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Líderes religiosos estão envolvidos em esquema de compra de votos em Manaus, aponta PF

Mãos segurando uma Bíblia com dinheiro (Imagem ilustrativa)
Mãos segurando uma Bíblia com dinheiro (Imagem ilustrativa)

A Polícia Federal (PF) investiga um suposto esquema de compra de votos nas eleições municipais de 2024 em Manaus que envolveria lideranças religiosas e pessoas ligadas à campanha do prefeito David Almeida. De acordo com a apuração, o genro do prefeito teria atuado como intermediário na articulação do esquema.

As suspeitas surgiram após uma operação realizada na véspera do segundo turno das eleições, quando agentes da PF encontraram indícios de distribuição de dinheiro a eleitores dentro de um espaço ligado a uma igreja na capital amazonense.

Durante a ação, foram apreendidos mais de R$ 21 mil em espécie, divididos em envelopes, além de listas com nomes de eleitores. Segundo a PF, havia um esquema organizado para entrega dos valores, com divisão de tarefas entre os participantes — um registrava nomes, outro conferia e um terceiro realizava a distribuição do dinheiro.

Depoimentos colhidos na investigação indicam que valores adicionais já teriam sido distribuídos anteriormente, podendo chegar a cerca de R$ 38 mil. A suspeita é de que os recursos teriam sido repassados por alguém ligado à campanha eleitoral.

Ainda segundo a apuração, o genro do prefeito aparece como figura responsável por fazer a ponte entre integrantes da campanha e lideranças religiosas envolvidas nas reuniões investigadas. A PF busca esclarecer o grau de participação de cada envolvido e a origem dos recursos utilizados.

Na ocasião da operação, dois líderes religiosos foram presos em flagrante, mas acabaram liberados após pagamento de fiança. Eles podem responder por corrupção eleitoral, crime que prevê pena de até quatro anos de prisão, além de multa.

O caso segue em investigação e depende, entre outros fatores, da análise de aparelhos celulares apreendidos durante a operação, que ainda podem trazer novos elementos sobre o suposto esquema.

A defesa dos envolvidos nega irregularidades, e o prefeito já afirmou anteriormente não ter participação em qualquer esquema ilícito. Até o momento, não há condenações relacionadas ao caso.

Com informações de G1

Igreja Metodista suspende pastora por trabalho para Jeffrey Epstein

Jeffrey Epstein e a reverenda Stephanie Remington (Foto: Reprodução/Protestia))
Jeffrey Epstein e a reverenda Stephanie Remington (Foto: Reprodução/Protestia))

A Igreja Metodista Unida (UMC) anunciou a suspensão de uma pastora após a descoberta de seu envolvimento profissional com Jeffrey Epstein, um abusador sexual de menores. A decisão visa apurar a conduta da reverenda Stephanie Remington, que atuou em funções administrativas e de gestão de propriedade para o controverso financista. A igreja assegura que os procedimentos legais internos estão em andamento para investigar as circunstâncias.

A suspensão, que terá duração de 90 dias, abrange a retirada das responsabilidades clericais da pastora enquanto o escritório episcopal conduz a revisão. A UMC enfatiza o compromisso com os mais altos padrões de liderança espiritual e moral, e que preocupações dessa natureza são levadas a sério. A igreja também manifestou solidariedade e orações pelos sobreviventes dos crimes de Epstein.

Detalhes do vínculo com Epstein

A reverenda Stephanie Remington trabalhou para Jeffrey Epstein em dois períodos distintos. Primeiramente, atuou como assistente administrativa entre agosto e dezembro de 2018. Posteriormente, assumiu a função de gerente temporária de propriedades em sua ilha particular, de janeiro a maio de 2019. É importante notar que Epstein já era um condenado por crime sexual durante seu primeiro período de trabalho com Remington, e seu segundo arresto, em julho de 2019, ocorreu sob acusações de tráfico de menores.

Embora Remington não esteja sendo acusada criminalmente, sua suspensão decorre de aparentes “discrepâncias” em seu relato e em suas ações, conforme comunicado pelo bispado. A igreja busca entender a extensão do envolvimento e se os protocolos internos foram adequadamente seguidos.

Histórico ministerial e a questão dos relatórios

Remington serviu à UMC por mais de 15 anos em diversas congregações. Ela solicitou licença em 2016 após seu divórcio, sendo que seu ex-marido também é pastor na mesma denominação. Após o período de licença, Remington apresentou documentação à Conferência de Missouri, onde declarou estar realizando ministério em extensão no Lewis Center for Church Leadership do Wesley Theological Seminary. Essa atuação foi aprovada.

Contudo, a situação se complicou quando Remington mudou-se para as Ilhas Virgens Americanas. Lá, ela trabalhou remotamente para o seminário como contratada de meio período entre 2017 e 2018. Após deixar o posto, ela continuou a afirmar que ainda exercia funções ministeriais. Durante esse período, ela também não informou à conferência sobre seu afastamento das funções de extensão, nem sobre seu emprego posterior com Epstein, o que, segundo a conferência, provavelmente não teria sido aprovado caso fosse divulgado.

