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Depressão de líderes evangélicos liga alerta sobre o exaustão dos pastores

Pastor estressado (Foto: IA/Canva)
Pastor estressado (Foto: IA/Canva)

O afastamento do pastor Luciano Estevam do ministério pastoral da Primeira Igreja Batista em Aracruz (ES), após 24 anos e sete meses de serviço, revela um desafio crescente no meio evangélico: a saúde mental dos líderes religiosos. Diagnosticado com depressão severa no final de 2024, ele optou por renunciar ao cargo para dedicar-se ao tratamento, reconhecendo o impacto profundo da doença sobre suas emoções e sua capacidade de conduzir a igreja.

Em sua despedida, o pastor deixou claro que não pretende colocar em risco o trabalho do Reino enquanto enfrenta a depressão, uma decisão que expõe a urgência de atenção à saúde emocional no ambiente pastoral. “Enquanto eu estiver com a doença, não vou arriscar continuar com o ministério de qualquer igreja para não causar prejuízo ao reino de Deus”, afirmou.

O caso de Luciano traz à tona um cenário que muitos líderes vivem em silêncio. Segundo levantamento do Barna Group, 42% dos pastores americanos já cogitaram deixar o ministério devido à exaustão. No Brasil, uma pesquisa da PUC-SP indicou que 8% dos pastores da Convenção Geral das Assembleias de Deus apresentavam sintomas de depressão e 18,4% de ansiedade, problemas frequentemente agravados pela falta de espaços seguros para manifestar suas dificuldades emocionais.

A psicóloga Danielle Silva destaca que a sobrecarga de trabalho, a constante cobrança por excelência e o isolamento afetivo são fatores que pesam no adoecimento desses líderes. “Muitos acumulam funções e expectativas e perdem a conexão com suas próprias necessidades, permanecendo em estado de alerta por longos períodos”, explica. Ela ressalta ainda que o estigma associado ao sofrimento psíquico, muitas vezes interpretado como falta de fé, atrasa a busca por ajuda e aprofunda o sentimento de culpa.

Silêncio

O silêncio em torno da saúde mental pastoral também é uma questão teológica e cultural. O pastor e psicanalista Sidnei Vicente Paula de Melo reforça que fé e ciência podem caminhar juntas para promover a cura. “A psicanálise visa levar o indivíduo a buscar reconciliação, inclusive intrapsíquica, com seu próprio interior, o que complementa o cuidado espiritual”, afirma. Para ele, o acolhimento emocional é parte essencial do ministério, e a igreja deve ser um espaço seguro para o alívio das feridas emocionais.

Segundo o pastor e psicanalista Anderson Aurora, a escuta clínica ajuda a transformar o sofrimento em processo de cura. “A igreja é vocacionada para acolher os cansados e oprimidos, e a psicanálise pode auxiliar na identificação de emoções e traumas, colaborando para a libertação emocional”, reforça.

O pastor Júnior Martins, autor do livro “A Batalha Silenciosa dos Pastores”, tem dedicado esforços para revelar essa realidade. Ele lembra que, no Brasil, estima-se que cerca de 60% dos líderes religiosos enfrentem algum grau de depressão, um número alarmante que encontra pouca visibilidade. “Muitos pastores se sentem sem saída, seja pelo medo do estigma, seja pela ausência de apoio dentro da igreja. Romper o silêncio é o primeiro passo para o cuidado”, comenta.

Contexto religioso

Martins acrescenta que o livro aborda personagens bíblicos como Sansão e Judas para mostrar que o sofrimento emocional faz parte da experiência humana, inclusive no contexto religioso, e que o cuidado com a saúde mental não é um sinal de fraqueza, mas de maturidade espiritual.

A situação do pastor Luciano Estevam pode funcionar como um marco para que as igrejas brasileiras comecem a desenvolver práticas mais efetivas de acolhimento e prevenção. É fundamental que o cuidado com o emocional dos líderes pastorais seja incorporado como parte do ministério e da comunidade, afinal, a qualidade da liderança espiritual reflete diretamente na saúde e vitalidade das igrejas.

Fonte: Comunhão

Mais de 7 mil pessoas aceitam Jesus durante evangelismo pelas ruas da Europa

O evangelismo nas ruas. (Foto: Reprodução/Instagram/Awakening Europe)
O evangelismo nas ruas. (Foto: Reprodução/Instagram/Awakening Europe)

Durante a ação evangelística em massa, chamada “The Million Month” (“O Mês do Milhão”), 7.278 pessoas aceitaram Jesus em 34 cidades da Europa.

Organizada pela Awakening Europe, o movimento realizou evangelismos simultâneos do dia 21 de junho a 6 de julho. Cristãos, ministérios e igrejas se reuniram e saíram às ruas, e testemunharam os frutos do Evangelho.

No último sábado (19), o ministério compartilhou nas redes sociais: “A história do continente europeu está mudando. Deus nos surpreendeu com os testemunhos mais incríveis de unidade no corpo de Cristo em toda a Europa durante o Mês do Milhão”.

