Em um comunicado veiculado na “Rede Viva” na noite desta quinta-feira (11), a presidente deu às boas vindas ao papa Francisco.

Mesmo sem mencionar a atual situação brasileira, tampouco os protestos tomaram conta do país no último mês, a presidente Dilma Rousseff, em um comunicado veiculado na “Rede Viva” na noite desta quinta-feira (11), deu às boas vindas ao papa Francisco e aos peregrinos que participarão da Jornada Mundial da Juventude, evento católico que acontece de 23 a 28 de julho, no Rio de Janeiro.

Em seu discurso, que durou pouco menos de dois minutos, a presidente disse que a jornada “renova as esperança de um mundo melhor”.

“Como brasileira e presidente de um país jovem, sei que ninguém é mais capaz do que o jovem para traduzir o sonho de criar uma sociedade mais justa e harmônica”, disse ela, que acrescenta que o momento é muito especial para o mundo e, principalmente, para Brasil.

“Aqui e em todo o planeta a juventude renova o seu desejo de sonhar e lutar por um mundo cada vez melhor”, destaca Dilma que, mesmo sem citar claramente, faz menção aos protestos populares no Brasil. E completou sua afirmação, ao destacar a presença dos jovens como uma “força ao Brasil no aprimoramento de sua democracia”.

Está previsto que Dilma participe da Jornada Mundial da Juventude na chegada do papa Francisco, no dia 22, e na missa de encerramento do evento, no dia 28.

[b]Católicos que participarem da jornada terão remissão dos pecados
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Os fiéis que participarem da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), entre os dias 23 e 28, receberão do papa Francisco indulgência dos pecados, desde que confessem, comunguem e rezem em intenção dele. O decreto foi assinado no dia 2, no Vaticano. Embora não sejam rotineiras, indulgências são concedidas a grupos de fiéis em ocasiões especiais para a Igreja Católica.

Em dezembro de 2007, o papa Bento XVI concedeu o chamado perdão fora dos sacramentos (porque não substitui o obtido na confissão) por ocasião do 150.º aniversário da aparição da Virgem Maria em Lourdes, na França. Receberam indulgência os fiéis que fizeram peregrinações à cidade ao longo de 2008.

Na Idade Média, a venda de indulgências, em que se obtinha o perdão de um pecado em troca de dinheiro, foi o estopim da insatisfação do padre alemão Martinho Lutero, que deu início à Reforma Protestante.

[b]Fonte: UOL e Estadão[/b]