Bíblias queimadas na Índia
Bíblias queimadas na Índia

Na Índia, houve um grande aumento no número de incidentes relacionados à perseguição, porém em algumas regiões os cristãos experimentam ambientes ainda mais hostis que o normal.

No distrito de Gadchiroli, localizado no estado de Maharashtra, existe uma tendência. Se uma pessoa ou família se converte ao cristianismo, o resto da família se une aos moradores da vila e, juntos, fazem um boicote social.

O novo convertido não terá emprego e não receberá ajuda, caso trabalhe no campo. Além disso, ele será constantemente ameaçado a deixar a fé e pode ser atacado ou ter a casa destruída.

Os extremistas hindus também agem no que diz respeito às igrejas. Na vila de Halwar, por serem contra uma igreja que está sendo construída, os moradores interromperam as obras.

Na mesma vila, os radicais também realizaram um encontro público onde os cristãos foram alertados a abandonar o cristianismo ou seriam expulsos da vila. Depois disso, quinze casas que pertenciam a cristãos foram parcialmente destruídas. Quando foram apresentar queixa na delegacia, os policiais, que estavam presentes na reunião, não tomaram nenhuma atitude.

Na vila Koskundo, três famílias também queriam fazer reclamações sobre a destruição das casas, mas ao tentarem cerca de cem moradores da vila chegaram à delegacia e exigiram que eles fossem expulsos.

No início de julho, na vila Burgi, outras três famílias foram ameaçadas de serem boicotadas ou até mesmo mortas se não abandonassem a fé cristã. Também disseram que se continuassem sendo cristãos perderiam benefícios do governo, como acesso à água e compras com tarifas custeadas. Como resultado, as famílias abriram mão da fé. Eles já eram cristãos há quase 10 anos.

Pedidos de oração são feitos pelos cristãos que moram nessas vilas. Que eles possam manter a fé mesmo em meio a condições tão difíceis; pelos moradores locais para que possam ser alcançados pelo poder transformador de Cristo; e para que as autoridades, incluindo as forças policiais, possam agir com justiça.

Fonte: Missão Portas Abertas