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Cristãos fogem de suas casas e enfrentam ameaças de morte, na Índia

Mulheres cristãs na Índia (Foto: Portas Abertas)
Mulheres cristãs na Índia (Foto: Portas Abertas)

Aldeões praticantes de religião tribal que agrediram famílias cristãs e as expulsaram de suas casas no centro da Índia por praticarem sua fé ameaçaram matá-las se elas retornassem, disseram fontes.

No distrito de Sukma, estado de Chhattisgarh, famílias cristãs foram agredidas, ameaçadas e expulsas à força de suas casas por causa de sua fé em 24 de abril. Cerca de 45 membros de 10 famílias cristãs fugiram da aldeia de Durandarbha, em Konta tehsil, e se espalharam para colinas e florestas próximas. Eles passaram a noite ao ar livre antes de se refugiarem em uma igreja em Chintalnar, a 17 quilômetros de distância.

Em 28 de abril, os cristãos enviaram duas mulheres a Durandarbha para avaliar a atitude dos moradores. Elas retornaram aterrorizadas, relatando que os moradores ameaçaram matá-las se retornassem ainda seguindo a Cristo.

“Deixem Jesus Cristo e só então entrem na aldeia”, foi-lhes dito, de acordo com Hirma Markam, que estava ajudando a cuidar das famílias cristãs em Chintalnar.

Em 29 de abril, eles receberam a notícia de que a casa de um dos fugitivos, Mediyam Lakhma, havia sido destruída por um incêndio. Os autores permanecem desconhecidos, mas “parece óbvio que os moradores foram os responsáveis”, disse Markam.

Santosh Markam, outro ajudante, acrescentou: “As famílias tiveram que fugir para as colinas e algumas para a floresta com mulheres, crianças e idosos para escapar da fúria dos moradores e não retornaram para suas casas desde então”.

Uma das famílias atacadas, incluindo três crianças, permaneceu na aldeia, disse Kunjam Bechem, um dos cristãos expulsos.

“O cristão e um de seus filhos [menores] foram severamente agredidos, e a família está em prisão domiciliar desde então pelos moradores”, disse Bechem ao Morning Star News.

Convocado e emboscado

Os moradores convocaram 11 famílias para uma reunião em 24 de abril. Quando os cristãos se reuniram conforme as instruções, cerca de 60 moradores armados com grossos pedaços de madeira os cercaram e começaram a desafiar sua fé.

Eles exigiram duramente que os cristãos renunciassem a Cristo, mas as famílias permaneceram firmes, fornecendo explicações para sua crença.

“Estávamos morrendo em nossa doença, e vocês não se importavam com a nossa forma de viver”, disse uma mulher cristã aos moradores, segundo Bechem. “Agora que Jesus nos curou e estamos vivendo uma vida saudável, nossa saúde e nossa vida pacífica os incomodam, e vocês questionam nossa fé.”

O confronto verbal rapidamente evoluiu para violência física, com os moradores atacando indiscriminadamente.

“Eles não demonstraram misericórdia com mulheres idosas e crianças”, disse Hirma Markam. “O ataque foi implacável.”

Os moradores invadiram as casas dos cristãos, em busca de Bíblias e documentos governamentais importantes que comprovassem suas identidades, e posteriormente os queimaram.

“Alguns homens entraram em nossas casas e apreenderam nossas Bíblias, cartazes com versículos bíblicos, nossos documentos bancários, nossos cartões de racionamento [que dão acesso às rações alimentares mensais do governo], meu cartão Aadhaar [um documento de identificação biométrica], juntaram tudo e queimaram”, disse Padaam Hidma, que sustenta cinco dependentes.

Os cristãos foram espancados tão severamente que fugiram em direção às colinas e florestas, perseguidos pelos agressores.

“Todos nos dispersamos — alguns se abrigaram nas colinas e outros na floresta”, disse Bechem. “Só na manhã seguinte nos encontramos na aldeia de Chimli, a cerca de cinco quilômetros de Durandarbha, e seguimos em direção à nossa igreja em Chintalnar, a quinze quilômetros de Chimli, e nos reunimos.”

Em 25 de abril, os cristãos se dirigiram à delegacia de polícia de Jagargunda, a 13 quilômetros de Chintalnar, na floresta, para relatar o ataque. A polícia escoltou os cristãos a um hospital público para exames médicos em 26 de abril.

Três menores, nove mulheres e seis homens sofreram agressões brutais, de acordo com Bechem.

Os cristãos não receberam uma cópia da queixa, nem foram informados se acusações formais foram feitas contra seus agressores.

“A polícia nos aconselhou a não retornar à aldeia imediatamente, mas a deixar a questão se resolver”, disse Bechem.

A polícia convocou os agressores à delegacia e emitiu advertências verbais, disse Bechem. Os cristãos foram posteriormente informados de que os moradores haviam sido avisados ​​de que a reincidência resultaria em severas consequências legais.

Os cristãos também registraram uma queixa no cartório, mas “a polícia ainda não fez nada e nenhuma prisão foi feita”, disse Santosh Markam.

Os 45 membros dessas 10 famílias continuam refugiados na igreja improvisada.

Quando o Morning Star News contatou Hirma Markam em 8 de maio para perguntar sobre as condições dos cristãos, ele mencionou que choveu duas vezes e que o telhado da igreja, feito de feno e toras de madeira, estava vazando.

“Tem sido muito difícil para os cristãos permanecerem secos e seguros em dias chuvosos a noite toda”, disse ele.

Violência anterior

Bechem e sua esposa Kamla, que agora têm um bebê de 5 meses, praticam o cristianismo há três anos.

