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Maioria dos argentinos acredita em milagres, revela pesquisa

Bandeira da Argentina ao lado do Obelisco (Foto: Canva Pro)
Bandeira da Argentina ao lado do Obelisco (Foto: Canva Pro)

Na Argentina, mais da metade da população afirma acreditar em milagres, segundo o relatório “Crenças Sociais de 2024”, divulgado pelo Observatório Pulsar, vinculado à Faculdade de Economia e ao Programa de Ciência Política da Universidade de Buenos Aires (UBA).

De acordo com o levantamento, 68% dos entrevistados disseram acreditar em milagres, enquanto 31% declararam não crer. O estudo destaca que “mais de dois terços dos argentinos creem em milagres — eventos extraordinários, terrenos, atribuídos à ação divina”.

A pesquisa tem como objetivo mapear tendências culturais, valores e conhecimentos sociais da população argentina, com reflexos mais amplos na realidade latino-americana. O estudo foi realizado entre 31 de maio e 10 de junho de 2024 e ouviu 1.250 argentinos nativos com mais de 18 anos.

O relatório também avaliou hábitos relacionados à espiritualidade. Segundo os dados, 48% dos argentinos oram diariamente ou pelo menos uma vez por semana. Em contrapartida, 46% afirmam orar raramente ou nunca ao longo do ano.

A prática da oração é mais frequente entre os adultos mais velhos, grupo em que 56% relataram orar com regularidade. Entre os jovens, esse número cai para 23%, indicando uma relação mais distante com a fé tradicional. O estudo também aponta que a frequência da oração está relacionada ao grau de ceticismo: entre os que oram menos, 45% manifestam dúvidas sobre a fé, enquanto 47% mantêm alguma forma de crença.

Outro destaque do relatório é a diferença geracional no modo de crer. Enquanto os mais velhos demonstram maior confiança em Deus e nas instituições religiosas, os mais jovens tendem a explorar crenças alternativas, como vida extraterrestre ou espiritualidades não ligadas a religiões tradicionais. “As novas gerações não abandonaram a necessidade de crer, mas mudaram seus objetos de fé”, afirma o documento.

Fonte: Comunhão com informações de Evangelico Digital

Grupos cristãos pedem à Rússia que devolva quase 20 mil crianças ucranianas sequestradas

Criança triste (Foto: Canva Pro)
Criança triste (Foto: Canva Pro)

Uma coalizão de grupos religiosos, incluindo a Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul, pediu que a Rússia devolva quase 20.000 crianças ucranianas levadas desde o início da invasão da Ucrânia.

Em uma carta enviada ao presidente Donald Trump e ao secretário de Estado Marco Rubio na semana passada, a coalizão abordou relatos de que as forças russas levaram quase 20.000 crianças da Ucrânia desde que invadiram o país do Leste Europeu em 2022.

“Essas crianças, com idades entre quatro meses e 17 anos, foram submetidas à reeducação política, treinamento militar e assimilação forçada à sociedade russa”, diz a carta.

Muitas foram colocadas em famílias russas, adotadas ilegalmente e tiveram suas certidões de nascimento alteradas para apagar suas identidades ucranianas. O governo russo negou às crianças ucranianas o acesso às suas famílias, submeteu-as a abusos físicos e não lhes forneceu alimentação e cuidados adequados.

A carta foi encabeçada por Myal Greene, presidente da organização humanitária evangélica World Relief, um braço da Associação Nacional de Evangélicos. Os signatários têm diversas convicções teológicas e políticas, incluindo cristãos conservadores e progressistas.

Os signatários incluem o presidente da NAE, Walter Kim, o presidente do Instituto de Religião e Democracia, Mark Tooley, a ex-embaixadora da era Obama, Susan Jacobs, Sharon Willis do Our Daily Bread Ministries, Travis Weber do Family Research Council, Daniel Darling do Land Center for Cultural Engagement do Southwestern Baptist Theological Seminary e a Rev. Rona Tyndall da United Church of Christ, entre outros.

