos bombardeios. Apenas na primeira semana, 30 casas foram avariadas. Um cristão local que vive na região onde Jesus nasceu há mais de dois mil anos conta que “14 famílias cristãs saíram de Belém [na Cisjordânia] para outro país”.
O temor do esvaziamento da presença cristã na Palestina aumenta ao ver as famílias fugindo para outros países. Um líder cristão palestino, durante entrevista à imprensa, pediu que os cristãos não apoiem atos violentos e a morte de crianças inocentes. Ele conta que os cristãos palestinos estão decepcionados com a visão de muitas igrejas que legitimam a guerra. “Por favor, nos ajudem a parar essa guerra!”, pede ele.
Contamos com suas orações por Israel e pelos Territórios Palestinos.