Início Site Página 116

Mulher desiste de suicídio durante evangelismo em aeroporto

Bíblia com pessoas de mãos dadas ao redor (Foto: Canva Pro)
Bíblia com pessoas de mãos dadas ao redor (Foto: Canva Pro)

Uma mulher que planejava tirar sua vida foi alcançada por Deus durante um evangelismo dentro de um aeroporto no Brasil.

Recentemente, enquanto aguardava para embarcar em seu voo, o evangelista Allan Machado e sua equipe foram guiados pelo Senhor para pregar o Evangelho no local.

“Sentimos no coração de ministrar louvor dentro do aeroporto e colecionamos testemunho nesse dia”, testemunhou Allan, em postagem no Instagram.

No saguão, eles cantaram louvores acompanhados por violão e muitas pessoas pararam para ouvir.

Entre elas estava uma mulher chamada Kellen, que trabalha no aeroporto e estava passando por um momento muito difícil em sua vida.

Ela foi tocada poderosamente por Jesus com os louvores e deixou um bilhete para a equipe, revelando que iria se suicidar naquele dia, mas desistiu após ser ministrada através deles.

“Que nosso Deus abençoe ainda mais vocês. Hoje acordei pronta para desistir de tudo. Em novembro, faz 2 anos que Deus levou meu filho, desde então tenho lutado para ficar de pé, mas hoje parece que não ia suportar”, escreveu ela no bilhete.

“Então falei com Deus para acalmar minha alma. E cheguei para trabalhar e vocês estavam louvando e Deus falou ao meu coração. Muito obrigado por serem esse canal. Deus abençoe”, concluiu.

“Uma pessoa deixou de tirar a vida por conta de um momento que ela teve com o Senhor, Deus é maravilhoso. Orem pela Kellem”, disse Allan.

O evangelista encorajou os cristãos a anunciarem as Boas Novas a todos. “Eu peço encarecidamente a todos vocês: preguem o Evangelho! Só o Evangelho tem poder para fazer isso, pense nisso e cumpra o seu chamado”, declarou.

O evangelista brasileiro Allan Machado e sua equipe da missão Presence Revival estão realizando evangelismo de rua em diversos países e testemunhado o agir de Deus.

Durante um culto na praça no Texas, Estados Unidos, em julho, um professor de Yoga tentou impedir o evangelismo da missão.

Porém, ao ouvir a pregação da Palavra, foi impactado por Deus, acabou aceitando Jesus e foi batizado pela equipe da missão.

Caso você esteja pensando em cometer suicídio, procure ajuda especializada como o CVV e os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) da sua cidade.

O CVV (https://www.cvv.org.br/) funciona 24 horas por dia (inclusive aos feriados) pelo telefone 188, e também atende por e-mail, chat e pessoalmente. São mais de 120 postos de atendimento em todo o Brasil.

Fonte: Guia-me

Câmara Municipal de Joinville aprova uso da Bíblia como material complementar em escolas

Bíblias nas bancadas de uma sala de aula (Foto: Canva IA)
Bíblias nas bancadas de uma sala de aula (Foto: Canva IA)

Mais uma cidade do Brasil aprovou o uso da Bíblia em escolas. Na última terça-feira (12), a Câmara de Vereadores de Joinville, em Santa Catarina, aprovou o Projeto de Lei 147/2025, que permite a Bíblia como recurso paradidático nas escolas públicas e particulares da cidade.

A proposta, de autoria de Brandel Junior (PL), estabelece que a Bíblia poderá ser utilizada para a disseminação cultural, histórica, geográfica e arqueológica de seu conteúdo.

“As histórias bíblicas utilizadas poderão auxiliar os projetos escolares de ensino correlatos nas áreas de história, literatura, ensino religioso, artes e filosofia, bem como em outras atividades pedagógicas complementares pertinentes”, afirma o texto.

O PL esclarece que os alunos não serão obrigados a participar das atividades que utilizem a Bíblia, conforme a liberdade religiosa prevista na Constituição Federal.

“A Bíblia é uma compilação de textos milenares que narram, com detalhes, a história do povo hebreu, a formação de nações, guerras, pactos, ensinamentos morais e princípios que influenciaram profundamente a cultura ocidental. Muitos de seus livros são historicamente reconhecidos como documentos que refletem costumes, práticas sociais e estruturas de poder da Antiguidade”, afirmou Brandel.

A vereadora Vanessa da Rosa (PT) propôs uma emenda que incluia no projeto de lei o uso de outros livros religiosos, como o Alcorão, a Torá e outras versões da Bíblia Sagrada, como a da Igreja Ortodoxa, entre outros.

Porém, a Câmara rejeitou a emenda. Para o autor Brandel Junior, a proposta desvirtuaria o PL.

Agora, o projeto segue para a análise do prefeito de Joinville, que poderá sancioná-lo ou vetá-lo.

