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Jovens cristãos promovem momentos de oração e adoração no IFMA

Grupo de estudantes cristãos do IFMA em Imperatriz realiza encontros semanais de oração e adoração durante o intervalo das aulas no campus (Foto: Reprodução)
Grupo de estudantes cristãos do IFMA em Imperatriz realiza encontros semanais de oração e adoração durante o intervalo das aulas no campus (Foto: Reprodução)

Um grupo de alunos do Instituto Federal do Maranhão (IFMA), campus de Imperatriz, promoveu um momento de oração e adoração na última terça-feira (3) durante o intervalo das aulas. A atividade, que reuniu participantes no pátio da instituição, envolveu o canto de louvores, orações e reflexões sobre passagens bíblicas, segundo informações divulgadas pelo movimento cristão “Aviva IFMA”.

Organizado por jovens vinculados ao movimento, o encontro contou com uma breve reflexão conduzida pelo estudante Arthur Lucena. Ele abordou a parábola do Filho Pródigo, focando nos temas de arrependimento e restauração espiritual. Conforme a mensagem bíblica, Lucena destacou que a graça divina permanece acessível a quem decide retornar a Deus.

Esses momentos de oração ocorrem semanalmente no campus e integram uma célula de estudantes interessados em…

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Camila Campos passa por nova cirurgia e louva a Deus no hospital

Camila Campos adorou a Deus no leito de hospital. (Foto: Reprodução/Instagram/Camila Campos).
Camila Campos adorou a Deus no leito de hospital. (Foto: Reprodução/Instagram/Camila Campos).

A cantora gospel Camila Campos compartilhou um momento de profunda gratidão a Deus diretamente do hospital, onde se recupera de uma nova cirurgia. O procedimento foi realizado para tratar uma complicação óssea, sequela do tratamento contra o câncer de mama diagnosticado em 2024. O vídeo, divulgado nas redes sociais na terça-feira, 10 de março de 2026, mostra a artista demonstrando fé e confiança em sua recuperação, louvando a Deus mesmo em meio à adversidade.

Nas imagens, Camila aparece em seu leito hospitalar cantando a música “Boa Obra”, interpretada por Valesca Mayssa. Em meio ao louvor, ela expressou sua fé inabalável com a letra: “Eu não te trouxe até aqui para morrer, será que você se esqueceu? Eu penso mais alto que você. E o meu caminho é melhor que o seu. Então levante a cabeça e volte a projetar, não risque nada do papel porque eu sou fiel para realizar. Quem começou a boa obra é fiel para terminar”. Essa demonstração de força e esperança ressalta a resiliência da cantora diante de mais um desafio de saúde.

Recuperação de sequela do câncer

Camila Campos, que testemunhou sua cura do câncer de mama no início de 2025, agora enfrenta os efeitos de uma complicação óssea. Segundo a artista, o câncer deixou uma sequela nos ossos que evoluiu para um quadro de osteomielite. Para tratar a infecção, foi necessária uma cirurgia para a remoção de parte do osso afetado.

Após o procedimento, a cantora divulgou um vídeo ao lado do médico responsável, Dr. Robinson Esteves, que relatou o sucesso da intervenção. De acordo com o Guia-me, o médico afirmou que “Foi uma cirurgia muito bem-sucedida. Ela está com uma excelente recuperação e está tudo dentro do planejado”, transmitindo segurança sobre o quadro clínico da artista.

Mensagem de fé e gratidão em meio ao processo

Em suas redes sociais, Camila Campos tem agradecido o contínuo apoio e as orações de seus fãs e amigos. Ela expressou gratidão pela evolução de sua recuperação, atribuindo-a ao poder divino: “Agradeço a oração e o apoio de vocês. Graças a Deus estou evoluindo bem e superando mais uma vez através do poder de Deus se manifestando em mim”.

A cantora reconhece a dificuldade do processo de recuperação, mas mantém sua confiança e determinação. “Eu sigo firme e constante, forte e corajosa, mas ainda precisando de vocês em oração e intercessão, porque não tem sido fácil. Mas eu vou suportar o processo para viver o propósito em nome de Jesus”, declarou, mostrando sua força espiritual e seu foco no propósito maior de sua jornada.