A conferência declarou em nota: “A Conferência de Missouri não teve conhecimento da associação da indivídua com o Sr. Epstein… Nenhuma informação indicando esta associação foi divulgada em quaisquer desses relatórios. O Bispo ou o superintendente distrital não foram contatados sobre o interesse da indivídua ou a aceitação da posição relacionada a Epstein.”

Posicionamento da pastora e dilemas éticos

A reverenda Remington afirmou ter preenchido um relatório no ano anterior e, posteriormente, comunicado a seu superintendente distrital via Zoom sobre seu tempo nas Ilhas Virgens, incluindo o trabalho com Epstein. Ela expressou incerteza se o superintendente compreendeu totalmente a menção a Epstein. A conferência, por sua vez, reiterou que nenhuma informação sobre essa associação foi apresentada em seus relatórios.

Remington também reconheceu períodos em que deixou de enviar relatórios e que nunca recebeu um acompanhamento da conferência. Ela relatou que nenhum líder da conferência a contatou para saber de seu bem-estar após seu divórcio. Seu nome aparece mais de 1800 vezes nos arquivos de Epstein, e suas tarefas principais envolviam a gestão das operações diárias da ilha e a organização de viagens de convidados.

Apesar de ter assinado um acordo de confidencialidade (NDA), Remington declarou à UM News que nunca testemunhou Epstein ou qualquer outra pessoa na ilha envolvida em abusos. Ela afirmou ter conhecido Epstein nos últimos nove meses de sua vida, já após ele ter cumprido pena pelas acusações das quais era alvo. Em um blog pessoal de 2019, escrito sob pseudônimo, ela abordou sua decisão de trabalhar para Epstein, citando o dilema ético sobre aceitar um emprego com boa remuneração vindo de uma figura controversa.

Ela tomou a decisão de aceitar o emprego, explicando que suas obrigações se baseiam em suas convicções. Remington argumentou que, ao se recusar a ter relacionamento com Epstein por causa de seu passado, ela estaria negando a mensagem de esperança e o amor incondicional que prega, além de sua vocação de ser uma presença curadora para todas as pessoas. Ela comparou sua postura à de Jesus, que buscava amizades com excluídos e criminosos da sociedade, o que gerava indignação nos religiosos de sua época.

Folha Gospel com informações de Protestia

Cristão assassinado, esposa e outras quatro pessoas sequestradas na Nigéria

Cristãos durante culto na Nigéria (Foto: World Watch Monitor)
Cristãos durante culto na Nigéria (Foto: World Watch Monitor)

Fontes informaram que suspeitos de terrorismo da etnia Fulani mataram um cristão e sequestraram outras cinco pessoas no oeste da Nigéria na quarta-feira (11 de março).

John Omoniyi Ajise foi morto no ataque na aldeia de Oyatedo, na área de Irepodun, no estado de Kwara, e sua esposa e outros quatro cristãos foram sequestrados, de acordo com um comunicado de imprensa do Rev. Samuel Adewumi e do Rev. Dr. Joseph Agboluaje, presidente e secretário, respectivamente, da Igreja Evangélica Vencedora de Todas as Nações (ECWA) no estado de Kwara.

Omoniyi Ajise era irmão do vice-presidente da ECWA, o reverendo Sunday Stephen Ajise.

O ataque foi o mais recente de vários casos de assassinatos e sequestros de cristãos, disseram Adewumi e Agboluaje.

“Muitos pastores agora estão sem congregações, enquanto membros e moradores foram obrigados a fugir de suas casas”, disseram os líderes da igreja. “As atividades econômicas foram severamente afetadas e muitas famílias foram empurradas para dificuldades.”

Eles emitiram a declaração após uma reunião conjunta de todos os líderes dos Conselhos Distritais da Igreja ECWA de Ilorin, Omu-Aran, Igbaja, Oro-Ago e Fate-Tanke, no estado de Kwara.

Os líderes da igreja mencionaram outros dois cristãos que haviam sido sequestrados anteriormente na aldeia de Ahun, outra comunidade predominantemente cristã, identificados apenas como Dada e Ishola.

A polícia do estado de Kwara reconheceu uma série de ataques e afirmou que estão sendo feitos esforços para contê-los.

“Sabe que o comando não está parado”, disse Adetoun Ejire-Adeyemi, porta-voz do Comando da Polícia do Estado de Kwara, ao Christian Daily International-Morning Star News. “O Inspetor Geral da Polícia visitou o estado de Kwara e prometeu garantir que o banditismo no estado se tornasse coisa do passado. Também fizemos algumas prisões recentemente, e esses suspeitos serão levados a julgamento logo após a conclusão da investigação.”