“Os moradores nunca tiveram problemas com a nossa fé antes”, disse Bechem, dono de terras agrícolas na aldeia, “mas de repente eles chegaram ao extremo de nos agredir até a morte”, acrescentou.

Alguns membros da comunidade praticam o cristianismo há cinco anos, outros, como Bechem, há três anos e alguns há dois anos.

Bhima Sodi, líder cristão na região de Sukma, revelou que o incidente de Durandarbha não foi um caso isolado de expulsão. Em 12 de abril, sete famílias tribais cristãs, totalizando 36 pessoas, foram expulsas da aldeia de Karigundam, sob jurisdição da Delegacia de Polícia de Kistaram, em Sukma, a 34 quilômetros de Durandarbha.

Durante uma reunião do conselho da aldeia, da qual participaram cerca de 2.000 moradores de oito aldeias, 15 famílias cristãs de Karigundam foram pressionadas a abandonar sua fé.

Sete famílias cederam à pressão “por medo de perder suas casas, rebanhos e trabalho”, enquanto oito famílias permaneceram resolutas, recusando-se a renunciar à sua fé, de acordo com Sodi.

Após a recusa, uma decisão unânime foi tomada, resultando na expulsão dessas oito famílias da aldeia.

O superintendente adjunto da polícia e a Força Policial de Reserva Central da Índia (CRPF) visitaram a vila em 14 de abril, depois que a cobertura da mídia social chamou a atenção das autoridades para o incidente.

Relatos indicam que eles confrontaram os líderes do conselho da aldeia sobre a resolução ilegal e alertaram sobre as consequências legais de futuras ações semelhantes. Eles também garantiram que os cristãos recuperassem seus pertences.

Tanto Karigundam quanto Durandarbha estão localizadas no distrito de Sukma, que tem uma densidade populacional extremamente baixa, de 45 pessoas por quilômetro quadrado. As florestas cobrem 65% da área do distrito e quase 85% da população é tribal, com a menor taxa de alfabetização da Índia, de 29%.

A organização de apoio cristão Portas Abertas classificou a Índia em 11º lugar em sua Lista Mundial da Perseguição de 2025, que reúne os países onde os cristãos enfrentam a perseguição mais severa. A Índia ocupava a 31ª posição em 2013, mas tem caído constantemente no ranking desde que Narendra Modi assumiu o poder como primeiro-ministro.

Defensores dos direitos religiosos apontam para o tom hostil do governo da Aliança Democrática Nacional, liderado pelo Partido Nacionalista Hindu Bharatiya Janata, que eles dizem ter encorajado extremistas hindus na Índia desde que Modi assumiu o poder em maio de 2014.

Folha Gospel com artigo publicado originalmente no Morning Star News

Divórcio cresce enquanto nascimento e casamento diminuem, informa IBGE

Casal com a mulher grávida segurando sapatinhos de bebê (Foto: Canva Pro)
Casal com a mulher grávida segurando sapatinhos de bebê (Foto: Canva Pro)

O número de nascimentos no Brasil em 2023 foi o menor em quase 50 anos, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na sexta-feira (16).

No total, 2,52 milhões crianças nasceram — o número é 12% menor do que a média de nascimentos nos cinco anos anteriores à pandemia da Covid-19 (2,87 milhões).

O IBGE também apresentou uma comparação da quantidade de nascimentos no país a cada ano desde 1974, baseada nas Estatísticas do Registro Civil. O número de registros de 2023 é o menor desde 1976, quando 2,467 milhões de bebês nasceram.

Segundo a gerente da Pesquisa de Registro Civil, Klivia Brayner de Oliveira, a redução no número de nascimentos no Brasil está relacionado com mudanças sociais, como o custos para criar filhos, disseminação de métodos contraceptivos e as mulheres priorizando a carreira profissional e a formação educacional.

“As mulheres [estão] adiando a vontade de querer ter filhos, dando prioridade para estudos. Conforme a idade vai passando, você vai adiando essa decisão de ter filhos e a chance de ter mais filhos também é menor”, explicou Klivia, em entrevista à GZH.

A pesquisadora do IBGE, Cintia Simões Agostinho, observou que a queda de nascimentos não acontece apenas no Brasil, mas é uma tendência mundial.

“Em países desenvolvidos, países em desenvolvimento, é um fenômeno bastante conhecido”, esclareceu.

O levantamento ainda revelou que as brasileiras estão decidindo ter filhos com idade mais avançada.

Em 2023, apenas 11,8% dos nascidos foram gerados por mulheres de até 19 anos, enquanto 39% dos nascimentos foram de mães a partir de 30 anos.

Comparando as regiões do Brasil, o Norte e o Nordeste tiveram mais mães de até 19 anos ganhando bebês. Já no Sul e Sudeste, houve mais nascimentos por mulheres com 30 anos ou mais.

Menos casamentos, mais divórcios

Os dados do IBGE também mostraram uma queda no número de casamentos no país. Em 2023, foram registrados 940.799 casamentos civis, representando uma queda de 3% em relação a 2022.

Tanto casamentos heterossexuais como casamentos homossexuais entre dois homens sofreram queda. Porém, casamentos homoafetivos entre duas mulheres cresceram, com 11.918 uniões registradas.

Pesquisas mostram que o número de casamentos no Brasil tem diminuído há décadas. Durante a pandemia da Covid-19, houve uma diminuição abrupta: em 2019, houve 1 milhão de casamentos, e em 2020, 757 mil.

Nos dois anos seguintes, a porcentagem de uniões voltou a subir. Mas, conforme os dados de 2023, o aumento se encerrou.