Diagnóstico durante a gravidez e testemunho de cura

A jornada de Camila Campos com o câncer de mama começou em julho de 2024, quando foi diagnosticada com a doença em estágio avançado. Na época, ela estava grávida de sete meses de sua filha caçula, Sofia. Pouco tempo depois, deu à luz Sofia, que nasceu prematura, e a cantora informou que a doença havia se espalhado para os ossos.

Apesar do quadro delicado, Camila manteve-se firme, compartilhando mensagens de fé durante todo o tratamento. Em janeiro de 2025, ao completar 36 anos, a cantora celebrou publicamente sua cura do câncer, compartilhando um testemunho emocionante sobre o que chamou de milagre. “Hoje celebro este milagre, a vida e o poder de Deus aperfeiçoado na minha fraqueza. Os nódulos do câncer de mama já sumiram para a glória de Deus e sigo vencendo no Senhor”, afirmou na ocasião. Ela também expressou profunda gratidão pela recuperação, dizendo: “Hoje estou comemorando meu aniversário e também o milagre que Deus está fazendo na minha vida. Obrigada, meu Deus, porque o Senhor me tirou de uma cama de hospital e me mostrou que Ele transforma o fraco em forte”.

Evangélicos lideram desaprovação ao governo Lula, aponta pesquisa Ipsos-Ipec

Presidente Lula (Foto: Reprodução)
Presidente Lula (Foto: Reprodução)

Um levantamento divulgado em 10 de março pelo instituto Ipsos-Ipec indica que 64% dos brasileiros evangélicos desaprovam a administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Este percentual representa o maior índice de rejeição identificado pela pesquisa entre os principais grupos religiosos consultados.

Os dados da pesquisa Ipsos-Ipec mostram que, entre os entrevistados que se declaram evangélicos, 30% manifestaram aprovação ao governo. Outros 6% optaram por não responder ou não souberam opinar. A pesquisa reforça a percepção de um distanciamento entre o governo federal e um segmento religioso com crescente influência demográfica e política.

Em comparação com outros grupos religiosos, o cenário entre os católicos apresenta maior equilíbrio. Aproximadamente 49% dos católicos desaprovam a gestão federal, enquanto 45% a aprovam. Essa diferença de quatro pontos percentuais contrasta significativamente com os 34 pontos de divergência observados entre os evangélicos.

Considerando a população brasileira como um todo, a desaprovação à administração federal atinge…

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Jovem cristão é torturado até a morte por muçulmanos no Paquistão

Bandeira do Paquistão (Foto: Folha Gospel/Canva)
Bandeira do Paquistão (Foto: Folha Gospel/Canva)

Um trágico evento abalou o Paquistão, onde um jovem cristão de 21 anos foi torturado até a morte por seus empregadores muçulmanos. O crime ocorreu na última quarta-feira (4), em uma fazenda no distrito de Sargodha, província de Punjab. Após a brutalidade, os suspeitos teriam tentado encobrir o ato, simulando um suicídio por enforcamento da vítima, Marcus Masih, que trabalhava na propriedade há cinco anos.

A família de Marcus, liderada por seu irmão Dilshad Masih, iniciou uma busca por respostas após ser informada pelos patrões, Muhammad Mohsin Kharal e Muhammad Basharat Kharal, sobre a suposta morte por enforcamento. No entanto, a realização da autópsia levantou sérias suspeitas. As marcas visíveis no corpo de Marcus, como hematomas graves e queimaduras, indicavam claramente que ele havia sido submetido a uma tortura severa, desmentindo a versão apresentada pelos empregadores.

Investigação e suspeitas de encobrimento

Dilshad Masih relatou que, em meio ao choque e ao luto, a família foi pressionada pelos advogados dos empregadores a assinar documentos em branco, sob o pretexto de agilizar a liberação do corpo para exames. Foi somente após a devolução do corpo que as evidências de tortura se tornaram inegáveis.

