A cruzada da Associação Evangelística Billy Graham reuniu uma multidão em um estádio na Bolívia. (Foto: BGEA).
Mais de 7 mil pessoas aceitaram Jesus em uma cruzada evangelística na Bolívia, na semana passada.
O evento da Associação Evangelística Billy Graham (BGEA) reuniu uma multidão de mais de 31 mil pessoas para ouvir o Evangelho no Estádio Félix Capriles, na cidade de Cochabamba, no dia 6 de abril.
Outras 10 mil pessoas também participaram do FestiKids, direcionado às crianças pela parte da manhã.
O evangelista Will Graham, neto de Billy Graham, anunciou a salvação em Cristo em uma pregação sobre Caim e Abel.
Will pregou que a única maneira do homem chegar a Deus é “por meio de Jesus porque Ele disse: ‘Eu sou o caminho’. Existe apenas um Deus e apenas um caminho. Você tem que passar pela cruz para chegar a Deus”.
Muitos foram tocados pelo Espírito Santo e mais de 7.900 bolivianos aceitaram Jesus durante o apelo. Como Luís, de 26 anos, que compareceu ao evento a convite de sua irmã.
“Estou muito impressionado com esta Boa Notícia. Decidi entregar tudo a Deus, e isso me leva a acreditar que Ele trará algo novo para minha vida”, testemunhou ele.
O jovem revelou que estava lutando com a culpa por pecados do passado, mas encontrou liberdade ao conhecer Cristo.
“Entendi que sou um pecador e queria me arrepender de todos os meus pecados e começar a segui-lo”, disse.
A cruzada, realizada com o apoio de mais de 800 igrejas locais, foi reposta de oração do pastor boliviano José Luis Rivera.
Em 2020, ele teve uma visão em que jovens se entregavam a Jesus em um grande evento evangelístico. Então, o pastor começou a orar para que Deus trouxesse um avivamento do seu país através de uma cruzada de grande escala.
Anos depois, José enviou uma carta ao BGEA convidando a associação para realizar uma ação em sua cidade.
“Este é um sonho concedido por Deus. Foram necessários mais de quatro anos de oração e, vendo esse evento se tornar realidade, posso ver a fidelidade de Deus”, comemorou o pastor.
“Estou cheio de alegria ao ver tantos vindo para viver a vida plena que Deus projetou para eles”, declarou.
Fonte: Guia-me com informações de Associação Evangelística Billy Graham
Bíblia sobre a bandeira da China (Foto: Reprodução)
Nove cristãos de Hohhot, na Mongólia Interior, região autônoma da China, foram condenados à prisão por venderem Bíblias legalmente publicadas, mas sem autorização do governo.
Embora as Bíblias tenham sido publicadas legalmente na cidade de Nanquim com permissão oficial, a justiça considerou crime a venda por uma igreja doméstica não autorizada.
O promotor alegou que a comercialização por uma igreja sem vínculo com a Igreja das Três Autonomias, controlada pelo governo, constitui um crime, mesmo que os exemplares sejam legítimos.
Prisão e trabalhos forçados
Em 10 de abril de 2025, parentes e companheiros de fé da Irmã Wang Honglan fizeram um apelo. Na mesma data, foi relatada a decisão judicial que declarou culpados todos os réus restantes.
Os dez indivíduos envolvidos no caso são Wang Honglan, Ji Heying, Zhang Wang, Wang Jiale, Liu Minna, Li Chao, Yang Zhijun, Ji Guolong, Liu Wei e Ban Yanhong.
Wang Honglan, conhecida na comunidade cristã de Hohhot, já cumpriu cinco anos de prisão e um ano em um campo de trabalho forçado. Ji Heying é seu marido e Ban Yanhong foi apontado pelas autoridades como um dos membros-chave do grupo.
Condenações
Wang Honglan foi condenada a quatro anos e dez meses de prisão, com multa de um milhão de yuans. Wang Jiale e Liu Minna receberam quatro anos e seis meses, e pagamento de multas. Yang Zhijun teve pena de quatro anos e três meses, mais multa.
Ji Heying, Ji Guolong, Zhang Wang e Liu Wei foram sentenciados a três anos de prisão, cada um também com penalidades monetárias. Li Chao recebeu um ano de prisão e multa. Os cinco últimos réus já haviam cumprido suas penas durante a prisão preventiva.
Detidos em abril de 2021, os cristãos afirmaram que não buscavam lucro, mas sim evangelização. Eles compravam Bíblias a 95% do preço de capa e as revendiam a 75%, acumulando prejuízos em vez de ganhos.
Em 15 de abril de 2024, o Tribunal Distrital de Hohhot Huimin sentenciou Ban Yanhong a cinco anos de prisão por operações comerciais ilegais, enquanto o julgamento dos demais réus seguiu em andamento.
Martelo da Justiça com a bandeira britânica (Foto: Canva Pro)
A Suprema Corte do Reino Unido decidiu que homens transgêneros não podem ser considerados mulheres perante a lei, nesta quarta-feira (16).
