Principal entrada da prisão de Evin, em Teerã, capital do Irã (Foto: Portas Abertas)
Nesta segunda-feira, 23, Israel atacou a notória prisão de Evin, atingindo a sua entrada principal, expandindo seus alvos além de locais militares e nucleares. Evin tem sido, há muito tempo, a principal prisão do Irã para abrigar detentos políticos e prisioneiros de segurança, além de ser local de execuções.
Vários prisioneiros estrangeiros de destaque também estão detidos lá, junto a cristãos de origem muçulmana sentenciados por “agir contra a segurança nacional por meio da propagação de igrejas domésticas e promoção do cristianismo sionista”. No Irã, deixar o islamismo para seguir a Jesus é proibido pela lei da República Islâmica, assim como frequentar igrejas.
Por isso, muitos seguidores de Jesus são condenados a longas sentenças na prisão de Evin, especialmente quando descobrem que organizam igrejas domésticas para que possam praticar a fé em segredo. O portal Mizan, da Justiça iraniana, informou que ações urgentes estão sendo tomadas para proteger a saúde e a segurança dos detentos.
A tensão desperta preocupação quanto aos cristãos injustamente sentenciados e presos em Evin. Nesse cenário, a situação só agrava a crise que o Irã já vive. Mais de 200 civis iranianos foram mortos em ataques aéreos. Campos nucleares do Irã parecem estar paralisados e 14 cientistas nucleares estão mortos. Quedas parciais da internet e cortes de energia elétrica interrompem as comunicações.
Segundo a organização Article 18, as cadeias de suprimento de alimentos e medicamentos estão danificadas, ameaçando vidas já frágeis. Mas os cristãos permanecem fiéis, em meio a estresse e medo esmagadores, mesmo enquanto o mundo desmorona ao seu redor.
Dois cristãos de origem muçulmana, Mehdi Rahimi (conhecido como Samuel), de quarenta e nove anos, e Kia Nourinia, de cinquenta e cinco, foram sentenciados a doze anos de prisão após serem pegos com diversas Bíblias e outros materiais cristãos. A condenação foi feita sem a presença deles pela Corte Revolucionária Islâmica em Tabriz, no Noroeste do Irã, segundo a organização Article 18.
A corte emitiu o veredito em abril e ambos os condenados fugiram do país após uma série de ataques coordenados em novembro tendo como alvo cristãos recém-convertidos em diversas cidades. Kia escapou após os ataques, enquanto Samuel já estava fora do Irã e não retornou.
Kia e Samuel foram acusados de “propaganda cristã contra o sistema da República Islâmica do Irã”, ambos recebendo pena de dez anos de prisão, além de dois anos adicionais por contrabando, uma pena recebida devido às Bíblias encontradas em suas casas. Eles também foram multados em dez vezes o valor das Bíblias confiscadas.
O juiz declarou que todos os itens confiscados, incluindo aparelhos celulares, seriam investigados. Não houve oportunidade de defesa, pois Kia e Samuel não estavam no país para serem interrogados. Esse caso reflete um padrão cada vez mais comum no Irã, no qual Bíblias no idioma persa impressas em países estrangeiros são consideradas itens contrabandeados, em uma manobra judicial para punir os envolvidos em atividades cristãs.
Com sua doação, cristãos presos em países do Oriente Médio, como o Irã, recebem apoio legal para defesa das acusações. Doe e faça-os saber que não foram esquecidos pela família da fé.
Igreja destruída na Síria (Foto: Captura de Tela/YouTUbe)
Um ataque suicida durante um culto na Igreja de Santo Elias, no bairro de Dweilaa, em Damasco, capital da Síria, deixou pelo menos 25 mortos e 63 feridos no último domingo (22), segundo agências internacionais. A explosão, provocada por um homem-bomba que invadiu o templo, ocorreu enquanto fiéis participavam de um momento de oração. Testemunhas relataram cenas de pânico, gritos e correria.
A comunidade cristã local ainda está em estado de choque. De acordo com a agência DW, uma testemunha afirmou à Reuters que o agressor detonou os explosivos dentro da igreja. A TV estatal síria confirmou que o atentado foi causado por um atentado suicida.
A AFP, com correspondentes no local, descreveu o cenário de destruição: móveis e bancos despedaçados, além de poças de sangue espalhadas pelo chão. Fontes de segurança afirmaram que o ataque foi realizado por dois homens, sendo um deles o responsável por acionar o colete explosivo.
Segundo o Ministério do Interior da Síria, antes da detonação, o agressor teria disparado contra os fiéis. A autoria é atribuída a um integrante do grupo extremista Estado Islâmico, embora até o momento nenhuma organização tenha reivindicado oficialmente a ação.
O ministro do Interior, Anas Khattab, declarou que equipes especializadas de sua pasta já haviam iniciado a investigação sobre o que chamou de “crime repugnante”. Segundo ele, “esses atos terroristas não deterão os esforços do Estado sírio em alcançar a paz civil”, acrescentou.