Os grupos imploraram ao governo Trump para tornar o retorno das crianças à Ucrânia uma parte fundamental das negociações de paz em andamento entre a Ucrânia e a Rússia.

“Nenhum acordo de paz deve ser finalizado até que as crianças ucranianas retornem para casa”, continuaram. “Instamos vocês, como líderes do mundo livre, a garantir que as crianças ucranianas retornem para casa sem pré-condições antes das negociações de paz.”

As crianças ucranianas não devem ser usadas como moeda de troca em negociações geopolíticas. Sua segurança, dignidade e direito de se reunirem com suas famílias devem ser inegociáveis.

O presidente da ERLC, Brent Leatherwood, disse à Baptist Press na terça-feira que “os cristãos são compelidos a falar em nome dos vulneráveis, aqui e no exterior, e isso inclui denunciar a grave injustiça enfrentada pelas crianças da Ucrânia”.

“A deportação forçada e o abuso de mais de 19.000 crianças são perversos e uma violação de sua dignidade e direitos inerentes”, disse Leatherwood. “Não podemos permitir que essas crianças sejam usadas como peões em negociações geopolíticas.”

É nossa responsabilidade moral e legal garantir seu retorno seguro às suas famílias, sem pré-condições, antes que qualquer acordo de paz seja firmado. Apelo ao Presidente Trump e ao Secretário de Estado Marco Rubio para que liderem com coragem e clareza moral para garantir sua liberdade.

Em 24 de fevereiro de 2022, o presidente russo Vladimir Putin invadiu a Ucrânia sob o pretexto de apoiar um movimento de independência pró-Rússia no leste do país. As forças ucranianas ofereceram uma resistência mais dura do que o esperado, recebendo considerável apoio militar e ajuda financeira dos Estados Unidos e de várias potências europeias.

Desde que assumiu o cargo, Trump prometeu pôr fim ao conflito. No entanto, um tenso encontro presencial com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky em fevereiro, na Casa Branca, fez com que muitos questionassem o sucesso de Trump.

No mês passado, Trump informou ter garantido um cessar-fogo de 30 dias, limitado a não atacar a infraestrutura energética, com o presidente dos EUA dizendo que teve uma conversa telefônica ” muito boa ” com seu homólogo ucraniano.

Folha Gospel com texto original de The Christian Post

André Valadão desmente parceria da Lagoinha Global com a TV Globo

Pastor André Valadão (Foto: Instagram/lagoinhaorlandochurch)
Pastor André Valadão (Foto: Instagram/lagoinhaorlandochurch)

Uma informação veiculada nesta sexta-feira (11) por diferentes portais de notícia, trouxe a informação que a Rede Globo negocia uma parceria com a Igreja Lagoinha Global, liderada pelo pastor André Valadão. Segundo as informações, representantes da igreja se reuniram com a emissora para discutir um possível contrato, e futuras conversas agendadas para formalizar o acordo de interesse mútuo.

Entretanto, em uma matéria do site Metrópoles, o pastor André Valadão deu uma declaração em resposta a polêmica e desmentiu o fato. “É pra rir”, declarou o pastor André Valadão, líder da Igreja Lagoinha Global, à coluna sobre a especulação de um possível contrato com a Globo para transmissão de eventos gospel.

Possível parceria

Nesta sexta-feira, 11, começou a circular na mídia que a Globo estaria interessada na exibição de eventos gospel, de olho na audiência do público evangélico. A emissora estaria negociando com representantes da Lagoinha Global a exibição ao vivo de festivais musicais pelo Multishow e no Globoplay.

Além disso, a Globo exibiria em canal aberto compactos desses shows, assim como ela já faz hoje com outros festivais, como The Town, Rock in Rio ou Lollapalooza. Ainda segundo os rumores, membros da igreja e da Globo já teriam se reunido no dia 1º de abril para discutir uma parceria.