Marcus nunca havia relatado maus-tratos à família, mas seu irmão mencionou que os empregadores possuíam uma reputação controversa na região. Apesar de Dilshad ter sugerido que Marcus deixasse o emprego e trabalhasse com ele, o jovem preferiu permanecer na fazenda.

Protesto e clamor por justiça

Em resposta à morte de Marcus Masih, dezenas de cristãos organizaram um protesto significativo, bloqueando a rodovia principal com o corpo da vítima. O objetivo era exigir que o caso fosse oficialmente registrado e investigado pelas autoridades.

A polícia registrou um boletim de ocorrência e prometeu uma investigação, mas a família expressou preocupações sobre a influência dos acusados, temendo que a justiça não prevaleça para cristãos de origem humilde como eles.

Vulnerabilidade de minorias religiosas no Paquistão

As autoridades ainda não confirmaram nenhuma prisão até o momento. A família de Marcus busca assistência jurídica e apela por uma investigação transparente, desejando apenas que a verdade venha à tona e que seu irmão receba a justiça que merece. Especialistas em direitos humanos condenaram o assassinato, exigindo uma investigação imparcial e destacando que as lesões sugerem tortura intensa, além da tentativa de forjar um suicídio e coagir a família.

A situação de Marcus Masih é emblemática da vulnerabilidade enfrentada por minorias religiosas no Paquistão, especialmente em áreas rurais. Muitos cristãos vivem em condições de pobreza, sujeitos a empregos informais precários sob o controle de proprietários influentes.

O Paquistão continua a figurar em posições preocupantes em relatórios globais sobre perseguição religiosa, como a Lista Mundial da Perseguição 2026, da Portas Abertas. O país enfrenta acusações de discriminação sistêmica, violência coletiva, conversões forçadas e trabalho escravo contra cristãos, crimes que frequentemente ficam impunes devido à aplicação da lei e à pressão social.

Folha Gospel com informações de Morning Star News

Justiça rejeita vínculo empregatício entre esposa de pastor e igreja evangélica

Martelo da Justiça (Foto: Canva Pro)
Martelo da Justiça (Foto: Canva Pro)

A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) proferiu uma decisão relevante que reforça a distinção entre atividades religiosas e relações de emprego. O colegiado manteve o entendimento de instâncias inferiores ao rejeitar o pedido de reconhecimento de vínculo empregatício entre uma mulher e uma igreja evangélica.

A corte entendeu que as funções exercidas pela autora se configuravam como atividades de colaboração familiar de cunho religioso, sem preencher os requisitos legais para caracterizar uma relação de trabalho formal.

O caso, que se tornou um marco na interpretação das relações laborais em entidades religiosas, levanta questões importantes sobre a natureza das atividades desempenhadas por familiares de líderes religiosos. Entender os limites entre a colaboração voluntária e o trabalho remunerado é crucial para advogados e para as próprias instituições.

Entenda o caso em detalhe

No processo iniciado em 2020, a autora alegou ter trabalhado para a igreja evangélica entre 2013 e 2019. Ela descreveu suas funções iniciais como auxiliar administrativa, evoluindo para o cargo de secretária, e mencionou, inclusive, a participação em missões internacionais em países como Angola, Moçambique e África do Sul.

Segundo seu relato, as tarefas desempenhadas eram típicas de uma empregada, englobando elaboração de relatórios financeiros, controle de arrecadações, pagamentos, vendas de produtos da igreja e assessoria administrativa a pastores e bispos, além de receber remuneração por tais atividades.

Em contrapartida, a defesa da igreja apresentou um argumento central: a autora era filha de bispo e esposa de pastor, tendo acompanhado o pai e o marido desde a infância em suas atividades missionárias. A instituição sustentou que qualquer quantia recebida pela mulher era apenas uma ajuda de custo destinada à subsistência da família pastoral, desprovida de qualquer vínculo empregatício.

As decisões anteriores e o parecer do TST

A primeira instância da Justiça do Trabalho já havia negado o pedido de vínculo empregatício. A decisão baseou-se em depoimentos que indicavam a natureza voluntária da atuação da esposa do pastor e a ausência de subordinação hierárquica, ressaltando o caráter predominantemente espiritual de suas atividades.

O Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (RJ) ratificou essa decisão. Ao analisar o caso, o TRT destacou que as funções estavam intimamente ligadas à vocação religiosa e à convivência familiar. Um detalhe relevante apontado foi que a autora tinha apenas 15 anos quando começou a atuar na igreja e portava um crachá com a inscrição “esposa”, evidenciando, segundo o tribunal, sua condição familiar dentro da instituição.

Ao julgar o recurso apresentado, o ministro relator Breno Medeiros, da Quinta Turma do TST, considerou que o vínculo entre o pastor e a igreja possui natureza eminentemente espiritual. Ele enfatizou que o apoio oferecido pela esposa se configura como uma mera colaboração familiar no exercício da fé.

O ministro também ponderou que a existência de uma hierarquia e o cumprimento de ordens superiores são elementos inerentes à organização interna das instituições religiosas, mas não são, por si só, suficientes para estabelecer um vínculo empregatício formal nos moldes da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

A decisão do TST foi unânime entre os ministros da Quinta Turma, reforçando a posição de que a colaboração em atividades religiosas, especialmente quando desempenhada por familiares, não configura automaticamente uma relação de emprego.

Impacto prático da decisão para profissionais do direito

Esta decisão do TST tem um impacto significativo no dia a dia dos advogados que atuam nas áreas Trabalhista e Civil, especialmente aqueles que lidam com demandas envolvendo entidades religiosas. O julgamento reforça a necessidade de uma análise criteriosa da natureza das atividades exercidas por membros e colaboradores de igrejas e outras instituições religiosas, distinguindo claramente entre trabalho voluntário de cunho religioso e vínculo empregatício formal.

O entendimento pacificado pelo tribunal ajuda a consolidar critérios para diferenciar colaboração voluntária e relações de emprego, influenciando diretamente as estratégias processuais e a forma como clientes são orientados em ações trabalhistas contra igrejas e associações religiosas.

Advogados que representam tanto as instituições quanto seus colaboradores precisarão ajustar suas petições e defesas para alinhar-se a essa jurisprudência consolidada, garantindo maior segurança jurídica às partes envolvidas. A matéria é complexa e exige atenção aos detalhes de cada caso para determinar a real natureza da relação jurídica.

Fonte: Direito Real

Psicanalistas cristãos oferecem 1001 conselhos para educar filhos na fé

Psicanalistas cristãos Raquel e Guilherme Boccaletti (Foto: Reprodução)
Psicanalistas cristãos Raquel e Guilherme Boccaletti (Foto: Reprodução)

Diante dos desafios contemporâneos de saúde emocional infantil, psicanalistas cristãos Raquel e Guilherme Boccaletti organizaram a obra “1001 conselhos de sabedoria para meus filhos“. Publicado pela LC Books, o livro oferece orientações diretas para pais e mães que buscam transmitir valores essenciais em um mundo marcado pela rotina acelerada, pressão por desempenho e o avanço das redes sociais.

A publicação aborda temas como caráter, fé, espiritualidade, autoestima, escolhas, humildade, disciplina e propósito. Diferentemente de capítulos extensos, a obra apresenta frases curtas e fundamentadas na Bíblia, organizadas por assuntos que permeiam o cotidiano familiar, incluindo emoções, finanças, trabalho e relacionamentos. O formato visa facilitar diálogos sobre os dilemas da criação de crianças e adolescentes.

O livro é apresentado como uma ferramenta para fortalecer os laços entre pais e filhos, incentivando a reflexão sobre métodos educacionais, limites e responsabilidades. A proposta é criar momentos de conversa despretensiosa, seja no trajeto para a escola, durante o apoio a práticas de oração e devocional, antes de dormir ou em momentos que exijam atenção especial.

A obra enfatiza a importância da repetição intencional de valores, sugerindo que a formação se constrói na constância dos ensinamentos e exemplos. “Cuide da sua autoestima, sempre lembrando que você é amado por Deus exatamente como é”, aponta uma das orientações da publicação.