“Muitas pessoas foram salvas. Nunca se tratou de números, mas de vidas individuais, cada uma tendo um encontro único com seu Salvador. Glória a Jesus”, acrescentou.

Segundo a Awakening Europe, a ação evangelística resultou em 7.278 salvações e 73.153 compartilhamentos do evangelho em 34 cidades europeias.

Líderes de diferentes países testemunharam o que Deus fez em suas cidades durante os evangelismos de rua.

A cada dois dias após o evangelismo, cada cidade participante realizou o encontro “Noites de Glória”, com o propósito de adorar, compartilhar testemunhos e receber mais instruções para a ação.

Em Kiev, capital da Ucrânia, uma líder contou: “Em nossa última Noite de Glória, o que seria em uma pequena sala, acabou sendo um evento ao ar livre para aproximadamente 1.000 pessoas”.

E continuou: “Isso foi no meio de uma guerra. É perigoso reunir um número tão grande de pessoas assim e tivemos resistência das autoridades até uma hora antes do evento. Porém, Deus teve a palavra final e nós adoramos o Senhor, louvamos seu nome e oramos pela Ucrânia”.

Na cidade de Tessalônica, na Grécia, o líder Peter Dimitriades relatou que um padre foi impactado por meio dos evangelismos:

“De repente, ouço alguém dizendo: ‘Você é o Peter Dimitriades do Mês do Milhão? Vim te ver, onde está o time? Quero cumprimentar a todos’”.

E continuou: “Na tarde de domingo, recebi uma mensagem de texto: ‘Posso ir ao culto da Noite da Glória?’ Ele foi e ficou sentado durante todo o culto. Eu disse ao pastor Ben que essa foi a primeira vez que um padre ortodoxo realmente se sentou em um de nossos cultos”.

Peter, explicou que para os padres ortodoxos o movimento cristão é considerado uma seita, uma heresia. No entanto, esse padre foi atraído pela mensagem de Cristo.

Em Zagreb, capital da Croácia, uma líder chamada Olivera afirmou que eles tiveram um número histórico de salvações.

“1.500 compartilhamentos do Evangelho e 212 salvações! Você pode pensar que este não é um número enorme, mas eu garanto que para Zagreb, Croácia, isso é enorme e histórico”, declarou ela.

“Eu tinha me reunido com pastores que me disseram: ‘Olivera, nós amamos seu entusiasmo, mas isso não é possível em nossa nação. Você não entende que não temos uma cultura de evangelismo, não fazemos evangelismo, não nos reunimos e o tamanho de nossas igrejas está entre 25 e 50 pessoas, em média, 50’”, acrescentou.

Ela observou que esta era a realidade da cidade: “Eu realmente precisava ter fé e acreditar nas profecias de que Deus traria salvações em massa para esta nação”.

Já em Dublin, na Irlanda, uma líder contou que pessoas da Irlanda do Norte e da Irlanda do Sul se reuniram durante as ações no país. “Preciso que vocês entendam que isso em si é um milagre”, disse ela.

“Estamos vendo pessoas continuando nas semanas seguintes, depois de nos dizerem que queremos continuar fazendo isso juntos. Vemos como é lindo se unir no Reino e ir para a missão”, acrescentou.

Segundo ela, as pessoas ainda estão saindo às ruas, onde várias igrejas diferentes estão envolvidas.

“É um milagre. Acredito que essa seja uma das razões pelas quais vimos Deus se derramar em tão grande medida. Vimos que compartilhamos o Evangelho ao longo das duas semanas com 1.318 pessoas registradas e 302 pessoas dizendo sim a Jesus”.

‘As pessoas estão muito mais abertas do que imaginamos’

Em entrevista exclusiva ao Guiame realizada durante a ação, o evangelista Ben Fitzgerald, líder da Awakening, contou que os frutos da campanha têm sido maiores do que imaginava.

“As pessoas estão muito mais abertas do que imaginamos. Quando dizemos que Jesus não é uma religião morta, mas um Salvador vivo — que morreu por elas e quer um relacionamento pessoal com elas —, percebemos que estão muito receptivas”, testemunhou.

“A Europa está longe de estar morta. Estamos chocados com o que estamos vendo neste momento. São almas europeias. Eu moro na Europa há quase 10 anos. Nunca senti o campo tão pronto para a colheita quanto agora. O Céu está sorrindo com isso”.

Por fim, o ministério compartilhou: “Estamos no meio da história da Europa sendo mudada. Ela deve continuar, deve se multiplicar. Jesus, nós nos comprometemos totalmente com você, nos rendemos e dizemos sim”.

Fonte: Guia-me

Família cristã é expulsa de aldeia na Índia por se recusar a abandonar a fé em Jesus

Cristãos oram durante um culto em Bangalore, Índia. (Foto representativa: IMB)
Cristãos oram durante um culto em Bangalore, Índia. (Foto representativa: IMB)

Líderes de uma vila no estado de Chhattisgarh, na Índia, exigiram que uma família renunciasse à fé cristã para se converter ao hinduísmo.