Apesar dos rumores de negociações e reuniões para exibir festivais musicais no Multishow e Globoplay, com compactos na TV aberta, o pastor negou qualquer acordo.

“Isso não existe”, afirmou o pastor. “É pra rir mesmo, não é possível. Não há nada acontecendo. Nenhuma negociação”, reforçou.

A Globo demonstra interesse no crescente público evangélico, como evidenciado pela novela “Vai Na Fé” e pela presença de artistas gospel em seus programas.

Fonte: Comunhão com informações do Metrópoles.

China impõe bloqueios a missionários americanos, em meio à guerra comercial com EUA

Bandeiras da China e EUA (Foto: Canva Pro)
Bandeiras da China e EUA (Foto: Canva Pro)

A guerra comercial entre os Estados Unidos e a China já está afetando o trabalho missionário no país comunista.

Na quarta-feira (9), o presidente Donald Trump anunciou um aumento de 125% na taxação sobre produtos importados da China.

“Com base na falta de respeito que a China demonstrou aos mercados mundiais, estou, por meio deste, aumentando a tarifa cobrada da China pelos Estados Unidos da América para 125%, com efeito imediato”, afirmou o líder norte-americano em postagem no X.

Em retaliação às taxações iniciais que começaram em fevereiro, o governo chinês também anunciou tarifas de 84% em produtos dos EUA.

Enquanto as tensões crescem entre os dois países, o conflito impacta não apenas os mercados globais, mas também o campo missionário na China.

A missão americana China Partner relatou que seus missionários estão enfrentando dificuldades para viajar ao país.

Os cristãos foram impedidos de visitar seminários e escolas bíblicas chinesas, onde iriam promover treinamento ministerial.

“Fomos convidados a ir e fazer mais alguns treinamentos em duas províncias diferentes e três escolas diferentes. Acabamos de ser informados por nossos amigos de lá que estão com a Igreja Registrada que eles não receberam permissão de seu governo para nos receber”, afirmou Erik Burklin, presidente da China Partner, em entrevista ao Mission Network News.

“Nunca tivemos isso em que, no último minuto, alguém nos indicasse: ‘Por favor, não venha agora porque não conseguimos permissão para hospedá-lo'”.

Segundo o Mission Network News, o bloqueio dos missionários da Partner faz parte das ações de retaliação do regime comunista à taxação dos EUA.

Proibições no passado

Erik contou que não é a primeira vez na história de 100 anos da China Partner que seu trabalho missionário é afetado pelas autoridades chinesas. Seus avós, que fundaram a missão, também enfrentaram proibições no passado.

“Em 1925, eles receberam o chamado de Deus em seus corações para se tornarem missionários. Eles passaram por lutas e tiveram conflitos políticos durante sua estadia na China. No final da Segunda Guerra Mundial, Mao Zedong chegou ao poder e todos os estrangeiros foram convidados a sair. Portanto, isso não é necessariamente sem precedentes, de certa forma”, comentou ele.

Erik ressaltou que o ministério não irá parar porque as viagens missionárias foram canceladas. “Há muitas coisas que ainda podem ser feitas”, garantiu.

A China Partner, que dá treinamento ministerial a líderes e cristãos locais, continua apoiando a Igreja chinesa através da oração e comunicação online.

Segundo Erik, a missão está em contato com pastores das duas províncias afetadas pelo cancelamento para entender melhor a situação.

“Queremos ser muito sábios e também queremos respeitar as autoridades que agora basicamente limitaram as viagens internacionais para vir à China”, explicou.

“A Igreja ainda está operando na China e as pessoas estão indo à igreja, seja no movimento da Igreja doméstica ou na Igreja Registrada. Deus ainda está trabalhando”, declarou ele.

Novas medidas reprimem missões

No dia 1° de abril, o Partido Comunista Chinês (PCC) anunciou novas medidas que podem proibir atividades missionárias na nação.

