Franklin Graham, evangelista americano, filho do saudoso Billy Graham
Franklin Graham, evangelista americano, filho do saudoso Billy Graham

Pastores, evangelistas e líderes cristãos se disseram consternados depois que o Senado de Nova York aprovou uma lei, mais tarde sancionada pelo governador democrata Andrew Cuomo, permitindo que as mulheres abortassem seus bebês até o nascimento.

A aprovação da chamada “Lei da Saúde Reprodutiva” em 22 de janeiro, remove o aborto do código penal e o legaliza até o nascimento, para a “saúde” da mãe, que não é definida e foi interpretada pela Suprema Corte para incluir qualquer razão.

Embora saudada como uma vitória por aqueles no campo pró-escolha, a aprovação da lei foi amplamente condenada pela comunidade pró-vida. Líderes religiosos de todas as denominações e tradições foram alguns dos opositores mais contundentes, utilizando as várias plataformas de mídia social para condenar a decisão.

O Rev. Franklin Graham, filho do evangelista Billy Graham e chefe da caridade Samaritan’s Purse, foi ao Facebook para apontar que a pena capital foi considerada inconstitucional em Nova York, mas o aborto até o dia do nascimento é legal.

“Em Nova York, um assassino, estuprador, serial killer, pedófilo ou atirador de escola não pode receber uma injeção letal – mas uma criança no útero pode”, disse ele. “Os legisladores que aprovarem essas leis terão que prestar contas a Deus um dia por toda vida assassinada. Que Deus tenha piedade de nossa nação”.

Anteriormente, ele expressou horror sobre o fato de que a torre do One World Trade Center e outros monumentos foram iluminados em rosa na “celebração” da decisão.

“Que demonstração doentia de que nossa nação está longe de Deus”, disse ele. 

“Alguém disse que deveria ter sido aceso em vermelho para representar o sangue de todas as vidas que serão perdidas. A Bíblia diz: ‘Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas…’ (Isaías 5:20).”

Fonte: The Christian Post