O escritório do enviado especial da ONU para a Síria, Geir Pedersen, condenou o ataque e pediu que os sírios “se unam para rejeitar o terrorismo, o extremismo, a incitação e o ataque a qualquer comunidade”.
O atentado marca o primeiro ataque suicida em Damasco desde a queda do regime de Bashar al-Assad, deposto por uma insurgência liderada por islamistas em dezembro de 2024. O atual presidente sírio, Ahmed al-Sharaa, prometeu proteger as minorias religiosas durante a fase de transição do país.
Durante o atentado, a igreja vizinha — Saint Joseph — também realizava um culto. Líderes cristãos e organizações de apoio à igreja na Síria expressaram profunda tristeza e preocupação com a escalada da violência. Mourad (pseudônimo por questão de segurança), cristão local ligado à missão Portas Abertas, desabafou: “Pessoas inocentes foram mortas apenas por sua fé. O trauma é profundo. Recebemos ameaças constantes de que seremos os próximos.”
Ele destacou ainda que o trauma do que aconteceu atingiu profundamente à comunidade. “Sentimentos de raiva e indignação se misturam à dor e ao questionamento: por que isso teve que acontecer de novo?”, relatou Mourad, que acrescentou: “Os cristãos recebem ameaças constantes de fundamentalistas, que dizem abertamente que seremos os próximos. Há grupos armados espalhados por todo o país, sedentos por mais mortes. Nossa oração é para que a comunidade internacional se mobilize, e que o sangue desses mártires sirva para proteger os que ainda permanecem aqui.”
Uma jovem cristã, também sobrevivente do ataque, resume o sentimento de muitos: “Nada pode descrever o medo que sentimos naquele momento, a dor de perder pessoas tão próximas. Eram inocentes, mortos apenas por crerem diferente, por amarem Jesus.”
O sacerdote Baselios relatou momentos de terror: “Estava pregando quando ouvimos os tiros. Depois vieram os gritos. Todos se jogaram no chão. O medo era indescritível”. Em meio ao caos, ele contou o momento mais impactante: “Uma criança, que perdeu a família, correu até mim e disse: ‘Me esconda, padre, eu não quero morrer’”.
A Síria ocupa atualmente a 18ª posição na Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2025, elaborada pela Portas Abertas. O levantamento anual aponta os 50 países onde os cristãos enfrentam mais hostilidade por sua fé.
Donald Trump discursa após EUA atacar o Irã (Foto: Reprodução)
O presidente Donald Trump agradeceu a Deus pela campanha de bombardeio surpresa que realizou contra o Irã ontem, sábado, 21 de junho.
Em discurso à nação, transmitidos ao vivo pela TV neste sábado, à noite, Trump concluiu dizendo: “E, em particular, Deus, quero apenas dizer: nós te amamos, Deus, e amamos nossos grandes militares. Proteja-os. Deus abençoe o Oriente Médio, Deus abençoe Israel e Deus abençoe a América.”
Trump discursou à nação logo após o Exército americano realizar ataques a três importantes instalações nucleares no Irã: Fordow, Natanz e Isfahan. Com essa ação, os Estados Unidos parecem ter se juntado à guerra de Israel contra o Irã, que visa — em parte — impedir que o Irã desenvolva ainda mais armas nucleares.
A autorização dos ataques aéreos por Trump surpreendeu muitos de seus seguidores do MAGA, que se opõem veementemente à intervenção americana em guerras estrangeiras em qualquer lugar. No entanto, sua base evangélica é mais motivada pela luta contra o Irã do que pela abstenção de intervenção estrangeira.
O próprio Trump criticou seu antecessor, o ex-presidente Joe Biden, diversas vezes sobre o potencial de guerra com o Irã.
Por exemplo, em 2025, Trump criticou Biden: “Nosso presidente começará uma guerra com o Irã porque ele não tem absolutamente nenhuma capacidade de negociação. Ele é fraco e ineficaz.”
Trump também afirmou durante a campanha eleitoral do ano passado que, se eleito, encerraria a guerra da Rússia contra a Ucrânia em 24 horas — uma afirmação que ele fez pelo menos 53 vezes. Essa guerra ainda perdura, cinco meses após o início da presidência de Trump.
Os apoiadores evangélicos de Trump imediatamente começaram a elogiar as ações do presidente.
“O Irã não deu escolha ao presidente Trump”, disse Charlie Kirk , um ativista conservador altamente influente entre os evangélicos através do Turning Point USA. “Por uma década, ele tem sido inflexível em afirmar que o Irã jamais obterá uma arma nuclear. O Irã decidiu abrir mão da diplomacia em busca de uma bomba. Este é um ataque cirúrgico, operado com perfeição. O presidente Trump agiu com prudência e determinação.”
Outros alertaram que um “ataque cirúrgico” levaria a uma guerra em larga escala com o Irã — muito parecido com outras tentativas de ataques cirúrgicos por outros presidentes republicanos contra o Oriente Médio.