Matrimônios estão durando cada vez menos

Enquanto os casamentos diminuem, o número de divórcios continua crescendo. Foram 441 mil em 2023, a maior porcentagem desde 1974.

O tempo médio de duração dos matrimônios caiu de 16 anos em 2010 para 13 anos em 2023. Quase metade dos divórcios em 2023 foram de casamentos com menos de 10 anos, e mais da metade dos rompimentos (53%) envolvem casais com filhos menores de idade.

O estudo do IBGE ainda descobriu que os brasileiros estão se casando mais tarde; as mulheres aos 29 anos e os homens, aos 31.

Fonte: Guia-me com informações de G1

Cresce o envolvimento com a Bíblia entre homens mais jovens, surpreendendo pesquisadores

Cristão lendo a Bíblia (Foto: Reprodução)
Cristão lendo a Bíblia (Foto: Reprodução)

Após anos de declínio constante, o engajamento com a Bíblia nos Estados Unidos aumentou pela primeira vez em quatro anos, impulsionado em grande parte por um grupo demográfico surpreendente: homens mais jovens.

De acordo com o relatório State of the Bible de 2025, publicado pela Sociedade Bíblica Americana (ABS), aproximadamente 11 milhões de americanos a mais estão lendo a Bíblia este ano em comparação a 2024. O aumento é especialmente pronunciado entre a geração Y, a geração X e os homens — grupos que anteriormente demonstravam menor envolvimento com as Escrituras.

“Ficamos incrivelmente encorajados”, disse o Dr. John Plake, Diretor de Inovação da Sociedade Bíblica Americana, em entrevista ao Christian Daily International após sua apresentação na recente convenção anual da Associação de Imprensa Evangélica (EPA) em Branson, Missouri. “Ainda não é uma tendência, mas é um passo significativo na direção certa.”

O relatório “Estado da Bíblia“, agora em seu 15º ano, entrevista anualmente um painel representativo de adultos americanos para avaliar sua relação com as Escrituras, seu envolvimento com a igreja e sua fé. As últimas descobertas, coletadas em janeiro de 2025, sugerem uma mudança notável na forma como os americanos estão interagindo com a Bíblia, especialmente em regiões e grupos demográficos tradicionalmente desinteressados.

O uso da Bíblia se recupera do declínio da pandemia

Em 2021, 50% dos adultos americanos se qualificaram como “usuários da Bíblia” — definidos pela ABS como pessoas que leem as Escrituras fora dos cultos religiosos pelo menos três a quatro vezes por ano. Mas, após o breve impacto espiritual da pandemia, o número despencou: 40% em 2022, 39% em 2023 e 38% em 2024.

Então, houve uma recuperação de 3 pontos percentuais no início de 2025. A equipe do ABS ficou surpresa. “Isso equivale a 11 milhões de pessoas que pegaram a Bíblia e não pegaram no ano passado”, disse Plake.

Esse aumento não foi uniforme. Entre mulheres e adultos mais velhos — a espinha dorsal tradicional dos leitores da Bíblia — o engajamento permaneceu estável. Mas os homens registraram um aumento de 21%, a geração Y teve um aumento de 30% e a geração X teve um aumento de 14%.

“Isso nos diz que algo está acontecendo, principalmente entre os homens jovens adultos”, observou Plake. “E não era isso que esperávamos ver.”

Geograficamente, os aumentos mais marcantes ocorreram em algumas das áreas mais seculares do país.

No Nordeste, o uso da Bíblia aumentou de 28% para 33% — um aumento estatisticamente significativo de 18%. O oeste dos EUA registrou um aumento idêntico de 18%, enquanto o Centro-Oeste teve um salto de 15%. Em contraste, o uso da Bíblia nos estados do Sul — frequentemente chamados de Cinturão da Bíblia — manteve-se estável.

A região da Baía de São Francisco, há muito conhecida pela baixa afiliação religiosa, também apresentou resultados surpreendentes. Uma análise regional especial da ABS constatou que, embora apenas 19% dos moradores da região com 61 anos ou mais sejam usuários da Bíblia — em comparação com 46% em nível nacional nessa faixa etária —, os millennials e a geração Z na região se mostraram mais engajados do que seus pares em todo o país.

Entre os millennials da Bay Area, 40% se identificaram como usuários da Bíblia, ligeiramente acima da média nacional de 39%. Para a Geração Z, a diferença foi de 37% na Bay Area contra 36% em nível nacional.

“Essas descobertas desafiam a suposição de que lugares como a Área da Baía de São Francisco são desertos espirituais”, disse Plake. “Não é que as gerações mais jovens estejam fechadas às Escrituras — muitas vezes, são os mais velhos que estão mais desinteressados.”

Mudanças culturais e um “meio móvel”

Os autores do relatório são cautelosos para não interpretar exageradamente as descobertas, mas Plake acredita que isso pode indicar tendências culturais mais profundas.

Em outubro passado, o Wall Street Journal relatou um aumento de 22% nas vendas de Bíblias em relação ao ano anterior, com evidências de que muitas compras foram feitas por pessoas que compraram pela primeira vez — principalmente jovens. Isso, somado aos dados da própria ABS, sugere que a curiosidade espiritual pode estar crescendo.

“Há 71 milhões de americanos no que chamamos de ‘meio móvel’”, explicou Plake. “Eles têm curiosidade sobre a Bíblia, mas também incertezas. Precisam de alguém que os acompanhe, responda às suas perguntas e os ajude a descobrir a história maior das Escrituras.”

A pesquisa da ABS também mostra que quase metade de todos os americanos que se identificam como cristãos, mas não são praticantes ativos — chamados de “cristãos não praticantes” — estão abertos a se reconectar com a Bíblia e aprender mais sobre Jesus.

