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Relatório expõe aumento de violência contra crianças cristãs no Paquistão

Criança no Paquistão (Foto: Canva Pro)
Criança no Paquistão (Foto: Canva Pro)

Um novo relatório da Comissão Nacional dos Direitos da Criança do Paquistão (NCRC) destaca os graves desafios enfrentados por crianças pertencentes a grupos religiosos minoritários, incluindo cristãos, e pede ação imediata do governo para conter os altos níveis de discriminação decorrentes de preconceito sistêmico, exclusão social e negligência institucional.

O relatório, intitulado “Análise da Situação de Crianças de Religiões Minoritárias no Paquistão”, também levanta questões cruciais de conversão forçada, casamentos infantis e trabalho infantil enfrentados por crianças de minorias, particularmente aquelas pertencentes às comunidades cristãs e hindus marginalizadas.

A tendência preocupante de discriminação sistêmica afeta todos os aspectos da vida cotidiana da população minoritária, especialmente suas crianças. Crianças pertencentes a minorias frequentemente enfrentam discriminação por parte de colegas e educadores nas escolas. Elas também precisam lidar com currículos que podem reforçar preconceitos negativos sobre sua religião. Isolamento, desempenho acadêmico abaixo da média e, em muitos casos, evasão escolar são os resultados esperados de tal ambiente educacional.

“A situação financeira das famílias de minorias apresenta um quadro igualmente alarmante. Muitas pessoas estão presas em ciclos de trabalho escravo, especialmente em olarias e no setor agrícola, onde famílias inteiras, incluindo seus filhos, trabalham em condições cruéis”, afirma o relatório.

Citando conversões religiosas forçadas e casamentos forçados de meninas cristãs e hindus com homens muçulmanos mais velhos como os problemas mais preocupantes, o relatório observa que há poucas opções legais disponíveis para as vítimas.

“Tais práticas persistem apesar das proteções legais existentes devido a preconceitos institucionais, pressão pública e ao papel deficiente das agências de segurança pública”, afirmou.

De acordo com o relatório, entre abril de 2023 e dezembro de 2024, o NCRC recebeu 27 denúncias relacionadas à opressão de crianças de minorias, incluindo casos de sequestro, assassinato, conversão forçada e casamentos de menores.

O maior número de casos de violência contra crianças pertencentes a minorias (40%) foi registrado em Punjab, a província mais populosa, entre janeiro de 2022 e setembro de 2024, segundo o relatório, citando dados da polícia. Entre as vítimas estavam 547 cristãos, 32 hindus, dois ahmadis, dois sikhs e 99 outros.

Em sua revisão do currículo educacional do Paquistão, o estudo observou a preocupação das minorias com a ausência de inclusão religiosa no Currículo Nacional Único.

Populações minoritárias frequentemente expressam insatisfação com o estudo obrigatório da educação religiosa islâmica devido à ausência de outras opções para examinar suas próprias perspectivas. Isso não apenas infringe sua liberdade religiosa, mas também prejudica seu progresso acadêmico, visto que são obrigados a estudar um tópico que pode não estar alinhado com seus princípios. Inúmeros alunos pertencentes a minorias expressam apreensão com suas notas nas avaliações anuais, visto que seu desempenho em estudos religiosos pode impactar negativamente seu GPA. Isso intensifica sentimentos de alienação e reduz suas perspectivas de sucesso acadêmico.

Em relação à discriminação enfrentada por alunos de minorias nas escolas, o estudo disse que colegas — e às vezes até professores — tratam alunos de minorias de forma diferente quando tomam conhecimento de suas identidades religiosas e de casta.

“Os alunos relataram que não se sentem confortáveis em compartilhar suas identidades religiosas e de casta porque sua casta e religião são consideradas inferiores. Devido a complexos de inferioridade, crianças de comunidades de castas oprimidas e grupos minoritários hesitam em sentar nos bancos da frente, fazer perguntas em sala de aula ou beber em copos comuns”, afirmou, acrescentando que colegas da religião majoritária zombam de suas práticas religiosas e pedem que se convertam para que possam ganhar uma recompensa.

Em seu apelo à ação, o NCRC instou o governo a fortalecer as proteções legais, expandir as redes de segurança social, criar políticas de educação inclusivas e adotar medidas específicas para combater o trabalho infantil e escravo, bem como as conversões religiosas forçadas.

Comentando o relatório, a presidente do NCRC, Ayesha Raza Farooq, disse que a iniciativa, conduzida em colaboração com a UNICEF, tinha como objetivo gerar evidências, identificar lacunas políticas e orientar os responsáveis em direção a soluções sistêmicas e sustentáveis.

“Embora tenha havido progresso mensurável — como a melhoria do registro de nascimento e a reforma legal em certas províncias — milhões de crianças no Paquistão ainda ficam esquecidas devido a esforços fragmentados, falta de coordenação e vontade política limitada”, disse ela.

Farooq disse que o NCRC estava trabalhando em estreita colaboração com os governos provinciais para harmonizar as leis de proteção à criança, aumentar a idade do casamento para 18 anos, garantir educação inclusiva e fortalecer os sistemas que protegem todas as crianças — especialmente aquelas de comunidades minoritárias.

