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Morre Jimmy Swaggart, famoso televangelista, aos 90 anos

Jimmy Swaggart, um dos maiores televangelistas do mundo (Foto: Jimmy Swaggart/Facebook/Divulgação)
Jimmy Swaggart, um dos maiores televangelistas do mundo (Foto: Jimmy Swaggart/Facebook/Divulgação)

Jimmy Swaggart, o popular pregador pentecostal e televangelista que ganhou as manchetes nacionais por seus casos extraconjugais, morreu aos [90] anos após um episódio de parada cardíaca.

A página oficial de Swaggart no Facebook anunciou na manhã de terça-feira que “o irmão Swaggart terminou sua carreira terrena e entrou na presença de seu Salvador, Jesus Cristo”.

“Hoje foi o dia sobre o qual ele canta há décadas. Ele conheceu seu amado Salvador e adentrou os portais da glória. Ao mesmo tempo, nos alegramos por saber que o veremos novamente um dia”, declarou a página.

Ele não era apenas um pregador — era um adorador, um guerreiro e uma testemunha da graça e da misericórdia de Deus. Era um homem cuja fé era inabalável e sempre entrava por qualquer porta que o Senhor abrisse. E o Senhor honrou essa fé.

Jimmy Lee Swaggart nasceu em 15 de março de 1935 em Ferriday, Louisiana. Por volta dos oito anos de idade, ele teria tido uma profunda experiência religiosa na qual se sentiu chamado por Deus para pregar.

Aos 17 anos, Swaggart casou-se com Frances Anderson, de 15, em 1952, e o casal teve um filho, Donnie. Em 1961, Swaggart foi ordenado nas Assembleias de Deus, a maior denominação pentecostal dos Estados Unidos.

Swaggart era primo do famoso artista de rock’n’roll Jerry Lee Lewis e teve sua própria carreira musical de sucesso, lançando vários álbuns ao longo das décadas e supostamente vendendo mais de 17 milhões de gravações.

O trabalho ministerial de Swaggart também incluiu programação de rádio a partir de 1969 com o programa “The Campmeeting Hour” e por meio de mídia impressa com a revista The Evangelist, publicada pela primeira vez em 1970.

Em 1973, Swaggart adotou a televisão como meio de comunicação, começando com um programa de 30 minutos intitulado “The Jimmy Swaggart Evangelistic Association Presents Jimmy Swaggart”. Durante esse período, Swaggart também começou a transmitir gravações ao vivo de seus cultos e sua programação em outros idiomas.

Durante a década de 1980, Swaggart lançou várias cruzadas de evangelização nos Estados Unidos e no exterior, com a maior delas tendo ocorrido em outubro de 1987 no Rio de Janeiro, Brasil, com uma estimativa conservadora de cerca de 125.000 participantes.

Em 1988, Swaggart ganhou as manchetes nacionais quando foi descoberto envolvido com uma prostituta em Nova Orleans.

Em resposta à notícia, Swaggart fez sua famosa confissão chorosa: “ Eu pequei ” diante de sua congregação.

“Não tenho ninguém além de mim para culpar. Não coloco a culpa ou a culpa da acusação em ninguém. Pois ninguém é culpado além de Jimmy Swaggart. Eu assumo a responsabilidade. Eu assumo a culpa. Eu assumo a culpa”, disse ele.

Aos meus colegas ministros de televisão e evangelistas, vocês que já estão carregando um fardo quase insuportável, para continuar a dizer e contar a grande história do amor de Jesus, eu tornei o seu fardo mais pesado e os magoei. Por favor, me perdoem por pecar contra vocês.

Embora as Assembleias de Deus tenham destituído Swaggart em resposta ao escândalo, ele continuou a servir como pastor pentecostal independente.

Em 1991, Swaggart foi pego novamente com uma prostituta na Califórnia depois de receber três multas de trânsito por não usar cinto de segurança, dirigir no lado errado da estrada e operar um veículo não registrado, informou a Associated Press na época.

Alguns anos depois dos escândalos, Swaggart lançou a SonLife Radio Network em 1995, que se espalharia para dezenas de estações nos Estados Unidos e no exterior, e depois lançou a SonLife Broadcasting Network, que começou a transmitir conteúdo em abril de 2010.

Em novembro de 2022, Swaggart, junto com seu filho Donnie, conduziu o funeral de seu primo Jerry Lee Lewis, com o Swaggart mais velho falando emocionado sobre seu falecido parente.

Swaggart disse aos presentes que Lewis era “um dos maiores artistas que já existiram” e que “sei que meu primo está com o Senhor nos portais da glória”, conforme citado pelo Memphis Commercial Appeal.

“Como você sabe que ele foi salvo? Como você sabe? Ele sempre teve um coração voltado para Deus, sempre. Mesmo em seus momentos mais difíceis, ele tinha um coração voltado para Deus”, acrescentou Swaggart.

No domingo, 15 de junho, Swaggart foi encontrado inconsciente por seu filho e neto em sua casa em Baton Rouge, Louisiana. Segundo a família, enquanto o televangelista permanecia inconsciente, os paramédicos conseguiram reanimar um batimento cardíaco.