“Eles podem estar desencantados com a igreja ou com a forma como a Bíblia lhes foi apresentada”, disse Plake. “Muitas vezes, lhes ensinaram histórias bíblicas como contos morais — Sansão, Jonas, Noé —, mas perderam a grande narrativa que aponta para Jesus. É aí que precisamos melhorar.”

Embora o relatório destaque 52 milhões de americanos identificados como “engajados com a Bíblia” — aqueles que interagem consistentemente com as Escrituras de maneiras que moldam seus relacionamentos e escolhas de vida — muitos não se sentem preparados para compartilhar sua fé.

“Essas pessoas amam a Palavra de Deus e foram profundamente transformadas por ela”, disse Plake. “Mas nem sempre sabem como defendê-la. Esse é o próximo desafio para igrejas e ministérios: ajudá-los a compartilhar essa mensagem de forma natural e eficaz.”

Plake vê isso não apenas como uma oportunidade institucional, mas pessoal.

“Se você se importa com a Bíblia, agora é a hora de se manifestar”, disse ele. “Seus amigos, vizinhos, colegas de trabalho — eles estão fazendo perguntas espirituais. Muitos deles estão abertos, mesmo que não estejam sentados num banco da igreja no domingo. E você pode ser aquele que trilhará esse caminho com eles.”

Além das tendências nacionais, a ABS começou a comparar suas descobertas com dados globais. O Capítulo Dois do relatório “Estado da Bíblia” de 2025 inclui insights do Estudo Mundial de Engajamento Bíblico da PATMOS, uma nova pesquisa internacional conduzida pela Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira em parceria com a Gallup.

Divulgado em 30 de abril, o estudo PATMOS oferece um panorama comparativo do engajamento bíblico em 85 países. O capítulo da ABS estabelece conexões entre tendências americanas e movimentos espirituais globais.

“Estamos vendo como os EUA se encaixam nesse ecossistema espiritual mais amplo”, disse Plake. “É fascinante ver onde os americanos se alinham ou divergem de outras partes do mundo no que diz respeito ao engajamento nas Escrituras, ao florescimento humano e à identidade de fé.”

Outro capítulo futuro explorará o florescimento humano com mais profundidade, usando dados de um estudo global também publicado em abril de 2025.

Conectando texto ao contexto

Plake, que ingressou na ABS em 2017, traz para o seu trabalho uma combinação única de experiência pastoral, pesquisa acadêmica e visão missiológica. Ele vê os dados não apenas como números, mas como histórias que precisam ser compreendidas.

“Meu objetivo sempre foi ajudar a conectar o texto das Escrituras ao contexto da vida das pessoas”, disse ele. “Números não mudam vidas, mas nos ajudam a entender o mundo que estamos tentando alcançar.”

Plake espera que o relatório de 2025 incentive igrejas e líderes cristãos — tanto nos EUA quanto no mundo — a aproveitar as oportunidades, não apenas os desafios, do nosso momento atual.

“Sim, menos pessoas estão lendo a Bíblia do que gostaríamos”, disse ele. “Mas o fato de o número estar aumentando, especialmente entre aqueles que tradicionalmente se mantiveram afastados, significa que o terreno é mais fértil do que imaginamos.”

Uma palavra para a Igreja global

Falando para pessoas de fora dos EUA, Plake enfatizou que, embora o relatório State of the Bible se concentre nos Estados Unidos, suas implicações se estendem muito além das fronteiras americanas.

“A igreja global pode aprender com o que está acontecendo aqui — e certamente podemos aprender com o que está acontecendo no exterior”, disse ele. “A fome espiritual que estamos observando entre os jovens americanos pode refletir tendências em outros lugares. É por isso que essas comparações internacionais são tão importantes.”

Plake destacou a importância da colaboração entre sociedades bíblicas no mundo todo e observou que a ABS continua comprometida com o acesso global às Escrituras, tradução e inovação digital.

“Seja por meio de aplicativos, impressos, programas de cura de traumas ou histórias contadas oralmente, queremos que as pessoas em todos os lugares encontrem Deus por meio de Sua Palavra”, disse ele.

Com os próximos capítulos do relatório State of the Bible de 2025 prontos para abordar tópicos como recuperação de traumas, Escritura e saúde mental, e o papel da fé na vida pública, Plake acredita que a pesquisa continuará a equipar os cristãos para servir com mais fidelidade e compaixão.

“Os dados não são a missão”, disse ele. “São apenas uma ferramenta. Mas são poderosos quando nos ajudam a entender onde o Espírito já está atuando — e como podemos participar.”

Para mais informações sobre o relatório State of the Bible de 2025, visite AmericanBible.org .

Folha Gospel com texto original de Christian Daily

As igrejas são as principais responsáveis pela resposta à crise de deslocamento na África

Cristãos na África (foto representativa – IMB.ORG)
Cristãos na África (foto representativa – IMB.ORG)

À medida que a África enfrenta uma crescente crise de deslocamentos, as igrejas locais estão cada vez mais preenchendo a lacuna deixada pelo declínio da ajuda internacional, de acordo com os participantes de uma recente mesa redonda organizada pela Refugee Highway Partnership Africa (RHP Africa).

O evento, realizado em abril em Nairóbi, reuniu 32 líderes de ministérios que atendem pessoas deslocadas à força em todo o continente e fora dele. O objetivo do encontro foi refletir sobre o papel emergente da Igreja como uma resposta primária às necessidades dos refugiados, pessoas deslocadas internamente (IDPs) e solicitantes de asilo.

