Glaidson Acácio dos Santos, faraó dos bitcoins, e o símbolo do bitcoin (Imagem: Montagem/Canva Pro)
Glaidson Acácio dos Santos, mais conhecido como o “Faraó dos Bitcoins”, entrou com uma ação na Justiça exigindo que a Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) devolva os cerca de R$ 72 milhões que ele doou à instituição de 2020 a 2021.
De acordo com as alegações de Glaidson, a Igreja demonstrou “ingratidão” pelas doações. Isso porque, segundo ele, a Iurd levantou suspeitas sobre a origem do dinheiro na época de sua prisão. No entanto, a igreja não recusou as doações.
Glaidson abriu uma ação na 1ª Vara Cível da Comarca de Cabo Frio, Região dos Lagos do Rio de Janeiro, em setembro deste ano. Vale destacar que o Faraó chegou a ser pastor da igreja antes de se envolver com criptomoedas. Então, quando começou a lucrar com seu “negócio”, Glaidson disse que passou a fazer as doações “de forma lícita e mediante transações devidamente registradas no Sistema Financeiro Nacional”, segundo o jornal O GLOBO.
Só como pessoa física, ele doou R$ 12,8 milhões à Iurd. Enquanto isso, como pessoa jurídica doou R$ 59,4 milhões. Na ação, Glaidson pede não só toda a doação de volta como também uma compensação de R$ 200 mil por danos morais.
Ao jornal O Globo, a assessoria de imprensa da Iurd disse que “tudo o que a Igreja Universal do Reino de Deus tinha a declarar sobre este assunto consta da nota divulgada em 30/8/2021: Universal já havia alertado as autoridades e o público sobre suspeita de pirâmide financeira”.
O Faraó dos Bitcoin
Glaidson Acácio dos Santos foi preso em agosto do ano passado durante a deflagração da Operação Kryptos da Polícia Federal. Ele é acusado de operar um esquema de pirâmide financeira que teria movimentado R$ 38 bilhões. e responde por crimes contra o sistema financeiro nacional, organização criminosa, lavagem de dinheiro, entre outros
A promessa era de altos retornos mensais a partir de supostos investimentos em criptomoedas por meio de sua empresa GAS Consultoria. Contudo, as investigações concluíram que a empresa não investia nas criptomoedas. Em vez disso, usava os recursos de novos investidores para pagar os antigos – algo bem característico dos esquemas de pirâmide.
Glaidson foi preso antes que a pirâmide desmoronasse e, após a prisão, deixou de pagar os retornos mensais de 10% prometidos. De acordo com a Polícia Federal, o esquema enganou mais de 67 mil pessoas com as falsas promessas de altos retornos por meio de investimentos em criptomoedas.
Ainda preso, o ex-garçom candidatou-se ao cargo de Deputado Federal pelo Rio de Janeiro neste ano, filiando-se ao Partido Democracia Cristã. Na ocasião, ele declarou possuir um patrimônio de R$ 60 milhões. Glaidson recebeu quase 38 mil votos mesmo preso. Mas sua candidatura foi impugnada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ).
O pastor Silas Malafaia abraçado com o presidente Jair Bolsonaro
Nesta quinta-feira (1º), a bancada do partido político PSOL na Câmara pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que o pastor Silas Malafaia e a deputada Carla Zambelli (PL-SP) sejam incluídos no rol de investigados do inquérito das milícias digitais.
Moraes é relator da investigação que se debruça sobre grupos organizados na internet para espalhar notícias falsas e ataques antidemocráticos.
O pedido é assinado pelos deputados Sâmia Bomfim (SP), Vivi Reis (PA), Fernanda Melchionna (RS), Ivan Valente (SP), Áurea Carolina (MG), Glauber Braga (RJ), Luiza Erundina (SP) e Talíria Petrone (RJ).
Os parlamentares mencionam o vídeo em que Carla Zambelli incita generais das Forças Armadas a não reconhecerem o governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Na gravação, ela questiona se os militares “vão querer prestar continência a um bandido” no dia 1º de janeiro, data da posse.
A representação também cita o vídeo em que Silas Malafaia cobra uma reação do presidente Jair Bolsonaro (PL) contra decisões de Moraes.
– Senhor presidente Jair Messias Bolsonaro, o senhor é o presidente em exercício, o senhor tem poder de convocar as Forças Armadas para colocar ordem na bagunça que esse ditador fez – disse o religioso, em referência a Moraes.