Eles anunciaram que se Vikram, sua esposa e os cinco filhos se recusassem a abandonar a fé cristã seriam expulsos do local.

Após Vikram declarar que sua família não abandonaria a Cristo, os líderes rapidamente convocaram uma reunião pública para anunciar oficialmente a expulsão de todos eles.

Rapidamente, uma multidão se formou. Moradores enfurecidos invadiram a casa de Vikram, jogando a comida e os pertences da família na rua. Durante a confusão, as três filhas do casal foram alvo de abusos por parte de alguns moradores.

Assim como em diversos ataques registrados pela Índia, especialmente em Chhattisgarh, o uso da violência e da destruição visa coagir famílias cristãs à conversão forçada ao hinduísmo, por meio da cerimônia conhecida como Ghar Wapsi (retorno ao lar, em tradução livre).

Pressão contra a fé cristã

A pressão por uma identidade exclusivamente hindu parte de diferentes esferas, incluindo autoridades federais, e tem se intensificado em várias regiões do país.

“Esta não é a primeira vez que eles são atacados”, disse um líder cristão local familiarizado com a situação. “Esta é a quinta reunião na aldeia realizada para pressionar a família a ir para Ghar Wapsi.”

No dia seguinte ao ataque, Vikram procurou a delegacia local para registrar a ocorrência. Os policiais foram à aldeia e orientaram os moradores a aceitar o retorno da família.

Os habitantes recusaram a proposta, afirmando que a família só seria aceita caso renunciasse à fé cristã. Diante da negativa, as autoridades não tomaram nenhuma medida adicional.

Inicialmente, a família de Vikram montou um abrigo improvisado em uma área florestal próxima à aldeia, para se refugiar após a expulsão.

Radicalismo hindu

Ao tomar conhecimento da situação, representantes da organização International Christian Concern (ICC) prestaram assistência, fornecendo alimentos, roupas e acomodação provisória para o núcleo familiar.

Com o crescimento da influência do nacionalismo hindu na administração estadual, cristãos em diversas regiões passaram a enfrentar um cenário de crescente hostilidade – incluindo ameaças, boicotes sociais e deslocamentos forçados de suas comunidades.

Chhattisgarh é um dos 11 estados da Índia onde vigora a legislação anticonversão.

Embora oficialmente concebidas para coibir conversões forçadas, essas leis são frequentemente usadas como instrumentos de perseguição contra minorias religiosas – em especial, comunidades cristãs – gerando intimidação, exclusão social e repressão à liberdade de crença.

Fonte: Guia-me com informações de International Christian Concern

Igrejas evangélicas agora têm status legal em nível nacional na Argentina

Bandeira da Argentina ao lado do Obelisco (Foto: Canva Pro)
Bandeira da Argentina ao lado do Obelisco (Foto: Canva Pro)

O Diário Oficial da Argentina, por meio do Decreto 486/2025, publicou que “as organizações religiosas não católicas são reconhecidas como pessoas jurídicas religiosas em todo o país “. A medida foi assinada pelo Presidente da Nação, Javier Milei, responsável pelo Poder Executivo.

Este decreto responde a um pedido histórico de igrejas, líderes e comunidades cristãs evangélicas , que há anos exigem o reconhecimento legal do que são: igrejas, não meras associações ou fundações civis.

Essa realidade foi alcançada graças aos esforços, orações e perseverança de cristãos que trabalharam com respeito, paciência e fé para ver esse progresso alcançado por mais de 30 anos.

Isso foi alcançado por meio do trabalho colaborativo do Secretário Nacional de Culto, Nahuel Sotelo, e do Dr. Daniel Vítolo, chefe da Inspeção Geral de Justiça, que impulsionou essa medida pela primeira vez na CABA em julho de 2024. As províncias de Santa Fé, Córdoba, Corrientes e Neuquén foram então adicionadas progressivamente, juntamente com outras províncias que continuam sendo adicionadas em todo o país.

Este reconhecimento significa que as igrejas inscritas no Registo Nacional de Cultos podem obter registos contabilísticos diretamente, sem necessidade de adotar outra forma jurídica. A sua existência é também reconhecida pelo artigo 148.º, alínea e), do Código Civil e Comercial, alterado em 2014.

As províncias devem agora ajustar seus mecanismos para contemplar esse arcabouço legal. Além disso, consta que a Inspeção-Geral da Justiça (IGJ), vinculada ao Ministério da Justiça, será responsável por coordenar ações com as agências provinciais para garantir a implementação efetiva dessas disposições.

A Aliança Cristã de Igrejas Evangélicas da República Argentina (ACIERA) afirma que “celebramos este passo como uma vitória para a liberdade religiosa, a igualdade jurídica e o fortalecimento das igrejas evangélicas e outras entidades religiosas em todo o país”.