Fred Wellman, defensor da democracia e veterano de combate do Exército que apresenta o podcast “On Democracy”, alertou no X: “Ei, pessoal, Trump acaba de declarar guerra ao Irã. É fato. Não estávamos sob ataque do Irã. Não estávamos sob ameaça do Irã. Israel decidiu atacar o Irã e Donald Trump acaba de enviar tropas e forças americanas para essa luta. É uma violação da Constituição. … Donald Trump acaba de declarar guerra por conta própria e o Congresso republicano fará alguma coisa? Vocês, covardes, vão se manifestar pela primeira vez em suas vidas patéticas e realmente fazer alguma coisa?”
Paul Brandeis Raushenbush, líder da Aliança Inter-religiosa, alertou no BlueSky: “Os Estados Unidos estão tropeçando em mais um conflito perigoso no Oriente Médio — sem um objetivo final claro, uma estratégia de saída ou uma visão para o que vem a seguir. E os mesmos líderes que nos colocaram nessa confusão agora terão a tarefa de nos guiar através do caos que eles mesmos criaram.”
Mais tarde, ele acrescentou: “Donald Trump prometeu que resolveria conflitos em todo o mundo poucos dias após assumir o cargo. Mas agora, sob sua supervisão, todos os conflitos que ele buscava encerrar estão piorando — e um conflito totalmente novo e perigoso está emergindo para o nosso povo uniformizado e para todos nós.”
Em seu discurso de 4 minutos na noite de sábado, Trump disse: “Nosso objetivo era destruir a capacidade de enriquecimento nuclear do Irã e pôr fim à ameaça nuclear representada pelo Estado número 1 do mundo em patrocínio do terrorismo. Esta noite, posso relatar ao mundo que os ataques foram um sucesso militar espetacular. As principais instalações de enriquecimento nuclear do Irã foram completa e totalmente destruídas.”
Trump chamou o Irã de “o valentão do Oriente Médio” e disse que essa medida forçará seus líderes a “fazer a paz”. E se não o fizerem, “os ataques futuros serão muito maiores e muito mais fáceis”.
Mais tarde, ele disse: “Ou haverá paz, ou haverá uma tragédia para o Irã muito maior do que a que testemunhamos nos últimos oito dias. Lembrem-se, ainda há muitos alvos. O desta noite foi o mais difícil de todos, de longe, e talvez o mais letal.”
Os americanos em geral e até mesmo a base leal de Trump estão divididos sobre a melhor resposta dos EUA ao Irã. Ultimamente, a extrema direita da coalizão MAGA — incluindo nomes como Steve Bannon e Tucker Carlson — uniram-se aos democratas para pressionar o presidente a ficar de fora da guerra de Israel com o Irã.
No entanto, para os evangélicos, não se trata apenas de armas nucleares, mas da ameaça percebida pelo islamismo. Os evangélicos também são os apoiadores mais confiáveis de Israel nos EUA.
“Quero agradecer e parabenizar o primeiro-ministro Bibi Netanyahu”, disse Trump. “Trabalhamos como uma equipe como talvez nenhuma outra jamais tenha trabalhado antes, e fizemos um longo caminho para erradicar essa terrível ameaça a Israel. Quero agradecer aos militares israelenses pelo trabalho maravilhoso que realizaram.”
Isso sem dúvida foi música para os ouvidos dos evangélicos que apoiavam Israel.
O presidente da Câmara, Mike Johnson, um batista do sul, postou dois comentários consecutivos no X na noite de sábado.
O primeiro dizia: “As operações militares no Irã devem servir como um lembrete claro aos nossos adversários e aliados de que o presidente Trump fala sério. O presidente deu ao líder iraniano todas as oportunidades para fechar um acordo, mas o Irã se recusou a se comprometer com um acordo de desarmamento nuclear.”
O presidente Trump tem sido consistente e claro ao afirmar que um Irã com armas nucleares não será tolerado. Essa postura agora foi reforçada com firmeza, precisão e clareza. A ação decisiva do presidente impede que o maior Estado patrocinador do terrorismo do mundo, que grita ‘Morte à América’, obtenha a arma mais letal do planeta. Esta é a política “América em Primeiro Lugar” em ação.
Logo depois, ele postou novamente: “O presidente tomou a decisão certa e fez o que precisava ser feito. Os líderes do Congresso estavam cientes da urgência da situação, e o comandante-em-chefe avaliou que o perigo iminente superava o tempo que o Congresso levaria para agir.”
Trump, disse ele, “respeita totalmente o poder do Artigo I do Congresso, e o ataque necessário, limitado e direcionado desta noite segue a história e a tradição de ações militares semelhantes sob presidentes de ambos os partidos”.
Os líderes democratas no Congresso não viam da mesma forma.
Senador Bernie Sanders, de Vermont, discursando em um comício no sábado: “É grosseiramente inconstitucional. Todos vocês sabem que a única entidade que pode levar este país à guerra é o Congresso dos EUA. O presidente não tem esse direito.”