Em essência, “1001 conselhos de sabedoria para meus filhos” convida as famílias a desacelerar e a cultivar espaços genuínos de diálogo. A publicação está disponível para compra na Amazon e nas principais livrarias do país.

Detalhes do produto
  • Editora ‏ : ‎ LC Books
  • Data da publicação ‏ : ‎ 24 dezembro 2025
  • Edição ‏ : ‎ 
  • Onde comprar‏ : ‎ Amazon (clique aqui)

Fonte: Tribuna Gospel

Augustus Nicodemus rebate Fábio Porchat após fala sobre aborto e Bíblia

Augustus Nicodemus e Fábio Porchat (Foto: Montagem/FolhaGospel)
Augustus Nicodemus e Fábio Porchat (Foto: Montagem/FolhaGospel)

Uma polêmica envolvendo o pastor e teólogo Augustus Nicodemus Lopes e o humorista Fábio Porchat ganhou grande repercussão nas redes sociais após declarações do comediante sobre aborto e a autoridade da Bíblia. O debate começou depois que Porchat comentou o tema durante uma entrevista e questionou a influência de argumentos religiosos nas discussões públicas.

Durante a entrevista, Porchat citou um trecho bíblico para sustentar a ideia de que a vida começaria apenas com a respiração. Ele afirmou que, na Bíblia, o ser humano só passa a ter vida quando Deus sopra o fôlego, sugerindo que um feto não estaria vivo por ainda não respirar.

A declaração gerou reação entre cristãos e líderes religiosos. Em resposta, Nicodemus publicou um vídeo nas redes sociais contestando o argumento do humorista e apontando erros na interpretação do texto bíblico.

Segundo o teólogo, o relato citado por Porchat não está no livro de Levítico, como mencionado pelo humorista, mas sim em Gênesis, no relato da criação de Adão. Para Nicodemus, o equívoco demonstra desconhecimento básico do texto bíblico.

O pastor também afirmou que comparar a criação de Adão — descrito na Bíblia como um homem adulto formado diretamente por Deus — com o desenvolvimento de um bebê no ventre materno é uma analogia inadequada tanto do ponto de vista teológico quanto biológico.

Outro ponto criticado por Nicodemus foi a fala de Porchat ao sugerir que a Bíblia teria sido escrita por pessoas sem conhecimento. O teólogo respondeu lembrando que vários autores bíblicos possuíam formação intelectual relevante em seus contextos históricos, citando nomes como Moisés, o profeta Isaías e o apóstolo Paulo.

Para o pastor, críticas à Bíblia perdem força quando são feitas com base em interpretações equivocadas ou desconhecimento das passagens citadas. O vídeo com a resposta viralizou nas redes sociais e reacendeu o debate entre fé, ética e aborto no espaço público.

Assista:

Folha Gospel com informações de Comunhão e Fuxico Gospel

Pastores do Líbano se recusam deixar suas igrejas em meio aos bombardeios

Ataques e destruição no Líbano. (Foto: Reprodução/X)
Ataques e destruição no Líbano. (Foto: Reprodução/X)

Líderes religiosos no Líbano estão optando por não fugir da guerra, mesmo diante de intensos bombardeios no Oriente Médio. A decisão de permanecer e continuar servindo suas comunidades em meio ao conflito foi relatada pelo pastor brasileiro Elias Dantas, fundador da Global Kingdom Partnership Network (GKPN).

O pastor Girard Haddad, que lidera a Igreja Batista da Videira Verdadeira em Zahler, descreveu a situação ao entrar em contato com Elias Dantas. Ele narrou um ataque que ocorreu a apenas 200 metros de seu carro, descrevendo o cenário como de destruição geral e muita tristeza. O ataque israelense, lançado na quinta-feira (5) contra o grupo Hezbollah, aliado do Irã, intensificou a preocupação na região.

“Ele falou: ‘Eu não posso sair, porque o bom pastor tem que estar junto para dar a vida pelas ovelhas’”, afirmou Elias Dantas, relatando a conversa com o pastor Girard Haddad.