Os novos regulamentos, emitidos pela Administração Estatal para Assuntos Religiosos, impedem estrangeiros de pregar, compartilhar sua fé ou criar organizações religiosas sem aprovação prévia do regime.

A mídia estatal chinesa defendeu as novas regulamentações afirmando que elas reforçam a segurança nacional – uma justificativa frequentemente utilizada pelo PCC para práticas de perseguição religiosa – e garantem a proteção de “atividades religiosas normais”, isto é, aquelas realizadas sob rigorosa supervisão do governo e vinculadas a instituições religiosas estatais.

O PCC mantém uma visão desconfiada sobre atividades religiosas independentes, alegando que a lealdade religiosa entra em conflito com a lealdade absoluta que o Partido exige.

O governo classifica essas práticas como sectárias e extremistas, independentemente de sua base teológica, impondo que toda manifestação religiosa cristã seja restrita às igrejas controladas pelo Estado.

Fonte: Guia-me com informações de Mission Network News

Cinco fatos sobre as mulheres cristãs do Norte da África

Mulheres cristãs de frente para uma cruz (Foto: Portas Abertas)
Mulheres cristãs de frente para uma cruz (Foto: Portas Abertas)

Mulheres cristãs podem enfrentar perseguição dupla em países do Norte da África. Elas são discriminadas por serem mulheres e por seguirem a Jesus em locais como Argélia, Egito, Líbia, Mauritânia, Marrocos e Tunísia, elencados na Lista Mundial da Perseguição 2025.

De acordo com um especialista regional da Portas Abertas, as cristãs têm algo em comum: “Elas saem de sua zona de conforto e escolhem seguir a Jesus. Apesar de não saberem o que esperar ou como sua comunidade e o resto do mundo reagirão, elas abraçam sua fé”.

Conheça cinco semelhanças entre as cristãs perseguidas no Norte da África.

Elas são consideradas cidadãs de segunda classe
Mulheres em contexto de maioria muçulmana devem seguir as ordens do pai, marido ou parente homem mais próximo. Em alguns locais, elas precisam de permissão do guardião masculino para viajar dentro do país e podem ser punidas por eles com prisão domiciliar, agressão e até morte. Além disso, podem ter menos direitos legais do que os homens e estão sujeitas a subempregos e salários mais baixos.

Elas sentem medo de desapontas as pessoas que amam
O medo principal para mulheres é desapontar seus familiares. No contexto norte-africano, elas esperam se casar, ter filhos e continuar a linhagem familiar. Após a conversão, elas temem mudar a forma como adoram e manter comunhão com outros cristãos, principalmente porque é mais difícil para as mulheres se reunirem em comunidade devido às restrições culturais.

Elas são taxadas de traidoras da família e da tradição
As mulheres no Norte da África devem seguir a fé da família e, quando deixam de corresponder à expectativa, são vistas como traidoras da família e da tradição. Por consequência, as cristãs convertidas podem enfrentar rejeição, vergonha e até violência. Além da família, a perseguição pode acontecer por parte da comunidade e das autoridades.

Elas têm necessidades urgentes
Essas mulheres precisam de assistência espiritual, emocional e prática para lidar com as complexidades de viver em ambientes hostis. Para mulheres cristãs solteiras, a vulnerabilidade é ainda maior, porque elas são consideradas alvo fácil para assédio, abuso ou casamento forçado. As casadas podem ser forçadas a se divorciar e perder a guarda dos filhos.

Elas precisam de treinamento para resistir à perseguição
No Norte da África, a decisão que uma mulher faz de seguir a Jesus não é fácil. Elas sabem que podem enfrentar rejeição familiar, exclusão social e violência extrema. Apesar desses riscos, sua devoção e resiliência são impressionantes. Por meio de treinamento, elas descobrem sua identidade em Cristo e têm seus valores e crenças transformados e, assim, conseguem resistir à perseguição biblicamente.