Senadora Elizabeth Warren, de Massachusetts: “Os Estados Unidos não devem declarar guerra ao Irã. O bombardeio do Irã por Donald Trump é inconstitucional. Somente o Congresso pode declarar guerra — e o Senado deve votar imediatamente para evitar outra guerra sem fim. Esta é uma guerra horrível, uma escolha.”
Líder da minoria na Câmara, Hakeem Jeffries : “Donald Trump prometeu trazer paz ao Oriente Médio. Ele não cumpriu essa promessa. O risco de guerra aumentou drasticamente, e rezo pela segurança de nossas tropas na região, que estão em perigo.”
“O presidente Trump enganou o país sobre suas intenções, não buscou autorização do Congresso para o uso de força militar e corre o risco de envolver os americanos em uma guerra potencialmente desastrosa no Oriente Médio.”
O evangelista Franklin Graham, presidente e CEO da organização humanitária Samaritan’s Purse, e da Associação Evangelística Billy Graham, escreve no X: Esta manhã, ficamos sabendo que os Estados Unidos realizaram ataques militares para destruir a capacidade nuclear do Irã. Orem por nossa nação. Ore pelo presidente @realDonaldTrump e pelos líderes que o cercam, e ore por nossos militares. Ore também por Israel hoje, pois eles continuam a receber ataques de mísseis. O presidente Trump citou que o Irã há muito tempo diz: “Morte à América” e “Morte a Israel”. O ódio deles é real. A paz por meio da força é uma afirmação verdadeira, mas devemos nos lembrar de que Deus é a nossa força e pedir Sua ajuda e direção.
O pastor Alexandre Gonçalves, da Igreja de Deus no Brasil, escreveu no X: Nunca me esqueço das “armas de destruição em massa” do Iraque, que nunca foram encontradas. A “nação cristã” é a que mais promoveu e promove guerras nesse mundo. Anseio pela Vinda de Cristo, a fim de que Ele estabeleça Seu Reino, mostrando o quão é diferente do pais “cristão”
Folha Gospel – Texto com alterações publicado originalmente em Baptist News
Igreja evangélica bombardeada no Sudão. (Foto: CSW)
Três igrejas foram bombardeadas em El Fasher, capital do estado de Darfur do Norte, no Sudão, durante dois ataques separados das Forças de Apoio Rápido (RSF). As igrejas visadas incluíam a Igreja Episcopal Sudanesa, a Igreja do Interior Africano e a Igreja Católica Romana.
Pelo menos cinco pessoas morreram nos atentados de 9 e 11 de junho, e dezenas ficaram feridas, informou o grupo Christian Solidarity Worldwide, sediado no Reino Unido , esta semana.
Entre as vítimas estava o padre Luka Jomo, pároco da Igreja Católica Romana, que morreu em 12 de junho devido aos ferimentos sofridos no ataque.
A cidade de El Fasher, atualmente o único grande centro urbano em Darfur que não está sob controle da RSF, está sitiada pelo grupo desde abril de 2024. A RSF tem como alvo igrejas como parte de uma campanha para estabelecer o controle, usando esses edifícios como bases militares e para conduzir violência com motivação étnica contra cristãos não árabes.
Apesar de uma resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas instando a RSF a levantar o cerco, nenhuma retirada ocorreu.
Em abril, a RSF tomou os campos de Abu Souk e Zamzam para deslocados internos (IDPs), situados a cerca de 14 quilômetros de El Fasher. Os dois campos, que juntos abrigavam mais de 700.000 pessoas, foram posteriormente transformados em bases militares da RSF.
A RSF, envolvida em uma guerra civil contra as Forças Armadas Sudanesas (SAF) desde abril de 2023, atacou diversas igrejas ao longo do conflito.
A CSW relatou um padrão de pressão generalizada sobre os cristãos para que se convertam ao islamismo.
As Forças Armadas Revolucionárias da Síria (SAF) também foram responsáveis por ataques a locais religiosos para conter a presença das Forças Armadas Revolucionárias da Síria (FSR), mesmo que isso corresse o risco de danificar locais de culto. Em dezembro de 2024, um ataque aéreo das Forças Armadas Revolucionárias da Síria (SAF) atingiu uma igreja em Cartum, matando 11 pessoas, incluindo oito crianças.
O presidente da CSW, Mervyn Thomas, condenou os atentados em El Fasher e o cerco em curso. Ele afirmou que tanto a RSF quanto a SAF estavam cometendo graves violações de direitos humanos, em desacordo com o direito internacional e as normas humanitárias.
Thomas destacou que as igrejas servem como abrigos para civis deslocados durante conflitos e pediu um cessar-fogo imediato, instando a comunidade internacional a agir para proteger os civis.
Em janeiro, o governo dos EUA designou oficialmente a RSF como autora de atos de genocídio, observou a organização de vigilância da perseguição sediada nos EUA, International Christian Concern.