Folha Gospel com informações de Evangélico Digital

Ozzy Osbourne ganhou Bíblia de pastor e agradeceu por entender os Evangelhos

Foto publicada no X pela conta @OzzyOsbourne citando @iHeartRadio.
Foto publicada no X pela conta @OzzyOsbourne citando @iHeartRadio.

O vocalista do Black Sabbath, Ozzy Osbourne, conhecido no mundo da música como “o príncipe das trevas”, morreu terça-feira aos 76 anos.

A família do artista não revelou oficialmente a causa médica de sua morte, mas sabe-se que Osbourne vinha enfrentando uma saúde progressivamente pior nos últimos anos, sofrendo de doença de Parkinson tipo 2, enfisema, complicações de uma queda e contraindo COVID-19 em 2022.

O cantor é conhecido por ser um pioneiro do heavy metal e uma das figuras mais excêntricas do rock. Sua última aparição pública foi durante um show no Villa Park, em Birmingham, Inglaterra, um evento anunciado como “o maior show de heavy metal da história” e sua despedida definitiva dos palcos.

Após a notícia, o evangelista e pastor Dylan Novak, que, junto com sua esposa, compartilha o evangelho com celebridades, relembrou uma ocasião em que pôde falar com a cantora.

Uma abordagem especial

Dylan Novak disse que em 2014, Ozzy disse ao The Guardian que se considerava um cristão e que realmente desejava poder ler a Bíblia, mas o metaleiro alegou na época que não a entendia por causa do tipo de linguagem usada nas escrituras.

De posse dessas informações, o evangelista procurou a versão da Tradução Novos Crentes e foi até uma sessão de autógrafos para tentar entregá-la ao cantor.

O jovem pastor preparou uma Bíblia personalizada e confessou que seu desejo era fornecer um material mais fácil de ler.

Durante o evento, Novak descreveu Ozzy como uma pessoa muito pessoal. “Agradeci a ele por todas as memórias, pela música que ele deu ao mundo, e expliquei por que vim: porque o amo e me importo com ele e sua alma , porque li aquela entrevista no The Guardian e queria dar a ele esta Bíblia para ajudá-lo em sua caminhada com Cristo”, disse ele.

Segundo Novak, Ozzy respondeu: “Ainda não vou conseguir entender”, mas explicou e mostrou a ele que era uma tradução para o inglês moderno.

O vocalista começou a revisá-lo e imediatamente foi para os Evangelhos, ao que respondeu: “Eu posso entender isso, obrigado”, disse o pastor.

Uma semente que deu frutos

Dylan Novak pensou que isso seria tudo, porém, duas semanas depois, o evangelista compareceu a outro evento , alegando que sua intenção não era impor suas crenças, mas sim ter contato com o resto da família e dar mais presentes, como livros de Lee Strobel e Tony Nolan.

Vestindo uma jaqueta coberta de citações sobre o amor de Deus, o filho de Ozzy (Jack Osbourne) o reconheceu e disse: “Com licença, você não estava em outro evento na semana passada? Acho que reconheci a parte de trás da sua roupa.”

Segundo Novak, Jack lhe disse: “Você não tem ideia do que isso significou para o meu pai. Ele ganha muitos presentes que nunca leva para casa, mas aquela Bíblia significou mais para ele do que você jamais saberá… Você pode imaginar a expressão no rosto das pessoas quando o príncipe das trevas disse: ‘Quero a Bíblia com o meu nome nela.'”

O jovem pastor contou o quanto ficou comovido com o episódio e pediu aos seus seguidores nas redes sociais que se juntassem a ele em oração por toda a família Osbourne, para que eles possam conhecer e aceitar a Cristo como seu Senhor e Salvador pessoal.

Na última terça-feira, após a morte de Ozzy, sua família anunciou: “É com uma tristeza indescritível que anunciamos o falecimento do nosso amado Ozzy Osbourne… Ele estava com sua família e cercado de amor.”

Dylan e sua esposa, Morgan, compartilham o evangelho com celebridades em convenções e eventos. Em sua conta do Instagram, @celebrityevangelist, eles mostram como passaram tempo com artistas como Tom Cruise, Harrison Ford, Liv Tyler, Josh Peck, Jimmy Kimmel e outros.

Folha Gospel com informações de Evangelical Focus

Igreja pentecostal demolida pelas autoridades sem aviso prévio, no Sudão

Prédio danificado da Igreja Evangélica Presbiteriana de Cartum Norte, no Sudão (Foto: Reprodução)
Prédio danificado da Igreja Evangélica Presbiteriana de Cartum Norte, no Sudão (Foto: Reprodução)

Autoridades no Sudão demoliram um complexo de igrejas em Cartum Norte, disseram fontes.

Sem aviso prévio, escavadeiras e caminhões acompanhados por policiais e militares chegaram ao complexo da Igreja Pentecostal na área de El-Haj Yousif, no distrito de East Nile, ao meio-dia de 8 de julho e começaram a demolir o prédio da igreja, disseram fontes à mídia local.