De acordo com a Lista Mundial da Perseguição 2026 (LMP) da Portas Abertas, mais cristãos foram mortos na Nigéria do que em qualquer outro país entre 1º de outubro de 2024 e 30 de setembro de 2025. Dos 4.849 cristãos mortos em todo o mundo por causa de sua fé durante esse período, 3.490 – 72% – eram nigerianos, um aumento em relação aos 3.100 do ano anterior. A Nigéria ocupa o 7º lugar na lista da Lista Mundial de Vigilância dos 50 países onde é mais difícil ser cristão.

Com milhões de habitantes espalhados pela Nigéria e pelo Sahel, os fulanis, predominantemente muçulmanos, compreendem centenas de clãs de diversas linhagens que não sustentam visões extremistas, mas alguns fulanis aderem à ideologia islâmica radical, conforme observou o Grupo Parlamentar Multipartidário para a Liberdade Internacional de Crença (APPG) do Reino Unido em um relatório de 2020 .

“Eles adotam uma estratégia comparável à do Boko Haram e do ISWAP e demonstram uma clara intenção de atacar cristãos e símbolos importantes da identidade cristã”, afirma o relatório do APPG.

Líderes cristãos na Nigéria afirmaram acreditar que os ataques de pastores contra comunidades cristãs na região central do país são motivados pelo desejo de tomar à força as terras dos cristãos e impor o islamismo, já que a desertificação tem dificultado a criação de seus rebanhos.

Na região Centro-Norte do país, onde os cristãos são mais comuns do que no Nordeste e Noroeste, milícias extremistas islâmicas Fulani atacam comunidades agrícolas, matando centenas de pessoas, sobretudo cristãos, segundo o relatório. Grupos jihadistas como o Boko Haram e o grupo dissidente Estado Islâmico na Província da África Ocidental (ISWAP), entre outros, também atuam nos estados do norte do país, onde o controle do governo federal é escasso e os cristãos e suas comunidades continuam sendo alvos de ataques, violência sexual e assassinatos em bloqueios de estradas, de acordo com o relatório. Os sequestros para resgate aumentaram consideravelmente nos últimos anos.

A violência se espalhou para os estados do sul, e um novo grupo terrorista jihadista, o Lakurawa, surgiu no noroeste, armado com armamento avançado e uma agenda islâmica radical, observou a LMP. O Lakurawa é afiliado à insurgência expansionista da Al-Qaeda, Jama’a Nusrat ul-Islam wa al-Muslimin, ou JNIM, originária do Mali.

Folha Gospel com informações de Christian Daily

Culto evangélico na UFMG é alvo de denúncia ao Ministério Público Federal

Culto de estudantes evangélicos na UFMG Foto: Reprodução/Rede Social
Culto de estudantes evangélicos na UFMG Foto: Reprodução/Rede Social

Um culto realizado por estudantes evangélicos dentro da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) tornou-se alvo de uma denúncia ao Ministério Público Federal (MPF), gerando repercussão nas redes sociais. O evangelista de jovens Lucas Teodoro, fundador da organização missionária Aviva (@avivaoficial) relatou o episódio em um vídeo (veja abaixo), explicando que a denúncia teria partido da própria realização de uma reunião de oração no campus.

Segundo o relato, o encontro foi voluntário, com jovens ajoelhados em oração e clamando por um avivamento espiritual no ambiente universitário, sem o uso de estrutura de som ou qualquer formalidade.

O grupo demonstrou surpresa com a denúncia e a subsequente investigação, conforme divulgado por Teodoro. Os participantes foram acusados de formar uma suposta “organização criminosa”, alegação que o evangelista refuta veementemente, afirmando que se tratava de uma simples reunião voluntária de adoração a Deus, oração e arrependimento.

Reuniões com grande adesão estudantil

Lucas Teodoro informou que os momentos de oração organizados por estudantes cristãos na UFMG têm atraído um número expressivo de participantes nos últimos meses, chegando a reunir até 3 mil estudantes em algumas ocasiões.

Essas reuniões ocorrem de maneira espontânea, congregando jovens interessados em vivenciar a fé, oração e reflexão espiritual no espaço acadêmico.

A participação é totalmente voluntária e aberta a todos os estudantes.

Debate sobre liberdade religiosa em universidades

O caso reacendeu discussões sobre a liberdade religiosa no ambiente das universidades públicas, levantando debates sobre os limites entre manifestações de fé, liberdade de expressão e as normas institucionais.

Lucas Teodoro criticou o que percebe como um tratamento desigual entre manifestações religiosas e outros tipos de eventos e expressões presentes no campus, como cartazes, pichações e manifestações políticas, que, segundo ele, são frequentes.

Para o evangelista, a situação questiona a convivência entre diferentes visões e crenças no meio acadêmico e levanta pontos sobre a aplicabilidade das regras em um ambiente diverso.