Mas não podemos fazer isso sozinhos. Todas as partes interessadas — formuladores de políticas, educadores, agentes da lei, sociedade civil e líderes religiosos — precisam ir além dos silos e agir em uníssono. Toda criança, independentemente de religião ou origem, merece dignidade, segurança e uma chance justa na vida”, enfatizou.

O membro das Minorias do NCRC de Sindh, Pirbhu Lal Satyani, disse que o estudo investiga as vulnerabilidades em camadas vivenciadas por crianças pertencentes a minorias religiosas — incluindo barreiras à educação, incidentes de conversão forçada, trabalho infantil e discriminação em serviços públicos.

“Crianças de minorias religiosas estão entre as mais marginalizadas. Elas enfrentam estigma, estereótipos e exclusão estrutural que obstruem seu desenvolvimento pleno. Este relatório é um chamado à ação — tanto para as políticas quanto para a sociedade — para garantir sua inclusão, dignidade e proteção”, disse Satyani.

Folha Gospel – artigo publicado originalmente no Christian Daily International

Pai cristão: responsabilidade, exemplo e comunhão com Deus

Família reunida lendo a Bíblia (Foto: Canva Pro)
Família reunida lendo a Bíblia (Foto: Canva Pro)

A chegada de um filho costuma provocar uma mudança silenciosa, porém radical, no modo como se vê o mundo, o tempo e até a própria história. Embora o nascimento de uma criança seja muitas vezes previsto no calendário, a paternidade, em si, continua sendo uma travessia imprevisível. Para muitos homens, ela reconfigura não só a rotina, mas o sentido das responsabilidades e da espiritualidade vivida dentro de casa.

O médico Adriano Faustino, que integra a Oitava Igreja Presbiteriana de Belo Horizonte (MG), autor do livro Cientificamente Divino (Editora Vida), vive essa experiência de forma intensa. Atuando na medicina integrativa e funcional e com uma longa trajetória como professor de Escola Bíblica Dominical, ele afirma que a paternidade tem lhe ensinado diariamente sobre limites, cuidado e dependência de Deus.

“Foi uma alegria tremenda. No primeiro momento eu nem acreditei, porque a gente viveu uma situação muito peculiar”, diz ele ao lembrar que a gravidez aconteceu poucos dias depois da retirada do DIU de sua esposa. A notícia chegou antes do previsto, com a surpresa que costuma marcar o início de tantas jornadas humanas. “Depois que fez o ultrassom, que eu vi já o coraçãozinho bater, aí a ficha caiu”, conta.

Quando o tempo desacelera

Entre plantões e atendimentos em consultório, Faustino mantinha uma rotina intensa. Isso mudou após o nascimento do filho. “Era muito comum eu ir para a clínica cedinho e voltar 8 horas da noite. Eu parei de fazer isso. Agora eu tenho sempre momentos a mais para ficar com o meu filho”, conta. Ele decidiu ajustar os horários, priorizando a presença e o tempo de qualidade. Até mesmo o sono, que nos primeiros meses de um bebê tende a se tornar caótico, passou a ser encarado com alegria. “Acho que uma das maiores alegrias que já tive foi acordar de madrugada e dar de mamar pra ele, e ele nos meus braços mamando”, compartilha Adriano.

A experiência vivida por ele encontra respaldo em dados do Ministério da Saúde, que demonstram que a participação ativa do pai no início da vida do bebê contribui significativamente para o desenvolvimento emocional da criança e para o fortalecimento dos vínculos familiares. O envolvimento paterno está ligado a menores índices de estresse materno, melhor desempenho escolar e maior estabilidade emocional ao longo da vida.

O peso e a leveza da herança

Mais do que prover ou proteger, muitos pais reconhecem que sua maior tarefa é formar caráter. Faustino não enxerga a infância do filho Pedro como uma zona de conforto, mas como uma fase crucial para aprender a lidar com a frustração. “Para ensinar meu filho, eu tenho que ensiná-lo a lidar com as dificuldades da vida, porque, se eu não ensinar, a vida vai ensinar de uma maneira muito mais dura pra ele”, afirma.

Ao refletir sobre o tipo de legado que deseja deixar, ele explica que deseja ir além dos bens materiais. “Não é herança de bens, imóveis, financeira, mas sim de conhecimento, de momentos, de memórias, de exemplos”, explica. Para ele, a coerência entre discurso e prática é essencial. “Quero ensinar ele a comer saudável, não é falar para ele, é ele me ver comendo saudável. Quero ensinar ele a ler, ele vai ter que me ver lendo livros”, exemplifica.

No centro dessa formação está a fé cristã, vivida em casa e ensinada com simplicidade. “Ele vai me ver estudando a Bíblia, vai me ver dando aulas bíblicas”, conta Adriano.

O pai como sacerdote

A Bíblia descreve o papel do pai como o de sacerdote do lar. Na prática, isso implica conduzir espiritualmente a família, assumindo a responsabilidade pelo ensino e pela direção moral da casa. “O sacerdote tem que ser a referência. É quem mostra qual é o caminho certo”, afirma Faustino. Ele conduz orações com o filho diariamente e, mesmo com menos de dois anos, a criança já é estimulada a recitar versículos bíblicos. “O sacerdote é quem ensina, quem repete, quem orienta, quem educa. Sei que, se eu não fizer essa minha obrigação bem-feita, posso ser cobrado por Deus por causa disso. Então eu valorizo muito isso”, resume.