Em unanimidade, os cinco juízes responsáveis pelo caso estabeleceram que a definição de mulher na Lei da Igualdade de 2010 se refere apenas a mulheres biológicos e ao sexo biológico.
A decisão histórica acontece após anos de batalha judicial sobre se trans poderiam ser beneficiados por leis que garantem os direitos das mulheres, como licença maternidade, igualdade salarial e uso de espaço coletivos destinados ao sexo feminino (banheiros, vestiários, abrigos para vítimas de violencia doméstica, e outros).
Tudo começou em 2018 após a aprovação de uma lei pelo Parlamento da Escócia, que aumentou para 50% a participação de mulheres em órgãos governamentais.
A legislação afirmava que os trans também poderiam ganhar essas vagas, por se identificarem como mulheres.
Em resposta, o grupo For Women Scotland – que luta para que os direitos das mulheres não sejam tomados por homens transgêneros – processou o governo escocês, afirmando que os trans não deveriam ser incluídOs nessas cotas.
Vitória para as mulheres
Após a vitória do caso, cristãos e ativistas do grupo comemoraram e se abraçaram em frente à Suprema Corte.
“Achávamos que os direitos das mulheres seriam revogados, e hoje os juízes disseram o que sempre acreditamos: as mulheres são protegidas por seu sexo biológico. As mulheres agora podem se sentir seguras sabendo que os serviços e espaços designados para mulheres são reservados para mulheres”, declarou Susan Smith, co-diretora do grupo.
A autora J.K. Rowling, defensora do direitos das mulheres e crítica da ideologia de gênero, celebrou a decisão da Suprema Corte, dizendo estar orgulhosa do For Women Scotland e comentou que a ação “protegeu os direitos de mulheres e meninas em todo o Reino Unido”, em publicação no X.
Peter Lynas, diretor da Aliança Evangélica no Reino Unido, disse que a decisão histórica foi um sinal de que “a mudança de clima é real” — uma referência à crescente sensação de que uma mudança cultural está em andamento, partindo de uma ideologia progressista estridente.
Em um vídeo compartilhado em sua conta no X, Lynas, ex-advogado, disse que a decisão trouxe “clareza” muito necessária a uma área que se tornou altamente contestada nos últimos anos. Ele afirmou que as mulheres “reconquistaram” seus direitos duramente conquistados.
“A mudança de clima é real — não acho que essa decisão teria sido tomada há dois ou três anos”, disse ele. “Acho que isso reflete a mudança contínua em nossa cultura em direção a coisas como a realidade.”
Ele espera que o julgamento tenha “grandes implicações” para as políticas em empresas e locais de trabalho, mas também encorajou os cristãos a vê-lo como um “momento missionário” para conversar com seus colegas sobre o que isso pode significar.
A líder conservadora Kemi Badenoch disse: “Dizer que ‘mulheres trans são mulheres’ nunca foi verdade na prática e agora também não é verdade na lei. Uma vitória para todas as mulheres que sofreram abusos pessoais ou perderam seus empregos por afirmarem o óbvio.”
O primeiro-ministro escocês, John Swinney, disse que o governo escocês “aceita a decisão de hoje da Suprema Corte”.
“A decisão esclarece a diferença entre duas peças relevantes da legislação aprovadas em Westminster”, disse ele.
Agora, vamos analisar as implicações da decisão. A proteção dos direitos de todos sustentará nossas ações.
Um porta-voz do governo do Reino Unido disse: “Sempre apoiamos a proteção de espaços exclusivos para homens e mulheres com base no sexo biológico.
“Esta decisão traz clareza e confiança para mulheres e prestadores de serviços, como hospitais, abrigos e clubes esportivos.
“Espaços exclusivos para homens e mulheres são protegidos por lei e sempre serão protegidos por este governo.”
Folha Gospel com informações de The Christian Today, Guia-me e O Globo
Culto em uma praça durante o projeto "PE para Cristo" (Foto: Reprodução/Instagram)
A Assembleia de Deus em Pernambuco anunciou que mais de 14 mil pessoas se converteram ao Evangelho desde janeiro de 2025, como resultado de ações evangelísticas promovidas em diversas regiões do estado. A igreja vem intensificando os esforços por meio do projeto “Pernambuco Para Cristo”, que inclui uma série de atividades como evangelismo de rua, passeatas com bandas, cruzadas evangelísticas, cultos em praças e visitas domiciliares.
Em publicação nas redes sociais, a igreja ressaltou que o objetivo vai além de alcançar números. “Não se trata de números, nem de estatísticas. É sobre vidas: aquelas que clamam por liberdade, que precisam de alento para a alma e buscam conforto em meio às frustrações”, destacou a mensagem no Instagram.
Com o slogan “O Reino de Deus em ação”, o projeto tem como missão, segundo a igreja, “restaurar a dignidade humana e conduzir corações ao Salvador”. A igreja reforçou que chegou o momento de ampliar a visão. “Pernambuco é terra de promessas, e somos parte do plano de Deus para transformar vidas e obedecer ao Ide do Mestre. Vamos juntos proclamar nos quatro cantos do nosso estado: Pernambuco para Cristo!”