No dia seguinte, o ministério informou que não houve “nenhuma mudança em sua condição” e pediu aos apoiadores que “continuassem a orar por ele e a acreditar que Deus realizaria um milagre — mas, acima de tudo, confiamos na vontade perfeita do Senhor”.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Cristãos são presos tentando enviar Bíblias para a Coreia do Norte

Cristão preso (Foto: Portas Abertas)
Cristão preso (Foto: Portas Abertas)

Seis cidadãos norte-americanos foram detidos na Ilha de Ganghwa, na Coreia do Sul, na última sexta-feira (27), acusados de tentar lançar ao mar aproximadamente 1.600 garrafas plásticas com destino à Coreia do Norte. O material incluía arroz, cédulas de 1 dólar, pendrives e miniaturas de Bíblias — itens frequentemente usados em ações evangelísticas clandestinas voltadas à população norte-coreana.

Segundo a polícia local, os americanos foram interceptados antes de concluir a ação, nas proximidades da fronteira entre os dois países. As autoridades informaram que o grupo está sendo investigado por possível violação da Lei de Gestão de Segurança e Desastres da Coreia do Sul.

De acordo com oficiais que pediram anonimato, por não estarem autorizados a falar com a imprensa, as identidades dos envolvidos não foram reveladas em respeito às normas de privacidade. A Embaixada dos Estados Unidos em Seul também não se pronunciou até o momento.

A polícia afirmou ainda que os pendrives apreendidos não puderam ter seu conteúdo identificado até agora. As investigações sobre os detidos continuam em andamento. Ainda não há informações sobre possíveis acusações formais, penalidades ou processo de deportação.

Evangelização sob vigilância

O caso reacende o debate sobre os riscos enfrentados por grupos que atuam em ações de evangelização voltadas à Coreia do Norte. O envio de materiais cristãos por meio de garrafas e balões é uma prática antiga na península, muitas vezes conduzida por missionários e ONGs. No entanto, esse tipo de atividade foi oficialmente proibido entre 2021 e 2023, diante do temor de agravar as tensões diplomáticas com o regime de Kim Jong-un.

No país mais fechado do mundo, a posse de uma Bíblia pode levar à prisão, tortura ou até execução. O regime norte-coreano considera qualquer prática religiosa uma ameaça à autoridade do Estado. Ainda assim, segundo organizações internacionais, há registros de crescimento da fé cristã de maneira clandestina.

Perseguição religiosa extrema

Em entrevista à organização International Christian Concern (ICC), o cristão norte-coreano Illyong Ju compartilhou que sua família foi dizimada após ser identificada como seguidora de Cristo. Muitos de seus parentes foram levados a campos de prisioneiros políticos, de onde não retornaram. “Mesmo sob ameaça de morte, continuamos pregando em segredo”, afirmou.

A organização Portas Abertas, que monitora a perseguição a cristãos no mundo, alerta que na Coreia do Norte os seguidores de Jesus são rotulados como espiões. “Eles são vistos como inimigos do Estado. Por isso, enfrentam perseguição extrema e brutal”, explicou um missionário da entidade, sob anonimato. A Coreia do Norte lidera, há anos, a Lista Mundial da Perseguição, o ranking mundial de países onde os cristãos mais sofrem perseguição.

Fonte: Comunhão com informações de AP News

Pastores são mortos dentro de casa em Honduras

Bandeira de Honduras tendo ao fundo casas na capital Tegucigalpa (Foto: Montagem/FolhaGospel)
Bandeira de Honduras tendo ao fundo casas na capital Tegucigalpa (Foto: Montagem/FolhaGospel)

O pastor Yonis Zepeda foi morto a tiros dentro de sua casa por agressores desconhecidos nas primeiras horas da manhã de terça-feira, 10 de junho, na cidade de Choluteca, Honduras. Os autores do crime teriam invadido a casa do pastor Zepeda e atirado várias vezes sem dizer uma palavra, fugindo em seguida.

Vizinhos, alarmados pelo som dos disparos, correram para ajudar. Mas o pastor já havia sucumbido aos ferimentos quando chegaram. Agentes da Polícia Nacional chegaram pouco depois para iniciar a investigação para identificar os responsáveis e determinar a motivação do crime, mas ainda não os encontraram.

A morte do pastor causou profunda tristeza na comunidade local. Nas redes sociais, muitas pessoas o lembraram como um homem de fé dedicado, expressando choque e pesar pela forma violenta como sua vida foi tirada.

Mais um líder cristão assassinado

Dias antes, em 6 de junho, outro líder cristão, pastor Hipólito Montes Orellana, também foi assassinado dentro de sua casa. Ele era coordenador dos Conselhos de Igrejas Locais (CEL, da sigla em espanhol) e representante do ministério La Palabra de Dios, na comunidade de Las Balitas, no município de Yoro.

Assim como no caso do pastor Zepeda, agressores não identificados invadiram sua casa e mataram Hipólito Orellana a tiros. O pastor Orellana foi sepultado no cemitério geral de Yoro. Membros da igreja local agora exigem justiça, pedindo às autoridades que sua morte não fique impune.