Um olhar sobre Deus e sobre a própria mãe

Há aprendizados que só a prática revela. O amor paterno, para Faustino, trouxe uma nova percepção sobre o amor divino e, surpreendentemente, também sobre a maternidade. “Eu valorizo ainda mais a minha mãe pelo esforço que ela passou quando eu nasci”, conta, ao lembrar do relato da mãe sobre o cuidado com fraldas de pano fervidas em caldeirão com vinagre, por causa de sua alergia. Ao cuidar do próprio filho, ele passou a enxergar com mais nitidez as renúncias da mulher que o criou.

Mas foi na repetição das pequenas correções, nos alertas ignorados e nos choros frustrados que Adriano se viu face a face com a paciência de Deus. “Muitas vezes eu não deixo meu filho fazer as coisas, ele começa a chorar. E falo: a gente é do mesmo jeito. Deus não dá a coisa, a gente chora, reclama… Mas, no fundo, é para o nosso bem”, reflete.

O instante que permanece

Entre tantas mudanças, uma cena permanece como marco afetivo. “A primeira vez que ele olhou para mim, me chamou de papai e sorriu”, lembra. “Foi inesquecível”.

O testemunho de Adriano Faustino é apenas um entre os milhares de pais que veem na paternidade uma missão moldada por fé, rotina e vulnerabilidade. A figura paterna, longe de ser apenas um provedor, se torna um espelho diário das ações de Deus no cuidado com os filhos.

A Bíblia afirma que “como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece dos que o temem” (Salmos 103.13). Essa relação, observada em gestos cotidianos, ajuda a compreender, ainda que de maneira fragmentada, o amor que sustenta todas as coisas.

Fonte: Comunhão

Pais em risco: a perseguição aos homens cristãos

Pai e filho caminhando em um país que persegue cristãos (Foto: Portas Abertas)
Pai e filho caminhando em um país que persegue cristãos (Foto: Portas Abertas)

É evidente que a família está no centro da perseguição aos cristãos. Aqueles que dirigem a violência religiosa deliberadamente atacam os laços familiares e os papéis dentro da família como forma de destruir o testemunho cristão na sociedade. Mãe, pai, irmão e irmã são todos alvos.

Especificamente no contexto masculino, a perseguição procura pastores, que são predominantemente homens. Esse papel os expõe especificamente ao risco de perseguição por assassinato. Na Nigéria, um ciclo brutal de violência ceifa sem cessar a vida de líderes cristãos.

No início de maio, por exemplo, o pastor Philip Oigocho estava pegando o ônibus para liderar um culto de oração à noite depois de uma semana exaustiva quando um grupo de jihadistas o atacou. Um dos agressores perguntou especificamente em hausa, “Ina Pastor Philip ne?”, que significa “onde está o pastor Philip?”, contou uma testemunha a jornalistas. Ao todo, quatro homens foram assassinados, incluindo o pastor. “Para a família e os dependentes do pastor, sua morte pode desencadear outras formas de trauma e insegurança”, observa Rachel Morley, analista da Portas Abertas.

“Dependendo da escala e da natureza do ataque, a esposa e os filhos podem ter que fugir. Eles podem acabar em campos de deslocados internos, onde enfrentam novos riscos, como exploração sexual. E, para a família da igreja do pastor, é uma mensagem: ‘Você e sua comunidade não estão seguros’. Esse medo pode ser usado para provocar mais deslocamentos”, conclui a analista.

Destruindo o papel de protetor

Quando o papel social do homem como protetor é atacado, distúrbios psiquiátricos, vícios e até abandono de responsabilidades podem ser consequências de longo prazo. Cruelmente, depois de um ataque, o “fracasso” de um pai em proteger pode ser duramente julgado pela comunidade, em vez de ser visto como vítima da perseguição.

Em 2023, Mercy (pseudônimo) foi uma das várias mulheres que sofreram violência sexual nas mãos de uma multidão meitei violenta na Índia. Ela testemunhou seu pai e irmão serem espancados até a morte ao tentarem protegê-la. O marido de outra vítima descreve sentir-se assombrado por sua “incapacidade”. “Sinto tristeza e raiva por não ter conseguido fazer nada. Não pude salvar minha esposa nem os moradores da vila. Isso parte meu coração”, ele desabafa.

Acusações arbitrárias

Mas nem toda perseguição contra homens é violenta. Casos jurídicos arbitrários também são usados para intimidar pais cristãos e destruir a vida familiar. A família de Li Jie, no Norte da China, sofreu despejo, ameaças legais e detenção secreta por quatro anos por alegações inventadas sobre Li Jie de “liderar quadrilhas criminosas”, “incitar à subversão do poder do Estado” ou “negócios fraudulentos”.

É um ataque que consome a vida familiar. O acusado provavelmente perderá o emprego ou relações comerciais. Com o aumento dos custos legais, as famílias caem na pobreza. Para as crianças, o estigma de ter um “pai criminoso” é brutal. Para as mães, o terror, a vulnerabilidade e a separação prolongada são um fardo psicológico exaustivo. A perseguição jurídica não apenas pune um homem por sua fé, também enfraquece os laços familiares que transmitem a fé entre gerações.  