Leis aprovadas

Projetos de lei semelhantes sobre o uso da Bíblia em escolas já foram aprovados em diversas cidades e estados do Brasil.

No dia 7 de agosto, um projeto de lei que prevê a distribuição de Bíblias em escolas estaduais do Ceará foi aprovado.

No mesmo dia, a Câmara Municipal de Divinópolis, em Minas Gerais, também aprovou o uso da Bíblia como material paradidático em escolas públicas e privadas da cidade.

Em Manaus (AM), foi sancionada a Lei nº 1.332/2009, permitindo a utilização das Escrituras como conteúdo complementar em escolas públicas e privadas.

Em Rio Branco (AC), o projeto de lei “Bíblia nas Escolas” foi aprovado no ano passado, autorizando a disponibilização da Bíblia em bibliotecas das escolas. Assim como em Belo Horizonte (MG), através da promulgação da lei 11.862/2025, em maio deste ano.

Em Porto Alegre (RS), um projeto de lei que prevê que Bíblias sejam disponibilizadas para o uso de alunos e professores nas bibliotecas das escolas municipais está em discussão na Câmara de Vereadores.

Fonte: Guia-me com informações de Câmara de Vereadores de Joinville

Silas Malafaia é investigado pela Polícia Federal em inquérito sobre obstrução do processo da trama golpista

Silas Malafaia durante manifestação a favor de Bolsonaro (Foto: Reprodução)
Silas Malafaia durante manifestação a favor de Bolsonaro (Foto: Reprodução)

A Polícia Federal incluiu o pastor Silas Malafaia no inquérito que investiga o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o comentarista Paulo Figueiredo, informou a GloboNews.

O caso, aberto em maio e sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal (STF), apura supostas ações contra autoridades, contra a Corte e agentes públicos, além de uma possível articulação para obtenção de sanções internacionais contra o Brasil.

Malafaia foi organizador do ato de apoio a Bolsonaro realizado em 3 de agosto, no qual o ex-presidente participou por vídeo transmitido em redes sociais de terceiros. No dia seguinte à manifestação, Moraes decretou a prisão domiciliar de Bolsonaro.

A abertura do inquérito foi motivada por queixas de ministros do STF sobre o que consideraram inércia do Itamaraty diante de pressões do governo norte-americano contra a Corte, intensificadas pela atuação de Eduardo Bolsonaro. Para parte dos magistrados, a situação exigia posicionamento mais firme da diplomacia brasileira.

As condutas investigadas envolvem possíveis crimes de coação no curso do processo, obstrução de investigação de organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

Procurado pela Folha de S. Paulo, Malafaia afirmou que a apuração “é mais uma prova de que o Estado democrático de Direito está em perigo no Brasil” e disse respeitar a Polícia Federal, “instituição que é um orgulho para nós”. Contudo, afirmou haver “uma PF de Lula e Alexandre de Moraes que promove perseguição política”.

O pastor negou qualquer envolvimento ilícito: “Que obstrução de Justiça eu fiz? Eu nem falo inglês, não tenho contato com autoridades. Que abolição violenta do Estado democrático eu participo? Ou organização criminosa? Isso é uma afronta para tentar me calar, porque há quatro anos eu denuncio em mais de 50 vídeos os crimes de Alexandre de Moraes.” Ele declarou ainda que “não vai parar” e que pretende “aumentar minha voz” contra o que chama de “desmandos” do ministro, a quem acusa de ter “instituído o crime de opinião”.

Em vídeo publicado nas suas redes sociais, Malafaia criticou a Polícia Federal por vazar a investigação para a TV Globo antes mesmo dele ser notificado e voltou a criticar o ministro do STF, Alexandre de Moraes.

O pedido para investigar Eduardo Bolsonaro partiu do procurador-geral da República, Paulo Gonet, que apontou que o deputado intensificou declarações e ações contra ministros do STF à medida que avança o processo sobre a suposta trama golpista que envolve Bolsonaro, militares e aliados.

Entre os crimes citados, está o de coação no curso do processo (artigo 344 do Código Penal), que prevê punição para quem utiliza violência ou grave ameaça contra autoridade ou envolvidos em processos judiciais, policiais ou administrativos, com o objetivo de favorecer interesse próprio ou de terceiros. Também são mencionados delitos ligados à participação ou financiamento de organização criminosa e à obstrução de investigações.

No ato realizado na avenida Paulista, em agosto, Malafaia criticou pré-candidatos da direita que não compareceram à manifestação pró-Bolsonaro, dizendo que a ausência se deu por “medo” do STF. Ele transmitiu o evento em seu canal no YouTube e, nas redes sociais, chamou o senador Ciro Nogueira (PP-PI) de “traidor” por não assinar um pedido de impeachment contra Moraes.