“Estamos de coração partido. Ele deu sua vida pelo evangelho e permaneceu fiel até o fim. Foi um privilégio compartilhar momentos com ele. Nunca esquecerei sua humildade e bondade. Dói saber que sua vida foi tirada dessa forma”, disse José Luis Escoto, um morador que conhecia o pastor Orellana pessoalmente.

Até o momento, o motivo de ambos os crimes permanece desconhecido. A Portas Abertas está investigando ativamente os dois casos para entender melhor as causas. Enquanto isso, a igreja global é chamada a orar pelas famílias e entes queridos dos pastores assassinados e a interceder pelas igrejas em Honduras que agora lamentam a perda de seus líderes espirituais.

Mais de 35 pastores assassinados

A Associação de Pastores de Tegucigalpa e Comayagüela (APT) exigiu que o Ministério Público de Honduras esclareça os assassinatos de vários líderes evangélicos no país.

Num comunicado, a organização recordou ao público as mortes dos pastores Yonis Zepeda (assassinado em El Corpus, Choluteca), Jeremías Euceda e seu filho (em Iriona, Colón), Selvan Sabillón (em Petoa, Santa Bárbara) e, mais recentemente, Elías Guardado Mejía (de Erandique, Lempira).

Segundo a mídia local, a associação de pastores destacou que esses crimes, assim como os de mais de 30 pastores desde 2013, continuam impunes.

“Diante da apatia e negligência institucionais, hoje clamamos publicamente por ação”, enfatizaram. “Isso não é apenas uma estatística, mas pastores e líderes que promoveram a paz, a reconciliação e a restauração familiar em áreas frequentemente atingidas pela violência e pelo vício.”

Folha Gospel com informações de Evangelical Fucus e Portas Abertas

Líder cristão desaparece na Colômbia

Cristão com a Bíblia no colo (Foto representativa: Portas Abertas)
Cristão com a Bíblia no colo (Foto representativa: Portas Abertas)

O desaparecimento inexplicável do líder cristão Carlos Saúl Jaimes Guerrero, de 30 anos, alarmou os moradores de Viotá, Cundinamarca, e desencadeou uma busca urgente. Jaimes foi visto pela última vez na terça-feira, 17 de junho, supostamente viajando por uma estrada rural da região na Colômbia.

Seu veículo, uma caminhonete, foi posteriormente encontrado abandonado perto de uma ravina, com as portas abertas, uma descoberta que aumentou os temores e desencadeou uma ação imediata das autoridades locais e da comunidade cristã colombiana.

Companheiros de ministério confirmaram o desaparecimento do cristão em um comunicado oficial, anunciando que os protocolos de busca de emergência foram ativados. “Estamos em constante coordenação com as autoridades. Embora ainda não haja informações conclusivas, todos os esforços de busca e investigação estão em andamento”, dizia o comunicado.

Mobilização em oração

Um boletim de desaparecimento foi registrado no Departamento de Medicina Legal no mesmo dia. A mídia local relata que Jaimes foi visto pela última vez em uma fazenda que se acredita estar sob sua supervisão.

O caso ganhou atenção nacional, com apelos por cooperação pública. Enquanto isso, a igreja local fez um apelo por calma e oração. “Pedimos a todos que se unam a nós em oração pelo retorno seguro de Jaimes. Evitemos especulações e permaneçamos unidos na fé”, disse em comunicado.

A situação continua tensa enquanto as autoridades prosseguem com as buscas e investigações na região. As razões por trás de seu desaparecimento ainda são desconhecidas. Por ora, a equipe da Portas Abertas na Colômbia pede apoio em oração pelo retorno seguro de Jaimes e pela comunidade cristã que ele discipulava.

Fonte: Portas Abertas

Livro mostra como mudar uma igreja tóxica

Livro Pivot (Foto: Montagem/FolhaGospel)
Livro Pivot (Foto: Montagem/FolhaGospel)

Em Uma igreja chamada Tov, Scot McKnight e Laura Barringer escancararam uma ferida ignorada por décadas dentro de instituições religiosas: a existência de culturas eclesiásticas tóxicas marcadas por violência, silenciamento de vítimas e liderança narcisista. O impacto foi imediato. O termo “Tov” – palavra hebraica para “bom” – tornou-se símbolo de esperança entre os que ainda acreditam que a fé pode sobreviver aos abusos da religião.

Cinco anos depois, os mesmos autores voltam com Pivot, uma solução direta para aquele diagnóstico. Desta vez, a denúncia cede espaço à construção. O novo livro reúne práticas, relatos e ferramentas para igrejas que desejam não apenas sobreviver, mas se transformar em comunidades acolhedoras. No contexto do livro, pivotar significa mudança de direção, que segundo os autores, demanda esforço, dedicação e coragem para ser concretizada.

A estrutura da obra parte de perguntas reais feitas por leitores do primeiro livro: como iniciar uma mudança cultural em uma igreja marcada por omissão? O que fazer quando não se ocupa um cargo de liderança, mas se reconhece a toxicidade do ambiente? Como viver de forma íntegra em meio à deformação institucional? A resposta de Scot McKnight e Laura Barringe é prática, mas não imediatista.