Uma oração pelos pais da Igreja Perseguida 

Senhor de todo consolo, esteja presente com nossos irmãos que são presos injustamente, vítimas de violência e dificuldades econômicas por causa do seu nome. Protege-os em sua vulnerabilidade, fortalece-os quando não puderem proteger suas esposas e filhos. Cura as feridas do trauma que permanecem em seus corações e mentes. Cerca-os com amor e faça com que nunca esqueçam de que são amados por sua família em Cristo em todo o mundo. Amém. 

Fonte: Portas Abertas

Movimentos cristãos internacionais lançam guia de oração para a COP30

A Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025, também chamada de COP30 será a 30.ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, prevista para ocorrer entre os dias 10 e 21 de novembro de 2025, na cidade de Belém. Foto: Divulgação
A Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025, também chamada de COP30 será a 30.ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, prevista para ocorrer entre os dias 10 e 21 de novembro de 2025, na cidade de Belém. Foto: Divulgação

Movimentos cristãos internacionais lançaram um guia de oração específico para a COP30, prevista para novembro em Belém do Pará. A proposta tem o objetivo de mobilizar igrejas e fiéis em uma jornada de dez semanas de oração, com temas que vão desde decisões políticas até a ética no uso dos recursos naturais. O material parte da convicção de que as ações humanas são responsáveis pelas mudanças climáticas e propõe a oração como ferramenta preventiva contra desastres ambientais.

Entre os que comentam a iniciativa está o pastor Sérgio Junger, presidente da Associação dos Capelães do Estado do Espírito Santo. Ele reconhece o valor da oração, mas aponta uma perspectiva diferente sobre esse tipo de mobilização. Para ele, a oração deve estar inserida no cotidiano de cada cristão, sem depender de grandes eventos ou agendas internacionais. Ele acredita que o papel do servo de Deus é orar continuamente, por todas as coisas, todos os dias.

O guia de oração pela COP30 destaca que o conhecimento científico deve ser valorizado pelos cristãos

O guia de oração pela COP30 foi elaborado por organizações como Tear Fund, Renovar Nosso Mundo e 24/7 Prayer, que defendem a integração entre fé e ciência. Os autores destacam que o conhecimento científico deve ser valorizado pelos cristãos, e que há uma responsabilidade coletiva no enfrentamento da crise ambiental. O documento ainda propõe atividades criativas para acompanhar as orações, como escrever pedidos em lenços de papel, símbolo da fragilidade das decisões em prol do planeta.

Pastor Sérgio Junger demonstra ceticismo diante da proposta. Segundo ele, a fé não deve ser condicionada a pautas humanas. Em suas palavras, a oração deve partir de uma relação direta com Deus e ser direcionada à realidade imediata de cada pessoa. Citando Tiago 1:27, Junger reitera sua posição: “A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e guardar-se da corrupção do mundo”.

Simbolismo religioso

A sede da COP30 em Belém também carrega um simbolismo religioso. A cidade foi palco da fundação da Assembleia de Deus no Brasil, hoje o maior grupo evangélico do país. O evento global que reúne líderes mundiais para discutir ações contra o aquecimento global terá, portanto, um pano de fundo histórico marcado pela presença evangélica. Ainda assim, a expectativa de adesão das igrejas ao guia de oração é vista com reservas, dada a resistência a instituições como a ONU e a OMS.

Para o pastor capelão, movimentos como esse geram barulho, mas podem carecer de impacto real. Ele destaca que não crê que a Bíblia dá margem para um cenário otimista em relação ao futuro do mundo. Segundo ele, o papel da igreja é orar pelas pessoas próximas e pelas situações concretas que afetam o dia a dia da comunidade.

Os organizadores do guia apostam na força da oração coletiva como estímulo à ação consciente. A proposta é que, ao orar pelos tomadores de decisão e pelas comunidades vulneráveis, os cristãos também se comprometam com mudanças em seus próprios hábitos. A intenção é provocar reflexão, mobilização e engajamento prático das igrejas diante da emergência climática.

Sérgio Junger, por sua vez, vê na oração diária e constante uma forma mais eficaz de transformar a realidade. Ele diz que interceder por líderes faz parte da sua prática de fé, embora sem esperar soluções terrenas. Para ele, cabe ao cristão permanecer fiel, enfrentar os desafios com coragem e se manter em oração sem cessar, como orienta a Bíblia.

Destruição ambiental

O lançamento do guia ocorre em meio à tensão provocada pelo chamado PL da Devastação, projeto que flexibiliza regras ambientais no país. Para os grupos cristãos engajados na campanha de oração, a aprovação da lei evidencia a urgência de uma resposta espiritual e ética diante da destruição ambiental. O guia surge como um apelo por responsabilidade e sensibilidade diante da criação.

Apesar das divergências, o tema abre espaço para um debate sobre o papel das igrejas diante da crise climática. O encontro entre fé e ecologia, embora ainda polêmico em alguns segmentos, revela que a espiritualidade cristã pode contribuir para a construção de um mundo mais justo e sustentável. O pastor capixaba resume sua posição dizendo que a oração precisa estar voltada à vida real e que cada servo deve orar por tudo, em todo tempo, com sinceridade e compromisso.