Folha Gospel com informações de Folha de S. Paulo

Guatemala aprova celebração do ‘Dia Nacional da Bíblia’

Bandeira da Guatemala em frente ao Palácio Nacional, antiga sede do Presidente da Guatemala (Foto: Flickr/Clarck e Kim Kays)
Bandeira da Guatemala em frente ao Palácio Nacional, antiga sede do Presidente da Guatemala (Foto: Flickr/Clarck e Kim Kays)

O Congresso da República da Guatemala aprovou, em regime de urgência nacional, o Decreto 5-2025, que estabelece o primeiro sábado de agosto como Dia Nacional da Bíblia. A decisão foi tomada, na última terça-feira (12), em sessão acompanhada por um grupo de pastores evangélicos que compareceu ao Palácio Legislativo para apoiar parlamentares do bloco Vamos, principais defensores da proposta.

De acordo com o texto aprovado, instituições poderão promover, nessa data, atividades em escolas e espaços públicos voltadas à leitura da Bíblia. As iniciativas devem ter o com o objetivo de ressaltar seu “valor histórico, cultural e espiritual”.

Os deputados Allan Rodríguez e Ronald Portillo, autores do projeto, afirmaram que a medida busca fortalecer valores e a espiritualidade no país. Rodríguez classificou a iniciativa como “uma bênção” e disse acreditar que os legisladores foram “tocados e usados por Deus para lutar por esta causa”.

A votação contou com o apoio de 110 parlamentares de diferentes bancadas, incluindo “Vamos”, “Valor”, “Visão com Valores”, “Cabal” e “Comunidade Elefante”. Durante a sessão, diversos congressistas citaram passagens bíblicas e declararam sua fé cristã, recebendo aplausos dos líderes religiosos presentes.

A chamada “Lei Bíblica” agora integra o calendário cívico guatemalteco e, segundo seus defensores, visa exaltar a Palavra de Deus como base de princípios e conduta para a sociedade.

Fonte: Comunhão

Indonésia: líderes religiosos exigem proteções mais fortes em meio a crescentes ataques contra cristãos

Cristãos na Indonésia. (Foto: Portas Abertas)
Cristãos na Indonésia. (Foto: Portas Abertas)

Líderes religiosos em toda a Indonésia estão pedindo uma ação governamental decisiva para conter a crescente intolerância, após uma série de incidentes violentos e ataques a locais de culto cristãos.

O apelo foi feito em uma declaração emitida pela Conferência Episcopal Católica da Indonésia em conjunto com representantes protestantes, budistas e confucionistas.

O grupo pede que Jacarta “intervenha firmemente” contra qualquer forma de intolerância religiosa, especialmente quando acompanhada de violência, relata a Agência de Notícias Fides.

“Ninguém deve ficar impune se cometer atos anárquicos, especialmente se eles tiverem como alvo atividades de oração e culto em qualquer parte da Indonésia”, diz a declaração, alertando que cada ataque prejudica o compromisso constitucional do país com a liberdade religiosa.

O recurso surge após vários casos preocupantes.

Em julho, na vila de Kapur, em Kalimantan Ocidental, uma congregação cristã teve a permissão para construir uma igreja negada depois que vizinhos muçulmanos alegaram que isso perturbaria a paz e a harmonia.

Uma carta formal dos moradores ao líder de sua aldeia se opôs à construção, apesar das garantias de Krisantus Kurniawan, vice-governador de Kalimantan Ocidental, de que a província pretende ser uma das regiões mais tolerantes da Indonésia.

O regente de Kubu Raya condenou publicamente a oposição, chamando-a de violação dos direitos constitucionais, e prometeu uma investigação, de acordo com a International Christian Concern.

Tensões semelhantes foram relatadas em Kalimantan Oriental em maio, onde moradores de Sungai Keledang exibiram repetidamente faixas se opondo à criação de uma igreja, apesar da congregação cumprir todos os requisitos legais, incluindo o apoio do Fórum de Harmonia Inter-religiosa, do Ministério da Religião da Cidade de Samarinda e de dezenas de moradores locais.

Líderes religiosos alertam que tais incidentes não são isolados.

A declaração da Conferência Episcopal fez referência a vários ataques recentes, incluindo a destruição de locais de culto cristão e assédio em uma escola protestante.

Os signatários enfatizaram que os locais religiosos devem ser preservados como “espaços de paz, segurança e dignidade” e apelaram às autoridades estaduais, ao Fórum para a Harmonia Religiosa e à comunidade em geral para que trabalhem juntos para evitar futuras hostilidades.

Um exemplo de quão séria a intolerância religiosa se tornou é a morte de um menino cristão de 8 anos na província de Riau em maio, que gerou indignação nacional.