Ele destacou que a atividade religiosa foi caracterizada como uma reunião voluntária, contrastando com a acusação de formação de organização criminosa. O evangelista também mencionou que alguns estudantes que se aproximaram apenas para observar acabaram se envolvendo espontaneamente com o grupo, participando da oração e se emocionando com o momento.

“Alguns chegaram para investigar o que estava acontecendo, mas acabaram participando e orando conosco”, relatou Teodoro.

Caso segue repercutindo e grupo reafirma missão

Até o momento, não há divulgação pública sobre o andamento da denúncia. No entanto, o episódio continua gerando discussões nas redes sociais, ampliando o debate sobre manifestações religiosas em universidades.

Apesar da polêmica, Lucas Teodoro afirmou que o grupo pretende dar continuidade aos encontros de oração e à disseminação de sua mensagem entre os estudantes.

O grupo reforça seu compromisso, declarando: “Continuaremos falando de Jesus nas universidades, porque acreditamos que essa é a nossa missão”.

Fonte: Portal de Prefeitura

Seminário Batista Árabe oferece abrigo e comida em meio à guerra no Líbano

Culto comunitário na capela do Seminário Teológico Batista Árabe - ABTS - em março de 2026. (Foto: ABTS)
Culto comunitário na capela do Seminário Teológico Batista Árabe - ABTS - em março de 2026. (Foto: ABTS)

O Seminário Teológico Batista Árabe, perto de Beirute, está abrigando pessoas deslocadas que fugiram de suas casas devido aos confrontos entre Israel e o Hezbollah, que forçam centenas de milhares de civis em todo o Líbano a buscar refúgio.

Cerca de 170 pessoas deslocadas internamente estão alojadas no campus do seminário, enquanto a instituição continua seu trabalho educacional online para aproximadamente 250 alunos, segundo informações da agência de notícias da Convenção Batista do Sul, a Baptist Press, que cita o presidente do seminário, Wissam Nasrallah.

A campanha militar de Israel contra a milícia Hezbollah, apoiada pelo Irã, provocou deslocamentos civis em larga escala por todo o país.

O seminário, localizado nos arredores da zona leste de Beirute, em uma área considerada relativamente segura, está fornecendo alimentação, alojamento e outras necessidades básicas, enquanto a equipe tenta equilibrar o socorro emergencial com a missão de longo prazo da instituição de formar líderes cristãos de todo o Oriente Médio.

As pessoas deslocadas que estão alojadas no campus vêm do sul do Líbano, da região do Vale do Bekaa e dos subúrbios de Beirute, e cerca de um quarto delas são crianças, de acordo com a Evangelical Focus.

Os moradores reunidos no campus ajudam os funcionários da cozinha a preparar as refeições e participam dos cultos comunitários diários organizados durante a crise, enquanto os sons de drones e bombardeios ainda podem ser ouvidos em toda a região.

O Seminário Teológico Batista Árabe forma líderes cristãos de todo o mundo árabe. A instituição foi fundada no final da década de 1950 por missionários batistas do sul dos Estados Unidos e atualmente opera sob a égide da THIMAR, a Sociedade Libanesa para o Desenvolvimento Educacional e Social. Parceiros batistas nos Estados Unidos continuam a apoiar seu trabalho.

O conflito se intensificou depois que o Hezbollah começou a disparar foguetes contra Israel em 2 de março, alegando ser uma resposta ao assassinato do líder supremo do Irã no início da guerra contra os EUA e Israel, o que desencadeou uma extensa campanha de bombardeios israelenses contra o grupo armado libanês e uma nova onda de deslocamentos em todo o país, segundo a Reuters .

Mais de 700 pessoas foram mortas e outras 1.774 ficaram feridas em ataques israelenses no Líbano desde o início dos confrontos, e pelo menos 26 médicos e socorristas estão entre os mortos, segundo o Ministério da Saúde libanês, enquanto o Hezbollah lançou centenas de foguetes através da fronteira com Israel.

Israel alertou que poderá atacar ambulâncias e instalações médicas caso sejam utilizadas para fins militares pelo Hezbollah, uma alegação que o grupo nega, em um desenvolvimento que gerou preocupação, visto que hospitais e infraestrutura médica são protegidos pelo direito internacional, a menos que percam esse status de proteção devido ao uso militar.

Os combates forçaram cerca de 800 mil pessoas a fugir do sul do Líbano em aproximadamente 10 dias, e cerca de um quinto da população do país, de cerca de 4 milhões de habitantes, está agora deslocada pela violência.

Israel também expandiu sua presença militar ao longo da fronteira norte e sinalizou que está se preparando para uma campanha prolongada contra o Hezbollah, enquanto aviões israelenses lançaram panfletos de advertência sobre Beirute, ameaçando causar danos semelhantes à devastação vista em Gaza durante a guerra de Israel com o Hamas.