Aconselhamos aqueles que desejam permanecer à mesa de discussão que formem um ‘bolsão de tov’ em meio à cultura tóxica da igreja. Um bolsão de tov requer que nos comprometamos a viver da maneira mais tov possível, o que significa tentarmos fazer a partir de dentro, sem poder (Pivot, p. 184).

Com base em entrevistas, pesquisas sobre transformação organizacional e suas próprias experiências eclesiásticas, os autores apresentam um modelo que envolve prestação de contas, empatia, verdade e ações concretas. Pivot é altamente recomendado para pastores, líderes, membros de igrejas evangélicas, professores e estudantes de teologia, além de conselhos, equipes ministeriais, lideranças em transição e principalmente para todos que acreditam ser possível construir comunidades cristãs onde a bondade não seja exceção, mas uma cultura.

Ficha técnica:
Título
: Pivot
Subtítulo: Prioridades e práticas para transformar
sua igreja em uma cultura tov
Autores: Scot McKnight e Laura Barringer
Editora: Mundo Cristão
Onde encontrar: Amazon (compre aqui)

Sobre os autores:

Scot McKnight é professor da cátedra Julius R. Mantey de Novo Testamento no Seminário Northern e autoridade reconhecida em Novo Testamento, cristianismo primitivo e o Jesus histórico. É autor de mais de oitenta livros e responsável pelo blog Jesus Creed, no site da Christianity Today. Ele e sua esposa, Kristen, moram na região noroeste da grande Chicago.

Laura Barringer é formada pela Faculdade Wheaton e professora de primeiro e segundo ano do ensino fundamental. Mora na região noroeste da grande Chicago com seu marido, Mark.

Sobre a editora: Fundada em 1965, a Editora Mundo Cristão é referência na publicação de Bíblias e livros de ficção e não ficção pautados por uma postura teológica cristã equilibrada e histórica. Com um catálogo diverso, a editora promove o crescimento espiritual e pessoal de seus leitores

Fonte: LC Agência de Comunicação

Suprema Corte dos EUA autoriza pais religiosos a retirarem filhos de aulas com livros LGBT

Suprema Corte dos Estados Unidos (Foto: Reprodução)
Suprema Corte dos Estados Unidos (Foto: Reprodução)

Suprema Corte dos EUA decidiu, na sexta-feira (27), em favor de pais cristãos do estado de Maryland que processaram o distrito escolar para garantir o direito de manter seus filhos do ensino fundamental fora de aulas em que são utilizados livros infantis com personagens LGBT.

Em uma decisão por 6 votos a 3, os juízes da Suprema Corte revogaram o parecer de um tribunal inferior que havia recusado exigir das escolas públicas do Condado de Montgomery a oferta de uma alternativa para que os alunos não participassem dessas aulas.

O tribunal inferior havia rejeitado a alegação de um grupo de pais, que afirmava que a política do distrito escolar – ao impedir essa dispensa – violava o direito ao livre exercício da religião garantido pela Primeira Emenda da Constituição dos EUA.

“Hoje, sustentamos que os pais demonstraram ter direito a uma liminar. Um governo sobrecarrega o exercício religioso dos pais ao exigir que eles submetam seus filhos a uma instrução que representa ‘uma ameaça muito real de minar’ as crenças e práticas religiosas que os pais desejam incutir”, escreveu o juiz conservador Samuel Alito, autor da decisão.

Os juízes conservadores do tribunal estavam em maioria e os juízes liberais discordaram da decisão.

Proteção à liberdade de expressão

A Suprema Corte tem ampliado, nos últimos anos, os direitos de pessoas religiosas, inclusive em casos que envolvem questões relacionadas à comunidade LGBT.

Um exemplo marcante ocorreu em 2023, quando o tribunal decidiu que determinadas empresas, amparadas pelas proteções à liberdade de expressão da Primeira Emenda, podem se recusar a prestar serviços para casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

Em 2022, o conselho escolar do Condado de Montgomery aprovou a inclusão de livros infantis com personagens LGBT no currículo de língua inglesa, com o objetivo de refletir de forma mais fiel a diversidade familiar presente na comunidade local.

Os livros de histórias estão disponíveis para os professores usarem “junto com os muitos livros já existentes no currículo que apresentam personagens heterossexuais em papéis de gênero tradicionais”, disse o distrito em um documento.

O distrito informou que encerrou a possibilidade de dispensar alunos dessas aulas em 2023, após o aumento expressivo dos pedidos tornar a medida inviável do ponto de vista logístico.

Além disso, surgiram preocupações com o potencial de “estigma social e isolamento” entre os estudantes que se identificam com os livros ou que veem neles a representação de suas famílias.

O distrito ainda permite a exclusão de unidades de educação sexual em aulas de saúde.

Os autores da ação – pertencentes às comunidades muçulmana, católica romana e ortodoxa ucraniana – alegaram que os livros adotados promovem uma visão unilateral sobre identidade de gênero, incentivam a transição de gênero e dão ênfase excessiva à temática romântica, tudo isso sem a devida notificação aos pais ou possibilidade de exclusão dos alunos das aulas.

Valores e práticas religiosas

Os autores argumentaram que a Primeira Emenda garante seu direito de transmitir aos filhos valores e práticas religiosas, incluindo crenças sobre gênero e sexualidade, consideradas “cruciais para a capacidade de seus filhos de realizar as aspirações religiosas relativas ao casamento e à família”.