Segundo o Morning Star News , Khristopel Butarbutar morreu dias após ser agredido fisicamente por colegas muçulmanos. Seu pai, Gimson Beni Butarbutar, afirma que o ataque foi motivado tanto por questões étnicas quanto por questões religiosas.

O caso intensificou as demandas por proteções mais fortes para minorias, especialmente nas escolas.

A Constituição indonésia codifica o direito à liberdade religiosa nos Artigos 28 e 29, obrigando as autoridades estatais a proteger o culto sem discriminação.

Líderes religiosos agora insistem que essa promessa constitucional deve se traduzir em ações concretas — tanto para proteger as congregações existentes quanto para garantir o direito de estabelecer novos locais de culto sem intimidação.

A declaração conjunta concluiu: “Cada episódio de agressão, proibição ou interrupção da oração é um duro golpe para a construção da tolerância e da coexistência pacífica.

“Qualquer ato de intimidação, violência ou restrição unilateral de atividades religiosas viola a lei e mina os valores fundamentais da vida em comum como cidadãos da mesma nação.”

Folha Gospel com informações de The Christian Today

Bancada evangélica emite nota criticando o que considera ‘excessos’ do STF

Câmara dos Deputados (Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados)
Câmara dos Deputados (Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados)

A Frente Parlamentar Evangélica (FPE), conhecida como bancada evangélica, divulgou uma nota pública solicitando que o Senado atue para conter o que considera excessos do Supremo Tribunal Federal. A manifestação também recebeu apoio das frentes parlamentares Católica, do Empreendedorismo e do Comércio e Serviço.

O texto demonstra preocupação com recentes posicionamentos de ministros da Corte, apontados como causadores de instabilidade institucional no país. Segundo os parlamentares, decisões judiciais têm provocado impactos negativos na economia, prejudicando o ambiente de negócios, a segurança jurídica, a confiança de investidores e o dia a dia da população.

Os deputados afirmam que o Senado tem papel fundamental para mediar conflitos e preservar a harmonia entre os Poderes. O documento pede que a Casa Alta exerça plenamente suas atribuições para manter a democracia e restabelecer a ordem constitucional.

Para as frentes signatárias, a mediação proposta busca evitar o agravamento de tensões políticas e sociais. A nota enfatiza que o equilíbrio entre Executivo, Legislativo e Judiciário é indispensável para que o Brasil supere desafios econômicos e avance em pautas que beneficiem a população.

A nota é assinada pelos deputados federais Gilberto Nascimento (PSD), representando a Frente Evangélica, Luiz Gastão (PSD), da Frente Parlamentar Católica, Joaquim Passarinho (PL), da Frente do Empreendedorismo, e Domingos Sávio (PL), da Frente do Comércio e Serviço.

Leia a íntegra da nota, abaixo:

“Nota oficial em defesa do equilíbrio institucional e da democracia

Nós, parlamentares federais abaixo assinados, manifestamos nossa profunda preocupação diante dos recentes episódios que vêm sendo protagonizados por ministros do Supremo Tribunal Federal, os quais têm gerado um crescente ambiente de instabilidade institucional em nosso país.

O momento exige sabedoria, responsabilidade e compromisso com a ordem democrática. As ações em curso, oriundas da mais alta Corte, têm provocado efeitos danosos à economia nacional, afetando diretamente o ambiente de negócios, a segurança jurídica, a confiança de investidores e o cotidiano de milhões de brasileiros, trabalhadores e empreendedores.

Vivemos um cenário que demanda mediação urgente e o distensionamento das polarizações que tanto prejudicam o Brasil. A harmonia entre os Poderes da República é pilar essencial para a democracia e precisa ser preservada.

Como membros da Câmara dos Deputados, temos nossas prerrogativas e responsabilidades. Contudo, é ao Senado Federal que a Constituição delega o dever de fiscalizar e conter excessos do Supremo Tribunal Federal. Diante disso, solicitamos que o Senado, no exercício de suas atribuições, busque a mediação com o propósito de mantermos a democracia e a harmonia entre os Poderes, restabelecendo a ordem constitucional.”

Fonte: Comunhão

Mais de 7 mil cristãos foram mortos na Nigéria até agora, só em 2025

Funeral de cristãos mortos na Nigéria (Foto: Reprodução)
Funeral de cristãos mortos na Nigéria (Foto: Reprodução)

Extremistas islâmicos e milícias de pastores radicalizados mataram mais de 7.000 cristãos na Nigéria nos primeiros 220 dias de 2025, estima um novo relatório de uma organização da sociedade civil, enquanto defensores dos direitos humanos continuam a criticar a incapacidade do governo nigeriano de proteger os cristãos.

A Sociedade Internacional para as Liberdades Civis e o Estado de Direito (Intersociety), sediada em Anambra, liderada pelo criminologista e pesquisador cristão Emeka Umeagbalasi, relatou que pelo menos 7.087 cristãos “foram massacrados em toda a Nigéria” de 1º de janeiro a 10 de agosto.