Fonte: Comunhão

Franklin Graham cria fundo para defender cristãos perseguidos na Europa

Franklin Graham. (Foto: Reprodução/BGEA)
Franklin Graham. (Foto: Reprodução/BGEA)

A Associação Evangelística Billy Graham (BGEA), liderada pelo evangelista Franklin Graham, lançou um fundo especial para apoiar cristãos no Reino Unido e na Europa que enfrentam perseguição por expressarem publicamente sua fé. A iniciativa contempla cidades como Liverpool, Sheffield, Glasgow e Newcastle.

O projeto, batizado de “Fundo de Defesa Billy Graham” — e apelidado por Franklin de “fundo de guerra” — surgiu após uma série de batalhas judiciais contra o cancelamento de eventos evangelísticos. As suspensões foram motivadas por críticas às declarações de Graham sobre casamento e extremismo islâmico, resultando em forte pressão de grupos ativistas LGBT e seculares. Segundo a BGEA, as decisões foram tomadas sem diálogo prévio com os organizadores.

A associação também quer reforçar sua presença evangelística em cidades europeias onde a oposição ao cristianismo tem crescido. “O Evangelho é para todos”, afirmou Franklin Graham. “Ninguém deve ser impedido de ouvir sobre o amor de Deus. Não vamos recuar. Vamos continuar pregando com coragem e compaixão.”

Mesmo após cancelamentos e críticas em redes sociais, a BGEA segue promovendo campanhas evangelísticas em diversas regiões da Europa. “Não estamos promovendo ódio”, disse Graham. “Estamos proclamando esperança.”

De acordo com o advogado Justin Arnot, representante da associação, a criação do fundo teve a aprovação do próprio Billy Graham ainda em vida. “Ele era um embaixador de Cristo, em todos os contextos”, afirmou.

Com mais de £1 milhão (cerca de R$ 7 milhões) já arrecadados, o fundo será destinado à defesa legal de pregadores de rua e outros cristãos que enfrentam processos ou punições por manifestações públicas de fé. Casos recentes envolvem prisões e multas aplicadas a pessoas por pregarem mensagens bíblicas em locais públicos.

“Queremos que os cristãos saibam que não estão sozinhos. Quando for apropriado, não devem deixar essas situações passarem sem resposta”, disse Arnot. “Ofereceremos suporte financeiro, reconhecendo que há um custo significativo em defender esses direitos.”

Além do suporte jurídico, a BGEA pretende atuar na educação de autoridades locais sobre os direitos dos cristãos à liberdade de expressão, e combater o que considera interpretações distorcidas da lei e preconceito contra valores cristãos tradicionais.

Fonte: Comunhão com informações de The Christian Post

Lei que disponibiliza a Bíblia e outros livros sagrados nas escolas é aprovada no Ceará

Assembleia Legislativa do Ceará (Foto: Divulgação)
Assembleia Legislativa do Ceará (Foto: Divulgação)

A Assembleia Legislativa do Ceará aprovou nesta quinta-feira, 7 de agosto, o projeto de lei que autoriza a disponibilização da Bíblia nas escolas da rede estadual de ensino. A proposta também contempla outros livros sagrados de religiões professadas no Brasil. A iniciativa cumpre promessa feita pelo governador Elmano de Freitas (PT) em agosto de 2024, quando declarou que compraria exemplares e os colocaria nas unidades escolares.

O texto aprovado é a lei 130/2024, originada da mensagem 9310 enviada pelo Executivo estadual ao Legislativo em dezembro do ano passado. Segundo o governador, a religião exerce papel fundamental na formação humana e na construção de valores que favoreçam a convivência respeitosa na sociedade.

Durante a votação, os deputados rejeitaram duas das três emendas apresentadas. A única aceita, de autoria do deputado Missias Dias, prevê a instalação de placas nas escolas com a frase “É expressamente proibida qualquer ação de intolerância religiosa nesse local”.

Púlpito

A promessa do governador foi feita no púlpito de uma igreja evangélica liderada pelo deputado estadual Apóstolo Luiz Henrique. Na ocasião, Elmano relatou aos fiéis que havia questionado o parlamentar sobre a existência de uma lei que garantisse a presença da Bíblia nas escolas. Ao receber a resposta de que havia um projeto em andamento, comprometeu-se a aprová-lo e a providenciar a compra dos livros.

Em agosto de 2024, poucos dias após a fala do governador, a Assembleia aprovou a Proposta de Indicação 71/2022, que sugeria a inclusão do tema “Bíblia” de forma transversal no currículo escolar e a disponibilização de livros sagrados nas bibliotecas. Como se tratava de uma sugestão ao Executivo, a medida dependia de aprovação posterior, o que ocorreu agora com a nova lei.

O governo não detalhou quais serão os outros livros sagrados incluídos na distribuição, nem informou a quantidade de exemplares ou a data em que a compra e entrega serão iniciadas.

Fonte: Comunhão

Paquistão: Missão distribui 30 mil Bíblias em áudio para evangelizar analfabetos

Homem com uma Bíblia em áudio e grupo ouvindo a Bíblia em áudio no Paquistão. (Foto: God Reports).
Homem com uma Bíblia em áudio e grupo ouvindo a Bíblia em áudio no Paquistão. (Foto: God Reports).