O processo foi movido por um grupo de pais – entre eles Tamer Mahmoud, Enas Barakat, Chris e Melissa Persak, Jeff e Svitlana Roman – com o apoio do Becket Fund for Religious Liberty, um grupo jurídico de perfil conservador.

A ação também contou com a participação da organização Kids First, que defende o direito de exclusão em escolas do Condado de Montgomery.

Em 2024, o Tribunal de Apelações do 4º Circuito dos EUA, sediado em Richmond, Virgínia, rejeitou o pedido de liminar apresentado pelos autores da ação.

Segundo o tribunal, não foram apresentadas evidências de que os livros de histórias estivessem “sendo implementados de forma a coagir, direta ou indiretamente, os pais ou seus filhos a acreditarem ou agirem de forma contrária à sua fé religiosa”.

‘Proteger a inocência’

Os demandantes disseram à Suprema Corte que a decisão do 4º Circuito minou o direito dos pais de “proteger a inocência de seus filhos e direcionar sua educação religiosa”.

Em memorando enviado ao tribunal, o conselho escolar argumentou que o simples contato com conteúdos considerados controversos do ponto de vista religioso pelos pais não configura violação à Primeira Emenda da Constituição.

A organização Freedom From Religion Foundation, que atua na defesa do secularismo, argumentou em documento enviado à Suprema Corte – em apoio ao conselho escolar – que os pais não possuem o direito constitucional “de garantir que todos os materiais educacionais seculares estejam de acordo com suas crenças religiosas pessoais”.

Tal regra não teria limites porque “quase qualquer livro ou ideia – por mais comum ou inocente que seja – provavelmente contradiz alguns ideais religiosos”, disse o grupo.

A Suprema Corte analisou os argumentos do caso em 22 de abril. Durante a audiência, os três ministros de orientação liberal expressaram preocupação com a possibilidade de que as exceções concedidas a estudantes se estendessem para além das leituras de livros infantis nas escolas públicas.

Eles citaram como exemplos questões como evolução, casamento inter-racial e mulheres no mercado de trabalho, levantando o risco de que esses temas também pudessem ser objeto de pedidos de dispensa por motivos religiosos.

‘casamento gay’

Durante a sessão de argumentos, o ministro conservador Samuel Alito mencionou um dos livros infantis questionados, que apresenta um casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Ele destacou que esse tipo de conteúdo transmite uma mensagem moral “com a qual muitas pessoas que se apegam a crenças religiosas tradicionais não concordam”.

Em outro caso relacionado à liberdade religiosa no contexto educacional, a Suprema Corte dos EUA, em uma decisão empatada de 4 a 4 em 22 de maio, impediu a implementação de uma proposta liderada por duas dioceses católicas que buscava criar, no estado de Oklahoma, a primeira escola religiosa financiada com recursos públicos no país.

Fonte: Guia-me com informações de Reuters

Suíça: igrejas evangélicas desafiam o declínio nacional da fé, segundo relatório do governo

Culto na Igreja International Christian Fellowship (ICF) em Berna, na Suiça. (Foto: icf-bern.ch)
Culto na Igreja International Christian Fellowship (ICF) em Berna, na Suiça. (Foto: icf-bern.ch)

Cristãos evangélicos na Suíça estão desafiando o declínio nacional na crença e prática religiosa, destacando-se por seu comprometimento com a adoração regular, oração e engajamento espiritual, de acordo com dados governamentais recém-divulgados.

De acordo com a Rede Evangélica Suíça (RES), que representa 250 igrejas evangélicas na Suíça francófona, os dados vêm de um relatório divulgado na segunda-feira (23 de junho) pelo Escritório Federal de Estatística da Suíça (SFSO), intitulado Religiosidade e espiritualidade na Suíça (2024).

“A Rede Evangélica Suíça (RES) está muito feliz que as igrejas evangélicas sejam mencionadas pela primeira vez no estudo e que elas se destaquem da tendência geral na prática religiosa”, declarou a RES em uma atualização de notícias [em francês].

“Também é [encorajador] que cerca de 40% da população reze pelo menos uma vez por mês e que, de acordo com o SFSO, a religião e a espiritualidade ainda desempenham um papel importante na vida diária de uma grande proporção da população.”

O relatório destacou que a Suíça é historicamente um “país cristão”, mas também acrescentou que o número de pessoas sem religião está aumentando, apesar da diversidade de crenças religiosas.

“Ao contrário do título do comunicado de imprensa do SFSO, ‘Declínio na fé e prática religiosa continua’, as igrejas evangélicas estão contrariando essa tendência”, declarou a RES, destacando como os evangélicos são agrupados na categoria “outras comunidades cristãs”.

Os números de 2024 mostram que o cristianismo continua sendo “a religião mais difundida na Suíça”, e isso “apesar da tendência de queda”.

Mais da metade (51%) da população pesquisada concordou ou concordou fortemente com a afirmação: “Mais pensamento espiritual beneficiaria a sociedade”. Ao mesmo tempo, metade dos entrevistados acredita na vida após a morte.