As autoridades inicialmente não deram nenhum motivo para a demolição do prédio, que incluía um salão de culto e escritórios administrativos, disseram fontes.

“Foi chocante”, teria dito uma testemunha ocular.

A igreja, que pertence à denominação Igreja Pentecostal do Sudão (SPC), construiu o prédio no início da década de 1990, segundo a Christian Solidarity Worldwide (CSW). Os cristãos apelaram ao Conselho de Igrejas do Sudão, um órgão ecumênico, para que tomasse conhecimento da violação da liberdade religiosa.

As autoridades supostamente não pediram os documentos de propriedade do prédio da igreja antes de demoli-lo.

Mais tarde, as autoridades informaram às autoridades da igreja que o prédio foi destruído como parte de uma iniciativa para remover prédios “não regulamentados” em todo o estado de Cartum, de acordo com o grupo de apoio cristão Portas Abertas.

“No mês passado, Rafat Samir, líder religioso e presidente do Conselho da Comunidade Evangélica do Sudão, alertou que o futuro da igreja no Sudão permanece precário sob o governo de fato do SAF”, relatou a Portas Abertas. “‘Eles atacarão todas as igrejas nas áreas periféricas das principais cidades e as demolirão com um ataque direto’, disse ele após o incidente da semana passada. ‘Quanto às grandes igrejas nos centros das cidades, eles as atacarão usando outros motivos aparentemente legais para destruir os prédios das igrejas.’”

Líderes da Igreja condenaram a destruição, descrevendo-a como parte de um aumento na perseguição contra cristãos no Sudão.

“Pedimos a todos os cristãos que orem para que isso nos fortaleça nesta perseguição e orem pela igreja no Sudão”, declarou o pastor local Juma Sapana em sua página do Facebook.

A demolição ocorre após as Forças Armadas Sudanesas (SAF) declararem, em maio, ter libertado Cartum das Forças de Apoio Rápido (RSF) paramilitares, com as quais travam uma batalha desde 15 de abril de 2023, embora os combates continuem na vizinha Omdurman. Tanto as SAF quanto as RSF têm atacado locais de culto desde então.

O Sudão foi classificado em 5º lugar entre os 50 países onde é mais difícil ser cristão na Lista Mundial da Perseguição (LMP) de 2025 da Portas Abertas, abaixo da 8ª posição do ano anterior.

As condições no Sudão pioraram com a intensificação da guerra civil que eclodiu em abril de 2023. O Sudão registrou aumento no número de cristãos mortos e vítimas de violência sexual, além de casas e empresas cristãs atacadas, de acordo com o relatório da LMP.

“Cristãos de todas as origens estão presos no caos, sem condições de escapar. Igrejas são bombardeadas, saqueadas e ocupadas pelas partes em conflito”, afirma o relatório.

Tanto a RSF quanto a SAF são forças islâmicas que atacaram cristãos deslocados sob acusações de apoiar os combatentes uma da outra.

O conflito entre a RSF e a SAF, que compartilhavam o regime militar no Sudão após um golpe em outubro de 2021, aterrorizou civis em Cartum e outros lugares, matando dezenas de milhares e deslocando mais de 11,9 milhões de pessoas dentro e fora das fronteiras do Sudão, de acordo com o Comissário da ONU para os Direitos Humanos (ACNUR).

O general Abdelfattah al-Burhan, das SAF, e seu então vice-presidente, o líder das RSF, Mohamed Hamdan Dagalo, estavam no poder quando os partidos civis concordaram, em março de 2023, com uma estrutura para restabelecer uma transição democrática no mês seguinte, mas divergências sobre a estrutura militar prejudicaram a aprovação final.

Burhan procurou colocar a RSF — uma organização paramilitar com raízes nas milícias Janjaweed que ajudaram o antigo líder Al-Bashir a reprimir os rebeldes — sob o controle do exército regular dentro de dois anos, enquanto Dagolo aceitaria a integração em nada menos que 10 anos.

Ambos os líderes militares têm origens islâmicas e tentam se apresentar à comunidade internacional como defensores da democracia e da liberdade religiosa.

O Sudão saiu do top 10 da Lista Mundial da Perseguição pela primeira vez em seis anos, quando ficou em 13º lugar em 2021.

Após dois anos de avanços na liberdade religiosa no Sudão após o fim da ditadura islâmica de Bashir em 2019, o espectro da perseguição patrocinada pelo Estado retornou com o golpe militar de 25 de outubro de 2021. Após a deposição de Bashir, que durou 30 anos, em abril de 2019, o governo civil-militar de transição conseguiu revogar algumas disposições da Sharia (lei islâmica). Proibiu a rotulação de qualquer grupo religioso como “infiel” e, assim, efetivamente revogou as leis de apostasia que tornavam o abandono do islamismo punível com a morte.

Com o golpe de 25 de outubro de 2021, os cristãos no Sudão temiam o retorno dos aspectos mais repressivos e severos da lei islâmica.