Durante esse período, “nada menos que 7.800 outros foram violentamente capturados e sequestrados por serem cristãos”, estima o relatório. A organização se baseia no que considera reportagens confiáveis da mídia local e estrangeira, relatos governamentais, relatórios de grupos internacionais de direitos humanos e relatos de testemunhas oculares para compilar dados estatísticos.

“O massacre brutal de cerca de 7.087 cristãos e o sequestro de outros 7.800 também se traduziram em uma média de 30 mortes de cristãos por dia e mais de uma por hora”, diz o relatório da Intersociety. “Estima-se também que 35 cristãos tenham sido sequestrados diariamente e cerca de dois outros por hora, nos últimos 220 dias ou sete meses e dez dias de 2025.”

Dezenas de milhares de cristãos nigerianos foram mortos na última década, e muitos outros foram deslocados em meio à ascensão de grupos extremistas islâmicos como o Boko Haram e o Estado Islâmico no nordeste e ao aumento de ataques realizados por milícias Fulani radicalizadas contra comunidades predominantemente cristãs nos estados do Cinturão do Meio.

Embora alguns observadores internacionais digam que o que está acontecendo com as comunidades cristãs nos estados do Cinturão Médio pode corresponder ao padrão de perseguição religiosa e genocídio, o governo nigeriano afirma que tal violência não é inerentemente religiosa e emana de conflitos entre fazendeiros e pastores que duram décadas.

Em seu novo relatório, a Intersociety também afirma que a Nigéria está fornecendo um “porto seguro” para pelo menos 22 grupos terroristas islâmicos, vários dos quais supostamente têm ligações com o Estado Islâmico e o Fundo Jihad Mundial.

A Intersociety alertou que esses grupos terroristas buscam eliminar ou desarraigar cristãos e religiosos tradicionais em todo o país, especialmente nas terras Igbo do sudeste e sul-sul.

O presidente da Intersociety, Umeagbalasi, disse que sua organização começou a monitorar a violência contra cristãos e a intolerância religiosa na Nigéria em 2010.

“Temos seguido os padrões e tendências, e a situação está piorando”, disse Umeagbalasi ao The Christian Post.

Ele atribuiu o aumento da violência aos grupos terroristas islâmicos jihadistas Boko Haram e aos pastores fulani radicalizados. Defensores como Umeagbalasi vêm se manifestando há anos sobre o que denunciam como ataques de motivação religiosa contra cristãos na região.

Além da ameaça de violência e assassinato, os cristãos também foram deslocados de suas comunidades e fazendas.

O relatório afirma que os 22 grupos terroristas islâmicos supostamente sediados na Nigéria estão “usando violência e meios genocidas para obliterar ou eliminar os grupos étnicos indígenas da Nigéria e suas identidades, especialmente a herança cultural Igbo de 3.475 anos, estabelecida desde 1450 a.C.”

O relatório também estima que “185.009 nigerianos indefesos” foram mortos desde 2009, incluindo 125.009 cristãos e 60.000 muçulmanos liberais. O grupo estima que 19.100 igrejas foram destruídas durante esse período, mais de 1.100 comunidades cristãs foram “saqueadas” e 600 clérigos cristãos foram sequestrados, incluindo 250 padres católicos e 350 pastores.

Umeagbalasi acredita que o governo nigeriano é culpado, afirmando ao CP que o governo não prendeu os autores de muitos desses massacres. Ele também condenou o governo nigeriano por prender vítimas das milícias Fulani que tentaram se defender em vez de prender membros do grupo radical.

Abordando como os Estados Unidos e outros governos ocidentais podem lidar com a questão, Umeagbalasi disse que o Departamento de Estado do presidente dos EUA, Donald Trump, deve incluir a Nigéria em sua lista de “Países de Preocupação Particular”, o que acarreta a possibilidade de sanções e outras medidas dissuasivas.

A Nigéria estava na lista do CPC durante o primeiro mandato presidencial de Trump, mas o governo Biden removeu a Nigéria da lista durante seu primeiro ano, atraindo críticas da Comissão dos EUA sobre Liberdade Religiosa Internacional.

Umeagbalasi também pediu aos líderes dos EUA, Europa e Canadá que proibissem muçulmanos fulani de primeira classe, altos clérigos e líderes islâmicos de viajar para “esses países que respeitam e cumprem com a liberdade religiosa”.

Outros grupos de defesa que estão expressando preocupações sobre a Nigéria incluem a Portas Abertas dos EUA, que colocou a Nigéria em sétimo lugar em sua Lista Mundial da Perseguição de 2025 (LMP), divulgada no início deste ano. O período de relatório da Lista Mundial da Perseguição de 2025 foi de 1º de outubro de 2023 a 30 de setembro de 2024.