Os números populacionais citados para 2024 mostram 31% de católicos romanos, 19% de protestantes reformados e 6% de evangélicos.

No entanto, em questões de religião e espiritualidade, existem diferenças entre as comunidades religiosas. A RES destacou que um terço dos católicos romanos suíços são religiosos e espiritualizados, em comparação com quase um quarto dos protestantes reformados. Para as igrejas evangélicas, no entanto, essa “proporção sobe para quase 50%”.

Nos últimos 10 anos, o SFSO destacou como a leitura regular de livros espirituais, revistas ou artigos da internet aumentou de 13% para 20%. 

“O aumento na leitura espiritual é mais forte entre membros de igrejas evangélicas (+21%), reformadas (+12%) e jovens de 15 a 24 anos (+13%)”, relatou a RES.

“A leitura de livros religiosos é mais difundida entre membros de igrejas evangélicas (45%) e muçulmanas (35%) do que em outras comunidades religiosas.”

Os evangélicos também são mais propensos a participar de “eventos espirituais e cultos religiosos”, com 30,3% comparecendo pelo menos uma vez por semana. Os horários regulares de oração também aumentaram nas igrejas evangélicas em uma margem de pelo menos 7%.

A RES explicou que as “outras comunidades cristãs”, nas quais as igrejas evangélicas estão incluídas, estão listadas no relatório como Igrejas Evangélicas Livres (LIVRES), Igrejas Evangélicas Internacionais, Igrejas Batistas, Anabatistas, Carismáticas e Adventistas, bem como Igrejas de Santificação, Pentecostais e Santos dos Últimos Dias. 

Outras igrejas na categoria incluem igrejas ortodoxas orientais e outras igrejas cristãs orientais, igrejas evangélicas luteranas, outras igrejas da Reforma, bem como igrejas internacionais, anglicanas, católicas-cristãs e cristãs ecumênicas.

O relatório Religiosidade e Espiritualidade na Suíça se baseia em dados da Pesquisa de Língua, Religião e Cultura (ELRC), realizada a cada cinco anos desde 2014.

Folha Gospel com informações de Christian Daily

Cristãos enfrentam violência crescente na África, revela relatório

Cristãos em momento de adoração no Oeste da África (Foto: Reprodução)
Cristãos em momento de adoração no Oeste da África (Foto: Reprodução)

Um novo relatório da International Christian Concern (ICC) revelou um aumento preocupante na violência contra cristãos em partes da África, com Nigéria, República Democrática do Congo (RDC) e Quênia vivenciando um aumento nos ataques, sequestros, massacres e deslocamentos forçados.

O relatório, intitulado “Tendências preocupantes: escalada da perseguição de cristãos na África”, foi escrito por Linda Burkle e se concentra nos primeiros quatro meses de 2025, além de rastrear tendências violentas nas últimas duas décadas.

Nigéria

A Nigéria continua sendo o país mais mortal do mundo para os cristãos. O país da África Ocidental ocupa o sétimo lugar na Lista Mundial da Perseguição de 2025 da Portas Abertas, que monitora a perseguição globalmente.

Os relatórios do TPI observam que, entre julho de 2009 e março de 2022, mais de 45.000 cristãos foram assassinados por grupos extremistas como o Boko Haram, o Estado Islâmico da Província da África Ocidental (ISWAP) e militantes Fulani.

Somente em 2022, cerca de 5.000 cristãos foram mortos na Nigéria — mais do que no resto do mundo combinado.

De 2015 a 2020, estima-se que entre 11.000 e 12.000 cristãos foram assassinados por militantes islâmicos, e mais de 2.000 igrejas foram demolidas. Em 2021, cerca de 3.800 cristãos foram sequestrados.

Apesar da mudança política após a ascensão do presidente Bola Tinubu ao poder em 2023, a violência continuou, com 7.000 mortes estimadas somente em 2023.

Tinubu, um muçulmano, havia prometido liderar uma administração mais equilibrada e inclusiva. No entanto, seu governo tem lutado para conter os ataques islâmicos, especialmente nas regiões norte e central da Nigéria, onde a lei islâmica (Sharia) está em vigor e os cristãos são altamente vulneráveis.

O relatório também detalha vários incidentes violentos de 2025.

Um dos ataques mais terríveis ocorreu no Domingo de Ramos, quando extremistas Fulani invadiram uma vila e massacraram nada menos que 54 cristãos, incluindo crianças, dentro de suas próprias casas, forçando toda a comunidade a fugir.

Em março, o Boko Haram matou o padre católico Sylvester Okechukwu no estado de Kaduna, enquanto outro ataque no estado de Kebbi deixou 11 cristãos mortos.

Congo

Na República Democrática do Congo (RDC), a situação também está se agravando.

O país, que já foi classificado em 41º lugar na Lista de Observação Mundial da Portas Abertas, subiu para 35º em 2025 após um aumento na violência contra cristãos, em grande parte impulsionado pelas Forças Democráticas Aliadas (ADF), um grupo terrorista alinhado ao ISIS.

Em fevereiro, militantes da ADF decapitaram 70 cristãos, incluindo mulheres e crianças, durante um culto na igreja.