Os deputados do PSOL afirmam que as “intenções de ruptura democrática” são “nítidas” e que as manifestações extrapolam a liberdade de expressão.
O pedido também cita a “instabilidade social e política” causada por protestos contra o resultado da eleição organizados desde o segundo turno próximo a quartéis do Exército e em rodovias pelo País. Os parlamentares afirmam que Carla Zambelli e Malafaia podem ser enquadrados no artigo 359 do Código Penal, que dispõe sobre crimes contra a instituições democráticas, por “tentar abolir o Estado Democrático de Direito” (pena de até oito anos de reclusão) e “tentar depor o governo legitimamente constituído” (até 12 anos de prisão).
A bancada do PSOL também pede a quebra dos sigilos telefônico e de mensagem da deputada e do pastor para averiguar se eles tiveram participação em atos antidemocráticos contra o reconhecimento da vitória de Lula nas urnas.
O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, disse, nesta quinta-feira, 1º, que as organizações religiosas que têm vínculos com a Rússia terão suas atividades limitadas.
“O Conselho de Segurança Nacional e Defesa deu instruções ao governo para que proponha um projeto de lei [ao parlamento] sobre a proibição das atividades na Ucrânia de organizações religiosas afiliadas a centros de influência na Rússia”, disse o presidente em seu discurso diário.
“Os responsáveis pela segurança nacional devem intensificar as medidas para identificar e combater as atividades subversivas dos serviços especiais russos no espaço religioso da Ucrânia”, acrescentou.
A Ucrânia estava sob a liderança espiritual de Moscou desde pelo menos o século XVII, mas parte da Igreja ortodoxa ucraniana rompeu com Moscou em 2019 pela anexação russa da Crimeia e o apoio aos separatistas em Donbass.
Como consequência da invasão russa da Ucrânia, a Igreja ortodoxa ucraniana respaldada por Moscou cortou seus vínculos com a Rússia. A decisão representou um movimento histórico contra as autoridades espirituais russas.
O patriarca Kiril, líder da Igreja ortodoxa russa, disse em outubro que o presidente russo, Vladimir Putin, havia sido colocado por “Deus” no “poder”.
Extremistas Fulani no sudoeste da Nigéria sequestraram na semana passada trabalhadores cristãos que pegavam um ônibus para um casamento, enquanto outro grupo de cristãos foi sequestrado a caminho de um funeral no mesmo estado.
Um parente de um dos 48 cristãos que foram sequestrados de um ônibus Coaster indo do estado de Ondo para assistir ao funeral no estado de Edo em 24 de novembro disse que sua prima escapou porque foi espancada e deixada para morrer.
“Minha prima foi espancada quase até a morte porque não conseguia andar rápido”, disse Judith Akande ao Morning Star News em uma mensagem de texto. “Eles a deixaram pensando que ela estava morta. Mais tarde, ela levantou e estava vagando no mato até que um homem a encontrou e a levou a um pastor da Igreja Apostólica de Cristo”.
Quatro outros cativos também escaparam e seu primo recebeu tratamento médico, disse ela.
“A filha dela está entre as 43 outras que ainda são mantidas como reféns”, disse Akande. “Por favor, junte-se a mim em oração pela libertação de seus sequestradores, que se acredita serem extremistas Fulani.”
Também em 24 de novembro, extremistas Fulani suspeitos no estado de Edo sequestraram 23 trabalhadores da Peace House, um ministério cristão com sede em Gboko, estado de Benue, de um ônibus Coaster quando eles estavam em trânsito para o casamento do filho do presidente da organização.
Enquanto viajavam do estado de Benue para Ilorin, estado de Kwara, por volta das 16h, eles foram sequestrados perto da cidade de Ibillo, estado de Edo, de acordo com Chidi Nwabuzor, porta-voz do Comando do Estado de Edo, que disse que a polícia e buscadores locais encontraram e resgataram nove dos cativos do deserto. Nwabuzor acrescentou que os passageiros do ônibus foram sequestrados na estrada Lagos-Abuja, na área do governo local de Akoko Edo, no estado de Edo.
No dia seguinte, sexta-feira (25 de novembro), os pesquisadores encontraram mais cinco passageiros sequestrados no deserto, elevando o total recuperado para 14, disse ele.