“A RSF e as milícias aliadas assassinaram sistematicamente homens e meninos — até mesmo bebês — com base em critérios étnicos”, disse o então Secretário de Estado, Antony Blinken, citado pelo TPI. Ele também afirmou que mulheres e meninas foram deliberadamente vítimas de estupro e violência sexual por combatentes da RSF.
A guerra civil em curso no Sudão, agora entrando em seu terceiro ano, causou graves consequências humanitárias, especialmente para crianças, disse o ICC.
O UNICEF relata que cerca de 15 milhões de crianças sudanesas precisam de assistência humanitária, com 4 milhões delas sofrendo de desnutrição aguda. A agência também estima que cerca de 17 milhões de crianças — cerca de 90% da população em idade escolar do país — estejam fora da escola. Quase um terço dessas crianças deslocadas tem menos de 5 anos.
A UNICEF também documentou pelo menos 5.000 crianças desaparecidas e mais de 3.000 mortas desde o início da guerra em 2023.
Folha Gospel com informações de The Christian Post
Pastor Diego Menin e o livro Seu maior problema é você (Foto: Reprodução)
Chega de se sabotar. Enfrente-se. É com esse chamado que o pastor, economista e autor best-seller Diego Menin apresenta Seu maior problema é você. O escritor mostra que o maior obstáculo da caminhada espiritual não está nas circunstâncias do mundo lá fora, mas dentro de cada um. Desculpas recorrentes, orgulho, distrações e ciclos de autossabotagem que afastam o indivíduo de Deus. A leitura é um convite ao desconforto necessário para amadurecer a fé e assumir, de forma ativa, os rumos da própria vida.
Por meio de uma linguagem acessível, exemplos bíblicos e reflexões, o Menin desafia o leitor a abandonar a mentalidade de vítima e ouvir o que o Pai tem a dizer — porque crescer espiritualmente exige coragem para reconhecer as próprias falhas. Diferente de livros que oferecem promessas fáceis e fórmulas prontas para a transformação, o escritor aposta no confronto direto entre ego e propósito, fé genuína e inércia espiritual.
Seu maior problema é você também alerta sobre decisões impulsivas que podem comprometer destinos, como a de Esaú, que trocou a própria herança por um prato de lentilhas. Chorar sem mudar, terceirizar culpas e esperar por milagres sem se mover são atitudes que o autor identifica como travas comuns na jornada de fé. Em contrapartida, propõe ações práticas: reacender a paixão pela presença de Deus, renunciar à passividade, vasculhar os “cômodos escuros da alma” e recomeçar com responsabilidade e maturidade emocional, tornando-se um protagonista.
Nosso maior obstáculo nunca foi a ignorância, e sim a paralisia. Convenhamos, nem sempre é fácil tomar decisões que nos tiram da zona de conforto. No entanto, nenhuma transformação acontece enquanto alguém permanece parado, esperando que tudo se resolva por si só. Deus já fez o mundo em seis dias. Agora é nossa vez de fazer alguma coisa. (Seu maior problema é você, p. 15)
Este lançamento da Editora Vida é um caminho para a rendição e movimento. Uma leitura essencial a todos que se sentem estagnados e desejam romper padrões limitantes — e para quem busca um desenvolvimento pessoal enraizado na Palavra. A principal lição do pastor que ecoa nas páginas é simples e poderosa: o Criador tem grandes planos para seus filhos, mas eles só se realizam quando cada fiel para de fugir de si mesmo e decide mudar de verdade.
Diego Menin é casado com Carla Menin e pai da Júlia. É pastor presidente da Igreja Lírio e formado em Ciências Econômicas e Teologia. Além de escritor, é idealizador da visão “Be Power”, que incentiva pessoas a utilizarem seu estilo de vida como uma ferramenta poderosa para a propagação do Evangelho. Pela Editora Vida, também publicou os livros Deixe ir, não insista; Vença em silêncio; Quando Deus demora e Pense e Ore.
Ficha técnica: Título: Seu maior problema é você Autor: Diego Menin Editora: Vida Onde encontrar: Amazon (Compre aqui)
O Semeador de Virtudes, HQ de Paulo Debs (Foto: Reprodução)
A cada nova geração, um logosiano é escolhido para ser O Semeador de Virtudes — aquele que levará os ensinamentos milenares do povo de Logósia aos confins do mundo fictício de Mundhen. Agora, chegou a vez de Rhavel cumprir essa missão.
Neste lançamento, em formato de história em quadrinhos, o premiado escritor, ilustrador e membro da Academia Internacional de Literatura Brasileira, Paulo Debs, convida as crianças a embarcar com o protagonista nessa jornada cheia de desafios – na qual sua vocação e perseverança serão colocadas à prova.