Durante o período do relatório LMP 2025, os pesquisadores calcularam, com base em estimativas conservadoras, que 3.100 cristãos foram mortos e 2.830 sequestrados. Em relação aos casos de agressão sexual e abuso físico e mental, os autores do relatório arredondaram os números para 1.000 e 10.000, respectivamente.

Em agosto passado, o Observatório para a Liberdade Religiosa na África divulgou um projeto de dados de quatro anos documentando 55.910 mortes em 9.970 ataques, incluindo civis e combatentes, em toda a Nigéria.

Dos 30.880 civis mortos, 16.769 eram cristãos, superando significativamente as 6.235 mortes de muçulmanos. A proporção de mortes de cristãos para muçulmanos foi de 6,5:1, com os radicais fulani sendo responsáveis por mais da metade das mortes de cristãos.

“Por mais de uma década, as atrocidades contra civis na Nigéria foram minimizadas ou minimizadas”, afirma o relatório de 136 páginas. “Isso se mostrou um grande obstáculo para aqueles que buscam entender a violência.”

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Igrejas Católica e Evangélica lideram confiança dos brasileiros, aponta Datafolha

Culto evangélico (Imagem: Canva Pro)
Culto evangélico (Imagem: Canva Pro)

A mais recente pesquisa Datafolha, encomendada pelo Conselho Federal da OAB, revelou que a Igreja Católica é a instituição que mais inspira confiança entre os brasileiros. Segundo o levantamento, 85% dos entrevistados afirmaram confiar na instituição — sendo 40% que “confiam muito” e 45% que “confiam um pouco”.

As igrejas evangélicas, consideradas em conjunto, também apresentaram um índice expressivo: 77% dos entrevistados afirmaram ter algum nível de confiança, sendo 31% que “confiam muito”. Esses números colocam as instituições religiosas no topo do ranking de credibilidade no país, superando inclusive órgãos do Judiciário e entidades políticas.

A OAB ocupa a segunda colocação no índice geral, com 83% de confiança (24% “confiam muito” e 59% “confiam um pouco”). Já o Senado Federal (65%), a Presidência da República (63%) e a Câmara dos Deputados (62%) registraram os menores índices.

O levantamento foi realizado entre 7 e 14 de julho de 2025, com 2.005 entrevistas presenciais em 130 municípios de todas as regiões do Brasil. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

Além da confiança nas instituições, a pesquisa investigou percepções sobre democracia e polarização política. De acordo com os dados, 74% dos brasileiros consideram que “a democracia é sempre melhor que qualquer forma de governo”, um crescimento em relação a dezembro de 2024, quando esse índice era de 69%. Por outro lado, 72% acreditam que o Brasil vive um cenário de polarização, com uma sociedade “dividida em dois grupos com visões políticas opostas que não aceitam conviver com o outro lado”. Apenas 16% veem o país como politicamente harmonioso.

A pesquisa também trouxe dados sobre a importância e avaliação da atuação da OAB. Para 83% dos entrevistados, a atuação do Conselho Federal da entidade é importante para a sociedade, sendo que 47% a consideram “muito importante”. Na defesa da democracia, 67% classificam o papel da OAB como positivo.

Os resultados reforçam o papel de destaque das igrejas, especialmente a Católica e as evangélicas, como instituições que preservam um alto nível de credibilidade junto à população, em contraste com o baixo índice registrado por instâncias políticas.

Folha Gospel com informações de Datafolha

Mais de 400 atos de hostilidade contra igrejas foram registrados nos EUA em 2024

Cruz caída no chão após vandalismo em igreja evangélica (Foto: Reprodução/YouTube)
Cruz caída no chão após vandalismo em igreja evangélica (Foto: Reprodução/YouTube)

Mais de 400 atos de hostilidade foram registrados contra igrejas nos Estados Unidos em 2024, com um aumento acentuado em incidentes relacionados a armas de fogo, de acordo com um novo relatório divulgado pelo Family Research Council.

Os incidentes destacados no relatório do grupo ” Hostilidade contra Igrejas nos Estados Unidos “, divulgado na manhã de segunda-feira, variaram de vandalismo e incêndio criminoso a ameaças relacionadas a armas, ameaças de bombas e agressões físicas.

A organização conservadora de defesa dos cristãos sediada em Washington documentou 415 atos hostis em 43 estados, afetando 383 igrejas, com base em documentos de código aberto, reportagens da mídia e registros oficiais.

O total foi ligeiramente inferior aos 485 incidentes identificados em 2023 , mas permaneceu bem acima dos totais anuais de 2018 a 2022. Desde janeiro de 2018, a organização rastreou 1.384 incidentes.

“Embora as motivações para muitos desses incidentes permaneçam desconhecidas, o aumento de crimes contra igrejas está ocorrendo em um contexto em que menos americanos estão frequentando serviços religiosos ou se identificando com uma fé específica”, observa o relatório.