Apesar do perigo iminente e de ter planos para viajar aos Estados Unidos para uma reunião mundial, Haddad reafirmou seu compromisso em permanecer no Líbano. Sua posição reflete um profundo senso de dever para com sua congregação.

Na capital libanesa, Beirute, o pastor Hickmat, líder da Batista Central Ressurreição, expressou um sentimento semelhante. Relatando que bombas caíram em um prédio adjacente à sua igreja, ele declarou…

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Especialistas da ONU alertam para o aumento da violência anticristã e da pressão legal na Europa

Sede da ONU, nos Estados Unidos (Foto: Reprodução)
Sede da ONU, nos Estados Unidos (Foto: Reprodução)

Especialistas e diplomatas alertaram no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas que a violência anticristã e a pressão legal que afeta a liberdade religiosa estão aumentando na Europa e exigem uma proteção mais forte da liberdade religiosa em todo o mundo.

O alerta surgiu durante um evento paralelo intitulado “Apoio aos cristãos perseguidos, defesa da fé e dos valores cristãos”, realizado em Genebra durante a 61ª sessão do Conselho, afirmou o Observatório sobre a Intolerância e a Discriminação contra os Cristãos na Europa em um comunicado enviado ao The Christian Post.

Anja Tang, diretora executiva do observatório, afirmou que a organização também documentou um número crescente de casos envolvendo pressão legal sobre cristãos.

“Diversos governos europeus têm processado criminalmente indivíduos por expressarem pacificamente suas crenças religiosas”, disse Tang.

Mais de 760 crimes de ódio anticristãos foram registrados na Europa em 2024, de acordo com relatórios oficiais citados no evento, conforme noticiado pelo Orthodox Times.

O arcebispo Ettore Balestrero, observador permanente da Santa Sé junto às Nações Unidas e outras organizações internacionais em Genebra, disse aos presentes que o observatório documentou 2.211 incidentes violentos que afetaram cristãos em todo o continente durante o mesmo ano.

Alguns incidentes envolveram violência direta, enquanto outros envolveram ações judiciais contra indivíduos que expressavam crenças religiosas.

Tang mencionou o assassinato, em 2024, do cristão assírio Aushur Sarnaya na França, durante uma transmissão ao vivo de seu testemunho religioso, que as autoridades confirmaram como um ataque jihadista. Ela também citou o processo judicial contra a parlamentar finlandesa Päivi Räsänen por uma citação bíblica em um debate público sobre questões sociais.

Os palestrantes disseram que algumas restrições decorrem de leis que afetam a expressão religiosa nas escolas, de disputas legais envolvendo a governança interna da igreja ou de manifestações públicas de fé, como orações ou batismos.

Tang também mencionou as leis de neutralidade que limitam as referências religiosas nas escolas e as disputas legais que, segundo ela, afetam os direitos dos pais na educação e a autonomia interna das comunidades religiosas.

Marie Thérèse Pictet Althann, embaixadora da Ordem Soberana de Malta junto às Nações Unidas em Genebra, considerou a discussão um momento significativo, pois o Conselho de Direitos Humanos raramente havia se concentrado diretamente na discriminação contra os cristãos.

Márk Aurél Érszegi, assessor especial para assuntos religiosos e diplomáticos do Ministério das Relações Exteriores e Comércio da Hungria, afirmou que programas de assistência prática podem ajudar comunidades que enfrentam perseguição. Ele apresentou o programa “Hungria Ajuda”, do governo húngaro, que coopera com igrejas e líderes religiosos para apoiar comunidades cristãs afetadas pela violência e pelo deslocamento.

Érszegi afirmou que tais iniciativas não podem resolver a perseguição sozinhas, mas podem fornecer assistência direta e incentivo às comunidades que vivem sob pressão.

Nazila Ghanea, Relatora Especial das Nações Unidas sobre Liberdade de Religião ou Crença, afirmou no evento que a violência contra cristãos frequentemente envolve violações mais amplas de direitos fundamentais e deve ser compreendida dentro do sistema mais abrangente de proteção internacional dos direitos humanos.