A missão do americano Arch Bonnema está evangelizando pessoas analfabetas no Paquistão através de Bíblias em áudio.

Depois de atuar na África, Arch, de 72 anos, iniciou um projeto missionário no país de maioria muçulmana, guiado por Deus.

“O Paquistão é a única área que eu nunca teria escolhido. Mas é a que teve mais resultados em todos esses anos. Eu nunca tive esse desejo de ir para lá. Às vezes, os lugares que você menos espera acabam sendo os melhores”, comentou o missionário, em entrevista ao God Reports.

Em três anos, a equipe da missão já distribuiu quase 30.000 Bíblias em áudio no urdu, a língua local, por todo o país.

Os exemplares são pequenos dispositivos de som com um chip contendo a Palavra de Deus narrada.

Arch explicou que a Bíblia em áudio é eficaz para alcançar os paquistaneses que não sabem ler nem escrever. Na nação, cerca de 43% da população é analfabeta.

Em muitos casos, grupos de moradores que receberam o exemplar se reúnem para escutar as Escrituras juntos. Centenas de paquistaneses aceitaram Jesus através do projeto.

Além disso, dos Estados Unidos, Arch prega o Evangelho por chamadas de vídeo no celular, em seis dias da semana.

Uma equipe local da missão viaja para várias regiões do Paquistão e reúne pessoas para ouvir a ministração do missionário.

Um grupo de 13 pastores nos EUA também prega pelo Whatsapp para paquistaneses, através de uma parceria com líderes cristãos locais.

“Levei mais pessoas a Jesus depois que completei 65 anos. Por meio da tecnologia, posso pregar para mais pessoas”, destacou Arch.

Coração missionário

Desde sua juventude, Arch Bonnema tem o coração voltado para missões. Após fazer várias viagens missionárias, ele decidiu voltar para os EUA aos 20 anos, com o objetivo de se tornar um empresário para financiar a obra missionária.

Foi assim que Arch e sua esposa financiaram a construção de escolas, orfanatos, casas para viúvas, centros de alimentação e clínicas médicas em países como Uganda, Quênia, Índia e Etiópia. Todos os anos, eles doavam 50% de sua renda para a missão.

Após 23 anos atuando como empresário, Arch vendeu a empresa e criou sua missão para dedicar mais tempo ao campo missionário.

Fonte: Guia-me com informações de God Reports

Extremistas islâmicos mataram mais de 22 mil pessoas na África em 2024; maioria era cristã

Cristãos em momento de adoração no Oeste da África (Foto: Reprodução)
Cristãos em momento de adoração no Oeste da África (Foto: Reprodução)

Grupos militantes islâmicos ampliaram sua atuação na África, provocando mais que o dobro de mortes relacionadas à violência em áreas específicas do continente, segundo análise do Centro Africano de Estudos Estratégicos (ACSS).

O estudo foi divulgado em meio a um ataque brutal contra cristãos na cidade de Komanda, no leste da República Democrática do Congo, pelas Forças Democráticas Aliadas, grupo militante vinculado ao ISIS (Estado Islâmico no Iraque e na Síria) e ISIL (Estado Islâmico no Iraque e no Levante).

A organização terrorista reivindicou a autoria do massacre de 43 cristãos dentro da igreja, além de incendiar lojas e casas. Dias antes, também assumiu a responsabilidade por outro atentado, ocorrido no início de julho, que deixou 66 mortos na província de Ituri, próxima à fronteira com Uganda.

Ao longo do ano encerrado em 30 de junho, dez grupos militantes islâmicos foram responsáveis pela morte de 22.307 pessoas – em sua maioria cristãos – nas regiões da África Ocidental, Oriental e Central.

Recentemente, o pastor Franklin Graham denunciou o silêncio do mundo diante do massacre de cristãos na África:

“Enquanto as notícias se concentram em tarifas e outras coisas, o mundo está estranhamente silencioso sobre o massacre de cristãos na República Democrática do Congo (RDC) por jihadistas muçulmanos”, escreveu Graham nas redes sociais.

Violência letal

A análise revela que, desde 2023, os grupos intensificaram o uso de violência letal, resultando em um aumento de 60% nas mortes em comparação com o período de 2020 a 2022.

“Quase metade das mortes (10.685) no ano passado ocorreram no Sahel”, uma vasta região que abrange 10 países, como Mali, Chade, Nigéria, Burkina Faso e Camarões.

“Juntamente com a Bacia do Lago Chade, essas três regiões (incluindo a Somália) são responsáveis por 99% das mortes relacionadas a militantes islâmicos na África no último ano”, afirmou o estudo, que também mapeou como os grupos militantes expandiram seu domínio territorial no continente.

“Em toda a África, estima-se que 950.000 quilômetros quadrados (367.000 milhas quadradas) de territórios povoados estejam fora do controle governamental devido a insurgências de militantes islâmicos. Isso equivale ao tamanho da Tanzânia.”

Militantes islâmicos

Segundo o estudo, grupos militantes islâmicos foram responsáveis por mais de 150.000 mortes na África ao longo da última década.

A partir de 2022, o Al Shabaab intensificou sua atuação na Somália, enquanto facções ligadas ao JNIM (Jama’at Nusrat ul-Islam wa al-Muslimin) ampliaram suas ofensivas no Sahel – ambas as regiões registraram mais de 49.000 mortes cada.