O associado do ministério Segun Ariyo disse em uma mensagem de texto ao Morning Star News que dois dos funcionários da igreja sequestrados e o motorista do ônibus relataram o crime depois de escapar quando seus captores os levavam para o deserto. Ele pediu orações pelos cativos restantes e suas famílias, incluindo o presidente da Casa da Paz, Gbile Akanni.
“Por favor, mobilize outros cristãos dentro de seus círculos de influência para orar pela libertação de nossos irmãos”, disse Ariyo. “Oremos também por nosso pai, irmão Gbile Akanni, sua esposa, o futuro casal e todos os anciãos da Casa da Paz por fé, sabedoria, coragem e paciência neste momento crítico. Sabemos como este momento é crítico para ele.”
Contando com milhões na Nigéria e no Sahel, os Fulani predominantemente muçulmanos compreendem centenas de clãs de muitas linhagens diferentes que não possuem visões extremistas. Mas alguns Fulani aderem à ideologia islâmica radical, observou o Grupo Parlamentar de Todos os Partidos do Reino Unido para a Liberdade ou Crença Internacional (APPG) em um relatório recente.
“Eles adotam uma estratégia comparável ao Boko Haram e ISWAP [Província do Estado Islâmico da África Ocidental] e demonstram uma clara intenção de atingir cristãos e símbolos poderosos da identidade cristã”, afirma o relatório do APPG.
Líderes cristãos na Nigéria disseram acreditar que os ataques de pastores às comunidades cristãs no Cinturão Médio da Nigéria são inspirados por seu desejo de tomar à força as terras dos cristãos e impor o Islã, já que a desertificação tornou difícil para eles sustentar seus rebanhos.
A Nigéria liderou o mundo em cristãos mortos por sua fé no ano passado (1º de outubro de 2020 a 30 de setembro de 2021) com 4.650, ante 3.530 no ano anterior, de acordo com a Lista Mundial da Perseguição 2022 (LMP), da Portas Abertas. O número de cristãos sequestrados também foi maior na Nigéria, com mais de 2.500, contra 990 no ano anterior, de acordo com o relatório LMP.
A Nigéria ficou atrás apenas da China no número de igrejas atacadas, com 470 casos, de acordo com o relatório.
Na lista de Lista Mundial da Perseguição 2022, dos países onde é mais difícil ser cristão, a Nigéria saltou do 9º lugar, no ano anterior, para o sétimo lugar, sua classificação mais alta de todos os tempos.
Folha Gospel com informações de The Christian Post
Duzentas famílias cristãs no Paquistão estão desabrigadas, após o governo ter demolido suas casas e a igreja da comunidade.
No dia 18 de outubro, as autoridades da capital Islamabad destruíram as residências da área predominantemente cristã, chamada de Nawaz Sharif Colony, de acordo com o Centre for Legal Aid, Assistance and Settlement (CLAAS-UK).
O governo não emitiu nenhum aviso aos moradores antes da demolição e não deu tempo para as famílias retirarem seus pertences. Ninguém ficou ferido durante a ação.
“Esses cristãos perderam tudo – suas casas e todas as suas posses. Muitos deles vivem na colônia há anos, criando suas famílias e investindo suas economias na construção e manutenção de suas casas”, afirmou Nasir Saeed, diretor do CLAAS.
Ele acrescentou que a demolição aconteceu logo após as enchentes, que devastaram o Paquistão e deixaram o país em estado de emergência. As 200 famílias cristãs ainda permanecem desabrigadas.
“É imperativo que o governo paquistanês compense financeiramente os cristãos que perderam suas casas e forneça a eles outro lugar para morar”, defendeu Saeed.
A residência de uma ex-vereador paquistanesa, Sabra Saeed Athwal, também foi demolida. Para ela, a ação foi um “ato criminoso” e expressou preocupações de que outras colônias cristãs, como Akram Gill e Rimsha, também sejam destruídas.
Sabra disse que suspeita que extremistas muçulmanos possam ter pressionado as autoridades para demolir a casa dos crentes.
“Essa injustiça aconteceu quando os cristãos no Paquistão e em todo o mundo se preparam para celebrar o Natal em apenas algumas semanas”, observou ela.
Perseguição no Paquistão
Falsas acusações de blasfêmia no Paquistão são comuns e frequentemente motivadas por vinganças pessoais ou ódio religioso.