A violência deslocou milhões de pessoas nas províncias orientais de Kivu do Norte e Ituri.

Um ataque em março na vila de Kirindera deixou nada menos que 19 mortos e vários prédios, incluindo uma clínica e um hotel, foram incendiados.

Outro ataque em janeiro resultou na morte de 53 cristãos nas cidades de Makoko e Masakuki.

O relatório culpa uma combinação de ameaças militantes — incluindo ataques do grupo rebelde M23, pressão familiar contra a conversão religiosa e interferência política — pela criação de um ambiente perigosamente instável para os cristãos no leste do Congo.

Quênia

O Quênia, embora não esteja tradicionalmente no centro de relatos de perseguição, tem testemunhado uma violência crescente em suas regiões do nordeste.

Essas províncias, onde os somalis muçulmanos constituem a grande maioria, são consideradas território hostil para os cristãos, com atividades religiosas severamente restringidas pelas comunidades locais e autoridades governamentais muitas vezes fazendo vista grossa.

Os convertidos arriscam suas vidas, muitas vezes enfrentando ataques de suas próprias famílias ou vizinhos.

O grupo terrorista Al-Shabab, sediado na Somália, agora classificado como uma “entidade de particular preocupação” pelo Departamento de Estado dos EUA e pela Comissão dos EUA sobre Liberdade Religiosa Internacional, realizou vários atentados e assassinatos na costa e no nordeste do Quênia.

O grupo tem como alvo principalmente convertidos do islamismo e missionários.

As áreas frequentemente alvos de ataques incluem Mombasa, Garissa, Mandera e Lamu, onde muitos fiéis foram forçados a fugir para o interior.

A Voz dos Mártires relata que os cristãos nessas áreas enfrentam ameaças violentas, isolamento social e pressão para retornar ao islamismo.

Os ataques aos convertidos geralmente vêm de suas próprias famílias ou vizinhos.

Somando-se às crescentes ameaças, o Quênia também tem testemunhado atividades transfronteiriças do Exército de Libertação Oromo, um grupo que opera na Etiópia e que sequestrou dois missionários cristãos sul-coreanos, incluindo dois missionários sul-coreanos em 2024.

A corrupção entre autoridades locais e a disseminação de ideologias radicais pioraram a situação dos fiéis.

País de Preocupação Particular

Apesar da gravidade da crise, nem a Nigéria nem a RDC atualmente ostentam a categorização de “País de Preocupação Particular” (CPC) do Departamento de Estado dos EUA.

Em resposta, em 11 de março, o representante Christopher Smith, de Nova Jersey, apresentou a Resolução 220 da Câmara. A resolução agora está sendo analisada pelo Comitê de Relações Exteriores da Câmara.

O presidente do ICC, Jeff King, pediu aos cristãos do mundo todo que prestem muita atenção à situação na África.

“A Igreja na África está enfrentando alguns dos desafios mais severos do nosso tempo”, disse ele.

“Não devemos desviar o olhar. Estes são nossos irmãos e irmãs.”

Ele também pediu apoio e engajamento político, encorajando fiéis em países democráticos a contatar seus representantes eleitos e pressionar por ação internacional.

Folha Gospel com informações de The Christian Today

China prende pastores por participarem de conferências bíblicas no exterior

Bandeira da China (Foto: Canva pro)
Bandeira da China (Foto: Canva pro)

Com o avanço do Evangelho na China, as autoridades do regime comunista intensificam esforços para isolar cristãos e pastores da Igreja global.

Bob Fu, representante da Voz dos Mártires Canadá (VOM Canadá), destaca que uma das medidas recentes envolve classificar viagens internacionais para eventos religiosos, como conferências de louvor e estudos em seminários, como travessias ilegais de fronteira.

“É claro que eles tentam usar esse método para acusá-los de travessia ilegal de fronteira. Quer dizer, eles têm medo de citar que o suposto crime que cometeram é participar de uma conferência de estudo bíblico, ou de um culto, ou de uma espécie de conferência de louvor e adoração”, diz Fu.

“O Partido Comunista escolheu usar esse termo legal para processar muitos desses pastores.”

Aumentando as prisões

A perseguição a cristãos na China não é novidade. Em 2021, um pastor da província de Shanxi foi condenado a cinco anos de prisão por participar de uma conferência de estudo bíblico no exterior.

Um caso ainda mais conhecido é o do pastor John Cao, que recebeu uma pena de sete anos por supostamente “organizar travessias ilegais de fronteira”.

A acusação surgiu porque ele mobilizou cristãos chineses para ajudar crianças da minoria birmanesa a frequentar uma escola do outro lado da fronteira, onde a Bíblia era utilizada como material didático.

“Nas últimas semanas, temos visto mais casos. Cinco pastores na província de Shanxi também receberam uma sentença criminal por irem à Malásia – em Kuala Lumpur – para participar de uma conferência bíblica ministrada por um pregador [apelidado] de Billy Graham da China: o Pastor Dr. Stephen Tong, da Indonésia”, disse Fu.

“Além disso, nas últimas semanas, soubemos que outros quatro cristãos foram presos criminalmente por irem à Coreia do Sul e à Malásia para participar de conferências cristãs. Portanto, eles serão julgados e condenados à prisão criminal. Portanto, esta é uma nova tendência, que mostra o Partido Comunista Chinês tentando cortar a Igreja Universal, a comunhão da igreja”, completa.