Capacite mulheres no Norte da África

Mulheres e meninas cristãs costumam enfrentar perseguição por parte dos familiares, vizinhos e autoridades religiosas e governamentais. Faça uma doação e ajude-as a manterem a fé em Jesus por meio de treinamento.

Fonte: Portas Abertas

Escolas são fechadas durante Ramadã na Nigéria

Sala de aula vazia na África (Foto: Canva Pro)
Sala de aula vazia na África (Foto: Canva Pro)

Governadores de quatro estados no Norte da Nigéria ordenaram o fechamento das escolas durante o Ramadã. Foi a primeira suspensão desse tipo na história da Nigéria. Autoridades nos estados de Kano, Katsina, Bauchi e Kebbi anunciaram que todas as escolas ficariam fechadas, para todos os alunos, independentemente da identidade religiosa.

Sejam muçulmanos, cristãos ou de religiões tradicionais locais, os alunos não puderam ter cinco semanas de aprendizado por causa da tradição religiosa imposta pelo governo. A data de reabertura, 7 de abril, permitiu apenas duas semanas de preparação para os exames finais do semestre. A medida massiva levantou preocupações sobre a liberdade religiosa no país, especialmente quanto à educação para minorias, como cristãos.

O chefe da polícia moral Hisbah de Katsina insistiu que todas as escolas particulares, incluindo as cristãs, também seriam fechadas. “Isso estabelece um precedente perigoso”, observou Samson Adeyemi, porta-voz da Associação Nacional de Estudantes Nigerianos.

Fechamento compulsório das escolas

“Esta ação mina enormemente os princípios do Estado laico defendidos pela Constituição do país. A educação é um direito fundamental. O fechamento compulsório das escolas viola esse direito e a liberdade religiosa das minorias”, afirma John Samuel, especialista jurídico da Portas Abertas para a África Subsaariana.

O presidente da Associação Cristã da Nigéria (CAN) lembrou que dez milhões de crianças já estão fora da escola na Nigéria. “Essas pausas prolongadas correm o risco de aprofundar a crise, minando os esforços para garantir acesso à educação de qualidade para todos”, ele afirma. No entanto, nações muçulmanas, como a Arábia Saudita, mantêm as escolas abertas com horários especiais durante o Ramadã, enfatizou o presidente.

No passado, líderes do Norte tomaram decisões baseadas na religião para aumentar sua posição política localmente na Nigéria. Os governadores estaduais ainda não comentaram sobre o fechamento. Líderes cristãos agora estão pedindo ao governo federal que intervenha, para proteger os direitos dos estudantes à educação e à liberdade religiosa.

Um padrão perturbador de discriminação e radicalismo emergiu nas escolas no Norte da Nigéria nos últimos anos. Em 2017 e 2022, duas universidades públicas no estado de Katsina impuseram proibições totais ao culto cristão no campus, enquanto permitiam que grupos de estudantes muçulmanos continuassem suas atividades religiosas.

Em 2022, Deborah Yakubu, uma estudante cristã, foi acusada de blasfêmia e assassinada por colegas de classe enquanto estava na Faculdade Shehu Shagari, um lugar onde ela deveria ter sido protegida. Todos os incidentes mostram a violência contra seguidores de Jesus na África Subsaariana, que é esquecida pelos jornais e grandes mídias.

Fonte: Portas Abertas

Arqueólogos encontram evidências do relato bíblico da Batalha de Megido

Vista aérea de Megido, no norte de Israel. (Foto: Wikimedia Commons/israeltourism)
Vista aérea de Megido, no norte de Israel. (Foto: Wikimedia Commons/israeltourism)

Arqueólogos descobriram novas evidências que apoiam o relato bíblico da Batalha de Megido.

A batalha é registrada em 2 Reis e 2 Crônicas e é apontada como a causa da morte do Rei Josias, que era conhecido por ser um rei piedoso e também é registrado no Novo Testamento como ancestral de Jesus.