A crença inabalável no Supremo Sábio, fundamento espiritual dos logosianos, foi o que manteve viva essa população ao longo dos séculos de guerras e perseguições. Mas Rhavel logo descobre que semear virtudes exige mais do que coragem. Ele atravessa florestas sombrias, desertos escaldantes, torres amaldiçoadas e reinos orgulhosos, além de enfrentar criaturas como a feiticeira Nathassa e o monstruoso Turuk, uma besta-fera alada que aterroriza vilarejos. Cada obstáculo revela lições profundas sobre culpa, perdão, propósito, liderança, esperança e a importância de resistir com fé diante das adversidades da vida.
Autor Paulo Debs
As inúmeras questões foram sendo respondidas; as feridas foram curadas; os aguilhões de seus espinhos foram podados e o perdão arou a terra de seu próprio coração para florescer, novamente, as certezas que o levaram a se tornar um Semeador. (O Semeador de Virtudes, p. 84)
Inspirado pela Parábola do Semeador (Marcos 4.1-20), Paulo Debs constrói um universo de fantasia que dialoga com os pequenos leitores, pais, educadores e líderes religiosos. Por meio de linguagem poética e cenas empolgantes de ação, esta HQ proporciona uma aventura épica de entretenimento cristão ao mesclar ilustrações vibrantes com ensinamentos das Escrituras Sagradas. A narrativa reforça que os verdadeiros frutos do Criador não são colhidos imediatamente: florescem com o tempo, quando plantados com amor e esperança.
O Semeador de Virtudes, publicado pela Editora Vida Kids em edição de capa dura, é um convite para todos os jovens abraçarem a Palavra de Deus, mesmo se o caminho parecer solitário. Afinal, Rhavel prova que o verdadeiro fiel não é aquele que conquista reinos, destrói monstros ou vence batalhas — mas quem continua semeando os valores de Cristo por onde passa.
Paulo Debs é autor e ilustrador de livros infantis, além de compositor, cartunista, contador de histórias e membro da Academia Internacional de Literatura Brasileira. Com mais de 70 livros publicados, já foi premiado em diversos salões literários e artísticos. Entre suas obras de destaque estão Provérbios em Fábulas, O Pequeno Peregrino e O Livro das Virtudes Bíblicas. Seu trabalho é guiado pela missão de divertir, educar e edificar o caráter das novas gerações por meio da arte e da Palavra de Deus.
Apoiadores da Marcha pela Vida no Reino Unido em frente ao Parlamento. (Foto: Marcha pela Vida no Reino Unido)
Os cristãos se uniram para lamentar a decisão do Parlamento de descriminalizar o aborto até o momento do nascimento, uma medida que garantirá que a Grã-Bretanha tenha as leis de aborto mais permissivas da Europa.
Anteriormente, o aborto era legal até 24 semanas de gravidez, embora a grande maioria dos abortos ocorresse bem antes desse ponto.
A Marcha pela Vida do Reino Unido realizou uma vigília em frente ao Parlamento durante o debate, instando os parlamentares a rejeitarem as propostas. Após a votação favorável, a organização classificou o resultado como “horrível” e afirmou que “efetivamente legalizaria o aborto”.
O diretor do Instituto Cristão, Ciarán Kelly, descreveu a decisão do Parlamento como “deplorável”.
Ele disse: “Um número insuportavelmente grande de bebês — mais de dez milhões — foram mortos na Grã-Bretanha desde a aprovação da Lei do Aborto de 1967. Agora, os parlamentares votaram para abandonar uma das poucas salvaguardas restantes que protegem o nascituro.
“Eles fizeram isso com pouca ou nenhuma consideração pelo bem-estar das gestantes. Abortos caseiros, feitos por conta própria, no final da gravidez, aumentam drasticamente a probabilidade de complicações que colocam a saúde das mulheres em risco.”
Escrevendo no X, Peter Lynas, diretor da Aliança Evangélica do Reino Unido, disse: “Esta votação abre caminho para o aborto seletivo por sexo até o nascimento. O Secretário de Justiça está certo em chamá-lo de extremo. Poucos percebem que já oferecemos algumas das proteções mais precárias ao feto – e agora vamos removê-las.”
Seus sentimentos foram ecoados pelo grupo de campanha Both Lives Matter, que declarou: “Esta não é uma vitória para as mulheres – é um fracasso trágico. O objetivo da lei do aborto é proteger e apoiar ambas as vidas em cada gravidez contra substâncias tóxicas ou operações perigosas.”
Ao remover quaisquer penalidades criminais para abortos com mais de 24 semanas, o governo estaria incentivando abortos clandestinos e colocando as mulheres em maior risco, eles disseram.
Essas preocupações foram compartilhadas pelo Arcebispo Católico Romano John Sherrington, que disse que sua Igreja estava “profundamente alarmada com esta decisão”.
“Nosso alarme surge da nossa compaixão pelas mães e pelos bebês ainda não nascidos”, disse ele.
O arcebispo acrescentou que, ao remover as penalidades legais, haveria mais incentivo para realizar abortos em casa ou sem assistência médica profissional.