De acordo com dados da Gallup , menos de um terço da população dos EUA frequenta regularmente cultos religiosos, e pesquisadores dizem que “menos americanos compartilham um entendimento comum sobre o que os prédios das igrejas representam”.

“É importante notar que nem todos os crimes contra igrejas são motivados pelo ódio ao cristianismo. Alguns vândalos parecem ser motivados por ganho financeiro por meio de roubo, enquanto outros culpados são adolescentes envolvidos em um passatempo destrutivo”, afirma o relatório.

No entanto, ainda existem incidentes que parecem ter como alvo igrejas intencionalmente e com más intenções. Independentemente da motivação do perpetrador, tais crimes podem deixar as igrejas em desordem física, financeira e emocional. Algumas igrejas têm dificuldade para cobrir os custos dos reparos e temem futuras infrações.

Os incidentes relacionados a armas aumentaram de 12 em 2023 para 28 em 2024.

Em um caso perto de Pittsburgh, Pensilvânia, um homem entrou na Igreja Jesus’ Dwelling Place durante um sermão e apontou uma arma para o pastor antes de ser abordado por um diácono.

Na Geórgia, um homem armado interrompeu cultos em três igrejas, filmando suas ações e incentivando outros a se juntarem a ele.

Em São Francisco, Califórnia, um homem disparou vários tiros contra a porta principal da Igreja Católica de Santo Agostinho enquanto pessoas estavam lá dentro. Em Houston, Texas, uma mulher portando uma arma longa na Igreja de Lakewood, de Joel Osteen, feriu duas pessoas antes de ser baleada e morta pela polícia.

O vandalismo foi o crime mais frequente, respondendo por 284 casos. Igrejas relataram janelas quebradas, estátuas destruídas, propriedades danificadas e roubo de materiais valiosos, como fiação de cobre e aparelhos de ar condicionado.

Em Portland, Oregon, a Igreja Batista Bethel, com cerca de 25 fiéis, sofreu repetidos atos de vandalismo, incluindo pedras atiradas contra janelas e um ataque recente que deixou o prédio coberto de produtos químicos de extintores de incêndio.

“Não sei quem irritamos. É desconcertante”, disse a diácona Mary Brown, segundo a citação.

Em Brenham, Texas, a Primeira Igreja Cristã teve mais de 15 janelas recém-restauradas estilhaçadas por pedras e tijolos. O pastor Charles Topping disse que o dano pareceu “raivoso, intencional” e o deixou “de coração partido” ao pensar que alguém pudesse direcionar tanta raiva contra uma igreja e Deus.

As perdas financeiras decorrentes desses ataques às vezes eram severas.

Em San Diego, Califórnia, a Primeira Igreja de Cristo relatou danos estimados em US$ 10.000 quando um invasor saqueou um escritório e arrancou tubos de órgão de seus encaixes. Em Oklahoma, a Igreja de Cristo de North Peoria perdeu unidades de ar-condicionado em um roubo que causou US$ 100.000 em danos.

Incêndios criminosos e suspeitas de incêndio criminoso foram responsáveis por 55 incidentes.

Em Athens, Tennessee, a Igreja Metodista Episcopal de São Marcos (AME Zion) foi severamente danificada após um incêndio destruir seu telhado e interior. O suspeito, que também matou a secretária da igreja, Lina Buchanan, antes de fugir, foi preso após ser identificado em imagens de segurança.

O culto Believer’s Joy em Jacksonville, Flórida, foi incendiado por uma mulher que a congregação havia tentado ajudar durante seus problemas de saúde mental, com as chamas atingindo 9 metros antes que os bombeiros as controlassem.

Em Ohio, quatro igrejas em dois condados vizinhos foram destruídas em um período de quatro meses; os investigadores acreditam que o mesmo indivíduo foi o responsável.

Houve 14 ameaças de bomba, a maioria delas eram boatos.

Em Cocoa, Flórida, duas igrejas receberam pacotes alegando conter explosivos, acompanhados de bilhetes citando queixas políticas, incluindo oposição ao “wokismo”, impostos e à guerra na Ucrânia. Câmeras de segurança ajudaram a identificar o suspeito, que foi preso.

Quarenta e sete incidentes se enquadraram na categoria “outros”, abrangendo agressões físicas e interrupções que não correspondiam a outras classificações.

Em Louisville, Kentucky, um homem invadiu a Igreja Batista de Zion e atacou um funcionário com um martelo antes da chegada da polícia. Em Hudson, Nova York, um homem mascarado com uma longa capa preta entrou na Igreja de Santa Maria durante a missa de domingo, gritou “Salve!” e segurou uma garrafa de vidro sobre a cabeça antes de ser contido pelos fiéis.

Os motivos registrados variaram.