As acusações altamente inflamatórias têm o potencial de desencadear linchamentos de multidões, assassinatos de vigilantes e protestos em massa.
O país é um dos maiores países islâmicos do mundo, com 96% de muçulmanos e apenas 2% de cristãos.
Clarence Gilyard Jr. fez filmes como 'Deixados para Trás", morreu aos 66 anos.
Clarence Gilyard Jr., mais conhecido por seus papéis em filmes de ação de Hollywood, morreu aos 66 anos.
O ator que interpretou o papel de um pastor no filme original “Left Behind” (“Deixados para Trás“) e se tornou professor. Sua morte foi anunciada por Nancy J. Uscher, reitora de belas artes da Universidade de Nevada, Las Vegas, onde Gilyard lecionava como professor associado.
“É com profunda tristeza que compartilho esta notícia”, disse Uscher em comunicado na segunda-feira. “Seus alunos foram profundamente inspirados por ele, assim como todos que o conheceram. Ele tinha muitos talentos extraordinários e era extremamente conhecido na universidade por sua dedicação ao ensino e suas realizações profissionais. Ele tinha seguidores nacionais e internacionais por meio de seu célebre trabalho no teatro, no cinema e na televisão.”
A causa da morte não foi divulgada.
Gilyard também estrelou na telinha a série de sucesso dos anos 90 “Walker, Texas Ranger”, onde estrelou ao lado do ator Chuck Norris.
“É com grande tristeza que soubemos da morte de um querido amigo e co-estrela, Clarence Gilyard. Por quase uma década, passamos ótimos momentos trabalhando juntos e ambos adoramos levar os bandidos à justiça”, escreveu Norris em seu Facebook na terça-feira.
Ele acrescentou: “Meus pensamentos e orações vão para sua esposa e filhos. Você fará muita falta para todos que o conheceram. Que você descanse em paz, meu amigo. Até nos encontrarmos novamente.”
Junto com um currículo impressionante que inclui papéis em “Duro de Matar” e “Top Gun”, Gilyard estrelou a popular franquia de filmes cristãos “Deixados para Trás” no início dos anos 2000. O ator foi criado na denominação luterana e mais tarde se tornou um católico devoto. Gilyard One disse que sua fé o ajudou a lutar durante anos contra o vício em drogas e sexo.
“Eu bati no fundo, bati no fundo … eu era praticamente sexo, drogas e rock and roll, sabe o que quero dizer?” ele disse em uma entrevista de 2016 para a Agência Católica de Notícias.
O ator disse que foi convidado pela primeira vez para uma igreja católica por um amigo que conheceu em um programa de recuperação.
“Cara, isso abalou meu mundo, me abalou. Então, fui ao padre na saída e disse: ei, posso ir vê-lo esta semana? E o resto é história”, disse ele na época.
Em uma entrevista separada, Gilyard disse ao CMGlobal que sua busca diária acabou se tornando uma oração para fazer tudo o que ele faz para Deus.
“Percebi que minha abordagem para esta vida está necessariamente evoluindo: evoluindo e amadurecendo em um pedido diário crítico ao nosso bom Deus para me ajudar a fazer da minha vida e meu trabalho, minhas obras, uma oração”, acrescentou na entrevista de 2018.
Folha Gospel com informações de The Christian Post
O texto bíblico que fala sobre proteção, provisão e conforto de Deus, tornou-se o mais compartilhado, marcado e destacado em todo o mundo, de acordo com o YouVersion — um aplicativo bíblico móvel que oferece gratuitamente Bíblias em vários idiomas.
Isaías 41.10 conquistou o primeiro lugar como o “versículo do ano”, em 2022: “Por isso não tema, pois estou com você; não tenha medo, pois sou o seu Deus. Eu o fortalecerei e o ajudarei; Eu o segurarei com a minha mão direita vitoriosa”.
“A popularidade deste verso fala do nosso desejo de ser lembrado e que, mesmo quando sentimos que estamos sozinhos em nossas lutas, nós não estamos”, disse Bobby Gruenewald, fundador e CEO da YouVersion.
“Como este versículo diz, Deus é a nossa força e Ele está sempre conosco”, reforçou Bobby ao explicar que o aplicativo foi projetado para encorajar e desafiar as pessoas a buscarem a Deus ao longo de cada dia.
A experiência bíblica oferece mais de 1.900 idiomas e já foi instalado em mais de 545 milhões de dispositivos exclusivos.