Já os países da Bacia do Lago Chade contabilizaram cerca de 39.000 vítimas no mesmo período.

A instabilidade política no Sahel tem impulsionado a violência militante, elevando a média anual de mortes para 10.500 nos últimos três anos, um aumento de sete vezes em relação a 2019.

“O ritmo e a escala da violência no Sahel são provavelmente ainda maiores do que os relatados, dado que as juntas militares que tomaram o poder no Mali, Burkina Faso e Níger restringiram o acesso da mídia na região, que é a principal fonte de dados sobre o conflito”, afirma o estudo publicado em 28 de julho.

Mídias sociais, drones e inteligência artificial

Com até 7.000 militantes, a rede JNIM é responsável por mais de 80% das mortes registradas no Sahel, especialmente nas regiões norte, central e sul do Mali, além do sul de Burkina Faso, onde atualmente controla mais da metade do território.

Recentemente, os grupos têm ampliado o uso de mídias sociais, drones e inteligência artificial para recrutar novos militantes, difundir propaganda e enfrentar forças militares na Nigéria, Mali e Burkina Faso.

No Mali, o JNIM tem divulgado vídeos alegando abusos das forças de segurança contra membros da comunidade Fulani, buscando se posicionar como “defensor das populações marginalizadas”

Em contrapartida, as forças governamentais acusam essa comunidade de colaborar com os militantes. O estudo atribui cerca de 17.700 mortes de civis às ações das forças estatais e seus aliados.

O avanço dos ataques do Al Shabaab, com base na Somália, provocou 6.224 mortes entre 2024 e 2025. Com uma receita estimada em US$ 200 milhões – oriunda de extorsões, pedágios e pirataria – o grupo rivaliza com a arrecadação interna do país, o que tem impulsionado o recrutamento de combatentes, atualmente estimados entre 7.000 e 12.000.

Um ponto de alerta crescente é a expansão do Estado Islâmico na Somália (EIS), que, segundo as Nações Unidas, passou a funcionar como centro administrativo e financeiro do ISIS em escala global.

Fonte: Guia-me com informações de Christianity Daily

Morre reverendo Wildo Gomes, fundador da Missão Vida, aos 62 anos

Reverendo Wildo dos Anjos morre aos 62 anos e deixa mensagem póstuma. (Foto: Missão Vida/Divulgação)
Reverendo Wildo dos Anjos morre aos 62 anos e deixa mensagem póstuma. (Foto: Missão Vida/Divulgação)

“Hoje é o dia mais feliz da minha vida”. A mensagem póstuma, escrita há 10 anos pelo reverendo Wildo Gomes dos Anjos, fundador da Missão Vida, e divulgada nas redes sociais nesta quarta-feira (06), reflete bem seu ministério de fé. Ele morreu nesta madrugada, em Anápolis, Goiás.

Wildo tinha 62 anos e faleceu enquanto dormia. A família confirmou que a causa foi um infarto fulminante. Conhecido nacionalmente pelo trabalho social e missionário com pessoas em situação de rua, dependentes químicos e famílias em vulnerabilidade, Wildo deixa esposa, quatro filhos e um legado de mais de quatro décadas de dedicação à restauração de vidas por meio do Evangelho.

Nascido em 1963 na cidade de Corumbá de Goiás, mudou-se ainda bebê para Anápolis, onde viveu por toda a vida e iniciou seu ministério. Em 1983, com apenas 20 anos, fundou a Missão Vida. O projeto cresceu e hoje está presente em todas as regiões do Brasil, com unidades em sete estados e no Distrito Federal.

A instituição acolhe homens e famílias em situação de rua, oferece alimentação, abrigo, acompanhamento espiritual e psicológico, e promove programas de capacitação profissional e reinserção social. O trabalho é sustentado majoritariamente por doações e pelo apoio de igrejas e voluntários.

Além do trabalho social, o reverendo Wildo era conferencista, apresentador de programas de rádio e TV, pregador em igrejas de diferentes denominações e incentivador de missões urbanas. Também atuou como servidor público, presidiu conselhos e comissões voltadas à assistência social e foi reconhecido por diversas instituições pela contribuição ao combate à desigualdade e à marginalização.

Em nota divulgada nas redes sociais, a Missão Vida compartilhou uma mensagem escrita por Wildo há cerca de dez anos. O texto, preparado por ele mesmo como despedida, revela a serenidade e a firmeza de sua fé. Nele, o reverendo afirma que o dia de sua morte é o mais feliz da sua vida, por finalmente ter se encontrado com seu Salvador.

Momento planejado

Escreveu que planejou todos os detalhes de seu velório junto com Ivanete, a secretária que chamava de filha do coração e fiel escudeira. Pediu para permanecer guardado por dois dias, a fim de dar tempo para que todos os que o amam possam comparecer ao culto fúnebre e ao sepultamento.

Disse que todos que contribuíram com a Missão Vida ou que estiveram presentes em momentos importantes de sua vida estavam convidados. Finalizou com uma frase que carrega o tom direto que sempre marcou sua personalidade, afirmando que aqueles que nunca o amaram, não deveriam ir.