A África abrigou mais de 45 milhões de pessoas deslocadas à força até 2024, um aumento de 14% em relação ao ano anterior e quase o dobro do número registrado em 2018. A crise foi impulsionada por conflitos contínuos, desastres climáticos e instabilidade política.

Globalmente, mais de 120 milhões de pessoas foram forçadas a fugir de suas casas, incluindo quase 44 milhões de refugiados ou solicitantes de asilo, de acordo com o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados. Uma parte significativa dos deslocados está localizada na África. A região da África Oriental e dos Grandes Lagos abriga mais de 5,4 milhões de pessoas, sendo que somente o Sudão responde por cerca de 2 milhões, o que torna essa a maior crise de refugiados do continente. A África Ocidental e Central abrigam cerca de 3,3 milhões, enquanto a África Austral acomoda 10 milhões de refugiados e solicitantes de asilo.

Com o declínio do financiamento tradicional de doadores, as igrejas locais estão preenchendo o vazio. Os participantes da mesa redonda compartilharam relatos em primeira mão de comunidades religiosas oferecendo terras, mobilizando recursos e prestando serviços essenciais aos necessitados.

O Rev. Clement, do Chade, descreveu como as congregações estão sacrificando seus próprios recursos para apoiar os refugiados. Em Uganda, as igrejas assumiram a liderança no atendimento a traumas – um papel que antes era ocupado por organizações não governamentais. Salome, do Sudão do Sul, relatou a morte de uma mulher em uma fila de alimentos, ressaltando a necessidade urgente de respostas sustentáveis e baseadas na comunidade.

Os participantes enfatizaram a mudança da ajuda emergencial para a sustentabilidade e a resiliência de longo prazo. Iniciativas como o treinamento de habilidades em alfaiataria, fotografia e agricultura estão equipando os deslocados com ferramentas práticas para a autossuficiência.

Programas como o He Is Like Me International Ministries estão trabalhando com mulheres e jovens em campos de refugiados, promovendo a resiliência e a esperança em condições difíceis.

À medida que as opções de reassentamento em outros países diminuem, modelos liderados pela África, como o Plano Shirika do Quênia e a Estrutura Abrangente de Resposta aos Refugiados (CRRF) de Uganda, estão sendo considerados. No entanto, ainda há desafios, incluindo preocupações com a politização e a falta de consultas significativas à comunidade.

A educação foi identificada como uma lacuna crítica nas respostas humanitárias atuais. Em resposta, as iniciativas lideradas pela igreja estão incorporando esportes, artes e programas para jovens para atender às necessidades de crianças e adolescentes deslocados.

“Na mesa redonda, vimos organizações usando o futebol para reunir os refugiados, criando espaços para o diálogo e o crescimento espiritual”, disse um participante. Outro acrescentou: “A esperança é que, eventualmente, ministérios com a mesma mentalidade como esses possam desenvolver a capacidade da Igreja.”

A mesa redonda destacou uma convicção crescente entre os participantes de que as igrejas não devem apenas responder às necessidades imediatas, mas também ajudar a construir soluções de longo prazo enraizadas nas comunidades locais.

Folha Gospel com texto original de Christian Daily

Cristãos perseguidos relatam milagres em Mianmar

Cristãos sofrem perseguição em Mianmar (Foto: Portas Abertas)
Cristãos sofrem perseguição em Mianmar (Foto: Portas Abertas)

O trabalho de socorro às vítimas dos terremotos em Mianmar não cessa. Um parceiro local compartilha: “Conhecemos muitas esposas de pastores e elas nos contaram como estavam traumatizadas por causa do terremoto. Elas têm medo de dormir dentro de suas casas. A vida tem sido difícil por causa da guerra civil em andamento e agora o terremoto tornou tudo mais difícil”, conta um parceiro local.

Os pastores estão frequentemente ocupados ajudando as pessoas afetadas em suas localidades, o que torna difícil priorizar suas próprias famílias. As esposas, por outro lado, assumem a responsabilidade de atender às necessidades das famílias, especialmente dos filhos, o que é muito desafiador.

“Pudemos ministrar a elas, encorajá-las e afirmar que têm um papel importante no ministério de Deus. Elas começaram a sorrir depois de ouvir isso”, conta o parceiro local da Portas Abertas. Ma Thiri*, outra parceira local, relatou como foi doloroso ver os efeitos dos tremores na vida de cristãos locais.

“Meu coração se partiu quando vi a casa de Han*, um líder cristão, destruída pelo terremoto. Os líderes de sua associação de igrejas sugeriram que ele se mudasse para outro local, mas ele recusou, dizendo: ‘Não posso deixar outros membros que são como minha família’”, acrescentou o parceiro local.

Deus abriu os caminhos para nós

Win Tin, outro parceiro local compartilha: “Deus abriu os caminhos para nós. Muitas pessoas alertaram sobre os engarrafamentos de duas ou mais horas, pois as estradas estavam danificadas, mas não houve engarrafamento para nós enquanto viajávamos. Saímos do veículo em que estávamos viajando para que pudesse atravessar um ponto ruim na estrada. Assim que descemos, sentimos os tremores e nossas cabeças começaram a girar. Mais tarde, recebemos um alerta de terremoto em nossos telefones”.

Apesar das dificuldades com logística e do perigo de mais terremotos, os parceiros locais conseguiram alcançar os cristãos afetados, estando ao lado deles com alívio e ministério de presença. Um deles compartilha: “Ninguém veio nos ver e até meus parentes que estão em outra região não vieram. Isso significa muito para nós, fomos muito encorajados por meio de suas visitas”.

*Nomes alterados por segurança.