O presidente libanês, Joseph Aoun, pediu um acordo de cessar-fogo e apoio israelense para que o exército libanês desarme o Hezbollah, acusando o grupo armado de colocar em risco a destruição de aldeias e ameaçar a estabilidade do Estado libanês.

Os cristãos representam cerca de 30% da população do Líbano, aproximadamente 1,2 milhão de pessoas. Os evangélicos correspondem a cerca de 1% da população, em torno de 40.000 pessoas.

Entre os deslocados estão membros da Igreja Batista em Deir Mimas, uma congregação localizada perto da fronteira entre o Líbano e Israel, cujos membros fugiram para o norte à medida que os bombardeios se intensificavam no sul.

Folha Gospel com informações de Evangelical Focus e The Christian Today

Ataques deixam mais de 20 cristãos mortos na Etiópia

Cristão na Etiópia (foto ilustrativa: Portas Abertas)
Cristão na Etiópia (foto ilustrativa: Portas Abertas)

Famílias inteiras fugiram de suas casas. Igrejas foram queimadas. E cristãos que antes viviam em paz agora estão extremamente vulneráveis. Essa é a realidade em Arsi Leste, na Etiópia, onde dois ataques devastadores em fevereiro deixaram mortos e centenas de deslocados.

O primeiro ataque ocorreu em um mercado na quinta-feira, 26 de fevereiro. Homens armados invadiram o local, matando 20 cristãos ortodoxos e um guarda muçulmano. Segundo uma agência de notícias local, “o paradeiro de oito pessoas ainda é desconhecido, oito foram hospitalizadas e duas foram sequestradas”.

O caos aumentou quando os agressores incendiaram casas e plantações, causando devastação na comunidade. Muitos moradores fugiram para cidades próximas em busca de segurança.

No sábado, 28 de fevereiro, o pânico voltou quando os agressores retornaram. Homens armados invadiram novamente a Igreja Abo, gritando “Allahu Akbar” antes de abrir fogo e matar sete pessoas dentro da igreja, no bairro Jawi, distrito de Sherka, na zona de Arsi.

Ainda não está claro se era o mesmo grupo do ataque ao mercado. Casas pertencentes à igreja foram incendiadas, e os grãos coletados para os necessitados também foram destruídos. Com medo de novos ataques, muitos cristãos ortodoxos se mudaram para uma cidade próxima.

Nenhum grupo oficial assumiu responsabilidade pelo ataque. O Conselho Supremo de Assuntos Islâmicos da Etiópia afirmou: “Estamos profundamente entristecidos pelo horrível incidente contra nossos inocentes compatriotas seguidores da religião cristã ortodoxa”.

A posição do conselho é que a “ação não representa nenhuma religião” e tem o objetivo de criar suspeita e conflito, corroendo os antigos valores de respeito.

A Zona Arsi, localizada na Região Oromia, na Etiópia, é amplamente ocupada por comunidades muçulmanas. No entanto, dentro dessa área existem bairros menores onde vivem cristãos da Igreja Ortodoxa Etíope Tewahedo. Historicamente, essas comunidades cristãs conviviam com seus vizinhos muçulmanos em relativa paz.

Mas pesquisas de campo recentes revelam um padrão preocupante de ataques direcionados a essas comunidades cristãs.

Fikiru (pseudônimo), especialista em perseguição aos cristãos no Leste da África (região conhecida como Chifre da África), relata que essa foi a conclusão da análise de fontes locais verificadas e incidentes documentados, inclusive no ano passado.

“Esses incidentes frequentemente envolvem ataques a membros da igreja e contra líderes religiosos”, afirma Fikiru, especialista da Portas Abertas.

Análise da Portas Abertas Internacional sobre os ataques 

Embora grupos rebeldes ativos em Oromia frequentemente foquem em etnias consideradas “de fora”, a situação na Zona Arsi apresenta um cenário complexo e alarmante.  

Dados da equipe de pesquisa da Portas Abertas Internacional indicam que esses ataques são: 

  • Direcionados 

Significativamente, as vítimas incluem até mesmo oromos étnicos. Eles são atacados não por sua etnia, mas especificamente por serem cristãos ortodoxos. Os perpetradores os rotulam como conservadores ou ideologicamente alinhados à igreja, tornando-os alvos apesar da etnia compartilhada. 

  • Organizados 

Os ataques não são aleatórios, indicando forças organizadas impulsionando essa violência. 

  • Motivados por causas complexas
    – Antagonismo étnico: tensões existentes na região estão sendo manipuladas e exploradas.
    – Radicalismo religioso: há sinais de atuação e incitação por parte de grupos islamistas específicos, que estariam estimulando os ataques para reduzir a presença cristã ortodoxa local.

A vulnerabilidade dos cristãos etíopes faz parte de um cenário maior no Chifre da África, onde ataques desse tipo têm se tornado mais frequentes e violentos. 