Para ampliar o alcance da mensagem, uma nova estratégia será implementada nos próximos meses: cartas evangelísticas. Jovens da igreja irão redigir mensagens com reflexões sobre o plano divino de salvação e as distribuirão de casa em casa, numa tentativa de alcançar aqueles que ainda não foram impactados pelas ações presenciais.
Fornecer soluções financeiras adaptadas às instituições cristãs, reconhecendo suas necessidades específicas e os desafios que enfrentam no mercado financeiro tradicional. Essa é a proposta do Clava Forte Bank S/A, novo banco em modelo fintech (digital) lançado pela Lagoinha Global. A presidência do negócio é do pastor André Valadão, e a gestão executiva está a cargo de sua esposa, Cassiane Montosa Pitelli Valadão.
Segundo o próprio site da instituição, o objetivo é atender a dois mercados específicos: instituições religiosas e pastores. “O Clava Forte Bank é uma fintech dedicada a oferecer soluções financeiras seguras e inovadoras para instituições cristãs, igrejas e pastores. Planejamos expandir nossos serviços para membros das igrejas e outros setores que necessitam de soluções financeiras personalizadas e eficientes”, diz o comunicado da plataforma financeira.
Pelo menos por enquanto, a fintech oferece serviços como: contas digitais; cartões (pré-pago, crédito e débito); financiamentos (com linhas de crédito para apoiar projetos de instituições religiosas); seguros e benefícios (com proteção financeira para líderes religiosos, obreiros e suas famílias); cashback; e marketplace (recompensando compras e transações dentro do Clava Forte).
Sediado em Belo Horizonte, berço da Igreja Batista da Lagoinha, o banco atua com o slogan “Investindo no futuro, fortalecendo o Reino”. A fintech já possui aplicativo disponível para Android e iPhone. Vale lembrar que André Valadão, presidente do banco, também é líder da Lagoinha nos Estados Unidos.
O Projeto de Lei 4591/24 altera a Lei Maria da Penha para incluir a violência espiritual como uma das formas de violência psicológica contra a mulher. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.
O texto conceitua violência psicológica como qualquer conduta que:
cause dano emocional e diminuição da autoestima da mulher;
prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento dela; ou
vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, inclusive religiosas.
Isso poderá ocorrer mediante:
ameaça;
constrangimento;
humilhação;
manipulação;
isolamento;
vigilância constante;
perseguição contumaz;
insulto;
chantagem;
violação de sua intimidade;
ridicularização;
exploração;
limitação do direito de ir e vir; ou
qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação.
“A menção à crença religiosa no texto da Lei Maria da Penha poderá ajudar a mulher a processar judicialmente o infrator, sempre que ficar configurada qualquer tipo de conduta que impeça a vítima de participar de práticas religiosas, force a mulher a abandonar uma religião ou desvalorize a fé praticada por ela”, afirma o deputado Beto Richa (PSDB-PR), autor da proposta.
“Uma simples testemunha poderá confirmar a veracidade da acusação”, acrescenta.
Em entrevista exclusiva ao site cristão Comunhão, o deputado Beto Richa detalhou que a violência espiritual, conforme definida na proposta, consiste em toda situação que desrespeite, degrade ou abale a fé e as crenças da vítima, com a intenção de controlar, humilhar, punir ou submeter a pessoa. “Qualquer ato que manipule, ameace ou constranja a vítima devido à sua religião deve ser combatido”, afirmou, reforçando que a liberdade religiosa é um direito fundamental que deve ser garantido a todos.
O deputado detalhou que o artigo quinto, inciso sexto, da Constituição assegura a liberdade de crença, de consciência e de culto. Então, “a violação desse direito no ambiente doméstico, onde a mulher é vulnerável a diversas formas de opressão, justifica essa proteção adicional na Lei Maria da Penha”, observou.
Richa também explicou que a iniciativa para a criação do PL surgiu após diversos relatos de mulheres que o procuraram, denunciando pressões e constrangimentos, especialmente no ambiente doméstico, em razão de sua fé, religião e práticas espirituais. “Além disso, conversamos com profissionais como advogados, psicólogos e assistentes sociais, que nos apresentaram a mesma realidade”, relatou.
O deputado observou ainda que o projeto foi enviado para a Comissão de Defesa dos Direitos das Mulheres e, agora, aguarda a designação do relator, que dará o parecer sobre a proposta. “O próximo passo é o encaminhamento à Comissão de Constituição e Justiça, que analisará se a proposta é constitucional”, enfatizou Richa, complementando que, após a aprovação nas duas comissões, não havendo nenhum recurso, o projeto seguirá para o Senado.
Próximos passos
A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, tem que ser aprovada pela Câmara e pelo Senado Federal.