Josias é elogiado no texto bíblico por seu zelo em afastar Israel da idolatria e levá-lo à adoração ao Senhor. Ele também é conhecido por encorajar o povo a celebrar a Páscoa, com 2 Reis 23:22 chegando a dizer: “Certamente nunca se celebrou uma Páscoa como esta desde os dias dos juízes que julgaram Israel, nem em todos os dias dos reis de Israel, nem dos reis de Judá.”

No entanto, isso não durou muito. Os relatos do Antigo Testamento dizem que o Faraó Neco, do Egito, veio com um exército “para lutar contra Carquemis, junto ao Eufrates: e Josias saiu ao seu encontro”.

Apesar de Neco avisar Josias de que não viera para lutar, Josias é registrado como se opondo a ele mesmo assim. Na batalha que se seguiu, Josias é baleado por um arqueiro e morre.

2 Reis dá a Josias este epitáfio: “E antes dele não houve rei semelhante a ele, que se convertesse ao Senhor de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todas as suas forças, segundo toda a lei de Moisés; e depois dele não se levantou outro semelhante a ele.”

Agora, arqueólogos encontraram fragmentos de cerâmica na área, sugerindo que de fato houve uma presença egípcia na época da batalha em 609 a.C.

Israel Finkelstein, arqueólogo da Universidade de Haifa e da Universidade de Tel Aviv e principal autor de um estudo que descreve as descobertas, disse à Live Science que, além de cerâmica egípcia, também foram encontrados restos de cerâmica grega, provavelmente devido à prática egípcia de contratar mercenários gregos na época.

Folha Gospel com texto original de The Christian Today

TV Globo negocia contrato com igreja de André Valadão

André Valadão (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
André Valadão (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

Observando o crescimento dos evangélicos como o grupo religioso com maior projeção no Brasil, a TV Globo está em processo de negociação com a Igreja Lagoinha Global, liderada pelo pastor André Valadão, uma das figuras mais influentes do segmento gospel no país.

Pelo menos uma reunião entre as partes já foi realizada no Rio de Janeiro, no dia 1º deste mês. Novas rodadas de conversas estão previstas para os próximos dias, e há expectativa positiva de ambos os lados.

As tratativas estão sendo conduzidas por Leo Neves, responsável pela área de eventos musicais da Lagoinha Global, e pelo diretor Gledson Nunes. Eles estiveram na sede da Globo junto a outros dois membros da igreja para discutir a possível parceria.

A proposta, segundo fontes ligadas ao projeto, é que o canal Multishow e o serviço de streaming Globoplay transmitam, ao vivo, eventos de música gospel organizados pela Lagoinha Global.

Na TV aberta, a emissora exibiria edições compactas dos festivais, nos moldes do que já realiza com eventos como o Rock in Rio e o The Town.

A Lagoinha Global confirmou à coluna que as negociações com a Globo estão em andamento, mas ressaltou que não poderia fornecer mais detalhes sobre os termos da parceria.

Essa não seria a primeira vez que André Valadão se relaciona com empresas do Grupo Globo. Em 2011, quando a gravadora Som Livre ainda pertencia ao conglomerado, ele foi um dos primeiros artistas gospel a firmar contrato com o selo.

Nos últimos anos, a Globo tem buscado se aproximar do público evangélico, movimento impulsionado por dados de uma pesquisa do IBGE divulgada em 2019, que prevê que “o Brasil será um país de maioria evangélica até 2032”.

Além disso, a emissora tem observado resultados positivos ao investir em conteúdos ligados ao universo gospel. Um exemplo recente é o programa Encontro com Patrícia Poeta, que registra aumento de audiência sempre que recebe “um cantor evangélico”.

Outro caso de sucesso foi a novela Vai na Fé, exibida em 2023 e escrita por Rosane Svartman, que trouxe como protagonista “uma personagem evangélica” e conquistou boa recepção do público.

NOTÍCIA ATUALIZADA AQUI.