“Os ataques têm um impacto espiritual nos cristãos e líderes da igreja, ao saberem que sua fé coloca um alvo em suas costas e nas de suas famílias. Pedimos que a igreja global se junte a nós em oração pelas comunidades afetadas”, conclui Fikiru.

Como ajudar a Igreja Perseguida na Etiópia? 

A Portas Abertas atua na região do Chifre da África fortalecendo igrejas, provendo ajuda emergencial e treinando cristãos perseguidos. Conheça e apoie nosso projeto para que mais cristãos tenham proteção e esperança

Qual é a história do cristianismo na Etiópia?

A Etiópia é uma das nações mais antigas da África a aceitar o cristianismo. O cristianismo entrou no país no século 4 – durante o Império de Axum – quando a família real se tornou cristã e a fé cristã gradualmente passou a dominar a terra.

Após a aceitação do cristianismo pela elite governante, a igreja etíope criou um forte relacionamento com a Igreja Ortodoxa Copta do Egito. O cristianismo ortodoxo permaneceu a religião do Estado até 1974.

O que é o Chifre da África?

O Chifre da África corresponde à região do Leste Africano na África Subsaariana. O Chifre da África é composto por quatro países: Somália, Djibuti, Etiópia e Eritreia.

Fonte: Portas Abertas

Banco Master repassou quase R$ 4 milhões para produtora de André Valadão; pastor nega

Daniel Vorcaro (à esquerda), André Valadão (centro) e Henrique Vorcaro (à direita), pai do dono do Banco Master (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
Daniel Vorcaro (à esquerda), André Valadão (centro) e Henrique Vorcaro (à direita), pai do dono do Banco Master (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

Um relatório recente do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) trouxe à tona uma transação financeira de R$ 3,89 milhões envolvendo o Banco Master e uma produtora associada ao pastor André Valadão. A operação, ocorrida em 2022, levantou questionamentos sobre a origem e o destino dos recursos, com a defesa do pastor negando o conhecimento sobre o repasse.

Segundo as informações divulgadas pelo órgão de controle, o montante de R$ 3,897 milhões foi transferido pelo Banco Master para a Amando Vidas Produtora e Gravadora Ltda. O período dessa transação coincidiu com uma investigação do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) sobre possíveis irregularidades na contratação de shows utilizando verbas públicas no estado. A movimentação chamou a atenção devido à disparidade entre o capital social da produtora, declarado em R$ 15 mil, e o valor significativo da transação.

Detalhes da transação e da produtora

A Amando Vidas Produtora e Gravadora Ltda, registrada em nome de André Valadão e sua esposa, Cassiane Montosa Valadão, tem como atividade principal o comércio de CDs, discos e artigos de papelaria. Curiosamente, a empresa está registrada em um endereço residencial em Belo Horizonte. Em resposta à divulgação do relatório, a produtora afirmou desconhecer a operação, emitindo uma nota oficial:

“A Amando Vidas Produtora e Gravadora Ltda. nega veementemente qualquer vínculo ou participação em transações nos valores mencionados envolvendo o Banco Master e informa que não tem conhecimento de qualquer operação dessa natureza”.

A empresa também destacou que suas atividades foram significativamente reduzidas nos últimos 10 anos devido ao envolvimento pastoral de André Valadão na Igreja da Lagoinha. Diante da notícia, a defesa da produtora expressou surpresa com a menção de valores tão elevados, enfatizando que uma verificação dos extratos bancários não revelou qualquer entrada compatível com o montante citado.

“Diante das informações apresentadas, a empresa recebe com espanto a menção a valores dessa natureza, especialmente diante da seriedade das instituições e órgãos públicos envolvidos na apuração dos fatos, uma vez que a verificação dos extratos bancários da empresa não registra qualquer entrada de valores compatíveis com o montante mencionado, nem movimentações que se aproximem dessas cifras”.

O papel do Coaf e a investigação

O relatório do Coaf detalhou uma operação imobiliária de R$ 3.897.000,00 entre a produtora e o banco, especificamente envolvendo um imóvel localizado em Sete Lagoas, na região metropolitana de Belo Horizonte. O Coaf baseou a inclusão desses dados em resoluções que obrigam a comunicação de movimentações financeiras suspeitas, incluindo transações acima de R$ 50 mil, operações em espécie superiores a R$ 100 mil, ou quaisquer atividades com indícios de irregularidade, todas com comunicação em até 24 horas.

Embora a notícia mencione a operação imobiliária, não foram fornecidos detalhes sobre a modalidade de pagamento. A defesa da produtora apresentou um extrato bancário que não constava o registro da transação mencionada. Foi solicitado um relatório completo das contas e relacionamentos bancários da empresa, mas este não havia sido enviado até o momento da publicação desta matéria. Segundo informações da defesa, a Amando Vidas Produtora e Gravadora Ltda possui apenas uma conta bancária.