Bandeiras do Irã e dos Estados Unidos (Foto: Reprodução)
As negociações iniciais entre os EUA e o Irã sobre o programa nuclear deste último foram criticadas por não levantarem a questão dos direitos humanos, particularmente a liberdade religiosa.
O Irã assinou tratados internacionais que exigem que o país respeite a liberdade religiosa, e sua própria constituição também prevê direitos para minorias religiosas.
Na prática, porém, cristãos, muçulmanos sunitas e outras minorias religiosas vivem sob constante ameaça de violações, que vão desde assédio e apreensão de bens até prisão, tortura e execução extrajudicial.
A Christian Solidarity Worldwide (CSW) destacou o caso recente do pastor Joseph Shahbazian, a quem foi negada a permissão para comparecer ao funeral de sua mãe, apesar da conclusão da investigação oficial. Há relatos não confirmados de que a esposa do pastor Shahbazian também foi presa, pois também não compareceu ao funeral.
Representantes do Irã estão se reunindo com diplomatas americanos em Omã para discutir o programa nuclear iraniano.
Khataza Gondwe, diretor de advocacia da CSW, disse: “A aparente omissão de preocupações urgentes de direitos humanos nessas discussões iniciais com o governo iraniano segue um padrão preocupante da comunidade internacional negligenciando a utilização de oportunidades adequadas para pressionar o regime a cumprir as obrigações internacionais de direitos humanos que concordou em cumprir voluntariamente.
“Instamos o governo dos EUA a garantir que questões urgentes de direitos humanos não sejam mais ignoradas em diálogos subsequentes e a apelar ao governo do Irã para que respeite, proteja e cumpra os direitos e liberdades articulados no PIDCP para todos os cidadãos, incluindo o direito à liberdade de religião ou crença.”
Além de desrespeitar a liberdade religiosa, o Irã também tem sido criticado por uma série de outras violações de direitos humanos. A ONU estendeu o mandato do seu Relator Especial para os direitos humanos no Irã, devido às constantes violações de direitos humanos no país.
No ano passado, um dissidente político foi executado após ser sequestrado de um país vizinho e, de acordo com a CSW, nove prisioneiros políticos curdos também foram executados.
Folha Gospel com texto original de The Christian Today
O pastor Josh Sullivan. (Foto: Reprodução/Facebook/Fellowship Baptist Church)
O missionário e pastor norte-americano Josh Sullivan, de 34 anos, foi resgatado pela polícia sul-africana cinco dias após ter sido sequestrado durante um culto em sua igreja, no bairro de Motherwell, em Gqeberha, África do Sul. A operação de resgate, realizada em KwaMagxaki, terminou em confronto armado com os sequestradores e resultou na morte de três suspeitos.
Segundo o Serviço Policial Sul-Africano (SAPS), o pastor foi encontrado dentro de um veículo no local onde ocorria a ação policial. Os suspeitos abriram fogo ao perceberem a aproximação dos agentes, o que desencadeou um tiroteio. Três homens, ainda não identificados, foram mortos. Sullivan foi resgatado sem ferimentos e submetido a avaliação médica, sendo considerado em boas condições de saúde.
O sequestro ocorreu no dia 10 de abril, enquanto Sullivan ministrava a Palavra na Igreja Batista Fellowship, em Motherwell, comunidade que liderava desde 2018. Os criminosos exigiram um resgate, cujo valor não foi divulgado pelas autoridades. A motivação do crime e o envolvimento de outros suspeitos ainda estão sob investigação.
O caso mobilizou atenção internacional e uma ampla corrente de orações iniciada pela Igreja Batista Fellowship em Maryville, no Tennessee (EUA), onde Sullivan iniciou seu ministério. Em postagem nas redes sociais, o pastor Tom Hatley, líder da igreja americana, comemorou o resgate. “Josh foi liberado. Acabei de receber autorização para divulgar. Obrigado pelo apoio e orações. Por favor, continuem orando pelos Sullivans. Louvado seja o Senhor Jesus Cristo”, escreveu.
A secretária da igreja, Heather Shirley, destacou em entrevista ao Christian Post que a congregação aguarda o relato pessoal de Sullivan sobre os dias em cativeiro. “Orávamos para que Deus o protegesse e o trouxesse de volta. E foi exatamente isso que aconteceu”, disse e acrescentou: “Queremos ouvir diretamente dele como tudo aconteceu. Só ele pode expressar o que viveu.”
Dedicação ministerial
Josh Sullivan e sua esposa, Meagan, chegaram à África do Sul pela primeira vez em 2015, para um estágio missionário de seis meses. Três anos depois, retornaram como missionários em tempo integral, com o objetivo de plantar igrejas e evangelizar a população local, especialmente entre o povo xhosa. O casal fundou a Igreja Batista Fellowship em Motherwell e adotou duas crianças sul-africanas durante sua permanência no país.