Fonte: Folha de S. Paulo

Igreja Metodista emite nota após acusações de falência financeira

Logo da Igreja Metodista (Foto: Reprodução)
Logo da Igreja Metodista (Foto: Reprodução)

Em comunicado oficial divulgado em 7 de abril de 2025, a Igreja Metodista contestou de forma contundente as declarações feitas pelo advogado Jefferson Brandão em um vídeo onde ele alega que a falência da Rede Metodista de Educação seria “iminente” e estaria sendo “postergada” com a conivência do Judiciário e da administração judicial.

O pronunciamento, assinado pelo bispo Adonias Pereira do Lago, presidente da Coordenação Geral de Ação Missionária (COGEAM), afirma que não existe qualquer pedido judicial de falência em andamento, seja em relação à Rede Metodista de Educação ou à própria instituição religiosa.

A igreja esclarece que a recuperação judicial iniciada em 2021 seguiu os trâmites legais e que os compromissos trabalhistas estão sendo cumpridos dentro dos parâmetros previstos. “Até o presente momento [as obrigações] têm sido honradas nos termos da legislação vigente”, destaca o documento.

O texto também informa que as pendências relativas ao ano de 2025, tanto no que diz respeito a tributos quanto às parcelas da recuperação fiscal, já foram devidamente quitadas.

Outro ponto abordado na nota é que os débitos da instituição estão respaldados por garantias em imóveis, o que, segundo a liderança metodista, “afasta toda e qualquer possibilidade de falência”. A direção reforça ainda que a situação vem sendo amplamente debatida nos concílios regionais e no concílio geral, mantendo transparência com seus membros.

Sobre as declarações de Jefferson Brandão, a COGEAM afirmou que adotará medidas legais “para a devida responsabilização pelas inverdades lá contidas”.

Brandão declarou que teria recebido relatos de docentes e advogados ligados à Rede Metodista, os quais descreveriam uma situação crítica nos bastidores da instituição. Ele afirmou ainda que pretende divulgar esses depoimentos “no momento oportuno”. O caso deve se desdobrar tanto na Justiça quanto nas plataformas digitais.

Leia a íntegra da nota oficial abaixo:

Caro irmão, cara irmã membro da Igreja Metodista,
Graça e paz!

A Igreja Metodista, diante de um vídeo publicado nas redes sociais, esclarece ao seu rebanho que não existe no atual momento nenhuma petição requerendo a falência tanto da Rede Metodista de Educação como da própria Igreja Metodista.

Como foi tratado em nossos concílios a atual contingência nos obrigou a impetrar um processo de recuperação judicial para as Instituições de Ensino Metodistas, no qual a Igreja Metodista figura como Garantidora do cumprimento das Obrigações Trabalhistas, onde apontamos, como define a legislação todo nosso quadro de credores, com os valores de cada crédito devido, os quais, até o presente momento têm sido honrados nos termos da legislação vigente.

Quanto às dívidas fiscais, assim como as da recuperação fiscal, estão parceladas e o pagamento devidamente em dia, cabendo ressaltar que as parcelas do ano de 2025, inclusive, já se encontram devidamente pagas.

É importante ressaltar que tais créditos tem as suas devidas garantias imobiliárias, o que no momento, afasta toda e qualquer possibilidade de falência.

Os membros foram devidamente comunicados nos organismos oficiais da Igreja, quais sejam, o concílio geral e todos os concílios regionais, onde toda a igreja é representada e tais assuntos são debatidos e todas as dúvidas sanadas.

Por fim, quanto ao conteúdo do vídeo é importante ressaltar que tomaremos as devidas providências para a devida responsabilização pelas inverdades lá contidas e no tocante aos danos que nos forem causados.