“Eu estava apenas tentando descobrir como usar a tecnologia para ajudar as pessoas a ler a Bíblia de forma mais consistente. E tive fé suficiente para começar, para tentar algo e, claro, o que vimos Deus fazer foi incrível”, comemorou.
Bobby conta como a fé da equipe cresceu e se fortaleceu ao ver os resultados obtidos, mas revela que no começo, ninguém tinha ideia do que o projeto iria se tornar.
Conforme a CBN News, este ano, o aplicativo recebeu 2 bilhões de destaques, marcadores e notas em sua plataforma. “Isaías 41.10 foi a passagem bíblica mais compartilhada em países como Argentina, França, Alemanha e Estados Unidos”, disse.
Engajamento bíblico ao redor do mundo
De acordo com o grupo, a YouVersion tem visto atividades de engajamento bíblico em quase todos os países e territórios ao redor do mundo desde o seu lançamento, em 2008.
Este ano, Cuba se destacou como o país com maior aumento no engajamento bíblico — 76% em relação a 2021. Enquanto isso, o crescimento regional mais rápido para o engajamento bíblico está na Europa e na África.
O aplicativo móvel também viu o engajamento da Bíblia em língua ucraniana atingir um recorde histórico em vários países europeus, muitos por três dígitos, de acordo com relatórios da YouVersion.
Bíblia procurada em tempos de guerra
O engajamento bíblico em língua ucraniana aumentou na Polônia em 241% e na Alemanha em 733% em comparação com o ano passado. No geral, o engajamento bíblico na Ucrânia aumentou 55% este ano.
No início da guerra, as pesquisas da YouVersion, no idioma ucraniano, quase dobraram em comparação com o mês anterior. Inicialmente, os termos de pesquisa em alta eram palavras como “guerra”, “medo” e “ansiedade”.
Com o passar do tempo e o avanço da guerra, o principal termo de pesquisa em ucraniano tornou-se “amor”.
“Essas famílias estão passando por algo que a maioria de nós não pode nem imaginar. No meio do que provavelmente é o momento mais difícil de suas vidas, eles estão se voltando para a Bíblia em busca de conforto, paz e esperança”, explicou Bobby.
“É uma honra fazer parte disso, de tornar a Palavra de Deus disponível para Seu povo em seus momentos de maior necessidade”, concluiu.
Martelo da Justiça com a bandeira britânica (Foto: Canva Pro)
Partes da Bíblia “são abusivas e não são mais apropriadas na sociedade moderna”. Essa é a visão da justiça britânica exposta durante um processo contra um pregador de rua acusado de homofobia. Há 15 anos pregando nas ruas, John Dunn, de 55 anos, costuma citar Gênesis 1 e ministrar sobre o padrão de Deus para a sexualidade.
Detido pela polícia por supostamente cometer “discurso de ódio” durante uma pregação no centro de Swindon, na Inglaterra, em novembro de 2020, Dunn foi interrogado. O cristão estava pregando quando duas mulheres passaram de mãos dadas. Então, John afirmou: “Espero que vocês sejam irmãs”. Em resposta as mulheres disseram que estavam em um relacionamento homoafetivo. O pregador advertiu: “A Bíblia diz que os homossexuais não herdarão o Reino de Deus”.
Dunn afirma que teve a intenção de anunciar a verdade do Evangelho às mulheres, por compaixão às almas delas. “Quando prego, só digo o que está na Bíblia. Quando elas me disseram que estavam em um casamento entre pessoas do mesmo sexo, fiquei preocupado com elas. Tive que comunicar as consequências de suas ações com base no que a Bíblia diz. Queria avisá-las, não por condenação, mas por amor. Queria que soubessem que existe perdão através do amor de Jesus”.
Liberdade de opinião
As mulheres ficaram ofendidas. Elas denunciaram John Dunn à polícia, que compareceu à delegacia para depor. Ele foi acusado de “discurso de ódio” por ofender e abusar das mulheres.
Os advogados do Christian Legal Center, que defendeu John, lembraram que a lei deve proteger a liberdade de opinião, de religião e de expressão “mesmo que isso vá contra a sensibilidade da maioria da população”. “[Sr. Dunn] não abusou das queixosas. Alega-se que o abuso envolve a comunicação de uma mensagem ofensiva a um indivíduo. Simplesmente transmitir a verdade bíblica não pode ser assim”.