Além do trabalho pastoral, Sullivan dedicou dois anos ao aprendizado da língua xhosa, a fim de ministrar de forma mais eficaz. “Essa dedicação resultou no surgimento de uma comunidade fiel e acolhedora, que se tornou o lar espiritual e afetivo da família Sullivan”, afirmou a igreja americana em nota oficial.
Todd White, líder do ministério Lifestyle Christianity (Foto: Reprodução)
Uma carta aberta à Igreja foi publicada com graves acusações contra o pastor Todd White, figura conhecida internacionalmente por sua atuação no evangelismo de rua e pregação sobre milagres e sinais sobrenaturais.
A íntegra da carta está no final da matéria.
O documento foi divulgado por diversas testemunhas oculares que se apresentaram alegando anos de comportamento flagrante e desqualificante do pastor e líder do Lifestyle Christianity, incluindo roubo, uma série de mentiras, abuso espiritual e manipulação, e até mesmo alegações de violência doméstica.
Embora a carta não seja assinada, ela supostamente foi escrita por “sua equipe, líderes de seu ministério, ex-liderança do Lifestyle Christianity, membros do conselho e membros da equipe executiva”.
“Eu me encontrei com eles, confirmei suas identidades, vi as evidências que corroboram seus testemunhos e acredito que é uma honra para Cristo vir à tona e gritar um aviso aos crentes em todos os lugares de que Todd White é desqualificado e perigoso”, disse o apologista Mike Winger, do BibleThinker, que se define como um ministério dedicado a equipar pessoas para pensar e viver biblicamente.
Um trecho da carta diz: “Escrevemos esta carta não por amargura, mas pelo desejo de proteger os outros. Esperamos evitar que outros experimentem a decepção que pode abalar a fé, como nós e muitos outros sentimos depois de nos aproximarmos de Todd. Nosso maior desejo é que Todd se arrependa sinceramente, retorne ao propósito que Deus lhe deu e ande em humildade.”
Principais denúncias contra Todd White:
Mentiras constantes e manipulação emocional
Todd prega sobre liberdade do pecado, mas, segundo os denunciantes, é “o mais prolífico mentiroso” com quem já conviveram.
Ele teria criado histórias falsas, exagerado testemunhos e manipulado narrativas para se proteger.
Costuma se vitimizar quando confrontado e é descrito como alguém que mente até sobre mentir.
Pressão por testemunhos e manipulação de histórias
Segundo os relatos, ele pressiona pessoas a contarem testemunhos, que são registrados e usados para autopromoção.
Violência doméstica
Acusado de ter agredido fisicamente uma de suas filhas, resultando em um olho roxo.
Ambiente de trabalho tóxico
Quatro equipes executivas deixaram o ministério nos últimos quatro anos.
Diversos funcionários teriam saído por causa do comportamento controlador de White.
Uso indevido de doações
Foi documentado o uso indevido de:
US$ 20 mil supostamente destinados a um colete médico, que nunca foi comprado.
US$ 100 mil para o ministério infantil, que nunca recebeu melhorias e foi encerrado.
Também usou recursos do ministério para contratar segurança particular.
Desvio de recursos para uso pessoal
Teria solicitado que ministérios parceiros fizessem cheques diretamente em seu nome, contrariando o protocolo do conselho administrativo.
Difamação de ex-colaboradores
Criava versões falsas sobre a saída de funcionários e os acusava de má conduta e roubo para desacreditar críticas.
Falta de prestação de contas
Recusava-se a ser supervisionado, mesmo por membros da diretoria.
Quando confrontado, removia quem tentava responsabilizá-lo.
Mentiras envolvendo figuras públicas
Disse publicamente que o teólogo Michael Brown revisava suas pregações semanalmente, o que foi desmentido pelo próprio Brown.
Abuso de autoridade para benefício pessoal
Coagia funcionários a realizar tarefas particulares e usava a frase “Deus disse” para justificar decisões manipuladoras.
Mentiras sobre agenda pessoal
Dizia estar com doadores enquanto, na realidade, estava em outros lugares.
Uso comercial da fé
Tentou trazer o avivamento do seminário de Asbury para seu ministério como forma de aliviar crises financeiras.
Prioridade ao dinheiro em eventos
Cancelava compromissos para pregar em eventos que pagavam cachês maiores.
Fofocas e revelação de segredos alheios
Espalhava informações pessoais sobre amigos do ministério, incluindo problemas conjugais e familiares.
Exigências extravagantes
Irritava-se ao não receber tratamento VIP em igrejas parceiras.
Recusava voar em classe econômica.
Mentiras sobre saúde
Declarou ter sido curado de apneia do sono, mas não foi.
Disse que ficou “sarado” por orientação divina, mas usou lipossucção e reposição hormonal.
Hipocrisia em práticas pessoais
Condenava o uso de cafeína publicamente, mas consumia bebidas energéticas.
Omitia o uso de suplementos durante jejuns, para parecer mais espiritual.
Falsas demonstrações de generosidade
Dava presentes caros diante das câmeras, mas usava dinheiro do ministério para reembolsar-se.