Folha Gospel com informações de The Christian Today
33ª edição da Marcha para Jesus, em São Paulo. (Foto:
Paulo Pinto/Agência Brasil)
Cerca de 2 milhões de pessoas participaram da 33ª edição da Marcha para Jesus em São Paulo nesta quinta-feira (19), feriado de Corpus Christi em diversas cidades brasileiras, segundo os organizadores.
O evento, considerado um dos maiores atos públicos cristãos do mundo, começou por volta das 10h, com a concentração na região da Estação da Luz, no centro da capital, e seguiu em direção à Praça Heróis da FEB, na zona norte — um percurso de aproximadamente 3,5 km.
Organizada pela Igreja Renascer em Cristo, a caminhada teve como tema “Jesus, Deus Forte”, em referência aos 33 anos de Jesus Cristo e ao número de edições do evento. Ao longo do trajeto, trios elétricos embalaram a multidão com música gospel e mensagens religiosas. Camisetas verdes e amarelas — as cores oficiais da marcha deste ano — dominaram a Avenida Tiradentes. Fiéis também carregavam bandeiras do Brasil e de Israel, país em guerra com o Irã, cujos estandartes eram distribuídos entre os participantes.
No palco principal, montado na Praça Heróis da FEB, artistas como Aline Barros, Fernanda Brum, Thalles Roberto, Morada, Ton Carfi, Bruna Karla Renascer Praise, Lukas Agostinho, Isadora Pompeo, Theo Rubia, Soraya Moraes, Samuel Messias, Fhop Music, Maria Pita e outros nomes da música cristã animaram o público em mais de 10 horas de apresentações e momentos de oração.
Responsável pela organização, o apóstolo Estevam Hernandes destacou o crescimento da marcha como reflexo da expansão da comunidade evangélica no Brasil. “Hoje temos dois públicos bem definidos: o das famílias, que marcham, e o dos jovens, que ficam na concentração. Essa abrangência tem nos feito crescer. Segundo o último Censo do IBGE, já representamos cerca de 27% da população”, afirmou.
Presença de autoridades
Entre as autoridades presentes estavam o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), o ministro do STF André Mendonça e o advogado-geral da União, Jorge Messias, que representou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no evento.
Durante sua fala, Tarcísio de Freitas citou passagens bíblicas sobre perdão e reconciliação, com base em 2 Crônicas 7. “Hoje é um dia de buscar o perdão, de se reconciliar com Deus e com o próximo. Quando há arrependimento, a terra prospera novamente”, afirmou o governador, que acrescentou: “A gente tem que se alegrar na esperança, ser paciente na tribulação, ser perseverante na oração, pois ela cria intimidade com Deus”.
Já o ministro André Mendonça, também pastor da Igreja Presbiteriana de Pinheiros, orou pedindo que o Brasil se transforme em “uma terra que emana leite e mel”. Além disso, clamou por esperança e justiça para a nação.
Em mensagem oficial enviada à organização, o presidente Lula elogiou os líderes do evento e ressaltou o papel das igrejas na construção de um país mais justo. “A Marcha para Jesus é muito mais do que um evento. É um ato extraordinário de fé coletiva, de louvor e compromisso com um Brasil mais humano e solidário”, afirmou.
O presidente também defendeu a liberdade religiosa e o diálogo entre crenças. “A pluralidade religiosa é uma das maiores riquezas da nossa democracia”, pontuou Lula.
Patrimônio Cultural Imaterial
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), anunciou nesta quinta-feira (19) que sancionou uma lei que torna a Marcha Para Jesus um Patrimônio Cultural Imaterial de São Paulo. A declaração foi feita durante sua participação no evento.
Além do evento cristão, o chefe do Executivo paulista também tornou Patrimônio Cultural o grupo Renascer Praise, da Igreja Renascer, liderada pelos bispos Estevam e Sônia Hernandes. Tarcísio exibiu uma placa com as duas homenagens a multidão.
Um menino cristão de 8 anos morreu devido à ruptura do apêndice, dias depois de estudantes muçulmanos mais velhos o espancarem tão severamente que ele precisou de tratamento hospitalar, disseram fontes.
Não ficou claro se o espancamento do aluno da segunda série Khristopel Butarbutar na vila de Buluh Rampai, subdistrito de Seberida, província de Riau, Sumatra, em 19 de maio, por quatro ou cinco alunos muçulmanos da quinta série foi a causa da ruptura do rim que o matou.
Os resultados da autópsia divulgada em 27 de maio descreveram vários hematomas no estômago e nas coxas de Khristopel causados por traumatismo contundente e concluíram que ele morreu em 26 de maio devido a uma infecção na cavidade abdominal devido à ruptura do apêndice, de acordo com a Agência de Notícias Antara da Indonésia.
“Também encontramos um vazamento na região abdominal direita”, disse um policial identificado apenas como Supriyanto à Antara. “A causa da morte foi uma infecção na cavidade abdominal devido à ruptura de um apêndice.”
Seu pai, Gimson Beni Butarbutar, disse que seu filho sofreu bullying devido à sua etnia e fé cristã, de acordo com o site de notícias Jawapos.com.