Os incidentes ligados a sentimentos pró-aborto caíram de 11 em 2023 para dois em 2024. Os incidentes anti-LGBT caíram de 42 em 2023 para 33, frequentemente envolvendo roubo de bandeiras do orgulho LGBT de igrejas que apoiavam causas LGBT. Os incidentes com temática satânica diminuíram de 12 em 2023 para um em 2024.

Em Portland, Oregon, uma igreja foi pichada com obscenidades e a frase “Meu corpo, minha escolha”.

Junho registrou o maior número de incidentes, com cerca de 22% relacionados a questões LGBT, enquanto os níveis mais baixos ocorreram de setembro a novembro. A Califórnia registrou o maior número de incidentes, com 40, seguida pela Pensilvânia, com 29, Flórida e Nova York, com 25 cada, Texas, com 23, e Tennessee e Ohio, com 19 cada.

O presidente do Conselho de Pesquisa Familiar, Tony Perkins, que atuou como presidente da Comissão dos EUA sobre Liberdade Religiosa Internacional durante o primeiro mandato do presidente Trump, disse que o relatório mostra que “a liberdade religiosa enfrenta ameaças substanciais aqui no país”.

“Aplaudimos os esforços do governo Trump, mas esforços devem ser feitos em todos os níveis do governo para proteger e promover esse direito humano fundamental”, disse Perkins. “Os cristãos devem esperar e exigir mais de seus líderes governamentais quando se trata de processar e prevenir atos criminosos que visem a liberdade religiosa.”

Folha Gospel com informações de The Christian Post

Arqueólogos descobrem antiga fábrica de lâminas cananeias de 5.500 anos

Arqueólogos mostram detalhes das lâminas e fábrica no sul de Israel. (Foto: Autoridade de Antiguidades de Israel)
Arqueólogos mostram detalhes das lâminas e fábrica no sul de Israel. (Foto: Autoridade de Antiguidades de Israel)

Arqueólogos descobriram recentemente, em Israel, uma antiga fábrica de lâminas cananeias com cerca de 5.500 anos, revelando um raro vínculo com um povo fundamental na narrativa bíblica.

A oficina antiga foi descoberta em Kiryat Gat, cidade situada a aproximadamente 65 quilômetros ao sul de Tel Aviv. Esta é a primeira instalação desse tipo já identificada na região sul de Israel.

O anúncio do achado foi feito pela Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA) em um post no Facebook no final de julho.

“As descobertas mais impressionantes feitas no local são grandes núcleos de sílex, a partir dos quais eram produzidas lâminas extremamente afiadas e de formato uniforme”, afirmou a IAA.

“As próprias lâminas eram utilizadas como facas para corte e açougue, além de ferramentas de colheita, como lâminas de foice.”

Antiga fábrica

Os vestígios da antiga fábrica foram encontrados no sítio arqueológico de Nahal Qomem, onde há centenas de poços subterrâneos utilizados para atividades artesanais, armazenamento e diversas outras finalidades.

Fotos divulgadas pela IAA revelam longas lâminas de sílex recuperadas no local, além dos grandes núcleos de pedra utilizados em sua fabricação.

Sílex é uma rocha sedimentar extremamente dura, composta principalmente por quartzo criptocristalino. Ela costuma apresentar cores como cinza, negra ou marrom, e possui uma quebra com bordas afiadas, ideais para corte.

Os núcleos são pedaços de pedra bruta dos quais as lâminas foram atingidas.

Época de Abraão

Os artefatos serão expostos no Campus Nacional Jay e Jeanie Schottenstein de Arqueologia de Israel, localizado em Jerusalém.

“Esta é uma evidência clara de que, já no início da Idade do Bronze, a sociedade local aqui era organizada e complexa, e possuía especialização profissional.”

A Autoridade de Antiguidades de Israel relaciona a descoberta à chamada “indústria de lâminas cananeia”, associada a um povo antigo mencionado na Bíblia como habitantes da região antes da chegada dos israelitas.

Arqueólogos afirmam que as ferramentas correspondem à cultura material de Canaã na época de Abraão, evidenciando o alto nível de sofisticação da indústria daquele período.

Idade do Bronze

Segundo a IAA, “apenas indivíduos excepcionais” sabiam como fabricar lâminas cananeias.

A descoberta contribui para ampliar o entendimento sobre o artesanato em Israel e sobre o processo de urbanização durante a Idade do Bronze, segundo a IAA.

“Esta é uma evidência clara de que, já no início da Idade do Bronze, a sociedade local aqui era organizada e complexa, e possuía especialização profissional”, acrescentou a organização.

“A descoberta de uma oficina sofisticada indica uma sociedade com uma estrutura social e econômica complexa já no início da Idade do Bronze Inicial.”

Fonte: Guia-me com informações de Fox News

Ads
- Publicidade -
-Publicidade-