Assédio institucional
Impunha NDAs (acordos de confidencialidade) como condição para pagar indenizações a ex-funcionários.
Os autores da carta enfatizam que a maior parte das pessoas impactadas pelo ministério Lifestyle Christianity começaram com intenção sincera, mas saíram manipuladas, desiludidas e emocionalmente destruídas.
“Ele prega ousadia, mas vive com medo. Projeta pureza, mas opera com controle e ego. Manipula usando a fé alheia como ferramenta”, diz um dos trechos mais duros da carta.
O grupo afirma que, mesmo diante de tantas evidências, líderes de grandes ministérios se recusam a considerar as denúncias por não envolverem escândalos sexuais. Para eles, isso apenas perpetua o que chamam de “cristianismo de celebridade”, onde o carisma suplanta o caráter.
“Esperamos que Todd White encontre arrependimento e restauração verdadeira, e que a Igreja se liberte dessa cultura de promoção pessoal que tanto tem ferido seus membros”, conclui o texto.
Até o momento, Todd White não se pronunciou oficialmente sobre as denúncias. A carta vem ganhando repercussão internacional entre líderes cristãos e membros de ministérios que acompanham o evangelista.
Leia a íntegra da carta abaixo:
Uma Carta Aberta à Igreja sobre Todd White.
Nos últimos anos, temos observado Todd White de perto, tanto em público quanto em privado. Muitos de nós trabalhamos com Todd em diversas funções — como parte de sua equipe, líderes em seu ministério, ex-líderes do Lifestyle Christianity, membros do conselho e membros da equipe executiva.
Cada signatário desta carta conhece Todd há anos, com alguns de nós compartilhando um relacionamento próximo com ele. Todd chegou a se referir a alguns de nós como seus amigos ao longo dos anos.
Individual e coletivamente, fizemos inúmeras tentativas de responsabilizar Todd e abordar os aspectos preocupantes de sua conduta, que acreditamos ser marcada por engano, exagero/embelezamento e manipulação. Apesar desses esforços, testemunhamos um comportamento de Todd que é decepcionante e em desacordo com a imagem que ele transmite aos outros. Observar alguém que um dia admiramos agir de maneiras que contradizem seus valores professados tem sido profundamente desanimador.
Escrevemos esta carta não por amargura, mas pelo desejo de proteger os outros. Esperamos evitar que outros experimentem a decepção que pode abalar a fé, como nós e muitos outros sentimos depois de nos aproximarmos de Todd. Nosso maior desejo é que Todd se arrependa sinceramente, retorne ao propósito que Deus lhe deu e ande em humildade.
Embora Mateus 18 forneça orientações claras sobre como lidar com situações como essa, acreditamos que falar abertamente é necessário agora para alertar a Igreja. Muitos de nós abandonamos o Cristianismo Estilo de Vida anos atrás devido às ações de Todd, esperando que ele mudasse. Infelizmente, seu comportamento só piorou com o tempo.
É importante esclarecer que nossas preocupações com Todd não são com relação à doutrina dos dons do Espírito, milagres ou sinais e maravilhas — acreditamos nisso de todo o coração. Em vez disso, nossas preocupações estão com a integridade e o caráter de Todd, que consideramos cada vez mais preocupantes. Abaixo está uma breve lista das inúmeras questões que desqualificam Todd como um mestre do Evangelho:
Todd prega um estilo de vida que ele pessoalmente não segue. Todd prega contra o pecado e a libertação do pecado. Todd é o mentiroso mais prolífico que já conhecemos e mente sobre mentir. Embora Todd afirme nunca mentir (ele afirma não mentir desde que foi salvo), ele já foi frequentemente pego exagerando a verdade, inventando histórias para melhorar sua própria imagem e, às vezes, até criando narrativas que colocam as pessoas umas contra as outras para se proteger da exposição. Ele tem um jeito de se retratar como vítima quando confrontado, e seu comportamento convincente frequentemente o ajuda a escapar da responsabilidade. Todd já foi pego mentindo sobre com quem estava, o que estava fazendo, contradizendo histórias/testemunhos, mentindo sobre o que as pessoas dizem para colocar outras pessoas umas contra as outras e de muitas outras maneiras.
Ele embeleza histórias e pressiona as pessoas a compartilharem testemunhos que ele pode registrar.
Todd se envolveu em um incidente de violência doméstica com sua filha do meio, durante o qual ele supostamente a esbofeteou, resultando em um olho roxo.
A cultura de manipulação e controle de Todd levou à saída de quatro de seus executivos nos últimos quatro anos. Seu ministério teve dezenas de pessoas que se demitiram diretamente por causa de seu comportamento/caráter.
Todd mentiu sobre para que os fundos eram necessários ou seriam usados em diversas ocasiões. Por exemplo, um de nós documentou casos: US$ 20.000 por um colete médico que nunca foi comprado, e US$ 100.000 foram doados ao ministério e foi-lhe dito que seriam usados para o ministério infantil, que não viu melhorias e foi posteriormente fechado em um ano.