Em 2019, o Departamento de Estado dos EUA removeu o Sudão da lista de Países de Preocupação Particular (PCC) que praticam ou toleram “violações sistemáticas, contínuas e flagrantes da liberdade religiosa” e o elevou à lista de observação. O Sudão já havia sido designado como um PCC de 1999 a 2018.

Em dezembro de 2020, o Departamento de Estado removeu o Sudão de sua Lista de Observação Especial.

A população cristã do Sudão é estimada em 2 milhões, ou 4,5% da população total de mais de 43 milhões.

Folha Gospel – Artigo foi publicado originalmente em Morning Star News.

Evangélicos alertam para o ‘reconhecimento discriminatório de igrejas’ na Áustria

Viena, Áustria. (Foto: Joshi Milestoner , Unsplash CC0.)
Viena, Áustria. (Foto: Joshi Milestoner , Unsplash CC0.)

A Aliança Evangélica Mundial ( WEA ); a Aliança Evangélica Europeia ( EEA ); a Aliança Evangélica da Áustria ( EAÖ ) e a Herzwerk , uma iniciativa para pessoas na prostituição; enviaram recentemente um relatório conjunto ao Conselho de Direitos Humanos da ONU antes da Revisão Periódica Universal (RPU) da Áustria , programada para janeiro de 2026.

O relatório aborda a situação da liberdade religiosa no país e alerta sobre o tráfico e a exploração de pessoas na Áustria, bem como o tratamento discriminatório de crianças ainda não nascidas suspeitas de terem alguma deficiência .

Liberdade religiosa

A liberdade religiosa é garantida na Áustria, mas o estado estabeleceu 3 categorias de instituições religiosas reconhecidas.

O nível mais alto de reconhecimento é o de “igreja ou sociedade religiosa legalmente reconhecida”; depois, há as “comunidades denominacionais religiosas registradas pelo estado, que têm personalidade jurídica, mas não a de uma corporação pública.

A terceira categoria inclui as “organizações religiosas”, que não se qualificam para nenhum dos status acima, mas podem solicitar para se tornarem associações, com o mesmo status legal de outros grupos da sociedade civil.

O relatório denuncia que “os requisitos extremamente elevados (número mínimo de membros de dois por mil habitantes e ser reconhecido como uma comunidade denominacional na Áustria por pelo menos 10 anos) tornam praticamente impossível que grupos religiosos sejam legalmente reconhecidos como uma igreja”.

Eles enfatizam que “isso penaliza tanto pequenos grupos religiosos quanto associações interdenominacionais como a EAÖ”.

Além disso, aquelas que não cumprem os requisitos da lei para serem oficialmente reconhecidas como igrejas não podem “trazer pastores do exterior para o país com uma autorização de residência especial; receber contribuições dedutíveis de impostos, mesmo que estejam registradas como associações”.

As Alianças apelam ao governo para que “reveja o reconhecimento das organizações religiosas para pôr fim à hierarquia do reconhecimento institucional”, garantindo que “o reconhecimento legal das organizações religiosas não exclua as religiões pequenas e novas”.

Tráfico e exploração de pessoas

No relatório, as Alianças “aplaudem que a Áustria tenha codificado uma disposição de não punição para proteger as vítimas de exploração da punição por crimes que foram forçadas a cometer”.

No entanto, “relatórios do terreno indicam que a disposição raramente é utilizada” e que isso resulta “na condenação e punição das vítimas por crimes que foram forçadas a cometer no decurso da sua exploração”.

Eles também explicam que “a identificação de vítimas de tráfico na Áustria continua a ser problemática”, especialmente devido ao “emprego ilegal ou à situação de residência das pessoas exploradas, o que faz com que as vítimas tenham medo ou não queiram cooperar com a polícia”.

Além disso, embora a barriga de aluguel seja proibida na Áustria, a Alliances alerta que “ela pode levar ao tráfico de pessoas e à venda de crianças de outros países da União Europeia”. Essas crianças traficadas por meio da barriga de aluguel “correm o risco de serem marginalizadas”.

É por isso que recomendamos ao governo austríaco que “adote organizações da sociedade civil como parceiras na tarefa crucial de identificação de vítimas” e que “se concentre nas necessidades de proteção das vítimas de tráfico para oferecer apoio e proteção, independentemente da cooperação com a acusação criminal”.

O relatório também apela à “implementação de autorizações de residência para sobreviventes do tráfico, que não são elegíveis para asilo, na categoria “motivos pessoais”.

Direito à vida para pessoas com deficiência

Na Áustria, “um aborto não é punível se […] houver um risco sério de que a criança sofra danos mentais ou físicos graves e o aborto for realizado por um médico”.

“Isso significa que as pessoas que são suspeitas de terem uma deficiência são, portanto, mais vulneráveis e provavelmente sujeitas a aborto do que outras pessoas ainda não nascidas”, diz o relatório.

Para as Alianças, “este tratamento desigual deve ser abolido”, pelo que recomendam “eliminar o tratamento discriminatório das crianças não nascidas que sejam suspeitas de terem uma deficiência, através da revisão da lei relativa ao aborto”.