“Uma semana antes, ele havia sofrido muito bullying”, teria dito Gimson. “Os agressores falam sobre sua etnia, sua religião. Aconteceu antes de ele adoecer.”
O bullying atingiu o auge em 19 de maio, quando os alunos mais velhos o espancaram e furaram o pneu de sua bicicleta, informou o wartakotalive.com.
“Naquela noite, Khris estava com febre alta, dores nas costas e seu abdômen inferior estava inchado”, disse Gimson ao Jawapos.com, acrescentando que os colegas de classe de seu filho lhe disseram: “Cinco veteranos [de 11 a 13 anos] espancaram Khris”.
Vizinhos disseram que os valentões também chutaram os genitais de Khris, de acordo com o catatanriau.com.
Em 20 de maio, Gimson relatou a agressão ao filho à escola, SDN 12 Buluh Rampai State Elementary School, em Indragiri Hulu Regency, e na noite seguinte, às 20h25, sua esposa, Siska Yusniati Sibarani, contatou a professora de Khris pelo WhatsApp para reclamar sobre seu inchaço e dor intensa, de acordo com Jabar.tribunnews.com.
O diretor da escola, identificado apenas como Sutarno, convocou os agressores e seus pais para uma reunião de mediação com os pais de Khris em 23 de maio, na qual os alunos mais velhos admitiram ter batido nele, de acordo com Gimson.
“Eles reconheceram que agrediram meu filho”, ele teria dito.
O agravamento do estado de saúde de Khris levou seus pais a levá-lo a uma clínica próxima em 25 de maio, mas, devido à inadequação das instalações, ele foi encaminhado ao Hospital Regional Pematang Reba, em Rengat, capital da província de Riau. Ele faleceu às 2h10 do dia 26 de maio.
Os resultados da autópsia mostraram sinais de violência em seu corpo, hematomas no abdômen inferior esquerdo e na parte frontal da perna esquerda e sangue no estômago, juntamente com tecido do apêndice rompido, de acordo com o Grid.co.
“Além disso, sangue também foi encontrado no tecido adiposo sob a pele na área do estômago, o que indica violência com objeto contundente”, disse o chefe de polícia de Indragiri Hulu, Fahrian Saleh Siregar, a repórteres em 27 de maio.
Os pais dos agressores compareceram ao enterro, junto com vários funcionários das escolas envolvidas, amigos e familiares.
“Os pais dos agressores também estavam presentes no funeral”, informou o Tribunenews.com. “Eles também expressaram suas condolências.”
Respostas
O vice-presidente do Conselho Ulema da Indonésia (Majelis Ulama Indonesia, MUI), Anwar Abbas, indicou que acredita que o bullying contribuiu para a morte trágica de Khris.
“Estamos muito preocupados com as ações dos nossos alunos que ainda estão estudando no ensino fundamental, que estão além dos limites da razoabilidade, a ponto de causarem a morte da criança”, disse Anwar ao JawaPos.com em 30 de maio.
Sabam Sinaga, membro da Câmara dos Representantes do país, declarou que o bullying deve ser levado a sério.
“O caso precisa de um tratamento especial e, em segundo lugar, a questão do bullying [precisa ser abordada], porque está relacionada a uma religião minoritária na escola”, disse Sabam ao detik.com em 31 de maio. “É possível que, devido ao número limitado de educadores ligados a religiões minoritárias, essas crianças não sejam tratadas adequadamente, especialmente durante o horário de estudo religioso.”
O comissário da Comissão Indonésia de Proteção à Criança (ICPC) disse à mídia que o bullying deve ser prevenido e não deve ser tolerado.
“Este caso deve ser levado a sério, trabalhando simultaneamente para acabar com a violência nas unidades educacionais”, disse Dian Sasmita. “A detecção precoce e a resposta rápida são indispensáveis para evitar impactos piores.”
O bullying nas escolas da Indonésia atingiu níveis alarmantes, segundo dados do ICPC, segundo o sekolahmuridmerdeka.id. Em 2023, foram registrados 1.478 casos de bullying escolar, segundo o ICPC e a Federação dos Sindicatos de Professores da Indonésia (ITUF). Isso representa um aumento substancial em relação aos anos anteriores: 266 casos em 2022, 53 casos em 2021 e 119 casos em 2020.
O Comissário do CIPC, Aris Adi Leksono, revelou que houve 141 casos de violência infantil relatados no início de 2024, de acordo com o Tempo.co. Notavelmente, 35% desses casos ocorreram em escolas ou instituições educacionais.
“As consequências da violência infantil em unidades educacionais variam de dor física/psicológica, trauma prolongado, até morte ou suicídio”, relatou o Tempo.co.
A sociedade indonésia adotou um caráter islâmico mais conservador, e igrejas envolvidas em atividades evangelísticas correm o risco de serem alvos de grupos extremistas islâmicos, de acordo com a Portas Abertas.
Folha Gospel – artigo publicado originalmente no Morning Star News