O ministério gastou uma quantia considerável de dinheiro com sua segurança pessoal, até mesmo providenciando uma escolta diária de seu carro até o prédio do Lifestyle. Isso continuou até que dificuldades financeiras forçaram o ministério a reduzir tais despesas.
Todd solicitou que outros ministérios assinassem cheques diretamente para ele em vez de para o Lifestyle, violando os protocolos estabelecidos e acordados pela equipe executiva.
Em diversas ocasiões, Todd acusou pessoas de tentarem roubar seu ministério em vez de lidar adequadamente com essas ações.
Todd frequentemente deturpava as circunstâncias da saída de membros da equipe para terceiros, inventando narrativas falsas e acusando membros leais da equipe de má conduta e roubo, apesar do compromisso deles em estabilizar o ministério em meio às suas interrupções.
Quando Todd foi abordado para prestar contas, mesmo por membros do conselho e da equipe executiva, ele se recusou a prestar contas a eles, mentindo e manipulando-os. Diversas vezes, Todd substituiu pessoas que tentavam responsabilizá-lo.
Todd alegou que Michael Brown o estava responsabilizando ao revisar seus vídeos semanais de ensino, mas confirmamos com Michael Brown que isso não era verdade.
Todd abusou de sua posição de liderança para coagir funcionários a fazerem favores pessoais.
Ele frequentemente usa a frase “Deus disse” de maneiras contraditórias para manipular situações e persuadir as pessoas a cederem às suas exigências.
Todd mentia semanalmente sobre seu paradeiro, frequentemente alegando estar com doadores quando não estava, deixando outros incertos sobre sua verdadeira localização.
Ele sugeriu que trazer um avivamento do Seminário Asbury para o Lifestyle poderia resolver os problemas financeiros do ministério, insinuando que o avivamento poderia servir como um ganho financeiro para o ministério, e tentou orquestrar um avivamento, chegando a pedir à equipe que tivesse músicos prontos para o culto 24 horas por dia.
Todd cancelava compromissos de palestras previamente comprometidos na última hora para participar de eventos que ofereciam honorários mais altos.
Ele frequentemente fofoca sobre outros ministérios, particularmente aqueles que estão tendo sucesso ou aqueles que criticaram seu comportamento, demonstrando uma propensão a espalhar boatos e causar divisão. Todd até contava os segredos mais profundos sobre seus “amigos” no ministério, incluindo seus problemas conjugais pessoais e outros detalhes inapropriados.
Todd frequentemente ficava chateado ao visitar outras igrejas quando não recebia tratamento especial, um assento especial, segurança e atenção extras.
Todd se recusava a voar em qualquer lugar que não fosse a primeira classe.
Todd declarou ter sido curado de sua apneia do sono há 4 anos, mas não foi.
Ele compartilhou fotos de “antes e depois” com muitas pessoas há 6 anos, quando ganhou músculos significativos, alegando que Deus o ensinou a se tornar saudável e em forma — mas mais tarde foi revelado que ele havia se submetido a lipoaspiração e reposição hormonal para atingir seus objetivos de condicionamento físico.
Todd também demonstrou comportamento que parece inconsistente com seus ensinamentos de ousadia e destemor.
Embora pregue contra a cafeína, ele frequentemente consome bebidas energéticas com alto teor de cafeína e, quando questionado, finge não ter conhecimento do conteúdo de cafeína. Todd continuou a consumir essas bebidas com cafeína mesmo após ser questionado sobre elas. Além disso, ele frequentemente divulga os dias de seu jejum, nos quais omite o consumo de shakes, o que pode projetar uma sensação de resistência sobre-humana naqueles que seguem seus ensinamentos. Todd mantém uma aura de seita inatingível para os alunos que ensina, levando inúmeros à ruína.
Houve casos em que Todd deu presentes extravagantes a pessoas diante das câmeras, apenas para se reembolsar com fundos do ministério. Ele argumentou que o ministério deveria cobrir esses custos, o que dá a impressão de falsa generosidade.
O Cristianismo de Estilo de Vida, sob a liderança de Todd, exigia regularmente que os membros da equipe assinassem um acordo de confidencialidade como condição para receberem suas indenizações.
Existem inúmeras situações semelhantes a essa, mas muitas pessoas em grandes ministérios com quem conversamos não veem essas questões como sérias, simplesmente porque não envolvem uma ofensa sexual conhecida. No entanto, acreditamos que Todd é uma influência perigosa e se aproveita da inocência de muitos cristãos que o veem como inspiração por causa de seu testemunho e métodos de evangelização. Repetidamente, vimos pessoas boas, sinceras e inocentes aderirem ao Cristianismo de Estilo de Vida, apenas para serem manipuladas, deixadas confusas e de coração partido, muitas vezes com a fé abalada.