Você pode ler o relatório completo em inglês aqui .

Folha Gospel com informações de Evangelical Focus

Eslovênia vota a favor do suicídio assistido

Liubliana, capital da Eslovênia (Foto: Canva Pro)
Liubliana, capital da Eslovênia (Foto: Canva Pro)

A nação europeia da Eslovênia votou para permitir o suicídio assistido, o mais recente caso de vários países a adotarem essa prática controversa.

Segundo os planos eslovenos, adultos com doenças terminais que enfrentam sofrimento severo e sem outras perspectivas de alívio ou recuperação serão autorizados a pôr fim às suas vidas.

O projeto de lei esloveno foi aprovado por 50 votos a 34, com três abstenções. No ano passado, um referendo consultivo no país concluiu que 55% dos cidadãos eram a favor da legalização do suicídio assistido.

Vários países, incluindo Canadá, Austrália e Bélgica, já permitem a prática, com o Parlamento britânico votando a favor de uma lei semelhante para a Inglaterra e o País de Gales no início do mês passado.

Propostas para permitir o suicídio assistido também estão sendo consideradas na França e na Escócia.

As propostas aprovadas por Westminster ainda não se tornaram lei. Elas ainda precisam passar pela Câmara dos Lordes, que não deve debater a questão antes de setembro. Tradicionalmente, a Câmara dos Lordes não se opõe a legislações que façam parte do programa eleitoral do governo.

No entanto, esta proposta não é legislação governamental nem constava no manifesto trabalhista. Em vez disso, é um projeto de lei de iniciativa privada apresentado pela deputada trabalhista Kim Leadbeater.

Ativistas contra o suicídio assistido incentivaram as pessoas a escrever aos membros da Câmara dos Lordes, especialmente àqueles que estão indecisos sobre o assunto.

A lei, se aprovada, não se aplicará à Escócia, que atualmente está considerando suas próprias propostas.

O projeto de lei escocês está atualmente em fase de comissão, permitindo que os MSPs proponham e debatam emendas. Ainda não foi divulgada uma data para a conclusão da fase de comissão, o que significa que a votação final sobre o assunto provavelmente ocorrerá no final de 2025 ou no início de 2026, dependendo da intensidade das discussões na fase de comissão.

No início deste ano, a Igreja da Escócia reafirmou sua posição contra a prática do suicídio assistido após um debate acalorado em sua Assembleia Geral.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Cristãos se apegam à fé enquanto a violência cresce na Nigéria

Bandeira da Nigéria (Foto: Canva)
Bandeira da Nigéria (Foto: Canva)

Enquanto ataques mortais contra comunidades cristãs continuam no centro da Nigéria, fiéis no estado de Plateau se reuniram este mês para orar por alívio, cura e justiça.

O chamado para a oração ocorreu após uma série de agressões violentas atribuídas a pastores Fulani, parte de uma crise de longa data na região do Cinturão Médio da Nigéria.

Em 9 de julho, igrejas em todo o distrito de Miango, no Condado de Bassa, lar do grupo étnico predominantemente cristão Irigwe, realizaram cultos especiais clamando pela intervenção divina. Os encontros foram organizados por líderes religiosos locais após o que descreveram como o fracasso contínuo do governo em impedir os assassinatos.

“Devemos nos erguer e nos posicionar – por Irigwe, pelo estado de Plateau e pela Nigéria como um todo”, disseram o Rev. Joshua Bari, presidente local da Associação Cristã da Nigéria (CAN), e o Rev. Adamson Gado, presidente do Fórum de Ministros de Irigwe (FMI), em uma declaração conjunta. Eles instaram todas as famílias, igrejas e empresas a encararem o dia com seriedade, como um momento de intercessão.

O apelo foi feito poucos dias após novos episódios de violência na região. Em 26 de junho, supostos pastores atacaram a aldeia de Jebbu Miango, matando um cristão e ferindo outros dois. No mesmo dia, grandes áreas de terras agrícolas em Nzhwerenvi e Nkienwhie foram destruídas, no que os moradores disseram ter sido um ato de agressão direcionado.

Três dias antes, em 23 de junho, homens armados teriam entrado nas aldeias de Zowrru e Taegbe, no distrito de Teegbe, matando três pessoas, incluindo duas crianças. Os mortos foram identificados como Sibi Monday, de 30 anos, Bako Mali Dih, de 15 anos, e Ladi Bala, de 13 anos. Outros dois, Esau Bala e Asabe Bala, de 20 e 16 anos, respectivamente, ficaram feridos. O líder comunitário Joseph Chudu disse que o padrão de violência seguiu ataques anteriores em que milícias Fulani alvejaram deliberadamente civis cristãos.

“Este ataque reflete incidentes anteriores”, disse Chudu ao Christian Daily International-Morning Star News. “Apesar disso, continuaremos a exigir justiça e paz em nossas comunidades.”