Conexões pessoais e financeiras

André Valadão e Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, possuem um histórico de longa data e proximidade. Relatos indicam que ambos se conhecem desde a infância em Belo Horizonte, e a relação de proximidade se estende às famílias, com o casamento da irmã do banqueiro com um ex-pastor da igreja de Valadão. No entanto, os detalhes e a natureza das relações financeiras entre os dois ainda permanecem sem esclarecimento completo diante da apuração dos fatos.

O caso levanta questões importantes sobre transparência e conformidade nas transações financeiras, especialmente quando envolvem instituições bancárias e figuras públicas.

Fonte: SBT News

Pesquisa: fé em Deus não é necessária para moralidade, acredita maioria

Multidão de pessoas caminhando em uma rua de Nova Iorque (Foto: Canva IA)
Multidão de pessoas caminhando em uma rua de Nova Iorque (Foto: Canva IA)

Uma maioria recorde de americanos agora afirma que não é necessário acreditar em Deus para ser moral e ter bons valores, mas essa visão é defendida principalmente por indivíduos que já não acreditam em Deus, de acordo com novos dados do Pew Research Center.

A pesquisa, publicada no início deste mês, também destaca uma parcela crescente de pessoas em todo o mundo que afirmam que a crença em Deus não é necessária para ser moral e ter bons valores.

Os dados referentes à parte da pesquisa sobre os Estados Unidos foram coletados de 3.605 adultos entre 24 e 30 de março de 2025, como parte da Pesquisa American Trends Panel Wave 166. Os resultados mostram que a pergunta sobre se as pessoas precisam ou não de Deus para serem morais e terem bons valores foi feita 18 vezes desde 2002 e, em 2025, 68% dos adultos americanos concordaram que “Não é necessário acreditar em Deus para ser moral e ter bons valores”.

É a maior parcela de adultos nos EUA a concordar com essa afirmação desde 2002. Em 2014, essa parcela era de 58%.

“De 2002 a 2011, os americanos estavam divididos quase igualmente ou inclinados para a visão de que as pessoas precisam acreditar em Deus para serem morais e terem bons valores. A partir de 2014, no entanto, os americanos têm sido mais propensos a dizer o oposto — que a crença em Deus não é necessária para ser moral”, disse Jonathan Evans, pesquisador sênior do Pew Research Center, em um comunicado .

Os dados mostram que, desde 2020, aproximadamente dois terços dos adultos nos EUA têm defendido a posição de que a crença em Deus não é necessária para ser moral e ter bons valores.

Os pesquisadores também fizeram a pergunta a adultos em outros 24 países da Europa, África, Ásia e Américas na primavera de 2025. Uma maioria significativa em metade desses países, principalmente na Europa, concorda que a crença em Deus não é necessária para ser moral e ter bons valores.

Apenas a Índia e a Indonésia registraram crescimento na parcela de adultos que afirmam ser necessário acreditar em Deus para ser moral e ter bons valores.

“Hoje, os indianos têm 6 pontos percentuais a mais de probabilidade do que em 2019 (85% contra 79%) e 15 pontos percentuais a mais de probabilidade do que em 2013 (85% contra 70%) de afirmar que a crença em Deus é necessária para ser moral”, declarou Evans. “Na Indonésia, 96% ou mais dos adultos associaram a crença em Deus à moralidade em todas as cinco vezes em que fizemos a pergunta desde 2007.”

Ainda assim, os dados mostram “uma forte correlação entre acreditar em Deus e dizer que acreditar em Deus é necessário para ser moral”, de acordo com Evans.

Ao contrário de muitos países da Europa, a pesquisa constatou que em locais como Brasil, Índia, Indonésia, Quênia, Nigéria, África do Sul e Turquia, uma clara maioria dos adultos associava a moralidade e os bons valores à crença em Deus.

“Na Hungria, por exemplo, dois terços dos adultos que dizem que a religião é muito importante para eles também afirmam que a crença em Deus é necessária para ser moral”, observou Evans. “Entre os húngaros que atribuem menos importância pessoal à religião, em comparação, apenas 19% associam a crença em Deus à moralidade.”

Leia também: Número de pessoas sem religião atinge recorde histórico nos EUA

As últimas descobertas sobre as ideias dos americanos a respeito da moralidade surgem em um momento em que dados recentes da Gallup mostram que os americanos sem uma identidade religiosa formal, popularmente conhecidos como “sem religião”, atingiram uma parcela recorde da população em 2025. Os dados também mostraram que menos de 50% dos adultos americanos dizem que a religião é “muito importante” em suas vidas.

Menos da metade (47%) dos adultos americanos dizem que a religião é “muito importante” em suas vidas, enquanto outros 25% disseram que é “bastante importante” para eles.

A parcela de americanos que dizem que a religião é “muito importante” em suas vidas vem diminuindo gradualmente, passando de 70% a 75% nas décadas de 1950 e 1960 para 58% em 2012, de acordo com a Gallup.