“Os cristãos não estão e não devem estar sozinhos”, disse Ghanea, acrescentando que a estrutura global de direitos humanos reconhece a natureza interconectada dos direitos e coloca a dignidade humana no centro do sistema das Nações Unidas.

O arcebispo Balestrero disse aos participantes que os Estados têm a responsabilidade primordial de proteger a liberdade religiosa e garantir que os indivíduos possam professar e praticar sua fé publicamente ou em particular sem interferência, informou o Vatican News .

Balestrero afirmou que quase 400 milhões de cristãos em todo o mundo enfrentam perseguição ou violência e que cerca de um em cada sete cristãos é afetado. Ele também disse que quase 5.000 cristãos foram mortos por sua fé em 2025, uma média de cerca de 13 pessoas por dia.

O arcebispo afirmou que os governos devem proteger a liberdade religiosa, impedindo que terceiros violem esse direito e salvaguardando os fiéis antes, durante e depois de ataques.

Segundo ele, a impunidade continua sendo um dos desafios mais sérios no combate à perseguição religiosa em todo o mundo.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos se opõe à cirurgia de redesignação sexual em menores de idade

Sala de cirurgia (Foto: Piron Guillaume en Unsplash)
Sala de cirurgia (Foto: Piron Guillaume en Unsplash)

A Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos (ASPS) está recomendando o adiamento de cirurgias de redesignação sexual em menores de idade devido a preocupações éticas e ao crescente reconhecimento de danos irreversíveis.

É a primeira organização médica de renome a se opor à chamada transição de gênero em menores de idade. Essa sociedade instou os cirurgiões a adiarem cirurgias de redesignação sexual nos seios, genitais e na face até que o paciente tenha pelo menos 19 anos de idade .

A ASPS representa “mais de 11.000 médicos membros em todo o mundo”, número superior ao de cirurgiões certificados pelo Conselho Americano de Cirurgia Plástica desde 1937.

Segundo esta Sociedade, existem “publicações recentes que relatam evidências de baixíssima ou baixa certeza em relação aos resultados na saúde mental”, “preocupações emergentes sobre possíveis danos a longo prazo e a natureza irreversível das intervenções cirúrgicas” e “ evidências insuficientes que demonstrem uma relação risco-benefício favorável”.

Uma mudança sistemática de posição

Segundo o blog Bioethics , a ASPS (Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos) havia se juntado a outras organizações médicas tradicionais no apoio a cirurgias de transição de gênero para menores. No entanto, moderou sua posição há dois anos.

Naquela época, a Sociedade informou seus membros que “não havia endossado as diretrizes de prática clínica ou recomendações de qualquer organização externa para o tratamento de crianças ou adolescentes com disforia de gênero”, afirmando que havia um clima de incerteza sobre essa questão.

Desde então, “a compreensão do ASPS continuou a evoluir à luz de novas revisões abrangentes das evidências”, explica o comunicado, incluindo a revisão Cass do Reino Unido e a revisão de 2025 do Departamento de Saúde e Serviços Humanos do governo Trump.

Segundo a organização, as revisões “contribuíram para uma compreensão mais clara dos potenciais danos, ao mesmo tempo que destacaram as limitações das evidências disponíveis, incluindo lacunas na documentação dos resultados físicos, psicológicos e psicossociais a longo prazo”.

Eles esclareceram que “as evidências disponíveis sugerem que uma proporção considerável de crianças com disforia de gênero de início pré-puberal experimenta uma resolução ou redução significativa de seu sofrimento na idade adulta, sem intervenção médica ou cirúrgica”.

A ASPS destaca que os médicos, mesmo aqueles com vasta experiência, atualmente não possuem métodos confiáveis ​​para distinguir entre aqueles cujo desconforto persistirá e aqueles cujo desconforto diminuirá.

A declaração desta organização é significativa porque são os seus médicos que realizam essas cirurgias de transição de gênero, consideradas invasivas, permanentes e prejudiciais.

Folha Gospel com informações de Evangélico Digital

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