Outras aldeias na região, incluindo Kpachudu e Nkiendowro, também sofreram ataques recentes. Em um desses ataques, um bebê de nove meses estaria entre os quatro cristãos mortos, juntamente com duas mulheres.

Em outros lugares, o apoio global foi expresso durante o Congresso Mundial Batista, realizado em Brisbane, Austrália, de 7 a 12 de julho. Grande parte do evento foi dedicada à oração pelos cristãos perseguidos, incluindo os da Nigéria. Milhares de delegados batistas de todo o mundo se uniram ao que os organizadores descreveram como um “poderoso momento de solidariedade”.

“Que o conforto, a força e a justiça de Deus sejam abundantes para nossos irmãos e irmãs que enfrentam provações”, disse a igreja anfitriã em um comunicado.

Embora nem todos os fulanis adotem visões radicais, relatos documentam que algumas facções entre os pastores adotaram ideologias islâmicas. Um relatório de 2020 do Grupo Parlamentar Multipartidário sobre Liberdade Internacional de Religião ou Crença do Parlamento do Reino Unido afirmou que alguns grupos fulanis “demonstram uma clara intenção de atingir cristãos e símbolos poderosos da identidade cristã”.

Líderes cristãos nigerianos há muito alertam que muitos desses ataques fazem parte de um esforço mais amplo para tomar terras e deslocar comunidades cristãs. A degradação ambiental, incluindo a desertificação, também intensificou as tensões sobre o uso da terra entre pastores e agricultores.

A Nigéria continua sendo um dos países mais perigosos do mundo para o cristianismo, de acordo com a Lista Mundial da Perseguição de 2025, publicada pela Portas Abertas. Dos 4.476 cristãos mortos por sua fé em todo o mundo durante o período de monitoramento, 3.100 – ou 69% – ocorreram somente na Nigéria.

O relatório também destaca uma crise de insegurança mais ampla nas regiões norte e central do país, onde grupos jihadistas como o Boko Haram e a Província do Estado Islâmico da África Ocidental (ISWAP) permanecem ativos. Os cristãos nessas áreas enfrentam frequentemente ameaças, incluindo assassinatos em massa, violência sexual e sequestros. Um grupo recém-surgido, o Lakurawa, começou a operar no noroeste, supostamente com ligações à Jama’a Nusrat ul-Islam wa al-Muslimin (JNIM), afiliada à Al-Qaeda.

Atualmente, a Nigéria ocupa o sétimo lugar na Lista Mundial da Perseguição 2025 dos 50 países onde os cristãos enfrentam a perseguição mais extrema.

Folha Gospel como informações de The Christian Today

Banda Oficina G3 entra na Justiça contra a gravadora MK Music

Banda Oficina G3 (Foto: Reprodução)
Banda Oficina G3 (Foto: Reprodução)

A banda Oficina G3, uma das mais influentes do rock cristão nacional, entrou com um processo judicial contra a gravadora MK Music, com quem manteve contrato por quase duas décadas. A ação, registrada no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, foi movida no último mês de junho (09/06/2025), e tem como natureza jurídica um procedimento comum cível, com foco em direito autoral.

Entre os autores do processo estão os integrantes Eduardo Silva Tambasco, Jean Carlos Lemes Miranda, José Issa João Afram Junior e Pedro Geraldo Mazarão, além da produtora Tecla Produções Artísticas LTDA. Todos eles atuaram diretamente nas produções lançadas sob o selo da MK Music. A causa tramita na 5ª Vara Cível da Regional da Barra da Tijuca (RJ), sob o número 0873007-13.2025.8.19.0001.

Segundo fontes ligadas à banda, o processo envolve a alegada exploração indevida de fonogramas, streaming e comercialização de obras lançadas entre 2000 e 2016, período em que a Oficina G3 foi contratada pela gravadora. Até o momento, não há segredo de justiça no caso, nem manifestação oficial da MK Music.

A relação entre Oficina G3 e MK Music começou oficialmente em 2000, com o lançamento do álbum O Tempo. A banda, que já vinha se destacando no cenário gospel com seu estilo progressivo e letras de conteúdo cristão, consolidou sua carreira nacional durante o tempo em que esteve vinculada à gravadora.

Entre os principais lançamentos da era MK, estão:

  • O Tempo (2000)
  • Humanos (2002)
  • Além do Que os Olhos Podem Ver (2005)
  • Elektracustika (2007)
  • Depois da Guerra (2008) — vencedor do Grammy Latino
  • Histórias e Bicicletas (2013)

Além dos álbuns de estúdio, o grupo também lançou DVDs ao vivo e coletâneas, como DDG Experience (2010) e MK CD Ouro – As 10 Mais. A banda passou por diferentes formações nesse período, incluindo vocalistas como PG e Mauro Henrique, mas manteve sempre a base criativa liderada por Juninho Afram, Jean Carlos e Duca Tambasco.

A parceria com a gravadora chegou ao fim em 2016, quando a banda optou por seguir de forma independente.

Fonte: Fuxico Gospel

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