A equipe da Missão Vida lamentou profundamente a perda de seu fundador e reafirmou o compromisso de seguir com os projetos e ações conforme a visão deixada por ele. Igrejas, lideranças evangélicas e instituições parceiras manifestaram pesar e gratidão nas redes sociais. O legado de fé, serviço e compaixão de Wildo dos Anjos permanece como referência no cenário cristão brasileiro.

Confira a mensagem póstuma deixada pelo reverendo 

“Hoje é o dia mais feliz da minha vida! Me encontrei com meu Salvador! Há cerca de 10 anos preparei junto com minha secretária, filha do coração e fiel escudeira Ivanete o programa do meu velório. Todos os que contribuem ou contribuíram com a Missão Vida, (…) enfim todos os que me amam ou me amaram estão convidados. Você que nunca me amou, não venha! Passou o tempo”.

Reverendo Wildo Gomes dos Anjos

Fonte: Comunhão

Livros cristãos para presentear e inspirar pais a liderar com propósito

Pai e filha lendo livro (Foto: Canva Pro)
Pai e filha lendo livro (Foto: Canva Pro)

O papel de ser pai carrega alegrias, desafios e uma grande responsabilidade espiritual. Mais do que prover sustento ou proteção, a figura paterna exerce um papel vital na formação emocional, espiritual e moral dos filhos. Seja você um pai de primeira viagem, um líder em busca de propósito ou alguém que deseja se reconectar com sua missão familiar, esta seleção de livros é para você.

Pensando nisso — e em homenagem ao Dia dos Pais (celebrado neste 2º domingo de agosto) — o site cristão Comunhão reuniu sete livros cristãos que oferecem orientação, inspiração e suporte prático para pais em diferentes estágios da jornada. Entre as obras selecionadas estão títulos de autores como René Breuel, Telmo Martinello, Cassiana Tardivo, Luciano Subirá, Larry Titus e outros.

Abaixo, conheça mais sobre cada um desses livros e saiba onde encontrá-los.

1. Não é fácil ser pai – René Breuel

Com uma escrita leve, mas profunda, René Breuel compartilha suas experiências como pai de forma honesta e cativante.

Através de relatos pessoais, o autor oferece apoio emocional e espiritual aos pais de primeira viagem, ajudando-os a rir de seus erros e a lidar com os medos comuns da paternidade com mais empatia e confiança. 

Onde encontrar: Amazon.

2. Seja Homem – Telmo Martinello

Este livro é um chamado à verdadeira masculinidade cristã. Telmo Martinello convida homens a resgatarem seu papel como líderes espirituais dentro do lar, baseados na humildade, responsabilidade e compromisso com Deus.

Uma leitura essencial para pais que desejam deixar marcas eternas em suas famílias e na sociedade. 

Onde encontrar: Amazon.

 

3. Como Flechas – Luciano e Kelly Subirá

Inspirado no Salmo 127, este livro propõe uma abordagem prática e bíblica sobre a criação de filhos. Luciano e Kelly Subirá compartilham princípios que ajudam os pais a prepararem seus filhos para o propósito de Deus.

O diferencial é a escrita conjunta do casal e as participações dos filhos, tornando a leitura ainda mais rica. 

Onde encontrar: Amazon

4. O Homem Completo – Larry Titus

Com base no conceito bíblico do homem “teleios” — completo e maduro —, Larry Titus orienta os leitores a viverem plenamente o projeto de Deus em todas as áreas da vida.

Um guia espiritual e prático para homens que desejam refletir a imagem de Cristo como maridos, pais e líderes. 

Onde encontrar: Amazon

5. Resgate seu filho das telas – Cassiana Tardivo

A autora une fundamentos bíblicos e ciência para abordar um tema urgente: a exposição das crianças às telas.

Mais do que impor limites, ela ensina os pais a se tornarem referências seguras na vida dos filhos, fortalecendo vínculos e equilibrando o uso da tecnologia com os valores da fé cristã. 

Onde encontrar: Amazon

6 – Famílias Indestrutíveis – Pastor Rafael Nery 

Em “Famílias Indestrutíveis”, publicado pela Editora Vida, o pastor Rafael Moura Nery destaca a sacralidade dessa instituição, ancorada na relação entre Cristo e a igreja. Nery, um ex-militar que escolheu o ministério pastoral, compartilha insights valiosos sobre o casamento, recomendando a leitura a pastores, seminaristas, professores e o público em geral. O livro aborda o casamento como algo sagrado, focando em Jesus como o cerne desse importante aspecto da vida, oferecendo orientação e inspiração para fortalecer e edificar famílias. 

Onde Encontrar: Amazon.

7- Homens mais parecidos com Jesus – David J. Merkh

Em um mundo repleto de distorções sobre o que é ser homem, David Merkh aponta para o único modelo seguro e eterno de masculinidade: Jesus. Nesta obra transformadora, o autor desafia os leitores a não apenas imitarem as atitudes de Cristo, mas a desenvolverem o Seu caráter de forma profunda e duradoura.

O livro aborda com sensibilidade e firmeza temas como liderança familiar, serviço à comunidade, vida espiritual e decisões do dia a dia — tudo com base na vida do Filho de Deus. Ideal para pais que desejam liderar com amor, sabedoria e propósito eterno. 

Onde encontrar: Amazon

Fonte: Comunhão

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