No entanto, para a Crown Prosecution Service (CPS), que conduziu a ação contra o pregador, o processo era necessário e proporcional. “Há referências na Bíblia que simplesmente não são mais apropriadas na sociedade moderna e que seriam consideradas ofensivas se declaradas em público”.
O processo contra Dann acabou sendo arquivado na audiência do dia 13 de novembro. Isto porque as duas mulheres não compareceram ao tribunal. “Estou aliviado e grato por o caso ter sido arquivado e pretendo continuar a pregar nas ruas de Swindon”, compartilhou John Dann.
Na opinião de Andrea Williams, diretora executiva do Christian Legal Center, não cabe à promotoria afirmar, em nome do Estado, que as Escrituras Sagradas contém palavras abusivas, que representam ofensa criminal se ditas em público. “Ofensa é um conceito inteiramente subjetivo e é facilmente manipulado para acabar com pontos de vista que as pessoas simplesmente não gostam. Qualquer sugestão de que existe o direito de não ser ofendido deve ser fortemente rejeitada. Na democracia de hoje, precisamos de liberdade para debater, desafiar e discordar”.
Fonte: Comunhão com informações de Christian Concern
Apresentada pelo senador Guaracy Silveira, do PP do Tocantins, a proposta homenageia a instituição evangélica fundada em 1923 e que chegou ao Brasil, na cidade paulista de São João da Boa Vista, em 1951.
O relator em Plenário, senador Zequinha Marinho, do PL do Pará, ressaltou o crescimento da igreja e suas ações.
Zequinha – A Igreja do Evangelho Quadrangular possui mais de 21 mil templos e obras abertas e estruturadas em todo o país. Com as contribuições de dízimos e ofertas de membros e colaboradores, a Igreja do Evangelho Quadrangular desenvolve diversas iniciativas ou projetos sociais.
Guaracy Silveira, que se despediu do Senado após substituir por 120 dias a senadora Kátia Abreu, do PP do Tocantins, justificou a homenagem pelo papel da instituição de transformar realidades e cuidar da comunidade.
O relatório reconhece o trabalho da Igreja Quadrangular no Brasil, e que, como todas as outras igrejas evangélicas, trabalhamos pra melhorar o mundo para o Senhor Jesus e como o Senhor Jesus assim o quer.
A proposta aprovada pelos senadores segue para votação na Câmara dos Deputados.
Estádio de futebol com a bandeira do Catar (Foto: Canva Pro)
A Copa do Mundo de 2022 no Catar está oficialmente em andamento, mesmo com alguns torcedores lutando para entender os costumes e as leis da nação muçulmana sunita.
Os dirigentes surpreenderam o mundo da FIFA dois dias antes do início do jogo, quando anunciaram que todas as vendas de álcool seriam proibidas em todos os oito estádios da Copa do Mundo no Catar.
Mas, embora o álcool seja rigidamente regulamentado no Catar, está longe de ser a regulamentação mais controversa.
Em um comunicado, o Departamento de Estado dos EUA alertou qualquer americano que viaje para o Catar a cumprir várias leis no país islâmico que podem resultar em prisão.
Lembrando aos cidadãos que as “proteções da Primeira Emenda da Constituição dos EUA não se aplicam a cidadãos americanos fora dos Estados Unidos”, as autoridades alertaram os americanos contra o envolvimento em qualquer forma de reunião ou protesto.
O Departamento de Estado também pediu aos viajantes que evitem “proselitismo religioso ou defesa do ateísmo e discurso crítico ao governo do Catar ou à religião do Islã” enquanto estiverem no país, todos os quais podem ser processados criminalmente.
De acordo com Addison Parker, do grupo de vigilância internacional International Christian Concern, mesmo usar o tipo errado de joia pode ser visto como proselitismo.
“Por exemplo, se usar um colar de cruz, [alguém] deve estar atento a como esse simples ato pode ser percebido como uma tentativa de compartilhar o Evangelho”, disse Parker. “Se uma pessoa permanece dentro dos círculos de expatriados cristãos, as liberdades são um pouco mais amplas, embora ainda restritas.
“Se alguém entende o que o governo não quer (conversão), então é mais fácil evitar situações em que alguém possa ser acusado de tais atividades”, acrescentou Parker.