Deus abençoe,

Bispo Adonias Pereira do Lago
Presidente da Coordenação
Geral de Ação Missionária
COGEAM

Fonte: Fuxico Gospel

Mais de 80% das crianças cristãs permanecem na fé quando adultas, revela pesquisa

Cristãos adorando durante culto (Foto: Canva Pro)
Cristãos adorando durante culto (Foto: Canva Pro)

Uma pesquisa recente mostra que a maioria das pessoas educadas na fé cristã continua no cristianismo na vida adulta. De acordo com o Pew Research Center, no entanto, os índices de retenção variam consideravelmente. Enquanto nas Filipinas a taxa é de 99%, e na Hungria e Nigéria chega a 98%, em países como Coreia do Sul e Holanda essa retenção é bem menor, com 51% e 53%, respectivamente.

No Brasil, México e África do Sul, as taxas de retenção são de 81%, e na Argentina é de 80%. Gana, Quênia, Polônia e Sri Lanka apresentam taxas entre 92% e 97%, e o Peru alcança 89%. A Grécia atingiu um nível de 87%. Já países como Colômbia, Cingapura, Itália, Estados Unidos e Chile têm índices entre 72% e 79%.

Por outro lado, Canadá, Alemanha, Espanha, França, Reino Unido, Austrália e Suécia apresentam taxas de retenção mais baixas, variando entre 57% e 61%. O estudo, que analisou 36 países, entrevistou 80 mil pessoas.

Na opinião do pastor Welfany Nolasco Rodrigues, a elevada retenção da fé no Brasil indica uma forte continuidade geracional nas crenças religiosas. Para ele, a influência familiar é fundamental nesse processo, funcionando como o principal vetor de socialização religiosa. O ambiente familiar, segundo Rodrigues, é responsável por moldar as primeiras experiências religiosas, internalizando valores e práticas que tendem a se perpetuar ao longo da vida.

Rodrigues também destaca a importância do investimento religioso voltado para crianças e adolescentes. Participar de cultos, escolas dominicais, grupos de jovens, culto doméstico e outras atividades oferece um envolvimento ativo com a fé. “Esse engajamento precoce é essencial para a formação de uma identidade religiosa sólida, reforçando os laços com a comunidade e com os ensinamentos cristãos, o que aumenta a chance de continuidade da fé na vida adulta”, afirma o líder da Igreja Metodista Nova Canaã, em Cachoeiro de Itapemirim (ES).

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No que diz respeito às igrejas, o pastor observa que muitas investem em programas para crianças e outras para jovens, mas há uma lacuna na adolescência, especialmente no início desse período, quando muitos se afastam. “O ideal é que haja um conjunto de ações integradas”, avalia Welfany, que conclui: “Minha experiência de infância em uma igreja que investia nas crianças deixou uma marca profunda na minha vida, e agora desejo transmitir isso aos meus filhos e no meu ministério pastoral”.

Responsabilidade familiar

Seguindo o mesmo raciocínio, a pastora Eristelia Bernardo destaca que a Bíblia Sagrada orienta claramente os pais a instruírem seus filhos no caminho do Senhor desde a infância (Provérbios 22.6), para que mantenham a fé ao longo de toda a sua vida. Ela ressalta, ainda, que a família é a principal fonte de ensinamento da criança, sendo o primeiro núcleo de convivência social que ela vivencia. “Isso facilita. É importante aproveitar essa fase para que o núcleo familiar seja praticamente a única fonte de informação”, afirma a líder da Igreja Casa do Pai, em Governador Valadares (MG).

Eristelia também aponta que é na infância que o cérebro da criança se desenvolve mais rapidamente, o que favorece o aprendizado. “Entre o nascimento e os seis anos, o cérebro constrói cerca de 90% das suas conexões neuronais. Esse é o período ideal para investirmos na formação espiritual dos nossos filhos, para que cresçam mantendo a fé que aprenderam na infância.”

Por isso, a pastora acredita que os pais devem se empenhar em ensinar a Palavra de Deus aos filhos, especialmente na infância e na adolescência. “Essa é a maneira de garantir que eles se tornem adultos firmes na fé.”

Fonte: Comunhão

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