Aaron e Melissa Klein, casal de confeiteiros cristãos
Aaron e Melissa Klein, casal de confeiteiros cristãos

Uma decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos está sendo chamada de vitória da liberdade religiosa.

Aaron e Melissa Klein são um casal de confeiteiros cristãos em Oregon que foram multados por se recusarem a fazer um bolo de casamento para o casal de lésbicas Laurel e Rachel Bowman-Cryer em 2013, o que levou a uma denúncia contra.

Em julho de 2015 eless foram condenados a pagar danos no total de US$ 135.000, o que levou ao fechamento da loja de bolos do casal cristão.

A briga judicial pelo caso foi levada à Suprema Corte nesta segunda-feira, quando os ministros descartaram uma decisão anterior do tribunal estadual contra os Klein, enviando o caso de volta a esse tribunal em Oregon. 

Os juízes dizem que o tribunal estadual precisa reconsiderar o caso à luz da decisão da Suprema Corte do ano passado em favor de um confeiteiro do Colorado que se recusou a fazer um bolo para um casamento entre pessoas do mesmo sexo. 

O tribunal havia decidido que a Comissão de Direitos Civis do Colorado mostrava um viés anti-religioso contra o confeiteiro cristão Jack Phillips.

A decisão do tribunal de recursos de Oregon veio antes da decisão do tribunal superior no caso Phillips. 

Kelley Shackelford, presidente, CEO e conselheiro chefe do First Liberty Institute, grupo de direito sem fins lucrativos que representava os Klein, chamou a decisão da Suprema Corte de “uma vitória da liberdade religiosa de todos os americanos”.

“Esta é uma vitória para Aaron e Melissa Klein e para a liberdade religiosa para todos os americanos”, disse Shackelford. “A Constituição protege a fala, popular ou não, da condenação do governo. A mensagem da Corte é clara, a hostilidade do governo em relação aos religiosos americanos não será tolerada”.

Outra disputa envolvendo a florista cristã, Barronelle Stutzman, no estado de Washington, que se recusou a criar arranjos de flores para um casamento entre pessoas do mesmo sexo, também se dirige à Suprema Corte.

Folha Gospel com informações de CBN News