Uma ameaça à segurança nacional?

A medida lança um alerta preocupante aos fiéis. Com o aumento da perseguição à comunhão cristã além das fronteiras, os cristãos precisarão redobrar a cautela ao escolher quais eventos frequentar. Em breve, viajar para fora do país pode se tornar impossível para muitos.

Em certas regiões, o governo instaurou uma nova medida conhecida como Filtro de Segurança Nacional, que inclui a análise da identidade religiosa dos cidadãos.

Cristãos, especialmente líderes religiosos, podem ser classificados como potenciais ameaças à segurança nacional sob esse critério.

“Você seria proibido de viajar”, afirma Fu. “Você seria proibido de obter um novo passaporte ou renovar o seu passaporte antigo.”

Conectados em Cristo

Apesar do cenário desafiador para a presença física dos cristãos chineses na Igreja global, Fu destaca que há esperança.

“Eles jamais terão êxito. Podem tentar limitar fisicamente ou geograficamente, mas o Espírito Santo é nosso verdadeiro elo, certo? Nunca poderão cortá-lo.”

Ele reforça que, por meio da oração e da comunhão dos santos, o corpo de Cristo na China continuará fortalecido e unido, sem se sentir isolado.

“Por favor, ore para que Deus fortaleça os cristãos chineses à medida que seu isolamento físico da Igreja aumenta. Ore por firmeza para aqueles que enfrentam a prisão”, pede a VOM Canadá, enquanto compartilham histórias e apoiam os cristãos chineses.

Fonte: Guia-me com informações de MNN

Livro devocional convida mulheres a nutrir a fé sem exposição

Livro Mulheres do Secreto (Foto: Montagem/FolhaGospel)
Livro Mulheres do Secreto (Foto: Montagem/FolhaGospel)

Quarto, Bíblia, chão, portas fechadas e Deus. É nesse cenário íntimo e silencioso que, segundo Viviane Martinello, começa a verdadeira transformação da alma feminina. Em seu novo livro, Mulheres do Secreto, a pastora e autora best-seller propõe uma jornada profunda de fé e restauração a partir da oração, devoção constante e de uma vida longe dos holofotes — mas inteiramente à vista do Pai. 
 
Publicada pela Editora Vida, a obra é voltada a mulheres que desejam aprofundar a espiritualidade e se reconectar com o Criador de forma mais genuína. Martinello convida cada leitora a trocar a necessidade de validação ou exposição externa pela intimidade construída no secreto: um lugar invisível aos olhos, dentro do próprio coração, em que a disciplina espiritual funciona como alicerce para todas as outras áreas da rotina. 

O livro também oferece reflexões que dialogam com o cotidiano cristão: cuidados com os filhos, conflitos no casamento, exigências profissionais, frustrações, cansaço físico e emocional. A autora ensina, por exemplo, a cultivar o hábito devocional mesmo entre a espera na fila da escola, enquanto lava a louça ou dentro do carro. Além de formas para buscar a sabedoria divina nas decisões pessoais e tornar qualquer cômodo da casa em um altar de adoração. Em cada ensinamento, Viviane aponta o caminho para o que realmente importa: uma existência cheia de propósito e aprovada por Deus.

Não é em público que construímos um relacionamento íntimo com Deus, mas no secreto. É por isso que o secreto de alguém não pode ser avaliado pela forma poderosa como uma pessoa ministra em um culto, pela maneira como ora pelos outros, nem por colecionar visualizações e curtidas em redes sociais. Ele é revelado por quanto do caráter de Cristo carregamos e exalamos, sem esforço, em nosso cotidiano. Isso quer dizer que o que realizamos diante dos outros deve ser um transbordamento, um resultado natural que compartilhamos a partir daquilo que recebemos a sós com o Senhor, e não fruto de uma espiritualidade fabricada. (Mulheres do secreto, p. 27)

Em um mundo obcecado por aparências, Mulheres do Secreto é um chamado àquelas que buscam viver centradas em Cristo e transformar a própria fé de dentro para fora. Com linguagem envolvente, exemplos bíblicos e testemunho pessoal, Viviane Martinello convoca a leitora a redescobrir o poder de uma vida devotada sem barulho, vigiada somente por Ele. 

Ficha técnica
Título: Mulheres do secreto  
Autora: Viviane Martinello 
Editora: Vida 
Edição: 1ª ed., 2025 
Gênero: Vida cristã  
Onde encontrar: Amazon (compre aqui) 

Sobre a autora: Viviane Martinello é casada com o pastor Telmo Martinello e mãe da Vitória e da Isabela. Junto ao seu esposo, pastoreia a Abba Pai Church, na cidade de Criciúma (SC). Com um chamado de Deus para alavancar as mulheres de sua geração, ela também é idealizadora e mentora do projeto Casa de Isabel, uma comunidade de ensino e acompanhamento a mulheres. Por meio de seu testemunho de vida, Viviane tem alcançado muitas pessoas que precisam de restauração interior. 

Fonte: LC Agência de Comunicação

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