“A relação dos americanos com a religião continua a evoluir, marcada por um número cada vez menor de adultos que descrevem a religião como central em suas vidas”, concluiu Megan Brenan, editora sênior da Gallup.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Nicarágua proíbe ordenação de novos padres e diáconos; líderes religiosos alertam para pressão

Cruz e bandeira da Nicarágua no topo de uma igreja (Foto: Canva IA)
Cruz e bandeira da Nicarágua no topo de uma igreja (Foto: Canva IA)

O governo da Nicarágua proibiu a ordenação de novos padres e diáconos católicos em diversas dioceses, uma medida que, segundo líderes da Igreja, intensifica a pressão sobre as comunidades religiosas no país.

Segundo informações publicadas pela ACI Prensa, a medida afeta diretamente as dioceses de Jinotega, Siuna, Matagalpa e Estelí — territórios atualmente sob forte pressão governamental e sem a presença de seus bispos residentes.

Essa restrição administrativa e policial representa um golpe direto na estrutura ministerial da Igreja Católica na Nicarágua, impedindo que jovens que concluíram sua formação teológica sirvam formalmente às suas congregações. Líderes locais afirmam que a polícia está impedindo que bispos de fora realizem ritos de ordenação, reforçando o que analistas consideram uma tentativa de desmantelar a presença institucional da Igreja no país.

A perseguição não se limita ao catolicismo. A comunidade evangélica da Nicarágua também tem enfrentado uma pressão sem precedentes sob o governo de Daniel Ortega e sua esposa, a copresidente Rosario Murillo. Nos últimos anos, o Ministério do Interior da Nicarágua revogou o status legal de mais de 1.500 organizações sem fins lucrativos, a maioria delas igrejas e missões evangélicas, confiscando seus bens e propriedades em favor do Estado sob a alegação de irregularidades administrativas.

Líderes de denominações históricas e ministérios independentes têm sido alvo de vigilância, ameaças e do fechamento forçado de suas emissoras de rádio e televisão cristãs. Assim como ocorreu com as dioceses mencionadas anteriormente, muitos pastores evangélicos fugiram do país após serem acusados ​​de “traição à pátria” simplesmente por prestarem auxílio humanitário durante protestos civis ou por se recusarem a alinhar seus sermões à narrativa política oficial.

Especialistas em direitos humanos e liberdade religiosa descrevem a situação como crítica. A pesquisadora Martha Patricia Molina, autora do relatório “Nicarágua: Uma Igreja Perseguida”, descreveu anteriormente os esforços de ordenação como um “oásis litúrgico” no deserto da repressão.

Os críticos afirmam que o endurecimento das políticas estatais visa “erradicar a influência espiritual das igrejas cristãs em favor de uma ideologia política que promove o culto ao regime sandinista”.

O impacto pastoral tem sido devastador, especialmente em áreas como Matagalpa, no norte da Nicarágua, onde se estima que quase 70% do clero tenha sido forçado ao exílio para proteger sua segurança. Embora a capacidade operacional de várias dioceses tenha sido reduzida pela metade, a resistência espiritual permanece forte entre os fiéis.

“A Igreja na Nicarágua está crucificada, mas não imobilizada”, disse um padre exilado, enfatizando que novas vocações continuam a surgir apesar dos riscos.

Folha Gospel com informações de Christian Daily

Professor cristão ganha direito de não lecionar sobre casamento homoafetivo para crianças

Eric Rivera, professor da primeira série (Crédito da foto: First Liberty)
Eric Rivera, professor da primeira série (Crédito da foto: First Liberty)

Um professor devoto cristão obteve o direito de seguir suas convicções religiosas após um confronto legal com a escola onde leciona em Nashville, Tennessee, nos EUA. Eric Rivera, professor da primeira série, foi afastado de sua sala de aula na KIPP Antioch College Prep Elementary School.

A decisão ocorreu após Rivera solicitar uma acomodação religiosa para não ter que ler livros sobre casamento entre pessoas do mesmo sexo para crianças pequenas. Ele foi realocado e enfrentou a possibilidade de demissão após pedir a outro professor que o substituísse durante esse período.

O First Liberty Institute assumiu o caso, argumentando que a escola não pode forçar um professor a renunciar às suas crenças religiosas nem a endossar sua mensagem pró-LGBTQIA+. O Senior Counsel Cliff Martin declarou que exigir que um professor viole suas crenças religiosas para manter o emprego é uma discriminação clara que infringe o Civil Rights Act.

“Nosso cliente se preocupa profundamente com seus alunos e simplesmente tem uma objeção religiosa a ensinar certas lições e pediu uma simples acomodação religiosa.”

O First Liberty enviou uma carta de advertência à escola, citando o Título VII da Lei de Direitos Civis de 1964. A lei estabelece que é ilegal para um empregador…

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