Com a maioria dos cidadãos se identificando como muçulmanos sunitas, o Catar é uma nação cujas leis e costumes estão enraizados no Alcorão e no Hadith, os ditos de Maomé. No entanto, o Catar é considerado menos conservador do que outras nações islâmicas, como a Arábia Saudita.
O Catar, por exemplo, permite que alguns não-muçulmanos pratiquem sua religião em áreas designadas como o Complexo Religioso de Doha. Mas até mesmo o Departamento de Estado adverte que “todas as fés não são acomodadas igualmente”.
Richard Ghazal, diretor executivo da In Defense of Christians (IDC), um grupo global de direitos humanos e de defesa, disse que qualquer pessoa pega se envolvendo em qualquer tipo de proselitismo pode enfrentar consequências graves.
“Embora a prática do cristianismo seja nominalmente permitida, não deve haver expressão externa de qualquer fé que não seja o Islã”, disse Ghazal. “Fazer proselitismo de qualquer fé que não seja o Islã é estritamente proibido e pode acarretar uma penalidade pesada” tão severa quanto a morte, embora isso seja improvável.
De acordo com funcionários do Departamento de Estado, o islamismo e o cristianismo são as únicas religiões oficialmente registradas no Catar que podem ter seus próprios locais de culto.
O perigo real para os cristãos, disse Ghazal, pode estar nas leis de blasfêmia do Catar, que, ao contrário das leis de apostasia, se aplicam a todas as pessoas de todas as religiões e nacionalidades – incluindo torcedores da Copa do Mundo.
“Os visitantes da Copa do Mundo correm o risco de se sujeitar aos duros códigos de blasfêmia se criticarem, mesmo que levemente, o Islã”, disse ele. “A lei procura apenas proibir a blasfêmia contra o Islã e o profeta muçulmano, enquanto palavras hostis e obscenas contra o cristianismo não são consideradas blasfêmias.”
Outros costumes exigem que homens e mulheres cubram seus corpos, geralmente da cabeça aos joelhos.
De acordo com a lei islâmica Shariah, as mulheres do Catar normalmente usam um lenço de cabeça hijab e longas túnicas pretas, enquanto os homens usam roupas tradicionais conhecidas como thoub, uma roupa branca longa e folgada.
O Departamento de Estado alertou os americanos sobre relações sexuais fora do casamento, o que é ilegal no Catar. Por ser proibido, qualquer mulher grávida que queira receber atendimento pré-natal em um hospital ou centro médico do Catar deve fornecer às autoridades uma certidão de casamento.
Qualquer viajante que se identifique como LGBT também deve consultar o Departamento de Estado ao chegar ao Catar, onde a homossexualidade é criminalizada.
Os cristãos representam mais de 10% da população do Catar, composta principalmente por expatriados e outros trabalhadores estrangeiros, de acordo com Ghazal, que exortou qualquer cristão que vá à Copa do Mundo a “se familiarizar com as normas culturais árabes, muçulmanas e do Catar”.
“Esta é uma precaução defensiva necessária”, acrescentou.
O Catar está classificado como o 18º pior país quando se trata de perseguição cristã, de acordo com a Lista Mundial da Perseguição de 2022 da Portas Abertas dos EUA.
Segundo um porta-voz da Fifa, a decisão de não vender bebidas alcoólicas nos jogos foi tomada após discussões entre dirigentes do Catar.
Embora o álcool seja legal no Catar, ele é altamente regulamentado e está disponível de forma limitada para adultos não muçulmanos e não catarianos com mais de 21 anos. Autoridades dos EUA disseram que a intoxicação pública pode levar a consequências legais, incluindo deportação.
Os locais que servem bebidas alcoólicas podem recusar o serviço aos clientes se acreditarem que são muçulmanos, “independentemente da religião, nacionalidade ou escolha pessoal do cliente”.
O álcool está normalmente disponível para a maioria dos clientes internacionais com mais de 21 anos na maioria dos hotéis e restaurantes, disseram as autoridades.
Multas de trânsito e acidentes são tratados de forma diferente no Catar do que nos Estados Unidos. Violações flagradas por câmeras são rastreadas virtualmente, e os motoristas são responsáveis por consultar um sistema online para saber se têm alguma multa a pagar. O Departamento de Estado informa que os viajantes com acidentes de trânsito não resolvidos ou penalidades podem ser impedidos de deixar o país.
Folha Gospel com informações de The Christian Post