Fonte: Portas Abertas

Livros cristãos para comprar na Book Friday da Amazon

Book Friday Amazon (Foto: Montagem/Folha Gospel)
Book Friday Amazon (Foto: Montagem/Folha Gospel)

A Book Friday da Amazon, vai até amanhã, 19 de maio, e está oferecendo uma ótima oportunidade para renovar sua estante com obras que fortalecem a fé e alimentam a alma.

Para te ajudar nesta curadoria de títulos, a equipe do site Guia-me reuniu uma seleção especial de livros cristãos sobre temas como espiritualidade, propósito, relacionamentos, cura, protagonismo feminino e até aventuras épicas ilustradas.

Seja você um leitor de romances edificantes, ensaios teológicos, histórias em quadrinhos ou devocionais transformadores, essa lista tem opções perfeitas para cada momento de vida. Confira as indicações e aproveite as ofertas para garantir sua próxima leitura — ou presentear alguém com uma mensagem de esperança e renovação.

Crônicas de Eva e o princípio de tudo: a teóloga Maria Lúcia de Miranda Vidal revisita a história de Eva ao destacar sua importância além do pecado, com uma narrativa que mescla ficção e fundamentação bíblica. O livro apresenta a primeira mulher bíblica que já existiu como alguém sensível, arrependida e fiel a Deus. Mais do que a vilã por comer o fruto proibido, ela surge neste livro como protagonista na criação do mundo, maternidade e redenção, convidando o leitor a refletir sobre o papel da figura feminina no plano divino.

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Memórias em papel timbrado: no novo romance cristão de Pat Müller, uma jovem busca recomeçar a vida no interior de Santa Catarina e decide escrever cartas nunca enviadas a um futuro amor. Entre saudades, fé e afeto, os escritos se tornam um espaço de cura e amadurecimento. Anos depois, são essas memórias que ajudam sua filha a compreender a história da família. Um livro sobre novos começos, amor-próprio e confiança em Deus.

Este livro será lançado em 20 de maio e está na Promoção Pré-venda com Preço Mais Baixo Garantido na Amazon.

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O amor não está à venda: a linguista cristã Ana Azevedo Bezerra Felicio propõe uma releitura do Cântico dos Cânticos a partir do resgate do protagonismo da mulher negra nas Escrituras. Com base no hebraico original, ela revela como traduções bíblicas reforçam um viés racista e patriarcal. A autora questiona a lógica que separa beleza e negritude, desejo e santidade, corpo e fé. Em um ensaio poético e teológico, convida as leitoras à redescoberta de um amor encarnado, relacional e libertador, sem preconceitos.

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Mapeando o Diabo: o pastor e teólogo Eduardo Reis mostra como o inimigo age silenciosamente para enganar os fiéis com medo, dúvida e orgulho. Baseado em referências de estudiosos como Merrill F. Unger, Norman Geisler e George Eldon Ladd, este livro ensina a se proteger e resistir ao Mal com uma rotina de fé, obediência e adoração à vitória já conquistada por Cristo na Cruz. Uma leitura essencial para quem deseja entender a verdadeira batalha espiritual e viver com confiança na Palavra de Deus.

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O Semeador de Virtudes: uma aventura épica de entretenimento cristão que une ilustrações vibrantes e ensinamentos das Escrituras Sagradas. Em formato de história em quadrinhos, a obra narra a jornada de Rhavel, missionário escolhido para levar os valores do povo logosiano às terras distantes de Mundhen. Durante a missão, ele enfrenta perigos que testam sua fé, como monstros e florestas sombrias. Escrita pelo premiado autor, ilustrador e membro da Academia Internacional de Literatura Brasileira, Paulo Debs, apresenta às novas gerações uma HQ repleta de lições sobre propósito e esperança.

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Liderança Disposicional: especialista em Liderança Corporativa, professor e pastor evangélico, Aécio Ribeiro Filho une três níveis de inteligência a serem desenvolvidos por profissionais: técnica, emocional e espiritual — relacionando aos princípios de integridade de conduta.

Segundo o autor, ao desenvolver estes níveis, o colaborador será capaz de inspirar, acolher e contribuir para o desenvolvimento da equipe. O livro é um convite à reinvenção pessoal, coletiva e espiritual, que valoriza o poder da presença e escuta.

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O que me fez Tricampeão: após encerrar a carreira como tricampeão da América, o ídolo do futebol brasileiro, Felipe Melo, revisita neste livro os bastidores da própria jornada e expõe o homem de fé, propósito e liderança.

Inspirado na trajetória de Davi, o ex-futebolista compartilha versículos bíblicos sobre valores familiares e conexão com Deus. Ele apresenta ainda o conceito de “visão profética”, ou seja, a capacidade de visualizar vitórias pela fé — assim como Davi fez diante de Golias e como ele mesmo conquistou no tricampeonato.

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O Peregrino: inspiração para aqueles que buscam trilhar a própria jornada de fé, este livro, escrito por John Bunyan, é um clássico de 1678 que atravessa os séculos sem envelhecer. A nova edição conta com xilogravuras que retratam a peregrinação espiritual do jovem Cristão e prefácio do teólogo, filósofo, escritor e professor Jonas Madureira. Mais do que uma narrativa sobre a salvação individual, o livro retrata a constante luta entre o bem e o mal, a importância da fé e a esperança na redenção divina.

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O Evangelho completo: em uma época de fragmentação da fé, o pastor Leandro Vieira resgata a essência bíblica e propõe uma vivência cristã mais autêntica, de acordo com a verdadeira mensagem de Deus.

Para ele, seguir o Evangelho vai além de participar de ritos ou doutrinas isoladas: o amor por Cristo se manifesta na transformação de vidas, famílias e comunidades inteiras. Este livro convida cada um a buscar a restauração da comunhão entre fiéis por meio da missão e do propósito cristão.