Nossa mais profunda esperança continua sendo que Todd White e sua família encontrem cura, arrependimento e restauração. Também esperamos que ministros como Todd usem os recursos que lhes foram confiados por doadores, juntamente com sua influência, para promover o reino de Deus, em vez de buscar ganhos pessoais. Além disso, ansiamos por ver a igreja livre das garras do “cristianismo de celebridades” — onde a autopromoção é elevada — para que possamos, em vez disso, honrar os humildes, os mansos e aqueles que verdadeiramente refletem o caráter de nosso santo e gracioso Senhor.
Uma coisa que reconhecemos é que estas palavras neste documento não chegam nem perto de fazer justiça ao nível de confusão, perplexidade espiritual, manipulação e manipulação que Todd é capaz de orquestrar diariamente.
Esta nota na Bíblia de Estudo Cheia do Espírito a respeito de Simão, o Feiticeiro, resume a prática de manipulação e o desejo de Todd de controlar os outros: “8:23 Os Laços da Falta de Perdão, LIBERTAÇÃO. Um feiticeiro é alguém que engana, manipula e se deleita em controlar os outros, e o faz por meio da influência demoníaca. Pedro identificou a base da feitiçaria de Simão como amargura — o efeito aprofundado da falta de perdão (v. 2). Aqui há um alerta sobre o perigo da falta de perdão tolerada ou aceita, que pode, como veneno, permear e prender a alma, corrompendo tudo ao seu redor. No caso de Simão, sua amargura moldou sua paixão por controlar os outros (v. 19) — o que o motivou a buscar a capacidade de transmitir o dom do Espírito Santo. Embora tenha crido e sido batizado (v. 13), o resíduo de sua escravidão passada vem à tona enquanto ele busca indignamente poder para manipular os outros com propósitos de autoexaltação. Pedro discerne a raiz de sua escravidão (v. 23) e convoca Simão ao arrependimento e à libertação.” Trecho da NKJV, Bíblia da Vida Cheia do Espírito, Terceira Edição, Jack W Hayford e Thomas Nelson.
Queremos reiterar que, embora Todd não seja quem afirma ser, ele tem encorajado muitas pessoas a saírem, evangelizarem e se conectarem com outras — algo muito necessário no mundo de hoje. Nossa esperança é que Todd se torne, no fim das contas, a pessoa que professa ser. Reunimo-nos para abordar essas questões após nossos melhores esforços para buscar a responsabilização de Todd White.
Folha Gospel com informações de Fuxico Gospel e Protestia
Thalles Roberto e Jorge em "Avenida do Arrependimento". Foto: Reprodução / YouTube Thalles Roberto.
O cantor gospel Thalles Roberto, agraciado com o Grammy Latino 2024 por seu álbum de música cristã em português, apresenta o primeiro vislumbre de seu novo projeto ao vivo, intitulado “Avenida do Arrependimento”. Nesta segunda-feira (14), o EP “Avenida do Arrependimento Vol.1” chega com quatro faixas, tendo como destaque a emocionante canção homônima, fruto de uma colaboração inédita com o renomado cantor Jorge.
Composta por Thalles Roberto, a faixa-título é descrita como um “profundo e sincero convite ao fortalecimento da relação com Deus, mesmo nos momentos de afastamento”.
Segundo Thalles, a parceria surgiu de maneira “totalmente inesperada, espontânea, de coração”. Inicialmente concebida para ser interpretada apenas por Thalles, a colaboração com Jorge nasceu durante uma visita do sertanejo ao estúdio de Dudu Borges, produtor do novo projeto.
“O Jorge esteve no estúdio, ouviu as músicas, se emocionou profundamente com ‘Avenida do Arrependimento’, e tudo aconteceu de forma natural, sem planejamento”, relata Thalles, impressionado com a “potência vocal” e a “alma” na voz de Jorge. “Foi um privilégio imenso tê-lo nesse projeto. É algo que vou guardar comigo para sempre”, completa.
Além da faixa principal, o primeiro volume do projeto traz as canções inéditas “Chuá”, “Barquinho” e “Saudade de Você”. A produção musical de “Avenida do Arrependimento” é assinada por Dudu Borges, conhecido por seus trabalhos com grandes nomes do sertanejo. O projeto contou ainda com a participação de músicos de renome internacional, como o baterista norte-americano Aaron Sterling e o guitarrista Wilson Sideral. O álbum completo, com 12 faixas, será lançado em volumes subsequentes.
Letra:
Eu não sei viver sem você Mas quem vê de fora não sabe a dor Eu posso até fingir um sorriso Mas meu coração quis parar de bater
Eu não vou te chamar de você Porque não se trata um Rei assim E se eu te contar que eu me sinto tão mal Se não estou tão pertinho de ti
Sei que sabes mais sobre mim que eu mesmo Mas é que hoje eu precisava escutar o seu coração
Deixa eu me abrir com o Senhor Colocar minha cabeça em seu colo, Deus Aproveita e faz um carinho Porque todo filho quer isso do pai E tem mais, deixa eu te contar minha dor Quando eu estou longe de casa, pai Ainda sei seu endereço Avenida do arrependimento, caminho da cruz