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O horizonte mora em um dia cinza: e se a superação da dor levar mais tempo que o esperado? Neste livro, a autora best-seller Tatielle Katluryn apresenta Ayla Vasconcellos: uma jovem que está em meio ao processo de esperar que as feridas se tornem cicatrizes quando, inesperadamente, ocorre o esbarrão. Seria apenas coincidência o fato de Joon Hyuk, aquele coreano de olhos angulares e voz melodiosa, estar ali à sua frente, naquele exato segundo, numa universidade na Coreia do Sul? Ou algo mais profundo aguardava aqueles dois jovens que pertenciam a culturas tão distintas e que, no entanto, pareciam dividir as mesmas dores e as mesmas esperanças?

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A oração que Deus responde: toda pessoa se comunica com Deus de um jeito único, mas será que oramos como Jesus ensinou? Nesta obra, Magno Paganelli revela os significados profundos do Pai-Nosso e mostra como essa oração pode transformar a vida espiritual. Mais do que repetir palavras, orar é alinhar o coração ao propósito divino. A obra oferece clareza, devoção e um novo olhar sobre a fé. Uma leitura para quem deseja orar com mais consciência e conexão.

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Puxa conversa evangélicos: inspirado em ensinamentos bíblicos, este livro-caixinha, escrito por Juliano Spyer, propõe encontros transformadores entre familiares, amigos e novos conhecidos. Com 100 perguntas, estimula conversas sinceras, trocas de experiências e fortalecimento de vínculos. A proposta é praticar, de forma leve e divertida, a convivência e o amor ao próximo. Uma ferramenta valiosa para quem busca comunhão e relações saudáveis guiadas pela fé.

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Fonte: Guia-me

Deive Leonardo vai estrear 1º programa cristão no SBT

Deive Leonardo (Foto: Divulgação)
Deive Leonardo (Foto: Divulgação)

Na última quinta-feira (15), o SBT anunciou que o pastor e evangelista Deive Leonardo irá estrear o primeiro programa cristão da emissora, chamado “Bom Dia Esperança”.

A informação foi divulgada em uma coletiva de imprensa realizada pelo SBT que apresentou as próximas novidades da emissora.

A partir do dia 26 de maio, Deive comandará o “Bom Dia Esperança”, uma produção curta de 5 minutos com reflexões e mensagens que serão exibidas diariamente dentro do telejornal Primeiro Impacto, exibido nas manhãs.

“Fala, meu lindo, minha linda. Que alegria poder mandar essa mensagem a vocês com o coração extremamente feliz. O ‘Bom Dia Esperança’ tem o objetivo de trazer alegria, esperança e fé para o começo do dia de todos os nossos brasileiros”, disse Deive em vídeo divulgado pela emissora.

“Trazer uma mensagem que deixa a pessoa inspirada, feliz, motivada, para começar bem o dia. Tenho certeza que vai ser um bálsamo para milhares de brasileiros”, acrescentou.

Esta é a primeira vez que o SBT terá um espaço para um programa religioso na programação, algo que não acontecia por ordem de Silvio Santos (1930-2024).

No entanto, a inclusão do pastor na programação faz parte da reformulação da gestão de Daniela Beyruti Abravanel, que está tocando o SBT desde a morte do pai.

Deive Leonardo

Deive, de 34 anos, nasceu em Joinville, Santa Catarina e cresceu em um lar evangélico. Na adolescência, ele se afastou do Senhor, porém logo se reconciliou e hoje atrai multidões para ouvir o Evangelho.

O evangelista chegou a cursar Direito e foi o primeiro da família a entrar na faculdade, mas abriu mão da carreira de advogado para seguir o chamado de Deus.

“Toda a expectativa da família estava sobre a minha carreira. Foi um desafio. Nós, eu e minha esposa, entendemos que demandaria uma entrega total. Minha mãe não conseguia compreender essa necessidade. Uma vez, ela foi a um dos eventos em que eu ministrava e, ao final, me abraçou, dizendo: ‘Filho, você nasceu para isso. A partir de hoje, viva exclusivamente para o que Deus te chamou’. Foi como uma bênção dos meus pais. Hoje, eu entendo que abri mão do nada para abraçar o tudo que Deus tinha para mim”, disse ele em uma entrevista ao UOL.

Deive começou a se comunicar pela internet e passou a chamar a atenção em 2019, por meio de vídeos e pregações online: “É uma graça de Deus alcançar tantas pessoas”.

Em 2023, ele se tornou tema de uma produção na Netflix, chamada “Deive Leonardo: A Resposta”, onde reflete sobre o amor de Deus, canta e narra histórias sobre a jornada espiritual do discípulo Pedro.

“É real e oficial, estamos na Netflix e isso é histórico. Pela primeira vez na história do streaming, uma pregação do Evangelho é lançada para 190 países”, disse ele na época.

É autor dos livros Devocional Alegria do AmanhecerO Amor Mais Louco da HistóriaCoragem pra Recomeçar e Final da Tempestade. Em 2023, lançou Colocando a Vida em Ordem, da Editora Vida.

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Hoje, Deive Leonardo tem mais de 10 milhões de inscritos em seu canal no YouTube e quase 17 milhões de seguidores no Instagram.

Fonte: Guia-me com informações de Folha e UOL

Bíblia é traduzida em país muçulmano após 60 anos de trabalho missionário

Cristãos papuas celebram tradução completa da Bíblia Ngalik. (Foto: Cortesia da MAF)
Cristãos papuas celebram tradução completa da Bíblia Ngalik. (Foto: Cortesia da MAF)

Após 60 anos de trabalho dedicado feito por duas gerações da mesma família, a Bíblia foi finalmente traduzida por completo para o idioma Ngalik, na província de Papua, que fica na Indonésia, o maior país muçulmano do mundo.

O Novo Testamento em Ngalik foi finalizado em 1992, resultado de 25 anos de dedicação dos missionários Ed e Shirley Maxey, da Aliança Cristã e Missionária.

No processo, contaram com o auxílio de dois jovens, Amos e Enos. Anos depois, dando continuidade ao legado dos Maxey, seu filho Buzz e sua esposa Myrna trabalharam junto a Amos e Enos para concluir a tradução do Antigo Testamento em 2023.

A tradução completa da Bíblia Ngalik, junto ao trabalho missionário da família Maxeys e dos cristãos locais, foi celebrada em uma cerimônia de dedicação realizada em fevereiro.

Perseguição

A conclusão da tradução da Bíblia Ngalik acontece em meio a uma intensificação da perseguição contra os cristãos papuas em sua província.

Desde 2018, a região enfrenta conflitos armados e um movimento de independência, que, nos últimos anos, resultou em tensões políticas e denúncias de violações de direitos humanos envolvendo autoridades muçulmanas.

A província de Papua, onde cerca de 70% da população é cristã, se destaca como uma exceção dentro da Indonésia, por ser de maioria muçulmana.

Como parte de um movimento de islamização, muçulmanos de outras regiões do país têm migrado para Papua, buscando alterar a composição religiosa e cultural da população local, majoritariamente de origem melanésia ou polinésia.

Relatos de conversões forçadas ao islamismo e outras violações religiosas e de direitos humanos continuam a surgir em Papua.

Apesar dos desafios, o Evangelho segue avançando em toda a Indonésia. A conclusão da tradução da Bíblia em Ngalik é vista como um marco que deve fortalecer os esforços de evangelização e discipulado na região.

Fonte: Guia-me com informações de MNN

Massacre jihadista deixa dezenas de civis e cristãos mortos em Burkina Faso

Aldeia em Burkina Faso (Foto: Reprodução)
Aldeia em Burkina Faso (Foto: Reprodução)

Uma nova onda de violência jihadista deixou dezenas de cristãos e civis mortos na cidade de Djibo, no norte de Burkina Faso, após uma série de ataques simultâneos de insurgentes armados no último domingo.

O número de mortos ainda não foi confirmado, embora fontes locais e de segurança falem de um número de mortos “muito alto” .

Segundo testemunhas, os agressores, viajando em motocicletas e veículos todo-terreno, cercaram a cidade desde as primeiras horas da manhã e lançaram ataques coordenados contra instalações militares, postos policiais e bairros residenciais.

O ataque durou várias horas, com tiros ouvidos do meio-dia até o final da tarde , e eles deixaram o local pouco antes da chegada das forças especiais burquinenses.

Em meio ao caos, execuções sumárias foram relatadas . Um morador disse que vários homens foram mortos do lado de fora de suas casas, enquanto mulheres e crianças tentavam escapar.

A organização jihadista Grupo de Apoio ao Islã e aos Muçulmanos (JNIM), afiliada à Al Qaeda e ativa na região, assumiu a responsabilidade pelo ataque .

Não muito tempo atrás, Burkina Faso era conhecido como um farol de harmonia inter-religiosa, mas isso agora está em risco, pois extremistas islâmicos exploram a instabilidade política e travam uma guerra que está deixando os cristãos do país diante de uma “ameaça existencial”.

A cidade, sitiada há anos, se tornou um dos principais focos de conflito na região do Sahel, onde grupos extremistas ligados à Al Qaeda e ao Estado Islâmico estão espalhando terror.

Folha Gospel com informações de Evangélico Digital

Morre Nélio Brum, pai da cantora Fernanda Brum

Fernanda e seu pai, Nélio Brum (Foto: Arquivo Pessoal)
Fernanda e seu pai, Nélio Brum (Foto: Arquivo Pessoal)

A cantora gospel Fernanda Brum comunicou, nesta quinta-feira (15), a morte de seu pai, Nélio Brum. Em publicação nas redes sociais, a pastora afirmou estar com o “coração em lágrimas, mas firmada na esperança que temos em Cristo”.

– Meu herói, meu melhor amigo, meu exemplo de força, fé e amor incondicional. Hoje o céu recebeu alguém muito especial. Deus, em Sua soberania, decidiu que era hora de descansar aquele que tanto viveu para amar, ensinar e proteger. Meu pai foi mais do que palavras podem expressar, ele foi presença, foi abraço, foi conselho, foi riso e foi joelho no chão com muita oração. Foi o reflexo do amor de Deus na minha vida – assinalou.

A líder cristã não chegou a detalhar a causa do falecimento do pai, que era policial rodoviário federal aposentado. Em março, contudo, ele esteve hospitalizado no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) da Casa São Bernardo, no Rio de Janeiro, tendo recebido alta no dia 11 do mês em questão. À época, uma corrente de oração e apoio foi feita por parte de amigos e seguidores da cantora.

No comunicado desta quinta, Fernanda ressaltou que, embora a “dor da saudade seja imensa”, ela tem certeza de que “ele agora está nos braços do Pai eterno, onde não há mais dor nem sofrimento”.

A cantora finalizou deixando o versículo registrado em 2 Timóteo 4:7, que diz “combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé”, e compartilhando uma canção sobre luto e paternidade.

Na publicação, é possível ver diversos momentos que a cantora compartilhou com o patriarca.

Fonte: Pleno News

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